Luciferina   Luciferina (do latim lúcifer, "que ilumina") é uma classe de pigmentos responsável pelas emissões luminosas e...
Tipos de Luciferina :Existem cinco tipos gerais de luciferinas.• Luciferina de pirilampo: encontrada em pirilampos, o subs...
Imagens dos tipos de Luciferina                  Pleurotus gardneri
Bioluminescência :  Bioluminescência ocorre quando alguma parte da energia química de reações    bioquímicas é liberada na...
"A bioluminescência tem sido descrita como a emissão de luz por certos organismos, resultante da oxidação de      algum su...
Efeito fluorescente do LuminolA cada dia que passa está mais difícil para um criminoso esconder vestígios da polícia, pode...
A reação química do luminol O produto químico principal nesta reação é o luminol (C8H7O3N3), composto em pó feito denitrog...
O luminol (C8H7O3N3), composto em pó feito de nitrogênio, hidrogênio, oxigênio e carbono. Os    criminalistas misturam o p...
Bibliografia:• http://www.brasilescola.com/quimica/luminol.htm• http://capsulasdeflavonoides.blogspot.com/2010/03  /lucife...
Juliana Ovidio de Paula,n°13 .Nascida dia 17 de julho de    1995.Mora em Tanabi e está no 2° ano do Ensino        Médio no...
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Luciferina

  1. 1. Luciferina Luciferina (do latim lúcifer, "que ilumina") é uma classe de pigmentos responsável pelas emissões luminosas em alguns animais, fungos e algas abioluminescência. Um exemplo disso é a luminescência dos vaga-lumes. São substratos de enzimas denominadas luciferases, que efetuam a descarboxilação oxidativa das luciferinas (sob a forma de adenilato deluciferina, obtido através da activação de luciferina por ATP) a oxiluciferinas usando oxigênio (O2) e produzindo energia luminosa nessa reação. As oxiluciferinas podem ser regeneradas posteriormente a luciferinas.Apesar de ter sido descoberta pelo francês Raphael Dubois (que cunhou ostermos luciferina e luciferase), a luciferina foi melhor estudada nos anos 50pela equipe de William McElroy na Universidade John Hopkins, nos EstadosUnidos, a partir de milhares de pirilampos recolhidos por crianças na região de Baltimore.
  2. 2. Tipos de Luciferina :Existem cinco tipos gerais de luciferinas.• Luciferina de pirilampo: encontrada em pirilampos, o substrato da enzima luciferase EC 1.13.12.7.• Luciferina bacteriana: encontrada em bactérias, alguns cefalópodes da ordem Sepiolida e alguns peixes. Consiste num ácido carboxílico de cadeia longa e um fosfato de riboflavina reduzido.• Luciferina de dinoflagelados: derivado da clorofila encontrado em dinoflagelados, frequentemente os responsáveis pelo fenômeno de fosforescência noturnas na superfície de oceanos. Um tipo semelhante de luciferina é encontrado no krill.• Vargulina: encontrada em determinados peixes de águas profundas, especificamente ostracodes e peixes pertencentes ao gênero Porichthys. É uma imidazolopirazina.• Coelenterazina: é encontrada em radiolários, ctenóforos, cnidários, lulas, copépodos, quilógnatas, peixes e camarões. Encontra-se ligada à proteína aequorina.
  3. 3. Imagens dos tipos de Luciferina Pleurotus gardneri
  4. 4. Bioluminescência : Bioluminescência ocorre quando alguma parte da energia química de reações bioquímicas é liberada na forma de fótons de luz e não na forma de calor. Esta conversão de energia química para luz é devida principalmente à estrutura altamente "forçada" de proteínas chamadas Luciferinas (substrato das reações luminescentes), normalmente com ligações peróxido. A luz é emitida quando esta molécula passa deste estado de alta excitação para um estágio menos excitado. Os diferentes organismos bioluminescentes possuem diferentes tipos de luciferinas que usam em diferentes vias metabólicas para liberar luz. Nas reações de bioluminescência a enzima que cataliza a reação é chamada de Luciferase. Tanto a luciferina quanto a luciferase variam bastante de configuração nos diversos animais, mas uma característica que é comum às diversas vias de bioluminescência é o fato de que em todas ocorre uma reação de oxidação da luciferina. A luciferina de uma bactéria bioluminescente é um complexo formado por uma flavoproteína (FMNH2) e um aldeído de cadeia longa (R-CHO; R maior que 6 carbonos). O complexo FMN-RCHO é oxidado para FMN e ácido carboxílico, na presença de luciferase e oxigênio, produzindo água e liberando fótons de comprimento de onda máximo de 480nm.
  5. 5. "A bioluminescência tem sido descrita como a emissão de luz por certos organismos, resultante da oxidação de algum substrato, na presença de uma enzima. O substrato é um composto termoestável, conhecido como luciferina, e a enzima sensível ao calor, que serve como elemento catalisador para provocar esta oxidação, que resulta em luz fria, chama-se luciferase."
  6. 6. Efeito fluorescente do LuminolA cada dia que passa está mais difícil para um criminoso esconder vestígios da polícia, pode ser o fim doshomicídios sem solução. Mesmo que o assassino lave cuidadosamente o local do crime ou que tenha sepassado até seis anos, é possível identificar os mínimos vestígios de sangue em praticamente qualquertipo de superfície, mesmo as lisas como os azulejos.O responsável por esse avanço é o Luminol, que é um produto químico especial capaz de fazer aparecertraços de sangue até então invisíveis a olho nu, se tornando um grande aliado dos investigadores pararevelar cenas ocultas de um crime.O processo começa pelo reconhecimento do local onde se passou o crime, o Luminol então é aplicado comborrifadores especiais nas possíveis áreas onde pode haver resquícios sanguíneos. A reação acontecequando as moléculas do Luminol entram em contato com o sangue. As partículas de ferro existentes nahemoglobina (uma proteína do sangue) se acendem gerando uma intensa luz azul que pode ser vista emum local escuro ou no momento em que se apaga a luz do ambiente.Assim que a substância se mistura à hemoglobina, bastam apenas 5 (cinco) segundos para a luz radiante setornar visível. A sua utilização é muito importante, pois a partir das manchas de sangue pode-se sugeriruma dinâmica do que teria acontecido e assim solucionar o crime.Com a ajuda do Luminol, os pesquisadores conseguem detectar até traços de DNA que permitem oreconhecimento da vítima e do culpado. O processo químico responsável por essa façanha é chamado dequimiluminescência, fenômeno similar ao que faz vaga-lumes e bastões luminosos brilharem.Segundo os pesquisadores responsáveis pela elaboração do Luminol, é praticamente impossível alguémlimpar o sangue de uma forma que o Luminol não consiga identificá-lo. Por exemplo, em uma piacompletamente branca que seja lavada várias vezes com fortes produtos de limpeza (água sanitária),mesmo assim a substância encontrará indícios quando tiver sangue.
  7. 7. A reação química do luminol O produto químico principal nesta reação é o luminol (C8H7O3N3), composto em pó feito denitrogênio, hidrogênio, oxigênio e carbono. Os criminalistas misturam o pó de luminol com umlíquido contendo peróxido de hidrogênio (H2O2), um hidróxido (OH-) e outros produtos químicos edespejam o liquido em umborrifador.O peróxido de hidrogênio e o luminol são os principais agentes da reação química, mas para queproduzam um brilho forte, precisam de um catalisador para acelerar o processo. A mistura detectaa presença desse catalisador, no caso o ferro contido na hemoglobina.Para executar um teste com luminol, os criminalistas pulverizam a mistura em qualquer lugar ondepode haver sangue. Se a hemoglobina e a mistura de luminol entram em contato, o ferro nahemoglobina acelera a reação entre o peróxido de hidrogênio e o luminol. Nesta reação deoxidação, o luminol perde átomos de nitrogênio e hidrogênio e adquire átomos de oxigênio,resultando em um composto denominado 3-aminoftalato. A reação deixa o 3-aminoftalato em um estado de energia mais elevado, pois os elétrons dosátomos de oxigênio são empurrados para orbitais mais elevados. Os elétrons retornamrapidamente para um nível de energia menor, emitindo a energia extra em forma de um fóton. Como ferro acelerando o processo, a luz brilha o suficiente para ser vista em um ambiente escuro.Os detetives podem usar outros produtos químicos quimiluminescentes, como a fluorescina, nolugar do luminol. Estes produtos funcionam basicamente da mesma maneira, mas o procedimentoé um pouco diferente.
  8. 8. O luminol (C8H7O3N3), composto em pó feito de nitrogênio, hidrogênio, oxigênio e carbono. Os criminalistas misturam o pó de luminol com um líquido contendo peróxido de hidrogênio (conhecido com Água Oxigenada) (H2O2) , um hidróxido (OH-) e outros produtos químicos e despejam o liquido em um borrifador.
  9. 9. Bibliografia:• http://www.brasilescola.com/quimica/luminol.htm• http://capsulasdeflavonoides.blogspot.com/2010/03 /luciferinas-podem-levar-tecnologias-que.html• http://www.quimica.net/emiliano/artigos/2007jan_f orense2.pdf
  10. 10. Juliana Ovidio de Paula,n°13 .Nascida dia 17 de julho de 1995.Mora em Tanabi e está no 2° ano do Ensino Médio no Colégio João de Melo Macedo

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