Luminescência 2014 sintético

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  • http://emdiv.org/mundo/tecnologia/2206-o-fenomeno-da-luminescencia.html?format=html&lang=pt
  • http://www.ebah.com.br/content/ABAAAA7YgAL/quimiluminescencia-bioluminescencia
  • http://www.iar.unicamp.br/lab/luz/ld/Livros/Luminotecnica.pdf
    http://www.guscarvalho.com.br/gustavocarvalho/dicas-03-temperatura-de-cor-e-wb/
  • http://chc.cienciahoje.uol.com.br/ao-acender-a-luz/
    http://casa.hsw.uol.com.br/lampadas.htm
  • http://chc.cienciahoje.uol.com.br/ao-acender-a-luz/
    http://casa.hsw.uol.com.br/lampadas.htm
  • http://expedicaovida.com.br/como-funciona-a-luz-negra-ela-faz-mal-a-saude/

  • http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/artigos/54-dicas/3690-art510.html
  • http://www.rc.unesp.br/igce/petrologia/nardy/n9.pdf
  • http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/fundamentos/quimica-como-funciona-protetor-solar-450802.shtml
  • http://ciencia.hsw.uol.com.br/bastoes-luminosos1.htm
  • http://www.scienceinschool.org/2011/issue19/chemiluminescence/portuguese
  • http://www.scienceinschool.org/2011/issue19/chemiluminescence/portuguese
  • http://ciencia.hsw.uol.com.br/bastoes-luminosos1.htm
  • http://web.ccead.puc-rio.br/condigital/mvsl/Sala%20de%20Leitura/conteudos/SL_reacoes_fotoquimicas.pdf
  • Luminescência 2014 sintético

    1. 1. a
    2. 2. Definições A luminescência é a emissão de luz por uma substância quando submetida a algum tipo de estímulo como luz, reação química, radiação ionizante, etc CONDIÇÕES IMPORTANTES: • a fonte de excitação tem energia maior do que a energia emitida • a emissão de luz não pode ser atribuída apenas à temperatura do corpo emissor.
    3. 3. Definições Fenômenos Luminescentes Fotolumines cência Fluorescên- cia Fosforescên- cia Eletrolumi- nescência Tribolumi- nescência Quimilumi- nescência Biolumi- nescência Criolumi- nescência http://emdiv.org/mundo/tecnologia/2206-o-fenomeno-da- luminescencia.html?format=html&lang=pt PAG. 221
    4. 4. Lâmpadas incandescentes No instante que um ferreiro coloca uma peça de ferro no fogo, esta peça passa a comportar-se segundo a lei de Planck e vai adquirindo diferentes colorações na medida que sua temperatura aumenta. Na temperatura ambiente sua cor é escura, tal qual o ferro, mas será vermelha a 800 K, amarelada em 3.000 K, branca azulada em 5.000K. Sua cor será cada vez mais clara até atingir seu ponto de fusão.
    5. 5. Lâmpadas incandescentes Nesse tipo de lâmpada, a corrente elétrica passa através do filamento metálico e, devido ao fenômeno de resistência elétrica – isto é, à propriedade de um material de se opor à passagem da corrente elétrica –, o filamento começa a emitir luz e calor. Para produzir uma lâmpada de boa qualidade, a composição exata do filamento é importante, pois o material do qual é formado deve ser capaz de resistir à grande quantidade de calor gerada. Também é essencial garantir que não haja oxigênio no interior do bulbo, pois ele reagiria com o filamento metálico. Em ambos os casos, a lâmpada queimaria e teria que ser substituída frequentemente.
    6. 6. Lâmpadas incandescentes Por exemplo, uma lâmpada incandescente opera com temperaturas entre 2.700 K e 3.100 K, dependendo do tipo de lâmpada a ser escolhido. A temperatura da cor da lâmpada deve ser preferencialmente indicada no catálogo do fabricante. Quando aquecido o corpo negro (radiador integral), emite radiação na forma de um espectro contínuo. No caso de uma lâmpada incandescente, grande parte desta radiação é invisível, seja na forma de ultravioletas, seja na forma de calor (infravermelhos), isto é, apenas uma pequena porção está na faixa da radiação visível, motivo pelo qual o rendimento desta fonte luminosa é tão baixo. Quanto mais alta a temperatura de cor, mais clara é a tonalidade de cor da luz. Quando falamos em luz quente ou fria, não estamos nos referindo ao calor físico da lâmpada, e sim a tonalidade de cor que ela irradia ao ambiente. Luz com tonalidade de cor mais suave torna-se mais aconchegante e relaxante; luz mais clara torna-se mais estimulante.
    7. 7. Raios ultravioletas
    8. 8. Raios ultravioletas
    9. 9. Luz negra http://ciencia.hsw.uol.com.br/luz-negra1.htm Uma luz negra tubular é uma lâmpada fluorescente com um tipo diferente de revestimento de fósforo. Esse revestimento absorve as ondas curtas nocivas da luz UV- B (em inglês) e UV-C (em inglês) e emite luz UV-A (em inglês), do mesmo modo que o fósforo em uma lâmpada fluorescente absorve a luz UV e emite luz visível. O próprio tubo de vidro "negro" bloqueia a maior parte de luz visível, de modo que somente a luz UV-A de onda longa, que é benigna, e alguma luz visível azul e violeta passam por ele.
    10. 10. Luz negra Como numa lâmpada incandescente a maior parte da radiação emitida se concentra na parte visível e infravermelha, o que sobra para a parte ultravioleta é muito pouco. No caso das lâmpadas fluorescentes negras temos um rendimento muito maior. Essas lâmpadas já emitem normalmente a maior parte da radiação na parte do espectro correspondente ao ultravioleta.
    11. 11. Fluorescência x Fosforescência http://emdiv.org/mundo/tecnologia/2206-o-fenomeno-da- luminescencia.html?format=html&lang=pt Fluorita (CaF2) é o melhor exemplo de mineral fluorescente. Fósforo (Phosphorus, o "portador da luz") devido a sua propriedade de brilhar no escuro.
    12. 12. Fluorescência x Fosforescência Uma vitrine contendo estes minerais e iluminada com a luz negra dará um efeito muito bonito aos minérios, conforme mostra a figura ao lado. Nela vemos diversos tipos de minerais que brilham sob a luz negra com cores que depende das suas características, pois elas determinam qual é o comprimento da onda que vai ser reemitida. http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/artigos/54-dicas/3690-art510.html
    13. 13. Fluorescência x Fosforescência
    14. 14. Fluorescência x Fosforescência
    15. 15. Modelo
    16. 16. Modelo
    17. 17. Protetor solar Os chamados filtros físicos fazem com que a pele não absorva os raios porque contêm substâncias refletoras. Já nas formulações químicas, a atuação dos ingredientes é mais complexa. Quando os raios atingem o corpo, encontram moléculas do produto que absorvem a energia do Sol. A absorção agita as moléculas, que ficam em estado de excitação, voltando em seguida ao estado natural, o que faz com que a pele receba uma fração de energia solar menos agressiva e reflita o restante.
    18. 18. Quinino Quinina (fórmula química: C20H24N2O2) é um alcalóide de gosto amargo que tem funções antitérmicas, antimaláricas e analgésicas. É um Estereoisómero da quinidina. O sulfato de quinina é o quinino. É extraída da quina.
    19. 19. Bastões luminosos O bastão de luz consiste em um frasco de vidro contendo uma solução química, armazenada dentro de um frasco de plástico maior contendo outra solução. Ao flexionar o frasco de plástico, o de vidro se quebra, as duas soluções entram em contato e a reação química resultante faz com que o corante fluorescente emita luz.
    20. 20. Bastões luminosos Quando o difenil oxalato reage com o peróxido de hidrogênio (H2O2) é oxidado para formar fenol e um peróxido cíclico. O peróxido reage com a molécula do corante para formar duas moléculas de dióxido de carbono (CO2) e no processo um elétron na molécula do corante é promovido a um estado excitado. Quando a molécula do corante excitada (de alta energia) regressa ao estado fundamental, um fotão de luz é libertado. A reação é dependente do pH. Quando a solução é ligeiramente alcalina, a reação produz uma luz mais brilhante. Nota de segurança: o fenol é tóxico, se o tubo luminoso verter, ter o cuidado de não ficar com o líquido nas mãos; se tal acontecer, lavar as mãos com água e sabão rapidamente.
    21. 21. Bastões luminosos Os corantes usados nos tubos luminosos são compostos aromáticos conjugados (arenos). O grau de conjugação reflete-se nas diferentes cores da luz emitida quando um elétron transita de um estado excitado para o estado fundamental
    22. 22. Bastões luminosos Uma cor primária é sempre complementada por uma cor secundária. Esta é a cor que está em oposição à posição desta cor primária no círculo cromático.
    23. 23. Aplicações http://tendaluminescente.wix.com/tendaluminescente#!curiosidades
    24. 24. Correção das questões PAG. 223 Depois que a luminária com luz negra foi desligada, o papel fosforescente continuou a brilhar durante um tempo. A água tônica brilhou apenas quando a luminária estava ligada. Ao desligar a luminária com a luz negra, não foi visto nada. Os modelos atômicos de Dalton e Thomson não podem explicar o fenômeno da luminescência porque nestes modelos não há níveis de energia para os elétrons. Portanto, eles não podem ser excitados e retornar ao estado fundamental com emissão de luz
    25. 25. Correção das questões PAG. 224 Com o biscuit ocorreu o fenômeno de fosforescência. Com o extrato de folhas verdes, o fenômeno de fluorescência. Nos bastões luminescentes, há a quimioluminescência. A mão impediu que a radiação da lâmpada de luz negra atingisse o papel fosforescente. Dessa forma, os elétrons não puderam ser excitados, na região onde estava a mão. Na região fora da mão, os elétrons foram excitados, podendo haver o brilho do papel, no retorno dos elétrons para o estado fundamental. A lâmpada de luz negra tem um revestimento especial que permite a passagem da radiação azul e violeta e do ultravioleta (UVA). A lâmpada fluorescente tem um revestimento de fósforo que transforma a radiação ultravioleta emitida pelo mercúrio (contido no interior da lâmpada) em luz visível.
    26. 26. Correção das questões PAG. 224 Os filtros solares agem refletindo a radiação ou absorvendo-a. No último caso, a absorção agita as moléculas do protetor, que ficam em estado de excitação, voltando em seguida ao estado natural, o que faz com que a pele receba uma fração de energia solar menos agressiva e reflita o restante.
    27. 27. Referências • http://www.youtube.com/watch?v=kLCwLQKOhLw • http://www.youtube.com/watch?v=NCi6LAuekNs&feature= related • http://www.youtube.com/watch?v=E7myRTmV_Pk • http://franquimica.blogspot.com.br/2009/07/fosforescenci a-fluorecencia-e.html • http://intra.vila.com.br/revista2003/dani_paty/luminescen cia.html • http://www.teoriascientificas.com/curiosidades- gerais/fluorescente-ou-fosforescente • http://www.equipashow.com.br/index.php?link1=not&pgid =lermtc&mtc_id=33
    28. 28. Referências • http://emdiv.org/mundo/tecnologia/2206-o- fenomeno-da- luminescencia.html?format=html&lang=pt • http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/artigos/5 4-dicas/3690-art510.html • http://www.rc.unesp.br/igce/petrologia/nardy/n9.pdf • http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/fundamento s/quimica-como-funciona-protetor-solar-450802.shtml • http://chc.cienciahoje.uol.com.br/ao-acender-a-luz/ • http://casa.hsw.uol.com.br/lampadas.htm
    29. 29. Referências • http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/artigos/54-dicas/3690-art510.html • http://ciencia.hsw.uol.com.br/bastoes-luminosos1.htm • http://www.scienceinschool.org/2011/issue19/chemiluminescence/portuguese • http://tendaluminescente.wix.com/tendaluminescente#!curiosidades • http://www.ebah.com.br/content/ABAAAA7YgAL/quimiluminescencia-bioluminescencia • http://www.iar.unicamp.br/lab/luz/ld/L%E2mpadas/tipos_caracteristicas_das_lampadas.p

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