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Helena Morley
“E como a vida era boa
naquele tempo!
Quanto desabafo, quantas
queixas, quantos casos
sobre os tios, as primas, os
professores, as colegas e as
amigas, coisas de que não
poderia mais me lembrar,
depois de tantos anos,
encontrei agora nos meus
cadernos antigos!”
Quem é Helena Morley ?
Helena é , na verdade, pseudônimo de
Alice Dayrell Caldeira Brant
nascida em 1880 em Diamantina (MG), filha de pai inglês e de mãe
mineira.
O livro surgiu em 1942 (em meio ao movimento
modernista).
Helena Morley
narradora
protagonista
pseudônimo da autora
Faleceu em 1970, aos 90 anos .
Como surgiu o pseudônimo?
Em 1941 a família Brant morava num apartamento, enquanto a sua casa
estava sendo construída na Lagoa Rodrigo de Freitas, perto do Corte Cantagalo
onde existe, hoje, o Edifício Helena Morley. Alice detestava morar em apartamento.
Certa tarde de sábado, para distrair os filhos, pegou dentre os seus guardados o
diário que havia escrito quando menina e resolveu ler para eles e para o marido.
Todos escutavam encantados. Ao final da leitura o marido Augusto Mário, sugeriu:
- Por que não publicamos esse diário? Muita gente iria ter a
oportunidade que estamos tendo de ouvir histórias tão interessantes de uma
menina inteligente numa cidadezinha mineira, no final do século passado.
Alice não achou muita graça na ideia. Ignez, sua filha, adorou.Depois de
muita discussão, Alice concordou em transformar tudo aquilo num livro, desde
que fosse com pseudônimo, do contrário Diamantina inteira iria brigar com ela.
Pensaram vários nomes. Alice preferiu Helena porque achava um nome muito
bonito. E o sobrenome Morley, de sua avó materna.
Assim nasceu Helena Morley.
(fonte: http://www.livrariakiron.com.br/alice-e-helena-morley.html)
Imagem do
lançamento
do livro
Rio de Janeiro,
anos 40.
“O diário de Helena Morley tem a data inicial de 5 de janeiro de 1893. O
livro foi lançado pela Livraria José Olympio em 1942. Foi o maior sucesso.
O Brasil inteiro comentava e as edições se esgotavam, uma após a outra.”
(fonte: http://www.livrariakiron.com.br/alice-e-helena-morley.html)
história original: mas e a escrita? “Os escritos de Alice foram organizados pelo
marido Mario Augusto Caldeira Brant, alto
funcionário no governo Getúlio Vargas e escritor
elogiado por Carlos Drummond de Andrade. Como
os originais nunca apareceram e podem ter sido até
queimados, as lendas correram soltas.
Entre os suspeitos de terem mais do que
editado o material, estavam Augusto Meyer e Cyro
dos Anjos(...).
Em conversa com o crítico Alexandre Eulálio,
Guimarães Rosa foi enfático a respeito da
controvérsia: se houve de fato a reescrita por um
adulto, “estaríamos diante de um ´caso’ ainda mais
extraordinário, pois, que soubesse, não existia em
nenhuma outra literatura mais pujante exemplo de
tão literal reconstrução da infância”.
VIEIRA, Enio.
(fonte: http://acervo.revistabula.com/posts/livros/uma-inglesinha-pobre-nos-trópicos)
“É uma biografia disfarçada, esta,
de Helena Morley, mas ao mesmo
tempo é uma espécie de
história natural da vida de família
brasileira no último período do
patriarcalismo escravocrata e
numa região menos conhecida
que o Nordeste da cana de
açúcar. [...] Sob esse aspecto que
o diário de Helena Morley [...]
interessa mais vivamente.”
(FREYRE, 1944 citado em SILVESTRE, 2011)
O registro histórico-social da obra
Por seu valor literário e histórico, o livro foi considerado
uma das melhores obras literárias do Brasil do século XIX.
Por meio das reflexões de Helena, o livro aborda temas e
problemas importantes da realidade daquela época, como o
racismo ( a abolição da escravatura era muito recente), a
desigualdade social e o preconceito religioso ( protestantismo
trazido pelos estrangeiros) e educação feminina repressora.
Os assuntos abordados na obra
A Helena é uma menina pobre, mas seus avós e tios
têm muito dinheiro. Ela convive com negros e brancos,
pobres e ricos, então tem uma visão da sociedade
brasileira bastante privilegiada.
Guia do estudante
“
.”
a desigualdade social
“
.
.”
o preconceito religioso
Sábado, 9 de dezembro
A escola
A linguagem do texto aproxima-se da prosa coloquial, em que
a narradora deixa transparecer toda a franqueza de
adolescente.
A linguagem da obra
“o cenário literário era dominado pelo Parnasianismo. Esse
movimento elaborava uma linguagem mais erudita.
Essa garota escrevia de uma maneira muito mais livre e,
por isso, só muitos anos depois ela foi lida da maneira que
devia ser lida”
Guia do Estudante
Sábado, 11 de março
[]
Segunda-feira, 13 de março
[]
Terça-feira, 14 de março
[]
O modernismo de Helena
“A produção intelectual modernista passou a dar vez e voz a novos e
velhos personagens, aproximando a linguagem escrita à fala do povo,
reivindicando também uma gramática brasileira. Essa brasilidade
mestiça expressa entre outras coisas pela fala, é uma constante na
obra de Helena. Ao narrar, a escritora toma o cuidado de transcrever
o diálogo como ele ocorreu, havendo pessoas que se expressam por
meio da língua padrão e outras não. Assim a oralidade se põe à
mostra em seu texto”.
(JOVIANO, Lúcia Helena da Silva)
Quinta-feira, 13 de junho
[] []
(MORLEY, Helena.p.261, 262)
o espaço da narrativa“Os fatos são narrados,
predominantemente, dentro
da cidade de Diamantina
(MG). É um espaço que
mistura a vida urbana, a
mineração e a vida familiar”.
(fonte: mundoeducacao.)
Quinta-feira, 26 de julho
O contexto da narrativa
Os acontecimentos tem como pano de fundo o Brasil entre os anos 1893 e 1895, onde acabava
de ocorrer a abolição da escravatura, e a Proclamação da República era ainda um fato recente,
quando a autora mostra ser um momento de mudança tanto pessoal quanto nacional.
fonte: mundo educação
1888
Abolição da
Escravatura
1889
Proclamação
da República
Decadência
da mineração
Final do
século XIX
Helena, a inquieta
“
,
”
Helena não constrói uma imagem boazinha de si. Seu caráter não é
perfeito. Aproxima-se do anti-heroísmo pícaro. ‘Ela é individualista,
familiar, rebelde, esclarecida, amiga dos festejos e alérgica a
disciplina, critica a superstição, as fumaças de grandeza e o preço
dos preconceitos e ignorância’.
(ROBERTO SCHWARZ, citado no blog Entre elas).
De caráter inovador, ao pensar sobre seu contexto, Helena propunha-se agir para modificá-lo,
ela é vista muitas vezes como alguém que está além de seu tempo, pois ironiza, critica e se
sente inconformada com o que lhe ocorria. Com isso, o leitor tem a possibilidade de participar
de sua evolução, percebendo as mudanças em sua visão e atuação no mundo.
(fonte: mundo educação)
Quinta-feira 21 de fevereiro
Segunda-feira, 15 de abril
Sexta-feira, 6 de outubro
ç
,
”
Helena, a debochada
O lirismo da narradora
“
”
“
“
repercussão
O livro foi traduzido para inglês por
Elizabeth Bishop.
“
– –
”
fonte: Revista Bula — Literatura e Jornalismo Cultural
disponível em http://acervo.revistabula.com/posts/livros/uma-inglesinha-pobre-nos-
tropicos
Minha vida de Menina, que já foi traduzido para o francês,
Inglês e Italiano. Essa obra teve uma repercussão significativa,
conseguindo a atenção e a reflexão de importantes escritores,
como Raquel de Queiróz, Carlos Drummond de Andrade,
Manuel Bandeira e outros.
Fonte: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/literatura/helena-morley-sua-obra-minha-vida-menina.htm
Adaptação para o cinema
“ Vida de menina”, dirigido por Helena Solberg (2003)
Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=0pJZDAJkFyA
Personagens de destaque
Helena
(protagonista/narradora)
Carolina
(mãe de Helena)
tia Madge
(irmã do pai de Helena)
Alexandre
(pai de Helena, descendente de ingleses)
D. Teodora
(avó materna de Helena)
Luisinha
(irmã de Helena)
tios e tias
ricos; e primos
(parentes maternos
de Helena)
Renato e
Nhonô
(irmãos de Helena)
Carolina e Alexandre
os pais de Helena
Os pais de Helena levam uma vida simples e com pouco dinheiro, bem diferente do resto da
família. Isso leva a menina a vivenciar e questionar a desigualdade e o comportamento social.
Domingo, 26 de novembro
Domingo, 25 de fevereiro
tia Madge, a inglesa
Madge é tia paterna de Helena, e é
protestante. Procura ensinar-lhe boas
maneiras.
Sábado, 13 de outubro
Sábado, 13 de outubro
D. Teodora, a avó amada
Quarta-feira, 20 de dezembro
“
”
[O diário] acaba com a morte de D. Teodora. Nesse momento o diário ganha outro tom, tornando-se mais sombrio. Não só pela morte
da avó, como também pela disputa em que a família entra por conta da partilha dos bens da falecida.
blog Entre Elas - adaptado
O diário termina abruptamente, com a menção ao fato que a parte da herança que chegou às mãos dos Morley serviu para sanar as
dívidas.
“
.”
Fontes de Pesquisa
MORLEY, Helena. Minha vida de Menina. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
SILVESTRE, Penha Lucilda De Souza. DIÁRIO DE UMA VIDA DE MENINA: cinema e literatura no Brasil (representações da personagem feminina) . Disponível em
https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/103645/000676714.pdf?sequence=1
https://www.ebiografia.com/alice_dayrell_caldeira_brant/
BRANT, Sarina Caldeira. Foto do acervo. Disponível em http://www.familiadayrell.uaivip.com.br/brasil.htm
VIEIRA, Enio. Disponível em http://acervo.revistabula.com/posts/livros/uma-inglesinha-pobre-nos-tropicos
RIGONATTO, Mariana. Helena Morley e sua obra Minha vida de menina.
Disponível em: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/literatura/helena-morley-sua-obra-minha-vida-menina.htm
BLOG ENTRE ELAS. Minha Vida de Menina’ de Helena Morley: Resumo e Análise para Fuvest.
Disponível em: http://entreelas.com.br/index.php/2017/07/28/minha-vida-de-menina-resumo-e-analise-da-obra-de-helena-morley-fuvest/
Stoodi Ensino e Treinamento a distância LTDA - EPP
https://www.stoodi.com.br/blog/2017/06/02/minha-vida-de-menina-resumo-da-obra-de-helena-morley/
BYLAARDT,Cid Ottoni. Minha vida de menina - Helena Morley
Disponível em: http://www.sosestudante.com/resumos-m/minha-vida-de-menina-helena-morley.html
https://guiadoestudante.abril.com.br/blog/estante/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-obra-minha-vida-de-menina/
JOVIANO, Lúcia Helena da Silva. Diário e escrita de si: Minha vida de Menina no contexto da discursividade Moderna. Darandina Revisteletrônica - Anais do Simpósio Internacional Literatura, Crítica,
Cultura V: Literatura e Política, realizado entre 24 e 26 de maio de 2011 pelo PPG Letras: Estudos Literários, na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Juiz de Fora. Disponível
em:http://www.ufjf.br/darandina/files/2011/08/Di%C3%A1rio-e-escrita-de-si-Minha-vida-de-Menina-no-contexto-da-discursividade-Moderna.pdf
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Profa. Cláudia Heloísa Cunha Andria contato: clauheloisa@yahoo.com.br

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Minha vida de menina - Helena Morley

  • 1. Helena Morley “E como a vida era boa naquele tempo! Quanto desabafo, quantas queixas, quantos casos sobre os tios, as primas, os professores, as colegas e as amigas, coisas de que não poderia mais me lembrar, depois de tantos anos, encontrei agora nos meus cadernos antigos!”
  • 2. Quem é Helena Morley ? Helena é , na verdade, pseudônimo de Alice Dayrell Caldeira Brant nascida em 1880 em Diamantina (MG), filha de pai inglês e de mãe mineira. O livro surgiu em 1942 (em meio ao movimento modernista). Helena Morley narradora protagonista pseudônimo da autora Faleceu em 1970, aos 90 anos .
  • 3. Como surgiu o pseudônimo? Em 1941 a família Brant morava num apartamento, enquanto a sua casa estava sendo construída na Lagoa Rodrigo de Freitas, perto do Corte Cantagalo onde existe, hoje, o Edifício Helena Morley. Alice detestava morar em apartamento. Certa tarde de sábado, para distrair os filhos, pegou dentre os seus guardados o diário que havia escrito quando menina e resolveu ler para eles e para o marido. Todos escutavam encantados. Ao final da leitura o marido Augusto Mário, sugeriu: - Por que não publicamos esse diário? Muita gente iria ter a oportunidade que estamos tendo de ouvir histórias tão interessantes de uma menina inteligente numa cidadezinha mineira, no final do século passado. Alice não achou muita graça na ideia. Ignez, sua filha, adorou.Depois de muita discussão, Alice concordou em transformar tudo aquilo num livro, desde que fosse com pseudônimo, do contrário Diamantina inteira iria brigar com ela. Pensaram vários nomes. Alice preferiu Helena porque achava um nome muito bonito. E o sobrenome Morley, de sua avó materna. Assim nasceu Helena Morley. (fonte: http://www.livrariakiron.com.br/alice-e-helena-morley.html)
  • 4. Imagem do lançamento do livro Rio de Janeiro, anos 40. “O diário de Helena Morley tem a data inicial de 5 de janeiro de 1893. O livro foi lançado pela Livraria José Olympio em 1942. Foi o maior sucesso. O Brasil inteiro comentava e as edições se esgotavam, uma após a outra.” (fonte: http://www.livrariakiron.com.br/alice-e-helena-morley.html)
  • 5. história original: mas e a escrita? “Os escritos de Alice foram organizados pelo marido Mario Augusto Caldeira Brant, alto funcionário no governo Getúlio Vargas e escritor elogiado por Carlos Drummond de Andrade. Como os originais nunca apareceram e podem ter sido até queimados, as lendas correram soltas. Entre os suspeitos de terem mais do que editado o material, estavam Augusto Meyer e Cyro dos Anjos(...). Em conversa com o crítico Alexandre Eulálio, Guimarães Rosa foi enfático a respeito da controvérsia: se houve de fato a reescrita por um adulto, “estaríamos diante de um ´caso’ ainda mais extraordinário, pois, que soubesse, não existia em nenhuma outra literatura mais pujante exemplo de tão literal reconstrução da infância”. VIEIRA, Enio. (fonte: http://acervo.revistabula.com/posts/livros/uma-inglesinha-pobre-nos-trópicos)
  • 6. “É uma biografia disfarçada, esta, de Helena Morley, mas ao mesmo tempo é uma espécie de história natural da vida de família brasileira no último período do patriarcalismo escravocrata e numa região menos conhecida que o Nordeste da cana de açúcar. [...] Sob esse aspecto que o diário de Helena Morley [...] interessa mais vivamente.” (FREYRE, 1944 citado em SILVESTRE, 2011) O registro histórico-social da obra Por seu valor literário e histórico, o livro foi considerado uma das melhores obras literárias do Brasil do século XIX.
  • 7. Por meio das reflexões de Helena, o livro aborda temas e problemas importantes da realidade daquela época, como o racismo ( a abolição da escravatura era muito recente), a desigualdade social e o preconceito religioso ( protestantismo trazido pelos estrangeiros) e educação feminina repressora. Os assuntos abordados na obra A Helena é uma menina pobre, mas seus avós e tios têm muito dinheiro. Ela convive com negros e brancos, pobres e ricos, então tem uma visão da sociedade brasileira bastante privilegiada. Guia do estudante
  • 10. Sábado, 9 de dezembro A escola
  • 11. A linguagem do texto aproxima-se da prosa coloquial, em que a narradora deixa transparecer toda a franqueza de adolescente. A linguagem da obra “o cenário literário era dominado pelo Parnasianismo. Esse movimento elaborava uma linguagem mais erudita. Essa garota escrevia de uma maneira muito mais livre e, por isso, só muitos anos depois ela foi lida da maneira que devia ser lida” Guia do Estudante Sábado, 11 de março [] Segunda-feira, 13 de março [] Terça-feira, 14 de março []
  • 12. O modernismo de Helena “A produção intelectual modernista passou a dar vez e voz a novos e velhos personagens, aproximando a linguagem escrita à fala do povo, reivindicando também uma gramática brasileira. Essa brasilidade mestiça expressa entre outras coisas pela fala, é uma constante na obra de Helena. Ao narrar, a escritora toma o cuidado de transcrever o diálogo como ele ocorreu, havendo pessoas que se expressam por meio da língua padrão e outras não. Assim a oralidade se põe à mostra em seu texto”. (JOVIANO, Lúcia Helena da Silva) Quinta-feira, 13 de junho [] [] (MORLEY, Helena.p.261, 262)
  • 13. o espaço da narrativa“Os fatos são narrados, predominantemente, dentro da cidade de Diamantina (MG). É um espaço que mistura a vida urbana, a mineração e a vida familiar”. (fonte: mundoeducacao.) Quinta-feira, 26 de julho
  • 14. O contexto da narrativa Os acontecimentos tem como pano de fundo o Brasil entre os anos 1893 e 1895, onde acabava de ocorrer a abolição da escravatura, e a Proclamação da República era ainda um fato recente, quando a autora mostra ser um momento de mudança tanto pessoal quanto nacional. fonte: mundo educação 1888 Abolição da Escravatura 1889 Proclamação da República Decadência da mineração Final do século XIX
  • 15. Helena, a inquieta “ , ” Helena não constrói uma imagem boazinha de si. Seu caráter não é perfeito. Aproxima-se do anti-heroísmo pícaro. ‘Ela é individualista, familiar, rebelde, esclarecida, amiga dos festejos e alérgica a disciplina, critica a superstição, as fumaças de grandeza e o preço dos preconceitos e ignorância’. (ROBERTO SCHWARZ, citado no blog Entre elas).
  • 16. De caráter inovador, ao pensar sobre seu contexto, Helena propunha-se agir para modificá-lo, ela é vista muitas vezes como alguém que está além de seu tempo, pois ironiza, critica e se sente inconformada com o que lhe ocorria. Com isso, o leitor tem a possibilidade de participar de sua evolução, percebendo as mudanças em sua visão e atuação no mundo. (fonte: mundo educação) Quinta-feira 21 de fevereiro Segunda-feira, 15 de abril
  • 17. Sexta-feira, 6 de outubro ç , ” Helena, a debochada
  • 18. O lirismo da narradora “ ” “ “
  • 19. repercussão O livro foi traduzido para inglês por Elizabeth Bishop. “ – – ” fonte: Revista Bula — Literatura e Jornalismo Cultural disponível em http://acervo.revistabula.com/posts/livros/uma-inglesinha-pobre-nos- tropicos Minha vida de Menina, que já foi traduzido para o francês, Inglês e Italiano. Essa obra teve uma repercussão significativa, conseguindo a atenção e a reflexão de importantes escritores, como Raquel de Queiróz, Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira e outros. Fonte: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/literatura/helena-morley-sua-obra-minha-vida-menina.htm
  • 20. Adaptação para o cinema “ Vida de menina”, dirigido por Helena Solberg (2003) Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=0pJZDAJkFyA
  • 21. Personagens de destaque Helena (protagonista/narradora) Carolina (mãe de Helena) tia Madge (irmã do pai de Helena) Alexandre (pai de Helena, descendente de ingleses) D. Teodora (avó materna de Helena) Luisinha (irmã de Helena) tios e tias ricos; e primos (parentes maternos de Helena) Renato e Nhonô (irmãos de Helena)
  • 22. Carolina e Alexandre os pais de Helena Os pais de Helena levam uma vida simples e com pouco dinheiro, bem diferente do resto da família. Isso leva a menina a vivenciar e questionar a desigualdade e o comportamento social. Domingo, 26 de novembro Domingo, 25 de fevereiro
  • 23. tia Madge, a inglesa Madge é tia paterna de Helena, e é protestante. Procura ensinar-lhe boas maneiras. Sábado, 13 de outubro
  • 24. Sábado, 13 de outubro
  • 25. D. Teodora, a avó amada Quarta-feira, 20 de dezembro
  • 26. “ ” [O diário] acaba com a morte de D. Teodora. Nesse momento o diário ganha outro tom, tornando-se mais sombrio. Não só pela morte da avó, como também pela disputa em que a família entra por conta da partilha dos bens da falecida. blog Entre Elas - adaptado O diário termina abruptamente, com a menção ao fato que a parte da herança que chegou às mãos dos Morley serviu para sanar as dívidas. “ .”
  • 27. Fontes de Pesquisa MORLEY, Helena. Minha vida de Menina. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. SILVESTRE, Penha Lucilda De Souza. DIÁRIO DE UMA VIDA DE MENINA: cinema e literatura no Brasil (representações da personagem feminina) . Disponível em https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/103645/000676714.pdf?sequence=1 https://www.ebiografia.com/alice_dayrell_caldeira_brant/ BRANT, Sarina Caldeira. Foto do acervo. Disponível em http://www.familiadayrell.uaivip.com.br/brasil.htm VIEIRA, Enio. Disponível em http://acervo.revistabula.com/posts/livros/uma-inglesinha-pobre-nos-tropicos RIGONATTO, Mariana. Helena Morley e sua obra Minha vida de menina. Disponível em: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/literatura/helena-morley-sua-obra-minha-vida-menina.htm BLOG ENTRE ELAS. Minha Vida de Menina’ de Helena Morley: Resumo e Análise para Fuvest. Disponível em: http://entreelas.com.br/index.php/2017/07/28/minha-vida-de-menina-resumo-e-analise-da-obra-de-helena-morley-fuvest/ Stoodi Ensino e Treinamento a distância LTDA - EPP https://www.stoodi.com.br/blog/2017/06/02/minha-vida-de-menina-resumo-da-obra-de-helena-morley/ BYLAARDT,Cid Ottoni. Minha vida de menina - Helena Morley Disponível em: http://www.sosestudante.com/resumos-m/minha-vida-de-menina-helena-morley.html https://guiadoestudante.abril.com.br/blog/estante/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-obra-minha-vida-de-menina/ JOVIANO, Lúcia Helena da Silva. Diário e escrita de si: Minha vida de Menina no contexto da discursividade Moderna. Darandina Revisteletrônica - Anais do Simpósio Internacional Literatura, Crítica, Cultura V: Literatura e Política, realizado entre 24 e 26 de maio de 2011 pelo PPG Letras: Estudos Literários, na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Juiz de Fora. Disponível em:http://www.ufjf.br/darandina/files/2011/08/Di%C3%A1rio-e-escrita-de-si-Minha-vida-de-Menina-no-contexto-da-discursividade-Moderna.pdf PESQUISA, ORGANIZAÇÃO E LAYOUT Profa. Cláudia Heloísa Cunha Andria contato: clauheloisa@yahoo.com.br