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 São padrões de composição artística que ao longo do
  tempo, têm sido utilizados para dar forma ao
  imaginário humano. Se dividem em:
 Gênero épico
 Gênero lírico
 Gênero dramático
É MARCADO POR UMA NARRATIVA EM FORMA
DE VERSOS E CONTÉM SEMPRE UM HERÓI, UM
      ANTI-HERÓI E UMA “MOCINHA”.
FAROESTE CABOCLO                                   Discriminação por causa da sua classe e sua cor
LEGIÃO URBANA                                      Ficou cansado de tentar achar resposta
                                                   E comprou uma passagem, foi direto a
                                                   Salvador.
Não tinha medo o tal João de Santo Cristo          E lá chegando foi tomar um cafezinho
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Deixou pra trás todo o marasmo da fazenda          E o boiadeiro tinha uma passagem e ia perder a
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deu                                                Mas João foi lhe salvar
Quando criança só pensava em ser bandido           Dizia ele: "Estou indo pra Brasília
Ainda mais quando com um tiro de soldado o         Neste país lugar melhor não há
pai morreu                                         Tô precisando visitar a minha filha
Era o terror da sertania onde morava               Eu fico aqui e você vai no meu lugar"
E na escola até o professor com ele aprendeu
                                                   E João aceitou sua proposta
Ia pra igreja só pra roubar o dinheiro             E num ônibus entrou no Planalto Central
Que as velhinhas colocavam na caixinha do          Ele ficou bestificado com a cidade
altar                                              Saindo da rodoviária, viu as luzes de Natal
Sentia mesmo que era mesmo diferente
Sentia que aquilo ali não era o seu lugar          (...)
Ele queria sair para ver o mar
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Juntou dinheiro para poder viajar
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De tanto brincar de médico, aos doze era
professor.
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terror.
Não entendia como a vida funcionava
 É marcado pela expressão do sentimento particular do
 eu lírico em forma de versos. Exterioriza o mundo
 interior do eu lírico.
Fanatismo
                    Fagner
  Minh' alma, de sonhar-te, anda perdida
     Meus olhos andam cegos de te ver
     Não és sequer a razão do meu viver
      pois que tu és já toda minha vida
    Não vejo nada assim enlouquecida...
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Eu já te falei de tudo, mas tudo isso é pouco,
              diante do que sinto.
 É marcado pela transferência da voz narrativa para os
  personagens, que contam a história por meio de
  diálogos e monólogos. Pode ser:
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SALTIMBANCOS                      Nós, gatos, já nascemos pobres
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Me acariciaram                    Fui barrada na portaria
Me aliciaram                      Sem filé e sem almofada
Me acostumaram                    Por causa da cantoria
O meu mundo era o                 Mas agora o meu dia-a-dia
apartamento                       É no meio da gataria
Detefon, almofada e trato         Pela rua virando lata
Todo dia filé-mignon              Eu sou mais eu, mais gata
Ou mesmo um bom filé...de gato    Numa louca serenata
Me diziam, todo momento           Que de noite sai cantando assim
Fique em casa, não tome vento
Mas é duro ficar na sua           Nós, gatos, já nascemos pobres
Quando à luz da lua               Porém, já nascemos livres
Tantos gatos pela rua             Senhor, senhora ou senhorio
Toda a noite vão cantando assim   Felino, não reconhecerás

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Gêneros literários

  • 1.
  • 2.  São padrões de composição artística que ao longo do tempo, têm sido utilizados para dar forma ao imaginário humano. Se dividem em:  Gênero épico  Gênero lírico  Gênero dramático
  • 3. É MARCADO POR UMA NARRATIVA EM FORMA DE VERSOS E CONTÉM SEMPRE UM HERÓI, UM ANTI-HERÓI E UMA “MOCINHA”.
  • 4. FAROESTE CABOCLO Discriminação por causa da sua classe e sua cor LEGIÃO URBANA Ficou cansado de tentar achar resposta E comprou uma passagem, foi direto a Salvador. Não tinha medo o tal João de Santo Cristo E lá chegando foi tomar um cafezinho Era o que todos diziam quando ele se perdeu E encontrou um boiadeiro com quem foi falar Deixou pra trás todo o marasmo da fazenda E o boiadeiro tinha uma passagem e ia perder a Só pra sentir no seu sangue o ódio que Jesus lhe viagem deu Mas João foi lhe salvar Quando criança só pensava em ser bandido Dizia ele: "Estou indo pra Brasília Ainda mais quando com um tiro de soldado o Neste país lugar melhor não há pai morreu Tô precisando visitar a minha filha Era o terror da sertania onde morava Eu fico aqui e você vai no meu lugar" E na escola até o professor com ele aprendeu E João aceitou sua proposta Ia pra igreja só pra roubar o dinheiro E num ônibus entrou no Planalto Central Que as velhinhas colocavam na caixinha do Ele ficou bestificado com a cidade altar Saindo da rodoviária, viu as luzes de Natal Sentia mesmo que era mesmo diferente Sentia que aquilo ali não era o seu lugar (...) Ele queria sair para ver o mar E as coisas que ele via na televisão Juntou dinheiro para poder viajar De escolha própria, escolheu a solidão Comia todas as menininhas da cidade De tanto brincar de médico, aos doze era professor. Aos quinze, foi mandado pro o reformatório Onde aumentou seu ódio diante de tanto terror. Não entendia como a vida funcionava
  • 5.  É marcado pela expressão do sentimento particular do eu lírico em forma de versos. Exterioriza o mundo interior do eu lírico.
  • 6. Fanatismo Fagner Minh' alma, de sonhar-te, anda perdida Meus olhos andam cegos de te ver Não és sequer a razão do meu viver pois que tu és já toda minha vida Não vejo nada assim enlouquecida... Passo no mundo, meu amor, a ler No misterioso livro do teu ser A mesma história, tantas vezes lida! "Tudo no mundo é frágil, tudo passa..." Quando me dizem isto, toda a graça Duma boca divina, fala em mim! E, olhos postos em ti, digo de rastros: "Ah! podem voar mundos, morrer astros, Que tu és como um deus: princípio e fim!... Eu já te falei de tudo, mas tudo isso é pouco, diante do que sinto.
  • 7.  É marcado pela transferência da voz narrativa para os personagens, que contam a história por meio de diálogos e monólogos. Pode ser:  Trágico  Cômico  Tragicômico
  • 8. SALTIMBANCOS Nós, gatos, já nascemos pobres HISTÓRIA DE UMA GATA Porém, já nascemos livres Senhor, senhora ou senhorio CHICO BUARQUE Felino, não reconhecerás Me alimentaram De manhã eu voltei pra casa Me acariciaram Fui barrada na portaria Me aliciaram Sem filé e sem almofada Me acostumaram Por causa da cantoria O meu mundo era o Mas agora o meu dia-a-dia apartamento É no meio da gataria Detefon, almofada e trato Pela rua virando lata Todo dia filé-mignon Eu sou mais eu, mais gata Ou mesmo um bom filé...de gato Numa louca serenata Me diziam, todo momento Que de noite sai cantando assim Fique em casa, não tome vento Mas é duro ficar na sua Nós, gatos, já nascemos pobres Quando à luz da lua Porém, já nascemos livres Tantos gatos pela rua Senhor, senhora ou senhorio Toda a noite vão cantando assim Felino, não reconhecerás