SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 90
PROF. LINDEMBERG
e-mail: lindembergsr@hotmail.com
e-mail: lindembergsr90gmail.com
CEL. TIM 98110-4694 / VIVO 99184-9738
EQUIPE RADIOLÓGICA
• É FORMADA: BASICAMENTE, PELO RADIOLOGISTA DE NIVEL SUPERIOR, TECNÓLOGO
EM RADIOLOGIA, TÉCNICOS EM RADIOLOGIA DE NIVEL MÉDIO E PELO AUXILIAR DE
CÂMARA ESCURA.
• RADIOLOGISTA DE NIVEL SUPERIOR: DEVE SUPERVISIONAR OS EXAMES
RADIOLÓGICOS, E ORIENTA OS TÉCNICOS SOBRE ÁREA DE TRABALHO.
• TECNÓLOGO EM RADIOLOGIA: DEVE SUPERVISIONAR E COORDENAR A EQUIPE DE
TÉCNICOS EM RADIOLOGIA.
• TÉCNICO EM RADIOLOGIA: AS FUNÇÕES DO TECNICOS SÃO LIGAR OS
EQUIPAMENTOS DE RADIO X, ALÉM DE CHECAR O FUCIONAMENTO E A TEMPERATURA
DA SALA.
• AUXILAR DE CÃMARA ESCURA: TRABALHA NA PREPARAÇÃO DAS SOLUÇÕES
REVELADORES E FIXADORES, E NA RELAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS CHASSIS
RADIOGRÁFICOS.
OS ACESSÓRIOS UTILIZADOS NA ÁREA DE
RADIOLOGIA
• TUBO DE RAIO X: POSSUI DOIS ELEMENTOS CÁDOTO E ANODO, O PRIMEIRO É O
ELETRODO E NEGATIVO DO TUBO E ESTÁ DIVIDIDO EM DUAS PARTES PRINCIPAIS O
FILAMNETO E O CORPO FOCALIZADOR.
• A FUNÇÃO DO CÁTODO É EMITIR ELETRONS E FOCALIZALOS EM FORMA DE FEIXE
DEFINIDOS, APONTANDO PARA O ANODO.
• O ANODO É O POLO POSITIVO DO TUDO DE RAIO X, SERVINDO DE SUPORTE PARA O
ALVO E ATUANDO COMO CONDUTOR DE CALOR.
• O ANODO E CÁTODO FICAM ACONDICIONADOS NO INTERIOR DE UM (TUBO OU
AMPOLA) FECHADO.
OS ACESSÓRIOS UTILIZADOS NA ÁREA DE
RADIOLOGIA
• DIAFRAGMA OU COLIMADO: O COLIMADOR É UM DISPOSITIVO QUE REGULA A
LARGURA DO FEIXE DE RAIO X.
• MESA DE COMANDO: LOCAL ONDE SÃO AJUSTADO OS FATORES DE EXPOSIÇÃO
TÉCNICA DESTINADOS A REGULAR, CONTROLAR E MEDIR AS TENSÕES E
CORRENTES.
• IMAGEM LATENTE: É A IMAGEM PRODUZIDA PELOS RAIO X APÓS A EXPOSIÇÃO MAS
QUE NÃO É POSSIVEL DE SER VISTO SEM SER REVELADO.
OS ACESSÓRIOS UTILIZADOS NA ÁREA DE
RADIOLOGIA
• CHASSIS RADIOGRÁFICOS: É O DISPOSITIVOS DESTINADOS ABRIGAR O ÉCRAN E O
FILME RADIOGRÁFICO PROTEGIDO CONTRA A LUZ PARA A PRODUÇÃO DA
RADIOGRAFIA.
• FILMES RADIOGRÁFICOS: É UMA PELICULA COMPOSTA DE DUAS CAMADAS FINAS DE
EMULSÃO FOTOGRÁFICA CRISTAIS DE PRATA SUSPENSOS EM GELATINA
• ÉCRANS: COMPOSTOS DE SAIS ORGÂNICOS FLUORESCENTES QUE EMITEM FÓTOS DE
LUZ QUANDO EXPOSTOS ARADIAÇÃO.
TERMINOLOGIA RADIOGRAFICA POSIÇÃO ANATÔMICA
• EM UM EXAME RADIOGRÁFICO: O TÉCNICO PRECISA POSICIONAR CORRETAMENTE O
PACIENTE, BUSCANDO ASSIM O RESULTADOS PRECISOS QUE PODERÃO OFERECER
AO MÉDICO UMA LEITURA RÁPIADA E EXATA PARA DIAGNOSTICAR A INCIDÊNCIA.
• É IMPORTENTE QUE O TÉCNICO, (PRIMEIRO): POSICIONE O PACIENTE OU PARTE DO
CORPO DELE, ALINHAMDO-O COM RAIO CENTRAL (RC).
• SEGUNDO: ESCOLHA AS MEDIDAS CORRETAS DE PROTEÇÃO CONTRA A RADIAÇÃO.
• TERCEIRO: SELECIONE OS FATORES DE EXPOSIÇÃO (TÉCNICA RADIOGRAFICA) NO
PAINEL DE CONTROLE.
• QUARTO: INSTRUA O PACIENTE PARA RESPIRAR E EM SEGUIDA, INICIAR A
EXPOSIÇÃO.
• QUINTO: RELEVAR O FILME RADIOGRAFICO.
PLANOS CORPORAIS, CORTE E LINHAS
• TAIS PLANOS: PASSAM PELO CORPO, QUE SE ENCONTRA EM POSIÇÃO ANATÔMICA
CONSISTE EM POSICIONAR O CORPO VERTICALMENTE, COM BRAÇOS ADUZIDOS
(PARA BAIXO), PALMAS PARA FRENTE, CABEÇA E PÉS VIRADOS EXATAMENTE PARA A
FRENTE.
• É IMPORTANTE QUE O TÉCNICO SEMPRE TRATE O PACIENTE EM POSIÇÃO ANATÔMICA
E ORTOSTÁTICA,(EM PE) MESMO QUANDO FOR APENAS UMA PARTE DO CORPO A SER
RADIOGRAFADA OU PACIENTE ESTIVER DEITADO.
OS QUATROS PRINCIPAIS PLANO UTILIZADOS NA
RADIOGRAFIA
• PLANO SAGITAL: É UM PLANO SAGITAL QUE DIVIDE O CORPO EM DUAS PARTES
EXTAMENTE IGUAIS, UMA DIREITA E UMA ESQUERDA.
• PLANO CORONAL: É QUALQUER PLANO LONGITUDINAL QUE DIVIDAO CORPO EM
DUAS PARTES, ANTERIOR E POSTERIOR.
• PLANO HORIZONTAL (AXIAL): QUALQUER PLANO TRANSVERSO QUE PASSA ATRAVÉS
DO CORPO, EM ÂNGULO RETO AO PLANO LONGITUDINAL, DIVIDINDO O CORPO EM
PORÇÕES SUPERIOR E INFERIOR.
• PLANO OBLÍQUO: É UM PLANO LONGITUDINAL OU TRANSVERSO, QUE ESTÁ
ANGULADO OU INCLINADO E NÃO PARALELO AOS PLANOS SAGITAL, CORONAL OU
AXIAL.
RETRAÇÃO: UM MOVIMENTO PARA TRÁS, OU A CONDIÇÃO DE SER LEVADO PARA
TRÁS.
PROTUSÃO: UM MOVIMENTO PARA FRENTE A PARTIR DE UMA POSIÇÃO NORMAL.
CIRCUNDAÇÃO: MOVER EM FORMA DE CÍRCULO. ESTE MOVIMENTO ENVOLVE UMA
SEQÜÊNCIA DE; FLEXÃO, ABDUÇÃO, EXTENSÃO E ADUÇÃO.
ROTAÇÃO MEDIAL: É A ROTAÇÃO OU DESVIO DA PARTE DO CORPO PARA DENTRO.
ROTAÇÃO LATERAL: É A ROTAÇÃO DE UMA PARTE DO CORPO ANTERIOR, PARA FORA,
OU SE AFASTANDO DO PLANO MEDIANO.
INCLINAÇÃO: É UM MOVIMENTO INCLINADO OU OBLÍQUO, EM RELAÇÃO AO EIXO
LONGITUDINAL.
ROTAÇÃO: É VIRAR OU RODAR UMA PARTE DO CORPO EM TORNO DO SEU EIXO.
SUPINAÇÃO: É O MOVIMENTO DE ROTAÇÃO DA MÃO PARA A POSIÇÃO ANATÔMICA (A
PALMA PARA CIMA EM POSIÇÃO SUPINA OU PARA FRENTE NA POSIÇÃO
ORTOSTÁTICA).
PRONAÇÃO: É UMA ROTAÇÃO DA MÃO EM DIREÇÃO OPOSTA À POSIÇÃO ANATÔMICA
(PALMA VOLTADA PARA BAIXO OU PARA TRÁS).
EVERSÃO: É O MOVIMENTO DO PÉ PARA FORA (LATERAL), NA ARTICULAÇÃO DO
TORNOZELO.
INVERSÃO: É O MOVIMENTO PARA DENTRO (MEDIAL), SEM ROTAÇÃO DA PERNA.
VALGO: PARTE DO CORPO PARA FORA OU DISTANCIADO DA LINHA MÉDIA
DO CORPO. VALGO ÀS VEZES É UTILIZADO PARA DESCREVER A EVERSÃO
NA ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO.
VARO: SIGNIFICA JOELHO TRAVADO E DESCREVE A CURVATURA DA PARTE
DO CORPO PARA DENTRO OU DIREÇÃO DA LINHA MÉDIA .
É UTILIZADO ÁS VEZES PARA DESCREVER A INVERSÃO NA ARTICULAÇÃO
DO CALCANHAR.
OBS: OS TERMOS VALGO E VARO SÃO TAMBÉM UTILIZADO PARA
DESCREVER A PERDA DE ALINHAMENTO DOS FRAGMENTOS ÓSSEO
(TERMOS DE FRATURA).
DORSIFLEXÃO (FLEXÃO PLANTAR DO PÉ): MOVER OS PÉS
PARA CIMA.
FLEXÃO PLANTAR DOS PÉS: MOVER OS PÉS PARA BAIXO
FLEXÃO: AO FLETIR OU DOBRAR UMA ARTICULAÇÃO O ÂNGULO ENTRE
AS PARTES É DIMINUÍDO.
EXTENÇÃO: AO ESTENDER OU RETIFICAR UMA ARTICULAÇÃO O ÂNGULO
ENTRE AS PARTE É AUMENTADO
HIPEREXTENÇÃO: EXTENSÃO DE UMA ARTICULAÇÃO ALÉM DA POSIÇÃO
NEUTRA OU ERETA.
FLEXÃO: AO FLETIR OU DOBRAR UMA ARTICULAÇÃO O ÂNGULO ENTRE
AS PARTES É DIMINUÍDO
PLANO DA BASE DA CABEÇA: ESSE PLANO TRANSVERSO PRECISO É
FORMADO PELA CONEXÃO DE LINHAS DAS MARGENS SUPERIORES DO MEATO
ACÚSTICO EXTERNO (MAE) ABERTURA EXTERNA DA ORELHA.
ALGUMAS VEZES É CHAMADO DE PLANO HORIZONTAL DE FRANKFORT, COMO
USADO EM ORTONDONTIA EM TOPOGRAFIA CRANIANA, PARA MEDIR E
LOCALIZAR PONTOS OU ESTRUTURAS CRANIANAS ESPECÍFICAS.
POSTERIOR OU DORSAL: REFERE-SE A METADE DORSAL DO PACIENTE OU
ÀQUELA PARTE DO CORPO OBSERVADA QUANDO O PACIENTE ESTÁ DE COSTA,
OU DEITADO COM AS COSTAS NA MESA.
ANTERIOR OU VENTRAL: REFERE-SE À METADE FRONTAL DO PACIENTE OU
AQUELA PARTE DO CORPO OBSERVADA QUANDO VEMOS UMA PESSOA DE
FRENTE OU DEITADO COM O VENTRE NA MESA.
DORSAL
VENTRAL
ANATOMIA ESQUELÉTICA
• COMO GRANDE PARTE DA RADIOGRAFIA PARA DIAGNÓSTICO ENVOLVE O EXAME DE
OSSOS E ARTICULAÇÕES, A OSTEOLOGIA (ESTUDO DOS OSSOS) E A ARTROLOGIA
(ESTUDO DAS ARTICULAÇÕES) SÃO ASSUNTOS IMPORTANTES PARA O TÉCNICO /
RADIOLOGISTA.
• NA OSTEOLOGIA: O ESQUELETO DO ADULTO É FORMADO POR 206 OSSOS DISTINTOS,
QUE COMPÕEM A ESTRUTURA DE TODO O ORGANISMO, QUE DETERMINADAS
CARTILAGENS, COMO AS ENCONTRADAS NAS EXTREMIDADES, DOS OSSOS LONGOS,
TAMBÉM SÃO INCLUÍDAS COMO PARTE DO ESQUELETO.
• ESSES OSSOS E CARTILAGENS SÃO UNIDOS POR LIGAMENTOS E OFERECEM
SUPERFÍCIES DE FIXAÇÃO AOS MÚSCULOS, COMO OS MÚSCULOS E OSSOS PRECISAM
COMBINAR-SE PARA PERMITIR O MOVIMENTO CORPORAL, ESSES DOIS SISTEMAS SÃO
ÀS VEZES DESIGNADOS COLETIVAMENTE COMO SISTEMA LOCOMOTOR.
• O ESQUELETO ADULTO HUMANO É DIVIDIDO EM ESQUELETO AXIAL E ESQUELETO
APENDICULAR.
• ESQUELETO AXIAL: INCLUI TODOS OS OSSOS LOCALIZADOS NO EIXO CENTRAL DO
CORPO OU PRÓXIMO A ESTE. O ESQUELETO AXIAL DO ADULTO CONSISTE EM 80
OSSOS E INCLUI CRÂNIO, COLUNA VERTEBRAL, COSTELAS E ESTERNO.
ANATOMIA ESQUELÉTICA
• ESQUELETO APENDICULAR: A SEGUNDA DIVISÃO DO ESQUELETO É A PORÇÃO
APENDICULAR. ESSA DIVISÃO É COMPOSTA POR TODOS OS OSSOS DOS MEMBROS
SUPERIORES E INFERIORES (EXTREMIDADES) E AS CINTURAS ESCAPULAR E PÉLVICA
(126 OSSOS SEPARADOS).
ESQUELETO AXIAL
ESQUELETO APENDICULAR
ANATOMIA ESQUELÉTICA
• ARTROLOGIA: É O ESTUDO DAS ARTICULAÇÕES, MAS...O QUE SÃO ARTICULAÇÕES?
ARTICULAÇÃO É O CONTATO DE DOIS OU MAIS OSSOS E, NA MAIORIA DAS VEZES, ESSE
ENCONTRO DE OSSOS PRODUZ MOVIMENTOS.
• FIBROSA: ESSAS ARTICULAÇÕES NÃO PRODUZEM NENHUM TIPO DE MOVIMENTO, SÃO
ARTICULÇAÕES IMÓVEIS, OS TRÊS TIPOS DE ARTICULAÇÕES FIBROSAS SÃO.
• SINDESMOSES: SÃO ARTICULAÇÕES TIBIOFIBULAR DISTAL É A ÚNICAR ARTICULAÇÃO DO
CORPO QUE SÃO LIGEIRAMNETE MÓVEL, ENTRE A TIBIA DISTAL E A FÍBULAR.
• SUTURAS: SÃO ARTICULAÇÕES ENCONTRADAS NOS OSSOS DO CRÂNIO E MANTÊM
CONTATOS ENTRE AS PARTES POR MEIOS DE LIMITES, E SÃO ARTICULAÇÕES IMÓVEIS EM
ADULTOS E MUITO LIMITADOS ÀS CRIANÇAS.
• GONFOSES: A GONFOSE É UM TERCEIRO TIPO DE ARTICULAÇÃO PARTICULAR, EM QUE O
PROCESSO CÔNICO É INSERIDO EM UM ENCAIXE ÓSSEOS,TAL ARTICULAÇÃO OU UNIÃO
FIBROSA OCRRE ENTRE AS RAIZES DOS DENTES E OS ALVÉOLOS DA MANDIBULAR E DA
MAXILA, PERMITINDO MOVIMENTOS MUITO LIMITADOS.
ANATOMIA ESQUELÉTICA
• ARTICULÇÕES CARTILAGINOSAS: ASSIM COMO AS FIBROSAS TEM UMA CAVIDADE E UNI
FIRMAMENTE, AS ARTICULAÇÕES DOS OSSOS POR MEIO DE UMA CARTILAGEM, ASSIM
PERMITE UMA MOVIMENTAÇÃO DISCRENTA OU SÃO IMÓVEIS, E SÃO DOIS TIPOS DE ARTIC.
CARTILAGINOSAS.
• SINFISES: O PRINCIPAL ASPECTO DESSA ARTICULAÇÃO É A PRESENÇA DE UM DISCO
LARGO E PALNO, CONSTITUIDO DE FIBROCARTILAGEM E ESTÁ ENTRE DUAS SUPERFÍCIES
ÓSSEAS CONTIGUAS, ESSES DISCO FORMAM UM TIPO DE ALMOFADAS.
• SINCONDROSES: É ARTICULAÇÃO QUE SURGE TEMPORARIAMENTE NO ORGANISMO, NO
QUAL A CARTILAGEM (HIALINA) É CONVERTIDA EM OSSO NA IDADE ADULTA E SÃO
CONSIDERADAS ARTICULAÇÕES DE CRECIMENTOS.
SÍNFISE PÚBICA
ANATOMIA ESQUELÉTICA
• ARTICULAÇOES SINOVIAS: AS ARTICULAÇÕES SINOVIAIS INCLUEM A MAIORIA DAS
ARTICULAÇÕES DO CORPO.
• AS SUPERFÍCIES ÓSSEAS SÃO RECOBERTAS POR CARTILAGEM ARTICULAR E UNIDAS POR
LIGAMENTOS REVESTIDOS POR MEMBRANA SINOVIAL.
• A ARTICULAÇÃO PODE SER DIVIDIDA COMPLETAMENTE OU INCOMPLETAMENTE POR UM
DISCO OU MENISCO ARTICULAR.
OBS: HÁ SEIS TIPO DE ARTICULAÇÕES SINOVIAS, QUAIS SÃO ELAS ?
OSSOS DO CRÂNIO E FACE
ESQUELETO APENDICULAR: CRÂNIO, COLUNA
VERTEBRAL, TORAX, E OSSO ESTERNO
• O CRÂNIO HUMANO: ALÉM DE PROTEGER O CÉREBRO, FORMA A FACE, SENDO FORMADO
POR 22 OSSOS SEPARADOS, O QUE PERMITE SEU CRESCIMENTO E A MANUTENÇÃO DA
SUA FORMA. ELE PODE SER DIVIDIDO EM DUAS PARTES: NEUROCRÂNIO E VICEROCRÂNIO.
• NEUROCRÂNIO: FORMADO PELOS OSSOS QUE ESTÃO EM TORNO DO SISTEMA NERVOSO,
SERVINDO COMO PROTEÇÃO.
• VICEROCRÂNIO: CONSTITUÍDO PELOS OSSOS QUE FORMAM A FACE.
• AS ARTICULAÇÕES DO CRÂNIO HUMANO, EXCETO PELA MANDÍBULA, SÃO DO TIPO DE
SUTURAS (IMÓVEIS). APESAR DE IMÓVEIS, ESTAS SUTURAS POSSUEM FIBRAS QUE
PERMITEM ALGUMA FLEXIBILIDADE.
• DURANTE O CRESCIMENTO, ANTES DE SE UNIREM, ESTES OSSOS SÃO LIGADOS POR
TECIDO CARTILAGINOSO. NOS BEBÊS É GRANDE ESTE ESPAÇO ENTRE AS PEÇAS DO
CRÂNIO, POR ISSO É CHAMADO DE “FONTANELA” OU “MOLEIRA”.
• OITO OSSOS QUE FORMAM O NEUROCRÂNIO (CAIXA CRANIANA), QUE CIRCUNDA O
TRONCO CEREBRAL E O CÉREBRO. CATORZE OSSOS FORMAM O VICEROCRÂNIO, QUE
COMPOEN OS OSSOS QUE DÃO APOIO AO ROSTO.
• ALÉM DESTES, HÁ DENTRO DOS OSSOS TEMPORAIS SEIS OSSÍCULOS AUDITIVOS DO
OUVIDO MÉDIO (3 DE CADA LADO).
A MAIORIA DOS OSSOS CRANIANOS FORMA PARES, UM DO LADO
DIREITO E O OUTRO DO LADO ESQUERDO. PARA TORNAR O
CRÂNIO MAIS FORTE, ALGUNS DESSES PARES FUNDIRAM NUM
OSSO ÚNICO.
O NEUROCRÂNIO: É FORMADO POR OITO OSSOS DIFERENTES,
QUE APENAS FORMAM AS SUTURAS ÓSSEAS A PARTIR DOS 2 OU
3 ANOS DE VIDA
O FRONTAL: É UM OSSO ÍMPAR, QUE CONSTITUI A PARTE
ANTERIOR E SUPERIOR DO CRÂNIO, EMBORA A SUA PARTE
INFERIOR PERTENÇA À FORMAÇÃO DA BASE.
OS DOIS PARIETAIS, UM DE CADA LADO, TÊM UMA FORMA
QUADRANGULAR E CONSTITUEM AS PAREDES LATERAIS
SUPERIORES DO CRÂNIO.
OS DOIS TEMPORAIS, IGUALMENTE NOS DOIS LADOS, FORMAM
AS PAREDES LATERAIS INFERIORES DO CRÂNIO.
O OCCIPITAL: É UM OSSO ÍMPAR, O QUAL SE ENCONTRA
SITUADO NA PARTE POSTERIOR DO CRÂNIO, FORMANDO PARTE
DA SUA BASE E POSSUINDO NO CENTRO UM GRANDE ORIFÍCIO,
DENOMINADO FORAME MAGNO, ARTICULA-SE COM A PRIMEIRA
VÉRTEBRA CERVICAL (ATLAS), ATRAVÉS DO QUAL PASSA A
MEDULA ESPINHAL
PLANO SUPERIOR - SECÇÃO TRANSVERSAL
OSSO FRONTAL
OSSO ETMOIDE
OSSO ESFENÓIDE
OSSO PARIETAL
OSSO TEMPORAL
OSSO OCCIPITAL
PLANO INFERIOR OSSO MAXILA (2)
OSSO ZIGOMÁTICO (2)
OSSO ESFENOIDE (2)
OSSO VÔMER (1)
OSSO TEMPORAL (2)
OSSO PARIETAL (2)
OSSO PALATINO (2)
OSSO OCCIPITAL (1)
FORAME MAGNO
ADULTO :
BREGMA
PTÉRIO DIREITO
PTÉRIO ESQUERDO
ASTÉRIO DIREITO
ASTÉRIO ESQUERDO
CRIANÇA:
1.FONTANELA ANTERIOR
2. FONTANELA POSTERIOR
3. FONTANELA ESFENÓIDE DIREITA
4. FONTANELA ESFENÓIDE ESQUERDA
5. FONTANELA MASTÓIDE DIREITA
6. FONTANELA MASTÓIDE ESQUERDA
OS OLHOS: AS JUNÇÕES DAS PÁLPEBRAS SUPERIORES E
INFERIORES SÃO DENOMINADAS CANTOS.
ASSIM, O CANTO INTERNO É O LUGAR ONDE AS PÁLPEBRAS
ENCONTRAM O NARIZ.
A JUNÇÃO MAIS LATERAL DAS PÁLPEBRAS É DENOMINADA
CANTO EXTERNO.
ORELHA: QUE PODEM SER USADAS COMO MARCOS DE
POSICIONAMENTO
SÃO A AURÍCULA OU PAVILHÃO AUDITIVO (PORÇÃO EXTERNA
DA ORELHA), A AMPLA BORDA DA ORELHA, FEITA DE
CARTILAGEM, E O TRAGO, A PEQUENA BORDA CARTILAGINOSA
QUE COBRE A ABERTURA DA ORELHA.
MARCOS: NAS VISTAS ANTERIOR E LATERAL A CRISTA
SUPERCILIAR (ARCO) É A CRISTA OU ARCO ÓSSEO SOBRE A
FRONTE DIRETAMENTE ACIMA DE CADA OLHO.
LIGEIRAMENTE ACIMA DESSA CRISTA ESTÁ UM DISCRETO SULCO
OU DEPRESSÃO, DENOMINADO SULCO SUPRA-ORBITÁRIO, OU
OSSOS.
INCIDÊNCIA DE CRÂNIO AP / FRENTE / PA ROTINA DE
CRÂNIO
INDICADA PARA PESQUISA DE FRATURA, TUMOR E CORPO ESTRANHO, FILME 24X30CM,
SENTIDO LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA OU DA ESTATIVA.
POSIÇÃO: DECÚBITO DORSAL (DD) / DECÚBITO VENTRAL (DV) / ORTOSTÁTICO (ORTO EM PÉ)
RC: PERPENDICULAR EM RELAÇÃO À GLABELA, DFF 100cm, RESPIRAÇÃO EM APNEIA, (PMS)
PERPENDICULAR, (LOM) PERPENDICULAR, MA -100, KV - 70 A 80, MAS – 30 A 50.
INCIDÊNCIA CRÂNIO PERFIL OU LATERAL
• INDICADA PARA PESQUISA DE FRATURA, TUMOR OU CORPO ESTRANHO, FILME 20X30 cm,
SENTIODO TRANVERSAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA OU DA ESTATIVA, POSIÇÃO DV
OU ORTOSTÁTICO. PMS – PERPENDICULAR, LIOM – PERPENDICULAR.
• RC: PERPENDICUCULAR AO FILME E ORIENTADO PARA TIO ( TOPO DA INSERÇÃO DA
ORELHA), 2 cm ACIMA E ADIANTE DO MAE. DFF 100 cm , RESPIRAÇÃO APNEIA.
• MA – 100 OU 200, KV - 70 A 80, MAS – 30 A 50.
ALÉM DOS OITO OSSOS CRANIANOS: HÁ 14 OSSOS FACIAIS
FORMANDO O CRÂNIO, OU ESQUELETO ÓSSEO, DA CABEÇA.
LEMBRE-SE DE QUE O CRÂNIO INCLUI A ESTRUTURA ÓSSEA
TOTAL DA CABEÇA, QUE ABRANGE TANTO OS OSSOS
CRANIANOS QUANTO OS FACIAIS.
OS OSSOS CRANIANOS SÃO NOVAMENTE IDENTIFICADOS
NESSES DESENHOS PARA MOSTRAR AS RELAÇÕES
ANATÔMICAS DA ESTRUTURA TOTAL DO CRÂNIO.
OSSOS DA FACE: 2 MAXILAS (MAXILAR SUPERIOR), OU OSSOS
MAXILARES , 2 ZIGOMA OU OSSOS ZIGOMÁTICOS, 2 OSSOS
LACRIMAIS, 2 OSSOS NASAIS, 2 CONCHAS NASAIS INFERIORES
2 OSSOS PALATINOS, 1-VÔMER (NÃO SÃO VISÍVEIS EM DESENHOS
EXTERNOS DO ESQUELETO), 1-MANDÍBULA (MAXILAR INFERIOR)
14-TOTAL
OSSOS MAXILARES DIREITO E ESQUERDOS: O PRIMEIRO
PAR DE OSSOSFACIAIS A SER ESTUDADO SÃO AS DUAS
MAXILAS, OU OSSOS MAXILARES, QUE SÃO 0S MAIORES
OSSOS IMÓVEIS DA FACE.
O ÚNICO 0SS0 FACIAL MAIOR DO QUE A MAXILA É O
MAXILAR INFERIOR, OU MANDÍBULA, QUE É MÓVEL.
MANDÍBULA: O ÚLTIMO E MAIOR DOS OSSOS FACIAIS É O
MAXILAR INFERIOR, OU MANDÍBULA. ELE É O ÚNICO OSSO
MÓVEL DO CRÂNIO ADULTO. ESSE GRANDE OSSO FACIAL,
QUE É UM OSSO ÚNICO NO ADULTO, NA REALIDADE SE
ORIGINA DE DOIS OSSOS SEPARADOS. OS DOIS OSSOS SE
UNEM NO LACTENTE PARA SE TORNAREM UM OSSO POR
VOLTA DE 1 ANO DE IDADE.
VISTA LATERAL: O ÂNGULO (GÔNIO) DA MANDÍBULA DIVIDE
CADA METADE DA MANDÍBULA EM DUAS PARTES PRINCIPAIS.
A ÁREA ANTERIOR AO ÂNGULO É CHAMADA DE CORPO DA
MANDÍBULA, ENQUANTO A ÁREA SUPERIOR A CADA ÂNGULO
É CHAMADA DE RAMO. COMO A MANDÍBULA É UM OSSO
ÍMPAR, O CORPO NA REALIDADE SE ESTENDE DO ÂNGULO
ESQUERDO AO ÂNGULO DIREITO.
RAMOS: A PORÇÃO SUPERIOR DE CADA RAMO TERMINA EM UMA
INCISURA EM FORMA DE U DENOMINADA INCISURA MANDIBULAR.
EM CADA EXTREMIDADE DA INCISURA MANDIBULAR ENCONTRA-
SE UM PROCESSO. O PROCESSO NA EXTREMIDADE ANTERIOR DA
INCISURA MANDIBULAR É CHAMADO DE PROCESSO CORONÓIDE.
O PROCESSO CORONÓIDE NÃO SE ARTICULA COM OUTROS
OSSOS E NÃO PODE SER PALPADO FACILMENTE PORQUE SE
ENCONTRA LOGO ABAIXO DO ARCO ZIGOMÁTICO. ELE SERVE
COMO UM SÍTIO PARA FIXAÇÃO MUSCULAR.
INCIDÊNCIA: SUBMENTOVÉRTICE A FORMA DE
FERRADURA DA MANDÍBULA É BEM VISUALIZADA
EM UMA INCIDÊNCIA SUBMENTOVÉRTICE (SMV)
(FIG. 12.15).
OBSERVE QUE A MANDÍBULA É UMA ESTRUTURA
BASTANTE DELGADA, O QUE EXPLICA POR QUE
ELA É SUSCETÍVEL A FRATURAS.
A ÁREA DO QUEIXO, OU MENTO, É BEM MOSTRADA,
ASSIM COMO O CORPO E OS RAMOS DA
MANDÍBULA.
AS POSIÇÕES RELATIVAS DO RAMO SUPERIOR E
OS SEUS PROCESSO CORONÓIDE E CÔNDILO
ASSOCIADOS TAMBÉM SÃO MOSTRADOS COM
ESSA INCIDÊNCIA.
OBSERVE QUE OS CÔNDILOS SE PROJETAM PARA
DENTRO, E OS PROCESSOS CORONÓIDES, UM
POUCO PARA FORA NESSA VISTA, COMO É
MOSTRADO EM RADIOGRAFIAS DESSA INCIDÊNCIA.
INCIDÊNCIA PA OU AP DA MANDIBULA
• INDICADA PARA PESQUISA DE FRATURA E CONTROLE PÓS-CIRÚRGICO NA MANDIDIBULA;
FILME: 18X24 cm, SENTIDO LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA; POSIÇÃO
DV / DD; RC: PERPENDICULAR, ORIENTADO PARA A REGIÃO ENTRE OS DOIS LÁBIOS, NO
MEIO DA BOCA.
• DFF: 100 cm, RESPIRAÇÃO: APNEIA; FATORES TÉCNICOS: MAS – 200 A 300, KV – 70 A 80,
MA – 20 A 30.
INCIDÊNCIA AXIAL LATERAL OU PERFIL MANDÍBULAR
• INDICADA PARA PESQUISA DDE FRATURA E CONTROLE PÓS-CIRRÚGICO NA MANDÍBULAR;
FILME: 18X24 cm; SENTIDO TRANSVERSAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA; POSIÇÃO: DV
/ ORTO.
• RC: PERPENDICULAR AO RAMO DA MANDIBULAR OU ANGULAR 30º NO SENTIDO CRANIAL;
DFF: 100 cm; RESPIRAÇÃO APNEIA; FATORES TÉCNICOS: MA – 100 A 200, KV – 70 A 80, MAS
– 20 A 30.
INCIÊNCIA OSSOS DA FACE – MÉTODO WATERS
(MENTO-NASO)
• INDICADA PARA PESQUISA DE FRATURA DOS OSSOS DA FACE, FILME 18X24cm, SENTIDO
TRANVESAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA OU DA ESTATIVA, POSIÇÃO DV / ORTO. PMS
PERPENDICULAR, LMM PERPENDICULAR.
• RC: PERPENDICULAR, SAINDO NO ACÂNTIO E ORIENTADO PELO PONTO EXATO ENTRE O
OSSO FRONTAL E OS OSSOS PARIENTAIS, DFF 100 cm, RESPIRAÇÃO APNEIA.
• MA – 200 OU 300, KV - 70 A 80, MAS – 25 A 30.
INCIDÊNCIA EM PA AXIAL: OSSOS DA FACE-- MÉTODO
DE CALDWELL
• PATOLOGIA DEMONSTRADA: FRATURAS E PROCESSOS NEOPLÁSICOS / INFLAMATÓRIOS
DOS OSSOS DA FACE
• POSIÇÃO DO PACIENTE: TIRE TODO METAL, PLÁSTICO E OUTROS OBJETOS REMOVÍVEIS
DA CABEÇA. A POSIÇÃO DO PACIENTE É DE PÉ OU EM DECÚBITO VENTRAL (A POSIÇÃO DE
PÉ É PREFERIDA, SE A CONDIÇÃO DO PACIENTE O PERMITIR).
• POSIÇÃO DA PARTE: REPOUSE O NARIZ E A TESTA DO PACIENTE CONTRA O TOPO DA
MESA. RETRAIA O QUEIXO, COLOCANDO A LOM PERPENDICULAR AO FILME. ALINHE O
PLANO MEDIOSSAGITAL PERPENDICULAR À LINHA MÉDIA DA GRADE OU SUPERFÍCIE DA
MESA/BUCKY. ASSEGURE-SE DE QUE NÃO HAJA ROTAÇÃO OU INCLINAÇÃO DA CABEÇA.
INCIDÊNCIA LATERAL OU PERFIL DE FACE
• PATOLOGIA DEMONSTRADA: FRATURAS E PROCESSOS NEOPLÁSICOS/INFLAMATÓRIOS
DOS OSSOS FACIAIS, ÓRBITAS E MANDÍBULA SÃO MOSTRADOS. A ROTINA PARA OSSOS
DA FACE.
• POSIÇÃO DA PARTE REPOUSE O ASPECTO LATERAL DA CABEÇA CONTRA A SUPERFÍCIE
DA MESA OU DO BUCKY VERTICAL, COM O LADO DE INTERESSE MAIS PRÓXIMO AO FILME.
AJUSTE A CABEÇA EM UMA POSIÇÃO LATERAL VERDADEIRA E O CORPO EM POSIÇÃO
OBLÍQUA DA FORMA QUE FOR NECESSÁRIA PARA O CONFORTO DO PACIENTE.
OSSOS DA FACE - LATERAL
(FIGS. 12.28 E 12.29)
A. ARCO ZIGOMÁTICO
B. OSSO ZIGOMÁTICO DIREITO
C OSSO NASAL DIREITO
D. PROCESSO FRONTAL DA MAXILA DIREITA
E. ESPINHA NASAL ANTERIOR
F. PROCESSO ALVEOLAR DA MAXILA
G. PROCESSO ALVEOLAR DA MANDÍBULA
H. MENTO OU PROTUBERÂNCIA MENTONIANA
I. FORAME MENTONIANO .
J. CORPO DA MANDÍBULA
K. ÂNGULO (GÔNIO)
L. RAMO DA MANDÍBULA
M. PROCESSO CORONÓIDE
N. INCISURA MANDIBULAR
O. COLO DO CÔNDILO MANDIBULAR
P. CÔNDILO OU CABEÇA DA MANDÍBULA
Q. MEATO ACÚSTICO EXTERNO (MAE)
R. FOSSA TEMPOROMANDIBULAR DO OSSO TEMPORAL
S. ASAS MAIORES DO ESFENÓIDE
T. ASAS MENORES DO ESFENÓIDE CORN OS PROCESSOS CLINÓIDES
ANTERIORES
U. SEIOS ETMOIDAIS ENTRE AS ÓRBITAS
V. CORPO DA MAXILA CONTENDO OS SEIOS MAXILARES
OSS0S FACIAIS - PARIETOACANTIAL (WATERS)- (FIGS. 1
2.30 E 1 2.3 1 )
A FOTOGRAFIA (FIG. 12.30) E A RADIOGRAFIA (FIG. 12.31)
REPRESENTAM O CRÂNIO EM
UMA INCIDÊNCIA PARIETOACANTIAL (POSIÇÃO DE
WATERS), COM A CABEÇA INCLINADA
PARA TRÁS. ESSA É UMA DAS INCIDÊNCIAS MAIS
CORNUNS PARA VISUALIZAR OS OSSOS
FACIAIS, COMO SE SEGUE:
A. PROEMINÊNCIA.ZIGOMÁTICA
B. CORPO DA MAXILA (CONTÉM OS SEIOS MAXILARES)
C SEPTO NASAL ÓSSEO (PLACA PERPENDICULAR DO
ETMÓIDE E DO OSSO VÔMER)
D. ESPINHA NASAL ANTERIOR
E. ARCO ZIGOMÁTICO
F. PROCESSO CORONÓIDE (APENAS FIG. 12.30)
G. CÔNDILO (CABEÇA)
H. PROCESSO MASTÓIDE DO OSSO TEMPORAL
I. ÂNGULO DA MANDÍBULA
J. FORAME MAGNO (FIG. 1 2.3 1, QUE MOSTRA O DENTE
OU PROCESSO ODONTÓIDE
DENTRO DO FORAME MAGNO)
COLUNA VERTEBRAL
A COLUNA VERTEBRAL: É CHAMADA DE COLUNA
ESPINHAL, É UMA COMPLEXA E SUCESSÃO DE MUITOS
OSSOS CHAMADOS DE VÉRTEBRAS (SINGULAR
VÉRTEBRA).
ELA GARANTE UMA COLUNA DE SUSTENTAÇÃO FLEXÍVEL
PARA O TRONCO E A CABEÇA E TAMBÉM TRANSMITE O
PESO DO TRONCO E DA PARTE SUPERIOR DO CORPO AOS
MEMBROS INFERIORES.
CANAL MEDULAR: O CANAL MEDULAR, QUE SEGUE AS
VÁRIAS CURVAS DA COLUNA ESPINHAL, INICIA-SE NA BASE
DO CRÂNIO E ESTENDE-SE DISTALMENTE ATÉ O SACRO.
ESSE CANAL CONTÉM A MEDULA ESPINHAL E É
PREENCHIDO POR LÍQUIDO CEREBROESPINHAL.
MEDULA ESPINHAL: A MEDULA ESPINHAL, QUE ESTÁ
INCLUSA E PROTEGIDA PELO CANAL MEDULAR, INICIA-SE
NA MEDULA OBLONGA (BULBO) DO CÉREBRO.
ELA PASSA PELO FORAME MAGNO DO CRÂNIO E CONTINUA
DESCENDO ATRAVÉS DA PRIMEIRA VÉRTEBRA CERVICA I
ATÉ A BORDA INFERIOR DA PRIMEIRA VÉRTEBRA LOMBAR,
ONDE SE AFILA ATÉ UM PONTO CHAMADO DE CONE
MEDULAR.
A COLUNA VERTEBRAL: É COMPOSTA DE UMA SÉRIE DE CURVAS
ÂNTERO-POSTERIORES (FIG. 8.2).
OS TERMOS CÔNCAVA (UMA SUPERFÍCIE INTERNA CIRCULAR OU
DEPRIMIDA COMO URNA "CRATERA") E CONVEXA (UMA
SUPERFÍCIE ELEVADA OU EXTERNA CIRCULAR) SÃO USADOS
PARA DESCREVER ESSAS CURVAS.
CIFOSE: QUE SIGNIFICA UMA CORCUNDA, DESCREVE UMA
CURVATURA TORÁCICA QUE POSSUI CORCOVA ANORMAL OU
EXAGERADA COM CONVEXIDADE AUMENTADA.
TERMO LORDOSE: QUE SIGNIFICA ARQUEADO PARA TRÁS,
DESCREVE A CONCAVIDADE ANTERIOR NORMAL DA COLUNA
VERTEBRAL LOMBAR E CERVICAL COMO DESCRITO ACIMA, MAS
TAMBÉM DESCREVE A CURVATURA COM "DESVIO PARA TRÁS"
ANORMALMENTE AUMENTADO ENVOLVENDO A COLUNA
VERTEBRAL LOMBAR.
ESCOLLOSE: SE A COLUNA VERTEBRAL É VISTA DA
PERSPECTIVA POSTERIOR PARA A ANTERIOR (FIG. 8.4), A
COLUNA VERTEBRAL USUALMENTE É QUASE RETA, COM
PEQUENA CURVATURA LATERAL.
OCASIONALMENTE, UMA LEVE CURVATURA LATERAL
OCORRE NA REGIÃO TORÁCICA SUPERIOR DE UM ADULTO
SAUDÁVEL.
EXISTEM CINCO CAUSAS DE ESPONDILOLISTESE:
ISTÍMICA »
FRATURA POR STRESS DO PARS ARTICULAR VERTEBRAL OCORRENDO MAIS COMUMENTE ENTRE
A IDADE DE 5 E 8 ANOS E TAMBÉM É UM IMPORTANTE DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL ENTRE
ATLETAS COM QUEIXA DE DOR LOMBAR.
DEGENERATIVO »
NESSE CASO O ESCORREGAMENTO OCORRE POR UMA ALTERAÇÃO DEGENERATIVA DAS
FACETAS ARTICULARES QUE EVOLUEM COM UMA FROUXIDÃO E PERDA DA SUSTENTAÇÃO DO
ALINAHMENTO VERTEBRAL.
CONGÊNITA »
ALTERAÇÕES IMPORTANTE NA COLUNA VERTEBRAL PROPICIANDO O ESCORREGAMENTO
VERTEBRAL.
TUMOR E INFECÇÕES »
CAUSANDO DESTRUIÇÃO EM ALGUMA ESTRUTURA DA COLUNA VERTEBRAL PROPICIANDO O
ESCORREGAMENTO.
AS VÉRTEBRAS: CERVICAIS MOSTRAM PEQUENA SEMELHANÇA
TANTO COM AS VÉRTEBRAS LOMBARES QUANTO COM AS
TORÁCICAS, QUE SÃO MAIS TÍPICAS EM SUA APARÊNCIA.
ENQUANTO A MAIORIA DAS PARTES QUE FORMAM A VÉRTEBRA
TÍPICA ESTÁ PRESENTE, VÁRIAS VÉRTEBRAS CERVICAIS TÊM
CARACTERÍSTICAS SINGULARES TAIS COMO FORAME
TRANSVERSO, PROCESSO ESPINHOSO BÍFIDO NA EXTREMIDADE E
CORPOS VERTEBRAIS SOBREPOSTOS.
PERSPECTIVA SUPERIOR: A FIG. 8.12 MOSTRA UMA TÍPICA
VÉRTEBRA CERVICAL (O A C6) COMO VISTA DE CIMA. OS
PROCESSOS TRANSVERSOS SÃO BEM MENORES E
ORIGINAM-SE TANTO DO PEDÍCULO QUANTO DO CORPO, EM
VEZ DE ORIGINAREM-SE DA JUNÇÃO DO PEDÍCULO COM A
LÂMINA. A ABERTURA EM CADA PROCESSO TRANSVERSO É
CHAMADA DE FORAME TRANSVERSO.
PERSPECTIVA LATERAL: (FIG. 8.13): QUANDO VISUALIZADOS A
PARTIR DA PERSPECTIVA LATERAL, OS CORPOS VERTEBRAIS
CERVICAIS TÍPICOS (O ATÉ C7) SÃO PEQUENOS E DE FORMATO
OBLONGO, COM A BORDA ANTERIOR LIGEIRAMENTE MAIS
INFERIOR, O QUE CAUSA LEVE SOBREPOSIÇÃO DOS CORPOS
VERTEBRAIS.
O FORAME INTERVERTEBRAL: PODE SER IDENTIFICADO PELOS
PEDÍCULOS, QUE FORMAM OS LIMITES SUPERIOR E INFERIOR
DESSES FORAMES, COMO MOSTRADO NAS FIGS. 8.12 E 8.14.
OS FORAMES INTERVERTEBRAIS ESTÃO SITUADOS EM UM ÂNGULO
DE 45° EM RELAÇÃO AO PLANO MEDIOSSAGITAL, ABERTOS
ANTERIORMENTE COMO MOSTRADO NAS ILUSTRAÇÕES.
ELES ESTÃO TAMBÉM DIRECIONADOS INFERIORMENTE EM UM
ÂNGULO DE 15° DEVIDO AO FORMATO E À SOBREPOSIÇÃO DAS
VÉRTEBRAS CERVICAIS.
INCIDÊNCIA COLUNA CERVICAL AP AXIAL
• INDICADA NA PESQUISA DE FRATURA, LUXAÇÃO, FILME 18X24cm, SENTIDO LONGITUDINAL
EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA OU DA ESTATIVA.
• POSIÇÃO: ORTO / DD DE FORMA QUE A LINHA ENTRE O OSSO OCCIPITAL E O PONTO
MENTONIANO ESTEJA PERPENDICULAR AO PLANO DA MESA.
• RC: ÂNGULO 10 A 20º CRANIALMENTE ENTRADA PRÓXIMO À TIREOIDE (C-4), DFF 100 cm.
• RESPIRAÇÃO: APNEIA, FATORES TEC. MA – 100 A 200, KV – 60 A 70, MAS – 10 A 15.
INCIDÊNCIA COLUNA CERVICAL PERFIL OU LATERAL
• INDICADA NA PESQUISA DE FRATURAS, LUXAÇÃO E DOENÇAS. FILME 18X24 OU 24 X 30 cm,
SENTIDO LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA ESTATIVA.
• POSIÇÃO: ORTO LATERAL PRÓXIMO À ESTATIVA, PMC: (PLANO MEDIOCORONAL)
PARALELO, DIRECIONADO PARA TIRREOIDE, RC: PERPENDICULAR AO FILME,
RESPIRAÇÃO: APNEIA, FATORES TÉCNICOS: MA – 100 OU 200, KV – 70 A 80, MAS – 10 A 15.
CARACTERÍSTICAS DAS VÉRTEBRAS TORÁCICAS: UMA VISÃO
GLOBAL DAS DOZE VÉRTEBRAS TORÁCICAS REVELA
DIFERENÇAS PROGRESSIVAS MARCANTES NO TAMANHO E NA
APARÊNCIA DAS VÉRTEBRAS SUPERIORES SE COMPARADAS
COM AS INFERIORES, COMO DEMONSTRADO NA FIG. 8.19.
T5, T6, T7 E T8 SÃO CONSIDERADAS VÉRTEBRAS TORÁCICAS
TÍPICAS. AS QUATRO VÉRTEBRAS TORÁCICAS SUPERIORES SÃO
MENORES E COMPARTILHAM CARACTERÍSTICAS DAS
VÉRTEBRAS CERVICAIS. AS QUATRO VÉRTEBRAS TORÁCICAS
INFERIORES SÃO MAIORES E COMPARTILHAM
CARACTERÍSTICAS COM AS VÉRTEBRAS LOMBARES.
ARTICULAÇÕES DAS COSTELAS: UM IMPORTANTE ASPECTO
QUE DIFERENCIA TODAS AS VÉRTEBRAS TORÁCICAS SÃO
SUAS FACETAS PARA ARTICULAÇÕES COM AS COSTELAS.
CADA UMA DAS 12 VÉRTEBRAS TORÁCICAS ESTÁ
INTIMAMENTE ASSOCIADA COM UM PAR DE COSTEIAS.
NOTE NA FIG. 8.20 QUE DUAS VÉRTEBRAS LOMBARES, L 1 E
L2, NÃO MOSTRAM FACETAS PARA ARTICULAÇÕES COM
COSTELAS.
ARTICULAÇÕES: DAS COSTELAS UM IMPORTANTE ASPECTO
QUE DIFERENCIA TODAS AS VÉRTEBRAS TORÁCICAS SÃO
SUAS FACETAS PARA ARTICULAÇÕES COM AS COSTELAS.
CADA UMA DAS 12 VÉRTEBRAS TORÁCICAS ESTÁ
INTIMAMENTE ASSOCIADA COM UM PAR DE COSTEIAS. NOTE
NA FIG. 8.20 QUE DUAS VÉRTEBRAS LOMBARES, L 1 E L2,
NÃO MOSTRAM FACETAS PARA ARTICULAÇÕES COM
COSTELAS.
PERSPECTIVAS SUPERIOR E LATERAL (FIG. 822): NOTE AS
ESTRUTURAS ANATÔMICAS NORMAIS DE UMA TÍPICA
VÉRTEBRA (CORPO VERTEBRAL, PEDÍCULOS, FORAME
INTERVERTEBRAL, PROCESSOS ARTICULARES
SUPERIORES E INFERIORES, LÂMINAS, PROCESSOS
TRANSVERSOS, PROCESSOS ESPINHOSOS). UMA
CARACTERÍSTICA SINGULAR DA REGIÃO TORÁCICA É QUE
O PROCESSO ESPINHOSO LONGO É PROJETADO BEM
INFERIORMENTE, COMO VISTO MELHOR EM UMA VISÃO
LATERAL
PERSPECTIVA LATERAL OBLÍQUA (FIG. 823): OS
PROCESSOS ARTICULARES SUPERIORES ( BASICAMENTE
VOLTADOS POSTERIORMENTE) E OS PROCESSOS
ARTICULARES INFERIORES (VOLTADOS MAIS
ANTERIORMENTE) SÃO MOSTRADOS CONECTANDO AS
SUCESSIVAS VÉRTEBRAS TORÁCICAS PARA FORMAR AS
ARTICULAÇÕES ZIGAPOFISÁRIAS (APOFISÁRIAS).
EM CADA LADO, ENTRE QUALQUER VÉRTEBRA TORÁCICA,
ESTÃO OS FORAMESINTERVERTEBRAIS LIMITADOS NAS
MARGENS SUPERIORES E INFERIORES PELOS PEDÍCULOS
(FIG. 8.23).
AP DA COLUNA T (FIG. 8.28):
A. PRIMEIRA COSTELA POSTERIOR
B. DÉCIMA COSTELA POSTERIOR
C. PROCESSO ESPINHOSO DE TI, VISTO FRACAMENTE
NA EXTREMIDADE ATRAVÉS DO CORPO
D. CORPO DE T12
E. ESPAÇO DO DISCO INTERVERTEBRAL ENTRE T8 E T9
F. CORPO DE T7 (CENTRO DA COLUNA TORÁCICA E DO
TÓRAX DE PORTE MÉDIO)
G. CORPO DE TI (LEMBRE-SE, AS CABEÇAS DAS
PRIMEIRAS COSTELAS
ARTICULAM-SE COM A PORÇÃO SUPERIOR DE TI.)
LATERAL COLUNA T (FIG. 8.29):
A. CORPO DE 13. (CONTE A PARTIR DE T12,
ADMITINDO QUE A BORDA SUPERIORDE T12 ESTÁ
AO NÍVEL DO ÂNGULO COSTOFRÊNICO [PONTA
POSTERIOR] DO DIAFRAGMA.
UMA EXCEÇÃO A ESSE MÉTODO DE IDENTIFICAÇÃO
DAS VÉRTEBRAS TORÁCICAS SERIA NECESSÁRIO
NOS PACIENTES QUE TÊM COSTELAS LOMBARES.
ESSAS COSTELAS CURTAS ANÔMALAS PODEM ESTAR
FIXADAS À VÉRTEBRA LOMBAR MAIS SUPERIOR.)
B. CORPO DE T7
C. FORAME INTERVERTEBRAL ENTRE TI E T12 (ESSE É
MAIS BEM DEMONSTRADO NA IMAGEM LATERAL DA
COLUNA ).
INCIDÊCIA COLUNA TORÁCICA FRENTE (AP)
• INDICADA NA PESQUISA DE FRATURAS, LUXAÇÃO, DOENÇAS, FILME 30X40 CM, SENTIDO
LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA OU DA ESTATIVAS.
• RC: PERPENDICULAR EM T7, RIRECIONADO NO CORPO DO ESTERNO (OSSO) DFF 100 cm.
• RESPIRAÇÃO: APNEIA, FATORES TÉCNICOS: MAS – 200 OU 300, KV – 70 A 80, MAS – 30.
• POSIÇÃO: DD / ORTO.
INCIDÊNCIA COLUNA TIRÁCICA PERFIL E LATERAL
• INDICADA NA PESQUISA DE FRATURAS, LUXAÇÃO, DOENÇAS, FILME: 30X40 CM, SENTIDO
LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLNO DA MESA OU DA ESTATIVA.
• POSIÇÃO> DD / ORTO, COM OS BRAÇOS PARA FRENTE DO CORPO EVITANDO
SOBREPOSIÇÃO NA IMAGEM (PMS) PLANOMEDIOSSAGITAL OU MEDIANO.
• RC: PERPENDICULAR NA HORIZONTAL OU VERTICAL, CENTRALIZANDO EM T7,
ORIENTANDO DO NOCENTRO DA COLUNA TORÁCICA, DFF: 100 CM.
• RESPIRAÇÃO: APNEIA, FATORES TÉCNICOS: MAS – 200 OU 300, KV – 80 A 90, MAS: 30 A 40.
VÉRTEBRAS LOMBARES: AS MAIORES VÉRTEBRAS INDIVIDUAIS
SÃO AS CINCO VÉRTEBRAS LOMBARES. ESSAS VÉRTEBRAS SÃO
AS MAIS RESISTENTES NA COLUNA VERTEBRAL, POIS A
SUSTENTAÇÃO DO PESO CORPORAL AUMENTA EM DIREÇÃO À
EXTREMIDADE INFERIOR DA COLUNA.
POR ESSA RAZÃO, OS DISCOS CARTILAGINOSOS ENTRE AS
VÉRTEBRAS LOMBARES INFERIORES SÃO OS LOCAIS MAIS
COMUNS DE INJÚRIA E PROCESSOS PATOLÓGICOS.
FORAMES INTERVERTEBRAIS: A FIG. 9.2 MOSTRA O FORAME
INTERVERTEBRAL COM UMA ORIENTAÇÃO DE 90° EM RELAÇÃO
AO PLANO MEDIOSSAGITAL.
FORAMES INTERVERTEBRAIS SÃO ESPAÇOS OU ABERTURAS
ENTRE OS PEDICUROS QUANDO DUAS VÉRTEBRAS ESTÃO EM
PILHADAS UMA SOBRE A OUTRA.
VISTAS POSTERIOR E ANTERIORA: FIG. 9.3 MOSTRA O ASPECTO
GLOBAL DA VÉRTEBRA LOMBAR (VISTAS POSTERIOR E
ANTERIOR).
AS INCIDÊNCIAS AP OU PA DAS RADIOGRAFIAS DA COLUNA
LOMBAR MOSTRAM OS PROCESSOS ESPINHOSOS
SUPERPOSTOS AOS CORPOS VERTEBRAIS.
VÊEM-SE OS PROCESSOS TRANSVERSOS PROJETANDO-SE
LATERALMENTE ALÉM DOS LIMITES DO CORPO VERTEBRAL.
INCIDÊNCIA SÚPERO-INFERIOR: (FIG. 9.10)
CERTAS PARTES NESSA RADIOGRAFIA DE
UMA VÉRTEBRA LOMBAR INDIVIDUAL FEITA A
PARTIR DE UM ESQUELETO DESARTICULADO
SÃO IDENTIFICA DAS COMO A SEGUIR:
A PROCESSO ESPINHOSO
B. LÂMINA
C. PEDÍCULO
D. FORAME INTELVERTEBRAL
E. CORPO
F. PROCESSO TRANSVERSO
POSIÇÃO LATERAL:
AS PARTES DESCRITAS DE A ATÉ F NA
INCIDÊNCIA LATERAL (FIG. 9.11) DE UMA
VÉRTEBRA LOMBAR DESARTICULADA SÃO
AS SEGUINTES:
A. CORPO
B. INCISURA VERTEBRAL INFERIOR, OU
ASSOALHO DO PEDÍCULO, FORMANDO A
PORÇÃO SUPERIOR DO FORAME
INTERVERTEBRAL CIRCULAR
C. ÁREA DA FACETA ARTICULAR DO
PROCESSO ARTICULAR INFERIOR
(A VERDADEIRA FACETA ARTICULAR NÃO É
VISTA NESSA INCIDÊNCIA LATERAL);
FORMA AS ARTICULAÇÕES
INTERAPOFISÁRIAS QUANDO AS VÉRTEBRAS
ESTÃO EMPILHADAS
D. PROCESSO ESPINHOSO
E. PROCESSO ARTICULAR SUPERIOR
F. PEDÍCULO
INCIDÊNCIA LATERAL DA COLUNA LOMBOSSACRA
A RADIOGRAFIA DE TODA A COLUNA LOMBOSSACRA NA
INCIDÊNCIA LATERAL (FIG. 9.13) MOSTRA O SEGUINTE:
A CORPO DE L 1 B. CORPO DE L3
C. ESPAÇO DO DISCO INTERVERTEBRAL ENTRE L4 E L5
D. CORPO DE L5
E. FORAMES INTERVERTEBRAIS SOBREPOSTOS ENTRE L2 E
L3.
INCIDÊNCIA LATERAL (PERFIL) DA COLUNA
LOMBOSSACRA EM AP.
A INCIDÊNCIA AP DE TODA A COLUNA LOMBOSSACRA
(FIG. 9.14) É DESCRITA DA
SEGUINTE FORMA:
A ÚLTIMA VÉRTEBRA TORÁCICA (T12)
B. PRIMEIRA VÉRTEBRA LOMBAR
C. TERCEIRA VÉRTEBRA LOMBAR
D. QUINTA VÉRTEBRA LOMBAR
INCIDÊNCIA COLUNA LOMBAR AP OU PA
• INDICADA NA PESQUISA DE FRATURA, LUXAÇÃO E (BICOS DE PAPAGAIO); FILME: 30X40
cm; SENTIDO LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLAMO DA MESA OU DA ESTATIVA.
• POSIÇÃO: ORTO / DD, COM OS BRAÇOS AO LADO DO CORPO E AS PERNAS ESTICADAS.
• RC: PERPENDICULAR HORIZONTAL OU VERTICAL, DIRECINADO ENTRE AS CRISTA ILIACAS
(L3); DFF- 100 cm; RESPIRAÇÃO: APNEIA APÓS EXPIRAÇÃO TOTAL; FATORES TÉCNICOS:
MA – 200 A 300, KV – 70 A 80, MAS – 30 A 50.
INCIDÊNCIA COLUNA LOMBA PERFIL OU LATERAL
• INDICADA NA PESQUISA DE FRATURA, LUXAÇÃO E (BICOS DE PAPAGAIO); FILME: 30X40
cm; SENTIDO LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLAMO DA MESA OU DA ESTATIVA.
• POSIÇÃO: ORTO / DD, COM OS BRAÇOS AO LADO DO CORPO E AS PERNAS ESTICADAS.
• RC: PERPENDICULAR HORIZONTAL OU VERTICAL, DIRECINADO ENTRE AS CRISTA ILIACAS
(L3); DFF- 100 cm; RESPIRAÇÃO: APNEIA APÓS EXPIRAÇÃO TOTAL; FATORES TÉCNICOS:
MA – 200 A 300, KV – 70 A 80, MAS – 30 A 50.
MARCOS TOPOGRÁFICOS: O POSICIONAMENTO CORRETO
PARA O CÓCCIX, O SACRO E A COLUNA LOMBAR EXIGE UM
ENTENDIMENTO COMPLETO DOS MARCOS TOPOGRÁFICOS
ESPECÍFICOS QUE PODEM SER FACILMENTE PALPADOS.
OS MARCOS MAIS CONFIÁVEIS PARA A COLUNA VERTEBRAL
SÃO VÁRIAS PROEMINÊNCIAS ÓSSEAS PALPÁVEIS, BASTANTE
COERENTES DE UMA PESSOA PARA OUTRA.
NO ENTANTO, OS MARCOS APRESENTADOS REFEREM-SE A UM
ADULTO DE PORTE MÉDIO, DO SEXO MASCULINO OU
FEMININO, COM DESENVOLVIMENTO NORMAL, SAUDÁVEL, E
EM POSIÇÃO ORTOSTÁTICA.
ESSES MARCOS VARIAM EM PESSOAS COM ANOMALIAS
ANATÔMICAS E, ESPECIALMENTE, ESQUELÉTICAS.
AS PESSOAS MUITO JOVENS OU MUITO IDOSAS TAMBÉM
POSSUEM ASPECTOS LIGEIRAMENTE DIFERENTES QUE O
ADULTO MÉDIO.
MARCOS DA COLUNA INFERIOROS DESENHOS À DIREITA E AS
FOTOGRAFIAS ABAIXO ILUSTRAM VÁRIOS MARCOS RELATIVOS À COLUNA
VERTEBRAL INFERIOR.
(A). O NÍVEL A CORRESPONDE À MARGEM SUPERIOR DA SÍNFISE PÚBICA.
O TAMANHO E O FORMATO DO CÓCCIX VARIAM AMPLAMENTE, MAS O
CÓCCIX MÉDIO ESTÁ APROXIMADAMENTE AO NÍVEL DA SÍNFISE PÚBICA
OU DO TROCANTER MAIOR, QUE ESTÁ CERCA DE 2,5 CM (1 POLEGADA)
SUPERIOR AO NÍVEL DA SÍNFISE PÚBICA.
NOTE NAS FOTOGRAFIAS ABAIXO E NOS DESENHOS QUE OS
TROCANTERES MAIORES ESTÃO APROXIMADAMENTE 3 A 4 CM (1 A 1/2
POLEGADAS) ACIMA DA BORDA SUPERIOR DA SÍNFISE PÚBICA AO NÍVEL
DO CÓCCIX.
(B). A ESPINHA ILÍACA ANTERIOR SUPERIOR (ELAS) ESTÁ QUASE NO
MESMO NÍVEL (B) DO PRIMEIRO OU SEGUNDO SEGMENTO SACRA!.
(C). O NÍVEL C É A PORÇÃO MAIS SUPERIOR DA CRISTA ILÍACA E ESTÁ
APROXIMADAMENTE NO MESMO NÍVEL DA JUNÇÃO DA QUARTA E QUINTA
VÉRTEBRAS LOMBARES.
(D). A MARGEM MAIS INFERIOR DAS COSTELAS OU MARGEM COSTAL
INFERIOR (D) ESTÁ NO NÍVEL APROXIMADO DE L2 OU L3.
(E). O PROCESSO XIFÓIDE ESTÁ APROXIMADAMENTE AO NÍVEL DE T9 OU
T10.
FACE ANTERIOR DO SACROA: FIG. 9.4 MOSTRA A SUPERFÍCIE
ANTERIOR CÔNCAVA DO SACRO. OS CORPOS DOS CINCO
SEGMENTOS ORIGINAIS ESTÃO FUNDIDOS EM UM ÚNICO OSSO
NO ADULTO.
O SACRO POSSUI A FORMA DE UMA PÁ, COM O ÁPICE
APONTADO PARA BAIXO E PARA A FRENTE. QUATRO GRUPOS DE
FORAMES SACRAIS (SIMILARES AOS FORAMES
INTERVERTEBRAIS NAS PORÇÕES MAIS SUPERIORES DA
COLUNA) PÉLVICOS (ANTERIORES) EMITEM NERVOS E VASOS
SANGÜÍNEOS.
AS FIGS. 9.5 E 9.6: ILUSTRAM A RELATIVA ASPEREZA E
IRREGULARIDADE DA SUPERFÍCIE POSTERIOR DO SACRO, SE
COMPARADA À SUPERFÍCIE ANTERIOR OU PÉLVICA.
O SACRO ARTICULA-SE COM O ÍLIO DA PELVE NA SUPERFÍCIE
AURICULAR (MARCADA COM A NAS FIGS. 9.5 E 9.6). A SUPERFÍCIE
AURICULAR É ASSIM DENOMINADA DEVIDO AO SEU FORMATO
SEMELHANTE À AURÍCULA DA ORELHA.
OS CORNOS SACRAIS (MARCADOS COM D NAS FIGS. 9.5 E 9.6) SÃO
PEQUENOS TUBÉRCULOS REPRESENTANDO OS PROCESSOS
ARTICULARES INFERIORES PROJETADOS INFERIORMENTE DE CADA
LADO DO QUINTO SEGMENTO SACRA!. ELES PROJETAM-SE
INFERIOR E POSTERIORMENTE PARA ARTICULAREM-SE COM OS
CORNOS CORRESPONDENTES DO CÓCCIX.
FACE ANTERIOR DO CÓCCIXA: PORÇÃO MAIS DISTAL DA
COLUNA VERTEBRAL É O CÓCCIX. A SUPERFÍCIE
ANTERIOR DO CÓCCIX ESTÁ ILUSTRADA NA FIG. 9.7.
ESSA PORÇÃO DA COLUNA VERTEBRAL REGREDIU
MUITO NOS SERES HUMANOS, DE MODO QUE RESTA
POUCA SEMELHANÇA COM AS VÉRTEBRAS.
TRÊS A CINCO SEGMENTOS COCCÍGEOS (UMA MÉDIA DE
QUATRO) FUNDIRAM-SE NO ADULTO PARA FORMAR O
CÓCCIX ÚNICO.
RADIOGRAFIA LATERAL (PERFIL) DO SACRO E CÓCCIX:
A INCIDÊNCIA LATERAL DO SACRO NESSA RADIOGRAFIA
(FIG. 9.9) MOSTRA UM GRANDE OSSO SÓLIDO, EM
CONTRASTE COM O CÓCCIX, BEM MENOR.
O EIXO LONGITUDINAL DO SACRO ESTÁ ANGULADO
POSTERIORMENTE, EXIGINDO UM ÂNGULO CEFÁLICO DO
RC NA INCIDÊNCIA AP.
ESSE ÂNGULO É MAIOR EM UMA MULHER DE PORTE
MÉDIO, SE COMPARADO COM UM HOMEM DO MESMO
PORTE.
INCIDÊNCIA COLUNA LOMBOSSACRAL AP (FRENTE)
• INDICADA NA PESQUISA DE FRATURA E CALCIFICAÇÃO; FILME: 24X30 CM, SENTIDO
LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA; POSIÇÃO: DD, COM AS PERNAS
SEMIFLEXIONADAS.
• RC: ANGULADOS 20 A 30º CRANIALMENTE, ENTRANDO NO PLANO MEDIOSSAGITAL ENTRE
O EIAS E A SÍNFISE PÚBICAS; DFF 100 cm.
• RESPIRAÇÃO: APINEIA APÓS EXPIRAÇÃO TOTAL; MA – 200 A 300, KV – 75 A 80, MAS – 30 A
40. 1) ARTICULÇÃO SACRAL DIREITA
2) CORNO SACRAL
3) CORNO COCÍGEO
4) CÓCCIX
5) PROCESSO TRANSVERSO DO CÓCCIX
INCIDÊNCIA COLUNA LOMBOSSACRAL PERFIL
LATERAL
• INDICADA NA PESQUISA DE FRATURA E CALCIFICAÇÃO; FILME : 18X24 CM, SENTIDO
LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA; POSIÇÃO : DL, COM APOIO NA
CINTURA E AS PERNAS FLEXIONADA .
• RC: PERPENDICULAR VERTICALMENTE, CENTRALIZAR INFERIOMENTE EM RELAÇÃO À
CRISTA ILIACA E POSTERIOMENTE AO EIAS; DFF – 100 CM .
• RESPIRAÇÃO: APINEIA APÓS EXPIRAÇÃO TOTAL; MA - 200 A 300, KV – 95 A 100, MAS – 30 A
50.
TÓRAX: ENTRE TODAS AS MODALIDADES DE EXAMES
RADIOLÓGICOS, AS RADIOGRAFIAS DE TÓRAX. SÃO OS
PROCEDIMENTOS MAIS COMUNS.
TIPICAMENTE, OS ESTAGIÁRIOS DE RADIOLOGIA.COMEÇAM
A TER EXPERIÊNCIA CLÍNICA REALIZANDO RADIOGRAFIAS
DE TÓRAX. TODAVIA, ANTES.DE COMEÇAREM ESSE
ESTÁGIO PRÁTICO, É IMPORTANTE QUE APRENDAM E
COMPREENDAM.
A ANATOMIA TORÁCICA, INCLUSIVE AS INTER-RELAÇÕES DE
TODA A ANATOMIA DENTRO DA CAVIDADE TORÁCICA.
O TÓRAX: É A PORÇÃO SUPERIOR DO TRONCO ENTRE O
PESCOÇO E O ABDOME.
A ANATOMIA RADIOGRÁFICA DO TÓRAX É DIVIDIDA EM TRÊS
SEÇÕES: A CAIXA TORÁCICA (OU TÓRAX ÓSSEO),
O.SISTEMA RESPIRATÓRIO PROPRIAMENTE DITA E O
MEDIASTINO.
A CAIXA TORÁCICA: É A PORÇÃO DO SISTEMA ESQUELÉTICO QUE
OFERECE UM ARCABOUÇO PROTETOR PARA AS PARTES DO TÓRAX
ENVOLVIDAS COM A RESPIRAÇÃO E COM A CIRCULAÇÃO
SANGUÍNEA.
VÍSCERAS TORÁCICAS SÃO O TERMO USADO PARA DESCREVER
ESSAS PARTES DO TÓRAX QUE CONSISTEM NOS PULMÕES E NO
RESTANTE DOS ÓRGÃOS TORÁCICOS .
PONTOS DE REPARO: DE POSICIONAMENTO
TOPOGRÁFICO O POSICIONAMENTO RADIOGRÁFICO
PRECISO E CONSISTENTE EXIGE
DETERMINADOS PONTOS DE REPARO, OU DE
REFERÊNCIA, PARA CENTRALIZAR O RAIO CENTRAL
CORRETAMENTE, DE MODO A. ASSEGURAR QUE TODA A
ANATOMIA ESSENCIAL ESTEJA INCLUÍDA NAQUELA
INCIDÊNCIA ESPECÍFICA.
ESSES PONTOS DE REPARO TOPOGRÁFICOS: DEVEM SER
PARTES DO CORPO QUE SEJAM FÁCIL E
CONSISTENTEMENTE LOCALIZÁVEIS NOS PACIENTES, TAIS
COMO AS PARTES DA CAIXA TORÁCICA.
NO POSICIONAMENTO DO TÓRAX, DOIS DESSES PONTOS
DE REFERÊNCIA SÃO AS VÉRTEBRAS PROEMINENTES,E A
INCISURA JUGULAR.
VÉRTEBRA PROEMINENTE: (SÉTIMA VÉRTEBRA
CERVICAL) A VÉRTEBRA PROEMINENTE PODE SER UM
IMPORTANTE PONTO DE REFERÊNCIA PARA A
LOCALIZAÇÃO DO RAIO CENTRAL (RC) NA
RADIOGRAFIA DE TÓRAX EM PA.
ELA PODE SER PRONTAMENTE PALPÁVEL NA MAIORIA
DOS PACIENTES APLICANDO-SE UMA LEVE PRESSÃO
COM AS PONTAS DOS DEDOS NA BASE DO PESCOÇO.
Colo
INCIDÊNCIA TÓRAX PA / AP
• INDICADA NA PESQUISA DE PNEUMONIA, PNEUMOTÓRAX (É o acúmulo anormal de ar entre
o pulmão e uma membrana ), TUBERRCULOSE, E ENFISEMA (O enfisema pulmonar é uma
doença degenerativa, que geralmente se desenvolve depois de muitos anos de agressão aos
tecidos do pulmão devido ao cigarro e outras toxinas no ar.).
• FILME: 35 X 43 cm, PARA OS HOMENS SENTIDO LONGITUNIAL OU TRANVESAL AO PLANNO
DA ESTATIVA.
• FILME: 35 X 35 cm, PARA AS MULHERES, SENDO QUE SUA BORDA SUPERIOR DEVE FICAR
A CIMA DO OMBRO.
• POSIÇÃO: ORTOR: QUEIXO EM CONTATO COM A ESTATIVA, APOIA OS PUNHOS NA REGIÃO
POSTERIOR DA BACIA COM A PALMA DA MÃO EM PRONAÇÃO (PARA CIMA), OS OMBRO E
COTOVELOS PARA A FRENTE CONTRA O PORTA – FILME (PARA DESLOCA A ESCÁPULA).
• DFF - 150 A 180 cm; RC: PERPENDICULAR NA HORIZONTAL, ORIENTANDO NO CENTRO DO
TORAX AO NIVEL DE T7.
• FATORES TÉCNICOS: MA – 200 A 300, KV – 70 A 80, MAS – 10 A 15.
TRAQUEIA
NA RADIOGRAFIA DE TÓRAX, OS SEIOS COSTO-FRÊNICOS (ESPAÇO
ENTRE OS ARCOS COSTAIS E O DIAFRAGMA) PERMEÁVEIS, MOSTRAM
QUE NÃO TEM DERRAME PLEURAL (LIQUIDO, HEMORRÁGICO OU
PURULENTO).
TRAQUEIA
INCIDÊNCIA TÓRAX LATERAL OU PERFIL
• INDICADA NA PESQUISA DE PNEUMONIA, PNEUMOTÓRAX (É o acúmulo anormal de ar entre o
pulmão e uma membrana ), TUBERRCULOSE, E ENFISEMA (O enfisema pulmonar é uma
doença degenerativa, que geralmente se desenvolve depois de muitos anos de agressão aos
tecidos do pulmão devido ao cigarro e outras toxinas no ar.).
• FILME: 30 X 40 cm, SENTIDO LONGITITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA ESTATIVA, SENDO
QUE SUA BORDA DEVE FICAR NO ACRÔMIO.
• POSIÇÃO: ORTO, COM FACE DIREITA OU ESQUERDA VOLTADA PARA A ESTATIVA, COM OS
BRAÇOS E OS COTOVELOS FLEXIONADOS EM CIMA DA CABEÇA.
• DFF – 150 A 180, RESPIRAÇÃO APNEIA, FATORES TÉCNICOS: MA – 200 A 300, KV – 95 A 100,
• MAS 10 A 15.
O ESTERNO: É UM OSSO CHATO COM O FORMATO DA LETRA "T" EM CAIXA ALTA,
LOCALIZADO NA PARTE ANTERIOR DO TÓRAX. É COMPOSTO POR TRÊS PARTES: O
MANÚBRIO, O CORPO E A APÓFISE XIFÓIDE.
NO HOMEM O ESTERNO SERVE PARA SUSTENTAÇÃO DAS COSTELAS E DA CLAVÍCULA,
FORMANDO A CAIXA TORÁCICA ONDE FICAM PROTEGIDOS OS PULMÕES, CORAÇÃO, TIMO E
OS GRANDES VASOS (AORTA, VEIA CAVA, ARTÉRIAS E VEIAS PULMONARES).
AS SETE PRIMEIRAS COSTELAS, TAMBÉM CHAMADAS DE COSTELAS VERDADEIRAS, SE
UNEM AO ESTERNO PELAS CARTILAGENS COSTAIS[1] .
AS TRÊS SEGUINTES, CONHECIDAS COMO COSTELAS FALSAS, SE JUNTAM PELAS
CARTILAGENS PARA DEPOIS SE UNIREM AO ESTERNO.
AS DUAS ÚLTIMAS COSTELAS, CHAMADAS DE FLUTUANTES, NÃO SE UNEM AO ESTERNO.
AS COSTELAS, NA PARTE POSTERIOR DO TÓRAX, SE UNEM ÀS VÉRTEBRAS TORÁCICAS.
O ESTERNO, BEM COMO TODA A CAIXA TORÁCICA E A MUSCULATURA, TEM PAPEL
FUNDAMENTAL NO PROCESSO RESPIRATÓRIO, AUXILIANDO OS MOVIMENTOS DE
INSPIRAÇÃO E EXPIRAÇÃO.
O PROCESSO XIFÓIDE: É O APÊNDICE OU CARTILAGEM QUE FORMA A EXTREMIDADE INFERIOR DO
ESTERNO. NELE INSEREM-SE VÁRIOS MÚSCULOS DO ABDÓMEN, E PODE SER PARTIDO, E EM ALGUNS
CASOS CAUSAR DANOS, VIA PERFURAÇÕES. AS VARIAÇÕES MORFOLÓGICAS SÃO HERDADAS PELA
GENÉTICA FAMILIAR, PODENDO SER USADO COMO INSTRUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO DE RESTOS
MORTAIS NÃO-RECLAMADOS OU SEM VINCULAÇÃO DE ORIGEM. E NA MAIORIA DAS SITUAÇÕES AS
DIFERENTES MORFOLOGIAS NÃO GERAM RISCO DE SAÚDE, SENDO APENAS DIFERENÇAS ESTÉTICAS
ENTRE OS INDIVÍDUOS.
Equipe radiológica

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Equipamentos e Acessórios em radioimaginologia
Equipamentos e Acessórios em radioimaginologiaEquipamentos e Acessórios em radioimaginologia
Equipamentos e Acessórios em radioimaginologia
Heraldo Silva
 
Tipos De Bobinas De Ressonância Magnética
Tipos De Bobinas De Ressonância MagnéticaTipos De Bobinas De Ressonância Magnética
Tipos De Bobinas De Ressonância Magnética
Alex Eduardo Ribeiro
 
Processamento de filme e Imagens radiográficas
Processamento de filme e Imagens radiográficasProcessamento de filme e Imagens radiográficas
Processamento de filme e Imagens radiográficas
Thamires Marinho
 
Posicionamento radiológico punho - carpo - rotina e especiais
Posicionamento radiológico   punho - carpo - rotina e especiaisPosicionamento radiológico   punho - carpo - rotina e especiais
Posicionamento radiológico punho - carpo - rotina e especiais
Magno Cavalheiro Faria
 

Mais procurados (20)

Posicionamento radiologico
Posicionamento radiologicoPosicionamento radiologico
Posicionamento radiologico
 
Técnicas de exames radiológicos
Técnicas de exames radiológicosTécnicas de exames radiológicos
Técnicas de exames radiológicos
 
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS XRADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
 
Equipamentos e Acessórios em radioimaginologia
Equipamentos e Acessórios em radioimaginologiaEquipamentos e Acessórios em radioimaginologia
Equipamentos e Acessórios em radioimaginologia
 
Posicionamento radiológico abdome
Posicionamento radiológico   abdomePosicionamento radiológico   abdome
Posicionamento radiológico abdome
 
FILMES E ECRÁNS
FILMES E ECRÁNSFILMES E ECRÁNS
FILMES E ECRÁNS
 
Tipos De Bobinas De Ressonância Magnética
Tipos De Bobinas De Ressonância MagnéticaTipos De Bobinas De Ressonância Magnética
Tipos De Bobinas De Ressonância Magnética
 
Tomografia computadorizada
Tomografia computadorizadaTomografia computadorizada
Tomografia computadorizada
 
EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS DE RADIOLOGIA
EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS DE RADIOLOGIAEQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS DE RADIOLOGIA
EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS DE RADIOLOGIA
 
ESTUDO DA COLUNA VERTEBRAL POR TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
ESTUDO DA COLUNA VERTEBRAL POR TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADAESTUDO DA COLUNA VERTEBRAL POR TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
ESTUDO DA COLUNA VERTEBRAL POR TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
 
Intriducai a Geração e aplicação dos raios x
Intriducai a Geração e aplicação dos raios xIntriducai a Geração e aplicação dos raios x
Intriducai a Geração e aplicação dos raios x
 
Processamento de filme e Imagens radiográficas
Processamento de filme e Imagens radiográficasProcessamento de filme e Imagens radiográficas
Processamento de filme e Imagens radiográficas
 
Anatomia Radiológica
Anatomia RadiológicaAnatomia Radiológica
Anatomia Radiológica
 
Técnica radiológica-receptores-imagem
Técnica radiológica-receptores-imagemTécnica radiológica-receptores-imagem
Técnica radiológica-receptores-imagem
 
Posicionamento radiológico punho - carpo - rotina e especiais
Posicionamento radiológico   punho - carpo - rotina e especiaisPosicionamento radiológico   punho - carpo - rotina e especiais
Posicionamento radiológico punho - carpo - rotina e especiais
 
História da radiologia no mundo aula 1
História da radiologia no mundo   aula 1História da radiologia no mundo   aula 1
História da radiologia no mundo aula 1
 
RM MEMBRO SUPERIOR
RM MEMBRO SUPERIORRM MEMBRO SUPERIOR
RM MEMBRO SUPERIOR
 
Apostila de posicionamento completa
Apostila de posicionamento completa Apostila de posicionamento completa
Apostila de posicionamento completa
 
APOSTILA PROF. IONIZANTE - INCIDÊNCIA RADIOGRÁFICA
APOSTILA PROF. IONIZANTE - INCIDÊNCIA RADIOGRÁFICAAPOSTILA PROF. IONIZANTE - INCIDÊNCIA RADIOGRÁFICA
APOSTILA PROF. IONIZANTE - INCIDÊNCIA RADIOGRÁFICA
 
Tomografia computadorizada tecnologia_e_funcionamento_equipamentos
Tomografia computadorizada tecnologia_e_funcionamento_equipamentosTomografia computadorizada tecnologia_e_funcionamento_equipamentos
Tomografia computadorizada tecnologia_e_funcionamento_equipamentos
 

Destaque (10)

Atlas básico de anatomia
Atlas básico de anatomiaAtlas básico de anatomia
Atlas básico de anatomia
 
Músculos do dorso
Músculos do dorsoMúsculos do dorso
Músculos do dorso
 
Musculos do tórax
Musculos do tóraxMusculos do tórax
Musculos do tórax
 
Aula de Anatomia - Musculos;
Aula de Anatomia - Musculos;Aula de Anatomia - Musculos;
Aula de Anatomia - Musculos;
 
Sobotta atlas de anatomia humana volumen 2
Sobotta atlas de anatomia humana volumen 2Sobotta atlas de anatomia humana volumen 2
Sobotta atlas de anatomia humana volumen 2
 
Slide higienização e manipulação dos alimentos
Slide higienização e manipulação dos alimentosSlide higienização e manipulação dos alimentos
Slide higienização e manipulação dos alimentos
 
Sobotta atlas de anatomia humana volumen 1
Sobotta atlas de anatomia humana volumen 1Sobotta atlas de anatomia humana volumen 1
Sobotta atlas de anatomia humana volumen 1
 
Sistema Muscular
Sistema MuscularSistema Muscular
Sistema Muscular
 
1ª sistema muscular
1ª sistema muscular1ª sistema muscular
1ª sistema muscular
 
Sistema muscular
Sistema muscularSistema muscular
Sistema muscular
 

Semelhante a Equipe radiológica

Apostila de radiologia
Apostila de radiologiaApostila de radiologia
Apostila de radiologia
Bruna Silva
 
Monitoria de Laringe e Faringe
Monitoria de Laringe e FaringeMonitoria de Laringe e Faringe
Monitoria de Laringe e Faringe
Norberto Werle
 
Apostiladeradiologia.... estudo prático
Apostiladeradiologia.... estudo práticoApostiladeradiologia.... estudo prático
Apostiladeradiologia.... estudo prático
Adriana Alves
 
Coluna 2 ano 2012-atual
Coluna 2 ano   2012-atualColuna 2 ano   2012-atual
Coluna 2 ano 2012-atual
Maria Costa
 

Semelhante a Equipe radiológica (20)

Ecografia RESUMOS .pdf
Ecografia RESUMOS .pdfEcografia RESUMOS .pdf
Ecografia RESUMOS .pdf
 
Apostila de radiologia
Apostila de radiologiaApostila de radiologia
Apostila de radiologia
 
AULA DE ULTRASSONOGRAFIA NA REPRODUÇÃO ANIMAL.pdf
AULA DE ULTRASSONOGRAFIA NA REPRODUÇÃO ANIMAL.pdfAULA DE ULTRASSONOGRAFIA NA REPRODUÇÃO ANIMAL.pdf
AULA DE ULTRASSONOGRAFIA NA REPRODUÇÃO ANIMAL.pdf
 
AULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptx
AULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptxAULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptx
AULA INSTRUMENTAÇÃO CIRURGICA PINÇAS.pptx
 
Monitoria de Laringe e Faringe
Monitoria de Laringe e FaringeMonitoria de Laringe e Faringe
Monitoria de Laringe e Faringe
 
Ultrassonografia de diagnóstico em Odontologia [Salvo automaticamente].pptx
Ultrassonografia de diagnóstico em Odontologia [Salvo automaticamente].pptxUltrassonografia de diagnóstico em Odontologia [Salvo automaticamente].pptx
Ultrassonografia de diagnóstico em Odontologia [Salvo automaticamente].pptx
 
Apostila de radiologia
Apostila de radiologiaApostila de radiologia
Apostila de radiologia
 
Apostiladeradiologia.... estudo prático
Apostiladeradiologia.... estudo práticoApostiladeradiologia.... estudo prático
Apostiladeradiologia.... estudo prático
 
Anatomia ( Crânio, Cardíaca e Respiratório)
Anatomia ( Crânio, Cardíaca e Respiratório)Anatomia ( Crânio, Cardíaca e Respiratório)
Anatomia ( Crânio, Cardíaca e Respiratório)
 
Modulo 21
Modulo 21Modulo 21
Modulo 21
 
.pptx
.pptx.pptx
.pptx
 
Reconstrução Nasal
Reconstrução Nasal Reconstrução Nasal
Reconstrução Nasal
 
apostila de radiologia.pdf
apostila de radiologia.pdfapostila de radiologia.pdf
apostila de radiologia.pdf
 
Estudo de imagens ortopédicas na radiologia
Estudo de imagens ortopédicas na radiologiaEstudo de imagens ortopédicas na radiologia
Estudo de imagens ortopédicas na radiologia
 
Anatomia geral terminologia anatômica - ricardo
Anatomia geral terminologia anatômica  - ricardoAnatomia geral terminologia anatômica  - ricardo
Anatomia geral terminologia anatômica - ricardo
 
Artrologia nova.ppt
Artrologia nova.pptArtrologia nova.ppt
Artrologia nova.ppt
 
Aula 10_Biomecanica e Cinesiologia ombro, cotovelo, punho e dedos - 3 horas.pdf
Aula 10_Biomecanica e Cinesiologia ombro, cotovelo, punho e dedos - 3 horas.pdfAula 10_Biomecanica e Cinesiologia ombro, cotovelo, punho e dedos - 3 horas.pdf
Aula 10_Biomecanica e Cinesiologia ombro, cotovelo, punho e dedos - 3 horas.pdf
 
Fisiologia
FisiologiaFisiologia
Fisiologia
 
Aula 1 (1).pdf
Aula 1 (1).pdfAula 1 (1).pdf
Aula 1 (1).pdf
 
Coluna 2 ano 2012-atual
Coluna 2 ano   2012-atualColuna 2 ano   2012-atual
Coluna 2 ano 2012-atual
 

Último

Filosofia - 1º ano - Ensino Médio do ensino médio para primeiro bimestre
Filosofia - 1º ano - Ensino Médio do ensino médio para primeiro bimestreFilosofia - 1º ano - Ensino Médio do ensino médio para primeiro bimestre
Filosofia - 1º ano - Ensino Médio do ensino médio para primeiro bimestre
LeandroLima265595
 
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
azulassessoria9
 
Considerando as pesquisas de Gallahue, Ozmun e Goodway (2013) os bebês até an...
Considerando as pesquisas de Gallahue, Ozmun e Goodway (2013) os bebês até an...Considerando as pesquisas de Gallahue, Ozmun e Goodway (2013) os bebês até an...
Considerando as pesquisas de Gallahue, Ozmun e Goodway (2013) os bebês até an...
azulassessoria9
 
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
Eró Cunha
 
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
azulassessoria9
 
ATIVIDADE 3 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 3 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024ATIVIDADE 3 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 3 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
azulassessoria9
 

Último (20)

Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
 
Maio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentes
Maio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentesMaio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentes
Maio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentes
 
Slides Lição 06, Central Gospel, O Anticristo, 1Tr24.pptx
Slides Lição 06, Central Gospel, O Anticristo, 1Tr24.pptxSlides Lição 06, Central Gospel, O Anticristo, 1Tr24.pptx
Slides Lição 06, Central Gospel, O Anticristo, 1Tr24.pptx
 
Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 1)
Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 1)Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 1)
Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 1)
 
Filosofia - 1º ano - Ensino Médio do ensino médio para primeiro bimestre
Filosofia - 1º ano - Ensino Médio do ensino médio para primeiro bimestreFilosofia - 1º ano - Ensino Médio do ensino médio para primeiro bimestre
Filosofia - 1º ano - Ensino Médio do ensino médio para primeiro bimestre
 
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
 
Considerando as pesquisas de Gallahue, Ozmun e Goodway (2013) os bebês até an...
Considerando as pesquisas de Gallahue, Ozmun e Goodway (2013) os bebês até an...Considerando as pesquisas de Gallahue, Ozmun e Goodway (2013) os bebês até an...
Considerando as pesquisas de Gallahue, Ozmun e Goodway (2013) os bebês até an...
 
Apresentação | Dia da Europa 2024 - Celebremos a União Europeia!
Apresentação | Dia da Europa 2024 - Celebremos a União Europeia!Apresentação | Dia da Europa 2024 - Celebremos a União Europeia!
Apresentação | Dia da Europa 2024 - Celebremos a União Europeia!
 
Historia de Portugal - Quarto Ano - 2024
Historia de Portugal - Quarto Ano - 2024Historia de Portugal - Quarto Ano - 2024
Historia de Portugal - Quarto Ano - 2024
 
Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 2)
Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 2)Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 2)
Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 2)
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Cantos do fim do século
Sistema de Bibliotecas UCS  - Cantos do fim do séculoSistema de Bibliotecas UCS  - Cantos do fim do século
Sistema de Bibliotecas UCS - Cantos do fim do século
 
Quando a escola é de vidro, de Ruth Rocha
Quando a escola é de vidro, de Ruth RochaQuando a escola é de vidro, de Ruth Rocha
Quando a escola é de vidro, de Ruth Rocha
 
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
 
ESPANHOL PARA O ENEM (2).pdf questões da prova
ESPANHOL PARA O ENEM (2).pdf questões da provaESPANHOL PARA O ENEM (2).pdf questões da prova
ESPANHOL PARA O ENEM (2).pdf questões da prova
 
INTRODUÇÃO DE METODOLOGIA PARA TRABALHIOS CIENTIFICOS
INTRODUÇÃO DE METODOLOGIA PARA TRABALHIOS CIENTIFICOSINTRODUÇÃO DE METODOLOGIA PARA TRABALHIOS CIENTIFICOS
INTRODUÇÃO DE METODOLOGIA PARA TRABALHIOS CIENTIFICOS
 
O desenvolvimento é um conceito mais amplo, pode ter um contexto biológico ou...
O desenvolvimento é um conceito mais amplo, pode ter um contexto biológico ou...O desenvolvimento é um conceito mais amplo, pode ter um contexto biológico ou...
O desenvolvimento é um conceito mais amplo, pode ter um contexto biológico ou...
 
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
 
CATEQUESE primeiro ano . CATEQUESE 1ºano
CATEQUESE primeiro ano . CATEQUESE 1ºanoCATEQUESE primeiro ano . CATEQUESE 1ºano
CATEQUESE primeiro ano . CATEQUESE 1ºano
 
ATIVIDADE 3 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 3 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024ATIVIDADE 3 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 3 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
 
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdfUFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
 

Equipe radiológica

  • 1. PROF. LINDEMBERG e-mail: lindembergsr@hotmail.com e-mail: lindembergsr90gmail.com CEL. TIM 98110-4694 / VIVO 99184-9738
  • 2. EQUIPE RADIOLÓGICA • É FORMADA: BASICAMENTE, PELO RADIOLOGISTA DE NIVEL SUPERIOR, TECNÓLOGO EM RADIOLOGIA, TÉCNICOS EM RADIOLOGIA DE NIVEL MÉDIO E PELO AUXILIAR DE CÂMARA ESCURA. • RADIOLOGISTA DE NIVEL SUPERIOR: DEVE SUPERVISIONAR OS EXAMES RADIOLÓGICOS, E ORIENTA OS TÉCNICOS SOBRE ÁREA DE TRABALHO. • TECNÓLOGO EM RADIOLOGIA: DEVE SUPERVISIONAR E COORDENAR A EQUIPE DE TÉCNICOS EM RADIOLOGIA. • TÉCNICO EM RADIOLOGIA: AS FUNÇÕES DO TECNICOS SÃO LIGAR OS EQUIPAMENTOS DE RADIO X, ALÉM DE CHECAR O FUCIONAMENTO E A TEMPERATURA DA SALA. • AUXILAR DE CÃMARA ESCURA: TRABALHA NA PREPARAÇÃO DAS SOLUÇÕES REVELADORES E FIXADORES, E NA RELAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS CHASSIS RADIOGRÁFICOS.
  • 3.
  • 4.
  • 5. OS ACESSÓRIOS UTILIZADOS NA ÁREA DE RADIOLOGIA • TUBO DE RAIO X: POSSUI DOIS ELEMENTOS CÁDOTO E ANODO, O PRIMEIRO É O ELETRODO E NEGATIVO DO TUBO E ESTÁ DIVIDIDO EM DUAS PARTES PRINCIPAIS O FILAMNETO E O CORPO FOCALIZADOR. • A FUNÇÃO DO CÁTODO É EMITIR ELETRONS E FOCALIZALOS EM FORMA DE FEIXE DEFINIDOS, APONTANDO PARA O ANODO. • O ANODO É O POLO POSITIVO DO TUDO DE RAIO X, SERVINDO DE SUPORTE PARA O ALVO E ATUANDO COMO CONDUTOR DE CALOR. • O ANODO E CÁTODO FICAM ACONDICIONADOS NO INTERIOR DE UM (TUBO OU AMPOLA) FECHADO.
  • 6. OS ACESSÓRIOS UTILIZADOS NA ÁREA DE RADIOLOGIA • DIAFRAGMA OU COLIMADO: O COLIMADOR É UM DISPOSITIVO QUE REGULA A LARGURA DO FEIXE DE RAIO X. • MESA DE COMANDO: LOCAL ONDE SÃO AJUSTADO OS FATORES DE EXPOSIÇÃO TÉCNICA DESTINADOS A REGULAR, CONTROLAR E MEDIR AS TENSÕES E CORRENTES. • IMAGEM LATENTE: É A IMAGEM PRODUZIDA PELOS RAIO X APÓS A EXPOSIÇÃO MAS QUE NÃO É POSSIVEL DE SER VISTO SEM SER REVELADO.
  • 7. OS ACESSÓRIOS UTILIZADOS NA ÁREA DE RADIOLOGIA • CHASSIS RADIOGRÁFICOS: É O DISPOSITIVOS DESTINADOS ABRIGAR O ÉCRAN E O FILME RADIOGRÁFICO PROTEGIDO CONTRA A LUZ PARA A PRODUÇÃO DA RADIOGRAFIA. • FILMES RADIOGRÁFICOS: É UMA PELICULA COMPOSTA DE DUAS CAMADAS FINAS DE EMULSÃO FOTOGRÁFICA CRISTAIS DE PRATA SUSPENSOS EM GELATINA • ÉCRANS: COMPOSTOS DE SAIS ORGÂNICOS FLUORESCENTES QUE EMITEM FÓTOS DE LUZ QUANDO EXPOSTOS ARADIAÇÃO.
  • 8.
  • 9. TERMINOLOGIA RADIOGRAFICA POSIÇÃO ANATÔMICA • EM UM EXAME RADIOGRÁFICO: O TÉCNICO PRECISA POSICIONAR CORRETAMENTE O PACIENTE, BUSCANDO ASSIM O RESULTADOS PRECISOS QUE PODERÃO OFERECER AO MÉDICO UMA LEITURA RÁPIADA E EXATA PARA DIAGNOSTICAR A INCIDÊNCIA. • É IMPORTENTE QUE O TÉCNICO, (PRIMEIRO): POSICIONE O PACIENTE OU PARTE DO CORPO DELE, ALINHAMDO-O COM RAIO CENTRAL (RC). • SEGUNDO: ESCOLHA AS MEDIDAS CORRETAS DE PROTEÇÃO CONTRA A RADIAÇÃO. • TERCEIRO: SELECIONE OS FATORES DE EXPOSIÇÃO (TÉCNICA RADIOGRAFICA) NO PAINEL DE CONTROLE. • QUARTO: INSTRUA O PACIENTE PARA RESPIRAR E EM SEGUIDA, INICIAR A EXPOSIÇÃO. • QUINTO: RELEVAR O FILME RADIOGRAFICO.
  • 10. PLANOS CORPORAIS, CORTE E LINHAS • TAIS PLANOS: PASSAM PELO CORPO, QUE SE ENCONTRA EM POSIÇÃO ANATÔMICA CONSISTE EM POSICIONAR O CORPO VERTICALMENTE, COM BRAÇOS ADUZIDOS (PARA BAIXO), PALMAS PARA FRENTE, CABEÇA E PÉS VIRADOS EXATAMENTE PARA A FRENTE. • É IMPORTANTE QUE O TÉCNICO SEMPRE TRATE O PACIENTE EM POSIÇÃO ANATÔMICA E ORTOSTÁTICA,(EM PE) MESMO QUANDO FOR APENAS UMA PARTE DO CORPO A SER RADIOGRAFADA OU PACIENTE ESTIVER DEITADO.
  • 11. OS QUATROS PRINCIPAIS PLANO UTILIZADOS NA RADIOGRAFIA • PLANO SAGITAL: É UM PLANO SAGITAL QUE DIVIDE O CORPO EM DUAS PARTES EXTAMENTE IGUAIS, UMA DIREITA E UMA ESQUERDA. • PLANO CORONAL: É QUALQUER PLANO LONGITUDINAL QUE DIVIDAO CORPO EM DUAS PARTES, ANTERIOR E POSTERIOR. • PLANO HORIZONTAL (AXIAL): QUALQUER PLANO TRANSVERSO QUE PASSA ATRAVÉS DO CORPO, EM ÂNGULO RETO AO PLANO LONGITUDINAL, DIVIDINDO O CORPO EM PORÇÕES SUPERIOR E INFERIOR. • PLANO OBLÍQUO: É UM PLANO LONGITUDINAL OU TRANSVERSO, QUE ESTÁ ANGULADO OU INCLINADO E NÃO PARALELO AOS PLANOS SAGITAL, CORONAL OU AXIAL.
  • 12. RETRAÇÃO: UM MOVIMENTO PARA TRÁS, OU A CONDIÇÃO DE SER LEVADO PARA TRÁS. PROTUSÃO: UM MOVIMENTO PARA FRENTE A PARTIR DE UMA POSIÇÃO NORMAL. CIRCUNDAÇÃO: MOVER EM FORMA DE CÍRCULO. ESTE MOVIMENTO ENVOLVE UMA SEQÜÊNCIA DE; FLEXÃO, ABDUÇÃO, EXTENSÃO E ADUÇÃO. ROTAÇÃO MEDIAL: É A ROTAÇÃO OU DESVIO DA PARTE DO CORPO PARA DENTRO. ROTAÇÃO LATERAL: É A ROTAÇÃO DE UMA PARTE DO CORPO ANTERIOR, PARA FORA, OU SE AFASTANDO DO PLANO MEDIANO. INCLINAÇÃO: É UM MOVIMENTO INCLINADO OU OBLÍQUO, EM RELAÇÃO AO EIXO LONGITUDINAL. ROTAÇÃO: É VIRAR OU RODAR UMA PARTE DO CORPO EM TORNO DO SEU EIXO. SUPINAÇÃO: É O MOVIMENTO DE ROTAÇÃO DA MÃO PARA A POSIÇÃO ANATÔMICA (A PALMA PARA CIMA EM POSIÇÃO SUPINA OU PARA FRENTE NA POSIÇÃO ORTOSTÁTICA). PRONAÇÃO: É UMA ROTAÇÃO DA MÃO EM DIREÇÃO OPOSTA À POSIÇÃO ANATÔMICA (PALMA VOLTADA PARA BAIXO OU PARA TRÁS). EVERSÃO: É O MOVIMENTO DO PÉ PARA FORA (LATERAL), NA ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO. INVERSÃO: É O MOVIMENTO PARA DENTRO (MEDIAL), SEM ROTAÇÃO DA PERNA.
  • 13. VALGO: PARTE DO CORPO PARA FORA OU DISTANCIADO DA LINHA MÉDIA DO CORPO. VALGO ÀS VEZES É UTILIZADO PARA DESCREVER A EVERSÃO NA ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO. VARO: SIGNIFICA JOELHO TRAVADO E DESCREVE A CURVATURA DA PARTE DO CORPO PARA DENTRO OU DIREÇÃO DA LINHA MÉDIA . É UTILIZADO ÁS VEZES PARA DESCREVER A INVERSÃO NA ARTICULAÇÃO DO CALCANHAR. OBS: OS TERMOS VALGO E VARO SÃO TAMBÉM UTILIZADO PARA DESCREVER A PERDA DE ALINHAMENTO DOS FRAGMENTOS ÓSSEO (TERMOS DE FRATURA). DORSIFLEXÃO (FLEXÃO PLANTAR DO PÉ): MOVER OS PÉS PARA CIMA. FLEXÃO PLANTAR DOS PÉS: MOVER OS PÉS PARA BAIXO FLEXÃO: AO FLETIR OU DOBRAR UMA ARTICULAÇÃO O ÂNGULO ENTRE AS PARTES É DIMINUÍDO. EXTENÇÃO: AO ESTENDER OU RETIFICAR UMA ARTICULAÇÃO O ÂNGULO ENTRE AS PARTE É AUMENTADO
  • 14. HIPEREXTENÇÃO: EXTENSÃO DE UMA ARTICULAÇÃO ALÉM DA POSIÇÃO NEUTRA OU ERETA. FLEXÃO: AO FLETIR OU DOBRAR UMA ARTICULAÇÃO O ÂNGULO ENTRE AS PARTES É DIMINUÍDO PLANO DA BASE DA CABEÇA: ESSE PLANO TRANSVERSO PRECISO É FORMADO PELA CONEXÃO DE LINHAS DAS MARGENS SUPERIORES DO MEATO ACÚSTICO EXTERNO (MAE) ABERTURA EXTERNA DA ORELHA. ALGUMAS VEZES É CHAMADO DE PLANO HORIZONTAL DE FRANKFORT, COMO USADO EM ORTONDONTIA EM TOPOGRAFIA CRANIANA, PARA MEDIR E LOCALIZAR PONTOS OU ESTRUTURAS CRANIANAS ESPECÍFICAS. POSTERIOR OU DORSAL: REFERE-SE A METADE DORSAL DO PACIENTE OU ÀQUELA PARTE DO CORPO OBSERVADA QUANDO O PACIENTE ESTÁ DE COSTA, OU DEITADO COM AS COSTAS NA MESA. ANTERIOR OU VENTRAL: REFERE-SE À METADE FRONTAL DO PACIENTE OU AQUELA PARTE DO CORPO OBSERVADA QUANDO VEMOS UMA PESSOA DE FRENTE OU DEITADO COM O VENTRE NA MESA. DORSAL VENTRAL
  • 15. ANATOMIA ESQUELÉTICA • COMO GRANDE PARTE DA RADIOGRAFIA PARA DIAGNÓSTICO ENVOLVE O EXAME DE OSSOS E ARTICULAÇÕES, A OSTEOLOGIA (ESTUDO DOS OSSOS) E A ARTROLOGIA (ESTUDO DAS ARTICULAÇÕES) SÃO ASSUNTOS IMPORTANTES PARA O TÉCNICO / RADIOLOGISTA. • NA OSTEOLOGIA: O ESQUELETO DO ADULTO É FORMADO POR 206 OSSOS DISTINTOS, QUE COMPÕEM A ESTRUTURA DE TODO O ORGANISMO, QUE DETERMINADAS CARTILAGENS, COMO AS ENCONTRADAS NAS EXTREMIDADES, DOS OSSOS LONGOS, TAMBÉM SÃO INCLUÍDAS COMO PARTE DO ESQUELETO. • ESSES OSSOS E CARTILAGENS SÃO UNIDOS POR LIGAMENTOS E OFERECEM SUPERFÍCIES DE FIXAÇÃO AOS MÚSCULOS, COMO OS MÚSCULOS E OSSOS PRECISAM COMBINAR-SE PARA PERMITIR O MOVIMENTO CORPORAL, ESSES DOIS SISTEMAS SÃO ÀS VEZES DESIGNADOS COLETIVAMENTE COMO SISTEMA LOCOMOTOR. • O ESQUELETO ADULTO HUMANO É DIVIDIDO EM ESQUELETO AXIAL E ESQUELETO APENDICULAR. • ESQUELETO AXIAL: INCLUI TODOS OS OSSOS LOCALIZADOS NO EIXO CENTRAL DO CORPO OU PRÓXIMO A ESTE. O ESQUELETO AXIAL DO ADULTO CONSISTE EM 80 OSSOS E INCLUI CRÂNIO, COLUNA VERTEBRAL, COSTELAS E ESTERNO.
  • 16. ANATOMIA ESQUELÉTICA • ESQUELETO APENDICULAR: A SEGUNDA DIVISÃO DO ESQUELETO É A PORÇÃO APENDICULAR. ESSA DIVISÃO É COMPOSTA POR TODOS OS OSSOS DOS MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES (EXTREMIDADES) E AS CINTURAS ESCAPULAR E PÉLVICA (126 OSSOS SEPARADOS). ESQUELETO AXIAL ESQUELETO APENDICULAR
  • 17. ANATOMIA ESQUELÉTICA • ARTROLOGIA: É O ESTUDO DAS ARTICULAÇÕES, MAS...O QUE SÃO ARTICULAÇÕES? ARTICULAÇÃO É O CONTATO DE DOIS OU MAIS OSSOS E, NA MAIORIA DAS VEZES, ESSE ENCONTRO DE OSSOS PRODUZ MOVIMENTOS. • FIBROSA: ESSAS ARTICULAÇÕES NÃO PRODUZEM NENHUM TIPO DE MOVIMENTO, SÃO ARTICULÇAÕES IMÓVEIS, OS TRÊS TIPOS DE ARTICULAÇÕES FIBROSAS SÃO. • SINDESMOSES: SÃO ARTICULAÇÕES TIBIOFIBULAR DISTAL É A ÚNICAR ARTICULAÇÃO DO CORPO QUE SÃO LIGEIRAMNETE MÓVEL, ENTRE A TIBIA DISTAL E A FÍBULAR. • SUTURAS: SÃO ARTICULAÇÕES ENCONTRADAS NOS OSSOS DO CRÂNIO E MANTÊM CONTATOS ENTRE AS PARTES POR MEIOS DE LIMITES, E SÃO ARTICULAÇÕES IMÓVEIS EM ADULTOS E MUITO LIMITADOS ÀS CRIANÇAS. • GONFOSES: A GONFOSE É UM TERCEIRO TIPO DE ARTICULAÇÃO PARTICULAR, EM QUE O PROCESSO CÔNICO É INSERIDO EM UM ENCAIXE ÓSSEOS,TAL ARTICULAÇÃO OU UNIÃO FIBROSA OCRRE ENTRE AS RAIZES DOS DENTES E OS ALVÉOLOS DA MANDIBULAR E DA MAXILA, PERMITINDO MOVIMENTOS MUITO LIMITADOS.
  • 18. ANATOMIA ESQUELÉTICA • ARTICULÇÕES CARTILAGINOSAS: ASSIM COMO AS FIBROSAS TEM UMA CAVIDADE E UNI FIRMAMENTE, AS ARTICULAÇÕES DOS OSSOS POR MEIO DE UMA CARTILAGEM, ASSIM PERMITE UMA MOVIMENTAÇÃO DISCRENTA OU SÃO IMÓVEIS, E SÃO DOIS TIPOS DE ARTIC. CARTILAGINOSAS. • SINFISES: O PRINCIPAL ASPECTO DESSA ARTICULAÇÃO É A PRESENÇA DE UM DISCO LARGO E PALNO, CONSTITUIDO DE FIBROCARTILAGEM E ESTÁ ENTRE DUAS SUPERFÍCIES ÓSSEAS CONTIGUAS, ESSES DISCO FORMAM UM TIPO DE ALMOFADAS. • SINCONDROSES: É ARTICULAÇÃO QUE SURGE TEMPORARIAMENTE NO ORGANISMO, NO QUAL A CARTILAGEM (HIALINA) É CONVERTIDA EM OSSO NA IDADE ADULTA E SÃO CONSIDERADAS ARTICULAÇÕES DE CRECIMENTOS. SÍNFISE PÚBICA
  • 19. ANATOMIA ESQUELÉTICA • ARTICULAÇOES SINOVIAS: AS ARTICULAÇÕES SINOVIAIS INCLUEM A MAIORIA DAS ARTICULAÇÕES DO CORPO. • AS SUPERFÍCIES ÓSSEAS SÃO RECOBERTAS POR CARTILAGEM ARTICULAR E UNIDAS POR LIGAMENTOS REVESTIDOS POR MEMBRANA SINOVIAL. • A ARTICULAÇÃO PODE SER DIVIDIDA COMPLETAMENTE OU INCOMPLETAMENTE POR UM DISCO OU MENISCO ARTICULAR. OBS: HÁ SEIS TIPO DE ARTICULAÇÕES SINOVIAS, QUAIS SÃO ELAS ?
  • 21. ESQUELETO APENDICULAR: CRÂNIO, COLUNA VERTEBRAL, TORAX, E OSSO ESTERNO • O CRÂNIO HUMANO: ALÉM DE PROTEGER O CÉREBRO, FORMA A FACE, SENDO FORMADO POR 22 OSSOS SEPARADOS, O QUE PERMITE SEU CRESCIMENTO E A MANUTENÇÃO DA SUA FORMA. ELE PODE SER DIVIDIDO EM DUAS PARTES: NEUROCRÂNIO E VICEROCRÂNIO. • NEUROCRÂNIO: FORMADO PELOS OSSOS QUE ESTÃO EM TORNO DO SISTEMA NERVOSO, SERVINDO COMO PROTEÇÃO. • VICEROCRÂNIO: CONSTITUÍDO PELOS OSSOS QUE FORMAM A FACE. • AS ARTICULAÇÕES DO CRÂNIO HUMANO, EXCETO PELA MANDÍBULA, SÃO DO TIPO DE SUTURAS (IMÓVEIS). APESAR DE IMÓVEIS, ESTAS SUTURAS POSSUEM FIBRAS QUE PERMITEM ALGUMA FLEXIBILIDADE. • DURANTE O CRESCIMENTO, ANTES DE SE UNIREM, ESTES OSSOS SÃO LIGADOS POR TECIDO CARTILAGINOSO. NOS BEBÊS É GRANDE ESTE ESPAÇO ENTRE AS PEÇAS DO CRÂNIO, POR ISSO É CHAMADO DE “FONTANELA” OU “MOLEIRA”. • OITO OSSOS QUE FORMAM O NEUROCRÂNIO (CAIXA CRANIANA), QUE CIRCUNDA O TRONCO CEREBRAL E O CÉREBRO. CATORZE OSSOS FORMAM O VICEROCRÂNIO, QUE COMPOEN OS OSSOS QUE DÃO APOIO AO ROSTO. • ALÉM DESTES, HÁ DENTRO DOS OSSOS TEMPORAIS SEIS OSSÍCULOS AUDITIVOS DO OUVIDO MÉDIO (3 DE CADA LADO).
  • 22. A MAIORIA DOS OSSOS CRANIANOS FORMA PARES, UM DO LADO DIREITO E O OUTRO DO LADO ESQUERDO. PARA TORNAR O CRÂNIO MAIS FORTE, ALGUNS DESSES PARES FUNDIRAM NUM OSSO ÚNICO. O NEUROCRÂNIO: É FORMADO POR OITO OSSOS DIFERENTES, QUE APENAS FORMAM AS SUTURAS ÓSSEAS A PARTIR DOS 2 OU 3 ANOS DE VIDA O FRONTAL: É UM OSSO ÍMPAR, QUE CONSTITUI A PARTE ANTERIOR E SUPERIOR DO CRÂNIO, EMBORA A SUA PARTE INFERIOR PERTENÇA À FORMAÇÃO DA BASE. OS DOIS PARIETAIS, UM DE CADA LADO, TÊM UMA FORMA QUADRANGULAR E CONSTITUEM AS PAREDES LATERAIS SUPERIORES DO CRÂNIO. OS DOIS TEMPORAIS, IGUALMENTE NOS DOIS LADOS, FORMAM AS PAREDES LATERAIS INFERIORES DO CRÂNIO. O OCCIPITAL: É UM OSSO ÍMPAR, O QUAL SE ENCONTRA SITUADO NA PARTE POSTERIOR DO CRÂNIO, FORMANDO PARTE DA SUA BASE E POSSUINDO NO CENTRO UM GRANDE ORIFÍCIO, DENOMINADO FORAME MAGNO, ARTICULA-SE COM A PRIMEIRA VÉRTEBRA CERVICAL (ATLAS), ATRAVÉS DO QUAL PASSA A MEDULA ESPINHAL
  • 23. PLANO SUPERIOR - SECÇÃO TRANSVERSAL OSSO FRONTAL OSSO ETMOIDE OSSO ESFENÓIDE OSSO PARIETAL OSSO TEMPORAL OSSO OCCIPITAL
  • 24. PLANO INFERIOR OSSO MAXILA (2) OSSO ZIGOMÁTICO (2) OSSO ESFENOIDE (2) OSSO VÔMER (1) OSSO TEMPORAL (2) OSSO PARIETAL (2) OSSO PALATINO (2) OSSO OCCIPITAL (1) FORAME MAGNO
  • 25.
  • 26.
  • 27. ADULTO : BREGMA PTÉRIO DIREITO PTÉRIO ESQUERDO ASTÉRIO DIREITO ASTÉRIO ESQUERDO
  • 28. CRIANÇA: 1.FONTANELA ANTERIOR 2. FONTANELA POSTERIOR 3. FONTANELA ESFENÓIDE DIREITA 4. FONTANELA ESFENÓIDE ESQUERDA 5. FONTANELA MASTÓIDE DIREITA 6. FONTANELA MASTÓIDE ESQUERDA
  • 29. OS OLHOS: AS JUNÇÕES DAS PÁLPEBRAS SUPERIORES E INFERIORES SÃO DENOMINADAS CANTOS. ASSIM, O CANTO INTERNO É O LUGAR ONDE AS PÁLPEBRAS ENCONTRAM O NARIZ. A JUNÇÃO MAIS LATERAL DAS PÁLPEBRAS É DENOMINADA CANTO EXTERNO. ORELHA: QUE PODEM SER USADAS COMO MARCOS DE POSICIONAMENTO SÃO A AURÍCULA OU PAVILHÃO AUDITIVO (PORÇÃO EXTERNA DA ORELHA), A AMPLA BORDA DA ORELHA, FEITA DE CARTILAGEM, E O TRAGO, A PEQUENA BORDA CARTILAGINOSA QUE COBRE A ABERTURA DA ORELHA. MARCOS: NAS VISTAS ANTERIOR E LATERAL A CRISTA SUPERCILIAR (ARCO) É A CRISTA OU ARCO ÓSSEO SOBRE A FRONTE DIRETAMENTE ACIMA DE CADA OLHO. LIGEIRAMENTE ACIMA DESSA CRISTA ESTÁ UM DISCRETO SULCO OU DEPRESSÃO, DENOMINADO SULCO SUPRA-ORBITÁRIO, OU OSSOS.
  • 30.
  • 31. INCIDÊNCIA DE CRÂNIO AP / FRENTE / PA ROTINA DE CRÂNIO INDICADA PARA PESQUISA DE FRATURA, TUMOR E CORPO ESTRANHO, FILME 24X30CM, SENTIDO LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA OU DA ESTATIVA. POSIÇÃO: DECÚBITO DORSAL (DD) / DECÚBITO VENTRAL (DV) / ORTOSTÁTICO (ORTO EM PÉ) RC: PERPENDICULAR EM RELAÇÃO À GLABELA, DFF 100cm, RESPIRAÇÃO EM APNEIA, (PMS) PERPENDICULAR, (LOM) PERPENDICULAR, MA -100, KV - 70 A 80, MAS – 30 A 50.
  • 32. INCIDÊNCIA CRÂNIO PERFIL OU LATERAL • INDICADA PARA PESQUISA DE FRATURA, TUMOR OU CORPO ESTRANHO, FILME 20X30 cm, SENTIODO TRANVERSAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA OU DA ESTATIVA, POSIÇÃO DV OU ORTOSTÁTICO. PMS – PERPENDICULAR, LIOM – PERPENDICULAR. • RC: PERPENDICUCULAR AO FILME E ORIENTADO PARA TIO ( TOPO DA INSERÇÃO DA ORELHA), 2 cm ACIMA E ADIANTE DO MAE. DFF 100 cm , RESPIRAÇÃO APNEIA. • MA – 100 OU 200, KV - 70 A 80, MAS – 30 A 50.
  • 33. ALÉM DOS OITO OSSOS CRANIANOS: HÁ 14 OSSOS FACIAIS FORMANDO O CRÂNIO, OU ESQUELETO ÓSSEO, DA CABEÇA. LEMBRE-SE DE QUE O CRÂNIO INCLUI A ESTRUTURA ÓSSEA TOTAL DA CABEÇA, QUE ABRANGE TANTO OS OSSOS CRANIANOS QUANTO OS FACIAIS. OS OSSOS CRANIANOS SÃO NOVAMENTE IDENTIFICADOS NESSES DESENHOS PARA MOSTRAR AS RELAÇÕES ANATÔMICAS DA ESTRUTURA TOTAL DO CRÂNIO. OSSOS DA FACE: 2 MAXILAS (MAXILAR SUPERIOR), OU OSSOS MAXILARES , 2 ZIGOMA OU OSSOS ZIGOMÁTICOS, 2 OSSOS LACRIMAIS, 2 OSSOS NASAIS, 2 CONCHAS NASAIS INFERIORES 2 OSSOS PALATINOS, 1-VÔMER (NÃO SÃO VISÍVEIS EM DESENHOS EXTERNOS DO ESQUELETO), 1-MANDÍBULA (MAXILAR INFERIOR) 14-TOTAL OSSOS MAXILARES DIREITO E ESQUERDOS: O PRIMEIRO PAR DE OSSOSFACIAIS A SER ESTUDADO SÃO AS DUAS MAXILAS, OU OSSOS MAXILARES, QUE SÃO 0S MAIORES OSSOS IMÓVEIS DA FACE. O ÚNICO 0SS0 FACIAL MAIOR DO QUE A MAXILA É O MAXILAR INFERIOR, OU MANDÍBULA, QUE É MÓVEL.
  • 34.
  • 35. MANDÍBULA: O ÚLTIMO E MAIOR DOS OSSOS FACIAIS É O MAXILAR INFERIOR, OU MANDÍBULA. ELE É O ÚNICO OSSO MÓVEL DO CRÂNIO ADULTO. ESSE GRANDE OSSO FACIAL, QUE É UM OSSO ÚNICO NO ADULTO, NA REALIDADE SE ORIGINA DE DOIS OSSOS SEPARADOS. OS DOIS OSSOS SE UNEM NO LACTENTE PARA SE TORNAREM UM OSSO POR VOLTA DE 1 ANO DE IDADE. VISTA LATERAL: O ÂNGULO (GÔNIO) DA MANDÍBULA DIVIDE CADA METADE DA MANDÍBULA EM DUAS PARTES PRINCIPAIS. A ÁREA ANTERIOR AO ÂNGULO É CHAMADA DE CORPO DA MANDÍBULA, ENQUANTO A ÁREA SUPERIOR A CADA ÂNGULO É CHAMADA DE RAMO. COMO A MANDÍBULA É UM OSSO ÍMPAR, O CORPO NA REALIDADE SE ESTENDE DO ÂNGULO ESQUERDO AO ÂNGULO DIREITO. RAMOS: A PORÇÃO SUPERIOR DE CADA RAMO TERMINA EM UMA INCISURA EM FORMA DE U DENOMINADA INCISURA MANDIBULAR. EM CADA EXTREMIDADE DA INCISURA MANDIBULAR ENCONTRA- SE UM PROCESSO. O PROCESSO NA EXTREMIDADE ANTERIOR DA INCISURA MANDIBULAR É CHAMADO DE PROCESSO CORONÓIDE. O PROCESSO CORONÓIDE NÃO SE ARTICULA COM OUTROS OSSOS E NÃO PODE SER PALPADO FACILMENTE PORQUE SE ENCONTRA LOGO ABAIXO DO ARCO ZIGOMÁTICO. ELE SERVE COMO UM SÍTIO PARA FIXAÇÃO MUSCULAR.
  • 36. INCIDÊNCIA: SUBMENTOVÉRTICE A FORMA DE FERRADURA DA MANDÍBULA É BEM VISUALIZADA EM UMA INCIDÊNCIA SUBMENTOVÉRTICE (SMV) (FIG. 12.15). OBSERVE QUE A MANDÍBULA É UMA ESTRUTURA BASTANTE DELGADA, O QUE EXPLICA POR QUE ELA É SUSCETÍVEL A FRATURAS. A ÁREA DO QUEIXO, OU MENTO, É BEM MOSTRADA, ASSIM COMO O CORPO E OS RAMOS DA MANDÍBULA. AS POSIÇÕES RELATIVAS DO RAMO SUPERIOR E OS SEUS PROCESSO CORONÓIDE E CÔNDILO ASSOCIADOS TAMBÉM SÃO MOSTRADOS COM ESSA INCIDÊNCIA. OBSERVE QUE OS CÔNDILOS SE PROJETAM PARA DENTRO, E OS PROCESSOS CORONÓIDES, UM POUCO PARA FORA NESSA VISTA, COMO É MOSTRADO EM RADIOGRAFIAS DESSA INCIDÊNCIA.
  • 37.
  • 38. INCIDÊNCIA PA OU AP DA MANDIBULA • INDICADA PARA PESQUISA DE FRATURA E CONTROLE PÓS-CIRÚRGICO NA MANDIDIBULA; FILME: 18X24 cm, SENTIDO LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA; POSIÇÃO DV / DD; RC: PERPENDICULAR, ORIENTADO PARA A REGIÃO ENTRE OS DOIS LÁBIOS, NO MEIO DA BOCA. • DFF: 100 cm, RESPIRAÇÃO: APNEIA; FATORES TÉCNICOS: MAS – 200 A 300, KV – 70 A 80, MA – 20 A 30.
  • 39. INCIDÊNCIA AXIAL LATERAL OU PERFIL MANDÍBULAR • INDICADA PARA PESQUISA DDE FRATURA E CONTROLE PÓS-CIRRÚGICO NA MANDÍBULAR; FILME: 18X24 cm; SENTIDO TRANSVERSAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA; POSIÇÃO: DV / ORTO. • RC: PERPENDICULAR AO RAMO DA MANDIBULAR OU ANGULAR 30º NO SENTIDO CRANIAL; DFF: 100 cm; RESPIRAÇÃO APNEIA; FATORES TÉCNICOS: MA – 100 A 200, KV – 70 A 80, MAS – 20 A 30.
  • 40. INCIÊNCIA OSSOS DA FACE – MÉTODO WATERS (MENTO-NASO) • INDICADA PARA PESQUISA DE FRATURA DOS OSSOS DA FACE, FILME 18X24cm, SENTIDO TRANVESAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA OU DA ESTATIVA, POSIÇÃO DV / ORTO. PMS PERPENDICULAR, LMM PERPENDICULAR. • RC: PERPENDICULAR, SAINDO NO ACÂNTIO E ORIENTADO PELO PONTO EXATO ENTRE O OSSO FRONTAL E OS OSSOS PARIENTAIS, DFF 100 cm, RESPIRAÇÃO APNEIA. • MA – 200 OU 300, KV - 70 A 80, MAS – 25 A 30.
  • 41. INCIDÊNCIA EM PA AXIAL: OSSOS DA FACE-- MÉTODO DE CALDWELL • PATOLOGIA DEMONSTRADA: FRATURAS E PROCESSOS NEOPLÁSICOS / INFLAMATÓRIOS DOS OSSOS DA FACE • POSIÇÃO DO PACIENTE: TIRE TODO METAL, PLÁSTICO E OUTROS OBJETOS REMOVÍVEIS DA CABEÇA. A POSIÇÃO DO PACIENTE É DE PÉ OU EM DECÚBITO VENTRAL (A POSIÇÃO DE PÉ É PREFERIDA, SE A CONDIÇÃO DO PACIENTE O PERMITIR). • POSIÇÃO DA PARTE: REPOUSE O NARIZ E A TESTA DO PACIENTE CONTRA O TOPO DA MESA. RETRAIA O QUEIXO, COLOCANDO A LOM PERPENDICULAR AO FILME. ALINHE O PLANO MEDIOSSAGITAL PERPENDICULAR À LINHA MÉDIA DA GRADE OU SUPERFÍCIE DA MESA/BUCKY. ASSEGURE-SE DE QUE NÃO HAJA ROTAÇÃO OU INCLINAÇÃO DA CABEÇA.
  • 42. INCIDÊNCIA LATERAL OU PERFIL DE FACE • PATOLOGIA DEMONSTRADA: FRATURAS E PROCESSOS NEOPLÁSICOS/INFLAMATÓRIOS DOS OSSOS FACIAIS, ÓRBITAS E MANDÍBULA SÃO MOSTRADOS. A ROTINA PARA OSSOS DA FACE. • POSIÇÃO DA PARTE REPOUSE O ASPECTO LATERAL DA CABEÇA CONTRA A SUPERFÍCIE DA MESA OU DO BUCKY VERTICAL, COM O LADO DE INTERESSE MAIS PRÓXIMO AO FILME. AJUSTE A CABEÇA EM UMA POSIÇÃO LATERAL VERDADEIRA E O CORPO EM POSIÇÃO OBLÍQUA DA FORMA QUE FOR NECESSÁRIA PARA O CONFORTO DO PACIENTE.
  • 43. OSSOS DA FACE - LATERAL (FIGS. 12.28 E 12.29) A. ARCO ZIGOMÁTICO B. OSSO ZIGOMÁTICO DIREITO C OSSO NASAL DIREITO D. PROCESSO FRONTAL DA MAXILA DIREITA E. ESPINHA NASAL ANTERIOR F. PROCESSO ALVEOLAR DA MAXILA G. PROCESSO ALVEOLAR DA MANDÍBULA H. MENTO OU PROTUBERÂNCIA MENTONIANA I. FORAME MENTONIANO . J. CORPO DA MANDÍBULA K. ÂNGULO (GÔNIO) L. RAMO DA MANDÍBULA M. PROCESSO CORONÓIDE N. INCISURA MANDIBULAR O. COLO DO CÔNDILO MANDIBULAR P. CÔNDILO OU CABEÇA DA MANDÍBULA Q. MEATO ACÚSTICO EXTERNO (MAE) R. FOSSA TEMPOROMANDIBULAR DO OSSO TEMPORAL S. ASAS MAIORES DO ESFENÓIDE T. ASAS MENORES DO ESFENÓIDE CORN OS PROCESSOS CLINÓIDES ANTERIORES U. SEIOS ETMOIDAIS ENTRE AS ÓRBITAS V. CORPO DA MAXILA CONTENDO OS SEIOS MAXILARES
  • 44. OSS0S FACIAIS - PARIETOACANTIAL (WATERS)- (FIGS. 1 2.30 E 1 2.3 1 ) A FOTOGRAFIA (FIG. 12.30) E A RADIOGRAFIA (FIG. 12.31) REPRESENTAM O CRÂNIO EM UMA INCIDÊNCIA PARIETOACANTIAL (POSIÇÃO DE WATERS), COM A CABEÇA INCLINADA PARA TRÁS. ESSA É UMA DAS INCIDÊNCIAS MAIS CORNUNS PARA VISUALIZAR OS OSSOS FACIAIS, COMO SE SEGUE: A. PROEMINÊNCIA.ZIGOMÁTICA B. CORPO DA MAXILA (CONTÉM OS SEIOS MAXILARES) C SEPTO NASAL ÓSSEO (PLACA PERPENDICULAR DO ETMÓIDE E DO OSSO VÔMER) D. ESPINHA NASAL ANTERIOR E. ARCO ZIGOMÁTICO F. PROCESSO CORONÓIDE (APENAS FIG. 12.30) G. CÔNDILO (CABEÇA) H. PROCESSO MASTÓIDE DO OSSO TEMPORAL I. ÂNGULO DA MANDÍBULA J. FORAME MAGNO (FIG. 1 2.3 1, QUE MOSTRA O DENTE OU PROCESSO ODONTÓIDE DENTRO DO FORAME MAGNO)
  • 46. A COLUNA VERTEBRAL: É CHAMADA DE COLUNA ESPINHAL, É UMA COMPLEXA E SUCESSÃO DE MUITOS OSSOS CHAMADOS DE VÉRTEBRAS (SINGULAR VÉRTEBRA). ELA GARANTE UMA COLUNA DE SUSTENTAÇÃO FLEXÍVEL PARA O TRONCO E A CABEÇA E TAMBÉM TRANSMITE O PESO DO TRONCO E DA PARTE SUPERIOR DO CORPO AOS MEMBROS INFERIORES. CANAL MEDULAR: O CANAL MEDULAR, QUE SEGUE AS VÁRIAS CURVAS DA COLUNA ESPINHAL, INICIA-SE NA BASE DO CRÂNIO E ESTENDE-SE DISTALMENTE ATÉ O SACRO. ESSE CANAL CONTÉM A MEDULA ESPINHAL E É PREENCHIDO POR LÍQUIDO CEREBROESPINHAL. MEDULA ESPINHAL: A MEDULA ESPINHAL, QUE ESTÁ INCLUSA E PROTEGIDA PELO CANAL MEDULAR, INICIA-SE NA MEDULA OBLONGA (BULBO) DO CÉREBRO. ELA PASSA PELO FORAME MAGNO DO CRÂNIO E CONTINUA DESCENDO ATRAVÉS DA PRIMEIRA VÉRTEBRA CERVICA I ATÉ A BORDA INFERIOR DA PRIMEIRA VÉRTEBRA LOMBAR, ONDE SE AFILA ATÉ UM PONTO CHAMADO DE CONE MEDULAR.
  • 47. A COLUNA VERTEBRAL: É COMPOSTA DE UMA SÉRIE DE CURVAS ÂNTERO-POSTERIORES (FIG. 8.2). OS TERMOS CÔNCAVA (UMA SUPERFÍCIE INTERNA CIRCULAR OU DEPRIMIDA COMO URNA "CRATERA") E CONVEXA (UMA SUPERFÍCIE ELEVADA OU EXTERNA CIRCULAR) SÃO USADOS PARA DESCREVER ESSAS CURVAS. CIFOSE: QUE SIGNIFICA UMA CORCUNDA, DESCREVE UMA CURVATURA TORÁCICA QUE POSSUI CORCOVA ANORMAL OU EXAGERADA COM CONVEXIDADE AUMENTADA. TERMO LORDOSE: QUE SIGNIFICA ARQUEADO PARA TRÁS, DESCREVE A CONCAVIDADE ANTERIOR NORMAL DA COLUNA VERTEBRAL LOMBAR E CERVICAL COMO DESCRITO ACIMA, MAS TAMBÉM DESCREVE A CURVATURA COM "DESVIO PARA TRÁS" ANORMALMENTE AUMENTADO ENVOLVENDO A COLUNA VERTEBRAL LOMBAR.
  • 48. ESCOLLOSE: SE A COLUNA VERTEBRAL É VISTA DA PERSPECTIVA POSTERIOR PARA A ANTERIOR (FIG. 8.4), A COLUNA VERTEBRAL USUALMENTE É QUASE RETA, COM PEQUENA CURVATURA LATERAL. OCASIONALMENTE, UMA LEVE CURVATURA LATERAL OCORRE NA REGIÃO TORÁCICA SUPERIOR DE UM ADULTO SAUDÁVEL.
  • 49. EXISTEM CINCO CAUSAS DE ESPONDILOLISTESE: ISTÍMICA » FRATURA POR STRESS DO PARS ARTICULAR VERTEBRAL OCORRENDO MAIS COMUMENTE ENTRE A IDADE DE 5 E 8 ANOS E TAMBÉM É UM IMPORTANTE DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL ENTRE ATLETAS COM QUEIXA DE DOR LOMBAR. DEGENERATIVO » NESSE CASO O ESCORREGAMENTO OCORRE POR UMA ALTERAÇÃO DEGENERATIVA DAS FACETAS ARTICULARES QUE EVOLUEM COM UMA FROUXIDÃO E PERDA DA SUSTENTAÇÃO DO ALINAHMENTO VERTEBRAL. CONGÊNITA » ALTERAÇÕES IMPORTANTE NA COLUNA VERTEBRAL PROPICIANDO O ESCORREGAMENTO VERTEBRAL. TUMOR E INFECÇÕES » CAUSANDO DESTRUIÇÃO EM ALGUMA ESTRUTURA DA COLUNA VERTEBRAL PROPICIANDO O ESCORREGAMENTO.
  • 50.
  • 51. AS VÉRTEBRAS: CERVICAIS MOSTRAM PEQUENA SEMELHANÇA TANTO COM AS VÉRTEBRAS LOMBARES QUANTO COM AS TORÁCICAS, QUE SÃO MAIS TÍPICAS EM SUA APARÊNCIA. ENQUANTO A MAIORIA DAS PARTES QUE FORMAM A VÉRTEBRA TÍPICA ESTÁ PRESENTE, VÁRIAS VÉRTEBRAS CERVICAIS TÊM CARACTERÍSTICAS SINGULARES TAIS COMO FORAME TRANSVERSO, PROCESSO ESPINHOSO BÍFIDO NA EXTREMIDADE E CORPOS VERTEBRAIS SOBREPOSTOS. PERSPECTIVA SUPERIOR: A FIG. 8.12 MOSTRA UMA TÍPICA VÉRTEBRA CERVICAL (O A C6) COMO VISTA DE CIMA. OS PROCESSOS TRANSVERSOS SÃO BEM MENORES E ORIGINAM-SE TANTO DO PEDÍCULO QUANTO DO CORPO, EM VEZ DE ORIGINAREM-SE DA JUNÇÃO DO PEDÍCULO COM A LÂMINA. A ABERTURA EM CADA PROCESSO TRANSVERSO É CHAMADA DE FORAME TRANSVERSO. PERSPECTIVA LATERAL: (FIG. 8.13): QUANDO VISUALIZADOS A PARTIR DA PERSPECTIVA LATERAL, OS CORPOS VERTEBRAIS CERVICAIS TÍPICOS (O ATÉ C7) SÃO PEQUENOS E DE FORMATO OBLONGO, COM A BORDA ANTERIOR LIGEIRAMENTE MAIS INFERIOR, O QUE CAUSA LEVE SOBREPOSIÇÃO DOS CORPOS VERTEBRAIS.
  • 52. O FORAME INTERVERTEBRAL: PODE SER IDENTIFICADO PELOS PEDÍCULOS, QUE FORMAM OS LIMITES SUPERIOR E INFERIOR DESSES FORAMES, COMO MOSTRADO NAS FIGS. 8.12 E 8.14. OS FORAMES INTERVERTEBRAIS ESTÃO SITUADOS EM UM ÂNGULO DE 45° EM RELAÇÃO AO PLANO MEDIOSSAGITAL, ABERTOS ANTERIORMENTE COMO MOSTRADO NAS ILUSTRAÇÕES. ELES ESTÃO TAMBÉM DIRECIONADOS INFERIORMENTE EM UM ÂNGULO DE 15° DEVIDO AO FORMATO E À SOBREPOSIÇÃO DAS VÉRTEBRAS CERVICAIS.
  • 53. INCIDÊNCIA COLUNA CERVICAL AP AXIAL • INDICADA NA PESQUISA DE FRATURA, LUXAÇÃO, FILME 18X24cm, SENTIDO LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA OU DA ESTATIVA. • POSIÇÃO: ORTO / DD DE FORMA QUE A LINHA ENTRE O OSSO OCCIPITAL E O PONTO MENTONIANO ESTEJA PERPENDICULAR AO PLANO DA MESA. • RC: ÂNGULO 10 A 20º CRANIALMENTE ENTRADA PRÓXIMO À TIREOIDE (C-4), DFF 100 cm. • RESPIRAÇÃO: APNEIA, FATORES TEC. MA – 100 A 200, KV – 60 A 70, MAS – 10 A 15.
  • 54. INCIDÊNCIA COLUNA CERVICAL PERFIL OU LATERAL • INDICADA NA PESQUISA DE FRATURAS, LUXAÇÃO E DOENÇAS. FILME 18X24 OU 24 X 30 cm, SENTIDO LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA ESTATIVA. • POSIÇÃO: ORTO LATERAL PRÓXIMO À ESTATIVA, PMC: (PLANO MEDIOCORONAL) PARALELO, DIRECIONADO PARA TIRREOIDE, RC: PERPENDICULAR AO FILME, RESPIRAÇÃO: APNEIA, FATORES TÉCNICOS: MA – 100 OU 200, KV – 70 A 80, MAS – 10 A 15.
  • 55.
  • 56. CARACTERÍSTICAS DAS VÉRTEBRAS TORÁCICAS: UMA VISÃO GLOBAL DAS DOZE VÉRTEBRAS TORÁCICAS REVELA DIFERENÇAS PROGRESSIVAS MARCANTES NO TAMANHO E NA APARÊNCIA DAS VÉRTEBRAS SUPERIORES SE COMPARADAS COM AS INFERIORES, COMO DEMONSTRADO NA FIG. 8.19. T5, T6, T7 E T8 SÃO CONSIDERADAS VÉRTEBRAS TORÁCICAS TÍPICAS. AS QUATRO VÉRTEBRAS TORÁCICAS SUPERIORES SÃO MENORES E COMPARTILHAM CARACTERÍSTICAS DAS VÉRTEBRAS CERVICAIS. AS QUATRO VÉRTEBRAS TORÁCICAS INFERIORES SÃO MAIORES E COMPARTILHAM CARACTERÍSTICAS COM AS VÉRTEBRAS LOMBARES.
  • 57. ARTICULAÇÕES DAS COSTELAS: UM IMPORTANTE ASPECTO QUE DIFERENCIA TODAS AS VÉRTEBRAS TORÁCICAS SÃO SUAS FACETAS PARA ARTICULAÇÕES COM AS COSTELAS. CADA UMA DAS 12 VÉRTEBRAS TORÁCICAS ESTÁ INTIMAMENTE ASSOCIADA COM UM PAR DE COSTEIAS. NOTE NA FIG. 8.20 QUE DUAS VÉRTEBRAS LOMBARES, L 1 E L2, NÃO MOSTRAM FACETAS PARA ARTICULAÇÕES COM COSTELAS. ARTICULAÇÕES: DAS COSTELAS UM IMPORTANTE ASPECTO QUE DIFERENCIA TODAS AS VÉRTEBRAS TORÁCICAS SÃO SUAS FACETAS PARA ARTICULAÇÕES COM AS COSTELAS. CADA UMA DAS 12 VÉRTEBRAS TORÁCICAS ESTÁ INTIMAMENTE ASSOCIADA COM UM PAR DE COSTEIAS. NOTE NA FIG. 8.20 QUE DUAS VÉRTEBRAS LOMBARES, L 1 E L2, NÃO MOSTRAM FACETAS PARA ARTICULAÇÕES COM COSTELAS.
  • 58. PERSPECTIVAS SUPERIOR E LATERAL (FIG. 822): NOTE AS ESTRUTURAS ANATÔMICAS NORMAIS DE UMA TÍPICA VÉRTEBRA (CORPO VERTEBRAL, PEDÍCULOS, FORAME INTERVERTEBRAL, PROCESSOS ARTICULARES SUPERIORES E INFERIORES, LÂMINAS, PROCESSOS TRANSVERSOS, PROCESSOS ESPINHOSOS). UMA CARACTERÍSTICA SINGULAR DA REGIÃO TORÁCICA É QUE O PROCESSO ESPINHOSO LONGO É PROJETADO BEM INFERIORMENTE, COMO VISTO MELHOR EM UMA VISÃO LATERAL PERSPECTIVA LATERAL OBLÍQUA (FIG. 823): OS PROCESSOS ARTICULARES SUPERIORES ( BASICAMENTE VOLTADOS POSTERIORMENTE) E OS PROCESSOS ARTICULARES INFERIORES (VOLTADOS MAIS ANTERIORMENTE) SÃO MOSTRADOS CONECTANDO AS SUCESSIVAS VÉRTEBRAS TORÁCICAS PARA FORMAR AS ARTICULAÇÕES ZIGAPOFISÁRIAS (APOFISÁRIAS). EM CADA LADO, ENTRE QUALQUER VÉRTEBRA TORÁCICA, ESTÃO OS FORAMESINTERVERTEBRAIS LIMITADOS NAS MARGENS SUPERIORES E INFERIORES PELOS PEDÍCULOS (FIG. 8.23).
  • 59. AP DA COLUNA T (FIG. 8.28): A. PRIMEIRA COSTELA POSTERIOR B. DÉCIMA COSTELA POSTERIOR C. PROCESSO ESPINHOSO DE TI, VISTO FRACAMENTE NA EXTREMIDADE ATRAVÉS DO CORPO D. CORPO DE T12 E. ESPAÇO DO DISCO INTERVERTEBRAL ENTRE T8 E T9 F. CORPO DE T7 (CENTRO DA COLUNA TORÁCICA E DO TÓRAX DE PORTE MÉDIO) G. CORPO DE TI (LEMBRE-SE, AS CABEÇAS DAS PRIMEIRAS COSTELAS ARTICULAM-SE COM A PORÇÃO SUPERIOR DE TI.)
  • 60. LATERAL COLUNA T (FIG. 8.29): A. CORPO DE 13. (CONTE A PARTIR DE T12, ADMITINDO QUE A BORDA SUPERIORDE T12 ESTÁ AO NÍVEL DO ÂNGULO COSTOFRÊNICO [PONTA POSTERIOR] DO DIAFRAGMA. UMA EXCEÇÃO A ESSE MÉTODO DE IDENTIFICAÇÃO DAS VÉRTEBRAS TORÁCICAS SERIA NECESSÁRIO NOS PACIENTES QUE TÊM COSTELAS LOMBARES. ESSAS COSTELAS CURTAS ANÔMALAS PODEM ESTAR FIXADAS À VÉRTEBRA LOMBAR MAIS SUPERIOR.) B. CORPO DE T7 C. FORAME INTERVERTEBRAL ENTRE TI E T12 (ESSE É MAIS BEM DEMONSTRADO NA IMAGEM LATERAL DA COLUNA ).
  • 61. INCIDÊCIA COLUNA TORÁCICA FRENTE (AP) • INDICADA NA PESQUISA DE FRATURAS, LUXAÇÃO, DOENÇAS, FILME 30X40 CM, SENTIDO LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA OU DA ESTATIVAS. • RC: PERPENDICULAR EM T7, RIRECIONADO NO CORPO DO ESTERNO (OSSO) DFF 100 cm. • RESPIRAÇÃO: APNEIA, FATORES TÉCNICOS: MAS – 200 OU 300, KV – 70 A 80, MAS – 30. • POSIÇÃO: DD / ORTO.
  • 62. INCIDÊNCIA COLUNA TIRÁCICA PERFIL E LATERAL • INDICADA NA PESQUISA DE FRATURAS, LUXAÇÃO, DOENÇAS, FILME: 30X40 CM, SENTIDO LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLNO DA MESA OU DA ESTATIVA. • POSIÇÃO> DD / ORTO, COM OS BRAÇOS PARA FRENTE DO CORPO EVITANDO SOBREPOSIÇÃO NA IMAGEM (PMS) PLANOMEDIOSSAGITAL OU MEDIANO. • RC: PERPENDICULAR NA HORIZONTAL OU VERTICAL, CENTRALIZANDO EM T7, ORIENTANDO DO NOCENTRO DA COLUNA TORÁCICA, DFF: 100 CM. • RESPIRAÇÃO: APNEIA, FATORES TÉCNICOS: MAS – 200 OU 300, KV – 80 A 90, MAS: 30 A 40.
  • 63.
  • 64. VÉRTEBRAS LOMBARES: AS MAIORES VÉRTEBRAS INDIVIDUAIS SÃO AS CINCO VÉRTEBRAS LOMBARES. ESSAS VÉRTEBRAS SÃO AS MAIS RESISTENTES NA COLUNA VERTEBRAL, POIS A SUSTENTAÇÃO DO PESO CORPORAL AUMENTA EM DIREÇÃO À EXTREMIDADE INFERIOR DA COLUNA. POR ESSA RAZÃO, OS DISCOS CARTILAGINOSOS ENTRE AS VÉRTEBRAS LOMBARES INFERIORES SÃO OS LOCAIS MAIS COMUNS DE INJÚRIA E PROCESSOS PATOLÓGICOS. FORAMES INTERVERTEBRAIS: A FIG. 9.2 MOSTRA O FORAME INTERVERTEBRAL COM UMA ORIENTAÇÃO DE 90° EM RELAÇÃO AO PLANO MEDIOSSAGITAL. FORAMES INTERVERTEBRAIS SÃO ESPAÇOS OU ABERTURAS ENTRE OS PEDICUROS QUANDO DUAS VÉRTEBRAS ESTÃO EM PILHADAS UMA SOBRE A OUTRA. VISTAS POSTERIOR E ANTERIORA: FIG. 9.3 MOSTRA O ASPECTO GLOBAL DA VÉRTEBRA LOMBAR (VISTAS POSTERIOR E ANTERIOR). AS INCIDÊNCIAS AP OU PA DAS RADIOGRAFIAS DA COLUNA LOMBAR MOSTRAM OS PROCESSOS ESPINHOSOS SUPERPOSTOS AOS CORPOS VERTEBRAIS. VÊEM-SE OS PROCESSOS TRANSVERSOS PROJETANDO-SE LATERALMENTE ALÉM DOS LIMITES DO CORPO VERTEBRAL.
  • 65.
  • 66. INCIDÊNCIA SÚPERO-INFERIOR: (FIG. 9.10) CERTAS PARTES NESSA RADIOGRAFIA DE UMA VÉRTEBRA LOMBAR INDIVIDUAL FEITA A PARTIR DE UM ESQUELETO DESARTICULADO SÃO IDENTIFICA DAS COMO A SEGUIR: A PROCESSO ESPINHOSO B. LÂMINA C. PEDÍCULO D. FORAME INTELVERTEBRAL E. CORPO F. PROCESSO TRANSVERSO
  • 67. POSIÇÃO LATERAL: AS PARTES DESCRITAS DE A ATÉ F NA INCIDÊNCIA LATERAL (FIG. 9.11) DE UMA VÉRTEBRA LOMBAR DESARTICULADA SÃO AS SEGUINTES: A. CORPO B. INCISURA VERTEBRAL INFERIOR, OU ASSOALHO DO PEDÍCULO, FORMANDO A PORÇÃO SUPERIOR DO FORAME INTERVERTEBRAL CIRCULAR C. ÁREA DA FACETA ARTICULAR DO PROCESSO ARTICULAR INFERIOR (A VERDADEIRA FACETA ARTICULAR NÃO É VISTA NESSA INCIDÊNCIA LATERAL); FORMA AS ARTICULAÇÕES INTERAPOFISÁRIAS QUANDO AS VÉRTEBRAS ESTÃO EMPILHADAS D. PROCESSO ESPINHOSO E. PROCESSO ARTICULAR SUPERIOR F. PEDÍCULO
  • 68. INCIDÊNCIA LATERAL DA COLUNA LOMBOSSACRA A RADIOGRAFIA DE TODA A COLUNA LOMBOSSACRA NA INCIDÊNCIA LATERAL (FIG. 9.13) MOSTRA O SEGUINTE: A CORPO DE L 1 B. CORPO DE L3 C. ESPAÇO DO DISCO INTERVERTEBRAL ENTRE L4 E L5 D. CORPO DE L5 E. FORAMES INTERVERTEBRAIS SOBREPOSTOS ENTRE L2 E L3. INCIDÊNCIA LATERAL (PERFIL) DA COLUNA LOMBOSSACRA EM AP. A INCIDÊNCIA AP DE TODA A COLUNA LOMBOSSACRA (FIG. 9.14) É DESCRITA DA SEGUINTE FORMA: A ÚLTIMA VÉRTEBRA TORÁCICA (T12) B. PRIMEIRA VÉRTEBRA LOMBAR C. TERCEIRA VÉRTEBRA LOMBAR D. QUINTA VÉRTEBRA LOMBAR
  • 69. INCIDÊNCIA COLUNA LOMBAR AP OU PA • INDICADA NA PESQUISA DE FRATURA, LUXAÇÃO E (BICOS DE PAPAGAIO); FILME: 30X40 cm; SENTIDO LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLAMO DA MESA OU DA ESTATIVA. • POSIÇÃO: ORTO / DD, COM OS BRAÇOS AO LADO DO CORPO E AS PERNAS ESTICADAS. • RC: PERPENDICULAR HORIZONTAL OU VERTICAL, DIRECINADO ENTRE AS CRISTA ILIACAS (L3); DFF- 100 cm; RESPIRAÇÃO: APNEIA APÓS EXPIRAÇÃO TOTAL; FATORES TÉCNICOS: MA – 200 A 300, KV – 70 A 80, MAS – 30 A 50.
  • 70. INCIDÊNCIA COLUNA LOMBA PERFIL OU LATERAL • INDICADA NA PESQUISA DE FRATURA, LUXAÇÃO E (BICOS DE PAPAGAIO); FILME: 30X40 cm; SENTIDO LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLAMO DA MESA OU DA ESTATIVA. • POSIÇÃO: ORTO / DD, COM OS BRAÇOS AO LADO DO CORPO E AS PERNAS ESTICADAS. • RC: PERPENDICULAR HORIZONTAL OU VERTICAL, DIRECINADO ENTRE AS CRISTA ILIACAS (L3); DFF- 100 cm; RESPIRAÇÃO: APNEIA APÓS EXPIRAÇÃO TOTAL; FATORES TÉCNICOS: MA – 200 A 300, KV – 70 A 80, MAS – 30 A 50.
  • 71.
  • 72.
  • 73. MARCOS TOPOGRÁFICOS: O POSICIONAMENTO CORRETO PARA O CÓCCIX, O SACRO E A COLUNA LOMBAR EXIGE UM ENTENDIMENTO COMPLETO DOS MARCOS TOPOGRÁFICOS ESPECÍFICOS QUE PODEM SER FACILMENTE PALPADOS. OS MARCOS MAIS CONFIÁVEIS PARA A COLUNA VERTEBRAL SÃO VÁRIAS PROEMINÊNCIAS ÓSSEAS PALPÁVEIS, BASTANTE COERENTES DE UMA PESSOA PARA OUTRA. NO ENTANTO, OS MARCOS APRESENTADOS REFEREM-SE A UM ADULTO DE PORTE MÉDIO, DO SEXO MASCULINO OU FEMININO, COM DESENVOLVIMENTO NORMAL, SAUDÁVEL, E EM POSIÇÃO ORTOSTÁTICA. ESSES MARCOS VARIAM EM PESSOAS COM ANOMALIAS ANATÔMICAS E, ESPECIALMENTE, ESQUELÉTICAS. AS PESSOAS MUITO JOVENS OU MUITO IDOSAS TAMBÉM POSSUEM ASPECTOS LIGEIRAMENTE DIFERENTES QUE O ADULTO MÉDIO.
  • 74. MARCOS DA COLUNA INFERIOROS DESENHOS À DIREITA E AS FOTOGRAFIAS ABAIXO ILUSTRAM VÁRIOS MARCOS RELATIVOS À COLUNA VERTEBRAL INFERIOR. (A). O NÍVEL A CORRESPONDE À MARGEM SUPERIOR DA SÍNFISE PÚBICA. O TAMANHO E O FORMATO DO CÓCCIX VARIAM AMPLAMENTE, MAS O CÓCCIX MÉDIO ESTÁ APROXIMADAMENTE AO NÍVEL DA SÍNFISE PÚBICA OU DO TROCANTER MAIOR, QUE ESTÁ CERCA DE 2,5 CM (1 POLEGADA) SUPERIOR AO NÍVEL DA SÍNFISE PÚBICA. NOTE NAS FOTOGRAFIAS ABAIXO E NOS DESENHOS QUE OS TROCANTERES MAIORES ESTÃO APROXIMADAMENTE 3 A 4 CM (1 A 1/2 POLEGADAS) ACIMA DA BORDA SUPERIOR DA SÍNFISE PÚBICA AO NÍVEL DO CÓCCIX. (B). A ESPINHA ILÍACA ANTERIOR SUPERIOR (ELAS) ESTÁ QUASE NO MESMO NÍVEL (B) DO PRIMEIRO OU SEGUNDO SEGMENTO SACRA!. (C). O NÍVEL C É A PORÇÃO MAIS SUPERIOR DA CRISTA ILÍACA E ESTÁ APROXIMADAMENTE NO MESMO NÍVEL DA JUNÇÃO DA QUARTA E QUINTA VÉRTEBRAS LOMBARES. (D). A MARGEM MAIS INFERIOR DAS COSTELAS OU MARGEM COSTAL INFERIOR (D) ESTÁ NO NÍVEL APROXIMADO DE L2 OU L3. (E). O PROCESSO XIFÓIDE ESTÁ APROXIMADAMENTE AO NÍVEL DE T9 OU T10.
  • 75. FACE ANTERIOR DO SACROA: FIG. 9.4 MOSTRA A SUPERFÍCIE ANTERIOR CÔNCAVA DO SACRO. OS CORPOS DOS CINCO SEGMENTOS ORIGINAIS ESTÃO FUNDIDOS EM UM ÚNICO OSSO NO ADULTO. O SACRO POSSUI A FORMA DE UMA PÁ, COM O ÁPICE APONTADO PARA BAIXO E PARA A FRENTE. QUATRO GRUPOS DE FORAMES SACRAIS (SIMILARES AOS FORAMES INTERVERTEBRAIS NAS PORÇÕES MAIS SUPERIORES DA COLUNA) PÉLVICOS (ANTERIORES) EMITEM NERVOS E VASOS SANGÜÍNEOS. AS FIGS. 9.5 E 9.6: ILUSTRAM A RELATIVA ASPEREZA E IRREGULARIDADE DA SUPERFÍCIE POSTERIOR DO SACRO, SE COMPARADA À SUPERFÍCIE ANTERIOR OU PÉLVICA. O SACRO ARTICULA-SE COM O ÍLIO DA PELVE NA SUPERFÍCIE AURICULAR (MARCADA COM A NAS FIGS. 9.5 E 9.6). A SUPERFÍCIE AURICULAR É ASSIM DENOMINADA DEVIDO AO SEU FORMATO SEMELHANTE À AURÍCULA DA ORELHA. OS CORNOS SACRAIS (MARCADOS COM D NAS FIGS. 9.5 E 9.6) SÃO PEQUENOS TUBÉRCULOS REPRESENTANDO OS PROCESSOS ARTICULARES INFERIORES PROJETADOS INFERIORMENTE DE CADA LADO DO QUINTO SEGMENTO SACRA!. ELES PROJETAM-SE INFERIOR E POSTERIORMENTE PARA ARTICULAREM-SE COM OS CORNOS CORRESPONDENTES DO CÓCCIX.
  • 76. FACE ANTERIOR DO CÓCCIXA: PORÇÃO MAIS DISTAL DA COLUNA VERTEBRAL É O CÓCCIX. A SUPERFÍCIE ANTERIOR DO CÓCCIX ESTÁ ILUSTRADA NA FIG. 9.7. ESSA PORÇÃO DA COLUNA VERTEBRAL REGREDIU MUITO NOS SERES HUMANOS, DE MODO QUE RESTA POUCA SEMELHANÇA COM AS VÉRTEBRAS. TRÊS A CINCO SEGMENTOS COCCÍGEOS (UMA MÉDIA DE QUATRO) FUNDIRAM-SE NO ADULTO PARA FORMAR O CÓCCIX ÚNICO. RADIOGRAFIA LATERAL (PERFIL) DO SACRO E CÓCCIX: A INCIDÊNCIA LATERAL DO SACRO NESSA RADIOGRAFIA (FIG. 9.9) MOSTRA UM GRANDE OSSO SÓLIDO, EM CONTRASTE COM O CÓCCIX, BEM MENOR. O EIXO LONGITUDINAL DO SACRO ESTÁ ANGULADO POSTERIORMENTE, EXIGINDO UM ÂNGULO CEFÁLICO DO RC NA INCIDÊNCIA AP. ESSE ÂNGULO É MAIOR EM UMA MULHER DE PORTE MÉDIO, SE COMPARADO COM UM HOMEM DO MESMO PORTE.
  • 77. INCIDÊNCIA COLUNA LOMBOSSACRAL AP (FRENTE) • INDICADA NA PESQUISA DE FRATURA E CALCIFICAÇÃO; FILME: 24X30 CM, SENTIDO LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA; POSIÇÃO: DD, COM AS PERNAS SEMIFLEXIONADAS. • RC: ANGULADOS 20 A 30º CRANIALMENTE, ENTRANDO NO PLANO MEDIOSSAGITAL ENTRE O EIAS E A SÍNFISE PÚBICAS; DFF 100 cm. • RESPIRAÇÃO: APINEIA APÓS EXPIRAÇÃO TOTAL; MA – 200 A 300, KV – 75 A 80, MAS – 30 A 40. 1) ARTICULÇÃO SACRAL DIREITA 2) CORNO SACRAL 3) CORNO COCÍGEO 4) CÓCCIX 5) PROCESSO TRANSVERSO DO CÓCCIX
  • 78. INCIDÊNCIA COLUNA LOMBOSSACRAL PERFIL LATERAL • INDICADA NA PESQUISA DE FRATURA E CALCIFICAÇÃO; FILME : 18X24 CM, SENTIDO LONGITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA MESA; POSIÇÃO : DL, COM APOIO NA CINTURA E AS PERNAS FLEXIONADA . • RC: PERPENDICULAR VERTICALMENTE, CENTRALIZAR INFERIOMENTE EM RELAÇÃO À CRISTA ILIACA E POSTERIOMENTE AO EIAS; DFF – 100 CM . • RESPIRAÇÃO: APINEIA APÓS EXPIRAÇÃO TOTAL; MA - 200 A 300, KV – 95 A 100, MAS – 30 A 50.
  • 79.
  • 80. TÓRAX: ENTRE TODAS AS MODALIDADES DE EXAMES RADIOLÓGICOS, AS RADIOGRAFIAS DE TÓRAX. SÃO OS PROCEDIMENTOS MAIS COMUNS. TIPICAMENTE, OS ESTAGIÁRIOS DE RADIOLOGIA.COMEÇAM A TER EXPERIÊNCIA CLÍNICA REALIZANDO RADIOGRAFIAS DE TÓRAX. TODAVIA, ANTES.DE COMEÇAREM ESSE ESTÁGIO PRÁTICO, É IMPORTANTE QUE APRENDAM E COMPREENDAM. A ANATOMIA TORÁCICA, INCLUSIVE AS INTER-RELAÇÕES DE TODA A ANATOMIA DENTRO DA CAVIDADE TORÁCICA. O TÓRAX: É A PORÇÃO SUPERIOR DO TRONCO ENTRE O PESCOÇO E O ABDOME. A ANATOMIA RADIOGRÁFICA DO TÓRAX É DIVIDIDA EM TRÊS SEÇÕES: A CAIXA TORÁCICA (OU TÓRAX ÓSSEO), O.SISTEMA RESPIRATÓRIO PROPRIAMENTE DITA E O MEDIASTINO. A CAIXA TORÁCICA: É A PORÇÃO DO SISTEMA ESQUELÉTICO QUE OFERECE UM ARCABOUÇO PROTETOR PARA AS PARTES DO TÓRAX ENVOLVIDAS COM A RESPIRAÇÃO E COM A CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA. VÍSCERAS TORÁCICAS SÃO O TERMO USADO PARA DESCREVER ESSAS PARTES DO TÓRAX QUE CONSISTEM NOS PULMÕES E NO RESTANTE DOS ÓRGÃOS TORÁCICOS .
  • 81. PONTOS DE REPARO: DE POSICIONAMENTO TOPOGRÁFICO O POSICIONAMENTO RADIOGRÁFICO PRECISO E CONSISTENTE EXIGE DETERMINADOS PONTOS DE REPARO, OU DE REFERÊNCIA, PARA CENTRALIZAR O RAIO CENTRAL CORRETAMENTE, DE MODO A. ASSEGURAR QUE TODA A ANATOMIA ESSENCIAL ESTEJA INCLUÍDA NAQUELA INCIDÊNCIA ESPECÍFICA. ESSES PONTOS DE REPARO TOPOGRÁFICOS: DEVEM SER PARTES DO CORPO QUE SEJAM FÁCIL E CONSISTENTEMENTE LOCALIZÁVEIS NOS PACIENTES, TAIS COMO AS PARTES DA CAIXA TORÁCICA. NO POSICIONAMENTO DO TÓRAX, DOIS DESSES PONTOS DE REFERÊNCIA SÃO AS VÉRTEBRAS PROEMINENTES,E A INCISURA JUGULAR. VÉRTEBRA PROEMINENTE: (SÉTIMA VÉRTEBRA CERVICAL) A VÉRTEBRA PROEMINENTE PODE SER UM IMPORTANTE PONTO DE REFERÊNCIA PARA A LOCALIZAÇÃO DO RAIO CENTRAL (RC) NA RADIOGRAFIA DE TÓRAX EM PA. ELA PODE SER PRONTAMENTE PALPÁVEL NA MAIORIA DOS PACIENTES APLICANDO-SE UMA LEVE PRESSÃO COM AS PONTAS DOS DEDOS NA BASE DO PESCOÇO.
  • 82.
  • 83. Colo
  • 84. INCIDÊNCIA TÓRAX PA / AP • INDICADA NA PESQUISA DE PNEUMONIA, PNEUMOTÓRAX (É o acúmulo anormal de ar entre o pulmão e uma membrana ), TUBERRCULOSE, E ENFISEMA (O enfisema pulmonar é uma doença degenerativa, que geralmente se desenvolve depois de muitos anos de agressão aos tecidos do pulmão devido ao cigarro e outras toxinas no ar.). • FILME: 35 X 43 cm, PARA OS HOMENS SENTIDO LONGITUNIAL OU TRANVESAL AO PLANNO DA ESTATIVA. • FILME: 35 X 35 cm, PARA AS MULHERES, SENDO QUE SUA BORDA SUPERIOR DEVE FICAR A CIMA DO OMBRO. • POSIÇÃO: ORTOR: QUEIXO EM CONTATO COM A ESTATIVA, APOIA OS PUNHOS NA REGIÃO POSTERIOR DA BACIA COM A PALMA DA MÃO EM PRONAÇÃO (PARA CIMA), OS OMBRO E COTOVELOS PARA A FRENTE CONTRA O PORTA – FILME (PARA DESLOCA A ESCÁPULA). • DFF - 150 A 180 cm; RC: PERPENDICULAR NA HORIZONTAL, ORIENTANDO NO CENTRO DO TORAX AO NIVEL DE T7. • FATORES TÉCNICOS: MA – 200 A 300, KV – 70 A 80, MAS – 10 A 15.
  • 85. TRAQUEIA NA RADIOGRAFIA DE TÓRAX, OS SEIOS COSTO-FRÊNICOS (ESPAÇO ENTRE OS ARCOS COSTAIS E O DIAFRAGMA) PERMEÁVEIS, MOSTRAM QUE NÃO TEM DERRAME PLEURAL (LIQUIDO, HEMORRÁGICO OU PURULENTO). TRAQUEIA
  • 86. INCIDÊNCIA TÓRAX LATERAL OU PERFIL • INDICADA NA PESQUISA DE PNEUMONIA, PNEUMOTÓRAX (É o acúmulo anormal de ar entre o pulmão e uma membrana ), TUBERRCULOSE, E ENFISEMA (O enfisema pulmonar é uma doença degenerativa, que geralmente se desenvolve depois de muitos anos de agressão aos tecidos do pulmão devido ao cigarro e outras toxinas no ar.). • FILME: 30 X 40 cm, SENTIDO LONGITITUDINAL EM RELAÇÃO AO PLANO DA ESTATIVA, SENDO QUE SUA BORDA DEVE FICAR NO ACRÔMIO. • POSIÇÃO: ORTO, COM FACE DIREITA OU ESQUERDA VOLTADA PARA A ESTATIVA, COM OS BRAÇOS E OS COTOVELOS FLEXIONADOS EM CIMA DA CABEÇA. • DFF – 150 A 180, RESPIRAÇÃO APNEIA, FATORES TÉCNICOS: MA – 200 A 300, KV – 95 A 100, • MAS 10 A 15.
  • 87.
  • 88.
  • 89. O ESTERNO: É UM OSSO CHATO COM O FORMATO DA LETRA "T" EM CAIXA ALTA, LOCALIZADO NA PARTE ANTERIOR DO TÓRAX. É COMPOSTO POR TRÊS PARTES: O MANÚBRIO, O CORPO E A APÓFISE XIFÓIDE. NO HOMEM O ESTERNO SERVE PARA SUSTENTAÇÃO DAS COSTELAS E DA CLAVÍCULA, FORMANDO A CAIXA TORÁCICA ONDE FICAM PROTEGIDOS OS PULMÕES, CORAÇÃO, TIMO E OS GRANDES VASOS (AORTA, VEIA CAVA, ARTÉRIAS E VEIAS PULMONARES). AS SETE PRIMEIRAS COSTELAS, TAMBÉM CHAMADAS DE COSTELAS VERDADEIRAS, SE UNEM AO ESTERNO PELAS CARTILAGENS COSTAIS[1] . AS TRÊS SEGUINTES, CONHECIDAS COMO COSTELAS FALSAS, SE JUNTAM PELAS CARTILAGENS PARA DEPOIS SE UNIREM AO ESTERNO. AS DUAS ÚLTIMAS COSTELAS, CHAMADAS DE FLUTUANTES, NÃO SE UNEM AO ESTERNO. AS COSTELAS, NA PARTE POSTERIOR DO TÓRAX, SE UNEM ÀS VÉRTEBRAS TORÁCICAS. O ESTERNO, BEM COMO TODA A CAIXA TORÁCICA E A MUSCULATURA, TEM PAPEL FUNDAMENTAL NO PROCESSO RESPIRATÓRIO, AUXILIANDO OS MOVIMENTOS DE INSPIRAÇÃO E EXPIRAÇÃO. O PROCESSO XIFÓIDE: É O APÊNDICE OU CARTILAGEM QUE FORMA A EXTREMIDADE INFERIOR DO ESTERNO. NELE INSEREM-SE VÁRIOS MÚSCULOS DO ABDÓMEN, E PODE SER PARTIDO, E EM ALGUNS CASOS CAUSAR DANOS, VIA PERFURAÇÕES. AS VARIAÇÕES MORFOLÓGICAS SÃO HERDADAS PELA GENÉTICA FAMILIAR, PODENDO SER USADO COMO INSTRUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO DE RESTOS MORTAIS NÃO-RECLAMADOS OU SEM VINCULAÇÃO DE ORIGEM. E NA MAIORIA DAS SITUAÇÕES AS DIFERENTES MORFOLOGIAS NÃO GERAM RISCO DE SAÚDE, SENDO APENAS DIFERENÇAS ESTÉTICAS ENTRE OS INDIVÍDUOS.