j o a q u i m . c o l o a @ g m a i l . c o m
Joaquim Colôa
Encontro de Professores e Educadores
do Concelho de Torres Novas
OS DIAS DA ESCOLA
6 de Setembro de 2016
Torres Novas
Competência Profissional – AVALIAÇÃO
(Donna Couture, Steve Bigaj, Betsy Street; Sheila Mahon; Joanne Malloy; Dawn Breault; Deb Merchant, 2015)
Área Taxonómica: Avaliação formativa e centrada no aluno
Competência:
utiliza informações advindas de diversas fontes e utilizando
diversos instrumentos de forma a informar / planificar o
processo de transição centrado no aluno e no
desenvolvimento de percursos pessoais, académicos e
profissionais.
Avaliar com Base em Eco Mapas
FOCO
NO
FUTURO
IDENTIFICAR
IMAGENS
DESEJÁDAS
Perfil
Pessoal
QUEM
SOU EU?
Lugares
Escolha e
Preferências
Condições
e
tendências
do
ambiente
Oportunidades
Estratégias de
resolução de
problemas
Necessidades
de mudança
Continuemos com a Avaliação
Formal
• É padronizada
• É referenciada à norma
• É referenciada a critérios
Informal
• Análise de informações anteriores
constantes no processo.
• Entrevistas (familiares e outros)
• Baseada no Currículo Individual (PEI)
• Observação de episódios/incidentes
• Inventários de interesse de vida /
carreira
• Avaliações alternativas
(Morningstar e Pearson, s/d)
Transição Pós Escolar e Avaliação
Necessidades Presentes
Numa perspetiva de futuro
Recolha de
dados
indiciadores
das forças
da pessoa,
das
preferências
e dos
interesses.
Definição
de metas
e
serviços
a serem
incluídos
no PEI
Processo contínuo
Ambientes
Pessoais e
Sociais
Ambientes
Educativos
Ambientes
de
Trabalho
A Pessoa – A Família – Os
Profissionais
Continuemos com a Avaliação
Nós não temos mas…
(Morningstar e Pearson, s/d)
Nós não temos mas…
(Morningstar e Pearson, s/d)
Nós não temos mas…
(Morningstar e Pearson, s/d)
Nós não temos mas…
(Morningstar e Pearson, s/d)
Nós não temos mas…
(Morningstar e Pearson, s/d)
Nós não temos mas…
(Morningstar e Pearson, s/d)
Competência Profissional - COLABORAÇÃO
Área Taxonómica: Colaboração entre profissionais e entre serviços
Competência:
colabora com os diversos agentes implicados de modo a assegurar
e aumentar a eficácia dos serviços de transição, das atividades, do
apoio e dos resultados.
Área Taxonómica: Envolvimento da família
Competência:
envolve ativamente todas as famílias durante todo o processo de
tomada de decisão e implementação do processo de transição,
sendo empático com aspetos culturais, linguísticos, culturais e
sócio económicos.
(Donna Couture, Steve Bigaj, Betsy Street; Sheila Mahon; Joanne Malloy; Dawn Breault; Deb Merchant, 2015)
A Importância dos Contextos
– Inventários ecológicos
– Identificação de serviços da apoio na
comunidade
– Identificação de serviços de integração
profissional e desenvolvimento de estágios
(Morningstar e Pearson, s/d)
Sublinhar os Contextos Implica Colaboração
Clarificar Forças e Barreiras à Colaboração
Competência Profissional – DESENVOLVIMENTO
Área Taxonómica: Desenvolvimento do aluno
Competência:
Desenho do currículo centrado no aluno, ensino /
instrução, avaliações, atividades e as necessárias
acomodações que irão facilitar o atingir de metas e
aquisição de competências identificadas.
(Donna Couture, Steve Bigaj, Betsy Street; Sheila Mahon; Joanne Malloy; Dawn Breault; Deb Merchant, 2015)
Desenvolvimento do Aluno
Autodeterminação
Autoconhecimento
Competências
Académicas, Sociais /
Comunicacionais e
Vocacionais /
Profissionais
Qualidade de
Vida
Autoconhecimento
O significado do que dizemos e do que
ouvimos, em última análise do que
somos, muda consoante as referências
sócio culturais que temos, as histórias
de vida de cada um e os contextos
específicos em que nos situamos, sejam
psicológicos e/ou físicos.
(Colôa, 2014)
Autoconhecimento
(Colôa, 2014)
A pessoa deve aprender a identificar e a
gerir os seus estados psicológicos,
preferências bem como a (re)conhecer as
suas capacidades e limitações.
Autoconhecimento
(Colôa, 2014)
A construção identitária, este
autoconhecimento, organizado numa
constante dialética entre o que a pessoa é
em determinada comunidade específica,
que cria condições de participação e
acessibilidade
Autodeterminação
Competências e oportunidades para, de
forma autónoma e responsável,
orientarmos a vida de modo a que as
nossas opções contribuam para a
satisfação pessoal.
(Tennessee Department of Education – A Guide for Tennessee Educators, s/d))
Autodeterminação
É uma construção psicológica que se
refere ao ”auto” - (vs. outros-) o eu que dá
origem à ação e à relação e que
voluntariamente age com base na própria
vontade.
(Loman; Vatland; Horner e Walker, 2010)
Autodeterminação
(Loman; Vatland; Horner e Walker, 2010)
É a capacidade de escolha consciente, a
tomada de decisão intencional. A
possibilidade de ser agente na sua própria
vida, fazendo as coisas acontecerem
através da ação intencional ou através da
ação de outros escolhidos pelo próprio.
Autodeterminação
É um constructo que inclui uma
combinação de competências e
conhecimento.
Wood et all., 2004
Competências de Autodeterminação
1 - Fazer escolhas
2 - Tomar decisões
3- Resolver problemas
4 - Viver independentemente (assunção de riscos e competências de
defesa)
5 - Estabelecer metas e realizá-las
6 - Auto observação, avaliação e reforço
7 - Autoaprendizagem, auto compreensão, autodefesa, e liderança
8 - Auto eficácia positiva e avaliação dos resultados considerando as
expetativas
9 - Auto conhecimento
(Wehmeyer, Agran e Hughes, 1998)
Qualidade de Vida
Qualidade de Vida
Macro conceito multidimensional que
integra componentes e condições diversas
cuja importância varia em função de
parâmetros pessoais (idade e sexo) ou
sociais (condições socioeconómicas e
educativas).
Competência Profissional – PLANIFICAÇÃO
Área Taxonómica: Planificação Centrada no Aluno
Competência:
desenvolve o processo de transição centrado no
aluno, elaborando o PEI de modo a assegurar
objetivos, processos e resultados que resultem de
decisões do aluno.
(Donna Couture, Steve Bigaj, Betsy Street; Sheila Mahon; Joanne Malloy; Dawn Breault; Deb Merchant, 2015)
A Planificação
(Morningstar e Pearson, s/d)
Centrada
na
Pessoa
- Elaboração de MAPAS de vida.
– Projeção e planificação de futuros
pessoais.
– Elaboração de caminhos e rumos
pessoais.
- Histórias / relatos de vida
A Planificação
Competências Académicas
• Leitura e escrita (nem que sejam competências básicas de
ortografia e caligrafia e palavras chave, utilização de TIC, etc.)
• Matemática (nem que sejam competências básicas de operações,
reconhecer o valor do dinheiro, medição, peso, TIC, etc.)
• Resolução de problema
• Compreensão auditiva
• Falar
• Computador / TIC
• Expressões
• Língua estrangeira
(Edward M. Levinson ; Eric J. Palmer, 2015)
A Planificação
Competências de Comunicação
• Seguir e dar direções com precisão
• Comunicar informações
• Compreensão e processamento informações
• Solicitar ou oferecer ajuda
(Edward M. Levinson ; Eric J. Palmer, 2015)
A Planificação
Competências Sociais e Interpessoais
• Atender o telefone e receber uma mensagem
• Fazer chamadas de telefone necessárias para
empregadores e outros profissionais
como parte de uma exigência de trabalho bem como para amigos e
familiares
• Comportamentos apropriados no local de trabalho e outros locais
sociais
• Conhecer tópicos apropriados para discussão no local de trabalho
• Saber quando e quando não socializar no trabalho
• Aprender a proteger –se de vitimização
• Resolução de problemas sociais e de aprendizagem
(Edward M. Levinson ; Eric J. Palmer, 2015)
A Planificação
Competências Profissionais e Vocacionais
• Usar sistemas de controlo de entrada e relógio de pulso
• Cumprir horários
• Ligar quando doente
• Solicitar o tempo de férias
• Usar o tom e volume de voz adequado
• Aceitar instruções e correções
• Saber adequar comportamentos de interação com
colegas de trabalho (ou seja, fazer-se entender socialmente,
resolver de problemas; fazer amigos sabendo reconhecer aspetos
pessoais e aspetos profissionais bem como limites afetivos e
sexuais)
(Edward M. Levinson ; Eric J. Palmer, 2015)
A Planificação
Outras Competências
• Saber procurar emprego (anúncios
no jornal e on-line, serviços de emprego, serrviços de apoio, etc.)
• Preenchimento de pedidos de emprego
• Escrever cartas e currículos
• Obtenção de identificação necessária
(CC, foto, certidão de nascimento)
• Preencher papeis
• Mostrar competências em entrevistas
(Edward M. Levinson ; Eric J. Palmer, 2015)
A Planificação Com Base na Transição
• Ensino superior,
• Formação profissional
• Interação em emprego
• Emprego protegido
• Serviços ocupacionais,
• Vida independente
ou supervisionada,
• Participação na
comunidade
• Lazer
• Competências
sociais,
• Literacia financeira,
• Competências de
autodeterminação
• Competências de
literacia e
numeracia
• Exploração de
possíveis carreiras,
• Experiências de
trabalho na
comunidade,
• Atividades que
proporcionem
conhecimentos e
responsabilidades
sobre hábitos de
trabalho
Atividades Objetivos
Caminhos /
áreas
Profissionais
Caminhos /
áreas
pessoais
A Planificação
Transição Pós Escolar
PROCESSO
no sentido do trabalho prévio requerido e do período de tempo
necessário para a transição.
TRANSFER
na passagem de um nível educacional ou de um estadio de vida
para outro.
MUDANÇA
em termos das situações pessoal e social
(Soriano, 2002)
Transição Pós Escolar
Transição
entre contextos
entre serviços
entre atividades
entre níveis de ensino
entre escolas
entre apoios
Transição Pós Escolar
FAMILIA FAMILIA CRIANÇA JOVEM
INTERVENÇÃO
PRECOCE
Orientado para a
família
Conjunto
Qualidade de vida da
família
TRANSIÇÃO
Orientado para a
criança e família
Equilíbrio
Qualidade de vida
da criança e da
família
VIDA ADULTA
Orientado para o
jovem
Individualizado
Qualidade de vida
do jovem
(Kim e Turnbull, 2004)
Transição Pós Escolar
É a denominação de um processo essencialmente
direcionado para alunos com condição de deficiência que se
centra na necessidade de prever experienciais de vida após
a escolaridade obrigatória. Idealmente devia perspetivar-se,
gradualmente, ao longo de toda a escolaridade do aluno, no
entanto normalmente inicia-se três anos antes do términus
da escolaridade obrigatória.
O aluno deve participar, o mais possível na planificação. O
PEI deve conter metas apropriadas ao aluno e mensuráveis
e que se relacionem com a idade, sexo, interesses, formação
e emprego e com competências de vida independente.
(Resource Guide for Use with GEAR UP School Staff, 2014)
Competência Profissional – INVESTIGAÇÃO
Área Taxonómica: Tipo de programas e organização
de serviços
Competência:
Conhece programas e organização de serviços que
usam práticas teoricamente sustentadas e
baseadas em evidências de modo a implementar
serviços eficazes e eficientes.
(Donna Couture, Steve Bigaj, Betsy Street; Sheila Mahon; Joanne Malloy; Dawn Breault; Deb Merchant, 2015)
Trabalho Para Casa
Que serviço
queremos e
podemos
implementar?
Quem podemos
e necessitamos
mobilizar dentro
da escola?
Que alunos
temos?
Quem e que
serviços
necessitamos e
podemos mobilizar
fora da escola?
Referências Biliográficas
Colôa, J. (2014). A Vida Pós Escolar: Necessita-se Livre Trânsito. In Para uma Educação Inclusiva, dos Conceitos às Práticas, Vol.
III, Isabel Sanches (Org.), pp 63-84. Lisboa: Edições Universitárias Lusófonas.
Couture, D.; Bigaj, S.; Betsy Street, B.; Mahon S.; Malloy, J.; Breault, D.; Merchant, D., (2015). Transition Competencies for
Preservice Special Education Programs [consult. 2016-08-16]. Disponível na Internet: http://nextsteps-nh.org/wp-
content/uploads/NSNH-Transition-Competencies-for-Preservice-Special-Education-programs-1-30-15-FINAL.pdf
Kim, Kyeong-Hwa ; Turnbull, A. (2004). Transition to Adulthood for Students With Severe Intellectual Disabilities: Shifting Toward
Person-Family Interdependent Planning. Research & Practice for Persons with Severe Disabilities, Vol. 29, Nº. 1, 53-57
Levinson , E. M.; Palmer, E. J. (2005). Preparing Students With Disabilities for School-to-Work Transition and Postschool Life
[consult. 2016-08-16]. Disponível na Internet:
https://www.nasponline.org/Documents/Resources%20and%20Publications/Handouts/Families%20and%20Educators/Transition%2
0Planning%20WEB.pdf,
Morningstar, M. E.; Pearson, M. (s/d). Assessing Students with Significant Disabilities for Supported Adulthood: Exploring
Appropriate Transition Assessments [consult. 2016-08-16]. Disponível na Internet:
https://www.seattleu.edu/media/ccts/ccts/assessing_students_with_significant_disabiliites_for_supported_adulthood-(2).pdf
Project Support & Include at Vanderbilt University (s/d) Promoting Self-Determination Among Students With Disabilities: A Guide for
Tennessee Educators [consult. 2016-08-16]. Disponível na Internet: http://vkc.mc.vanderbilt.edu/RTI2B/wp-
content/uploads/2013/09/Self-DeterminationBrief-vs2.pdf
Resource Guide for Use with GEAR UP School Staff (2014). Preparing Students with Disabilities for Postsecondary Education.
Washington: Washington Student Achievement Council.
Soriano, V. (Ed.). (2002). Transição da Escola para o Emprego: Principais problemas, questões e opções enfrentadas pelos alunos
com necessidades educativas especiais em 16 países Europeus. Middelfart: European Agency for Development in Special Needs
Education
Wehmeyer, M. L.; Agran, M.; Hughes, C. (1998). Teaching Self-Determination to Students with Disabilities: Basic Skills for
Successful Transition. Baltimore, MD: Brookes.
Wood, W. M.; Karvonen, M.; Test, D. W.; Browder, D.; Algozzine, B. (2004) Promoting Student Self-Determination Skills in IEP
Planning. In Teaching Exceptional Children, Vol. 36, No. 3, pp. 8-16.
j o a q u i m . c o l o a @ g m a i l . c o m
Joaquim Colôa

TRANSIÇÃO PARA AVIDA PÓS ESCOLAR PRÁTICAS REFLEXIVAS E PARTILHAS CRÍTICAS

  • 1.
    j o aq u i m . c o l o a @ g m a i l . c o m Joaquim Colôa Encontro de Professores e Educadores do Concelho de Torres Novas OS DIAS DA ESCOLA 6 de Setembro de 2016 Torres Novas
  • 2.
    Competência Profissional –AVALIAÇÃO (Donna Couture, Steve Bigaj, Betsy Street; Sheila Mahon; Joanne Malloy; Dawn Breault; Deb Merchant, 2015) Área Taxonómica: Avaliação formativa e centrada no aluno Competência: utiliza informações advindas de diversas fontes e utilizando diversos instrumentos de forma a informar / planificar o processo de transição centrado no aluno e no desenvolvimento de percursos pessoais, académicos e profissionais.
  • 3.
    Avaliar com Baseem Eco Mapas FOCO NO FUTURO IDENTIFICAR IMAGENS DESEJÁDAS Perfil Pessoal QUEM SOU EU? Lugares Escolha e Preferências Condições e tendências do ambiente Oportunidades Estratégias de resolução de problemas Necessidades de mudança
  • 4.
    Continuemos com aAvaliação Formal • É padronizada • É referenciada à norma • É referenciada a critérios Informal • Análise de informações anteriores constantes no processo. • Entrevistas (familiares e outros) • Baseada no Currículo Individual (PEI) • Observação de episódios/incidentes • Inventários de interesse de vida / carreira • Avaliações alternativas (Morningstar e Pearson, s/d)
  • 5.
    Transição Pós Escolare Avaliação Necessidades Presentes Numa perspetiva de futuro Recolha de dados indiciadores das forças da pessoa, das preferências e dos interesses. Definição de metas e serviços a serem incluídos no PEI Processo contínuo Ambientes Pessoais e Sociais Ambientes Educativos Ambientes de Trabalho A Pessoa – A Família – Os Profissionais
  • 6.
    Continuemos com aAvaliação
  • 7.
    Nós não temosmas… (Morningstar e Pearson, s/d)
  • 8.
    Nós não temosmas… (Morningstar e Pearson, s/d)
  • 9.
    Nós não temosmas… (Morningstar e Pearson, s/d)
  • 10.
    Nós não temosmas… (Morningstar e Pearson, s/d)
  • 11.
    Nós não temosmas… (Morningstar e Pearson, s/d)
  • 12.
    Nós não temosmas… (Morningstar e Pearson, s/d)
  • 13.
    Competência Profissional -COLABORAÇÃO Área Taxonómica: Colaboração entre profissionais e entre serviços Competência: colabora com os diversos agentes implicados de modo a assegurar e aumentar a eficácia dos serviços de transição, das atividades, do apoio e dos resultados. Área Taxonómica: Envolvimento da família Competência: envolve ativamente todas as famílias durante todo o processo de tomada de decisão e implementação do processo de transição, sendo empático com aspetos culturais, linguísticos, culturais e sócio económicos. (Donna Couture, Steve Bigaj, Betsy Street; Sheila Mahon; Joanne Malloy; Dawn Breault; Deb Merchant, 2015)
  • 14.
    A Importância dosContextos – Inventários ecológicos – Identificação de serviços da apoio na comunidade – Identificação de serviços de integração profissional e desenvolvimento de estágios (Morningstar e Pearson, s/d)
  • 15.
    Sublinhar os ContextosImplica Colaboração Clarificar Forças e Barreiras à Colaboração
  • 16.
    Competência Profissional –DESENVOLVIMENTO Área Taxonómica: Desenvolvimento do aluno Competência: Desenho do currículo centrado no aluno, ensino / instrução, avaliações, atividades e as necessárias acomodações que irão facilitar o atingir de metas e aquisição de competências identificadas. (Donna Couture, Steve Bigaj, Betsy Street; Sheila Mahon; Joanne Malloy; Dawn Breault; Deb Merchant, 2015)
  • 17.
    Desenvolvimento do Aluno Autodeterminação Autoconhecimento Competências Académicas,Sociais / Comunicacionais e Vocacionais / Profissionais Qualidade de Vida
  • 18.
    Autoconhecimento O significado doque dizemos e do que ouvimos, em última análise do que somos, muda consoante as referências sócio culturais que temos, as histórias de vida de cada um e os contextos específicos em que nos situamos, sejam psicológicos e/ou físicos. (Colôa, 2014)
  • 19.
    Autoconhecimento (Colôa, 2014) A pessoadeve aprender a identificar e a gerir os seus estados psicológicos, preferências bem como a (re)conhecer as suas capacidades e limitações.
  • 20.
    Autoconhecimento (Colôa, 2014) A construçãoidentitária, este autoconhecimento, organizado numa constante dialética entre o que a pessoa é em determinada comunidade específica, que cria condições de participação e acessibilidade
  • 21.
    Autodeterminação Competências e oportunidadespara, de forma autónoma e responsável, orientarmos a vida de modo a que as nossas opções contribuam para a satisfação pessoal. (Tennessee Department of Education – A Guide for Tennessee Educators, s/d))
  • 22.
    Autodeterminação É uma construçãopsicológica que se refere ao ”auto” - (vs. outros-) o eu que dá origem à ação e à relação e que voluntariamente age com base na própria vontade. (Loman; Vatland; Horner e Walker, 2010)
  • 23.
    Autodeterminação (Loman; Vatland; Hornere Walker, 2010) É a capacidade de escolha consciente, a tomada de decisão intencional. A possibilidade de ser agente na sua própria vida, fazendo as coisas acontecerem através da ação intencional ou através da ação de outros escolhidos pelo próprio.
  • 24.
    Autodeterminação É um constructoque inclui uma combinação de competências e conhecimento. Wood et all., 2004
  • 25.
    Competências de Autodeterminação 1- Fazer escolhas 2 - Tomar decisões 3- Resolver problemas 4 - Viver independentemente (assunção de riscos e competências de defesa) 5 - Estabelecer metas e realizá-las 6 - Auto observação, avaliação e reforço 7 - Autoaprendizagem, auto compreensão, autodefesa, e liderança 8 - Auto eficácia positiva e avaliação dos resultados considerando as expetativas 9 - Auto conhecimento (Wehmeyer, Agran e Hughes, 1998)
  • 26.
  • 27.
    Qualidade de Vida Macroconceito multidimensional que integra componentes e condições diversas cuja importância varia em função de parâmetros pessoais (idade e sexo) ou sociais (condições socioeconómicas e educativas).
  • 28.
    Competência Profissional –PLANIFICAÇÃO Área Taxonómica: Planificação Centrada no Aluno Competência: desenvolve o processo de transição centrado no aluno, elaborando o PEI de modo a assegurar objetivos, processos e resultados que resultem de decisões do aluno. (Donna Couture, Steve Bigaj, Betsy Street; Sheila Mahon; Joanne Malloy; Dawn Breault; Deb Merchant, 2015)
  • 29.
    A Planificação (Morningstar ePearson, s/d) Centrada na Pessoa - Elaboração de MAPAS de vida. – Projeção e planificação de futuros pessoais. – Elaboração de caminhos e rumos pessoais. - Histórias / relatos de vida
  • 30.
    A Planificação Competências Académicas •Leitura e escrita (nem que sejam competências básicas de ortografia e caligrafia e palavras chave, utilização de TIC, etc.) • Matemática (nem que sejam competências básicas de operações, reconhecer o valor do dinheiro, medição, peso, TIC, etc.) • Resolução de problema • Compreensão auditiva • Falar • Computador / TIC • Expressões • Língua estrangeira (Edward M. Levinson ; Eric J. Palmer, 2015)
  • 31.
    A Planificação Competências deComunicação • Seguir e dar direções com precisão • Comunicar informações • Compreensão e processamento informações • Solicitar ou oferecer ajuda (Edward M. Levinson ; Eric J. Palmer, 2015)
  • 32.
    A Planificação Competências Sociaise Interpessoais • Atender o telefone e receber uma mensagem • Fazer chamadas de telefone necessárias para empregadores e outros profissionais como parte de uma exigência de trabalho bem como para amigos e familiares • Comportamentos apropriados no local de trabalho e outros locais sociais • Conhecer tópicos apropriados para discussão no local de trabalho • Saber quando e quando não socializar no trabalho • Aprender a proteger –se de vitimização • Resolução de problemas sociais e de aprendizagem (Edward M. Levinson ; Eric J. Palmer, 2015)
  • 33.
    A Planificação Competências Profissionaise Vocacionais • Usar sistemas de controlo de entrada e relógio de pulso • Cumprir horários • Ligar quando doente • Solicitar o tempo de férias • Usar o tom e volume de voz adequado • Aceitar instruções e correções • Saber adequar comportamentos de interação com colegas de trabalho (ou seja, fazer-se entender socialmente, resolver de problemas; fazer amigos sabendo reconhecer aspetos pessoais e aspetos profissionais bem como limites afetivos e sexuais) (Edward M. Levinson ; Eric J. Palmer, 2015)
  • 34.
    A Planificação Outras Competências •Saber procurar emprego (anúncios no jornal e on-line, serviços de emprego, serrviços de apoio, etc.) • Preenchimento de pedidos de emprego • Escrever cartas e currículos • Obtenção de identificação necessária (CC, foto, certidão de nascimento) • Preencher papeis • Mostrar competências em entrevistas (Edward M. Levinson ; Eric J. Palmer, 2015)
  • 35.
    A Planificação ComBase na Transição • Ensino superior, • Formação profissional • Interação em emprego • Emprego protegido • Serviços ocupacionais, • Vida independente ou supervisionada, • Participação na comunidade • Lazer • Competências sociais, • Literacia financeira, • Competências de autodeterminação • Competências de literacia e numeracia • Exploração de possíveis carreiras, • Experiências de trabalho na comunidade, • Atividades que proporcionem conhecimentos e responsabilidades sobre hábitos de trabalho Atividades Objetivos Caminhos / áreas Profissionais Caminhos / áreas pessoais
  • 36.
  • 37.
    Transição Pós Escolar PROCESSO nosentido do trabalho prévio requerido e do período de tempo necessário para a transição. TRANSFER na passagem de um nível educacional ou de um estadio de vida para outro. MUDANÇA em termos das situações pessoal e social (Soriano, 2002)
  • 38.
    Transição Pós Escolar Transição entrecontextos entre serviços entre atividades entre níveis de ensino entre escolas entre apoios
  • 39.
    Transição Pós Escolar FAMILIAFAMILIA CRIANÇA JOVEM INTERVENÇÃO PRECOCE Orientado para a família Conjunto Qualidade de vida da família TRANSIÇÃO Orientado para a criança e família Equilíbrio Qualidade de vida da criança e da família VIDA ADULTA Orientado para o jovem Individualizado Qualidade de vida do jovem (Kim e Turnbull, 2004)
  • 40.
    Transição Pós Escolar Éa denominação de um processo essencialmente direcionado para alunos com condição de deficiência que se centra na necessidade de prever experienciais de vida após a escolaridade obrigatória. Idealmente devia perspetivar-se, gradualmente, ao longo de toda a escolaridade do aluno, no entanto normalmente inicia-se três anos antes do términus da escolaridade obrigatória. O aluno deve participar, o mais possível na planificação. O PEI deve conter metas apropriadas ao aluno e mensuráveis e que se relacionem com a idade, sexo, interesses, formação e emprego e com competências de vida independente. (Resource Guide for Use with GEAR UP School Staff, 2014)
  • 41.
    Competência Profissional –INVESTIGAÇÃO Área Taxonómica: Tipo de programas e organização de serviços Competência: Conhece programas e organização de serviços que usam práticas teoricamente sustentadas e baseadas em evidências de modo a implementar serviços eficazes e eficientes. (Donna Couture, Steve Bigaj, Betsy Street; Sheila Mahon; Joanne Malloy; Dawn Breault; Deb Merchant, 2015)
  • 42.
    Trabalho Para Casa Queserviço queremos e podemos implementar? Quem podemos e necessitamos mobilizar dentro da escola? Que alunos temos? Quem e que serviços necessitamos e podemos mobilizar fora da escola?
  • 43.
    Referências Biliográficas Colôa, J.(2014). A Vida Pós Escolar: Necessita-se Livre Trânsito. In Para uma Educação Inclusiva, dos Conceitos às Práticas, Vol. III, Isabel Sanches (Org.), pp 63-84. Lisboa: Edições Universitárias Lusófonas. Couture, D.; Bigaj, S.; Betsy Street, B.; Mahon S.; Malloy, J.; Breault, D.; Merchant, D., (2015). Transition Competencies for Preservice Special Education Programs [consult. 2016-08-16]. Disponível na Internet: http://nextsteps-nh.org/wp- content/uploads/NSNH-Transition-Competencies-for-Preservice-Special-Education-programs-1-30-15-FINAL.pdf Kim, Kyeong-Hwa ; Turnbull, A. (2004). Transition to Adulthood for Students With Severe Intellectual Disabilities: Shifting Toward Person-Family Interdependent Planning. Research & Practice for Persons with Severe Disabilities, Vol. 29, Nº. 1, 53-57 Levinson , E. M.; Palmer, E. J. (2005). Preparing Students With Disabilities for School-to-Work Transition and Postschool Life [consult. 2016-08-16]. Disponível na Internet: https://www.nasponline.org/Documents/Resources%20and%20Publications/Handouts/Families%20and%20Educators/Transition%2 0Planning%20WEB.pdf, Morningstar, M. E.; Pearson, M. (s/d). Assessing Students with Significant Disabilities for Supported Adulthood: Exploring Appropriate Transition Assessments [consult. 2016-08-16]. Disponível na Internet: https://www.seattleu.edu/media/ccts/ccts/assessing_students_with_significant_disabiliites_for_supported_adulthood-(2).pdf Project Support & Include at Vanderbilt University (s/d) Promoting Self-Determination Among Students With Disabilities: A Guide for Tennessee Educators [consult. 2016-08-16]. Disponível na Internet: http://vkc.mc.vanderbilt.edu/RTI2B/wp- content/uploads/2013/09/Self-DeterminationBrief-vs2.pdf Resource Guide for Use with GEAR UP School Staff (2014). Preparing Students with Disabilities for Postsecondary Education. Washington: Washington Student Achievement Council. Soriano, V. (Ed.). (2002). Transição da Escola para o Emprego: Principais problemas, questões e opções enfrentadas pelos alunos com necessidades educativas especiais em 16 países Europeus. Middelfart: European Agency for Development in Special Needs Education Wehmeyer, M. L.; Agran, M.; Hughes, C. (1998). Teaching Self-Determination to Students with Disabilities: Basic Skills for Successful Transition. Baltimore, MD: Brookes. Wood, W. M.; Karvonen, M.; Test, D. W.; Browder, D.; Algozzine, B. (2004) Promoting Student Self-Determination Skills in IEP Planning. In Teaching Exceptional Children, Vol. 36, No. 3, pp. 8-16.
  • 44.
    j o aq u i m . c o l o a @ g m a i l . c o m Joaquim Colôa