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Inseminação artificial
Inseminação artificial em bovinos
 IA – Deposição do sêmen no trato digital feminino,
p/ que o espermatozoide fecunde o óvulo.
 1ª IA no Brasil – 1940;
 Difusão comercial – década de 70;
 IA – biotecnologia > impacto no melhoramento
animal.
Inseminação artificial em bovinos
 Massificação da utilização de animais geneticamente
superiores;
 Realização de programas de melhoramento de
Touros jovens reduzindo intervalo de gerações.
Vantagens da IA
 1. Rápido melhoramento genético;
 2. Cruzamento entre raças;
 3. Uso de touros provados;
 4. Controle de doenças transmissíveis via monta
natural;
 5.Uso de touros com problemas;
 6. Uso de touros após a morte.
Vantagens da IA
 6. Aumento nº descendentes de um reprodutor;
 7. Padronização do rebanho;
 8. Melhor controle zootécnico do rebanho.
Vendas de sêmen:
 1987 - 1,944 milhões;
 2006 – 6.375 milhões (ASBIA).
Vantagens da IA
Vendas de sêmen:
 2013 – Pouco mais 13 milhões;
 2014 – 13.609.311
 Crescimento de 4,49 %
 Sendo:
 59% gado de corte
 41% gado de leite (ASBIA, 2014).
Vendas de sêmen:
 Raça Nelore – 53%;
 Raça Angus – 16%;
 Nelore mocho - 7%.
 Brahman – 5,5%.
Inseminação artificial
 4% fêmeas inseminadas no Brasil;
Não adoção da IA
 Forma extensiva de criação;
 Aumento das atividades diárias;
 > Experiência nas práticas de manejo
 Detecção de estro.
Inseminação artificial
Falhas e baixa fertilidade na IA:
 Detecção de cio;
 IA momentos inapropriados;
 Baixa qualidade do sêmen;
 Mortalidade embrionária.
Fatores levam bons resultados IA
Tamanho do rebanho:
 nº fêmeas observadas – 300 vacas; FONSECA (1984).
 Dividir o rebanho:
 Matrizes com bezerros;
 Matrizes sem bezerros.
Touro colheita de sêmen
Vagina artificial:
 Amostras mais fidedignas;
 > Concentração;
 > nº de doses por ejaculado.
Eletroejaculação:
 Forma de estimulação.
Biometria testicular
Variável importante na seleção de touros IA;
 Perímetro escrotal – Fácil de ser colhido;
 Está relacionado a ganhos genéticos rebanho;
 PE – Favoravelmente associado a idade ao primeiro serviço ( r = -
0,32);
 PE – Intervalo entre partos (r= -0,21) nas filhas de touros com >
PE ( TOLLE & ROBISON, 1985);
 MARTINS FILHO & LOBO (1991), estimaram uma correlação
genética entre PE e idade a 1ª cria p/ gado Nelore de -0,44;
Biometria testicular
 BOURDON & BRINKS (1986) fatores como:
 Ambiente;
 Idade;
 Peso;
 Tamanho corporal;
 Idade da mãe ao primeiro parto;
 Nível nutricional;
 Grupo contemporâneo.
 São fatores que afetam o PE.
Avaliação do sêmen congelado
 Variações nos padrões seminais:
 Fatores nutricionais;
 Raciais;
 Ambientais;
 Farmacológicos;
 Sanitários ou de manejo.
Avaliação do sêmen congelado
Touro em repouso sexual:
 Hipóstase espermática;
 Redução de motilidade, vigor, defeitos de cauda e
cabeça isolada;
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 Concentração espermática;
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Avaliação do sêmen congelado
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 Fertilização competitiva (heterospermia);
 Iigação ou aderência a zona pelúcida (heteróloga
ou homóloga);
 Integridade acrossomal;
 Contagem de espermatozoide acessórios;
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 Fertilização IN VITRO.
Integridade da membrana plasmática
 Peça intermediária e cauda espermática, os domínios
funcionais da membrana plasmática , estabilizados nas
células maduras.
 Mudanças adicionais:
 Durante o trânsito e amadurecimento epididimal em
razão de alterações nas cargas iônicas ligação a
lecitina, redistribuição molecular intramembranosa;
 Fluidificação de alguns componentes fosfolipídicos,
 Composição lipídica e proteica e ainda composição de
sítios (receptores)para adesão e adsorção de proteína.
Integridade da membrana plasmática
 Característica entre espermatozoide vivos e mortos:
 Perda de sua motilidade e integridade estrutural da
membrana plasmática.
 Cauda do epidídimo – a superfície das
membranas espermáticas apresenta carga negativa;
após a ejaculação ao entrar em contato com o ambiente
externo as membranas tornam-se suscetíveis a
expressar cargas positivas ( VERES et al 1985).
 Nessas condições, há intensa produção de peróxido de
hidrogênio pelo efeito das oxigenases, enzimas
neossintetizadas envolvidas nos processos lesivos ou
tóxicos celulares.
Integridade da membrana plasmática
 Consequência da peroxidação lipídica:
 Desestruturação dos ácidos graxos poli-insaturados;
 Lesão estrutural;
 Redução da motilidade e vigor espermático (TAYLOR,
2001).
 Principais aspectos associados ao trânsito,
armazenamento e ejaculação dos espermatozoides
bovinos Figura 4 512
Integridade da membrana plasmática
 Testes de laboratórios específicos p/ análises :
 Condições estruturais da membrana plasmática;
 Estimativa da reação acrossomal;
 Incluídos no diagnóstico da viabilidade espermática (
RODRIGUES MARTINEZ et al. 1997)
 A integridade da membrana plasmática.
 Pode ser avaliada em microscopia de campo claro pelo
uso de corantes supravitais :
 Eosin-nigrosin;
 Eosin-anelineblue;
 Trypan-blue (TARTAGLIONI & RITA, 2004)
Integridade da membrana plasmática
 Estimativa de viabilidade do sêmen pós descongelação.
 Figura 5 pg 518
Integridade da cromatina nuclear
 Primeiros estudos sobre mudanças na organização do
núcleo espermático, nos bovinos (GLEDHILL 1966).
 Heterogeneidade – Para expressar espermatozoide que
não apresentavam um carater normal por causa da
relação entre subfertilidade e baixa qualidade seminal
Integridade da cromatina nuclear
 Fatores associados a anormalidade na cromatina
espermática:
 Efeito de agentes tóxicos e patogênicos;
 Mutação gênica e cromossomal;
 Perda de termorregulação testicular.
Aspectos relacionados à fêmea
 Manifestação do estro:
 Gonadotrofinas – induzem a maturação folicular,
aumento na secreção de estradiol no início do
estro.
 Estro:
 inicia qualquer hora do dia ou da noite;
 Duração variável;
Aspectos relacionados à fêmea
 Manifestação do estro:
 Raças europeias criadas em regiões de clima temperado,
duração do estro – 18 a 20 horas (HAFEZ 1997).
 Temperatura ambiental baixa – diminuição na
manifestação de estro, Ovulação sem manifestação de estro e >
intervalos entre estro;
 Temperatura de conforto zebuínos – média 16 a 27 °C;
 Duração variável:
 Raças zebuínas apresentam < período de manifestação de estro
quando comparados com animais de raças europeia (ALVES,
2001).
Detecção comportamento durante estro
 Monta de outro animal;
 Reflexo de imobilização a monta;
 Vulva edemaciada;
 Presença de muco de aspecto cristalino;
 > Atividade de locomoção;
 Agitação e elevação da cauda;
 Redução na ingestão de alimentos;
 Diminuição na produção de leite;
Detecção comportamento durante estro
 Emissão frequente de mugidos;
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 Tentar montar outros animais;
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 Observação pelo homem < taxa de detecção;
 Taxa de 40% de detecção observação pelo homem;
 Utilização de rufiões – taxa de 95 a 100%.
Detecção comportamento durante estro
 WILLIANSON et al. (1972) observaram em torno
82,4% para detecção somente com visualização
humana, contra 95,8 % na detecção feita com a
utilização de rufiões;
 Rufiões mais eficiente:
 Homem utiliza só a visão;
 Rufiões:
 Visão, audição, olfato e gustação;
 Permanece 24 horas no rebanho (FOOTE, 1974).
Detecção comportamento durante estro
 Rufiões com buçal marcador – 100%.
 Rufiões sem buçal marcador – 88 a 93% (DONALDSON,
1968) observação três vezes ao dia.
 Frequência de observação:
 Fator importante na detecção:
 Uma observação diária – 50% de estros;
 Duas observações – 80% de estros;
 Quatro vezes ao dia – 95% de estros (GWAZDAUKAS et al.
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Detecção comportamento durante estro
 FOOTE (1974) sugere:
 Três períodos de observações diárias com duração mínima
de 30 minutos cada.
 O manejo mais utilizado – Duas observações diárias
uma no início da manhã e outra no final da tarde, período
de observação de 40 minutos.
Detecção comportamento durante estro
Proporção de vacas Nelore que começaram (C), terminaram
(T), ou que começaram e terminaram (CT), o estro durante o
dia ou a noite.
C T CT
Noite 53,8 46,1 30,7
Dia 46,1 53,8 23,0
(PIRES et al, 2010)
Detecção comportamento durante estro
 Elevada proporção de animais que começam e terminam o
cio durante a noite (PINHEIRO et al 1998).
Fatores que levam a baixa detecção de
cios
Condições extensivas:
 Bovinos organiza-se em ordem social hierárquica;
 Ordem permanece estável por longo período;
Dominância ocorre p/ diversos fatores:
 Idade e peso dos animais;
 Presença de chifres;
 > tempo de permanência no rebanho ( ORIHUELA &
GALINA, 1997).
 Formação de grupos sexualmente ativos;
Detecção comportamento durante estro
 Quando duas ou mais fêmeas entram em cio
simultaneamente ;
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entre si;
 Perde e recruta membros diariamente (CHENOWETH,
1983).
 O grupo sexualmente ativo permanece visível ao macho que
é atraído pelo comportamento de monta dos animais.
Detecção comportamento durante estro
 Literatura cita que bovinos tem preferência sexual por
animais geneticamente similares (CHENOWETH et al.
1996).
 A expressão do estro pode ser reduzida se ocorrem
mudanças em um grupo de animais até mesmo quando o
ambiente é modificado com a movimentação do rebanho
nas pastagens (ORIHUELA & GALINA, 1997).
Inseminação artificial em tempo fixo -
IATF
 Baixa taxa de prenhez é um dos principais fatores
limitantes ao uso da IA nos rebanhos comerciais
de gado de corte.
 Dificuldade de manejo dos animais no período de
90 a 100 dias (chuvas);
 Observação de estro e inseminação;
 Taxa de prenhez IA – 50 a 60%;
 IATF – IA sem observação de cio;
 Protocolos:
Inseminação artificial em tempo fixo -
IATF
Protocolos hormonais:
 Intra-auriculares ou intravaginais de longa ação;
 Aplicações intramusculares de efeito rápido;
 IA num período curto pré-determinado;
 Vantagens:
 Eliminação da observação de cio;
 Concentração de partos em um período específico;
 Altas taxas de prenhêz no início da estação de
monta;
 Concentração de mão de obra;
Inseminação artificial em tempo fixo -
IATF
 IATF realizada adequadamente = 50% das fêmeas
emprenham com uma IA;
 Principais protocolos:
 Prostaglandinas (PGF):
 Causa regressão do corpo lúteo (maduro);
 Resposta ao tratamento 5 a 8 dias após o cio;
CL nesse período não está receptivo a prostaglandina.
Inseminação artificial em tempo fixo -
IATF
 Vários protocolos com (PGF).
 Administrada somente uma dose:
 70% das vacas que estavam ovulando deve entrar
em cio;
 Palpação retal – CL aparente normal deve aumentar
a proporção das vacas que vão entrar em cio;
 Devidos a erro na detecção de cio 75% das vacas
tratadas são detectadas em cio (ODDE,1990)

Inseminação artificial em tempo fixo -
IATF
 Protocolo mais utilizado - duas aplicações de 11
dias;
 Problemas de protocolo com prostaglandina: é a
baixa fertilidade dos esquemas IATF;
 Se deve ao intervalo do tratamento até a ovulação
sendo influenciado pelo estágio do folículo
dominante no momento do tratamento;
 Folículo dominante em crescimento ou estática
temporária – Novilhas entram em cio 48 a 60 horas
após o tratamento e ovulam 28 a 30 horas depois
(KASTELIC & GINTHER, 1991)
Inseminação artificial em tempo fixo -
IATF
 Folículo em fase de regressão – Folículo dominante
da próxima onda será ovulatório e os animais
entrarão em cio de 5 a 7 dias após o tratamento.
 Importante – Sincronizar o desenvolvimento do
folículo, para que todos os animais tenha um
folículo em crescimento com capacidade de ovular
no momento da administração de (PGF).
Inseminação artificial em tempo fixo -
IATF
 Combinações de progestágenos e Estrógenos
 Compostos similares a progesterona.
 Progestágenos de aplicação oral:
 Acetato de Melengestrol (MGA);
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B e PRID)
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Manejo reprodutivo de bovinos

  • 2. Inseminação artificial em bovinos  IA – Deposição do sêmen no trato digital feminino, p/ que o espermatozoide fecunde o óvulo.  1ª IA no Brasil – 1940;  Difusão comercial – década de 70;  IA – biotecnologia > impacto no melhoramento animal.
  • 3. Inseminação artificial em bovinos  Massificação da utilização de animais geneticamente superiores;  Realização de programas de melhoramento de Touros jovens reduzindo intervalo de gerações.
  • 4. Vantagens da IA  1. Rápido melhoramento genético;  2. Cruzamento entre raças;  3. Uso de touros provados;  4. Controle de doenças transmissíveis via monta natural;  5.Uso de touros com problemas;  6. Uso de touros após a morte.
  • 5. Vantagens da IA  6. Aumento nº descendentes de um reprodutor;  7. Padronização do rebanho;  8. Melhor controle zootécnico do rebanho. Vendas de sêmen:  1987 - 1,944 milhões;  2006 – 6.375 milhões (ASBIA).
  • 6. Vantagens da IA Vendas de sêmen:  2013 – Pouco mais 13 milhões;  2014 – 13.609.311  Crescimento de 4,49 %  Sendo:  59% gado de corte  41% gado de leite (ASBIA, 2014).
  • 7. Vendas de sêmen:  Raça Nelore – 53%;  Raça Angus – 16%;  Nelore mocho - 7%.  Brahman – 5,5%.
  • 8. Inseminação artificial  4% fêmeas inseminadas no Brasil; Não adoção da IA  Forma extensiva de criação;  Aumento das atividades diárias;  > Experiência nas práticas de manejo  Detecção de estro.
  • 9. Inseminação artificial Falhas e baixa fertilidade na IA:  Detecção de cio;  IA momentos inapropriados;  Baixa qualidade do sêmen;  Mortalidade embrionária.
  • 10. Fatores levam bons resultados IA Tamanho do rebanho:  nº fêmeas observadas – 300 vacas; FONSECA (1984).  Dividir o rebanho:  Matrizes com bezerros;  Matrizes sem bezerros.
  • 11. Touro colheita de sêmen Vagina artificial:  Amostras mais fidedignas;  > Concentração;  > nº de doses por ejaculado. Eletroejaculação:  Forma de estimulação.
  • 12. Biometria testicular Variável importante na seleção de touros IA;  Perímetro escrotal – Fácil de ser colhido;  Está relacionado a ganhos genéticos rebanho;  PE – Favoravelmente associado a idade ao primeiro serviço ( r = - 0,32);  PE – Intervalo entre partos (r= -0,21) nas filhas de touros com > PE ( TOLLE & ROBISON, 1985);  MARTINS FILHO & LOBO (1991), estimaram uma correlação genética entre PE e idade a 1ª cria p/ gado Nelore de -0,44;
  • 13. Biometria testicular  BOURDON & BRINKS (1986) fatores como:  Ambiente;  Idade;  Peso;  Tamanho corporal;  Idade da mãe ao primeiro parto;  Nível nutricional;  Grupo contemporâneo.  São fatores que afetam o PE.
  • 14. Avaliação do sêmen congelado  Variações nos padrões seminais:  Fatores nutricionais;  Raciais;  Ambientais;  Farmacológicos;  Sanitários ou de manejo.
  • 15. Avaliação do sêmen congelado Touro em repouso sexual:  Hipóstase espermática;  Redução de motilidade, vigor, defeitos de cauda e cabeça isolada; Testes:  Concentração espermática;  Motilidade;  Vigor;
  • 16. Avaliação do sêmen congelado  Morfologia;  Colorações supravitais;  Integridade da membrana plasmática;  Integridade acrossomal;  Integridade da cromatina (HAMMERSTEDT, 1996)
  • 17. Avaliação do sêmen congelado  Testes funcionais:  Fertilização competitiva (heterospermia);  Iigação ou aderência a zona pelúcida (heteróloga ou homóloga);  Integridade acrossomal;  Contagem de espermatozoide acessórios;  Penetração;  Fertilização IN VITRO.
  • 18. Integridade da membrana plasmática  Peça intermediária e cauda espermática, os domínios funcionais da membrana plasmática , estabilizados nas células maduras.  Mudanças adicionais:  Durante o trânsito e amadurecimento epididimal em razão de alterações nas cargas iônicas ligação a lecitina, redistribuição molecular intramembranosa;  Fluidificação de alguns componentes fosfolipídicos,  Composição lipídica e proteica e ainda composição de sítios (receptores)para adesão e adsorção de proteína.
  • 19. Integridade da membrana plasmática  Característica entre espermatozoide vivos e mortos:  Perda de sua motilidade e integridade estrutural da membrana plasmática.  Cauda do epidídimo – a superfície das membranas espermáticas apresenta carga negativa; após a ejaculação ao entrar em contato com o ambiente externo as membranas tornam-se suscetíveis a expressar cargas positivas ( VERES et al 1985).  Nessas condições, há intensa produção de peróxido de hidrogênio pelo efeito das oxigenases, enzimas neossintetizadas envolvidas nos processos lesivos ou tóxicos celulares.
  • 20. Integridade da membrana plasmática  Consequência da peroxidação lipídica:  Desestruturação dos ácidos graxos poli-insaturados;  Lesão estrutural;  Redução da motilidade e vigor espermático (TAYLOR, 2001).  Principais aspectos associados ao trânsito, armazenamento e ejaculação dos espermatozoides bovinos Figura 4 512
  • 21. Integridade da membrana plasmática  Testes de laboratórios específicos p/ análises :  Condições estruturais da membrana plasmática;  Estimativa da reação acrossomal;  Incluídos no diagnóstico da viabilidade espermática ( RODRIGUES MARTINEZ et al. 1997)  A integridade da membrana plasmática.  Pode ser avaliada em microscopia de campo claro pelo uso de corantes supravitais :  Eosin-nigrosin;  Eosin-anelineblue;  Trypan-blue (TARTAGLIONI & RITA, 2004)
  • 22. Integridade da membrana plasmática  Estimativa de viabilidade do sêmen pós descongelação.  Figura 5 pg 518
  • 23. Integridade da cromatina nuclear  Primeiros estudos sobre mudanças na organização do núcleo espermático, nos bovinos (GLEDHILL 1966).  Heterogeneidade – Para expressar espermatozoide que não apresentavam um carater normal por causa da relação entre subfertilidade e baixa qualidade seminal
  • 24. Integridade da cromatina nuclear  Fatores associados a anormalidade na cromatina espermática:  Efeito de agentes tóxicos e patogênicos;  Mutação gênica e cromossomal;  Perda de termorregulação testicular.
  • 25. Aspectos relacionados à fêmea  Manifestação do estro:  Gonadotrofinas – induzem a maturação folicular, aumento na secreção de estradiol no início do estro.  Estro:  inicia qualquer hora do dia ou da noite;  Duração variável;
  • 26. Aspectos relacionados à fêmea  Manifestação do estro:  Raças europeias criadas em regiões de clima temperado, duração do estro – 18 a 20 horas (HAFEZ 1997).  Temperatura ambiental baixa – diminuição na manifestação de estro, Ovulação sem manifestação de estro e > intervalos entre estro;  Temperatura de conforto zebuínos – média 16 a 27 °C;  Duração variável:  Raças zebuínas apresentam < período de manifestação de estro quando comparados com animais de raças europeia (ALVES, 2001).
  • 27. Detecção comportamento durante estro  Monta de outro animal;  Reflexo de imobilização a monta;  Vulva edemaciada;  Presença de muco de aspecto cristalino;  > Atividade de locomoção;  Agitação e elevação da cauda;  Redução na ingestão de alimentos;  Diminuição na produção de leite;
  • 28. Detecção comportamento durante estro  Emissão frequente de mugidos;  Cheirar, lamber, cabecear, pressionar o queixo;  Tentar montar outros animais;  Tempo de manifestação é curto.  Observação pelo homem < taxa de detecção;  Taxa de 40% de detecção observação pelo homem;  Utilização de rufiões – taxa de 95 a 100%.
  • 29. Detecção comportamento durante estro  WILLIANSON et al. (1972) observaram em torno 82,4% para detecção somente com visualização humana, contra 95,8 % na detecção feita com a utilização de rufiões;  Rufiões mais eficiente:  Homem utiliza só a visão;  Rufiões:  Visão, audição, olfato e gustação;  Permanece 24 horas no rebanho (FOOTE, 1974).
  • 30. Detecção comportamento durante estro  Rufiões com buçal marcador – 100%.  Rufiões sem buçal marcador – 88 a 93% (DONALDSON, 1968) observação três vezes ao dia.  Frequência de observação:  Fator importante na detecção:  Uma observação diária – 50% de estros;  Duas observações – 80% de estros;  Quatro vezes ao dia – 95% de estros (GWAZDAUKAS et al. (1983).
  • 31. Detecção comportamento durante estro  FOOTE (1974) sugere:  Três períodos de observações diárias com duração mínima de 30 minutos cada.  O manejo mais utilizado – Duas observações diárias uma no início da manhã e outra no final da tarde, período de observação de 40 minutos.
  • 32. Detecção comportamento durante estro Proporção de vacas Nelore que começaram (C), terminaram (T), ou que começaram e terminaram (CT), o estro durante o dia ou a noite. C T CT Noite 53,8 46,1 30,7 Dia 46,1 53,8 23,0 (PIRES et al, 2010)
  • 33. Detecção comportamento durante estro  Elevada proporção de animais que começam e terminam o cio durante a noite (PINHEIRO et al 1998).
  • 34. Fatores que levam a baixa detecção de cios Condições extensivas:  Bovinos organiza-se em ordem social hierárquica;  Ordem permanece estável por longo período; Dominância ocorre p/ diversos fatores:  Idade e peso dos animais;  Presença de chifres;  > tempo de permanência no rebanho ( ORIHUELA & GALINA, 1997).  Formação de grupos sexualmente ativos;
  • 35. Detecção comportamento durante estro  Quando duas ou mais fêmeas entram em cio simultaneamente ;  Formam grupos que se afastam do rebanho e trocam monta entre si;  Perde e recruta membros diariamente (CHENOWETH, 1983).  O grupo sexualmente ativo permanece visível ao macho que é atraído pelo comportamento de monta dos animais.
  • 36. Detecção comportamento durante estro  Literatura cita que bovinos tem preferência sexual por animais geneticamente similares (CHENOWETH et al. 1996).  A expressão do estro pode ser reduzida se ocorrem mudanças em um grupo de animais até mesmo quando o ambiente é modificado com a movimentação do rebanho nas pastagens (ORIHUELA & GALINA, 1997).
  • 37. Inseminação artificial em tempo fixo - IATF  Baixa taxa de prenhez é um dos principais fatores limitantes ao uso da IA nos rebanhos comerciais de gado de corte.  Dificuldade de manejo dos animais no período de 90 a 100 dias (chuvas);  Observação de estro e inseminação;  Taxa de prenhez IA – 50 a 60%;  IATF – IA sem observação de cio;  Protocolos:
  • 38. Inseminação artificial em tempo fixo - IATF Protocolos hormonais:  Intra-auriculares ou intravaginais de longa ação;  Aplicações intramusculares de efeito rápido;  IA num período curto pré-determinado;  Vantagens:  Eliminação da observação de cio;  Concentração de partos em um período específico;  Altas taxas de prenhêz no início da estação de monta;  Concentração de mão de obra;
  • 39. Inseminação artificial em tempo fixo - IATF  IATF realizada adequadamente = 50% das fêmeas emprenham com uma IA;  Principais protocolos:  Prostaglandinas (PGF):  Causa regressão do corpo lúteo (maduro);  Resposta ao tratamento 5 a 8 dias após o cio; CL nesse período não está receptivo a prostaglandina.
  • 40. Inseminação artificial em tempo fixo - IATF  Vários protocolos com (PGF).  Administrada somente uma dose:  70% das vacas que estavam ovulando deve entrar em cio;  Palpação retal – CL aparente normal deve aumentar a proporção das vacas que vão entrar em cio;  Devidos a erro na detecção de cio 75% das vacas tratadas são detectadas em cio (ODDE,1990) 
  • 41. Inseminação artificial em tempo fixo - IATF  Protocolo mais utilizado - duas aplicações de 11 dias;  Problemas de protocolo com prostaglandina: é a baixa fertilidade dos esquemas IATF;  Se deve ao intervalo do tratamento até a ovulação sendo influenciado pelo estágio do folículo dominante no momento do tratamento;  Folículo dominante em crescimento ou estática temporária – Novilhas entram em cio 48 a 60 horas após o tratamento e ovulam 28 a 30 horas depois (KASTELIC & GINTHER, 1991)
  • 42. Inseminação artificial em tempo fixo - IATF  Folículo em fase de regressão – Folículo dominante da próxima onda será ovulatório e os animais entrarão em cio de 5 a 7 dias após o tratamento.  Importante – Sincronizar o desenvolvimento do folículo, para que todos os animais tenha um folículo em crescimento com capacidade de ovular no momento da administração de (PGF).
  • 43. Inseminação artificial em tempo fixo - IATF  Combinações de progestágenos e Estrógenos  Compostos similares a progesterona.  Progestágenos de aplicação oral:  Acetato de Melengestrol (MGA);  Implantes subcutâneo de Norgestomet (Syncro- Mate-B e Crestar);  Dispositivos intravaginais com progesterona (CDR- B e PRID)
  • 44. Inseminação artificial em tempo fixo - IATF  Baixa taxa de prenhez é um dos principais fatores limitantes ao uso da IA nos rebanhos comerciais de gado de corte.