SlideShare uma empresa Scribd logo
Os Maias 
Episódios da vida romântica 
•Análise social/ sociedade de contrastes 
•Uma sociedade desejosa de progresso, mas muito ligada ao passado, ao tradicional, ao romântico e ao ultrarromântico 
•Crónica de três gerações: 
•Afonso da Maia – lutas liberais 
•Pedro da Maia – romantismo 
•Carlos da Maia – Portugal regenerado, mas economicamente decadente
Estudo das Personagens Com funções variadas: 
-Como entidade dotada de dimensão psicológica; 
-Como sujeito, comparsa ou testemunha de acontecimentos; 
-Como componente da história mais ou menos caracterizado; 
-Existe um friso de personagens em Os Maias 
-Questão do relevo – centralidade de Carlos 
-Modo de caracterização; 
-Problemática da educação; 
-Representatividade social. 
-O estatuto de romance de família – pág.7 
-Grande amplitude cronológica – narra a evolução e a decadência de sucessivas gerações de uma família; 
-O objetivo é representar as condições históricas, sociais e políticas em que essa evolução se dá;
•Desde início começa a definir-se a centralidade de Carlos: quer em termos de intriga, quer em termos sociais; 
•Os antecedentes da família (Afonso e Pedro) têm lugar nos dois primeiros capítulos, enquanto Carlos assume o protagonismo em toda a restante obra; 
•Surgem para sustentar a presença de Carlos em Lisboa, em Outubro de 1875; 
•Cenário de tipos sociais humanos e eventos; 
•Existem muitas personagens que povoam o espaço social e lhe dão forma; 
•O espaço físico escolhido para o desenvolvimento da ação é Lisboa, aí está simbolizada toda a nação. “ Lisboa é Portugal”; 
•Lisboa, mais do que um espaço físico, é um espaço social de onde nasce a crónica de costumes; 
•A crítica social é materializada em tipos sociais, representantes estereotipados de ideias, mentalidades, costumes, políticas, conceções do mundo.
Ação 
Níveis 
Crónica de costumes 
Intriga 
Secundária 
Principal 
Estrutura da intriga 
Secundária 
Personagens – Caetano, Afonso, Pedro, Maria Eduarda Runa, Maria Monforte. 
Etapas – Preparação, Legitimação da intriga principal, Naturalismo 
Principal 
Personagens – Carlos, Maria Eduarda, Afonso, João da Ega, Guimarães Etapas – Preparação, consumação, desenlace 
Ação dramática 
Temática do incesto, a presença do destino, presságios (romântico) Fábula trágica – peripécias. Reconhecimento, catástrofe
Os Maias de Eça de Queirós - personagens
Os Maias de Eça de Queirós - personagens
1 - Relaciona o título e subtítulo com os níveis da estrutura interna da obra. 2 – O peso da hereditariedade é determinante na construção da personalidade? Explica, justifica e exemplifica.
Espaço psicológico 
•Relaciona-se com a vivência íntima das personagens; 
•N’ Os Maias é sobretudo Carlos que desvenda a sua interioridade; 
•Estreita relação entre o estado de espírito e a representação do cenário físico; 
•A presença do sonho abre também contacto com o que de mais íntimo tem a personagem 
•O recurso à memória é também um momento privilegiado, reforça a centralidade da personagem e o peso da hereditariedade 
•Personagens redondas – Carlos / Ega - dotados de complexidade - interpretando comportamentos inesperados; - revelando densidade psicológica.
Afonso da Maia 
•Relação conflituosa com o pai, Caetano da Maia ( fidalgo, beato, doente, absolutista) 
•Descrê no liberalismo 
•Hábitos aristocráticos / bonacheirão / cosmopolita 
•Solidário e bondoso 
•Patriarca 
•Adepto dos ideais da liberdade/ modernidade/ ciência 
•Relação pouco pacífica com o pai; 
•Fervoroso adepto da cultura inglesa; 
•Casamento pouco feliz com Maria Eduarda Runa 
•Desejava muitos filhos – teve um 
•Vê frustrada a intenção de educar o filho de forma moderna 
•Mulher adoentada/ infeliz 
•Representa um esforço regenerador e criador nunca realizado 
•Afonso tenta arrebatar o filho, livrando-o da influência romântica, triste, conservadora, dominadora, beata da mãe, mas Pedro não se sentia confortável longe desse espaço, o que cria frustração em Afonso. 
•Continua a projetar em Carlos, seu neto, este esforço de mudar, de regenerar o país através dos seus sucessores. 
•Este esforço é frustrado e acaba por morrer.(676) 
•(página 14, 15, 17
Maria Eduarda Runa 
•Romântica, triste, conservadora, dominadora, beata; 
•Agarrada à vida nacional. 
•(pág 19)
3 - A religiosidade está associada à moral ou é apenas uma fuga à realidade? Qual o valor da religião na formação do serhumano? Responde a estas questões num texto argumentativo, onde discutas estas ideias e ilustres com exemplos de Os Maias e da tua experiência pessoal.
Pedro da Maia 
. A sua caracterização segue o cânon naturalista: características psicofisiológicas, meio social e educação. 
. Filho único, débil e fraco; 
. Teve uma educação tradicional portuguesa orientada pelo padre Vasques 
. Privilégio do latim e da cartilha 
. Crises de melancolia nervosa 
. Temperamento nervoso e instável, abulia e passividade 
. Bipolar – momentos de euforia e de posterior melancolia na sequência da more da mãe. 
. Exagero romântico quando se apaixona; 
. Casa com Maria Monforte contra a vontade de Afonso; 
. Viaja com ela por Itália e França, regressa a Portugal, instala-se em Arroios; 
. A mulher foge com Tancredo e com a filha, Pedro fica com o filho e suicida-se em Benfica; 
. Protótipo do herói romântico. 
. Preconiza o peso da hereditariedade da família Runa. 
. Pedro constitui um prolongamento físico do temperamento da sua mãe. 
. Influência do romantismo torpe 
- vaguear pelos botequins; 
- boémia alternando com a imersão no ambiente beato 
- Suicídio – consequência de um temperamento e formação virados para a cedência e para a fuga e não para o voluntarioso encarar das crises. 
Página 22,23,
Maria Monforte 
Negreira 
Pedro sublima-a 
Intensa vida social/ casamento/ arroios 
Gosto pelo luxo e pela exuberância 
Gravidez – sossega-a, opta por uma vida pacata 
Tancredo – instável, volúvel, insatisfeita, calculista, falsa 
Foge com Tancredo 
(pág. 25,26, 31
Carlos da Maia 
Conhecimento prático 
Aprendizagem de línguas vivas 
Formatura em medicina 
Abertura, tolerância e convivência social 
Elegância e destreza 
Pendor prático 
Vida ao ar livre, contacto com a natureza 
Exercício físico 
Desprezo pela cartilha e pelo catecismo 
Educação deficiente para o meio onde irá mover-se – lisboa 
Falta de educação da vontade, vai falhar quando estiver entregue a si mesmo 
O falhanço de Carlos é grave: incesto (consciente), viola a lei moral(661/667/674) 
Diletantismo 
Romântico, apesar da educação “britânica” 
(cap.III – 722 e seguintes) 
Eusebiozinho Conhecimento teórico Aprende latim Bacharel em Direito e depois desembargador Isolamento e intolerante Fragilidade, decadência física, cobardia Pendor católico A cartilha/ o latim Fuga à natureza e à realidade prática da vida Devoção cega Incapacidade de resolver contrariedades Debilidade física Deformação da vontade Romantismo decadente Memorização Desvalorização da criatividade e do juízo crítica O falhanço A prostituição A corrupção (a deslealdade, a falsidade, a calúnia) Cap.III, VIII(230)
Maria Eduarda 
. Bela, enigmática, sedutora; . Enfoque no olhar, no passo de deusa… (pág. 160) . Encontros casuais reforçam a sua beleza e elegância (Pág. 207) . Mesmo ausente acentua a sua sedução (pág. 265) . Encontro entre ambos, repleto de indícios (´pág. 353, 354) . A revelação do seu perfil, aproxima-a de Afonso (pág 374) . Início da relação – pág.415 . Toca – pág 440 . (cap.XIV – revelação da verdadeira relação entre Maria Eduarda e Castro Gomes – pág. 487 
-Juventude desordenada e passada em ambientes duvidosos; 
-Responsabilização da mãe para explicar a sua vida vivida ao sabor de relacionamentos de circunstância; 
-Traços naturalistas – a impossibilidade da personagem fugir aos fatores materiais que a transcendem; 
-Caracterização subjetiva já que é feita sob o ponto de vista da própria personagem;
- O amor é o sentimento fatal que domina o ser humano. 
Explora e comenta esta ideia num texto argumentativo, ilustra com a tua perspetiva pessoal e com as tuas experiências de leitura .
Ega 
•Boémio estudantil em Coimbra, onde impressiona tudo e todos com as suas conceções; (pág.93, 94) 
•Aspeto bizarro, esgrouviado, usa monóculo; 
•Dandy – na indumentária espalhafatosa; (pág. 108, 109 - 113) 
•Usa monóculo; 
•Amigo e confidente de Carlos – preenche o vazio que há m Carlos/ fala por ele/ sofre por ele/ aprecia em Carlos as qualidades que não tem; (pág. 186 
•Apaixonado por Raquel Cohen; (133 ) 
•Literato ousado, fantasioso, com grandes capacidades, mas que nunca chega a concretizar os seus planos de autor; 
•“ A hebreia”; “Memórias de um átomo”; “lodaçal” 
•Defesa da “nova Ideia”/ afinidades culturais com Carlos – conflito literário no Hotel central – 177 e seg. 
•Sofre de arrebatamentos românticos/ – expulsão de Ega/ o álcool pág. 274 – 284 – 295 
•É ele que tem a função de revelar a verdade a Maria Eduarda. ( 690- seg) 
•É ele que acompanha Carlos no regresso a Lisboa. 
•Alter-ego de Eça de Queirós.
O Álcool serve ao convívio social, à construção de ilusões ou é a fuga cobarde à realidade? 
Explora e comenta esta questão num texto argumentativo, ilustra com a tua perspetiva pessoal e com as tuas experiências de leitura.
Friso Social
Alencar 
-Amigo de Pedro, encontra Carlos 
-Representante digno do romantismo (conflito literário no Hotel central 177 e seg) (pag. 162, 163, 180, 181) 
Dâmaso 
-Alegoria dos vícios mais perniciosos que infestavam Lisboa; 
-Dâmaso vive fascinado por si mesmo e pelo que considere “chique a valer”; 
-Impõe a sua presença (pág. 181, 194, 195); 
-O afastamento de Carlos acentua a sua depravação moral (pág 271 - 379) 
-Exibicionista; 
-Recurso fácil à calúnia; 
-Vícios e degradação moral; 
-Representa a imoralidade; (pág. 429/431/433 
-Súmula de todos os vícios : provincialismo, cobardia, gulodice, deslealdade,… 
-(cap. VII) 
-“chique a valer!”
Conde Gouvarinho – ministro, representante político incompetente; 
-Oposição entre o ser e o parecer; 
-Falta de modéstia; 
-Temperamento “maçador” “pequinhento” 
-Relação conflituosa com a esposa; 
-Aliança do poder político e o poder económico ( conde e condessa) 
-Retórica emproada e oca 
-Referências culturais medíocres e visão histórica deficitária ( pág. 143, 146, 130) 
Cruges – talento artístico 
-Pianista com uma pontinha de génio; 
-Moralmente correto e tímido; 
-Destoante no panorama nacional 
-Desinserido dos hábitos mundanos (pág 111)
Taveira 
-Ociosidade crónica; 
-Empregado público, funcionário do tribunal de contas (pag. 131) 
-Personagem com uma situação profissional definida 
-Vizinho de Carlos (pág. 103) 
-Verdadeiro dandy (pág.129) Craft 
-Formação e mentalidades britânicas; 
-Inglês rico e boémio, amigo de Carlos e Ega 
-Colecionador de bricabraque 
-Representa uma mentalidade diferente 
-Gostos e ideias semelhantes aos de Carlos 
-Marcado pelo contexto social – diletante/ ociosidade/ álcool 
-Superioridade e distanciamento em relação ao meio social em que se insere. (pág 112)
Steinbroken 
-Ministro da Finlândia 
-Diplomata insuportavelmente maçador e inoperante; 
-Diplomata excêntrico 
-Superficialidade e as frases feitas “c’est grave” 
-Pág. 111, 121, 122, 123, 126 Cohen 
-Jacob – diretor do banco nacional 
-Judeu banqueiro, representante da alta finança; 
-Traído por Ega, escorraça-o de sua casa; 
-Simboliza a burguesia instalada no poder, sem possuir a inteligência e a flexibilidade mental para compreender e analisar o mundo. 
-(pág.110, 131) Palma Cavalão – jornalismo sem escrúpulos Sousa Neto – Administração pública
A vida social é um meio, um fim ou uma consequência? 
Explora e comenta esta questão num texto argumentativo, ilustra com a tua perspetiva pessoal e com as tuas experiências de leitura.
Universo Feminino 
Raquel Cohen 
-Amante de Ega. 
-Protagoniza um “adultério elegante” 135 
-(pág. 134, 135) “ tinha literatura e fazia frases” 
-Mulher fatal do romantismo 
-Ama o marido, é devido aos ciúmes que tem aventuras românticas (287/8) Ver 293 – Opinião de Gouvarinho sobre Raquel Condessa Gouvarinho 
-Uma das amantes de Carlos (pág. 210, 211) - 
-Gosto pela aventura amorosa, (139, 147) (154) 
-Sensual, provocante, adúltera, com traços românticos (pág 302 – 305/7 - 365); 
-Decadência moral da aristocracia lisboeta ; 
-Relação conflituosa com o marido. 
-rompimento ( 448 – 453) 
Visão da mulher Pág.403/404
1 - O peso da hereditariedade é determinante na construção da personalidade? 
2 - A religiosidade está associada à moral ou é apenas uma fuga à realidade? Qual o valor da religião na formação do ser humano? 
3 - O amor é o sentimento fatal que domina o ser humano. 
4 - O Álcool serve ao convívio social, à construção de ilusões ou é a fuga cobarde à realidade? 
5 - A vida social é um meio, um fim ou uma consequência? 
6 – Existem relações proibidas por razões pessoais, por razões sociais e ainda por razões morais, no entanto elas persistem no tempo. 
7 – O papel da mulher na sociedade ao longo do tempo. Elemento de ornato, de Inteligência ou funcional? 
Explora e comenta esta(s) questão(ões) / afirmação num texto argumentativo, ilustra com a tua perspetiva pessoal e com as tuas experiências de leitura.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Os Maias - personagens
Os Maias - personagensOs Maias - personagens
Os Maias - personagens
António Fernandes
 
A Evolução do Ramalhete - Os Maias
A Evolução do Ramalhete - Os MaiasA Evolução do Ramalhete - Os Maias
A Evolução do Ramalhete - Os Maias
mauro dinis
 
Alberto caeiro biografia e caracteristicas
Alberto caeiro biografia e caracteristicasAlberto caeiro biografia e caracteristicas
Alberto caeiro biografia e caracteristicas
Anabela Fernandes
 
Os Maias: Cap. I e II
Os Maias: Cap. I e IIOs Maias: Cap. I e II
Os Maias: Cap. I e II
sin3stesia
 
Frei Luís de Sousa, síntese
Frei Luís de Sousa, sínteseFrei Luís de Sousa, síntese
Frei Luís de Sousa, síntese
Maria Teresa Soveral
 
Os Maias - Capítulo XVI
Os Maias - Capítulo XVIOs Maias - Capítulo XVI
Os Maias - Capítulo XVI
Sara Leonardo
 
Crónica de Costumes - Jantar dos Gouvarinho
Crónica de Costumes - Jantar dos Gouvarinho Crónica de Costumes - Jantar dos Gouvarinho
Crónica de Costumes - Jantar dos Gouvarinho
Marisa Ferreira
 
Os Maias - Capítulo VI
Os Maias - Capítulo VIOs Maias - Capítulo VI
Os Maias - Capítulo VI
António Fernandes
 
. Maias simplificado
. Maias simplificado. Maias simplificado
. Maias simplificado
Helena Coutinho
 
Cesário verde
Cesário verdeCesário verde
Cesário verde
ameliapadrao
 
Valor modal das frases
Valor modal das frasesValor modal das frases
Valor modal das frases
nando_reis
 
Maias - capitulo 3
Maias - capitulo 3Maias - capitulo 3
Maias - capitulo 3
Mónica Martins
 
Sermão aos peixes resumo-esquema por capítulos
Sermão aos peixes   resumo-esquema por capítulosSermão aos peixes   resumo-esquema por capítulos
Sermão aos peixes resumo-esquema por capítulos
ClaudiaSacres
 
Cap iv repreensões geral
Cap iv repreensões geralCap iv repreensões geral
Cap iv repreensões geral
Helena Coutinho
 
Narrativa e estilo n' Os Maias
Narrativa e estilo n' Os MaiasNarrativa e estilo n' Os Maias
Narrativa e estilo n' Os Maias
Dina Baptista
 
Os Maias - análise
Os Maias - análiseOs Maias - análise
Os Maias - análise
António Fernandes
 
Apresentação do Simbolismo N`Os Maias
Apresentação do Simbolismo N`Os MaiasApresentação do Simbolismo N`Os Maias
Apresentação do Simbolismo N`Os Maias
Neizy Mandinga
 
Enc11 amor perdicao_sintese_unidade
Enc11 amor perdicao_sintese_unidadeEnc11 amor perdicao_sintese_unidade
Enc11 amor perdicao_sintese_unidade
Fernanda Pereira
 
Estrutura do Sermão de Santo António aos Peixes
Estrutura do Sermão de Santo António aos PeixesEstrutura do Sermão de Santo António aos Peixes
Estrutura do Sermão de Santo António aos Peixes
António Fernandes
 
Frei luís de sousa
Frei luís de sousaFrei luís de sousa
Frei luís de sousa
Margarida Tomaz
 

Mais procurados (20)

Os Maias - personagens
Os Maias - personagensOs Maias - personagens
Os Maias - personagens
 
A Evolução do Ramalhete - Os Maias
A Evolução do Ramalhete - Os MaiasA Evolução do Ramalhete - Os Maias
A Evolução do Ramalhete - Os Maias
 
Alberto caeiro biografia e caracteristicas
Alberto caeiro biografia e caracteristicasAlberto caeiro biografia e caracteristicas
Alberto caeiro biografia e caracteristicas
 
Os Maias: Cap. I e II
Os Maias: Cap. I e IIOs Maias: Cap. I e II
Os Maias: Cap. I e II
 
Frei Luís de Sousa, síntese
Frei Luís de Sousa, sínteseFrei Luís de Sousa, síntese
Frei Luís de Sousa, síntese
 
Os Maias - Capítulo XVI
Os Maias - Capítulo XVIOs Maias - Capítulo XVI
Os Maias - Capítulo XVI
 
Crónica de Costumes - Jantar dos Gouvarinho
Crónica de Costumes - Jantar dos Gouvarinho Crónica de Costumes - Jantar dos Gouvarinho
Crónica de Costumes - Jantar dos Gouvarinho
 
Os Maias - Capítulo VI
Os Maias - Capítulo VIOs Maias - Capítulo VI
Os Maias - Capítulo VI
 
. Maias simplificado
. Maias simplificado. Maias simplificado
. Maias simplificado
 
Cesário verde
Cesário verdeCesário verde
Cesário verde
 
Valor modal das frases
Valor modal das frasesValor modal das frases
Valor modal das frases
 
Maias - capitulo 3
Maias - capitulo 3Maias - capitulo 3
Maias - capitulo 3
 
Sermão aos peixes resumo-esquema por capítulos
Sermão aos peixes   resumo-esquema por capítulosSermão aos peixes   resumo-esquema por capítulos
Sermão aos peixes resumo-esquema por capítulos
 
Cap iv repreensões geral
Cap iv repreensões geralCap iv repreensões geral
Cap iv repreensões geral
 
Narrativa e estilo n' Os Maias
Narrativa e estilo n' Os MaiasNarrativa e estilo n' Os Maias
Narrativa e estilo n' Os Maias
 
Os Maias - análise
Os Maias - análiseOs Maias - análise
Os Maias - análise
 
Apresentação do Simbolismo N`Os Maias
Apresentação do Simbolismo N`Os MaiasApresentação do Simbolismo N`Os Maias
Apresentação do Simbolismo N`Os Maias
 
Enc11 amor perdicao_sintese_unidade
Enc11 amor perdicao_sintese_unidadeEnc11 amor perdicao_sintese_unidade
Enc11 amor perdicao_sintese_unidade
 
Estrutura do Sermão de Santo António aos Peixes
Estrutura do Sermão de Santo António aos PeixesEstrutura do Sermão de Santo António aos Peixes
Estrutura do Sermão de Santo António aos Peixes
 
Frei luís de sousa
Frei luís de sousaFrei luís de sousa
Frei luís de sousa
 

Semelhante a Os Maias de Eça de Queirós - personagens

Os maias.pdf
Os maias.pdfOs maias.pdf
Os maias.pdf
Telma Casimiro
 
Resumo lit. infantil
Resumo lit. infantilResumo lit. infantil
Resumo lit. infantil
Andrea Rocha
 
Português " Os Maias"
Português " Os Maias"Português " Os Maias"
Português " Os Maias"
Catarina Sousa
 
Contos de fadas aula final
Contos de fadas   aula finalContos de fadas   aula final
Contos de fadas aula final
Junior Nunes
 
Estudo das diversas modalidades de textos infantis
Estudo das diversas modalidades de textos infantisEstudo das diversas modalidades de textos infantis
Estudo das diversas modalidades de textos infantis
Espaco_Pedagogia
 
Til
TilTil
Til
TilTil
-Resumos-Dos-Maias.pdf
-Resumos-Dos-Maias.pdf-Resumos-Dos-Maias.pdf
-Resumos-Dos-Maias.pdf
sandrasilvaae6181
 
Maias Modelos Educativos
Maias Modelos EducativosMaias Modelos Educativos
Maias Modelos Educativos
Gabi gabiv
 
Til - José de Alencar
Til - José de AlencarTil - José de Alencar
Til - José de Alencar
SESI012
 
Katipsoi zunontee guerreiro_os_maias
Katipsoi zunontee guerreiro_os_maiasKatipsoi zunontee guerreiro_os_maias
Katipsoi zunontee guerreiro_os_maias
katipsoi_zunontee
 
Literatura Contemporânea
Literatura  ContemporâneaLiteratura  Contemporânea
Literatura Contemporânea
clemildapetrolina
 
Viagens na minha terra
Viagens na minha terraViagens na minha terra
Viagens na minha terra
Maria Gois
 
Literatura,desejo e fantasia
Literatura,desejo e fantasiaLiteratura,desejo e fantasia
Literatura,desejo e fantasia
Espaco_Pedagogia
 
Slides1
Slides1Slides1
Movimentos literários
Movimentos literáriosMovimentos literários
Movimentos literários
Ronaldo Assis
 
Trabalho Autônomo - Intertextualização Capitães da Areia e Peter Pan
Trabalho Autônomo - Intertextualização Capitães da Areia e Peter PanTrabalho Autônomo - Intertextualização Capitães da Areia e Peter Pan
Trabalho Autônomo - Intertextualização Capitães da Areia e Peter Pan
IsadoraZuffo
 
Os maias analise global
Os maias   analise globalOs maias   analise global
Os maias analise global
Ana Ferreira
 
Trovadorismo ao romantismo 2014
Trovadorismo ao romantismo 2014Trovadorismo ao romantismo 2014
Trovadorismo ao romantismo 2014
Gustavo Cuin
 
literatura completa 123kdhshsgsgajhsgakjshbakjshaskl
literatura completa 123kdhshsgsgajhsgakjshbakjshasklliteratura completa 123kdhshsgsgajhsgakjshbakjshaskl
literatura completa 123kdhshsgsgajhsgakjshbakjshaskl
LuisFernando652236
 

Semelhante a Os Maias de Eça de Queirós - personagens (20)

Os maias.pdf
Os maias.pdfOs maias.pdf
Os maias.pdf
 
Resumo lit. infantil
Resumo lit. infantilResumo lit. infantil
Resumo lit. infantil
 
Português " Os Maias"
Português " Os Maias"Português " Os Maias"
Português " Os Maias"
 
Contos de fadas aula final
Contos de fadas   aula finalContos de fadas   aula final
Contos de fadas aula final
 
Estudo das diversas modalidades de textos infantis
Estudo das diversas modalidades de textos infantisEstudo das diversas modalidades de textos infantis
Estudo das diversas modalidades de textos infantis
 
Til
TilTil
Til
 
Til
TilTil
Til
 
-Resumos-Dos-Maias.pdf
-Resumos-Dos-Maias.pdf-Resumos-Dos-Maias.pdf
-Resumos-Dos-Maias.pdf
 
Maias Modelos Educativos
Maias Modelos EducativosMaias Modelos Educativos
Maias Modelos Educativos
 
Til - José de Alencar
Til - José de AlencarTil - José de Alencar
Til - José de Alencar
 
Katipsoi zunontee guerreiro_os_maias
Katipsoi zunontee guerreiro_os_maiasKatipsoi zunontee guerreiro_os_maias
Katipsoi zunontee guerreiro_os_maias
 
Literatura Contemporânea
Literatura  ContemporâneaLiteratura  Contemporânea
Literatura Contemporânea
 
Viagens na minha terra
Viagens na minha terraViagens na minha terra
Viagens na minha terra
 
Literatura,desejo e fantasia
Literatura,desejo e fantasiaLiteratura,desejo e fantasia
Literatura,desejo e fantasia
 
Slides1
Slides1Slides1
Slides1
 
Movimentos literários
Movimentos literáriosMovimentos literários
Movimentos literários
 
Trabalho Autônomo - Intertextualização Capitães da Areia e Peter Pan
Trabalho Autônomo - Intertextualização Capitães da Areia e Peter PanTrabalho Autônomo - Intertextualização Capitães da Areia e Peter Pan
Trabalho Autônomo - Intertextualização Capitães da Areia e Peter Pan
 
Os maias analise global
Os maias   analise globalOs maias   analise global
Os maias analise global
 
Trovadorismo ao romantismo 2014
Trovadorismo ao romantismo 2014Trovadorismo ao romantismo 2014
Trovadorismo ao romantismo 2014
 
literatura completa 123kdhshsgsgajhsgakjshbakjshaskl
literatura completa 123kdhshsgsgajhsgakjshbakjshasklliteratura completa 123kdhshsgsgajhsgakjshbakjshaskl
literatura completa 123kdhshsgsgajhsgakjshbakjshaskl
 

Mais de Lurdes Augusto

10ºano camões parte C
10ºano camões parte C10ºano camões parte C
10ºano camões parte C
Lurdes Augusto
 
10ºano Luís de Camões parte B
10ºano Luís de Camões parte B10ºano Luís de Camões parte B
10ºano Luís de Camões parte B
Lurdes Augusto
 
10ºano Luís de Camões - parte A
10ºano Luís de Camões - parte A10ºano Luís de Camões - parte A
10ºano Luís de Camões - parte A
Lurdes Augusto
 
Literatura trovadoresca
Literatura trovadoresca Literatura trovadoresca
Literatura trovadoresca
Lurdes Augusto
 
Romantismo, Frei Luís de Sousa
Romantismo, Frei Luís de SousaRomantismo, Frei Luís de Sousa
Romantismo, Frei Luís de Sousa
Lurdes Augusto
 
Modernismo
ModernismoModernismo
Modernismo
Lurdes Augusto
 
Lírica de Luís de Camões
Lírica de Luís de Camões Lírica de Luís de Camões
Lírica de Luís de Camões
Lurdes Augusto
 
Do Ultrarromantismo ao Realismo
Do Ultrarromantismo ao RealismoDo Ultrarromantismo ao Realismo
Do Ultrarromantismo ao Realismo
Lurdes Augusto
 
Cesário Verde
Cesário Verde Cesário Verde
Cesário Verde
Lurdes Augusto
 
Amor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo Branco
Amor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo BrancoAmor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo Branco
Amor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo Branco
Lurdes Augusto
 
Grupos frásicos e Funções Sintáticas
Grupos frásicos e Funções SintáticasGrupos frásicos e Funções Sintáticas
Grupos frásicos e Funções Sintáticas
Lurdes Augusto
 
Resumo da gramática - classe de palavras
Resumo da gramática - classe de palavrasResumo da gramática - classe de palavras
Resumo da gramática - classe de palavras
Lurdes Augusto
 
A Aia - Trabalhos de grupo (alunos)
A Aia - Trabalhos de grupo (alunos)A Aia - Trabalhos de grupo (alunos)
A Aia - Trabalhos de grupo (alunos)
Lurdes Augusto
 
Tempos verbais simples e compostos
Tempos verbais simples e compostosTempos verbais simples e compostos
Tempos verbais simples e compostos
Lurdes Augusto
 
Funcionamento da língua - coordenação, subordinação
Funcionamento da língua - coordenação, subordinaçãoFuncionamento da língua - coordenação, subordinação
Funcionamento da língua - coordenação, subordinação
Lurdes Augusto
 
Texto dramático - características
Texto dramático - característicasTexto dramático - características
Texto dramático - características
Lurdes Augusto
 
Falar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett
Falar Verdade a Mentir, de Almeida GarrettFalar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett
Falar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett
Lurdes Augusto
 
Texto dramático - exercício de aplicação
Texto dramático - exercício de aplicaçãoTexto dramático - exercício de aplicação
Texto dramático - exercício de aplicação
Lurdes Augusto
 
Falar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett
Falar Verdade a Mentir, de Almeida GarrettFalar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett
Falar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett
Lurdes Augusto
 
Texto dramático, Falar verdade a Mentir
Texto dramático, Falar verdade a MentirTexto dramático, Falar verdade a Mentir
Texto dramático, Falar verdade a Mentir
Lurdes Augusto
 

Mais de Lurdes Augusto (20)

10ºano camões parte C
10ºano camões parte C10ºano camões parte C
10ºano camões parte C
 
10ºano Luís de Camões parte B
10ºano Luís de Camões parte B10ºano Luís de Camões parte B
10ºano Luís de Camões parte B
 
10ºano Luís de Camões - parte A
10ºano Luís de Camões - parte A10ºano Luís de Camões - parte A
10ºano Luís de Camões - parte A
 
Literatura trovadoresca
Literatura trovadoresca Literatura trovadoresca
Literatura trovadoresca
 
Romantismo, Frei Luís de Sousa
Romantismo, Frei Luís de SousaRomantismo, Frei Luís de Sousa
Romantismo, Frei Luís de Sousa
 
Modernismo
ModernismoModernismo
Modernismo
 
Lírica de Luís de Camões
Lírica de Luís de Camões Lírica de Luís de Camões
Lírica de Luís de Camões
 
Do Ultrarromantismo ao Realismo
Do Ultrarromantismo ao RealismoDo Ultrarromantismo ao Realismo
Do Ultrarromantismo ao Realismo
 
Cesário Verde
Cesário Verde Cesário Verde
Cesário Verde
 
Amor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo Branco
Amor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo BrancoAmor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo Branco
Amor de Perdição (exceto cap. VI, VII, VIII) de Camilo Castelo Branco
 
Grupos frásicos e Funções Sintáticas
Grupos frásicos e Funções SintáticasGrupos frásicos e Funções Sintáticas
Grupos frásicos e Funções Sintáticas
 
Resumo da gramática - classe de palavras
Resumo da gramática - classe de palavrasResumo da gramática - classe de palavras
Resumo da gramática - classe de palavras
 
A Aia - Trabalhos de grupo (alunos)
A Aia - Trabalhos de grupo (alunos)A Aia - Trabalhos de grupo (alunos)
A Aia - Trabalhos de grupo (alunos)
 
Tempos verbais simples e compostos
Tempos verbais simples e compostosTempos verbais simples e compostos
Tempos verbais simples e compostos
 
Funcionamento da língua - coordenação, subordinação
Funcionamento da língua - coordenação, subordinaçãoFuncionamento da língua - coordenação, subordinação
Funcionamento da língua - coordenação, subordinação
 
Texto dramático - características
Texto dramático - característicasTexto dramático - características
Texto dramático - características
 
Falar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett
Falar Verdade a Mentir, de Almeida GarrettFalar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett
Falar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett
 
Texto dramático - exercício de aplicação
Texto dramático - exercício de aplicaçãoTexto dramático - exercício de aplicação
Texto dramático - exercício de aplicação
 
Falar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett
Falar Verdade a Mentir, de Almeida GarrettFalar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett
Falar Verdade a Mentir, de Almeida Garrett
 
Texto dramático, Falar verdade a Mentir
Texto dramático, Falar verdade a MentirTexto dramático, Falar verdade a Mentir
Texto dramático, Falar verdade a Mentir
 

Último

IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
Ligia Galvão
 
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Falcão Brasil
 
SEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantilil
SEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantililSEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantilil
SEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantilil
menesabi
 
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
Faga1939
 
Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
C4io99
 
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsxSe A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Luzia Gabriele
 
Manejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhasManejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhas
Geagra UFG
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
arodatos81
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
marcos oliveira
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
Mary Alvarenga
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mary Alvarenga
 
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdfIdeais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Anesio2
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Mary Alvarenga
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
antonio carlos
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
marcos oliveira
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
marcos oliveira
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
marcos oliveira
 
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docxPlano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
IsaiasJohaneSimango
 
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
mozalgebrista
 

Último (20)

IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
 
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
 
SEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantilil
SEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantililSEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantilil
SEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantilil
 
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
 
Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
 
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsxSe A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
 
Manejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhasManejo de plantas daninhas
Manejo de plantas daninhas
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
 
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdfIdeais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
 
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docxPlano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
 
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
 

Os Maias de Eça de Queirós - personagens

  • 1. Os Maias Episódios da vida romântica •Análise social/ sociedade de contrastes •Uma sociedade desejosa de progresso, mas muito ligada ao passado, ao tradicional, ao romântico e ao ultrarromântico •Crónica de três gerações: •Afonso da Maia – lutas liberais •Pedro da Maia – romantismo •Carlos da Maia – Portugal regenerado, mas economicamente decadente
  • 2. Estudo das Personagens Com funções variadas: -Como entidade dotada de dimensão psicológica; -Como sujeito, comparsa ou testemunha de acontecimentos; -Como componente da história mais ou menos caracterizado; -Existe um friso de personagens em Os Maias -Questão do relevo – centralidade de Carlos -Modo de caracterização; -Problemática da educação; -Representatividade social. -O estatuto de romance de família – pág.7 -Grande amplitude cronológica – narra a evolução e a decadência de sucessivas gerações de uma família; -O objetivo é representar as condições históricas, sociais e políticas em que essa evolução se dá;
  • 3. •Desde início começa a definir-se a centralidade de Carlos: quer em termos de intriga, quer em termos sociais; •Os antecedentes da família (Afonso e Pedro) têm lugar nos dois primeiros capítulos, enquanto Carlos assume o protagonismo em toda a restante obra; •Surgem para sustentar a presença de Carlos em Lisboa, em Outubro de 1875; •Cenário de tipos sociais humanos e eventos; •Existem muitas personagens que povoam o espaço social e lhe dão forma; •O espaço físico escolhido para o desenvolvimento da ação é Lisboa, aí está simbolizada toda a nação. “ Lisboa é Portugal”; •Lisboa, mais do que um espaço físico, é um espaço social de onde nasce a crónica de costumes; •A crítica social é materializada em tipos sociais, representantes estereotipados de ideias, mentalidades, costumes, políticas, conceções do mundo.
  • 4. Ação Níveis Crónica de costumes Intriga Secundária Principal Estrutura da intriga Secundária Personagens – Caetano, Afonso, Pedro, Maria Eduarda Runa, Maria Monforte. Etapas – Preparação, Legitimação da intriga principal, Naturalismo Principal Personagens – Carlos, Maria Eduarda, Afonso, João da Ega, Guimarães Etapas – Preparação, consumação, desenlace Ação dramática Temática do incesto, a presença do destino, presságios (romântico) Fábula trágica – peripécias. Reconhecimento, catástrofe
  • 7. 1 - Relaciona o título e subtítulo com os níveis da estrutura interna da obra. 2 – O peso da hereditariedade é determinante na construção da personalidade? Explica, justifica e exemplifica.
  • 8. Espaço psicológico •Relaciona-se com a vivência íntima das personagens; •N’ Os Maias é sobretudo Carlos que desvenda a sua interioridade; •Estreita relação entre o estado de espírito e a representação do cenário físico; •A presença do sonho abre também contacto com o que de mais íntimo tem a personagem •O recurso à memória é também um momento privilegiado, reforça a centralidade da personagem e o peso da hereditariedade •Personagens redondas – Carlos / Ega - dotados de complexidade - interpretando comportamentos inesperados; - revelando densidade psicológica.
  • 9. Afonso da Maia •Relação conflituosa com o pai, Caetano da Maia ( fidalgo, beato, doente, absolutista) •Descrê no liberalismo •Hábitos aristocráticos / bonacheirão / cosmopolita •Solidário e bondoso •Patriarca •Adepto dos ideais da liberdade/ modernidade/ ciência •Relação pouco pacífica com o pai; •Fervoroso adepto da cultura inglesa; •Casamento pouco feliz com Maria Eduarda Runa •Desejava muitos filhos – teve um •Vê frustrada a intenção de educar o filho de forma moderna •Mulher adoentada/ infeliz •Representa um esforço regenerador e criador nunca realizado •Afonso tenta arrebatar o filho, livrando-o da influência romântica, triste, conservadora, dominadora, beata da mãe, mas Pedro não se sentia confortável longe desse espaço, o que cria frustração em Afonso. •Continua a projetar em Carlos, seu neto, este esforço de mudar, de regenerar o país através dos seus sucessores. •Este esforço é frustrado e acaba por morrer.(676) •(página 14, 15, 17
  • 10. Maria Eduarda Runa •Romântica, triste, conservadora, dominadora, beata; •Agarrada à vida nacional. •(pág 19)
  • 11. 3 - A religiosidade está associada à moral ou é apenas uma fuga à realidade? Qual o valor da religião na formação do serhumano? Responde a estas questões num texto argumentativo, onde discutas estas ideias e ilustres com exemplos de Os Maias e da tua experiência pessoal.
  • 12. Pedro da Maia . A sua caracterização segue o cânon naturalista: características psicofisiológicas, meio social e educação. . Filho único, débil e fraco; . Teve uma educação tradicional portuguesa orientada pelo padre Vasques . Privilégio do latim e da cartilha . Crises de melancolia nervosa . Temperamento nervoso e instável, abulia e passividade . Bipolar – momentos de euforia e de posterior melancolia na sequência da more da mãe. . Exagero romântico quando se apaixona; . Casa com Maria Monforte contra a vontade de Afonso; . Viaja com ela por Itália e França, regressa a Portugal, instala-se em Arroios; . A mulher foge com Tancredo e com a filha, Pedro fica com o filho e suicida-se em Benfica; . Protótipo do herói romântico. . Preconiza o peso da hereditariedade da família Runa. . Pedro constitui um prolongamento físico do temperamento da sua mãe. . Influência do romantismo torpe - vaguear pelos botequins; - boémia alternando com a imersão no ambiente beato - Suicídio – consequência de um temperamento e formação virados para a cedência e para a fuga e não para o voluntarioso encarar das crises. Página 22,23,
  • 13. Maria Monforte Negreira Pedro sublima-a Intensa vida social/ casamento/ arroios Gosto pelo luxo e pela exuberância Gravidez – sossega-a, opta por uma vida pacata Tancredo – instável, volúvel, insatisfeita, calculista, falsa Foge com Tancredo (pág. 25,26, 31
  • 14. Carlos da Maia Conhecimento prático Aprendizagem de línguas vivas Formatura em medicina Abertura, tolerância e convivência social Elegância e destreza Pendor prático Vida ao ar livre, contacto com a natureza Exercício físico Desprezo pela cartilha e pelo catecismo Educação deficiente para o meio onde irá mover-se – lisboa Falta de educação da vontade, vai falhar quando estiver entregue a si mesmo O falhanço de Carlos é grave: incesto (consciente), viola a lei moral(661/667/674) Diletantismo Romântico, apesar da educação “britânica” (cap.III – 722 e seguintes) Eusebiozinho Conhecimento teórico Aprende latim Bacharel em Direito e depois desembargador Isolamento e intolerante Fragilidade, decadência física, cobardia Pendor católico A cartilha/ o latim Fuga à natureza e à realidade prática da vida Devoção cega Incapacidade de resolver contrariedades Debilidade física Deformação da vontade Romantismo decadente Memorização Desvalorização da criatividade e do juízo crítica O falhanço A prostituição A corrupção (a deslealdade, a falsidade, a calúnia) Cap.III, VIII(230)
  • 15. Maria Eduarda . Bela, enigmática, sedutora; . Enfoque no olhar, no passo de deusa… (pág. 160) . Encontros casuais reforçam a sua beleza e elegância (Pág. 207) . Mesmo ausente acentua a sua sedução (pág. 265) . Encontro entre ambos, repleto de indícios (´pág. 353, 354) . A revelação do seu perfil, aproxima-a de Afonso (pág 374) . Início da relação – pág.415 . Toca – pág 440 . (cap.XIV – revelação da verdadeira relação entre Maria Eduarda e Castro Gomes – pág. 487 -Juventude desordenada e passada em ambientes duvidosos; -Responsabilização da mãe para explicar a sua vida vivida ao sabor de relacionamentos de circunstância; -Traços naturalistas – a impossibilidade da personagem fugir aos fatores materiais que a transcendem; -Caracterização subjetiva já que é feita sob o ponto de vista da própria personagem;
  • 16. - O amor é o sentimento fatal que domina o ser humano. Explora e comenta esta ideia num texto argumentativo, ilustra com a tua perspetiva pessoal e com as tuas experiências de leitura .
  • 17. Ega •Boémio estudantil em Coimbra, onde impressiona tudo e todos com as suas conceções; (pág.93, 94) •Aspeto bizarro, esgrouviado, usa monóculo; •Dandy – na indumentária espalhafatosa; (pág. 108, 109 - 113) •Usa monóculo; •Amigo e confidente de Carlos – preenche o vazio que há m Carlos/ fala por ele/ sofre por ele/ aprecia em Carlos as qualidades que não tem; (pág. 186 •Apaixonado por Raquel Cohen; (133 ) •Literato ousado, fantasioso, com grandes capacidades, mas que nunca chega a concretizar os seus planos de autor; •“ A hebreia”; “Memórias de um átomo”; “lodaçal” •Defesa da “nova Ideia”/ afinidades culturais com Carlos – conflito literário no Hotel central – 177 e seg. •Sofre de arrebatamentos românticos/ – expulsão de Ega/ o álcool pág. 274 – 284 – 295 •É ele que tem a função de revelar a verdade a Maria Eduarda. ( 690- seg) •É ele que acompanha Carlos no regresso a Lisboa. •Alter-ego de Eça de Queirós.
  • 18. O Álcool serve ao convívio social, à construção de ilusões ou é a fuga cobarde à realidade? Explora e comenta esta questão num texto argumentativo, ilustra com a tua perspetiva pessoal e com as tuas experiências de leitura.
  • 20. Alencar -Amigo de Pedro, encontra Carlos -Representante digno do romantismo (conflito literário no Hotel central 177 e seg) (pag. 162, 163, 180, 181) Dâmaso -Alegoria dos vícios mais perniciosos que infestavam Lisboa; -Dâmaso vive fascinado por si mesmo e pelo que considere “chique a valer”; -Impõe a sua presença (pág. 181, 194, 195); -O afastamento de Carlos acentua a sua depravação moral (pág 271 - 379) -Exibicionista; -Recurso fácil à calúnia; -Vícios e degradação moral; -Representa a imoralidade; (pág. 429/431/433 -Súmula de todos os vícios : provincialismo, cobardia, gulodice, deslealdade,… -(cap. VII) -“chique a valer!”
  • 21. Conde Gouvarinho – ministro, representante político incompetente; -Oposição entre o ser e o parecer; -Falta de modéstia; -Temperamento “maçador” “pequinhento” -Relação conflituosa com a esposa; -Aliança do poder político e o poder económico ( conde e condessa) -Retórica emproada e oca -Referências culturais medíocres e visão histórica deficitária ( pág. 143, 146, 130) Cruges – talento artístico -Pianista com uma pontinha de génio; -Moralmente correto e tímido; -Destoante no panorama nacional -Desinserido dos hábitos mundanos (pág 111)
  • 22. Taveira -Ociosidade crónica; -Empregado público, funcionário do tribunal de contas (pag. 131) -Personagem com uma situação profissional definida -Vizinho de Carlos (pág. 103) -Verdadeiro dandy (pág.129) Craft -Formação e mentalidades britânicas; -Inglês rico e boémio, amigo de Carlos e Ega -Colecionador de bricabraque -Representa uma mentalidade diferente -Gostos e ideias semelhantes aos de Carlos -Marcado pelo contexto social – diletante/ ociosidade/ álcool -Superioridade e distanciamento em relação ao meio social em que se insere. (pág 112)
  • 23. Steinbroken -Ministro da Finlândia -Diplomata insuportavelmente maçador e inoperante; -Diplomata excêntrico -Superficialidade e as frases feitas “c’est grave” -Pág. 111, 121, 122, 123, 126 Cohen -Jacob – diretor do banco nacional -Judeu banqueiro, representante da alta finança; -Traído por Ega, escorraça-o de sua casa; -Simboliza a burguesia instalada no poder, sem possuir a inteligência e a flexibilidade mental para compreender e analisar o mundo. -(pág.110, 131) Palma Cavalão – jornalismo sem escrúpulos Sousa Neto – Administração pública
  • 24. A vida social é um meio, um fim ou uma consequência? Explora e comenta esta questão num texto argumentativo, ilustra com a tua perspetiva pessoal e com as tuas experiências de leitura.
  • 25. Universo Feminino Raquel Cohen -Amante de Ega. -Protagoniza um “adultério elegante” 135 -(pág. 134, 135) “ tinha literatura e fazia frases” -Mulher fatal do romantismo -Ama o marido, é devido aos ciúmes que tem aventuras românticas (287/8) Ver 293 – Opinião de Gouvarinho sobre Raquel Condessa Gouvarinho -Uma das amantes de Carlos (pág. 210, 211) - -Gosto pela aventura amorosa, (139, 147) (154) -Sensual, provocante, adúltera, com traços românticos (pág 302 – 305/7 - 365); -Decadência moral da aristocracia lisboeta ; -Relação conflituosa com o marido. -rompimento ( 448 – 453) Visão da mulher Pág.403/404
  • 26. 1 - O peso da hereditariedade é determinante na construção da personalidade? 2 - A religiosidade está associada à moral ou é apenas uma fuga à realidade? Qual o valor da religião na formação do ser humano? 3 - O amor é o sentimento fatal que domina o ser humano. 4 - O Álcool serve ao convívio social, à construção de ilusões ou é a fuga cobarde à realidade? 5 - A vida social é um meio, um fim ou uma consequência? 6 – Existem relações proibidas por razões pessoais, por razões sociais e ainda por razões morais, no entanto elas persistem no tempo. 7 – O papel da mulher na sociedade ao longo do tempo. Elemento de ornato, de Inteligência ou funcional? Explora e comenta esta(s) questão(ões) / afirmação num texto argumentativo, ilustra com a tua perspetiva pessoal e com as tuas experiências de leitura.