O avanço tecnológico impacta negócios de
todos os setores. Não seria diferente com o
financeiro. Seus produtos evoluíram e é
preciso transformar seus modelos de negócio
para manter a competitividade.
As Fintechs, startups do mercado financeiro,
são os vetores dessa mudança. Por meio da
tecnologia, essas empresas assumiram o
protagonismo no setor.
Para recuperar espaço no mercado, será
preciso um verdadeiro mergulho de cabeça na
Era Digital. Aqui você vai encontrar insights
sobre novas tecnologias, gerenciamento de
risco e reputação, experiência do usuário,
além de Open Banking, Fintech-as-a-service
(FaaS) e Fintechzação.
Há uma nova ordem:
menos burocracia, mais autonomia,
melhor relacionamento e custos
mais acessíveis.
Fintechs querem
abocanhar a maior
fatia do bolo
As Fintechs foram as primeiras a entender
os novos tempos. Suas soluções otimizadas
para a experiência do usuário permitiram uma
contraposição de valor às propostas das
empresas tradicionais. O resultado é a
liderança do mercado e do coração do público.
Pesquisa do Google sobre hábitos de
serviços financeiros online
➔ 46% utilizam instituições tradicionais
como principais provedores de serviços
➔ 42% aprovam os serviços das
empresas tradicionais
➔ 71% aprovam os serviços das startups
Adeptas aos modelos de negócios user-centric e
frameworks como Lean e Ágil, as Fintechs
eliminaram o desperdício e a burocracia.
A inovação competitiva ocorre por meio da
tecnologia. O processo de Transformação
Digital é fundamental para:
➔ mapear tendências de consumo
➔ identificar novas oportunidades
de negócios.
➔ aprimorar serviços
Para disputar os maiores pedaços do bolo,
Fintechizar-se é preciso.
O modus operandi propicia a:
Redução de custos
Fintechs querem
abocanhar a maior
fatia do bolo
Repasse de valores menores
ao consumidor
Maior democratização do
acesso aos serviços
financeiros
A revolução do mercado
começa bem aqui!
Mas primeiro, temos dicas para você e sua
equipe passarem por esse processo:
1. Imprima o canvas em tamanho A3 (mas
sinta-se à vontade para experimentar
tamanhos maiores, vale a pena!).
2. Use pequenas notas adesivas para editar
mais facilmente cada campo e movê-las
conforme desejar.
3. Inicie o canvas priorizando as tendências
mais alinhadas ao momento da sua empresa.
Preencha o campo ‘Nome da Tendência’. Em
seguida, passe para o campo ‘Evidência’,
complete cada uma das quatro partes. Siga
marcando as caixas nos campos ‘Urgência’ e
‘Tempo desejado para o mercado’.
4. Quase terminando. Agora, é só acessar as
“Próximas etapas” para encontrar dicas para
avançar com a implementação da tendência
ou ideia.
Canvas de
Tendências de
Inovação
O Canvas a seguir vai te ajudar a avaliar como
as trends que vamos apresentar nesse report
podem se encaixar e impactar positivamente
a sua empresa. A partir daí, implemente as
tech-innovation mais transformadoras de
maneira estratégica.
The
waves
Movimentos que regem
comportamentos e consumo.
Vivemos a época do Maturalism. O termo, que
une materialismo e maturidade, versa sobre a
propagação da informação e do conhecimento.
Os nativos da Era Digital, criados sob esse
conceito, possuem um filtro de atenção
seletiva.
Portanto, conhecer as dores, necessidades e
desejos do consumidor é crucial no processo
de relevância de marca. A comunicação é um
grande trunfo para virar o jogo.
User-centrism&
Maturalism
Como vender seguros
para veículos perfeitos?
Você tem poucos
instantes para
impressionar e
precisa acertar
em cheio!
A atenção como principal moeda
de troca
Abordagens como o Design Thinking auxiliam
no processo de observar o cliente. A
palavra-chave é user-centrism.
A crescente conscientização em relação à
tomada de decisão de compra exige rápida
adaptação dos produtos, serviços e modelos
de negócio. A sofisticação da comunicação
também aparece como fator decisório para
não desperdiçar tempo e recursos financeiros.
User-centrism&
Maturalism
Ascensãoda
GeraçãoZ
➔ Formada por cidadãos globais com padrões
comportamentais nos âmbitos econômico,
político e social. São eles que ditarão
tendências ainda nessa década. E na próxima.
➔ Nascidos a partir dos anos 2000 são nativos
da Era Digital e nunca viram um mundo sem
Internet. A tecnologia funde-se ao seu
comportamento.
➔ Os jovens estão iniciando suas trajetórias
profissionais e aquecerão o mercado de
trabalho na próxima década. A previsão é que
correspondam a 20% da força de trabalho
global até 2020.
➔ Representarão um catalisador do poder de
compra global. Seu novo jeito de consumir
determinará as maiores tendências de
consumo, já que representará,
aproximadamente, 40% desse mercado.
New kids on the block
Ascensãoda
GeraçãoZ
Abandono dos costumes tradicionais
A Geração Z não quer repetir fórmulas e falhas
das gerações passadas. Por isso, enxergam
com naturalidade as estruturas
contemporâneas em rede e aproveitam essa
organização para construir, pesquisar e
consumir todo tipo de informações,
modificando o processo de decisão e a
jornada de compra.
São vetores da mudança. Se enxergam como
responsáveis por influenciar o curso da história
de um jeito próprio, diferente dos meios
atuais, que consideram ineficazes.
Geração Z e mercado de trabalho
A relação da Geração Z com o trabalho não
destruirá as empresas. Eles não são avessos
aos escritórios e condições de trabalho
estáveis, desde que sintam-se livres e
promovam atividades de real impacto na
sociedade.
O diferencial para a geração anterior
(Millennials), é que lidam melhor com a
instabilidade. Por isso, enxergam nas relações
de trabalho uma condição mutável e
constantemente se desafiam a reinventar-se
perante a elas — algo como uma proteção
instintiva a um possível novo crash.
➔ Uma nova forma de organizar a vida
econômica, pautando ações em visão
coletiva e colaborativa
➔ Modelo econômico fundamentado em
atividades P2P — peer-to-peer — de
aquisição, fornecimento e
compartilhamento de bens e serviços
facilitados por plataforma on-line
➔ Cria um mercado para que
consumidores troquem bens e serviços
a partir da internet e do big data
Economia
Compartilhada
Ficar de fora não é uma
boa ideia!
Esse novo tipo de comércio
é digitalizado, disruptivo,
desmaterializado,
desmonetizado e, por isso,
democratizado.
Surge uma nova forma de
fazer negócio
Fintechs e Big techs estão usando a tecnologia
para jogar outro jogo: mais rápido, barato e
muitas vezes melhor. Elas ditam as novas
regras do jogo para os consumidores
conscientes de suas opções e propósitos.
Trazendo para o mercado financeiro, as
soluções funcionam assim: novas empresas
que combinam finanças e tecnologias
compartilham oportunidades fazendo ponte
entre os que têm – produtos, serviços e crédito
– e os que querem.
Economia
Compartilhada
Reputationalrisk Reputational risk
Gestão de risco não é novidade para o
mercado financeiro. O crescimento do
compartilhamento de links por canais de
mensagens privadas — dark social — aliado
ao alastramento das fake news exige que a
governança de risco esteja bem aculturada
nas equipes.
Se era possível mensurar o que se falava das
empresas, já não é mais. O grande tribunal
que as mídias sociais se transformaram causa
efeitos devastadores para a reputação das
corporações: perda de credibilidade dos
acionistas, da opinião pública e de milhões em
receita.
Fintechs: mais lenha na fogueira
As Fintechs e o GAFA Model elevaram o
nível dos serviços financeiros digitais. A
rápida adesão aos serviços das startups
revelou para as empresas tradicionais que
os clientes não estavam satisfeitos com o
que o mercado oferecia.
Quando houve novos modelos de negócios,
migraram rapidamente
Com comunicação descomplicada, menor
burocracia, serviços intuitivos e menores
taxas, as Fintechs mostram empatia e
fisgam o consumidor. O bom
relacionamento entre eles coloca mais
lenha na fogueira e aumenta a
preocupação das empresas tradicionais.
Reputationalrisk
É o momento certo para desconstruir a visão
apocalíptica que acompanha a IA.
Machine Learning e Deep Learning permitem
análise de dados e padrões, automatizando a
construção de modelos de interação mais
elaborados e menos suscetíveis a falhas.
Inteligência
Artificial
I.A is the new black
Tecnologias como IA fundamentam
estratégias data-first e um modelo de
negócio cada vez mais user-centric, sem
deixar de lado questões cruciais do mercado
financeiro – como a segurança dos dados e
gestão do risco.
Mas por que usar Inteligência
Artificial no seu negócio?
Trazer IA para a sua empresa permite um
ganho importante para quem precisa
sobreviver ao momento fintechzação do setor
financeiro: abrir a caixa preta dos dados.
Game
Changers
Propostas MJV para absorver
as mudanças
Muitas instituições bancárias estão correndo
atrás de um Open Bank para retomar o espaço
perdido para as FinTechs. Nessa evolução do
mercado financeiro, a chave para a
transformação do modelo de negócio bancário
são as APIs abertas.
O Open Banking é o caminho para a API-fication, é
a revolução dos bancos. As práticas da Inovação
Aberta permitem a criação de um ecossistema
de inovação que acessa capital humano
qualificado e expertise tech-innovation fora
da empresa, expandindo os limites da
instituição financeira e acabando com a
necessidade de trazer o know-how para dentro
de casa para inovar.
OpenBanking As APIs assumem seu
lugar ao sol
Fintech-as-a-Service Se não pode vencê-las,
junte-se a elas
Esse é o melhor conselho para instituições que
querem absorver mudanças da Era Digital e
precisam lidar com o crescimento das Fintechs
no mercado financeiro e nos smartphones dos
seus clientes.
Combinando tecnologia e finanças para atrair a
audiência, as Fintechs otimizam a performance e
levam a rentabilidade a outros patamares.
➔ Diminuição da burocracia
➔ Redução de taxas
➔ Soluções para acesso e serviços
➔ Benefícios para B2C e no B2B
Dá para operar a transformação digital na sua
empresa a tempo de frear esse movimento?
Jogar junto pode ser a solução! Lembrando
que mudar o modelo de negócios de
instituições tradicionais é um processo
demorado e demanda investimento.
As fintechs transformam os gaps deixados
pelas instituições financeiras em
oportunidades de negócio. Sua agilidade atua
favorecendo estratégias alicerçadas no
user-centric, gerando oferta com tarifas bem
mais baixas ou mesmo nenhuma.
Fintechzação Um novo modelo
de negócio
A transformação digital é
necessidade urgente para
quem quer se manter no
mercado financeiro.
BusinessAnalytics&
AnáliseAumentada
O Big Data pode ser percebido
em três momentos diferentes
dentro das empresas.
A próxima fase do
Big Data
Percepção da importância da
coleta e análise de dados
dentro das empresas →
surgimento de ferramentas de
Big Data
A evolução dos serviços de dados
é cada vez mais imprescindível
nas tomadas de decisão do
mercado financeiro. Por conta
disso, a atuação dos cientistas de
dados e dos departamentos de
TI são cruciais para a saúde
financeira das empresas.
Exaustão operacional
de coleta e análise desses
dados
A demanda exponencial por Big
Data para direcionar negócios
torna a tarefa dos analistas
majoritariamente mecânica.
Isso ocorre, pois a demora da
“limpeza” das informações —
etapa que precede a síntese
dos dados em si — toma pelo
menos metade do tempo dos
profissionais de dados.
Surgimento de soluções, como
Análise Aumentada
O mercado já começou a usar
algoritmos não apenas para
coletar, mas também para
preparar, integrar e analisar um
volume sobre-humano de dados.
O objetivo da Análise Aumentada
não é substituir por completo a
atuação dos cientistas de dados,
e sim retirá-los das tarefas
burocráticas para aproveitá-los
no cerne de sua expertise.
A criação das criptomoedas é o melhor caso de
sucesso do Blockchain como modelo de negócio.
Contudo, o mercado formal ainda tenta
compreender as complexidades tecnológicas,
éticas, jurídicas e tributárias do modelo
de negócio.
G20 discute criação de um marco regulatório.
Caberia ao Financial Stability Board monitorar os
riscos do mercado de criptomoedas. As
Exchanges divergem: a regulação como forma de
ganhar a confiança do público versus grau de
restrições para um mercado descentralizado.
Blockchain
BusinessModel: A epifania do Blockchain Blockchain para além das
criptomoedas
Se a mão invisível do mercado falasse, estaria
gritando: supply chain.
O sistema financeiro está absorvendo o
impacto do Blockchain. Empresas já oferecem
Blockchain-as-a-Service, uma mudança de
perspectiva nos modelos de negócio.
A governança através do Blockchain promete
eliminar a burocracia e revolucionar o
rastreamento de produtos e o monitoramento
de processos nas indústrias. Por hora, o maior
desafio é mapear os diferentes repositórios de
informação para que os dados conversem.
O GAFA (Google, Amazon, Facebook e Apple) já
vem impactando a vida dos consumidores há
bastante tempo. Os quatro gigantes da
tecnologia acostumaram seus usuários a
conseguirem qualquer coisa com apenas um
clique na tela.
Isso causa um upgrade na expectativa dos
clientes em relação à experiência com as
soluções digitais da sua instituição financeira.
Nasce um novo comportamento onde falhas
conduzem usuários à outras soluções em que a
experiência seja mais envolvente.
GAFAModele
user-centrism A partir de agora, a única
regra é ser user-centric
Novas regras para o mercado
financeiro
A transformação digital aponta para uma
estratégia que traz o usuário para o centro
do modelo de negócio. A revolução é urgente
já que o GAFA está de olho no mercado
financeiro: estão incrementando seus serviços
com ofertas de soluções financeiras e levando
vantagem pela cativante experiência que
proporcionam aos usuários.
As instituições financeiras mais tradicionais
devem manter sua competitividade e investir
em produtos e serviços 100% digitais, que
carreguem características user-centric no DNA.
Agir rapidamente é a chave!
Trends:
novos paradigmas
do mercado
Oportunidades, novas discussões
e tendências emergentes
A ascensão das Fintechs serviu como um
deadline para a mudança dos modelos de
negócios das empresas tradicionais. A adesão
dos consumidores dizia: transformem-se. As
gigantes do setor estão investindo em
tecnologia e inaugurando a Era da
Fintechzação do mercado financeiro.
Fintechzação
Fintechzação do setor: Appification of
Everything
A demanda por soluções end-to-end, 100%
digitais, descomplicadas e convenientes foi a
fórmula das Fintechs para conquistar o
consumidor e assumir o mercado. Isso refletirá
na web, criando uma experiência omnichannel
(menor separação entre etapas de compra e
plataformas) para o consumidor.
Uma das maiores tendências do mercado
financeiro para os próximos anos será a
“Appficação” de tudo para criar uma
experiência de consumo nos moldes
everything-as-an-app.
O envelhecimento populacional e seus efeitos
na produtividade são a pauta do dia na
economia global. Segundo a ONU, a previsão é
de que os idosos representem 50% da
expansão demográfica mundial até 2100.
Emerging risk:
Envelhecimento
populacional
Isso causará:
Crescimento mais
lento do PIB
Maior redirecionamento de
recursos para a saúde
Criação de novas políticas
públicas previdenciárias
População em idade ativa
sustentando o desenvolvimento
econômico
Como o envelhecimento
populacional muda o jogo
Veremos uma mudança na gestão das
economias globais nos próximos anos.
● Indivíduos serão clientes de produtos e
serviços financeiros por mais tempo
● Crescimento da taxa de juros pelo
aumento dos empréstimos a longo
prazo
● Alterações também no consumo de
produtos
● Aposentadorias causarão uma
mudança no menu de empréstimos: a
tendência é de crédito mais
conservador, gerando menor lucro
para os bancos
Para enfrentar as dores causadas pelo
envelhecimento da população, o
mercado financeiro busca a saída nos
países em desenvolvimento.
➔ Crescimento econômico é mais
rápido, pois há mais pessoas em
idade produtiva
➔ As taxas de natalidade ainda são
razoavelmente altas
➔ Processo de envelhecimento
mais lento
Assim que o GDPR, lei de proteção de dados da
União Europeia, entrou em vigor, o debate
acerca das APIs abertas ganhou terreno no
setor bancário. Afinal, o fator compliance do
GDPR seria um entrave para tendências como
o Open Banking?
GDPR & API Aberta:
Open Banking na Era da
proteção de dados
A resposta é não exatamente. Na PSD2,
regra geral para serviços de pagamento na
Europa, consta que bancos são obrigados a
compartilhar os dados dos usuários com
prestadores de serviços.
Compliance e outros objetos
pontiagudos
O grande ponto de atenção são as
ambiguidades presentes no texto do GDPR,
que não prevê atritos com outras
normativas, nem determina os responsáveis
por eventuais extravios de informação.
A discussão sobre proteção de dados,
compliance e APIs abertas tende a ser uma
constante no mercado financeiro, uma vez
que o conceito de consentimento torna-se
muito mais complexo quando falamos de
Open Banking.
O Edge trata da conexão de sistemas a uma
infraestrutura de rede. A evolução de
tecnologias ampliou a quantidade de brechas
de segurança, tornando os sistemas de TI mais
vulneráveis a ciberataques.
Cibersegurança e
Empowered Edge:
O futuro da TI
O Edge Computing isola o processamento de
dados de forma local nos end points para
descentralizar o armazenamento de
informações de um servidor central. A ação cria
camadas de proteção para os dados contra
ataques cibernéticos.
Tempo de investir (ainda mais) em
cibersegurança
Novas tecnologias emergem e com elas surgem
diferentes desafios com relação às políticas de
segurança em rede. No mercado financeiro, é
necessário atenção redobrada ao back-office.
O avanço da cibersegurança nos end points será
influenciado pela IoT e pelo 5G. Aliados ainda à
IA e ao Cloud Computing.
Esse é o mix de tecnologias que deve pautar o
que será a grande governança de TI do futuro: o
Empowered Edge
Chatbots são interfaces conversacionais
- sistemas programados para interagir e
responder mensagens de seres
humanos automaticamente.
Assistentes
virtuais e chatbots
Olá, eu sou o futuro!
Podem ser integrados à diversas mídias e
canais, acionados por voz ou texto.
Desempenham funções como
atendimento ao cliente, geração de leads,
marketing e a realização de etapas do
processo operacional.
➔ 69% dos consumidores preferem
chatbots para comunicação rápida
com empresas.
➔ Segundo o State of Chatbots 2018,
consumidores sentem que os bots
são melhores em responder
questões rápidas e complexas.
Um bot para chamar de seu
Para atender cada vez melhor, e em mais
canais, seus clientes, empresas do setor
financeiro estão investindo em chatbots.
E colhendo resultados: simplificação de
processos, gestão financeira e realização
de operações já são uma realidade
através dos bots.
As vantagens são diversas:
Além disso, há outro argumento que merece
atenção especial em tempos de Transformação
Digital: mindset Data-first.
Infinitos dados sobre seus consumidores são
gerados pela plataforma. Uma estratégia de
Data Analysis possibilita entender jornadas e
comportamentos dos seus consumidores,
insumos importantes para alinhar produtos,
serviços e posicionamento às necessidades e
desejos dos usuários e mercado.
Redução de custos
Atendimento
escalável
Geração de leads
Experiência
do usuário
Mindset inovador e valor
de negócios
Em 2018, o mercado financeiro conviveu com
quedas e recuperações vertiginosas nos valores
das ações. Os flash crashes acometeram os
ativos da S&P 500 e fizeram traders influentes
pedirem o boné.
Wall Street culpou a atuação dos algoritmos,
capazes de rastrear tendências e concretizar
negócios em intervalos de microssegundos.
Atualmente, 80% das decisões no mercado
de ações norte-americano são tomadas
por máquinas.
De grão em grão...
Impulsionado pelo desenvolvimento
tecnológico, o Algo Trading revolucionou a
velocidade dos negócios. Os algoritmos fecham
negócios em escala muito maior, sendo
utilizados para angariar pequenas margens de
lucro em cada operação.
De grão em grão, o resultado
é muito positivo para
as empresas.
No momento, há instituições promovendo
hackathons de desenvolvimento de algoritmos.
A intenção é criar uma plataforma para
negociar ativos financeiros. A competição
promove uma espécie de solução natural dos
algoritmos, que são avaliados com base em
sua rentabilidade e consistência.
Algo Trading
Há futuro para os traders
old school?
As BigTechs prometem travar uma guerra
silenciosa com as Fintechs pelo seu dinheiro. A
briga de pesos pesados do mercado será o
catalisador do chamado Mobile Commerce 2.0.
Frictionless
payments:
Uma guerra pelo seu bolso
A substituição de métodos de pagamento
tradicionais por modelos sem atrito, terão
crescimento vertiginoso nos próximos anos.
Pautada na conveniência, a prática estará
intimamente associada ao Social Shopping.
Confiança é tudo
Apesar das previsões, pesquisas recentes
mostram que as empresas precisarão conquistar
o consumidor. A conveniência do pagamento via
dispositivos conectados, apps ou carteiras
virtuais é incrível. Mas o temor acerca da
segurança dos dados ainda é grande.
A palavra-chave é confiança.
As empresas que conseguirem comunicar de
forma mais transparente suas políticas de
segurança de dados tendem a sair na dianteira.
Até 2020, são estimados mais de 30
bilhões de dispositivos conectados à
Internet – e há previsões que chegará
a 100 bilhões. Isso significa cada vez
mais informações acessíveis.
5G, Internet das
Coisas e Smart
Spaces
Aqui entra o 5G: para atender aos cenários de
tráfego de dados previstos e os ainda
desconhecidos. Ele dá novo significado a
palavra velocidade, reduz a latência entre o
comando e o retorno e possibilita o surgimento
de novos serviços e modelos de negócio.
A velocidade eleva as operações
financeiras a outro patamar
O 5G vem para atender o mercado de serviços,
conectando dispositivos e máquinas. No
mercado financeiro, o ganho fica por conta de
milésimos de segundos, cruciais para o sucesso
de várias operações financeiras. Além disso, o
setor contará com o aumento de pagamentos
online, migração de todos os serviços para
plataformas digitais e a interconexão
de máquinas.
Conclusão:
o futuro
A Transformação Digital é o primeiro passo
para se manter no jogo: somente um modelo
de negócio 100% digital e centrado no usuário
confere sustentação para que empresas
adotem novas tecnologias e se alinhem às
tendências emergentes.
Hoje, no mercado, força é aptidão
à tecnologia e inovação.
A prioridade de 2019 para quem precisa virar
a chave para o digital é investir em serviços
digitais e Data-first. O futuro fundamenta-se
em Inteligência Artificial e no seu potencial
data-driven e tech-innovation.
Porém, o futuro do futuro indica outro
caminho: os dados ganham, de vez, o
mainstream. Data Science torna-se mais uma
etapa do processo.
Nesse cenário, quem virá para ocupar o
espaço de diferencial estratégico?
Para quem quiser anotar no caderninho,
deixamos aqui um pequeno spoiler do futuro
do futuro:
Damodaran, Aswath - professor de
finanças da Stern School of Business, na
Universidade de New York
“Boas estórias geram
drivers de valor, e esses
drivers é que são avaliados
pelos investidores.”
www.mjvinnovation.com
Mauricio Vianna, CEO
mvianna@mjvinnovation.com
Ysmar Vianna, Chairman
yvianna@mjvinnovation.com
Atlanta  Houston  Rio de Janeiro  Sao Paulo  Alphaville  Curitiba  London  Paris  Lisbon  Rome

Tendências de Inovação para 2019: Mercado Financeiro

  • 2.
    O avanço tecnológicoimpacta negócios de todos os setores. Não seria diferente com o financeiro. Seus produtos evoluíram e é preciso transformar seus modelos de negócio para manter a competitividade. As Fintechs, startups do mercado financeiro, são os vetores dessa mudança. Por meio da tecnologia, essas empresas assumiram o protagonismo no setor. Para recuperar espaço no mercado, será preciso um verdadeiro mergulho de cabeça na Era Digital. Aqui você vai encontrar insights sobre novas tecnologias, gerenciamento de risco e reputação, experiência do usuário, além de Open Banking, Fintech-as-a-service (FaaS) e Fintechzação. Há uma nova ordem: menos burocracia, mais autonomia, melhor relacionamento e custos mais acessíveis.
  • 3.
    Fintechs querem abocanhar amaior fatia do bolo As Fintechs foram as primeiras a entender os novos tempos. Suas soluções otimizadas para a experiência do usuário permitiram uma contraposição de valor às propostas das empresas tradicionais. O resultado é a liderança do mercado e do coração do público. Pesquisa do Google sobre hábitos de serviços financeiros online ➔ 46% utilizam instituições tradicionais como principais provedores de serviços ➔ 42% aprovam os serviços das empresas tradicionais ➔ 71% aprovam os serviços das startups Adeptas aos modelos de negócios user-centric e frameworks como Lean e Ágil, as Fintechs eliminaram o desperdício e a burocracia.
  • 4.
    A inovação competitivaocorre por meio da tecnologia. O processo de Transformação Digital é fundamental para: ➔ mapear tendências de consumo ➔ identificar novas oportunidades de negócios. ➔ aprimorar serviços Para disputar os maiores pedaços do bolo, Fintechizar-se é preciso. O modus operandi propicia a: Redução de custos Fintechs querem abocanhar a maior fatia do bolo Repasse de valores menores ao consumidor Maior democratização do acesso aos serviços financeiros A revolução do mercado começa bem aqui!
  • 5.
    Mas primeiro, temosdicas para você e sua equipe passarem por esse processo: 1. Imprima o canvas em tamanho A3 (mas sinta-se à vontade para experimentar tamanhos maiores, vale a pena!). 2. Use pequenas notas adesivas para editar mais facilmente cada campo e movê-las conforme desejar. 3. Inicie o canvas priorizando as tendências mais alinhadas ao momento da sua empresa. Preencha o campo ‘Nome da Tendência’. Em seguida, passe para o campo ‘Evidência’, complete cada uma das quatro partes. Siga marcando as caixas nos campos ‘Urgência’ e ‘Tempo desejado para o mercado’. 4. Quase terminando. Agora, é só acessar as “Próximas etapas” para encontrar dicas para avançar com a implementação da tendência ou ideia. Canvas de Tendências de Inovação O Canvas a seguir vai te ajudar a avaliar como as trends que vamos apresentar nesse report podem se encaixar e impactar positivamente a sua empresa. A partir daí, implemente as tech-innovation mais transformadoras de maneira estratégica.
  • 7.
  • 8.
    Vivemos a épocado Maturalism. O termo, que une materialismo e maturidade, versa sobre a propagação da informação e do conhecimento. Os nativos da Era Digital, criados sob esse conceito, possuem um filtro de atenção seletiva. Portanto, conhecer as dores, necessidades e desejos do consumidor é crucial no processo de relevância de marca. A comunicação é um grande trunfo para virar o jogo. User-centrism& Maturalism Como vender seguros para veículos perfeitos? Você tem poucos instantes para impressionar e precisa acertar em cheio!
  • 9.
    A atenção comoprincipal moeda de troca Abordagens como o Design Thinking auxiliam no processo de observar o cliente. A palavra-chave é user-centrism. A crescente conscientização em relação à tomada de decisão de compra exige rápida adaptação dos produtos, serviços e modelos de negócio. A sofisticação da comunicação também aparece como fator decisório para não desperdiçar tempo e recursos financeiros. User-centrism& Maturalism
  • 10.
    Ascensãoda GeraçãoZ ➔ Formada porcidadãos globais com padrões comportamentais nos âmbitos econômico, político e social. São eles que ditarão tendências ainda nessa década. E na próxima. ➔ Nascidos a partir dos anos 2000 são nativos da Era Digital e nunca viram um mundo sem Internet. A tecnologia funde-se ao seu comportamento. ➔ Os jovens estão iniciando suas trajetórias profissionais e aquecerão o mercado de trabalho na próxima década. A previsão é que correspondam a 20% da força de trabalho global até 2020. ➔ Representarão um catalisador do poder de compra global. Seu novo jeito de consumir determinará as maiores tendências de consumo, já que representará, aproximadamente, 40% desse mercado. New kids on the block
  • 11.
    Ascensãoda GeraçãoZ Abandono dos costumestradicionais A Geração Z não quer repetir fórmulas e falhas das gerações passadas. Por isso, enxergam com naturalidade as estruturas contemporâneas em rede e aproveitam essa organização para construir, pesquisar e consumir todo tipo de informações, modificando o processo de decisão e a jornada de compra. São vetores da mudança. Se enxergam como responsáveis por influenciar o curso da história de um jeito próprio, diferente dos meios atuais, que consideram ineficazes. Geração Z e mercado de trabalho A relação da Geração Z com o trabalho não destruirá as empresas. Eles não são avessos aos escritórios e condições de trabalho estáveis, desde que sintam-se livres e promovam atividades de real impacto na sociedade. O diferencial para a geração anterior (Millennials), é que lidam melhor com a instabilidade. Por isso, enxergam nas relações de trabalho uma condição mutável e constantemente se desafiam a reinventar-se perante a elas — algo como uma proteção instintiva a um possível novo crash.
  • 12.
    ➔ Uma novaforma de organizar a vida econômica, pautando ações em visão coletiva e colaborativa ➔ Modelo econômico fundamentado em atividades P2P — peer-to-peer — de aquisição, fornecimento e compartilhamento de bens e serviços facilitados por plataforma on-line ➔ Cria um mercado para que consumidores troquem bens e serviços a partir da internet e do big data Economia Compartilhada Ficar de fora não é uma boa ideia! Esse novo tipo de comércio é digitalizado, disruptivo, desmaterializado, desmonetizado e, por isso, democratizado.
  • 13.
    Surge uma novaforma de fazer negócio Fintechs e Big techs estão usando a tecnologia para jogar outro jogo: mais rápido, barato e muitas vezes melhor. Elas ditam as novas regras do jogo para os consumidores conscientes de suas opções e propósitos. Trazendo para o mercado financeiro, as soluções funcionam assim: novas empresas que combinam finanças e tecnologias compartilham oportunidades fazendo ponte entre os que têm – produtos, serviços e crédito – e os que querem. Economia Compartilhada
  • 14.
    Reputationalrisk Reputational risk Gestãode risco não é novidade para o mercado financeiro. O crescimento do compartilhamento de links por canais de mensagens privadas — dark social — aliado ao alastramento das fake news exige que a governança de risco esteja bem aculturada nas equipes. Se era possível mensurar o que se falava das empresas, já não é mais. O grande tribunal que as mídias sociais se transformaram causa efeitos devastadores para a reputação das corporações: perda de credibilidade dos acionistas, da opinião pública e de milhões em receita.
  • 15.
    Fintechs: mais lenhana fogueira As Fintechs e o GAFA Model elevaram o nível dos serviços financeiros digitais. A rápida adesão aos serviços das startups revelou para as empresas tradicionais que os clientes não estavam satisfeitos com o que o mercado oferecia. Quando houve novos modelos de negócios, migraram rapidamente Com comunicação descomplicada, menor burocracia, serviços intuitivos e menores taxas, as Fintechs mostram empatia e fisgam o consumidor. O bom relacionamento entre eles coloca mais lenha na fogueira e aumenta a preocupação das empresas tradicionais. Reputationalrisk
  • 16.
    É o momentocerto para desconstruir a visão apocalíptica que acompanha a IA. Machine Learning e Deep Learning permitem análise de dados e padrões, automatizando a construção de modelos de interação mais elaborados e menos suscetíveis a falhas. Inteligência Artificial I.A is the new black Tecnologias como IA fundamentam estratégias data-first e um modelo de negócio cada vez mais user-centric, sem deixar de lado questões cruciais do mercado financeiro – como a segurança dos dados e gestão do risco. Mas por que usar Inteligência Artificial no seu negócio? Trazer IA para a sua empresa permite um ganho importante para quem precisa sobreviver ao momento fintechzação do setor financeiro: abrir a caixa preta dos dados.
  • 17.
    Game Changers Propostas MJV paraabsorver as mudanças
  • 18.
    Muitas instituições bancáriasestão correndo atrás de um Open Bank para retomar o espaço perdido para as FinTechs. Nessa evolução do mercado financeiro, a chave para a transformação do modelo de negócio bancário são as APIs abertas. O Open Banking é o caminho para a API-fication, é a revolução dos bancos. As práticas da Inovação Aberta permitem a criação de um ecossistema de inovação que acessa capital humano qualificado e expertise tech-innovation fora da empresa, expandindo os limites da instituição financeira e acabando com a necessidade de trazer o know-how para dentro de casa para inovar. OpenBanking As APIs assumem seu lugar ao sol
  • 19.
    Fintech-as-a-Service Se nãopode vencê-las, junte-se a elas Esse é o melhor conselho para instituições que querem absorver mudanças da Era Digital e precisam lidar com o crescimento das Fintechs no mercado financeiro e nos smartphones dos seus clientes. Combinando tecnologia e finanças para atrair a audiência, as Fintechs otimizam a performance e levam a rentabilidade a outros patamares. ➔ Diminuição da burocracia ➔ Redução de taxas ➔ Soluções para acesso e serviços ➔ Benefícios para B2C e no B2B
  • 20.
    Dá para operara transformação digital na sua empresa a tempo de frear esse movimento? Jogar junto pode ser a solução! Lembrando que mudar o modelo de negócios de instituições tradicionais é um processo demorado e demanda investimento. As fintechs transformam os gaps deixados pelas instituições financeiras em oportunidades de negócio. Sua agilidade atua favorecendo estratégias alicerçadas no user-centric, gerando oferta com tarifas bem mais baixas ou mesmo nenhuma. Fintechzação Um novo modelo de negócio A transformação digital é necessidade urgente para quem quer se manter no mercado financeiro.
  • 21.
    BusinessAnalytics& AnáliseAumentada O Big Datapode ser percebido em três momentos diferentes dentro das empresas. A próxima fase do Big Data Percepção da importância da coleta e análise de dados dentro das empresas → surgimento de ferramentas de Big Data A evolução dos serviços de dados é cada vez mais imprescindível nas tomadas de decisão do mercado financeiro. Por conta disso, a atuação dos cientistas de dados e dos departamentos de TI são cruciais para a saúde financeira das empresas. Exaustão operacional de coleta e análise desses dados A demanda exponencial por Big Data para direcionar negócios torna a tarefa dos analistas majoritariamente mecânica. Isso ocorre, pois a demora da “limpeza” das informações — etapa que precede a síntese dos dados em si — toma pelo menos metade do tempo dos profissionais de dados. Surgimento de soluções, como Análise Aumentada O mercado já começou a usar algoritmos não apenas para coletar, mas também para preparar, integrar e analisar um volume sobre-humano de dados. O objetivo da Análise Aumentada não é substituir por completo a atuação dos cientistas de dados, e sim retirá-los das tarefas burocráticas para aproveitá-los no cerne de sua expertise.
  • 22.
    A criação dascriptomoedas é o melhor caso de sucesso do Blockchain como modelo de negócio. Contudo, o mercado formal ainda tenta compreender as complexidades tecnológicas, éticas, jurídicas e tributárias do modelo de negócio. G20 discute criação de um marco regulatório. Caberia ao Financial Stability Board monitorar os riscos do mercado de criptomoedas. As Exchanges divergem: a regulação como forma de ganhar a confiança do público versus grau de restrições para um mercado descentralizado. Blockchain BusinessModel: A epifania do Blockchain Blockchain para além das criptomoedas Se a mão invisível do mercado falasse, estaria gritando: supply chain. O sistema financeiro está absorvendo o impacto do Blockchain. Empresas já oferecem Blockchain-as-a-Service, uma mudança de perspectiva nos modelos de negócio. A governança através do Blockchain promete eliminar a burocracia e revolucionar o rastreamento de produtos e o monitoramento de processos nas indústrias. Por hora, o maior desafio é mapear os diferentes repositórios de informação para que os dados conversem.
  • 23.
    O GAFA (Google,Amazon, Facebook e Apple) já vem impactando a vida dos consumidores há bastante tempo. Os quatro gigantes da tecnologia acostumaram seus usuários a conseguirem qualquer coisa com apenas um clique na tela. Isso causa um upgrade na expectativa dos clientes em relação à experiência com as soluções digitais da sua instituição financeira. Nasce um novo comportamento onde falhas conduzem usuários à outras soluções em que a experiência seja mais envolvente. GAFAModele user-centrism A partir de agora, a única regra é ser user-centric Novas regras para o mercado financeiro A transformação digital aponta para uma estratégia que traz o usuário para o centro do modelo de negócio. A revolução é urgente já que o GAFA está de olho no mercado financeiro: estão incrementando seus serviços com ofertas de soluções financeiras e levando vantagem pela cativante experiência que proporcionam aos usuários. As instituições financeiras mais tradicionais devem manter sua competitividade e investir em produtos e serviços 100% digitais, que carreguem características user-centric no DNA. Agir rapidamente é a chave!
  • 24.
    Trends: novos paradigmas do mercado Oportunidades,novas discussões e tendências emergentes
  • 25.
    A ascensão dasFintechs serviu como um deadline para a mudança dos modelos de negócios das empresas tradicionais. A adesão dos consumidores dizia: transformem-se. As gigantes do setor estão investindo em tecnologia e inaugurando a Era da Fintechzação do mercado financeiro. Fintechzação Fintechzação do setor: Appification of Everything A demanda por soluções end-to-end, 100% digitais, descomplicadas e convenientes foi a fórmula das Fintechs para conquistar o consumidor e assumir o mercado. Isso refletirá na web, criando uma experiência omnichannel (menor separação entre etapas de compra e plataformas) para o consumidor. Uma das maiores tendências do mercado financeiro para os próximos anos será a “Appficação” de tudo para criar uma experiência de consumo nos moldes everything-as-an-app.
  • 26.
    O envelhecimento populacionale seus efeitos na produtividade são a pauta do dia na economia global. Segundo a ONU, a previsão é de que os idosos representem 50% da expansão demográfica mundial até 2100. Emerging risk: Envelhecimento populacional Isso causará: Crescimento mais lento do PIB Maior redirecionamento de recursos para a saúde Criação de novas políticas públicas previdenciárias População em idade ativa sustentando o desenvolvimento econômico
  • 27.
    Como o envelhecimento populacionalmuda o jogo Veremos uma mudança na gestão das economias globais nos próximos anos. ● Indivíduos serão clientes de produtos e serviços financeiros por mais tempo ● Crescimento da taxa de juros pelo aumento dos empréstimos a longo prazo ● Alterações também no consumo de produtos ● Aposentadorias causarão uma mudança no menu de empréstimos: a tendência é de crédito mais conservador, gerando menor lucro para os bancos Para enfrentar as dores causadas pelo envelhecimento da população, o mercado financeiro busca a saída nos países em desenvolvimento. ➔ Crescimento econômico é mais rápido, pois há mais pessoas em idade produtiva ➔ As taxas de natalidade ainda são razoavelmente altas ➔ Processo de envelhecimento mais lento
  • 28.
    Assim que oGDPR, lei de proteção de dados da União Europeia, entrou em vigor, o debate acerca das APIs abertas ganhou terreno no setor bancário. Afinal, o fator compliance do GDPR seria um entrave para tendências como o Open Banking? GDPR & API Aberta: Open Banking na Era da proteção de dados A resposta é não exatamente. Na PSD2, regra geral para serviços de pagamento na Europa, consta que bancos são obrigados a compartilhar os dados dos usuários com prestadores de serviços. Compliance e outros objetos pontiagudos O grande ponto de atenção são as ambiguidades presentes no texto do GDPR, que não prevê atritos com outras normativas, nem determina os responsáveis por eventuais extravios de informação. A discussão sobre proteção de dados, compliance e APIs abertas tende a ser uma constante no mercado financeiro, uma vez que o conceito de consentimento torna-se muito mais complexo quando falamos de Open Banking.
  • 29.
    O Edge tratada conexão de sistemas a uma infraestrutura de rede. A evolução de tecnologias ampliou a quantidade de brechas de segurança, tornando os sistemas de TI mais vulneráveis a ciberataques. Cibersegurança e Empowered Edge: O futuro da TI O Edge Computing isola o processamento de dados de forma local nos end points para descentralizar o armazenamento de informações de um servidor central. A ação cria camadas de proteção para os dados contra ataques cibernéticos. Tempo de investir (ainda mais) em cibersegurança Novas tecnologias emergem e com elas surgem diferentes desafios com relação às políticas de segurança em rede. No mercado financeiro, é necessário atenção redobrada ao back-office. O avanço da cibersegurança nos end points será influenciado pela IoT e pelo 5G. Aliados ainda à IA e ao Cloud Computing. Esse é o mix de tecnologias que deve pautar o que será a grande governança de TI do futuro: o Empowered Edge
  • 30.
    Chatbots são interfacesconversacionais - sistemas programados para interagir e responder mensagens de seres humanos automaticamente. Assistentes virtuais e chatbots Olá, eu sou o futuro! Podem ser integrados à diversas mídias e canais, acionados por voz ou texto. Desempenham funções como atendimento ao cliente, geração de leads, marketing e a realização de etapas do processo operacional. ➔ 69% dos consumidores preferem chatbots para comunicação rápida com empresas. ➔ Segundo o State of Chatbots 2018, consumidores sentem que os bots são melhores em responder questões rápidas e complexas.
  • 31.
    Um bot parachamar de seu Para atender cada vez melhor, e em mais canais, seus clientes, empresas do setor financeiro estão investindo em chatbots. E colhendo resultados: simplificação de processos, gestão financeira e realização de operações já são uma realidade através dos bots. As vantagens são diversas: Além disso, há outro argumento que merece atenção especial em tempos de Transformação Digital: mindset Data-first. Infinitos dados sobre seus consumidores são gerados pela plataforma. Uma estratégia de Data Analysis possibilita entender jornadas e comportamentos dos seus consumidores, insumos importantes para alinhar produtos, serviços e posicionamento às necessidades e desejos dos usuários e mercado. Redução de custos Atendimento escalável Geração de leads Experiência do usuário Mindset inovador e valor de negócios
  • 32.
    Em 2018, omercado financeiro conviveu com quedas e recuperações vertiginosas nos valores das ações. Os flash crashes acometeram os ativos da S&P 500 e fizeram traders influentes pedirem o boné. Wall Street culpou a atuação dos algoritmos, capazes de rastrear tendências e concretizar negócios em intervalos de microssegundos. Atualmente, 80% das decisões no mercado de ações norte-americano são tomadas por máquinas. De grão em grão... Impulsionado pelo desenvolvimento tecnológico, o Algo Trading revolucionou a velocidade dos negócios. Os algoritmos fecham negócios em escala muito maior, sendo utilizados para angariar pequenas margens de lucro em cada operação. De grão em grão, o resultado é muito positivo para as empresas. No momento, há instituições promovendo hackathons de desenvolvimento de algoritmos. A intenção é criar uma plataforma para negociar ativos financeiros. A competição promove uma espécie de solução natural dos algoritmos, que são avaliados com base em sua rentabilidade e consistência. Algo Trading Há futuro para os traders old school?
  • 33.
    As BigTechs prometemtravar uma guerra silenciosa com as Fintechs pelo seu dinheiro. A briga de pesos pesados do mercado será o catalisador do chamado Mobile Commerce 2.0. Frictionless payments: Uma guerra pelo seu bolso A substituição de métodos de pagamento tradicionais por modelos sem atrito, terão crescimento vertiginoso nos próximos anos. Pautada na conveniência, a prática estará intimamente associada ao Social Shopping. Confiança é tudo Apesar das previsões, pesquisas recentes mostram que as empresas precisarão conquistar o consumidor. A conveniência do pagamento via dispositivos conectados, apps ou carteiras virtuais é incrível. Mas o temor acerca da segurança dos dados ainda é grande. A palavra-chave é confiança. As empresas que conseguirem comunicar de forma mais transparente suas políticas de segurança de dados tendem a sair na dianteira.
  • 34.
    Até 2020, sãoestimados mais de 30 bilhões de dispositivos conectados à Internet – e há previsões que chegará a 100 bilhões. Isso significa cada vez mais informações acessíveis. 5G, Internet das Coisas e Smart Spaces Aqui entra o 5G: para atender aos cenários de tráfego de dados previstos e os ainda desconhecidos. Ele dá novo significado a palavra velocidade, reduz a latência entre o comando e o retorno e possibilita o surgimento de novos serviços e modelos de negócio. A velocidade eleva as operações financeiras a outro patamar O 5G vem para atender o mercado de serviços, conectando dispositivos e máquinas. No mercado financeiro, o ganho fica por conta de milésimos de segundos, cruciais para o sucesso de várias operações financeiras. Além disso, o setor contará com o aumento de pagamentos online, migração de todos os serviços para plataformas digitais e a interconexão de máquinas.
  • 35.
    Conclusão: o futuro A TransformaçãoDigital é o primeiro passo para se manter no jogo: somente um modelo de negócio 100% digital e centrado no usuário confere sustentação para que empresas adotem novas tecnologias e se alinhem às tendências emergentes. Hoje, no mercado, força é aptidão à tecnologia e inovação. A prioridade de 2019 para quem precisa virar a chave para o digital é investir em serviços digitais e Data-first. O futuro fundamenta-se em Inteligência Artificial e no seu potencial data-driven e tech-innovation. Porém, o futuro do futuro indica outro caminho: os dados ganham, de vez, o mainstream. Data Science torna-se mais uma etapa do processo.
  • 36.
    Nesse cenário, quemvirá para ocupar o espaço de diferencial estratégico? Para quem quiser anotar no caderninho, deixamos aqui um pequeno spoiler do futuro do futuro: Damodaran, Aswath - professor de finanças da Stern School of Business, na Universidade de New York “Boas estórias geram drivers de valor, e esses drivers é que são avaliados pelos investidores.”
  • 37.
    www.mjvinnovation.com Mauricio Vianna, CEO mvianna@mjvinnovation.com YsmarVianna, Chairman yvianna@mjvinnovation.com Atlanta Houston Rio de Janeiro Sao Paulo Alphaville Curitiba London Paris Lisbon Rome