Anatomia radiológica epropedêutica por imagem das afecções cranianas        6 Período         FAMED         2009-1
Propedêutica Radiológica          Cranio-encefálica•   Radiologia Convencional•   Tomografia Computadorizada•   Ressonânci...
1 x Etmoide     2 x Conchas Nasais Inferiores1 x Frontal     2 x Ossos Lacrimais1 x Occipital   1 x Mandíbula             ...
Frontal
Parietal
Temporal
Occipital
Esfenóide
Emergencia – fraturasPré-operatórioAnomalias da calota cranianaPatologia ósseas sistêmica (mieloma múltiplo)RADIOLOGIACONV...
Linhas de Posicionamento GM – glabelomeatal OM -orbitomeatal IOM – infra-orbitomeatal AM – acantiomeatal LM - labiomeatalF...
• APPaciente em decúbito  dorsalRaio Central na glabela    Abaixar o queixo = LOM     perpendicular ao filme
PA•    Flexionar o pescoço     alinhando a LOM     perpendicular ao     filme•    Raio Central     perpendicular ao     fi...
Perfil•   Colocar a cabeça em perfil    verdadeiro•   LIP perpendicular a mesa•   LIOM paralela as bordas do    chassi•   ...
AP axial 30º = Método                             deTowne a mesaAbaixar o queixo e trazer a LOM perpendicular ao filmeSe o...
Boa visibilização do  osso occipital , forame magno e    mastóides
EXEMPLOS DEPATOLOGIAS VISTAS EMRX DE CRÂNIO
Traumatismo craniano durante o parto•   Bossa sero-sangüinea (caput succedaneum): edema do couro cabeludo,    resulta do t...
emedicine.medscape.com/article/343764-media
Recém-nascido – RX simples de Crânio (AP + Perfil)Parto fórceps – Bossa sero-sangüineaNote o hematoma de partes moles (set...
Bossa sero-sangüinea•   Apenas como ilustração – imagem de Ressonância    Magnética de um RN com Bossa serosa, demonstrand...
RNRadiografias AP e Perfil do cranio demonstram aumento difuso dos tecidosmoles do couro cabeludo, ultrapassando as linhas...
RN com cefalohematoma parietal direitoNote a deformidade extensa da região parietal na fotoCavalgamento dos ossos craniano...
RNRadiografia simples em perfilFratura temporo-occipital (setas) decorrente de traumatismo porfórceps
“Dica” de anatomiaA galea aponevrótica insere-se desde a regiãooccipital até a altura das sobrancelhas e fascia           ...
Leitura complementarwww.neurographics.orgBuadu,L. Patterns of head injury in non-accidental traumaEste “site” disponibiliz...
Veias e lagos venosos diplóicos: veias diplóicas podem causar sulcos nadiploe da mesma forma que pequenas dilatações venos...
Veias e lagos venosos diplóicos - variante anatômica, não correspondem apatologiaAs radiografias simples em PA e perfil de...
EXEMPLOS DE CASOSPATOLOGICOS
ATENÇÃO• Na grande maioria dos casos a  radiografia convencional identifica  lesões mas não é possível  estabelecer o diag...
Lesões osteolíticas• A maioria das lesões osteolíticas benignas  da calota craniana são bem delimitadas e  radiotransparen...
Mieloma múltiplo: lesões multifocais, com margens irregularesDiagnóstico diferencial: metástases
Lesão lítica de características benignasMargens bem delimitadasPaciente submetido a TomografiaComputadorizadaO diagnóstico...
Lesões líticasREGRA MNEMONICA: FEGNOMASHIC• F: displasia fibrosa• E: encondroma/granuloma eosinofilico• G: tumor de célula...
Lesão destrutiva multifocal envolvendo as escamas temporais e partedos ossos frontais,associadas a massas de parte moles e...
BASE DO CRÂNIODeve ser explorada através de TomografiaComputadorizada eRessonância Magnética. A Radiologia Convencional é ...
Base do Crânio e forames
  I     Olfatório II    OpticoIII    OculomotorIV     Troclear V     TrigeminalVI     AbducenteVII    FacialVIII   Vestibu...
Link para o navegador da    base do crânio: Wayne    State University School of                  Medicinehttp://images.goo...
OccipitalEsfenóideOsso temporalOsso petroso /mastóide
Tomografia computadorizada (sem contraste) e Ressonância Magnética do encéfalo(pós contraste)Tumoração com captação hetero...
ENCÉFALO
MeningesHemisférios cerebraisHemisférios cerebelaresTronco cerebralNúcleos da baseTratos de substância branca
COMPARTIMENTOS
Fossas cranianas                       11.Fossa anterior2.Fossa média3.Fossa            2  posterior                      ...
Fossa anteriorO assoalho da fossa anterior é formado pelas lâminas orbitárias dos ossos frontais,lâmina crivosa do etmóide...
Fossa médiaTem formato triangular. Está separada da fossa posteior pelo clivus e pela cristapetrosa. É margeada anteriorme...
Fossa posteriorSituada entre o forame magno e o tentório. Abriga o cerebelo e o troncocerebral. Tem pouco espaço e lesões ...
MENINGES
Dura                                         máter                                         Aracnói                        ...
Veias meníngeas: cursamatravés da dura mater Veias ponte: drenamsangue do tecido nervosoperfurando a dura drenandopara os ...
Esquemas anatômicos das meninges:foice do cérebro e tentório
Compartimento                   supratentorial  TENTÓRIOCompartimento infratentorial
Propedêutica das meninges• Tomografia Computadorizada• Ressonância Magnética• Cisternografia
Visibilização da meninge           patológica• Meningite• Hemorragias  – Extradural  – Subdural  – subaracnóide• Tumores p...
A meninge normal – com    barreira hemato- encefálica integra – não     capta contraste
Meningite                   tuberculosa                   Captação anômalaTC com contraste   de contraste pelas           ...
TC sem contraste = sangue éhiperdenso                Hemorragia                Subaracnói                   de por        ...
TC sem contraste mostrando fratura parietal e                                                HEMATOMAhematoma hiperdenso, ...
Traumatismo de parto:Ressonância Magnética demonstrando cefalohematomaentre a galea e o periósteo e hematoma epidural entr...
Ressonância Magnética• Maior sensibilidade de contraste• Permite avaliar melhor o edema e a  repercussão da doença menínge...
Meningite por Criptococcus     Imagem              Imagem              Imagemponderada em T1     ponderada em T2     ponde...
Meningite pneumocócicaRM – sequencia FLAIRDemonstra áreas de hipersinal nocórtex fronto-temporal do ladodireito – edema x ...
Meningioma    Imagemponderada em T1          Imagem              ImagemMassa isointensa     ponderada em T2    ponderada e...
Estadiamento da hemorragia intracerebral à                     RM  Tipo         Tempo          Componente          T1     ...
Hemorragia hiperaguda                     T1                     T2DWI / T1WI / T2WI / FLAIR / GRE T2* / EPI
Hemorragia aguda    T1       T2
Hemorragia sub-aguda           precoceT1       T2
Hemorragia sub-aguda      precoce      T1       T2
Hemorragia sub-aguda       tardia       T1              T2
Hemorragia sub-aguda       tardia    T1        T2
Hemorragia crônica T1         T2                 Bo Kiung Kang, MD. Diffusion-                 Weighted MR Imaging of     ...
Cisternografia• Injeção de contraste iodado não-iônico no  espaço subaracnóide• Atualmente tem se utilizado Gadolínium por...
TC mostra falha óssea no teto do   RM ponderada em T2 mostraetmóide (seta)                     liquido em célula etmoidal ...
ENCÉFALO
Lobos frontais            Lobos TemporaisTélencéfa   Lobos Occipitaislo          Insula            Núcleos da Base        ...
Telencéfalo / DiencéfaloANATOMIA
http://www.med.harvard.edu/AANLIB/home.h                   tmlO link acima corresponde ao site:“The whole brain atlas”Keit...
VentrículosANATOMIA
Esquema 3D do sistemaventricularImportantecompreender adistribuição espacialdos ventrículos para selocalizar nas imagens(c...
Localização em esquemaanatômico do plexo coróidenos ventrículos laterais,terceiro e quarto ventrículos –representado em ve...
Calcificação fisiológica doplexo coróide nos àtrios dosventrículos laterais          Síndrome de Sturge-Weber          Cal...
Núcleos da baseANATOMIA
Grupo de núcleos de substância cinzenta localizados lateral e anteriormenteaos tálamos, acima do sistema límbico, abaixo d...
Corno frontal                         Tálamo                                                     ventriculo      Putamen  ...
Imagens axiais de RM ponderadas em T2. Seta amarela = putamenn.Setaazul – globo pálido. Seta vermelha = cápsula interna (b...
Tronco cerebralANATOMIA
Troncocerebral:  Mesencéfalo    Ponte    Bulbo
INDICAÇÕES
RX Convencional•   Trauma•   Pré-operatório•   Anomalias da calota craniana•   Patologias ósseas sistemicas
TC• Praticamente um método de  “screening”• Sem contraste EV – Trauma – Cefaléia – Epilepsia crônica – Controle de hidroce...
NeurocisticercoseTC sem contraste demonstrando           TC com contraste demonstrandoinúmeras calcificações intracraniana...
TC COM CONTRASTE
Barreira hematoencefálica• Permite a passagem  de oxigênio e  nutrientes mas  bloqueia macro  moléculas,  hormônios, vírus...
BHE X Contraste• Algumas àreas /estruturas  encefálicas não tem BHE  – pineal , órgão subforniceal , órgão    subcomissura...
Encéfalo pós-contrasteBHE integra – não capta contraste
Quebra de BHEInfecção, tumores, isquemia são  causas de quebra da BHE comcaptação patológica de contraste
Glioma de corpo calosoTC sem contraste mostra lesão    TC com contraste demonstraexpansiva na porção rostral do   captacão...
RMMaior resolução de contraste• Patologias  meníngeas,parenquimatosas e  ventriculares• Detecção precoce de isquemiaEstudo...
RM: contra-indicações,    dificuldades, limitações• Pacientes com clips de aneurisma  ferromagnéticos• Pacientes claustróf...
TC sem contraste aparentemente normalRM ponderada em difusão mostra extenso infarto em território de artéria cerebral médi...
TC sem contraste demonstra com muita    RM com cortes ponderados em T2* -   nitidez calcificações nos núcleos   mostra cal...
Arteriografia• Avaliação vascular arterial e venosa• Atualmente mais utilizada em  procedimentos terapêuticos  (Radiologia...
Patologias Encefálicas• Congênitas• Tumorais• Adquiridas: – Trauma – Inflamatórias / infecciosas – Vasculares – Degenerati...
Anatomia radiologica-e-propedeutica-por-imagem-das-afeccoes
Anatomia radiologica-e-propedeutica-por-imagem-das-afeccoes
Anatomia radiologica-e-propedeutica-por-imagem-das-afeccoes
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  1. 1. Anatomia radiológica epropedêutica por imagem das afecções cranianas 6 Período FAMED 2009-1
  2. 2. Propedêutica Radiológica Cranio-encefálica• Radiologia Convencional• Tomografia Computadorizada• Ressonância Magnética• Angiografia – Angio digital – Angio-TC – Angio-RM• Ultrasonografia – Doppler
  3. 3. 1 x Etmoide 2 x Conchas Nasais Inferiores1 x Frontal 2 x Ossos Lacrimais1 x Occipital 1 x Mandíbula 2 x Maxilas2 x Parietais 2 x Ossos Nasais1 x Esfenoide 2 x Ossos Palatinos2 x Temporais 1 x Vomer 2 x Ossos Zigomáticos
  4. 4. Frontal
  5. 5. Parietal
  6. 6. Temporal
  7. 7. Occipital
  8. 8. Esfenóide
  9. 9. Emergencia – fraturasPré-operatórioAnomalias da calota cranianaPatologia ósseas sistêmica (mieloma múltiplo)RADIOLOGIACONVENCIONAL
  10. 10. Linhas de Posicionamento GM – glabelomeatal OM -orbitomeatal IOM – infra-orbitomeatal AM – acantiomeatal LM - labiomeatalFonte: Bontrager,KL. Tratado de posicionamento radiográfico e anatomia associada. Mosby/Elsevier.6ª Edição
  11. 11. • APPaciente em decúbito dorsalRaio Central na glabela Abaixar o queixo = LOM perpendicular ao filme
  12. 12. PA• Flexionar o pescoço alinhando a LOM perpendicular ao filme• Raio Central perpendicular ao filme e paralelo a LOM, saindo na glabela
  13. 13. Perfil• Colocar a cabeça em perfil verdadeiro• LIP perpendicular a mesa• LIOM paralela as bordas do chassi• RC 5cm superior ao MAE (meato acústico externo)
  14. 14. AP axial 30º = Método deTowne a mesaAbaixar o queixo e trazer a LOM perpendicular ao filmeSe o paciente não inclina o queixo – LIOM perpendicularRC no PMS 6 cm acima da glabela, saindo no foramen magno •30º caudal a LOM = TOWNE •37º caudal a LIOM = BRETTONPMS = Plano médio
  15. 15. Boa visibilização do osso occipital , forame magno e mastóides
  16. 16. EXEMPLOS DEPATOLOGIAS VISTAS EMRX DE CRÂNIO
  17. 17. Traumatismo craniano durante o parto• Bossa sero-sangüinea (caput succedaneum): edema do couro cabeludo, resulta do trauma quando esta área é forçada contra a cérvix uterina. Geralmente não respeita as linhas de sutura por estar localizado entre a pele e a galea aponevrótica• Hemorragia subgaleal: resulta de ruptura de veias emissárias e é caracterizada por uma grande quantidade de sangue entre a gálea e o periósteo,sem respeitar as linhas de sutura• Cefalematoma: hemorragia sob o periósteo. É nitidamente limitado à superfície de um único osso, pelo fato do periósteo estar aderido às suturas. Comumente unilaterais, principalmente de localização parietal. Uma pequena porcentagem tem fratura linear associada no osso que as sustenta.• Fraturas com afundamento do crânio são incomuns. A maioria resulta da pressão do fórceps. Elas podem ser vistas e palpadas. Fraturas com afundamento podem requerer descompressão neurocirúrgica. Fraturas com afundamento craniano ou outros traumas da Site interessante: cabeça podem estar associadas a sangramento subdural, hemorragia http://www.tudoresidenciamedica.hpg.ig.com.br/estudar/mmtraumanascimento.htm subaracnóide ou até mesmo contusão ou laceração do próprio cérebro.
  18. 18. emedicine.medscape.com/article/343764-media
  19. 19. Recém-nascido – RX simples de Crânio (AP + Perfil)Parto fórceps – Bossa sero-sangüineaNote o hematoma de partes moles (setas brancas) que não respeita as linhasde suturaDevido a assimetria da radiografia, a sutura escamosa simula fratura daescama temporal do lado direito (seta azul)
  20. 20. Bossa sero-sangüinea• Apenas como ilustração – imagem de Ressonância Magnética de um RN com Bossa serosa, demonstrando acúmulo de fluidos com aumento de volume localizado do couro cabeludo nas regiões parietais (setas)
  21. 21. RNRadiografias AP e Perfil do cranio demonstram aumento difuso dos tecidosmoles do couro cabeludo, ultrapassando as linhas de sutura, caracterizandoHematoma subgaleal
  22. 22. RN com cefalohematoma parietal direitoNote a deformidade extensa da região parietal na fotoCavalgamento dos ossos cranianos pela pressão exercida pela coleção
  23. 23. RNRadiografia simples em perfilFratura temporo-occipital (setas) decorrente de traumatismo porfórceps
  24. 24. “Dica” de anatomiaA galea aponevrótica insere-se desde a regiãooccipital até a altura das sobrancelhas e fascia temporal
  25. 25. Leitura complementarwww.neurographics.orgBuadu,L. Patterns of head injury in non-accidental traumaEste “site” disponibiliza artigos publicados na NeuroGraphics – revista oficial daASNR (American Society of Neuroradiology – USA)Em geral são artigos básicos de revisão,com conceitos importantes sobreNeuroradiologia básica
  26. 26. Veias e lagos venosos diplóicos: veias diplóicas podem causar sulcos nadiploe da mesma forma que pequenas dilatações venosas (fleboectasias).Nas radiografias correspondem a areas radiotransparentes, bem delimitadasacompanhando o trajeto de veias,nas regiões frontais e parietaisprincipalmente.
  27. 27. Veias e lagos venosos diplóicos - variante anatômica, não correspondem apatologiaAs radiografias simples em PA e perfil demonstram as “marcas” vasculares nacalota craniana nas regiões frontais e parietaisA Tomografia Computaorizada, com detalhe para estrutura óssea demonstranitidamente que se trata de vasos no espaço diploico sem lesão das tábuasinterna e externa da calota cranianawww.mypacs.net/cases/DIPLOIC-VEINS--VENOUS-LAKES-NORMAL-VARIANT-811155.html
  28. 28. EXEMPLOS DE CASOSPATOLOGICOS
  29. 29. ATENÇÃO• Na grande maioria dos casos a radiografia convencional identifica lesões mas não é possível estabelecer o diagnóstico definitivo, que depende de continuar a investigação clinica e a propedêutica através de imagens, utilizando outros métodos
  30. 30. Lesões osteolíticas• A maioria das lesões osteolíticas benignas da calota craniana são bem delimitadas e radiotransparente s (algumas lesões como Displasia Fibrosa podem ter uma rima periférica esclerótica)• Lesões osteolíticas malignas tem aspecto agressivo, com destruição óssea e margens irregulares• Lesões múltifocais podem corresponder a metástases ou doença mieloproliferativa (mieloma múltiplo)
  31. 31. Mieloma múltiplo: lesões multifocais, com margens irregularesDiagnóstico diferencial: metástases
  32. 32. Lesão lítica de características benignasMargens bem delimitadasPaciente submetido a TomografiaComputadorizadaO diagnóstico foi de Cisto Epidermóide
  33. 33. Lesões líticasREGRA MNEMONICA: FEGNOMASHIC• F: displasia fibrosa• E: encondroma/granuloma eosinofilico• G: tumor de células gigantes• N: fibroma não ossificante• O:osteoblastoma• M: mestástases / mieloma múltiplo• A: cisto ósseo aneurismático• S: cisto ósseo solitário• H: hiperparatireoidismo (Tumor marrom)• I:infecção Lesão lítica solítária• C: condroblastoma/fibroma condromixóide O diagnóstico final foi Granuloma Eosinofílico
  34. 34. Lesão destrutiva multifocal envolvendo as escamas temporais e partedos ossos frontais,associadas a massas de parte moles em situaçãoextra-axial e extra-cranianaDiagnóstico final: metástases de Neuroblastoma Tomografia Computadorizada realizada sem contraste com detalhe para osso e tecidos moles
  35. 35. BASE DO CRÂNIODeve ser explorada através de TomografiaComputadorizada eRessonância Magnética. A Radiologia Convencional é depouca utilidade
  36. 36. Base do Crânio e forames
  37. 37.   I Olfatório II OpticoIII OculomotorIV Troclear V TrigeminalVI AbducenteVII FacialVIII VestibulococIX lear Glossofaring X eo VagoXI AcessorioXII Hipoglosso
  38. 38. Link para o navegador da base do crânio: Wayne State University School of Medicinehttp://images.google.com/imgres?imgurl=http://ww w.med.wayne.edu/diagradiology/Anatomy_Modul es/axialpages/RotateC.gif&imgrefurl=http://www. med.wayne.edu/diagradiology/Anatomy_Modules/ axialpages/Home_Page.html&usg=__zyO7NARXT wVkOy_fXlc3uwSThEc=&h=471&w=504&sz=188 5&hl=pt- BR&start=18&sig2=589TVVuiF1_EmCOfLuZEWA& tbnid=adVxY_kT5K4ECM:&tbnh=121&tbnw=130
  39. 39. OccipitalEsfenóideOsso temporalOsso petroso /mastóide
  40. 40. Tomografia computadorizada (sem contraste) e Ressonância Magnética do encéfalo(pós contraste)Tumoração com captação heterogênea de Gadolíneo,com aspecto sólido-cístico, naregião para-selar direita,promovendo erosão do esfenóideDiagnóstico final: Cordoma
  41. 41. ENCÉFALO
  42. 42. MeningesHemisférios cerebraisHemisférios cerebelaresTronco cerebralNúcleos da baseTratos de substância branca
  43. 43. COMPARTIMENTOS
  44. 44. Fossas cranianas 11.Fossa anterior2.Fossa média3.Fossa 2 posterior 3
  45. 45. Fossa anteriorO assoalho da fossa anterior é formado pelas lâminas orbitárias dos ossos frontais,lâmina crivosa do etmóide, asas menores e parte do corpo do esfenóide. O limite posteriorsão os bordos posteriores das pequenas asas do esfenóide e margem anterior do sulcoquiasmático. As asas menores fazem o limite entre as fossas anteriores e médiasEstruturas importantes: lobos frontais, parte anterior da via optica, nervos olfatórios, seiosfrontais e etmoidaisExemplo de patologia: Meningeoma do sulco olfatório
  46. 46. Fossa médiaTem formato triangular. Está separada da fossa posteior pelo clivus e pela cristapetrosa. É margeada anteriormente pela asa menor do esfenóide e sulcoquiasmático. Os ossos petrosos e parte do dorso selar fazem a margem posteior.A base é composta pelaasa maior do esfenóide e a face lateral pela escamatemporal. As estruturas mais importantes são o lobo temporal e o seiocavernoso.Exemplo de patologia: Meningeoma do esfenóide
  47. 47. Fossa posteriorSituada entre o forame magno e o tentório. Abriga o cerebelo e o troncocerebral. Tem pouco espaço e lesões expansivas tornam-se rápidamentesintomáticas.Exemplo de patologia: Meningeoma do tentório
  48. 48. MENINGES
  49. 49. Dura máter Aracnói de Pia materSeios venosos durais: quando as 2 camadas da duramater se separam. Drenam sangue para a veia jugularinternaVilosidades aracnóides: extensões da aracnóide
  50. 50. Veias meníngeas: cursamatravés da dura mater Veias ponte: drenamsangue do tecido nervosoperfurando a dura drenandopara os seios durais. Quandolaceradas formamhematoma subduralVeias emissárias: drenamsangue do couro cabeludopara os seios durais
  51. 51. Esquemas anatômicos das meninges:foice do cérebro e tentório
  52. 52. Compartimento supratentorial TENTÓRIOCompartimento infratentorial
  53. 53. Propedêutica das meninges• Tomografia Computadorizada• Ressonância Magnética• Cisternografia
  54. 54. Visibilização da meninge patológica• Meningite• Hemorragias – Extradural – Subdural – subaracnóide• Tumores primário• Metástases
  55. 55. A meninge normal – com barreira hemato- encefálica integra – não capta contraste
  56. 56. Meningite tuberculosa Captação anômalaTC com contraste de contraste pelas meninges
  57. 57. TC sem contraste = sangue éhiperdenso Hemorragia Subaracnói de por ruptura de aneurisma
  58. 58. TC sem contraste mostrando fratura parietal e HEMATOMAhematoma hiperdenso, com formato biconvexo, EPIDURAL:respeitando as suturas. A imagem menor mostra Entre a durahematoma bifrontal. máter e a calota craniana HEMATOMA TC sem contraste. Mostra hematoma agudo,sub-agudo e crônico. Não respeita as SUBDURAL: suturas Entre a dura máter
  59. 59. Traumatismo de parto:Ressonância Magnética demonstrando cefalohematomaentre a galea e o periósteo e hematoma epidural entre adura máter e a calota craniana
  60. 60. Ressonância Magnética• Maior sensibilidade de contraste• Permite avaliar melhor o edema e a repercussão da doença meníngea sobre o parênquima• Permite diagnosticar isquemia/infarto• Permite estadiamento da hemorragia
  61. 61. Meningite por Criptococcus Imagem Imagem Imagemponderada em T1 ponderada em T2 ponderada em T1 Hipointensidade Hiperintensidade pós Gadoliniumde sinal de ambas de sinal de ambas Granulomas as insulas as insulas captando de forma patológica
  62. 62. Meningite pneumocócicaRM – sequencia FLAIRDemonstra áreas de hipersinal nocórtex fronto-temporal do ladodireito – edema x isquemia Imagens ponderadas em T2 – não se detecta anormalidades Imagens ponderadas em Difusão – demonstram infarto
  63. 63. Meningioma Imagemponderada em T1 Imagem ImagemMassa isointensa ponderada em T2 ponderada em T1 com base de Massa pós Gadolinium implantação hipeintensa com Intensa captação meníngea areas de “flow- anormal do deslocando e void” contraste comprimindo o caracterizanso encéfalo lesão
  64. 64. Estadiamento da hemorragia intracerebral à RM Tipo Tempo Componente T1 T2 principalhiperagud Até 24 horas oxihemoglobina isointensa hiperintena saaguda 1 – 3 dias desoxihemoglobina isointensa hipointens aSub-aguda 4 – 7 dias Metahemoglobina hiperinten hipointensprecoce intracelular sa aSub-aguda > 7 dias Metahemoglobina hiperinten hiperintentardia extracelular sa sacrônica > 15 dias hemossiderina hipointens Rima a hipointens a circundan do cavidade
  65. 65. Hemorragia hiperaguda T1 T2DWI / T1WI / T2WI / FLAIR / GRE T2* / EPI
  66. 66. Hemorragia aguda T1 T2
  67. 67. Hemorragia sub-aguda precoceT1 T2
  68. 68. Hemorragia sub-aguda precoce T1 T2
  69. 69. Hemorragia sub-aguda tardia T1 T2
  70. 70. Hemorragia sub-aguda tardia T1 T2
  71. 71. Hemorragia crônica T1 T2 Bo Kiung Kang, MD. Diffusion- Weighted MR Imaging of Intracerebral Hemorrhage Korean Journal of Radiology; 2001 December; 2(4):183- 191          
  72. 72. Cisternografia• Injeção de contraste iodado não-iônico no espaço subaracnóide• Atualmente tem se utilizado Gadolínium por via subaracnóide• Detecção de fístula liquórica• Exame invasivo
  73. 73. TC mostra falha óssea no teto do RM ponderada em T2 mostraetmóide (seta) liquido em célula etmoidal (seta) RM ponderada em T1 pós- injeção subaracnóide de Gadolíneo demonstrando passagem do contraste do espaço subaracnóide para célula etmoidal (seta), caracteizando fístula liquórica
  74. 74. ENCÉFALO
  75. 75. Lobos frontais Lobos TemporaisTélencéfa Lobos Occipitaislo Insula Núcleos da Base TomografiaDiencéfal Hipotálamo Computadorizadao Tálamo Ressonância MagnéticaTronco Mesencéfalo PETCerebral Ponte Arteriografia BulboCerebelo Hemisférios cerebelares
  76. 76. Telencéfalo / DiencéfaloANATOMIA
  77. 77. http://www.med.harvard.edu/AANLIB/home.h tmlO link acima corresponde ao site:“The whole brain atlas”Keith A. Johnson, M.D. J. Alex Becker, Ph.D. Vocês vão encontrar imagens de Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética normais e patologicas do encéfalo
  78. 78. VentrículosANATOMIA
  79. 79. Esquema 3D do sistemaventricularImportantecompreender adistribuição espacialdos ventrículos para selocalizar nas imagens(cortes) de TC e RM
  80. 80. Localização em esquemaanatômico do plexo coróidenos ventrículos laterais,terceiro e quarto ventrículos –representado em vermelhoImportante conhecer alocalização do plexo coróide,pois ele calcifica (calcificaçãofisiológica) e devemos fazerdiagnóstico diferencial comcalcificação patologica
  81. 81. Calcificação fisiológica doplexo coróide nos àtrios dosventrículos laterais Síndrome de Sturge-Weber Calcificação giral parietal Alargamento do plexo coróide do mesmo lado (seta)
  82. 82. Núcleos da baseANATOMIA
  83. 83. Grupo de núcleos de substância cinzenta localizados lateral e anteriormenteaos tálamos, acima do sistema límbico, abaixo do giro do cíngulo, junto aoscornos frontais dos ventrículos lateraisComposto por:Corpo estriado (globo pálido, putamen e núcleo caudadoNúcleo accumbens septiSubstancia nigra localizada no mesencéfalo
  84. 84. Corno frontal Tálamo ventriculo Putamen lateral Cabeça do núcleo Corpo Septo Cauda do caudado caloso pelúcido n.caudado Claustrum CápsulaCabeça do internan. caudado insula Globo Amidala pálido Núcleo lentiforme (putamen + globo pálido) Corno temporal do Comissura Amigdala ventriculo lateral anterior Esquema 3D demonstrando a localização dos núcleos da base na linha média, em situaçãoapra-sagital Esquema de um corte coronal do encéfalo demonstrando os principais componentes dos núcleos da base
  85. 85. Imagens axiais de RM ponderadas em T2. Seta amarela = putamenn.Setaazul – globo pálido. Seta vermelha = cápsula interna (braço anterior). Setaverde = tálamoA imagem da esquerda demonstra areas focais de degeneração em ambosos globos pálidos
  86. 86. Tronco cerebralANATOMIA
  87. 87. Troncocerebral: Mesencéfalo Ponte Bulbo
  88. 88. INDICAÇÕES
  89. 89. RX Convencional• Trauma• Pré-operatório• Anomalias da calota craniana• Patologias ósseas sistemicas
  90. 90. TC• Praticamente um método de “screening”• Sem contraste EV – Trauma – Cefaléia – Epilepsia crônica – Controle de hidrocefalia – Avaliação óssea / calcificações
  91. 91. NeurocisticercoseTC sem contraste demonstrando TC com contraste demonstrandoinúmeras calcificações intracranianas inúmeros cistos parasitários, alguns deles exibindo captação anormal de contraste iodado = parasitos em degeneração
  92. 92. TC COM CONTRASTE
  93. 93. Barreira hematoencefálica• Permite a passagem de oxigênio e nutrientes mas bloqueia macro moléculas, hormônios, vírus, neurotransmissores e bactérias• Protége o cérebro de substâncias estranhas provenientes da corrente sanguínea• Mantém a homeostase cerebral
  94. 94. BHE X Contraste• Algumas àreas /estruturas encefálicas não tem BHE – pineal , órgão subforniceal , órgão subcomissural , organum vasculosum of the lamina terminalis , eminência mediana hipotalâmica, neurohipófise, àrea postremaESTAS ÀREAS CAPTAM CONTRASTE NORMALMENTE
  95. 95. Encéfalo pós-contrasteBHE integra – não capta contraste
  96. 96. Quebra de BHEInfecção, tumores, isquemia são causas de quebra da BHE comcaptação patológica de contraste
  97. 97. Glioma de corpo calosoTC sem contraste mostra lesão TC com contraste demonstraexpansiva na porção rostral do captacão patológica de contrastecorpo caloso,com muito edema iodado na periferia da lesão, definindo o centro necrótico e o edema da substância branca
  98. 98. RMMaior resolução de contraste• Patologias meníngeas,parenquimatosas e ventriculares• Detecção precoce de isquemiaEstudos funcionaisPacientes alérgicos a contraste iodado
  99. 99. RM: contra-indicações, dificuldades, limitações• Pacientes com clips de aneurisma ferromagnéticos• Pacientes claustrófobos (sedação)• Necessidade de imobilidade tempo mais longo que uma TC helicoidal• Menos sensibilidade que a TC para cálcio
  100. 100. TC sem contraste aparentemente normalRM ponderada em difusão mostra extenso infarto em território de artéria cerebral média direita
  101. 101. TC sem contraste demonstra com muita RM com cortes ponderados em T2* - nitidez calcificações nos núcleos mostra calcificações, porém com menor denteados do cerebelo nitidez
  102. 102. Arteriografia• Avaliação vascular arterial e venosa• Atualmente mais utilizada em procedimentos terapêuticos (Radiologia intervencionista)• Para diagnóstico vem sendo substituída pela Angio-TC e Angio-RM – Doença ateromatosa – Aneurismas – Má-formações vasculares
  103. 103. Patologias Encefálicas• Congênitas• Tumorais• Adquiridas: – Trauma – Inflamatórias / infecciosas – Vasculares – Degenerativas

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