Coleta, transporte e conservação de amostras em

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  • Figure: 02-03c Caption: (c) The size of the viruses shown in (a) and (b) in comparison to a bacterial and eukaryotic cell.
  • Coleta, transporte e conservação de amostras em

    1. 1. COLETA, TRANSPORTE E CONSERVAÇÃO DE AMOSTRAS EM MICROBIOLOGIA ANA CLAUDIA SOUZA RODRIGUES
    2. 2. AS DOENÇAS• Doença é inerente à vida, principalmente está relacionada à vida comunitária• Desenvolvimento da microbiologia e da epidemiologia permitiu comprovar correlação entre doença e meio ambiente
    3. 3. VÍRUS• 0,2µM• DNA E/OU RNA• PARASITAS CELULARES OBRIGATÓRIOS• CAPSÍDEO• ANTÍGENOS DE SUPERFÍCIE
    4. 4. A CÉLULA PROCARIONTE (núcleo primitivo, pequenos e simples) Sem histonas ou delimitação nuclear. 70 S
    5. 5. A CÉLULA EUCARIONTE (núcleo verdadeiro) 80 S
    6. 6. Madigan et al., Microbiologia de Brock, 2004
    7. 7. VÍRUS
    8. 8. POR QUE ESTUDAR AS BACTÉRIAS?
    9. 9. IMPORTÂNCIA DA MICROBIOLOGIA• Evitar mortes;• Conduzir corretamente o tratamento;• Coordenar o tratamento empírico;• Diminuir resistência bacteriana.
    10. 10. Problemas encontrados....• Coletas mal feitas;• Profissionais sobrecarregados;• Rodízio de pessoal;• Falta de atualização.
    11. 11. BACTÉRIAS• IDENTIFICADAS PELO MÉTODO DE GRAM – GRAM POSITIVAS – GRAM NEGATIVAS• IDENTIFICADAS POR OUTROS MÉTODOS – ESPIRILOS, ESPIROQUETAS E VIBRIÕES – MICOBACTÉRIAS – MICOPLASMA E UREAPLASMA
    12. 12. BACTÉRIAS• GRAM POSITIVAS – Staphylococcus, Streptococcus e Enterococcus spp, ENTRE OUTROS• GRAM NEGATIVAS – ENTEROBACTÉRIAS (E. coli, Klebsiella spp, Salmonella, Shigella spp, entre outras) – NÃO FERMENTADORES (Pseudomonas spp, Burkolderia cepacia, Stenotrophomonas maltophylla , Acinetobacter spp, etre outros.
    13. 13. FUNGOS• LEVEDURAS – Candida spp, Cryptococcus spp, entre outros• FILAMENTOS – Aspergillus flavus, Dermatófitos, entre outros• DIMÓRFICOS – Histoplasma capsulatum, – Paracocidioides brasiliensis, entre outros
    14. 14. Patógenos x microbiota• SÍTIOS ESTÉREIS• SÍTIOS NÃO ESTÉREIS – MICROBIOTA RESIDENTE – MICROBIOTA TRANSITÓRIA• Quando ocorre a doença? – Doença ocorre quando o hospedeiro sofre danos o suficiente para perturbar a homeostase. – Dano é um termo relacionado à injúria de células, tecidos ou órgãos
    15. 15. COLONIZAÇÃO• Colonização:presença e microrganismos em pele, mucosas sem causar manifestações clínicas ou imunológicas e geralmente prevenindo a entrada de potenciais patógenos . Em algumas situações a infecção é precedida pela colonização. Nas paredes de artefatos usados em procedimentos invasivos a fase inicial, enquanto não há manifestações clínicas, é considerada colonização.
    16. 16. INFECÇÃO• Multiplicação de microrganismos no organismo, principalmente na dependência de inóculo e virulência do agente e condições do hospedeiro;• Resposta do hospedeiro com reação inflamatória.• Sinais e sintomas de reações locais como edema, calor, rubor, pus ou sistêmicos como febre, calafrios, sepse, coagulação intravascular, choque.
    17. 17. Antisepsia• Procedimento capaz de ação letal ou inibitória da reprodução microbiana, de baixa causticidade e hipoalergênico, destinado à aplicação em pele e mucosa íntegras. O antIseptico com processo de limpeza bem realizado, deve ser capaz de remover a microbiota transitória e diminuir a microbiota residente, além de evitar ou retardar a multiplicação microbiana. (CDC, 2002; LARSON, 1995)
    18. 18. Todo resultado liberado pelo laboratório de microbiologia é conseqüência da qualidade da amostra recebida. (ANVISA – MÓD.III)
    19. 19. PRINCIPAIS ERROS• ISOLAMENTO DE AGENTES COLONIZANTES• ISOLAMENTO DE DOIS OU MAIS MICRORGANISMOS• RESULTADOS NEGATIVOS• TERAPIA INADEQUADA DEVIDO A IDENTIFICAÇÃO ERRADA DO AGENTE.
    20. 20. CONSIDERAÇÕES• COLETAR SEMPRE QUE POSSÍVEL, ANTES DA ANTIBIOTICOTERAPIA;• OFERECER INSTRUÇÕES AO PACIENTE SOBRE O PROCEDIMENTO;• LOCAL DA COLETA : ONDE HOUVER MAIOR PROBABILIDADE DE ISOLAMENTO;• ANTISSEPSIA;• CONSIDERAR O ESTÁGIO DA DOENÇA.
    21. 21. CONSIDERAÇÕES• Quantidade suficiente de material deve ser coletado;• Pedido do exame - informações como o uso de medicamentos e a suspeita clínica;• Toda amostra deve ser tratada como patogênica;• Não contaminar a superfície externa dos recipientes;• As amostras devem estar corretamente identificadas;• Tempo de envio ao laboratório.
    22. 22. TRANSPORTE DE AMOSTRASAssegurar a sobrevivência e isolamento do microrganismo, pois o laboratório de microbiologia trabalha basicamente em função da viabilidade dos microrganismos. Evitar contaminação ou crescimento de microrganismos indesejáveis.
    23. 23. TEMPO DE TRANSPORTE E TEMPERATURA• Líquor, líquidos e swab de secreção – imediatamente e sem refrigeração.• Biópsia, e amostras respiratórias – 30 minutos• Hemocultura – 2h T.A. (não refrigerar)• Urina – em até 1 hora ou até 24 h sobre refrigeração (recomendado até 8 h).• Fezes – 12 h em Cary-Blair modificado e até 2 h “in natura”. – Enterobacterias Patogênicas, Campylobacter spp  Temperatura ambiente – Rotavirus e Clostridium difficile  refrigeração.
    24. 24. QUANDO É IMPOSSÍVEL ENVIARA AMOSTRA AO LABORATÓRIO IMEDIATAMENTE....• Verificar o meio de transporte adequado;• Temperatura adequada de armazenamento e transporte;• Limite de tempo suportável.
    25. 25. CRITÉRIOS DE REJEIÇÃO DE AMOSTRAS• Amostras sem significado clínico ou com problemas de interpretação• Amostra sem rótulo ou com identificação errada• Amostra em recipiente inadequado• Pedido médico incompleto
    26. 26. AMOSTRAS INADEQUADAS• Material em formol• Cateter de Foley• Material conservado inadequadamente• Frascos não estéreis• Swab seco• Vômito• Colostomia• Asp. gástrico em RN
    27. 27. RESULTADOS QUESTIONÁVEIS• Swab : queimadura, úlcera de decúbido, abcesso perirretal, gangrena, periodontal, úlcera varicosa  PROCESSAR BIÓPSIA• Amostras com mais de 3 microrganismos
    28. 28. Como você orienta seu pacientepara coleta de coprocultura???
    29. 29. MICROBIOTA INTESTINAL
    30. 30. COPROCULTURA• Deve ser coletado na fase aguda, quando o patógeno está em maior número e antes da antibioticoterapia.• Preferir submeter a cultura porções sanguinolentas e mucosas
    31. 31. Que patógenos geralmente causam diarréia???• Vírus – Rotavírus• Bactérias – Toxina do S. aureus – Shigella spp – Salmonella spp. – Escherichia coli – Yersinia – Vibrio cholerae
    32. 32. Como você aconselha o paciente a fazer coleta de urocultura???A urina tem microbiota??? Pode contaminar???
    33. 33. URINA – jato médio• Coletar a primeira urina da manhã ou aguardar de 3 a 4 horas após última micção. – Mulheres: Afastar os grandes lábios com uma das mãos com gaze embebida em sabão neutro, inclusive entre as dobras. Enxaguar com gaze molhada. Desprezar o jato inicial, colhendo o jato médio.
    34. 34. URINA – jato médio• Coletar a primeira urina da manhã ou aguardar de 3 a 4 horas após última micção. – Homens: Retrair o prepúcio e limpar com gaze embebida em sabão neutro e retirar o sabão com gaze limpa. Desprezar o jato inicial, colhendo o jato médio.
    35. 35. SONDA VESICAL DE DEMORA• Desinfetar local da coleta com álcool 70%;• Pinçar a cânula do coletor;• Com seringa e agulha, puncionar a cânula, colher 5-10 ml urina em frasco estéril;
    36. 36. PESQUISA DE BAAR NA URINA• HIGIENE PRÉVIA• COLETA DE TODA A PRIMEIRA MICÇÃO DA MANHÕ COLETA POR 3 DIAS CONSECUTIVOS
    37. 37. O SISTEMA RESPIRATÓRIO HUMANO É CONSTITUÍDO POR UM PAR DE PULMÕES E POR VÁRIOS ÓRGÃOSQUE CONDUZEM O AR PARA DENTRO E PARA FORA DAS CAVIDADES PULMONARES.
    38. 38. SISTEMA RESPIRATÓRIO TRATO RESPIRATÓRIO SUPERIOR - Nariz - Boca - Faringe -Laringe - Estruturas Associadas
    39. 39. SISTEMA RESPIRATÓRIO SISTEMA RESPIRATÓRIO INFERIOR - Traquéia - Tubos Brônquicos - Alvéolos
    40. 40. TRATO RESPIRATÓRIO INFERIOR• ASPIRADO TRAQUEAL – deve ser coletado com cateter protegido e ser realizado cultura quantitativa.
    41. 41. TRATO RESPIRATÓRIO INFERIORLAVADO BRÔNQUICO E ESCOVADO BRONCOALVEOLAR Colher em recipiente seco, estéril.O material deverá ser colhido antes de biópsias para evitarexcesso de sangue. Como a cultura é quantitativa deve ser processado em até 1 hora.
    42. 42. Cultura qualitativa• ASP. TRAQUEAL - 105 UFC/ml• LAVADO BRÔNQUICO - 104 UFC/ml• ESC. BRÔNQUICO - 103 UFC/ml
    43. 43. Como você orientaria para a coleta do escarro???
    44. 44. TRATO RESPIRATÓRIO• ESCARRO: Colher preferencialmente uma amostra por dia, se possível o primeiro da manhã em jejum. O paciente deve fazer higiene bucal e gargarejo com água antes da coleta. – Expectorado: tosse profunda, recipiente seco, estéril. Transporte: < 2h, Tº ambiente e até 5h geladeira – Induzido: após nebulização com ± 25 ml NaCl 5 a 10% estéril, recipiente seco, estéril. Armazenamento: < 24 h, 4º C• Obs: O laboratório deve avaliar a amostra - <10 células escamosas/ campo e >25 leucócitos/campo.
    45. 45. O que você procura no escarro?• Rhodococcus, Nocardia e Actinomyces spp.• Streptococcus pneumoniae, Hamophyllus influenzes, Moraxella catarhalis e Staphylococcus aureus.• Mycobacterium tuberculosis• Pneumocistis carinii, Aspergillus flavus, Paracoccidioides brasiliensis
    46. 46. Como você coletaria secreção de orofaringe???
    47. 47. TRATO RESPIRATÓRIO SUPERIOR• SECREÇÃO DE OROFARINGE – Afastar a língua com abaixador. Se possível limpar com um "swab“ umedecido em salina estéril ao redor da região de coleta; colher com dois swabs na área com hiperemia. Não colher da área de supuração. Quando há alguma lesão devemos optar por fragmento de biópsia ou aspirado.• SECREÇÃO NASAL - "Swab" umedecido com salina estéril.Introduzir o swab nas narinas e girar 5x nos dois sentidos.
    48. 48. Quais microrganismos podemestar envolvidos em faringites?• Viral – 40 a 60%• S. pyogenes – 30 – 40%• Outros Streptococcus
    49. 49. BIÓPSIA – proc. médico• Lavar com solução fisiológica• Descontaminar com PVPI tópico 10%• Remover com solução fisiológica• Coletar de 3 a 4 mm de amostra em frasco estéril. Gotejar solução fisiológica estéril para o material não ressecar.
    50. 50. COMO VOCÊ COLETARIASECREÇÃO DE FERIDA???
    51. 51. FERIDAS, ABCESSOS, FÍSTULAS, CELULITE• Não coletar pus ou exsudato e sim da parte interna da região. O melhor material é a biópsia.• Se houver exudato limpar com álcool 70%.• Quando necessário, fazer debridamento da lesão. Lavar a superfície abundantemente com salina estéril e PVPI tópico. Lavar novamente com solução salina.
    52. 52. FERIDAS, ABCESSOS,FÍSTULAS, CELULITE •Coletar material do fundo da lesão com seringa de insulina ou em último caso usar o swab.
    53. 53. HEMOCULTURA• Infecções sistêmicas: 2-3 amostras de locais separados com 5 minutos entre as punções.• Endocardite aguda: 3 amostras de 3 locais diferentes com intervalo de 15 a 30 minutos entre as punções.• Endocardite subaguda: 3 amostras de 3 locais diferentes, de 15 em 15 minutos; se (-) em 24 hs, colher mais 3 amostras.• Febre de origem indeterminada: 4-6 amostras com mais de 1 hora entre uma e outra em 48 h; se (-) após 24 hs, colher mais 2-3 amostras.• Câncer e AIDS – duas a três amostras sendo uma para cultura de fungos.• AMOSTRAS DE SÍTIOS DIFERENTES
    54. 54. TÉCNICAS DE COLETA HEMOCULTURA• Não coletar no pico febril• Aplicar álcool 70% na tampa do recipiente e deixar o algodão por 1 minuto.• Desinfetar o local da punção com álcool 70% concentricamente• Aplicar iodo 1 a 2% ou PVPI da mesma forma e retirar o excesso com álcool 70%.• Esperar secar;• Não palpar após a anti-sepsia;Transporte: < 2 h, Tº ambienteArmazenamento: < 48h, Tº ambiente
    55. 55. RECOMENDAÇÕES• Punções arteriais não trazem benefícios na recuperação dos microrganismos quando comparadas com punções venosas.• Não se recomenda a troca de agulhas entre a punção de coleta e distribuição do sangue no frasco de hemocultura.
    56. 56. PONTA DE CATETER• Lavar a superfície da pele ao redor da inserção do cateter com álcool 70%;• Limpar com iodo ou PVPI e lavar novamente com álcool 70%;• Remover o cateter assepticamente, e cortar de 5 a 8 cm da extremidade distal, colocando em tubo seco estéril. Transporte: <15 min, Tº ambiente Armazenamento: < 24 h, 4º C Cultura semiquantitativa (método de Maki)
    57. 57. OLHO - conjuntiva• Retirar secreção purulenta superficial com swab umedecido em salina estéril ;• Colocar com dois swab umedecidos em salina estéril ou caldo;• Semear imediatamente em agar sangue e agar chocolate, ou transportar em Stuart;• Fazer lâminas. Transporte: placas <15 min, Tº ambiente "swabs" <2 h, Tº ambiente Armazenamento: < 48 h, Tº ambiente (em Stuart)
    58. 58. LÍQUIDOS - Abdominal, ascítico, bile, articular, pericárdico, peritoneal, pleural, sinovial.• Procedimento médico• Desinfetar cuidadosamente o local de punção com álcool, iodo ou PVPI e álcool 70%;• Coleta através de punção percutânea ou cirúrgica. Se houver contagem de células enviar um frasco com anticoagulante. Para cultura deve ser separado frasco sem anticoagulante e estéril.• Transporte: <15 min, Tº ambiente Armazenamento: < 48 h, Tº ambiente (líquido pericárdico e pesquisa de fungos a 4º C).
    59. 59. Como se deve coletar secreção vaginal???
    60. 60. SECREÇÃO VAGINAL E CERVICAL• A higiene deve ser com água e sabão na parte externa de forma habitual.• Umedecer a espéculo com solução fisiológica estéril• Inserir o espéculo com a paciente em posição ginecológica;• Coletar secreção da mucosa alta e fazer uma lâmina e COLOCAR em salina estéril para exame direto;• Remover o muco cervical com swab maior ou algodão;• Introduzir o swab no óstio cervical girando-o firmemente;• Retirar o swab e confeccionar duas lâminas para bacterioscopia• Enviar para o laboratório.
    61. 61. Quais microrganismos podem estar causando inflamações?• Vaginite – Gardnerella vaginalis• Gonorréia – Neisseria Gonorrhoeae• Tricomoníase – Trichomonas vaginalis• Candidíase – Candida spp
    62. 62. SECREÇÃO URETRAL• O MATERIAL DEVE SER COLHIDO 2 A 3 H APÓS MICÇÃO - ESTIMULAR A ELIMINAÇÃO DE SECREÇÃO. – MULHERES – Massagem da uretra contra a superfície púbica através da vagina – HOMEM – Fazer a assepsia da glande com gazes embebidas em salina. Enxugar. Solicitar ao paciente que faça a compressão do pênis e coletar com swab em salina e meio de transporte a secreção. Se não houver exteriorização introduzir swab apropriado no canal uretral (2 a 3 cm), girar nos dois sentidos e confeccionar lâminas e enviar swab ao laboratório.
    63. 63. COLETA DE QUEIMADOS• DEBRIDAMENTO DAS LESÕES;• VÁRIAS BIÓPSIAS DE ÁREAS DISTINTAS;• CULTURA QUANTITATIVA
    64. 64. COLETA PARA PESQUISA DE FUNGOS• Limpar a superfície com água destilada ou salina estéril. Não utilizar iodo.• PELE - raspar bordas da lesão com bisturi.
    65. 65. COLETA PARA PESQUISA DE FUNGOS• COURO CABELUDO – colocar alguns fios de cabelo da região afetada. Proceder raspagem das bordas e friccionar swab com salina estéril na região. • Raspam-se as escamas com bisturi cego ou lâmina de microscopia. A amostra deve conter tocos de cabelo, o conteúdo dos folículos tapados e as escamas de pele. Os cabelos da área também podem ser puxados com pinça (os cabelos infectados são facilmente removíveis). Para o exame do couro cabeludo ou dos cabelos, os mesmos devem estar limpos e secos.
    66. 66. COLETA PARA PESQUISA DE FUNGOS• UNHA - Escovar os pés com água e sabão. Raspar abaixo da unha na região subungueal eliminando regiões externas. • Deve-se retirar totalmente o esmalte pelo menos 2 (dois) dias antes da coleta. As regiões de onde vão ser coletadas as amostras devem ser limpas com gaze ou algodão com álcool a 70%, para eliminar contaminantes bacterianos superficiais. – Paroníquia (lesões na região da cutícula)-colhem-se as escamas e, se possível, o pus, com um swab. Se as lesões são manchas esbranquiçadas na superfície da unha, raspar por cima com bisturi, removendo as escamas em placa de Petri.
    67. 67. SEM UMA BOA COLETA, PODEMOS ESTAR INFLUENCIANDO PARA OTRATAMENTO INCORRETO DO PACIENTE
    68. 68. FIM

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