OS MAIAS
E P I S Ó D I O S DA V I DA R O M Â N T I C A
Episódio da Corneta do Diabo e Jornal A Tarde
Trabalho realizado por:
Cristina Dias; Nicole Santos; Oxana Marian; Paulo Caetano; Stefanie Wacek
NARRATIVA
 Narrador: heterodiegético.
 Focalização do narrador (Corneta do Diabo): interna.
 Focalização do narrador ( Jornal a Tarde): omnisciente.
 Nível de ação: crónica de costumes.
 Função Cardinal 6: encontro de Maria Eduarda com Guimarães.
 Tempo: Outono de 1876.
 Espaço físico: Lisboa.
CORNETA DO DIABO E
JORNAL A TARDE
 Capitulo: XV.
 Elemento da tragédia: peripécia.
 Temas abordados no capitulo XV:
• A vida e educação de Maria Eduarda;
• O encontro de Maria Eduarda com Guimarães;
• O episódio da Corneta do Diabo e Jornal A Tarde.
 Episódio da Corneta do Diabo
 Resumo do episódio
 Personagens
 Caracterização das personagens
 Crítica
ÍNDICE
 Episodio do Jornal a Tarde
 Resumo do episódio
 Personagens
 Caracterização das personagens
 Critica
CORNETA DO DIABO
RESUMO
 Carlos recebe a Carta de Ega;
 Ega informa Carlos sobre a Corneta do Diabo, jornal de escândalos;
 No jornal aparece um artigo sobre a relação de Carlos e Maria Eduarda ;
 Carlos e Ega compram a tiragem do artigo;
 Palma revela o nome do autor da carta (Dâmaso );
 Palma aceitou publicar o artigo que Dâmaso encomendou em troca de 100 mil reis.
PERSONAGENS
CA R A CTERIZA ÇÃ O DA S PER SONA GENS
Caracterização física e psicológica
 Carlos da Maia
 João da Ega
 Palma Cavalão
 Dâmaso Salcede
CRÍTICA
 decadência do jornalismo português:
 - corrupto
 - desprovido de ética
 - sensacionalista
 - interesses políticos e económicos.
JORNAL A TARDE
RESUMO
 Ega e Cruges vão a casa de Dâmaso;
 Ega confronta-o com duas hipóteses para compensar a carta da Corneta do Diabo;
 Dâmaso assina a carta em que se declara bêbedo;
 Após algumas hesitações Ega decide publicar a carta no jornal d’A Tarde
 Editor Neves recusa a publicação por ter confundido Dâmaso Salcede com o político
Dâmaso Guedes;
 Publicação da carta na primeira página da edição seguinte.
PERSONAGENS
CA R A CTERIZA ÇÃ O DA S PER SONA GENS
Caracterização física e psicológica:
 João da Ega
 Dâmaso Salcede
 Neves
 Vitorino Cruges
CRÍTICA
 Decadência do jornalismo português
 corrupto
 desprovido de ética
 sensacionalista
 interesses políticos e económicos
ESTILO QUEIROSIANO
 As personagens-tipo : Neves, Palma Cavalão e Dâmaso Salcede.
 Advérbio: “ Primeiramente”; “ Lentamente”; “Significativamente”;
“Irresistivelmente”; “Desesperadamente”.
 Adjetivação: “Um cavalheiro, gordo e carrancudo”; “O pobre Dâmaso escutava-
o, esmagado, enervado sem compreender (..)”; “ aquele fim de outono ia escuro e
agreste”.
 Os Verbos: “ Aqui para nós, eu prometei-lhe dois estalos na cara, e ele embuchou.”;
“(…) sentindo-se remoçar, como ele dizia (…)”.
ESTILO QUEIROSIANO
 Hipálage: “luz suja de saguão”; “grogue frio”; monóculo sôfrego”;
“subindo a escada lobrega”.
 Diminutivo: Sim, fora em Sintra, com o Eusebiozinho e duas espanholas(… )“; Porque
artiguinhos como este da Corneta(…)”.
 Comparação: (…) como um cão abandonado.”
 Estrangeirismos: “adiós”; “coupé”; “High Life”; “Royal Mail”; “Mesageries”; “ La Gazette”;
“Cigarettes”; “Sportsman”.
 Neologismo : “ gordafulho”
ESTILO QUEIROSIANO
 Anáfora: “O Palma nada sabia de Carlos, nem de Maria, nem da casa da Rua de
S. Francisco, nem da Toca…”; (…) inspirador da Corneta devia ser alguém familiar
com Castro Gomes; alguém frequentador da Rua de S. Francisco; alguém conhecedor da
Toca; alguém que tinha, por ciúme uma vingança, um desejo ferrenho de magoar Carlos;
alguém que sabia a história de Maria; e enfim alguém que era um cobarde…”
 Ironia: “ E chamei eu aquele homem “meu amigo” “( Dâmaso). “ No entanto, Ega
escrevia muito lentamente, com amor”.
 Enumeração: “Planos, ideias, títulos…”
FIM DA APRESENTAÇÃO

Os Maias - Episódio da Corneta do Diabo e Jornal A Trade

  • 1.
    OS MAIAS E PI S Ó D I O S DA V I DA R O M Â N T I C A Episódio da Corneta do Diabo e Jornal A Tarde Trabalho realizado por: Cristina Dias; Nicole Santos; Oxana Marian; Paulo Caetano; Stefanie Wacek
  • 2.
    NARRATIVA  Narrador: heterodiegético. Focalização do narrador (Corneta do Diabo): interna.  Focalização do narrador ( Jornal a Tarde): omnisciente.  Nível de ação: crónica de costumes.  Função Cardinal 6: encontro de Maria Eduarda com Guimarães.  Tempo: Outono de 1876.  Espaço físico: Lisboa.
  • 3.
    CORNETA DO DIABOE JORNAL A TARDE  Capitulo: XV.  Elemento da tragédia: peripécia.  Temas abordados no capitulo XV: • A vida e educação de Maria Eduarda; • O encontro de Maria Eduarda com Guimarães; • O episódio da Corneta do Diabo e Jornal A Tarde.
  • 4.
     Episódio daCorneta do Diabo  Resumo do episódio  Personagens  Caracterização das personagens  Crítica ÍNDICE  Episodio do Jornal a Tarde  Resumo do episódio  Personagens  Caracterização das personagens  Critica
  • 5.
  • 6.
    RESUMO  Carlos recebea Carta de Ega;  Ega informa Carlos sobre a Corneta do Diabo, jornal de escândalos;  No jornal aparece um artigo sobre a relação de Carlos e Maria Eduarda ;  Carlos e Ega compram a tiragem do artigo;  Palma revela o nome do autor da carta (Dâmaso );  Palma aceitou publicar o artigo que Dâmaso encomendou em troca de 100 mil reis.
  • 7.
  • 8.
    CA R ACTERIZA ÇÃ O DA S PER SONA GENS Caracterização física e psicológica  Carlos da Maia  João da Ega  Palma Cavalão  Dâmaso Salcede
  • 9.
    CRÍTICA  decadência dojornalismo português:  - corrupto  - desprovido de ética  - sensacionalista  - interesses políticos e económicos.
  • 10.
  • 11.
    RESUMO  Ega eCruges vão a casa de Dâmaso;  Ega confronta-o com duas hipóteses para compensar a carta da Corneta do Diabo;  Dâmaso assina a carta em que se declara bêbedo;  Após algumas hesitações Ega decide publicar a carta no jornal d’A Tarde  Editor Neves recusa a publicação por ter confundido Dâmaso Salcede com o político Dâmaso Guedes;  Publicação da carta na primeira página da edição seguinte.
  • 12.
  • 13.
    CA R ACTERIZA ÇÃ O DA S PER SONA GENS Caracterização física e psicológica:  João da Ega  Dâmaso Salcede  Neves  Vitorino Cruges
  • 14.
    CRÍTICA  Decadência dojornalismo português  corrupto  desprovido de ética  sensacionalista  interesses políticos e económicos
  • 15.
    ESTILO QUEIROSIANO  Aspersonagens-tipo : Neves, Palma Cavalão e Dâmaso Salcede.  Advérbio: “ Primeiramente”; “ Lentamente”; “Significativamente”; “Irresistivelmente”; “Desesperadamente”.  Adjetivação: “Um cavalheiro, gordo e carrancudo”; “O pobre Dâmaso escutava- o, esmagado, enervado sem compreender (..)”; “ aquele fim de outono ia escuro e agreste”.  Os Verbos: “ Aqui para nós, eu prometei-lhe dois estalos na cara, e ele embuchou.”; “(…) sentindo-se remoçar, como ele dizia (…)”.
  • 16.
    ESTILO QUEIROSIANO  Hipálage:“luz suja de saguão”; “grogue frio”; monóculo sôfrego”; “subindo a escada lobrega”.  Diminutivo: Sim, fora em Sintra, com o Eusebiozinho e duas espanholas(… )“; Porque artiguinhos como este da Corneta(…)”.  Comparação: (…) como um cão abandonado.”  Estrangeirismos: “adiós”; “coupé”; “High Life”; “Royal Mail”; “Mesageries”; “ La Gazette”; “Cigarettes”; “Sportsman”.  Neologismo : “ gordafulho”
  • 17.
    ESTILO QUEIROSIANO  Anáfora:“O Palma nada sabia de Carlos, nem de Maria, nem da casa da Rua de S. Francisco, nem da Toca…”; (…) inspirador da Corneta devia ser alguém familiar com Castro Gomes; alguém frequentador da Rua de S. Francisco; alguém conhecedor da Toca; alguém que tinha, por ciúme uma vingança, um desejo ferrenho de magoar Carlos; alguém que sabia a história de Maria; e enfim alguém que era um cobarde…”  Ironia: “ E chamei eu aquele homem “meu amigo” “( Dâmaso). “ No entanto, Ega escrevia muito lentamente, com amor”.  Enumeração: “Planos, ideias, títulos…”
  • 18.