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I N C I D Ê N C I A S E M P A , P E R F I L , A P A X I A L( M É T O D O D E B R E T O N ) , P A R I E T O A C A N T I A L...
Anatomia básica do crânio:O crânio encontra-se na extremidade superior dacoluna vertebral e é divido em 8 ossos cranianos(...
Vista frontal – Perfil – Base inferior
Vista superior da base do crânio e do crânio
Morfologia do crânioOs diferentes formatos cranianos são importantesdevido a posicionamentos que exigem ângulos do raiocen...
Diferentes formatos do crânio:
Pontos de referência do crânio:
Pontos de referência do crânio:
Incidência Básica: PA Patologias demonstradas: Fraturas cranianas,processos neoplásicos e doença de Paget. Fatores técni...
Posicionamento do Paciente (PA):O paciente deve estar na posição ereta ou em decúbitoventral, sem rotação e/ou inclinação ...
Figura (1)
Posicionamento das Partes (PA): Alinhar o plano sagital mediano do corpo com alinha central da mesa/bucky. Centralizar o...
Raio Central (PA): Perpendicular ao receptor de imagem, paralelo àLOM (Linha orbitomeatal). Centralizado para sair na gl...
Anatomia radiográfica (PA):1. Borda superior da parte petrosa doosso temporal2. Linha inominada3. Crista etmoidal (crista ...
Patologia: Doença de PagetA doença de Paget é um distúrbio crônico do esqueleto, noqual áreas de ossos apresentam um cresc...
Doença de Paget: PA e Perfil
Incidência Básica em Perfil (D/E): Patologias demonstradas: Processos neoplásicos,fraturas do crânio e doença de Paget. ...
Posicionamento do paciente (Perfil):O paciente deve estar na posição ereta ou em decúbitoventral, semipronada (posição obl...
Figura (2)
Posicionamento das partes (Perfil): Alinhar o plano sagital mediano paralelamente aochassi. Alinhar a linha interpupilar...
Raio central (Perfil): Perpendicularmente ao receptor de imagem. Alinhar e centralizar o chassi com o raio central. Cen...
Anatomia radiográfica (Perfil):1. Sela turca2. Processo clinóide anterior3. Fossa hipofisária4. Processo clinóide posterio...
Patologia: Neoplasias do crânioAs neoplasias são crescimentos novos e anormais de tecido. O crânio éuma região comum de le...
Lesões ósseas líticas:
Incidência: AP Axial (método de Breton) Patologias demonstradas: Fraturas do crânio,processos neoplásicos e doença de Pag...
Posicionamento do paciente (Breton): O paciente deve estar em decúbito dorsal ou emortostática, pés fora da mesa, braços ...
Figura (3)
Posicionamento das partes (Breton): Alinhar plano sagital mediano do corpo com a linhacentral da mesa bucky e com o raio ...
Raio Central (Breton): Angulado a 30° caudais em relação à LinhaOrbitomeatal (ou a 37° caudais em relação a LinhaInfraorb...
Anatomia Radiográfica (Breton):1. Crista occipital interna2. Dorso da sela turca3. Forame magno4. Meato acústico interno5....
Patologia: Fraturas do crânioAs fraturas cranianas são rupturas de um osso do crânio, elas podem lesionar artérias e veias...
Radiografias com Fraturas do crânio:
Anatomia Básica das Órbitas:As órbitas são constituídaspor 7 partes de ossos,sendo 3 ossos cranianos (Frontal, Esfenoide A...
Incidência: Parietoacantial (Método deWaters) Patologias demonstradas – Fraturas(Particularmente fraturas tripé e Le Fort...
Posicionamento do paciente (Waters):O paciente deve estar na posição ereta ou em decúbitoventral (preferencialmente na pos...
Figura (4)
Posicionamento das partes (Waters): Estender o pescoço e encostar o queixo na mesa/buckymural. Ajustar a cabeça até que ...
Raio Central (Waters): Alinhar e centralizar o raio centralperpendicularmente ao receptor de imagem parasair no acântio....
Anatomia Radiográfica (Waters):1. Seio frontal2. Teto da órbita3. Órbita4. Forame intraorbital5. Seio maxilar6. Osso zigom...
Patologia: Neoplasias orbitariasOs tumores que ocupam a cavidade orbitária podem ser primários(com origem dentro da órbita...
Osteoma na cavidade orbital
Proteção contra radiação: Boas práticas de colimação. Imobilização da cabeça utilizando dispositivos deapoio ou se for n...
HigieneÉ necessário que seja feita a desinfecção da superfícieutilizada antes e depois da realização do exame e alavagem d...
Aluna: Priscila Ferro de OliveiraTurma: RX17D
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Crânio

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Algumas incidências do crânio e anatomia bem básica. Patologias: doença de Paget, neoplasias, fraturas do crânio.

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Crânio

  1. 1. I N C I D Ê N C I A S E M P A , P E R F I L , A P A X I A L( M É T O D O D E B R E T O N ) , P A R I E T O A C A N T I A L( M É T O D O D E W A T E R S ) E S U A S P A T O L O G I A SV I S U A L I Z A D A S .CRÂNIO
  2. 2. Anatomia básica do crânio:O crânio encontra-se na extremidade superior dacoluna vertebral e é divido em 8 ossos cranianos(frontal, parietal direito e esquerdo, occipital, temporaldireito e esquerdo, esfenoide e etmoide) e 14 ossosfaciais (dois ossos maxilares, 2 ossos zigomáticos, 2ossos lacrimais, 2 ossos nasais, 2 conchas nasaisinferiores, 2 ossos palatinos, vômer e mandíbula).A anatomia do crânio é muito complexa, logo aradiografia do crânio exige atenção e um bomentendimento anatômico.Analisar imagens a seguir.
  3. 3. Vista frontal – Perfil – Base inferior
  4. 4. Vista superior da base do crânio e do crânio
  5. 5. Morfologia do crânioOs diferentes formatos cranianos são importantesdevido a posicionamentos que exigem ângulos do raiocentral e rotação da cabeça, pois o ângulo do crânio variaconforme a sua morfologia. Tipos cranianos: Mesocefálico 47°- a largura deve ser de 75% a 80%de seu comprimento. (formato médio de base) Braquicefálico 54°- a largura é de 80% ou mais queseu comprimento. (cabeça pequena e larga) Dolicocefálico 40°- a largura é inferior a 75% de seucomprimento. ( cabeça longa e estreita)Visualizar imagem a seguir.
  6. 6. Diferentes formatos do crânio:
  7. 7. Pontos de referência do crânio:
  8. 8. Pontos de referência do crânio:
  9. 9. Incidência Básica: PA Patologias demonstradas: Fraturas cranianas,processos neoplásicos e doença de Paget. Fatores técnicos:• Chassi tamanho 24 x 30 cm (sentido longitudinal)• Ponto focal pequeno• mAs tempo curto - 18• KV médio - 70 a 80
  10. 10. Posicionamento do Paciente (PA):O paciente deve estar na posição ereta ou em decúbitoventral, sem rotação e/ou inclinação da cabeça, com osbraços semiflexionados ao lado da cabeça onde nãodeve ter nenhum objeto de metal ou plástico. Opaciente deve permanecer imóvel e em apneia durantea realização da incidência.Visualizar imagem a seguir.
  11. 11. Figura (1)
  12. 12. Posicionamento das Partes (PA): Alinhar o plano sagital mediano do corpo com alinha central da mesa/bucky. Centralizar o receptor de imagem com o raio central. Apoiar a testa e o nariz na mesa/bucky. Flexionar o pescoço para alinhar a LOM (Linhaorbitomeatal) perpendicular ao receptor de imagem.
  13. 13. Raio Central (PA): Perpendicular ao receptor de imagem, paralelo àLOM (Linha orbitomeatal). Centralizado para sair na glabela. DFR (Distância fonte-receptor de imagem) de 1metro.
  14. 14. Anatomia radiográfica (PA):1. Borda superior da parte petrosa doosso temporal2. Linha inominada3. Crista etmoidal (crista Galli)4. Seio frontal5. Teto da órbita6. Septo nasal7. Espinha nasal anterior8. Palato duro9. Asa menor do esfenoide10. Asa maior do esfenoide11. Fissura orbital superior12. Sutura sagital13. Lâmina interna (osso plano)14. Díploe (osso plano)15. Lâmina externa (osso plano)16. Corpo da mandíbula17. Ramo da mandíbula18. Processo mastoide19. Sutura lambdoide
  15. 15. Patologia: Doença de PagetA doença de Paget é um distúrbio crônico do esqueleto, noqual áreas de ossos apresentam um crescimento anormal,tornando-se mais frágeis. O distúrbio pode afetar qualquerosso. No entanto, os ossos mais comumente atingidos são: osossos da pelve, o fêmur, os ossos do crânio, a tíbia, os ossosda coluna vertebral, as clavículas e o úmero. Os homensapresentam maior probabilidade de adquirir a doença. Acausa é desconhecida. Os sintomas são de dor, aumento detamanho e deformidades ósseas. O diagnóstico pode ser feitobaseando- se nos sintomas e no exame físico. A cintilografiaóssea revela quais ossos encontram-se afetados. Naradiografia a doença é constatada devido a aparência de “lãde algodão” com áreas irregulares de esclerose. O tratamentoé indicado apenas para pacientes com dor óssea. Visualizar imagens a seguir.
  16. 16. Doença de Paget: PA e Perfil
  17. 17. Incidência Básica em Perfil (D/E): Patologias demonstradas: Processos neoplásicos,fraturas do crânio e doença de Paget. Fatores técnicos:• Chassi tamanho 24 x 30 cm (sentido transversal)• Ponto focal pequeno• mAs tempo curto - 8• KV médio - 70 a 80
  18. 18. Posicionamento do paciente (Perfil):O paciente deve estar na posição ereta ou em decúbitoventral, semipronada (posição oblíqua em relação amesa) com a cabeça em posição lateral, com o lado deinteresse próximo ao chassi, permanecer imóvel e semqualquer objeto de metal ou plástico na cabeça.Importante: Para pacientes traumatizados énecessário um feixe horizontal para obter a vista emperfil. Com esse procedimento é possível ver os níveishidroaéreos no seio esfenoidal que indica apossibilidade de fratura da base do crânio.Visualizar imagem a seguir.
  19. 19. Figura (2)
  20. 20. Posicionamento das partes (Perfil): Alinhar o plano sagital mediano paralelamente aochassi. Alinhar a linha interpupilar perpendicularmenteao chassi. Ajustar a flexão do pescoço para alinhar a LIOM(Linha Infra-Orbitomeatal) à borda anterior dochassi. O paciente deve prender a respiração durante aexposição.
  21. 21. Raio central (Perfil): Perpendicularmente ao receptor de imagem. Alinhar e centralizar o chassi com o raio central. Centralizar cerca de 5 cm acima do MAE ( MeatoAcústico Externo). DFR (Distância fonte-receptor de imagem) de 1 metro.
  22. 22. Anatomia radiográfica (Perfil):1. Sela turca2. Processo clinóide anterior3. Fossa hipofisária4. Processo clinóide posterior5. Seio esfenoidal6. Células mastóideas7. Teto das órbitas8. Asa maior do esfenóide9. Corpo da mandíbula10. Osso occiptal11. Sutura lambdóide12. Lâmina externa (osso plano)13. Diploe (osso plano)14. Lâmina interna (osso plano)15. Palato duro16. Seios maxilares17. Áxis18. Atlas
  23. 23. Patologia: Neoplasias do crânioAs neoplasias são crescimentos novos e anormais de tecido. O crânio éuma região comum de lesões metastáticas (neoplasias malignasprimárias) que correspondem à disseminação de outros focosprimitivos situados nos diferentes órgãos, cujas células chegam aoencéfalo através da circulação sanguínea e do sistema linfático. Sãoessencialmente originados a partir de cancros do pulmão, mama, pele,rim e aparelho digestivo. As características clínicas dos pacientesincluem cefaleia, déficit neurológico e crises convulsivas. Após adetecção, o principal tratamento corresponde à sua extração cirúrgica.No entanto, é um procedimento que apenas pode ser efetuado quandoo tumor está acessível. Na radiografia as metástases podem servisualizadas no exame das seguintes formas: Lesões Osteolíticas –Lesões destrutivas com margens irregulares. Lesões Osteoblásticas –Lesões ósseas proliferativas de densidade aumentada. LesõesOsteolíticas e Osteoblásticas combinadas – Possuem aspecto de “roídode traça” nos ossos, devido a mistura de lesões destrutivas e blásticas. Visualizar imagem a seguir.
  24. 24. Lesões ósseas líticas:
  25. 25. Incidência: AP Axial (método de Breton) Patologias demonstradas: Fraturas do crânio,processos neoplásicos e doença de Paget. Fatores técnicos:• Chassi tamanho 24 x 30 cm (sentido longitudinal)• Ponto focal pequeno• mAs tempo curto - 20• KV médio - 70 a 80
  26. 26. Posicionamento do paciente (Breton): O paciente deve estar em decúbito dorsal ou emortostática, pés fora da mesa, braços estendidos aolado do corpo e sem qualquer material de plástico oumetal na cabeça. O paciente deve permanecer imóvele em apneia durante a exposição.Visualizar a imagem a seguir.
  27. 27. Figura (3)
  28. 28. Posicionamento das partes (Breton): Alinhar plano sagital mediano do corpo com a linhacentral da mesa bucky e com o raio central. Posicionar a LOM (linha orbitomeatal)perpendicularmente ao receptor de imagemflexionando o queixo. (Caso isso não seja possível,alinhar a LIOM (linha infraorbitomeatal)perpendicularmente ao receptor de imagemadicionando um suporte radiotransparente. Garantir que não haja rotação e/ou inclinação dacabeça e que o vértice do crânio esteja dentro dofilme.
  29. 29. Raio Central (Breton): Angulado a 30° caudais em relação à LinhaOrbitomeatal (ou a 37° caudais em relação a LinhaInfraorbitomeatal). Alinhar e centralizar o receptor de imagem àprojeção do raio central. Centraliza-lo no plano sagital mediano 6 cm acimada glabela. Distância mínima de 1 metro.
  30. 30. Anatomia Radiográfica (Breton):1. Crista occipital interna2. Dorso da sela turca3. Forame magno4. Meato acústico interno5. Cóclea6. Vestíbulo7. Canal semicircularsuperior8. Células mastoideas9. Antro da mastoide10. Meato acústico externo11. Processo condilar damandíbula12. Ramo da mandíbula
  31. 31. Patologia: Fraturas do crânioAs fraturas cranianas são rupturas de um osso do crânio, elas podem lesionar artérias e veias,provocando sangramento nos espaços em torno do tecido cerebral e podem romper asmeninges, fazendo com que o líquido cefalorraquidiano, que circula entre o cérebro e asmeninges saia pelo nariz ou pelo ouvido.As fraturas lineares são os tipos mais comuns de fraturas no crânio. Manifesta-se por umaruptura em um osso do crânio que se assemelha a uma linha fina.As fraturas cranianas com afundamento são fragmentos ósseos fraturados afundados,comprimindo e lesionando o tecido cerebral adjacente. Um fragmento ósseo que estejaseparado pode penetrar na cavidade craniana. Na radiografia há possibilidade de utilizar umavista tangencial para determinar o grau de depressão.As fraturas de base de crânio envolvem a base craniana. Inclui fraturas nos ossos frontal,esfenoide, temporal e occipital. Os sinais clínicos de fratura na base do crânio são: vazamentodo líquido cefalorraquidiano pelo nariz e ouvido; hematoma atrás do ouvido, hematoma aoredor dos olhos, lesão nos nervos do crânio: fraqueza na face, perda de audição, redução visual,visão dupla. A maioria deste tipo de fratura não requer tratamento. Elas tendem a curar-sesozinhas. Porém se o vazamento de líquido cefalorraquidiano persistir, há necessidade decirurgia de reparo. Na radiografia a fratura é difícil de ser visualizada devido a suacomplexidade anatômica. Ocorrendo sangramento a radiografia em perfil poderá revelar umnível hidroaéreo no seio esfenoidal.
  32. 32. Radiografias com Fraturas do crânio:
  33. 33. Anatomia Básica das Órbitas:As órbitas são constituídaspor 7 partes de ossos,sendo 3 ossos cranianos (Frontal, Esfenoide AsaMaior e Esfenoide AsaMenor) e 4 da face (Maxila,Zigomático, Lacrimal ePalato). As órbitas contemos órgãos vitais da visão, osnervos e vasos sanguíneosassociados. Cada órbitaconsiste em uma estruturade paredes ósseas emformato de cone.
  34. 34. Incidência: Parietoacantial (Método deWaters) Patologias demonstradas – Fraturas(Particularmente fraturas tripé e Le Fort), processosneoplásicos/inflamatórios e corpos estranhos noolho. Fatores técnicos:• Chassi tamanho 24 x 30 cm (sentido longitudinal) ou18 x 24 cm• Ponto focal pequeno• mAs - 18• KV - 70 a 80
  35. 35. Posicionamento do paciente (Waters):O paciente deve estar na posição ereta ou em decúbitoventral (preferencialmente na posição ereta) com aregião anterior do corpo mais próxima do buckymural. O plano sagital mediano deve estar alinhadocom o plano central do bucky mural. Na mesa bucky ospés do paciente ficam para fora da mesa e os membrossuperiores semiflexionados ao lado da cabeça. Opaciente deve permanecer imóvel e em apneia durantea realização da incidência.Visualizar imagem a seguir.
  36. 36. Figura (4)
  37. 37. Posicionamento das partes (Waters): Estender o pescoço e encostar o queixo na mesa/buckymural. Ajustar a cabeça até que a LMM (Linha mentomeatal)fique perpendicular ao plano do chassi. A LOM (Linha orbitomeatal) irá formar um ângulo de37°com a mesa/bucky mural. Posicionar o plano mediossagital perpendicularmentea linha central da mesa/bucky mural. Evitar rotação e/ou inclinação da cabeça.
  38. 38. Raio Central (Waters): Alinhar e centralizar o raio centralperpendicularmente ao receptor de imagem parasair no acântio. Distância mínima de 1 metro.
  39. 39. Anatomia Radiográfica (Waters):1. Seio frontal2. Teto da órbita3. Órbita4. Forame intraorbital5. Seio maxilar6. Osso zigomático7. Arco zigomático8. Septo nasal9. Osso nasal10. Mandíbula – processocoronoide11. Mandíbula – processocondilar12. Ramo da mandíbula13. Ângulo da mandíbula14. Corpo da mandíbula
  40. 40. Patologia: Neoplasias orbitariasOs tumores que ocupam a cavidade orbitária podem ser primários(com origem dentro da órbita) e secundários (com origem fora daórbita). Estes tumores nascem do espaço intracraniano da face, ousão metástases de tumores originados em outros órgãos do corpo.O sintoma mais frequentemente observado é o exoftalmos(proptose), que consiste na projeção do globo ocular para frente.Vários tipos de tumores podem ser encontrados no espaço orbitário,incluindo tumores benignos, intermediários e malignos. Os maisfrequentes são: Cavernoma, Meningeoma da bainha do nervo óptico,Meningeoma da asa do esfenoide, Glioma do nervo óptico, Linfoma,Sarcoma, Carcinoma, Neurinoma, Adenoma pleomórfico da glândulalacrimal, Osteoma, Metástases. As lesões expansivas inflamatórias ouinfecciosas, como abscessos e mucoceles, também podem serencontradas no espaço intraorbitário. O tratamento cirúrgico éindicado na maioria dos casos, já no caso de tumores malignos,dependendo do tipo histológico, terapia adjuvante com radioterapiae/ou quimioterapia pode ser necessária.
  41. 41. Osteoma na cavidade orbital
  42. 42. Proteção contra radiação: Boas práticas de colimação. Imobilização da cabeça utilizando dispositivos deapoio ou se for necessário que o responsável pelopaciente faça a imobilização, disponibilizar o aventalde chumbo, sendo o responsável do sexo femininocertificar-se de que não há possibilidade de gravidez. Centralização adequada. Protetor de chumbo para a tireoide. Comunicação com o paciente de forma claraacerca dos procedimentos, afim de obter cooperaçãoe evitar repetir a exposição.
  43. 43. HigieneÉ necessário que seja feita a desinfecção da superfícieutilizada antes e depois da realização do exame e alavagem de mãos adequada, pois em alguns casos opaciente precisa ficar em contato direto com as mãosdo técnico e com a superfície da mesa bucky.
  44. 44. Aluna: Priscila Ferro de OliveiraTurma: RX17D

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