Tendências em Varejo
Cada macrotendência costuma ter duração de
5 a 10 anos — embora, com a globalização, a
aceleração dos processos de comunicação e
os avanços tecnológicos, as mudanças sejam
mais rápidas e frequentes.
O termo refere-se a uma 4ª revolução industrial e introduz o
conceito de "sistemas ciber-físicos" para diferenciar essa nova
fase evolutiva da automação eletrônica anterior.
Aplicações práticas:
● Robótica acelerando rotinas de armazém e entregas.
● Internet das coisas e Big Data facilitando ações
personalizadas de marketing e vendas.
● Computação em nuvem armazenando grandes
volumes de dados em segurança.
● Fabricação aditiva (impressão 3D) reduzindo
desperdício de insumos.
● IA gerando melhor experiência aos clientes nas lojas
físicas e virtuais.
Estratégias de compras/vendas sem atrito buscam eliminar
tudo o que afeta negativamente a experiência ou não
agrega valor. Basicamente, tudo o que torna a experiência
na loja ruim é eliminado.
● Reduzir esperas em filas
● Melhorar atendimentos
● Disponibilizar informações sobre
produtos e serviços em variados canais
● Acelerar o checkout no e-commerce
Construir experiências e ambientes confortáveis para levar
consumidores às lojas, como faz a Starbucks com sua
filosofia “casa-trabalho-comunidade”, é uma macrotendência
crescente no Varejo.
Os thirdplaces são a sala de estar de uma comunidade.
Que marca não quer sua sala cheia de usuários satisfeitos?
Presente em modelos de negócios como Uber, Airbnb e Amazon, que
proporciona um canal de venda para lojistas e fabricantes em todo o
mundo e movimenta bilhões de dólares/ano.
A economia colaborativa é um modelo econômico definido como uma
atividade baseada em ponto a ponto (P2P) de aquisição, fornecimento ou
compartilhamento de acesso a bens e serviços que geralmente é
facilitado por uma plataforma online baseada na comunidade.
A população não bancarizada também entrou no radar do Varejo.
São muitos os países que têm enorme quórum de
desbancarizados, como China e Brasil. Os “bankless” têm um
enorme potencial de compra e movimentam a economia informal
através de um dinheiro que o sistema financeiro não vê — e chega
na casa dos bilhões.
Personalizar serviços é o início de uma estratégia para incluí-los
em sua carteira de clientes.
Vai movimentar grandes, médios e pequenos
empreendimentos nos próximos anos: inovação
social como estandarte.
O mundo Zero Concept terá carros com zero
emissões, zero acidentes e zero fatalidades.
Cidades e edifícios serão neutros em carbono,
linhas inteiras de produção chegarão ao
desperdício zero, tecnologias emergentes vão
inovar segurança. Grandes varejistas têm
firmado compromissos corporativos de reduzir
wicked problems a zero.
A gigante chinesa Alibaba anunciou uma
estratégia “new retail”: um ecossistema de
super conveniência que usa estratégias
omnichannel, e-commerce, experiências sem
atrito, entregas e lojas super tecnológicas
para oferecer maior conveniência ao usuário
durante a jornada de compra.
É a reunião de diferentes frentes de negócios
para criar novas possibilidades de consumo.
Confira outras macrotendências
na versão completa do report!
As três principais tendências da 5G no setor varejista são:
● Realidade aumentada, mista e virtual ativada para
5G vai alterar as interações marca-consumidor.
● Os serviços de Internet das Coisas habilitados para
5G vão impulsionar a otimização da cadeia de
suprimentos.
● 5G permite muitas outras tecnologias no setor.
Dividimos essas tendências em quatro grandes grupos:
● ATIVAÇÃO DIGITAL
● USER-CENTRISMO
● SUSTENTABILIDADE
● TECNOLOGIA
Esses são os movimentos para os quais o planejamento
estratégico da sua organização varejista deve olhar com
cautela, escolhendo qual deles priorizar para obter
resultados acima da média nesse início de década.
Saia na frente da concorrência!
Clique e baixe agora a versão
completa do report MJV Trends
2020 - Tendências em Varejo!
O offline está cada vez mais vivo, com
varejistas do ambiente online se rendendo
às jornadas de compras híbridas (lojas
físicas e virtuais). Especialistas apontam
para o comércio O2O (Online to Offline),
em evidência desde que a Amazon adquiriu
a Whole Foods por US $ 13,7 bilhões.
82,5% de todas as vendas no Varejo
ainda ocorrerão nas lojas físicas pelo
menos até 2021.
Prepare-se para ouvir falar muito em Social Shopping:
prática de comércio eletrônico na qual a experiência de
compra é compartilhada com uma rede social.
● Os indivíduos são influenciados pelas
aquisições e recomendações dos amigos.
● Os varejistas precisam pensar novas jornadas
de compra, explorando as redes sociais
como marketplaces/plataformas de vendas.
● Estrategistas de marketing e vendas precisarão
focar em ações de Remarketing e
M-commerce.
Personalização em Escala
Nike → Nike by You:
consumidores montam seu próprio tênis
Function of Beauty → shampoo personalizado
para tipos específicos de cabelo
experiências mais relevantes para
clientes existentes e em potencial
É sobre dizer mais “sim” ao consumidor.
O próximo nível da personalização no Varejo abrange
processos relativos a produtos, logística, supply chain…
tudo converge para estratégias e ações personalizadas.
Consumidores-fãs são apaixonados pela marca e a
defendem, especialmente no ambiente virtual.
Nubank, Netflix e Apple são lovemarks e fazem isso
com uma cultura de marca e relacionamento forte
com o consumidor, investindo em comunicação
digital e proporcionando experiências superiores.
Para alcançar este nível, os varejistas devem:
● Trabalhar um posicionamento que atraia
mais lovers que haters
● Ter um propósito focado nos usuários
● Usar aplicações e redes sociais digitais na
medida certa
● Transformar a satisfação do cliente em um
KPI fundamental para os negócios
Mergulhe nas tendências do seu mercado!
Clique aqui para baixar o report na íntegra.
Varejistas que querem ressignificar sua existência e se manter
na crista da onda vão precisar investir em campanhas com
influenciadores, trabalhar o branded content e transformar a
comunicação de marca em uma atração.
Lovemarks + um “q” de influencer = fórmula do sucesso
Magalu, da Magazine Luiza: o “avatar” virou um produto que
ajudou a gigante brasileira a ultrapassar a barreira do digital.
A chamada Geração Z será o novo motor da economia,
comandando as receitas no Varejo. Em paralelo a isso,
o envelhecimento populacional é uma tendência global.
A mistura desses fenômenos deve ditar os rumos dos
mercados no Brasil.
Os varejistas que virem esse movimento como gerador
de oportunidades poderão obter excelentes resultados.
Focar em produtos e serviços centrados em qualidade
de vida, especialmente com elementos tecnológicos é
apontado pelos especialistas como uma sábia decisão.
Apenas 6% das transações realizadas pela Geração Z
envolvem dinheiro. Essa tendência deve se intensifica
ainda mais com os Millennials aderindo os
pagamentos digitais.
Dinheiro cada vez mais invisível
● Soluções de pagamentos mobile das
operadoras de cartões de crédito e débito
● Criptomoedas
Para aproveitar essa onda, os varejistas devem
trabalhar facilidades para meios de pagamento.
A transformação digital das operações por IA, IoT e Smart
Spaces darão a tônica da concorrência por clientes cada vez
mais conectados e tecnologicamente exigentes.
AmazonGo, da Amazon: usa IA para controle de estoque e
sensores reconhecimento facial para atendimento ao cliente.
● Varejistas de vários portes deverão trabalhar soluções
automatizadas para reduzir atritos.
● Futuro das entregas: cadeias de suprimentos, novos
modelos de negócios (desmaterialização), entregas
por drones e automação de marketing e vendas.
É a venda dos serviços e resultados que um
produto fornece (e não o próprio produto).
● A empresa é dona do produto e o
“aluga” (assinatura)
● Evita o descarte de materiais que
prejudicam o meio ambiente
● Varejistas transformam objetos em
fontes de renda recorrente, sem
necessidade de reposição constante
O desafio é definir quais produtos devem
entrar neste tipo de oferta.
O amadurecimento do consumidor comum sobre o
consumo deve ditar o fim do excesso. Aos varejistas,
caberá pensar estratégias em torno de produtos e
serviços ligados ao mindset crítico ao consumerismo.
Produtos e serviços digitais, de baixo impacto
ambiental e social, são escolhas inteligentes.
Baixe o report e confira a lista
completa de tendências para o Varejo
● Pensar na tríade tecnologia, performance
comercial e relacionamento
● Acompanhar as ferramentas, os métodos
e as práticas do mercado
A boa notícia é que é possível inovar dentro
dessas tendências — não necessariamente
tentando imitar o que os gigantes estão
fazendo nos países desenvolvidos.
Que tal, você está preparado para inserir seu
empreendimento varejista em algumas das
tendências que apresentamos?
Veja mais no report!
Mauricio Vianna, CEO Ysmar Vianna, Chairman
www.mjvinnovation.com

MJV Trends - Tendências em Varejo 2020

  • 1.
  • 3.
    Cada macrotendência costumater duração de 5 a 10 anos — embora, com a globalização, a aceleração dos processos de comunicação e os avanços tecnológicos, as mudanças sejam mais rápidas e frequentes.
  • 4.
    O termo refere-sea uma 4ª revolução industrial e introduz o conceito de "sistemas ciber-físicos" para diferenciar essa nova fase evolutiva da automação eletrônica anterior. Aplicações práticas: ● Robótica acelerando rotinas de armazém e entregas. ● Internet das coisas e Big Data facilitando ações personalizadas de marketing e vendas. ● Computação em nuvem armazenando grandes volumes de dados em segurança. ● Fabricação aditiva (impressão 3D) reduzindo desperdício de insumos. ● IA gerando melhor experiência aos clientes nas lojas físicas e virtuais.
  • 5.
    Estratégias de compras/vendassem atrito buscam eliminar tudo o que afeta negativamente a experiência ou não agrega valor. Basicamente, tudo o que torna a experiência na loja ruim é eliminado. ● Reduzir esperas em filas ● Melhorar atendimentos ● Disponibilizar informações sobre produtos e serviços em variados canais ● Acelerar o checkout no e-commerce Construir experiências e ambientes confortáveis para levar consumidores às lojas, como faz a Starbucks com sua filosofia “casa-trabalho-comunidade”, é uma macrotendência crescente no Varejo. Os thirdplaces são a sala de estar de uma comunidade. Que marca não quer sua sala cheia de usuários satisfeitos?
  • 6.
    Presente em modelosde negócios como Uber, Airbnb e Amazon, que proporciona um canal de venda para lojistas e fabricantes em todo o mundo e movimenta bilhões de dólares/ano. A economia colaborativa é um modelo econômico definido como uma atividade baseada em ponto a ponto (P2P) de aquisição, fornecimento ou compartilhamento de acesso a bens e serviços que geralmente é facilitado por uma plataforma online baseada na comunidade. A população não bancarizada também entrou no radar do Varejo. São muitos os países que têm enorme quórum de desbancarizados, como China e Brasil. Os “bankless” têm um enorme potencial de compra e movimentam a economia informal através de um dinheiro que o sistema financeiro não vê — e chega na casa dos bilhões. Personalizar serviços é o início de uma estratégia para incluí-los em sua carteira de clientes.
  • 7.
    Vai movimentar grandes,médios e pequenos empreendimentos nos próximos anos: inovação social como estandarte. O mundo Zero Concept terá carros com zero emissões, zero acidentes e zero fatalidades. Cidades e edifícios serão neutros em carbono, linhas inteiras de produção chegarão ao desperdício zero, tecnologias emergentes vão inovar segurança. Grandes varejistas têm firmado compromissos corporativos de reduzir wicked problems a zero. A gigante chinesa Alibaba anunciou uma estratégia “new retail”: um ecossistema de super conveniência que usa estratégias omnichannel, e-commerce, experiências sem atrito, entregas e lojas super tecnológicas para oferecer maior conveniência ao usuário durante a jornada de compra. É a reunião de diferentes frentes de negócios para criar novas possibilidades de consumo. Confira outras macrotendências na versão completa do report!
  • 8.
    As três principaistendências da 5G no setor varejista são: ● Realidade aumentada, mista e virtual ativada para 5G vai alterar as interações marca-consumidor. ● Os serviços de Internet das Coisas habilitados para 5G vão impulsionar a otimização da cadeia de suprimentos. ● 5G permite muitas outras tecnologias no setor.
  • 9.
    Dividimos essas tendênciasem quatro grandes grupos: ● ATIVAÇÃO DIGITAL ● USER-CENTRISMO ● SUSTENTABILIDADE ● TECNOLOGIA Esses são os movimentos para os quais o planejamento estratégico da sua organização varejista deve olhar com cautela, escolhendo qual deles priorizar para obter resultados acima da média nesse início de década. Saia na frente da concorrência! Clique e baixe agora a versão completa do report MJV Trends 2020 - Tendências em Varejo!
  • 10.
    O offline estácada vez mais vivo, com varejistas do ambiente online se rendendo às jornadas de compras híbridas (lojas físicas e virtuais). Especialistas apontam para o comércio O2O (Online to Offline), em evidência desde que a Amazon adquiriu a Whole Foods por US $ 13,7 bilhões. 82,5% de todas as vendas no Varejo ainda ocorrerão nas lojas físicas pelo menos até 2021. Prepare-se para ouvir falar muito em Social Shopping: prática de comércio eletrônico na qual a experiência de compra é compartilhada com uma rede social. ● Os indivíduos são influenciados pelas aquisições e recomendações dos amigos. ● Os varejistas precisam pensar novas jornadas de compra, explorando as redes sociais como marketplaces/plataformas de vendas. ● Estrategistas de marketing e vendas precisarão focar em ações de Remarketing e M-commerce.
  • 11.
    Personalização em Escala Nike→ Nike by You: consumidores montam seu próprio tênis Function of Beauty → shampoo personalizado para tipos específicos de cabelo experiências mais relevantes para clientes existentes e em potencial É sobre dizer mais “sim” ao consumidor. O próximo nível da personalização no Varejo abrange processos relativos a produtos, logística, supply chain… tudo converge para estratégias e ações personalizadas. Consumidores-fãs são apaixonados pela marca e a defendem, especialmente no ambiente virtual. Nubank, Netflix e Apple são lovemarks e fazem isso com uma cultura de marca e relacionamento forte com o consumidor, investindo em comunicação digital e proporcionando experiências superiores. Para alcançar este nível, os varejistas devem: ● Trabalhar um posicionamento que atraia mais lovers que haters ● Ter um propósito focado nos usuários ● Usar aplicações e redes sociais digitais na medida certa ● Transformar a satisfação do cliente em um KPI fundamental para os negócios Mergulhe nas tendências do seu mercado! Clique aqui para baixar o report na íntegra.
  • 12.
    Varejistas que queremressignificar sua existência e se manter na crista da onda vão precisar investir em campanhas com influenciadores, trabalhar o branded content e transformar a comunicação de marca em uma atração. Lovemarks + um “q” de influencer = fórmula do sucesso Magalu, da Magazine Luiza: o “avatar” virou um produto que ajudou a gigante brasileira a ultrapassar a barreira do digital. A chamada Geração Z será o novo motor da economia, comandando as receitas no Varejo. Em paralelo a isso, o envelhecimento populacional é uma tendência global. A mistura desses fenômenos deve ditar os rumos dos mercados no Brasil. Os varejistas que virem esse movimento como gerador de oportunidades poderão obter excelentes resultados. Focar em produtos e serviços centrados em qualidade de vida, especialmente com elementos tecnológicos é apontado pelos especialistas como uma sábia decisão.
  • 13.
    Apenas 6% dastransações realizadas pela Geração Z envolvem dinheiro. Essa tendência deve se intensifica ainda mais com os Millennials aderindo os pagamentos digitais. Dinheiro cada vez mais invisível ● Soluções de pagamentos mobile das operadoras de cartões de crédito e débito ● Criptomoedas Para aproveitar essa onda, os varejistas devem trabalhar facilidades para meios de pagamento. A transformação digital das operações por IA, IoT e Smart Spaces darão a tônica da concorrência por clientes cada vez mais conectados e tecnologicamente exigentes. AmazonGo, da Amazon: usa IA para controle de estoque e sensores reconhecimento facial para atendimento ao cliente. ● Varejistas de vários portes deverão trabalhar soluções automatizadas para reduzir atritos. ● Futuro das entregas: cadeias de suprimentos, novos modelos de negócios (desmaterialização), entregas por drones e automação de marketing e vendas.
  • 14.
    É a vendados serviços e resultados que um produto fornece (e não o próprio produto). ● A empresa é dona do produto e o “aluga” (assinatura) ● Evita o descarte de materiais que prejudicam o meio ambiente ● Varejistas transformam objetos em fontes de renda recorrente, sem necessidade de reposição constante O desafio é definir quais produtos devem entrar neste tipo de oferta. O amadurecimento do consumidor comum sobre o consumo deve ditar o fim do excesso. Aos varejistas, caberá pensar estratégias em torno de produtos e serviços ligados ao mindset crítico ao consumerismo. Produtos e serviços digitais, de baixo impacto ambiental e social, são escolhas inteligentes. Baixe o report e confira a lista completa de tendências para o Varejo
  • 15.
    ● Pensar natríade tecnologia, performance comercial e relacionamento ● Acompanhar as ferramentas, os métodos e as práticas do mercado A boa notícia é que é possível inovar dentro dessas tendências — não necessariamente tentando imitar o que os gigantes estão fazendo nos países desenvolvidos. Que tal, você está preparado para inserir seu empreendimento varejista em algumas das tendências que apresentamos? Veja mais no report!
  • 16.
    Mauricio Vianna, CEOYsmar Vianna, Chairman www.mjvinnovation.com