SlideShare uma empresa Scribd logo
Almeida Garrett
“Formou Deus o homem, e
o pôs num paraíso de
delícias; tornou a formá-lo a
sociedade, e o pôs num
inferno de tolices.”

Viagens na minha terra
Almeida Garrett
Considerado o primeiro autor romântico
em Portugal,
João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett
(1799- 1854)
passou a infância nas propriedades
do pai, ao sul do Porto.
Aos 10 anos de idade foi obrigado a sair
de sua cidade (invadida pelas tropas de Napoleão
Bonaparte).
Mudou-se para Lisboa com a família e mais tarde
para a ilha Terceira (Açores).
Teatro
• Frei Luís de Souza
• 1843

Prosa
• Viagens na minha terra
• 1846

Poesia
• Folhas Caídas
• 1853

Garrett
dinâmico
Garrett sedutor
“A vida de Garrett foi tão apaixonante
quanto sua obra.
Destacou-se socialmente como
“o tipo perfeito do dandy”.
Foi um homem de muitos amores,
uma espécie de homem fatal.
Separou-se da esposa, para viver com
sua amante D. Adelaide Pastor até à
morte desta em 1841. A partir de
1846, a sua musa é a viscondessa da
Luz, Rosa Montufar Infante,
inspiradora dos arroubos românticos
das Folhas Caídas.”
Olhos negros
Por teus olhos negros, negros,
Trago eu negro o coração,
De tanto pedir-lhe amores...
E eles a dizer que não.
E mais não quero outros olhos,
Negros, negros como são;
Que os azuis dão muita esp'rança
Mas fiar-me eu neles, não.
Só negros, negros os quero;
Que, em lhes chegando a paixão,
Se um dia disserem sim...
Nunca mais dizem que não.
(in «Folhas Caídas e Outros Poemas»)
" Há três espécies de mulheres
neste mundo:
a mulher que se admira,
a mulher que se deseja e a
mulher que se ama.
A beleza, o espírito, a graça,
os dotes da alma e do corpo
geram a admiração. Certas
formas, certo ar voluptuoso,
criam o desejo. O que produz
o amor não se sabe; é tudo
isto às vezes; é mais do que
isto, não é nada disto. Não sei
o que é; mas sei que se pode
admirar uma mulher sem a
desejar, que se pode desejar
sem a amar.”
Cap. 44, Viagens na minha terra
Este inferno de amar – como eu amo!
Quem mo pôs aqui n’alma… quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é vida – e que a vida destrói.
Como é que se veio atear,
Quando – ai se há-de ela apagar?
Eu não sei, não me lembra: o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonho talvez… foi um sonho.
Em que a paz tão serena a dormi!
Oh! Que doce era aquele olhar…
Quem me veio, ai de mim! Despertar?
Só me lembra que um dia formoso
Eu passei… Dava o Sol tanta luz!
E os meus olhos que vagos giravam,
Em seus olhos ardentes os pus.
Que fez ela? Eu que fiz? Não o sei;
Mas nessa hora a viver comecei…
Por instinto se revela,
Eu no teu seio divino
Vim cumprir o meu destino...
Vim, que em ti só sei viver,
Só por ti posso morrer.
“Viagens na minha terra” é
considerado um ápice da prosa de
Almeida Garret, mas é difícil
determinar sua classificação (quanto
ao gênero) porque reúne em si: relatos
de viagens, ensaio e ficção - e aindanovela. (universia.com.br-adaptado)

Considerando que a obra surge durante do
movimento romântico, resgatando e preservando
a história nacional, o livro enquadra-se em
romance histórico ao lado de
Eurico, o presbítero ( Alexandre Herculano).
Estrutura da obra
Organização
em 49 capítulos

Narrador/autor
1a/ pessoa

A menina
dos
rouxinóis
em 3a pessoa

Narrativa
linear e uso do
flashback

Linguagem
híbrida
(formal + informal)

Antes de ser publicada como volume único em 1846, a obra foi um folhetim
publicado entre 1845 e 1846 na Revista Universal Lisbonense .
O estilo de Garret nesta obra

“o romance vai se desenvolvendo em torno de várias
digressões muitas delas literárias. Em muitos momentos ele
conversa com o leitor, ou leitora, que ele trata sempre de
forma educada e carinhosa. Utiliza termos como: benévolo
leitor, amável leitora, leitor amigo, entre outros.”

(Paulo Roberto Borges Berlim, em O tempo no romance: um recorte da Joaninha dos olhos verdes em Viagens na minha terra)
O enredo
A história se desenvolve a
partir de uma viagem
(que durou 6 dias)
entre Lisboa e Santarém.
O narrador/autor parte para
uns dias de descanso na casa
de seu amigo Passos Manuel.

Essa viagem tem
descrições esplendorosas.

*Note-se a direção da viagem: da
capital para o interior (vide mapa a
seguir).
Verossimilhança
A viagem que serve de pretexto para a
narrativa é real. Garrett fez o trajeto de
Lisboa a Santarém e observou a paisagem e
as pessoas em seus costumes.
Quando, em 1846, Almeida Garrett
escreveu Viagens na Minha Terra falavase do trem como promessa ( o primeiro
trecho de trem só seria inaugurado 10
anos depois da publicação da obra).
Garrett, embora fosse um progressista,
desconfiava do novo meio de transporte,
e preferia as estradas, tidas como mais
eficazes: ele descreve a viagem em
barcos, mulas e charretes.
Santarém
“No século XIX Santarém foi palco
de importantes acontecimentos
históricos, como a ocupação dos
exércitos franceses (1807/8); dois
anos depois foi também escolhida
como posição estratégico-militar e
quartel-general (...). Este último facto
levou à migração maciça da sua
população, incluindo frades e freiras,
para Lisboa e outras paragens.”
*Podemos interpretar que o autor
pretende fazer o caminho de volta;
voltar ao interior.
Tempo

O narrador utiliza a técnica do flashback, partindo de um
tempo presente, resgatando um tempo passado ( e histórico)
e projetando suas expectativas para o futuro.

O narrador marca o tempo cronologicamente ( determina os dias, os meses, e o ano
daquilo que conta) . No entanto, como a viagem física é intercalada por digressões,
só no final do livro é que sabemos que durou 6 dias.
O contexto do enredo
Guerra civil portuguesa entre
constitucionalistas
(representados por D. Pedro I)

e absolutistas
(representados por D.Miguel I).

Quando D. Pedro I volta a Portugal e
assume o trono cria-se um período
progressista de liberdade, e Garrett
escreve o livro para defender o governo.
O tempo das Viagens é um tempo
histórico de aguda crise de valores,
de recuo de conquistas políticas e
sociais. O narrador se interessa
pelo presente que o rodeia e pelo
passado próximo que a ele deu
origem.
“Nesse momento Joaninha, que passeava
a alguma distância da casa na direção de
Lisboa, acudiu sobressaltada brandando:
- Avó, avó!... tanta gente que aí vem!
soldados e povo... homens e mulheres...
tanta gente!
Era a retirada de 11 de outubro.
- Deus tenha compaixão de nós! - disse a
velha. - O que será, padre?
- O que há de ser! - respondeu Frei
Dinis. - O meu pressentimento que se
verifica; o combate foi decisivo, os
constitucionais vencem.
Com efeito foram aparecendo as tropas
que se retiravam, as gentes que fugiam, e
todo aquele confuso e doloroso
espetáculo de uma retirada em guerra
civil...”
(capítulo XIX)
Romance
Como já foi dito, Garret
vai defender o governo e
insere no livro uma
noveleta
“A menina dos
rouxinóis”.
O Romantismo “exigia”
uma história de amor
desafortunada para ilustrar
o relato...
Desse modo, temos o
romance entre Carlos e
Joaninha.
Viagens…no plural!!
Enquanto viaja, também a sua
mente vagueia pelo passado, pelo
presente e pelo futuro. São estas as
outras “Viagens” que o título
aponta: um olhar sobre o Portugal
de oitocentos, sobre a sociedade
nacional, sobre a política corrupta,
sobre o desencanto final do
liberalismo
(http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/grandeslivros)
O pluralismo do substantivo "Viagens“ dá pistas da coexistência de múltiplas viagens:

Viagem Geográfica
(de Lisboa a Santarém)

Viagem ao passado das
personagens

(segredos )

Viagem à
Consciência
(reflexões e críticas)

Viagem Sentimental

(Carlos e Joaninha)

Viagem ao passado
(história de Portugal)
nacionalismo

Identidade
com a terra

Discurso
subjetivo

Observe-se a força
significativa do
pronome “minha”

sentimento
de posse

relação de
intimidade
Personagens

Carlos
representa o
espírito
renovador e
liberal

Georgina

Joaninha

representa o
ideal moral da
sociedade

representa a
pureza da vida
campestre,
limpa da
corrupção
citadina,
impoluta e de
mente ingênua

D.Francisca
representa
Portugal e a
prudência

Frei Dinis
representa o
absolutismo,
conservadorismo,
a tradição, os
velhos e
inquebráveis
costumes.
“Espelhos inversos”
Carlos (o filho), ao contrário,
luta pelos ideais do liberalismo
e, depois de descobrir que é
filho do frade, foge e se torna
barão (materialista).

Frei Dinis (o pai) é, inicialmente,
materialista. Somente diante do
remorso pelo pecado cometido
espiritualiza-se,
tornando-se um frade austero.

Helder Macedo afirma que estes personagens são “espelhos, imagens inversas um do outro”.
“Joaninha (...) é uma criança, e tem mais
juízo, mais energia d'alma, mais saúde e
mais força do que (...) a maior parte dos
homens.” (capítulo XIX )
“os olhos de Joaninha eram verdes... não daquele
verde descorado e traidor dos felinos, não não,
eram verde-verde, puros e brilhantes como
esmeraldas do mais subido quilate.” (capítulo XII)
Personifica a graça, a fragilidade, o espírito
de sacrifício e o encanto feminino na
concepção do autor.
Sua função é mostrar a destruição do caráter
de Carlos. Sentimental, enlouquece diante
das injustiças e crueldades sociais e morre.
(http://martarib.tripod.com/personagens.htm)
Joaninha e a janela
“Joaninha era certa em sua janela(...)
ambos os exércitos, ali se acostumaram
a vê-la com o nascer e o pôr do sol: ali,
muda e quedas horas esquecidas,
escutava ela o vago cantar dos seus
rouxinóis, talvez absorta em mais vagos
pensamentos ainda...
E dali lhe puseram o nome de "menina
dos rouxinóis", pelo qual era
conhecida em ambos os campos;
significante e poético apelido com que a
saudavam os soldados de ambas as
bandeiras.”
(capítulo XIX)
"Leitor amigo e benévolo, caro leitor meu
indulgente, não acuses, não julgues à pressa o
meu pobre Carlos." (Cap.XXII)

O típico exemplo dos homens fatais, que
espalham à sua volta a destruição e o sofrimento;
caráter inconstante, não consegue encontrar-se
a si próprio nem identificar-se com o seu
verdadeiro eu, simbolizado por Joaninha.

É um puro coração que a sociedade transformou
num céptico, um sentimental arrastado por um
coração demasiado grande e sensível que não
sabia obedecer à razão ou à vontade.
(http://martarib.tripod.com/personagens.htm)
"Uma bela mulher de estatura não acima da
ordinária", "a cabeça com uns laços de preto e cor
de granada (…) um rosto oval, clássico, perfeito,
sem grande mobilidade de expressão mas belo"
(Cap. XXXII)

Mulher madura no pensar, de personalidade forte,
enérgica e firme.
Simboliza o espírito de abnegação, sacrifício e de
renúncia.Tanto ela como Joaninha são personagens
individuais, que não representam qualquer grupo
social.
(http://martarib.tripod.com/personagens.htm)
"católico sincero e frade no coração“
(cap. XV)

"o frade mais austero e pregador mais
eloquente daquele tempo“
(cap. XVI)
"homem de princípios austeros, de crenças
rígidas e de uma lógica inflexível e teimosa".
(cap. XV)

Simboliza as ideias absolutistas, encarna a
ideia cristã da penitência.
É uma personagem que tem como função na
obra criar uma atmosfera de terror,
atormentado pelo remorso.
(http://martarib.tripod.com/personagens.htm)

Antes de ser frade, Dinis foi o culpado pela
morte da mãe de Carlos (de quem era
amante) e do marido dela, e também pela
morte do pai de Joaninha.
Avó paciente, terna, carinhosa e amante dos netos.
O seu comportamento quase não sofre alterações do
princípio ao fim da novela.
Está mais ligada ao passado do que ao presente; só
ela conhece o mistério da família e os crimes de
Frei Dinis.
Desempenha um papel decisivo na cena do
reconhecimento. É ela que impede Carlos de
assassinar Frei Dinis, revelando-lhe que ele é seu
pai. "Filho, meu filho! - arrancou a velha com
estertor do peito: - É teu pai, meu filho. Este homem
é teu pai, Carlos". (Cap.35)
Com a morte da neta (Joaninha) deixará de existir
como ser humano, aguardando apenas a morte
física.A estagnação das perspectivas da sua vida
poderá simbolicamente ser associada com a
situação de Portugal ("pátria moribunda").
(http://martarib.tripod.com/personagens.htm)
Desfecho
Carlos não aceita o fato de ser filho de Frei Dinis e foge; torna-se barão e deixa
Georgina, enquanto Joaninha enlouquece e morre.
abandona os ideais para assumir um comportamento
adequado aos apelos do mundo: ser barão. Desta
perspectiva, é o símbolo do Portugal contemporâneo.
(Massaud Moisés)

Paralelamente, a viagem até Santarém também termina.
“Mortes simbólicas”
“[Carlos]foge, desencadeando um processo que se pode
denominar de mortes simbólicas na obra: Carlos morre ao
tornar-se barão — morte de ideais, da alma, do amor.”
(Abigail dos Santos Fonsêca)

“Além da morte de Carlos há também a de Joaninha que morre para a razão ao
enlouquecer; Georgina morre para a vida ao converter-se ao Catolicismo pois
não aceitava ser de outro homem que não fosse Carlos; D. Francisca (que já estava
semimorta), também louca, morre para o mundo, está apenas à espera da
“dissolução do corpo”, assim como Frei Dinis que aguarda o momento em que
Deus o leve.”
(Abigail dos Santos Fonsêca)
Assista no
Análise da obra em estudo.
Disponível em:
http://www.youtube.com/watch?v=YFLeRzsKSok
Assista no
Série Grandes Livros
RTP Viagens da minha terra
(apresentação) 50 minutos
Episódio 10
2009.

http://www.youtube.com/watch?v=ho2ZqiVUCss&feature=related
Relevância no movimento literário
“Instrumento para reflexão do seu autor, Viagens na minha terra, não só moderniza a
prosa portuguesa, extirpando-lhe os vícios retóricos de grandiloqüência, como também
traz em seu bojo a marca de uma lúcida consciência dos problemas que afligem seu país.”
(Massaud Moisés,p.40)
“As Viagens(...) são o ponto de arranque da moderna prosa literária portuguesa: pela
mistura de estilos e de géneros, pelo cruzamento de uma linguagem ora clássica ora
popular, ora jornalística ora dramática, ressaltando a vivacidade de expressões e
imagens, pelo tom oralizante do narrador, Garrett libertou o discurso da pesada tradição
clássica, antecipando o melhor que a este nível havia de realizar Eça de Queirós.”
A obra gera a referência
histórica para o início
de “A cidade e as serras”,
de Eça de Queirós
“Ficam-nos estas “Viagens” que,
fisicamente, foi breve (Lisboa – Santarém;
Santarém – Lisboa), mas que atravessou
toda a alma de um país que ainda se
descobre entrelinhas.”
(– Episódio X– Série Grandes Livros, Viagens na
minha terra – Almeida Garrett)
Fontes
GARRETT, Almeida. Viagens na minha terra. 3° edição. Lisboa: Sá da Costa, 1974.
MOISÉS, Massaud (dir.). A literatura portuguesa em perspectiva: Romantismo e Realismo. vol. 3. São Paulo: Atlas, 1994, p. 39.
FONTES, Isabel. Disponível em http://www.mundovestibular.com.br/articles/4367/1/VIAGENS-NA-MINHA-TERRA---Almeida
Garret-Resumo/Paacutegina1.html
BERLIM, Paulo Roberto Borges. O tempo no romance: um recorte da Joaninha dos olhos verde
disponível em: www.letras.ufpr.br/documentos/graduacao/monografias/ss_2008/paulo_roberto_borges_berlim.pdf
•
http://pt.shvoong.com/books/1942732-an%C3%A1lise-livro-viagens-na-minha/#ixzz1oegoWT4k
•
http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/02/24/913540/estude-os-livros-obrigatorios-da-fuvest-e-unicamp2013-viagens-na-minha-terra-almeida-garret.html
•
http://alpendredalua.blogspot.com/2011/12/notacoes-os-pobres-i-de-almeida-garrett.html
•
http://martarib.tripod.com/biografia.htm
•
http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/grandeslivros/?k=Viagens-na-Minha-Terra.rtp&post=11408 http://www.lithis.net/25
•
http://nelsonsouzza.blogspot.com/2010/08/este-inferno-de-amar-almeida-garrett.html
•
http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/portugues/portugues_trabalhos/fichaleituraalmeidagarrett.htm
•
http://martarib.tripod.com/personagens.htm
•
http://www.artigos.com/artigos/humanas/artes-e-literatura/simbolos-e-imagens-em-viagens-na-minha-terra-2473/artigo/

Pesquisa e organização
Profa. Cláudia Heloísa Cunha Andria
Licenciada em Letras – Unisantos
Contato: clauheloisa@yahoo.com.br

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

"As Ilhas Afortunadas" - análise
"As Ilhas Afortunadas" - análise"As Ilhas Afortunadas" - análise
"As Ilhas Afortunadas" - análise
Maria João Oliveira
 
"O Ano da Morte de Ricardo Reis" - Retoma de Conteúdos
"O Ano da Morte de Ricardo Reis" - Retoma de Conteúdos "O Ano da Morte de Ricardo Reis" - Retoma de Conteúdos
"O Ano da Morte de Ricardo Reis" - Retoma de Conteúdos
Catarina Castro
 
Cesário verde
Cesário verdeCesário verde
Cesário verde
ameliapadrao
 
Trabalho sobre Os Maias - Episódios da Vida Romântica
Trabalho sobre Os Maias - Episódios da Vida RomânticaTrabalho sobre Os Maias - Episódios da Vida Romântica
Trabalho sobre Os Maias - Episódios da Vida Romântica
LuisMagina
 
Capítulo i
Capítulo iCapítulo i
Capítulo i
Helena Coutinho
 
"Quinto Império" - Mensagem de Fernando Pessoa
"Quinto Império" - Mensagem de Fernando Pessoa"Quinto Império" - Mensagem de Fernando Pessoa
"Quinto Império" - Mensagem de Fernando Pessoa
FilipaFonseca
 
Os Maias - Capítulo XVII
Os Maias - Capítulo XVIIOs Maias - Capítulo XVII
Os Maias - Capítulo XVII
António Fernandes
 
Existência de Deus - ensaio filosófico
Existência de Deus - ensaio filosóficoExistência de Deus - ensaio filosófico
Existência de Deus - ensaio filosófico
Duarte Nunes
 
Power point "Frei Luís de Sousa"
Power point "Frei Luís de Sousa"Power point "Frei Luís de Sousa"
Power point "Frei Luís de Sousa"
gracacruz
 
Ricardo Reis
Ricardo ReisRicardo Reis
Ricardo Reis
guestde10d2
 
Alberto caeiro biografia e caracteristicas
Alberto caeiro biografia e caracteristicasAlberto caeiro biografia e caracteristicas
Alberto caeiro biografia e caracteristicas
Anabela Fernandes
 
Lírica camoniana
Lírica camoniana Lírica camoniana
Lírica camoniana
Sara Afonso
 
Valor modal das frases
Valor modal das frasesValor modal das frases
Valor modal das frases
nando_reis
 
Fernando Pessoa-Ortónimo
Fernando Pessoa-OrtónimoFernando Pessoa-Ortónimo
Fernando Pessoa-Ortónimo
Margarida Rodrigues
 
Os Maias
Os MaiasOs Maias
Ricardo Reis- Classicismo e Paganismo/Neopaganismo
Ricardo Reis- Classicismo e Paganismo/NeopaganismoRicardo Reis- Classicismo e Paganismo/Neopaganismo
Ricardo Reis- Classicismo e Paganismo/Neopaganismo
Telma Carvalho
 
Amor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo Branco
Amor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo BrancoAmor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo Branco
Amor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo Branco
Lurdes Augusto
 
O heteronimo Alberto Caeiro
O heteronimo Alberto CaeiroO heteronimo Alberto Caeiro
O heteronimo Alberto Caeiro
guest155834
 
"Não sei se é sonhe, se realidade"
"Não sei se é sonhe, se realidade""Não sei se é sonhe, se realidade"
"Não sei se é sonhe, se realidade"
MiguelavRodrigues
 
Resumos de Português: Cesário verde
Resumos de Português: Cesário verdeResumos de Português: Cesário verde
Resumos de Português: Cesário verde
Raffaella Ergün
 

Mais procurados (20)

"As Ilhas Afortunadas" - análise
"As Ilhas Afortunadas" - análise"As Ilhas Afortunadas" - análise
"As Ilhas Afortunadas" - análise
 
"O Ano da Morte de Ricardo Reis" - Retoma de Conteúdos
"O Ano da Morte de Ricardo Reis" - Retoma de Conteúdos "O Ano da Morte de Ricardo Reis" - Retoma de Conteúdos
"O Ano da Morte de Ricardo Reis" - Retoma de Conteúdos
 
Cesário verde
Cesário verdeCesário verde
Cesário verde
 
Trabalho sobre Os Maias - Episódios da Vida Romântica
Trabalho sobre Os Maias - Episódios da Vida RomânticaTrabalho sobre Os Maias - Episódios da Vida Romântica
Trabalho sobre Os Maias - Episódios da Vida Romântica
 
Capítulo i
Capítulo iCapítulo i
Capítulo i
 
"Quinto Império" - Mensagem de Fernando Pessoa
"Quinto Império" - Mensagem de Fernando Pessoa"Quinto Império" - Mensagem de Fernando Pessoa
"Quinto Império" - Mensagem de Fernando Pessoa
 
Os Maias - Capítulo XVII
Os Maias - Capítulo XVIIOs Maias - Capítulo XVII
Os Maias - Capítulo XVII
 
Existência de Deus - ensaio filosófico
Existência de Deus - ensaio filosóficoExistência de Deus - ensaio filosófico
Existência de Deus - ensaio filosófico
 
Power point "Frei Luís de Sousa"
Power point "Frei Luís de Sousa"Power point "Frei Luís de Sousa"
Power point "Frei Luís de Sousa"
 
Ricardo Reis
Ricardo ReisRicardo Reis
Ricardo Reis
 
Alberto caeiro biografia e caracteristicas
Alberto caeiro biografia e caracteristicasAlberto caeiro biografia e caracteristicas
Alberto caeiro biografia e caracteristicas
 
Lírica camoniana
Lírica camoniana Lírica camoniana
Lírica camoniana
 
Valor modal das frases
Valor modal das frasesValor modal das frases
Valor modal das frases
 
Fernando Pessoa-Ortónimo
Fernando Pessoa-OrtónimoFernando Pessoa-Ortónimo
Fernando Pessoa-Ortónimo
 
Os Maias
Os MaiasOs Maias
Os Maias
 
Ricardo Reis- Classicismo e Paganismo/Neopaganismo
Ricardo Reis- Classicismo e Paganismo/NeopaganismoRicardo Reis- Classicismo e Paganismo/Neopaganismo
Ricardo Reis- Classicismo e Paganismo/Neopaganismo
 
Amor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo Branco
Amor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo BrancoAmor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo Branco
Amor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo Branco
 
O heteronimo Alberto Caeiro
O heteronimo Alberto CaeiroO heteronimo Alberto Caeiro
O heteronimo Alberto Caeiro
 
"Não sei se é sonhe, se realidade"
"Não sei se é sonhe, se realidade""Não sei se é sonhe, se realidade"
"Não sei se é sonhe, se realidade"
 
Resumos de Português: Cesário verde
Resumos de Português: Cesário verdeResumos de Português: Cesário verde
Resumos de Português: Cesário verde
 

Destaque

Viagens na Minha Terra - Almeida Garrett
Viagens na Minha Terra - Almeida GarrettViagens na Minha Terra - Almeida Garrett
Viagens na Minha Terra - Almeida Garrett
Milena Castro
 
Viagens na Minha Terra - Slides
Viagens na Minha Terra - SlidesViagens na Minha Terra - Slides
Viagens na Minha Terra - Slides
Gustavo Cardozo
 
Viagens na minha terra 3ª B - 2013
Viagens na minha terra 3ª B -  2013Viagens na minha terra 3ª B -  2013
Viagens na minha terra 3ª B - 2013
Maria Inês de Souza Vitorino Justino
 
Viagens na minha terra
Viagens na minha terra Viagens na minha terra
Viagens na minha terra
maariane27
 
Viagens a minha Terra - 2ª A - 2011
Viagens a minha Terra - 2ª A - 2011Viagens a minha Terra - 2ª A - 2011
Viagens a minha Terra - 2ª A - 2011
Maria Inês de Souza Vitorino Justino
 
Viagens na minha terra
Viagens na minha terraViagens na minha terra
Viagens na minha terra
Octávio Da Matta
 
Viagens na minha terra (Garrett)
Viagens na minha terra (Garrett)Viagens na minha terra (Garrett)
Viagens na minha terra (Garrett)
maariane27
 
Viagens na minha terra
Viagens na minha terraViagens na minha terra
Viagens na minha terra
Maria Gois
 
Almeida Garrett Biografia
Almeida Garrett BiografiaAlmeida Garrett Biografia
Almeida Garrett Biografia
Helena Coutinho
 
Viagens na Minha Terra - Almeida Garrett
Viagens na Minha Terra - Almeida Garrett Viagens na Minha Terra - Almeida Garrett
Viagens na Minha Terra - Almeida Garrett
nenhuma
 
Viagens na minha terra (Garrett) - resumo
Viagens na minha terra (Garrett) - resumoViagens na minha terra (Garrett) - resumo
Viagens na minha terra (Garrett) - resumo
carlos h carneiro
 
Viagens na minha terra
Viagens na minha terra Viagens na minha terra
Viagens na minha terra
Biiboocks W.
 
Almeida Garrett - Vida e Obra
Almeida Garrett - Vida e ObraAlmeida Garrett - Vida e Obra
Almeida Garrett - Vida e Obra
Tiago Faisca
 
Sermão de santo antónio aos peixes
Sermão de santo antónio aos peixesSermão de santo antónio aos peixes
Sermão de santo antónio aos peixes
vermar2010
 
Informação exames provas 2017
Informação exames provas 2017Informação exames provas 2017
Informação exames provas 2017
Pedro França
 
Eurico, o presbitero
 Eurico, o presbitero Eurico, o presbitero
Eurico, o presbitero
Itaandrea
 
Eurico, o presbítero
Eurico, o presbíteroEurico, o presbítero
Eurico, o presbítero
Helena Coutinho
 
Sermão de Santo António aos Peixes
Sermão de Santo António aos PeixesSermão de Santo António aos Peixes
Sermão de Santo António aos Peixes
Daniel Sousa
 
Soluções Livro
Soluções LivroSoluções Livro
Soluções Livro
GeometriaDescritiva
 
Frei luís de sousa
Frei luís de sousaFrei luís de sousa
Frei luís de sousa
Margarida Rodrigues
 

Destaque (20)

Viagens na Minha Terra - Almeida Garrett
Viagens na Minha Terra - Almeida GarrettViagens na Minha Terra - Almeida Garrett
Viagens na Minha Terra - Almeida Garrett
 
Viagens na Minha Terra - Slides
Viagens na Minha Terra - SlidesViagens na Minha Terra - Slides
Viagens na Minha Terra - Slides
 
Viagens na minha terra 3ª B - 2013
Viagens na minha terra 3ª B -  2013Viagens na minha terra 3ª B -  2013
Viagens na minha terra 3ª B - 2013
 
Viagens na minha terra
Viagens na minha terra Viagens na minha terra
Viagens na minha terra
 
Viagens a minha Terra - 2ª A - 2011
Viagens a minha Terra - 2ª A - 2011Viagens a minha Terra - 2ª A - 2011
Viagens a minha Terra - 2ª A - 2011
 
Viagens na minha terra
Viagens na minha terraViagens na minha terra
Viagens na minha terra
 
Viagens na minha terra (Garrett)
Viagens na minha terra (Garrett)Viagens na minha terra (Garrett)
Viagens na minha terra (Garrett)
 
Viagens na minha terra
Viagens na minha terraViagens na minha terra
Viagens na minha terra
 
Almeida Garrett Biografia
Almeida Garrett BiografiaAlmeida Garrett Biografia
Almeida Garrett Biografia
 
Viagens na Minha Terra - Almeida Garrett
Viagens na Minha Terra - Almeida Garrett Viagens na Minha Terra - Almeida Garrett
Viagens na Minha Terra - Almeida Garrett
 
Viagens na minha terra (Garrett) - resumo
Viagens na minha terra (Garrett) - resumoViagens na minha terra (Garrett) - resumo
Viagens na minha terra (Garrett) - resumo
 
Viagens na minha terra
Viagens na minha terra Viagens na minha terra
Viagens na minha terra
 
Almeida Garrett - Vida e Obra
Almeida Garrett - Vida e ObraAlmeida Garrett - Vida e Obra
Almeida Garrett - Vida e Obra
 
Sermão de santo antónio aos peixes
Sermão de santo antónio aos peixesSermão de santo antónio aos peixes
Sermão de santo antónio aos peixes
 
Informação exames provas 2017
Informação exames provas 2017Informação exames provas 2017
Informação exames provas 2017
 
Eurico, o presbitero
 Eurico, o presbitero Eurico, o presbitero
Eurico, o presbitero
 
Eurico, o presbítero
Eurico, o presbíteroEurico, o presbítero
Eurico, o presbítero
 
Sermão de Santo António aos Peixes
Sermão de Santo António aos PeixesSermão de Santo António aos Peixes
Sermão de Santo António aos Peixes
 
Soluções Livro
Soluções LivroSoluções Livro
Soluções Livro
 
Frei luís de sousa
Frei luís de sousaFrei luís de sousa
Frei luís de sousa
 

Semelhante a Viagens na minha terra

Exercícios especiais literatura 2
Exercícios especiais literatura 2Exercícios especiais literatura 2
Exercícios especiais literatura 2
Sergio Proença
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
Josi Motta
 
Viagens na minha terra.pptx
Viagens na minha terra.pptxViagens na minha terra.pptx
Viagens na minha terra.pptx
SamiraElizaPintoMxim
 
O Romantismo no Brasil II
O Romantismo no Brasil IIO Romantismo no Brasil II
O Romantismo no Brasil II
Cicero Luciano
 
Aula 10 romantismo no brasil e em portugal
Aula 10   romantismo no brasil e em portugalAula 10   romantismo no brasil e em portugal
Aula 10 romantismo no brasil e em portugal
Jonatas Carlos
 
Apostila quinhentismo (1)
Apostila quinhentismo (1)Apostila quinhentismo (1)
Apostila quinhentismo (1)
espanhol1979a
 
Livros essenciais da literatura brasileira
Livros essenciais da literatura brasileiraLivros essenciais da literatura brasileira
Livros essenciais da literatura brasileira
Thalita Dias
 
Brochura básico
Brochura básico Brochura básico
Brochura básico
Consultua
 
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
BiiancaAlvees
 
Divulgação livros
Divulgação livrosDivulgação livros
Divulgação livros
Claudia_San
 
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
BiiancaAlvees
 
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
BiiancaAlvees
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Noite na Taverna
Noite na TavernaNoite na Taverna
Noite na Taverna
Kauan_ts
 
Simulado de literatura brasileira
Simulado de literatura brasileiraSimulado de literatura brasileira
Simulado de literatura brasileira
Jesrayne Nascimento
 
1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt
1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt
1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt
MarlenePastor2
 
Feliz ano novo
Feliz ano novoFeliz ano novo
Feliz ano novo
Paulo Sindeaux
 
Literatura Nos Vestibulares Do Rs
Literatura Nos Vestibulares Do RsLiteratura Nos Vestibulares Do Rs
Literatura Nos Vestibulares Do Rs
Edir Alonso
 
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIASLITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
Amelia Barros
 
“O Romantismo olha o mundo de forma apaixonada e ideal”
“O Romantismo olha o mundo de forma apaixonada e ideal”“O Romantismo olha o mundo de forma apaixonada e ideal”
“O Romantismo olha o mundo de forma apaixonada e ideal”
Thalita Dias
 

Semelhante a Viagens na minha terra (20)

Exercícios especiais literatura 2
Exercícios especiais literatura 2Exercícios especiais literatura 2
Exercícios especiais literatura 2
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
 
Viagens na minha terra.pptx
Viagens na minha terra.pptxViagens na minha terra.pptx
Viagens na minha terra.pptx
 
O Romantismo no Brasil II
O Romantismo no Brasil IIO Romantismo no Brasil II
O Romantismo no Brasil II
 
Aula 10 romantismo no brasil e em portugal
Aula 10   romantismo no brasil e em portugalAula 10   romantismo no brasil e em portugal
Aula 10 romantismo no brasil e em portugal
 
Apostila quinhentismo (1)
Apostila quinhentismo (1)Apostila quinhentismo (1)
Apostila quinhentismo (1)
 
Livros essenciais da literatura brasileira
Livros essenciais da literatura brasileiraLivros essenciais da literatura brasileira
Livros essenciais da literatura brasileira
 
Brochura básico
Brochura básico Brochura básico
Brochura básico
 
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
 
Divulgação livros
Divulgação livrosDivulgação livros
Divulgação livros
 
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
 
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
Alguns livros essenciais da literatura brasileira1
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
 
Noite na Taverna
Noite na TavernaNoite na Taverna
Noite na Taverna
 
Simulado de literatura brasileira
Simulado de literatura brasileiraSimulado de literatura brasileira
Simulado de literatura brasileira
 
1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt
1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt
1º ANO - ENSINO MÉDIO classicismo-ppt.ppt
 
Feliz ano novo
Feliz ano novoFeliz ano novo
Feliz ano novo
 
Literatura Nos Vestibulares Do Rs
Literatura Nos Vestibulares Do RsLiteratura Nos Vestibulares Do Rs
Literatura Nos Vestibulares Do Rs
 
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIASLITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
 
“O Romantismo olha o mundo de forma apaixonada e ideal”
“O Romantismo olha o mundo de forma apaixonada e ideal”“O Romantismo olha o mundo de forma apaixonada e ideal”
“O Romantismo olha o mundo de forma apaixonada e ideal”
 

Mais de Cláudia Heloísa

Dom Casmurro
Dom CasmurroDom Casmurro
Dom Casmurro
Cláudia Heloísa
 
Quincas Borba
Quincas BorbaQuincas Borba
Quincas Borba
Cláudia Heloísa
 
Angústia, de Graciliano Ramos
Angústia, de Graciliano RamosAngústia, de Graciliano Ramos
Angústia, de Graciliano Ramos
Cláudia Heloísa
 
A relíquia - Eça de Queirós
A relíquia - Eça de QueirósA relíquia - Eça de Queirós
A relíquia - Eça de Queirós
Cláudia Heloísa
 
Enem 2018 informações
Enem 2018 informaçõesEnem 2018 informações
Enem 2018 informações
Cláudia Heloísa
 
Mayombe
MayombeMayombe
Minha vida de menina - Helena Morley
Minha vida de menina - Helena MorleyMinha vida de menina - Helena Morley
Minha vida de menina - Helena Morley
Cláudia Heloísa
 
Iracema - José de Alencar
Iracema - José de AlencarIracema - José de Alencar
Iracema - José de Alencar
Cláudia Heloísa
 
Aula 1 P.I.V.A
Aula 1 P.I.V.AAula 1 P.I.V.A
Aula 1 P.I.V.A
Cláudia Heloísa
 
Variedades linguísticas- exercício
Variedades linguísticas-  exercícioVariedades linguísticas-  exercício
Variedades linguísticas- exercício
Cláudia Heloísa
 
Aula 11 2016 problemas notacionais
Aula 11 2016 problemas notacionaisAula 11 2016 problemas notacionais
Aula 11 2016 problemas notacionais
Cláudia Heloísa
 
Aula 8 texto e discurso
Aula 8 texto e discursoAula 8 texto e discurso
Aula 8 texto e discurso
Cláudia Heloísa
 
Piva aula 7 2016
Piva aula 7  2016Piva aula 7  2016
Piva aula 7 2016
Cláudia Heloísa
 
Aula 4
Aula 4 Aula 4
Aula 5 2016
Aula 5 2016Aula 5 2016
Aula 5 2016
Cláudia Heloísa
 
PIVA- Aula 3 lógica
PIVA- Aula 3 lógicaPIVA- Aula 3 lógica
PIVA- Aula 3 lógica
Cláudia Heloísa
 
PIVA -Aula2 2016
PIVA -Aula2 2016 PIVA -Aula2 2016
PIVA -Aula2 2016
Cláudia Heloísa
 
PIVA - Aula 1 2016
PIVA - Aula 1 2016PIVA - Aula 1 2016
PIVA - Aula 1 2016
Cláudia Heloísa
 
Revisao enem carmo 2015_aula 7
Revisao enem carmo 2015_aula 7Revisao enem carmo 2015_aula 7
Revisao enem carmo 2015_aula 7
Cláudia Heloísa
 
Funções de linguagem exercicios
Funções de linguagem exercicios Funções de linguagem exercicios
Funções de linguagem exercicios
Cláudia Heloísa
 

Mais de Cláudia Heloísa (20)

Dom Casmurro
Dom CasmurroDom Casmurro
Dom Casmurro
 
Quincas Borba
Quincas BorbaQuincas Borba
Quincas Borba
 
Angústia, de Graciliano Ramos
Angústia, de Graciliano RamosAngústia, de Graciliano Ramos
Angústia, de Graciliano Ramos
 
A relíquia - Eça de Queirós
A relíquia - Eça de QueirósA relíquia - Eça de Queirós
A relíquia - Eça de Queirós
 
Enem 2018 informações
Enem 2018 informaçõesEnem 2018 informações
Enem 2018 informações
 
Mayombe
MayombeMayombe
Mayombe
 
Minha vida de menina - Helena Morley
Minha vida de menina - Helena MorleyMinha vida de menina - Helena Morley
Minha vida de menina - Helena Morley
 
Iracema - José de Alencar
Iracema - José de AlencarIracema - José de Alencar
Iracema - José de Alencar
 
Aula 1 P.I.V.A
Aula 1 P.I.V.AAula 1 P.I.V.A
Aula 1 P.I.V.A
 
Variedades linguísticas- exercício
Variedades linguísticas-  exercícioVariedades linguísticas-  exercício
Variedades linguísticas- exercício
 
Aula 11 2016 problemas notacionais
Aula 11 2016 problemas notacionaisAula 11 2016 problemas notacionais
Aula 11 2016 problemas notacionais
 
Aula 8 texto e discurso
Aula 8 texto e discursoAula 8 texto e discurso
Aula 8 texto e discurso
 
Piva aula 7 2016
Piva aula 7  2016Piva aula 7  2016
Piva aula 7 2016
 
Aula 4
Aula 4 Aula 4
Aula 4
 
Aula 5 2016
Aula 5 2016Aula 5 2016
Aula 5 2016
 
PIVA- Aula 3 lógica
PIVA- Aula 3 lógicaPIVA- Aula 3 lógica
PIVA- Aula 3 lógica
 
PIVA -Aula2 2016
PIVA -Aula2 2016 PIVA -Aula2 2016
PIVA -Aula2 2016
 
PIVA - Aula 1 2016
PIVA - Aula 1 2016PIVA - Aula 1 2016
PIVA - Aula 1 2016
 
Revisao enem carmo 2015_aula 7
Revisao enem carmo 2015_aula 7Revisao enem carmo 2015_aula 7
Revisao enem carmo 2015_aula 7
 
Funções de linguagem exercicios
Funções de linguagem exercicios Funções de linguagem exercicios
Funções de linguagem exercicios
 

Último

EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
JocelynNavarroBonta
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Falcão Brasil
 
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Falcão Brasil
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Luiz C. da Silva
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Centro Jacques Delors
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
Ceiça Martins Vital
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
Sandra Pratas
 
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdfAdaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
CamilaSouza544051
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdfLivro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
CarolineSaback2
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Falcão Brasil
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
Manuais Formação
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
portaladministradores
 
A Priula sobre a primeira Guerra Mundial.pptx
A Priula sobre a primeira Guerra Mundial.pptxA Priula sobre a primeira Guerra Mundial.pptx
A Priula sobre a primeira Guerra Mundial.pptx
tamirissousa11
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Falcão Brasil
 

Último (20)

EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
 
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
 
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdfAdaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
 
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdfLivro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
 
A Priula sobre a primeira Guerra Mundial.pptx
A Priula sobre a primeira Guerra Mundial.pptxA Priula sobre a primeira Guerra Mundial.pptx
A Priula sobre a primeira Guerra Mundial.pptx
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
 

Viagens na minha terra

  • 1. Almeida Garrett “Formou Deus o homem, e o pôs num paraíso de delícias; tornou a formá-lo a sociedade, e o pôs num inferno de tolices.” Viagens na minha terra
  • 2. Almeida Garrett Considerado o primeiro autor romântico em Portugal, João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett (1799- 1854) passou a infância nas propriedades do pai, ao sul do Porto. Aos 10 anos de idade foi obrigado a sair de sua cidade (invadida pelas tropas de Napoleão Bonaparte). Mudou-se para Lisboa com a família e mais tarde para a ilha Terceira (Açores).
  • 3. Teatro • Frei Luís de Souza • 1843 Prosa • Viagens na minha terra • 1846 Poesia • Folhas Caídas • 1853 Garrett dinâmico
  • 4. Garrett sedutor “A vida de Garrett foi tão apaixonante quanto sua obra. Destacou-se socialmente como “o tipo perfeito do dandy”. Foi um homem de muitos amores, uma espécie de homem fatal. Separou-se da esposa, para viver com sua amante D. Adelaide Pastor até à morte desta em 1841. A partir de 1846, a sua musa é a viscondessa da Luz, Rosa Montufar Infante, inspiradora dos arroubos românticos das Folhas Caídas.”
  • 5. Olhos negros Por teus olhos negros, negros, Trago eu negro o coração, De tanto pedir-lhe amores... E eles a dizer que não. E mais não quero outros olhos, Negros, negros como são; Que os azuis dão muita esp'rança Mas fiar-me eu neles, não. Só negros, negros os quero; Que, em lhes chegando a paixão, Se um dia disserem sim... Nunca mais dizem que não. (in «Folhas Caídas e Outros Poemas»)
  • 6. " Há três espécies de mulheres neste mundo: a mulher que se admira, a mulher que se deseja e a mulher que se ama. A beleza, o espírito, a graça, os dotes da alma e do corpo geram a admiração. Certas formas, certo ar voluptuoso, criam o desejo. O que produz o amor não se sabe; é tudo isto às vezes; é mais do que isto, não é nada disto. Não sei o que é; mas sei que se pode admirar uma mulher sem a desejar, que se pode desejar sem a amar.” Cap. 44, Viagens na minha terra
  • 7. Este inferno de amar – como eu amo! Quem mo pôs aqui n’alma… quem foi? Esta chama que alenta e consome, Que é vida – e que a vida destrói. Como é que se veio atear, Quando – ai se há-de ela apagar? Eu não sei, não me lembra: o passado, A outra vida que dantes vivi Era um sonho talvez… foi um sonho. Em que a paz tão serena a dormi! Oh! Que doce era aquele olhar… Quem me veio, ai de mim! Despertar? Só me lembra que um dia formoso Eu passei… Dava o Sol tanta luz! E os meus olhos que vagos giravam, Em seus olhos ardentes os pus. Que fez ela? Eu que fiz? Não o sei; Mas nessa hora a viver comecei… Por instinto se revela, Eu no teu seio divino Vim cumprir o meu destino... Vim, que em ti só sei viver, Só por ti posso morrer.
  • 8. “Viagens na minha terra” é considerado um ápice da prosa de Almeida Garret, mas é difícil determinar sua classificação (quanto ao gênero) porque reúne em si: relatos de viagens, ensaio e ficção - e aindanovela. (universia.com.br-adaptado) Considerando que a obra surge durante do movimento romântico, resgatando e preservando a história nacional, o livro enquadra-se em romance histórico ao lado de Eurico, o presbítero ( Alexandre Herculano).
  • 9. Estrutura da obra Organização em 49 capítulos Narrador/autor 1a/ pessoa A menina dos rouxinóis em 3a pessoa Narrativa linear e uso do flashback Linguagem híbrida (formal + informal) Antes de ser publicada como volume único em 1846, a obra foi um folhetim publicado entre 1845 e 1846 na Revista Universal Lisbonense .
  • 10. O estilo de Garret nesta obra “o romance vai se desenvolvendo em torno de várias digressões muitas delas literárias. Em muitos momentos ele conversa com o leitor, ou leitora, que ele trata sempre de forma educada e carinhosa. Utiliza termos como: benévolo leitor, amável leitora, leitor amigo, entre outros.” (Paulo Roberto Borges Berlim, em O tempo no romance: um recorte da Joaninha dos olhos verdes em Viagens na minha terra)
  • 11. O enredo A história se desenvolve a partir de uma viagem (que durou 6 dias) entre Lisboa e Santarém. O narrador/autor parte para uns dias de descanso na casa de seu amigo Passos Manuel. Essa viagem tem descrições esplendorosas. *Note-se a direção da viagem: da capital para o interior (vide mapa a seguir).
  • 12. Verossimilhança A viagem que serve de pretexto para a narrativa é real. Garrett fez o trajeto de Lisboa a Santarém e observou a paisagem e as pessoas em seus costumes. Quando, em 1846, Almeida Garrett escreveu Viagens na Minha Terra falavase do trem como promessa ( o primeiro trecho de trem só seria inaugurado 10 anos depois da publicação da obra). Garrett, embora fosse um progressista, desconfiava do novo meio de transporte, e preferia as estradas, tidas como mais eficazes: ele descreve a viagem em barcos, mulas e charretes.
  • 13. Santarém “No século XIX Santarém foi palco de importantes acontecimentos históricos, como a ocupação dos exércitos franceses (1807/8); dois anos depois foi também escolhida como posição estratégico-militar e quartel-general (...). Este último facto levou à migração maciça da sua população, incluindo frades e freiras, para Lisboa e outras paragens.” *Podemos interpretar que o autor pretende fazer o caminho de volta; voltar ao interior.
  • 14. Tempo O narrador utiliza a técnica do flashback, partindo de um tempo presente, resgatando um tempo passado ( e histórico) e projetando suas expectativas para o futuro. O narrador marca o tempo cronologicamente ( determina os dias, os meses, e o ano daquilo que conta) . No entanto, como a viagem física é intercalada por digressões, só no final do livro é que sabemos que durou 6 dias.
  • 15. O contexto do enredo Guerra civil portuguesa entre constitucionalistas (representados por D. Pedro I) e absolutistas (representados por D.Miguel I). Quando D. Pedro I volta a Portugal e assume o trono cria-se um período progressista de liberdade, e Garrett escreve o livro para defender o governo. O tempo das Viagens é um tempo histórico de aguda crise de valores, de recuo de conquistas políticas e sociais. O narrador se interessa pelo presente que o rodeia e pelo passado próximo que a ele deu origem.
  • 16. “Nesse momento Joaninha, que passeava a alguma distância da casa na direção de Lisboa, acudiu sobressaltada brandando: - Avó, avó!... tanta gente que aí vem! soldados e povo... homens e mulheres... tanta gente! Era a retirada de 11 de outubro. - Deus tenha compaixão de nós! - disse a velha. - O que será, padre? - O que há de ser! - respondeu Frei Dinis. - O meu pressentimento que se verifica; o combate foi decisivo, os constitucionais vencem. Com efeito foram aparecendo as tropas que se retiravam, as gentes que fugiam, e todo aquele confuso e doloroso espetáculo de uma retirada em guerra civil...” (capítulo XIX)
  • 17. Romance Como já foi dito, Garret vai defender o governo e insere no livro uma noveleta “A menina dos rouxinóis”. O Romantismo “exigia” uma história de amor desafortunada para ilustrar o relato... Desse modo, temos o romance entre Carlos e Joaninha.
  • 18. Viagens…no plural!! Enquanto viaja, também a sua mente vagueia pelo passado, pelo presente e pelo futuro. São estas as outras “Viagens” que o título aponta: um olhar sobre o Portugal de oitocentos, sobre a sociedade nacional, sobre a política corrupta, sobre o desencanto final do liberalismo (http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/grandeslivros)
  • 19. O pluralismo do substantivo "Viagens“ dá pistas da coexistência de múltiplas viagens: Viagem Geográfica (de Lisboa a Santarém) Viagem ao passado das personagens (segredos ) Viagem à Consciência (reflexões e críticas) Viagem Sentimental (Carlos e Joaninha) Viagem ao passado (história de Portugal)
  • 20. nacionalismo Identidade com a terra Discurso subjetivo Observe-se a força significativa do pronome “minha” sentimento de posse relação de intimidade
  • 21. Personagens Carlos representa o espírito renovador e liberal Georgina Joaninha representa o ideal moral da sociedade representa a pureza da vida campestre, limpa da corrupção citadina, impoluta e de mente ingênua D.Francisca representa Portugal e a prudência Frei Dinis representa o absolutismo, conservadorismo, a tradição, os velhos e inquebráveis costumes.
  • 22. “Espelhos inversos” Carlos (o filho), ao contrário, luta pelos ideais do liberalismo e, depois de descobrir que é filho do frade, foge e se torna barão (materialista). Frei Dinis (o pai) é, inicialmente, materialista. Somente diante do remorso pelo pecado cometido espiritualiza-se, tornando-se um frade austero. Helder Macedo afirma que estes personagens são “espelhos, imagens inversas um do outro”.
  • 23. “Joaninha (...) é uma criança, e tem mais juízo, mais energia d'alma, mais saúde e mais força do que (...) a maior parte dos homens.” (capítulo XIX ) “os olhos de Joaninha eram verdes... não daquele verde descorado e traidor dos felinos, não não, eram verde-verde, puros e brilhantes como esmeraldas do mais subido quilate.” (capítulo XII) Personifica a graça, a fragilidade, o espírito de sacrifício e o encanto feminino na concepção do autor. Sua função é mostrar a destruição do caráter de Carlos. Sentimental, enlouquece diante das injustiças e crueldades sociais e morre. (http://martarib.tripod.com/personagens.htm)
  • 24. Joaninha e a janela “Joaninha era certa em sua janela(...) ambos os exércitos, ali se acostumaram a vê-la com o nascer e o pôr do sol: ali, muda e quedas horas esquecidas, escutava ela o vago cantar dos seus rouxinóis, talvez absorta em mais vagos pensamentos ainda... E dali lhe puseram o nome de "menina dos rouxinóis", pelo qual era conhecida em ambos os campos; significante e poético apelido com que a saudavam os soldados de ambas as bandeiras.” (capítulo XIX)
  • 25. "Leitor amigo e benévolo, caro leitor meu indulgente, não acuses, não julgues à pressa o meu pobre Carlos." (Cap.XXII) O típico exemplo dos homens fatais, que espalham à sua volta a destruição e o sofrimento; caráter inconstante, não consegue encontrar-se a si próprio nem identificar-se com o seu verdadeiro eu, simbolizado por Joaninha. É um puro coração que a sociedade transformou num céptico, um sentimental arrastado por um coração demasiado grande e sensível que não sabia obedecer à razão ou à vontade. (http://martarib.tripod.com/personagens.htm)
  • 26. "Uma bela mulher de estatura não acima da ordinária", "a cabeça com uns laços de preto e cor de granada (…) um rosto oval, clássico, perfeito, sem grande mobilidade de expressão mas belo" (Cap. XXXII) Mulher madura no pensar, de personalidade forte, enérgica e firme. Simboliza o espírito de abnegação, sacrifício e de renúncia.Tanto ela como Joaninha são personagens individuais, que não representam qualquer grupo social. (http://martarib.tripod.com/personagens.htm)
  • 27. "católico sincero e frade no coração“ (cap. XV) "o frade mais austero e pregador mais eloquente daquele tempo“ (cap. XVI) "homem de princípios austeros, de crenças rígidas e de uma lógica inflexível e teimosa". (cap. XV) Simboliza as ideias absolutistas, encarna a ideia cristã da penitência. É uma personagem que tem como função na obra criar uma atmosfera de terror, atormentado pelo remorso. (http://martarib.tripod.com/personagens.htm) Antes de ser frade, Dinis foi o culpado pela morte da mãe de Carlos (de quem era amante) e do marido dela, e também pela morte do pai de Joaninha.
  • 28. Avó paciente, terna, carinhosa e amante dos netos. O seu comportamento quase não sofre alterações do princípio ao fim da novela. Está mais ligada ao passado do que ao presente; só ela conhece o mistério da família e os crimes de Frei Dinis. Desempenha um papel decisivo na cena do reconhecimento. É ela que impede Carlos de assassinar Frei Dinis, revelando-lhe que ele é seu pai. "Filho, meu filho! - arrancou a velha com estertor do peito: - É teu pai, meu filho. Este homem é teu pai, Carlos". (Cap.35) Com a morte da neta (Joaninha) deixará de existir como ser humano, aguardando apenas a morte física.A estagnação das perspectivas da sua vida poderá simbolicamente ser associada com a situação de Portugal ("pátria moribunda"). (http://martarib.tripod.com/personagens.htm)
  • 29. Desfecho Carlos não aceita o fato de ser filho de Frei Dinis e foge; torna-se barão e deixa Georgina, enquanto Joaninha enlouquece e morre. abandona os ideais para assumir um comportamento adequado aos apelos do mundo: ser barão. Desta perspectiva, é o símbolo do Portugal contemporâneo. (Massaud Moisés) Paralelamente, a viagem até Santarém também termina.
  • 30. “Mortes simbólicas” “[Carlos]foge, desencadeando um processo que se pode denominar de mortes simbólicas na obra: Carlos morre ao tornar-se barão — morte de ideais, da alma, do amor.” (Abigail dos Santos Fonsêca) “Além da morte de Carlos há também a de Joaninha que morre para a razão ao enlouquecer; Georgina morre para a vida ao converter-se ao Catolicismo pois não aceitava ser de outro homem que não fosse Carlos; D. Francisca (que já estava semimorta), também louca, morre para o mundo, está apenas à espera da “dissolução do corpo”, assim como Frei Dinis que aguarda o momento em que Deus o leve.” (Abigail dos Santos Fonsêca)
  • 31. Assista no Análise da obra em estudo. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=YFLeRzsKSok
  • 32. Assista no Série Grandes Livros RTP Viagens da minha terra (apresentação) 50 minutos Episódio 10 2009. http://www.youtube.com/watch?v=ho2ZqiVUCss&feature=related
  • 33. Relevância no movimento literário “Instrumento para reflexão do seu autor, Viagens na minha terra, não só moderniza a prosa portuguesa, extirpando-lhe os vícios retóricos de grandiloqüência, como também traz em seu bojo a marca de uma lúcida consciência dos problemas que afligem seu país.” (Massaud Moisés,p.40) “As Viagens(...) são o ponto de arranque da moderna prosa literária portuguesa: pela mistura de estilos e de géneros, pelo cruzamento de uma linguagem ora clássica ora popular, ora jornalística ora dramática, ressaltando a vivacidade de expressões e imagens, pelo tom oralizante do narrador, Garrett libertou o discurso da pesada tradição clássica, antecipando o melhor que a este nível havia de realizar Eça de Queirós.” A obra gera a referência histórica para o início de “A cidade e as serras”, de Eça de Queirós
  • 34. “Ficam-nos estas “Viagens” que, fisicamente, foi breve (Lisboa – Santarém; Santarém – Lisboa), mas que atravessou toda a alma de um país que ainda se descobre entrelinhas.” (– Episódio X– Série Grandes Livros, Viagens na minha terra – Almeida Garrett)
  • 35. Fontes GARRETT, Almeida. Viagens na minha terra. 3° edição. Lisboa: Sá da Costa, 1974. MOISÉS, Massaud (dir.). A literatura portuguesa em perspectiva: Romantismo e Realismo. vol. 3. São Paulo: Atlas, 1994, p. 39. FONTES, Isabel. Disponível em http://www.mundovestibular.com.br/articles/4367/1/VIAGENS-NA-MINHA-TERRA---Almeida Garret-Resumo/Paacutegina1.html BERLIM, Paulo Roberto Borges. O tempo no romance: um recorte da Joaninha dos olhos verde disponível em: www.letras.ufpr.br/documentos/graduacao/monografias/ss_2008/paulo_roberto_borges_berlim.pdf • http://pt.shvoong.com/books/1942732-an%C3%A1lise-livro-viagens-na-minha/#ixzz1oegoWT4k • http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/02/24/913540/estude-os-livros-obrigatorios-da-fuvest-e-unicamp2013-viagens-na-minha-terra-almeida-garret.html • http://alpendredalua.blogspot.com/2011/12/notacoes-os-pobres-i-de-almeida-garrett.html • http://martarib.tripod.com/biografia.htm • http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/grandeslivros/?k=Viagens-na-Minha-Terra.rtp&post=11408 http://www.lithis.net/25 • http://nelsonsouzza.blogspot.com/2010/08/este-inferno-de-amar-almeida-garrett.html • http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/portugues/portugues_trabalhos/fichaleituraalmeidagarrett.htm • http://martarib.tripod.com/personagens.htm • http://www.artigos.com/artigos/humanas/artes-e-literatura/simbolos-e-imagens-em-viagens-na-minha-terra-2473/artigo/ Pesquisa e organização Profa. Cláudia Heloísa Cunha Andria Licenciada em Letras – Unisantos Contato: clauheloisa@yahoo.com.br