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MEDULA e os
NERVOS ESPINHAIS
A MEDULA é dividida em 4 regiões topográficas. O seu
comprimento total é menor do que canal vertebral, mas os nervos
espinhais guardam correlação topográfica com os respectivas
vértebras.
MEDULA
SUBSTÂNCIA CINZENTA
MEDULA
SUBSTANCIA
BRANCA
A substancia branca é a região de
tráfego de fibras nervosas mielinizadas
1) do encéfalo para a medula
(Vias descendentes)
2) da medula para o encéfalo
(Vias ascendentes)
3) fibras próprias da medula
(Tratos proprioespinhais)
Fibras ascendentes
(sensitivas)
Fibras descendentes
(motoras)
COMPONENTES FUNCIONAIS DE UM NERVO ESPINHAL
Fibras sensitivas somáticas gerais
Pele, músculos, tendões e articulação
Fibras sensitivas viscerais
Fibras motoras somáticas
Músculos estriados esqueléticos
Fibras motoras viscerais
Músculos lisos, cardíaco e glândulas
NERVOS
ESPINAIS
Nervos espinhais: União de uma raíz
ventral (motora) e dorsal (sensorial).
O tronco do nervo espinhal é
funcionalmente misto e deixa o canal
vertebral pelo forame intervertebral.
Ramo dorsal : inerva a pele e músculos da
região dorsal do tronco, da nuca e região
occipital da cabeça.
Ramo ventral: inerva a pele, musculatura,
ossos e vasos dos membros e região
antero-lateral do pescoço e tronco.
MORFOLOGIA DOS NERVOS
As fibras nervosas variam no calibre e possuem
bainha de mielina ou não
Nervos: cordões esbranquiçados
constituídos de fibras nervosas
reforçados por tecido conjuntivo.
NERVOS
ESPINHAIS
Os nervos espinhais torácicos são
todos unissegmentares
1) Unissegmentar: derivados de um
segmento medular
2) Plurissegmentar: derivados de vários
segmentos medulares
Vários nervos espinhais são plurissegmentares, i.e. derivados de plexos
PLEXOS: formação
anatômica onde as
fibras dos ramos
ventrais se entrelaçam
sem perder a
funcionalidade
individual das suas
fibras
Há 4 plexos nervosos
CERVICAL
BRAQUIAL
LOMBAR
SACRAL
Os nervos afastam-se do SNC, ramificam-se e atingem os respectivos campos de
inervação sensorial ou motora. Os nervos espinhais originam-se na medula (e os
cranianos, no encéfalo).
Quando atingem o sitio de
inervação, as fibras
nervosas se ramificam em
terminações nervosas.
Fibras motoras: terminações
motoras que formam as
junções neuro-musculares.
Fibras sensoriais:
terminações sensitivas que
possuem a capacidade de
converter diferentes formas
de energia física ou química
em impulso nervoso.
Dermátomo: território cutâneo de inervação sensorial da pele por uma única raiz dorsal
O dermátomo é
identificado pelo nome da
raiz que o inerva.
Campo radicular motor:
território de inervação muscular
de uma única raiz ventral. A
inervação de um músculo pode
ser unirradicular (intercostais) ou
pluriradicular (a maioria).
ENCÉFALO
MEDULA
ESPINHAL
Vias
descendentes
Vias
ascendentes
Cadeias de neurônios
funcionalmente
relacionados.
Meio pelo qual o cérebro
recebe as informações
originadas da medula e
do tronco encefálico.
Cadeias de neurônios
funcionalmente
relacionados.
Meio pelo qual o cérebro
envia comandos para a
medula e o tronco
encefálico
Dentro do SNC, as fibras nervosas estabelecem comunicações entre
diferentes partes através de tratos, leminiscos, comissuras etc.
ENCÉFALO
Cérebro
Tronco encefálico
Nervos cranianos
O ENCÉFALO
Telencéfalo Diencéfalo
TRONCOTRONCO
ENCEFÁLICOENCEFÁLICO
Mesencéfalo Ponte Bulbo
MEDULA
CÉREBROCÉREBRO
Cerebelo
ENCEFALOENCEFALOSNCSNC
Medula
2 pares de nervos 10 pares de nervos
ENCEFÁLO MEDULA
Ventrículos cerebrais
As cavidades ventriculares conservam a
mesma relação em todos os
vertebrados.
Telencéfalo Diencéfalo Tronco encefálico
TRONCO ENCEFÁLICO
Haste em que o cérebro e o cerebelo se
apóiam
Núcleos motores e sensoriais dos nervos
cranianos
Formação reticular: complexa rede de
neurônios que em parte servem de
estações de retransmissão do cérebro para
o cerebelo e medula e vice-versa.
Sítio de controle de funções vitais
(respiração, estado de consciência e ciclo
sono-vigilia, controle cárdio-vascular, etc).
Do cerebelo não emerge nenhum
nervo; processa sinais
exclusivamente motora
NUCLEOS DO TRONCO ENCEFÁLICO
TRONCO ENCEFÁLICO
ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL
DOS NERVOS CRANIANOS
Emergência de 10 dos 12 pares cranianos
A substancia e branca e cinzenta do
tronco encefálico difere da medula.
N. motores somáticos
N. motores viscerais
N. motores viscerais especiais
N. sensoriais somáticos gerais
N. sensoriais somáticos especiais
N. Sensoriais viscerais
N. Sensoriais viscerais especiais
Vias de passagem de fibras nervosas
Formação reticular (áreas associativas)
FORMAÇAO RETICULAR
Área onde ocorre uma difusa rede de neurônios de projeção ascendente
e descendente e circuitos locais de integração.
Do tronco originam-se dos seus
respectivos núcleos, os tratos que
descem em direção à medula espinhal
onde influenciam os núcleos de
neurônios motores e os circuitos
medulares locais.
-T. rubro espinhal
-T. teto-espinhal
-T. reticulo espinhal
-T. vestíbulo espinhal
Neurônios motores medulares
+ +- -
Principal região do encéfalo.
CÉREBRO Diencéfalo
Telencéfalo
No interior do cérebro há uma grande massa branca e,
em sua base, uma massa cinzenta basal.
-Telencéfalo: Núcleos da Base
-Diencéfalo:Tálamo e Hipotálamo
DIENCEFÁLO
TÁLAMO
Núcleos funcionalmente distintos
Principal relê de retransmissão
cerebral
- Sensorial
- Motora
- Sistema Limbico
HIPOTÁLAMO
Muitos núcleos funcionalmente distintos
Coordenação das funções autonômicas e
neuroendócrinas
Expressões das emoções
EPITÁLAMO
Integra funções olfativas
Telencéfalo
Dois hemisférios separados
incompletamente pela fissura
longitudinal, cujo assoalho é formado
pelo corpo caloso.
Sulcos
Giros e circunvoluções
Corpo caloso
Córtex Cerebral
Substância branca
SUBSTANCIAS CINZENTA
Córtex cerebral
Núcleos da base
SUBSTANCIA BRANCA
massa medular interna
NUCLEOS DA BASE
Intimamente associado ao córtex motor e o tálamo
Controle da motricidade somática voluntária
CÓRTEX CEREBRAL
Cada hemisfério é dividido em 5 lobos
LOBO FRONTAL: processamentos complexos
(cognição, planejamento e iniciação dos
movimentos voluntários)
LOBO PARIETAL: área de projeção e
processamento somestésico
LOBO TEMPORAL: área de projeção e
processamento auditivo.
LOBO OCCIPITAL: área de projeção e
processamento visual
INSULA: fica oculto sob os lobos frontais e
temporal
Ressonancia magnetica funcional
enquanto se pensa sobre etica e moral
Corpo caloso
Diencefálo
Mesencéfalo
Ponte
Bulbo
Cerebelo
Medula
Telencéfalo
Homologia de estruturas
anatômicas
MAMIFEROS: tendência ao aumento do
telencéfalo, principalmente do córtex
cerebral.
Substancia branca: região do SNC constituída de fibras mielinizadas e neuroglia
Tratos, fascículos, lemniscos: feixe de fibras nervosas situados dentro do SNC (substancia branca)
que interligam regiões diferentes do SNC.
Substancia cinzenta: região do SNC constituída de corpos células, fibras nervosas sem mielina e
neuroglia
Núcleos:assembléia de corpos neuronais funcionalmente relacionados situados na substancia
cinzenta.
Córtex: fina camada de substancia cinzenta que recobre o cérebro e o cerebelo.
Formação reticular: rede difusa de neurônios de tamanhos diferentes que ocupa a parte ventral do
tronco encefálico.
Vias: cadeias de vários neurônios funcionalmente relacionados.
Gânglios: assembléia de corpos neuronais funcionalmente relacionados situados fora do SNC
Nervos: feixes de fibras nervosas situados fora do SNC
Plexos nervosos: entrelaçamento de fibras nervosas sem perder a individualidade
Decussassâo:formação anatômica cujas fibras cruzam obliquamente a linha média e que tem a mesma
direção.
Comissura: coleção de axônios que conecta perpendicularmente a linha média e tem direções
diametralmente opostas
Cápsula, uma coleção de axônios que conecta o cérebro e o tronco encefálico.
Glossário neuroanâtomico
ORGANIZACAO
ANATOMICA E
FUNCIONAL
DO SISTEMA NERVOSO
Parte II
NEURÔNIO
O neurônio possui tipicamente todos os
elementos de uma célula eucariótica
Peculiaridades do neurônio: diversidade de forma
CerebeloCortex cerebralMedula
Gânglio sensitivoRetinaInvertebrado
POLARES
MULTIPOLARES
Propriedades comuns dos
neurônios:
Gerar e propagar atividades
elétricas (impulso nervoso).
Comunicam-se entre si por
meio de sinapses nervosas
químicas ou elétricas.
Processar digitalmente os
sinais elétricos integrando
potenciais elétricos
excitatórias e inibitórios.
Comunicam-se com células
efetuadoras musculares ou
glandulares.
Os IMPULSO ELÉTRICOS são gerados no corpo celular e dendritos e depois propagados
para o axônio.
4 5 6 7
Órgão efetuador
Neurônio sensorial
Neurônio motor
Interneurônio
Neurônio sensorial
Um mesmo órgão efetuador está sujeito ao controle de vários neurônios
associativos situados em diferentes regiões do sistema nervoso
SNC
Órgãos
Efetuadores
NEURÔNIO SENSORIAL
NEURÔNIO SENSORIAL
Neurônio motor
INTERNEURÔNIO
Os neurônios são divididos funcionalmente em
• Neurônios sensoriais
• Neurônios motores
• Neurônios de associação ou interneurônios
SNC
Órgãos
sensoriais
DETECÇÃO DE SINAISPROCESSAMENTO
(integração e geração de comandos)
EFETUACAO DE
RESPOSTA
Neurônio de Nissil
Neurônio de Golgi
Neurônio de Ramon y Cajal
Ao microscópio eletrônico
A maquinaria neuronal realiza suas funções metabólicas e sintetiza substâncias químicas
especificas = neurotransmissores, que são armazenadas em vesículas. As vesículas são
transportadas e armazenadas nos terminais nervosos de onde são secretadas.
NT de baixo PM: sintetizados e armazenados nos terminais nervosos
NT de alto PM: sintetizados no corpo celular, transportados para os terminais onde são
armazenados
Secreção
Recaptaçâo
TRANSPORTE AXONAL
SINAPSE NERVOSA
Tipos de Sinapse Nervosas
1 e 1’ axo-dendritica
2 axo-axonica
3 dendro-dendrítica
4 axo-somática
Um neurônio faz sinapse com muitos neurônios
Chegada do
Impulso nervoso no
terminal do neurônio 1
Geração de impulso
nervoso no neurônio 2Neurotransmissâo
MECANISMO DA NEUROTRANSMISSÃO QUÍMICA
1. Chegada do impulso nervoso ao
terminal
2. Abertura de Canais de Ca
Voltagem dependentes
3. Influxo de Ca (2o mensageiro)
4. Exocitose dos NT
5. Interação NT- receptor pós-
sinaptico causando abertura de
canais iônicos NT dependentes
6. Os NT são degradados por
enzimas (6)
Os NT causam excitação (estimulação) ou inibição (desestimulação) nas
membranas pós-sinápticas.
NT excitatórios (neurônios excitatórios)
NT inibitórios (neurônios inibitórios)
ESQUELÉTICA LISA
JUNÇOES NEURO-MUSCULARES
GLIÓCITOS 1 neurônio para 10 a 50 gliócitos !!!
Astrócitos: nutrição, sustentação e regulação de Kextral
Oligodendrócitos: síntese de mielina
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Astrócitos
Oligodendrócitos
Células Ependimárias
MICROGLIA
Somente no SNC
BAINHA DE MIELINA
SNC: OligodendrócitosSNP: Células de Schwann
TIPOS DE AXONIOS
Axonios com mielina
Axonios sem mielina
Calibres diferentes
A presença de mielina afeta
a velocidade de condução
do impulso nervoso
Doenças que causam a perda de mielina
afetam a velocidade de condução do
impulso nervoso.
Degeneração walleriana
Ao contrario das fibras do SNP, as fibras do SNC não se regeneram.
Sistema Nervoso Autônomo
Anatomia Básica do Sistema Nervoso Autônomo
 Padrão bineuronal: neurônio pré-ganglionar com
corpo celular no SNC e neurônio pós ganglionar com
corpo celular no gânglio autonômico.
 Sistema parassimpático está conectado ao SNC
através de:
- efluxo dos pares cranianos (III, VII, IX e X)
- efluxo sacral
 Em geral, os efluxos parassimpáticos situam-se em
proximidade ou no interior do órgão alvo
 O efluxo simpático abandona o SNC nas raízes
medulares toráxicas e lombares.
 Os gânglios simpáticos formam duas cadeias para
vertebrais, além de alguns gânglios na linha média.
O sistema nervoso entérico consiste em neurônios
situados nos plexos intramurais do TGI.
 Recebe influxos dos sistemas simpático e
parassimpático, mas pode atuar de modo
independente no controle das funções motoras e
secretoras do intestino.
 O SNA controla: Fisiologia do Sistema Nervoso Autônomo
- musculatura lisa (visceral e vascular)
- secreções exócrinas (e algumas endócrinas)
- a freqüência cardíaca
- alguns processos metabólicos ( utilização de
glicose)
 As ações do sistema simpático e parassimpático são
opostas em algumas situações
- controle da freqüência cardíaca
- músculo liso gastrointestinal
As ações do sistema simpático e parassimpático
NÃO são opostas em algumas situações
- glândulas salivares
- músculo ciliar
 A atividade simpática aumenta no estresse
(comportamento de “luta-ou-fuga”)
 A atividade parassimpática predomina durante a
saciedade e repouso.
 Ambos os sistemas exercem um controle fisiológico
contínuo de órgãos específicos em condições normais.
Ações do Sistema Simpático e
Parassimpático
Neurotransmissão do SNA
 Os principais neurotransmissores são acetilcolina e
noradrenalina.
 Os neurônios ganglionares são colinérgicos.
 A transmissão ganglionar ocorre através de receptores
nicotínicos de Ach
 Os neurônios parassimpáticos pós- ganglionares são
colinérgicos e atuam sobre receptores muscarínicos nos
órgãos alvo.
 Os neurônios simpáticos pós- ganglionares são
principalmente noradrenérgicos, embora alguns sejam
colinérgicos (gland. sudoríparas)
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Sistema nervoso parte ii

  • 1. MEDULA e os NERVOS ESPINHAIS
  • 2. A MEDULA é dividida em 4 regiões topográficas. O seu comprimento total é menor do que canal vertebral, mas os nervos espinhais guardam correlação topográfica com os respectivas vértebras.
  • 4. MEDULA SUBSTANCIA BRANCA A substancia branca é a região de tráfego de fibras nervosas mielinizadas 1) do encéfalo para a medula (Vias descendentes) 2) da medula para o encéfalo (Vias ascendentes) 3) fibras próprias da medula (Tratos proprioespinhais) Fibras ascendentes (sensitivas) Fibras descendentes (motoras)
  • 5. COMPONENTES FUNCIONAIS DE UM NERVO ESPINHAL Fibras sensitivas somáticas gerais Pele, músculos, tendões e articulação Fibras sensitivas viscerais Fibras motoras somáticas Músculos estriados esqueléticos Fibras motoras viscerais Músculos lisos, cardíaco e glândulas
  • 6. NERVOS ESPINAIS Nervos espinhais: União de uma raíz ventral (motora) e dorsal (sensorial). O tronco do nervo espinhal é funcionalmente misto e deixa o canal vertebral pelo forame intervertebral. Ramo dorsal : inerva a pele e músculos da região dorsal do tronco, da nuca e região occipital da cabeça. Ramo ventral: inerva a pele, musculatura, ossos e vasos dos membros e região antero-lateral do pescoço e tronco.
  • 7.
  • 8. MORFOLOGIA DOS NERVOS As fibras nervosas variam no calibre e possuem bainha de mielina ou não Nervos: cordões esbranquiçados constituídos de fibras nervosas reforçados por tecido conjuntivo.
  • 9. NERVOS ESPINHAIS Os nervos espinhais torácicos são todos unissegmentares 1) Unissegmentar: derivados de um segmento medular 2) Plurissegmentar: derivados de vários segmentos medulares
  • 10. Vários nervos espinhais são plurissegmentares, i.e. derivados de plexos PLEXOS: formação anatômica onde as fibras dos ramos ventrais se entrelaçam sem perder a funcionalidade individual das suas fibras Há 4 plexos nervosos CERVICAL BRAQUIAL LOMBAR SACRAL
  • 11. Os nervos afastam-se do SNC, ramificam-se e atingem os respectivos campos de inervação sensorial ou motora. Os nervos espinhais originam-se na medula (e os cranianos, no encéfalo).
  • 12. Quando atingem o sitio de inervação, as fibras nervosas se ramificam em terminações nervosas. Fibras motoras: terminações motoras que formam as junções neuro-musculares. Fibras sensoriais: terminações sensitivas que possuem a capacidade de converter diferentes formas de energia física ou química em impulso nervoso.
  • 13. Dermátomo: território cutâneo de inervação sensorial da pele por uma única raiz dorsal O dermátomo é identificado pelo nome da raiz que o inerva.
  • 14. Campo radicular motor: território de inervação muscular de uma única raiz ventral. A inervação de um músculo pode ser unirradicular (intercostais) ou pluriradicular (a maioria).
  • 15. ENCÉFALO MEDULA ESPINHAL Vias descendentes Vias ascendentes Cadeias de neurônios funcionalmente relacionados. Meio pelo qual o cérebro recebe as informações originadas da medula e do tronco encefálico. Cadeias de neurônios funcionalmente relacionados. Meio pelo qual o cérebro envia comandos para a medula e o tronco encefálico Dentro do SNC, as fibras nervosas estabelecem comunicações entre diferentes partes através de tratos, leminiscos, comissuras etc.
  • 18. Telencéfalo Diencéfalo TRONCOTRONCO ENCEFÁLICOENCEFÁLICO Mesencéfalo Ponte Bulbo MEDULA CÉREBROCÉREBRO Cerebelo ENCEFALOENCEFALOSNCSNC Medula 2 pares de nervos 10 pares de nervos
  • 19. ENCEFÁLO MEDULA Ventrículos cerebrais As cavidades ventriculares conservam a mesma relação em todos os vertebrados. Telencéfalo Diencéfalo Tronco encefálico
  • 20. TRONCO ENCEFÁLICO Haste em que o cérebro e o cerebelo se apóiam Núcleos motores e sensoriais dos nervos cranianos Formação reticular: complexa rede de neurônios que em parte servem de estações de retransmissão do cérebro para o cerebelo e medula e vice-versa. Sítio de controle de funções vitais (respiração, estado de consciência e ciclo sono-vigilia, controle cárdio-vascular, etc).
  • 21. Do cerebelo não emerge nenhum nervo; processa sinais exclusivamente motora
  • 22. NUCLEOS DO TRONCO ENCEFÁLICO
  • 23. TRONCO ENCEFÁLICO ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DOS NERVOS CRANIANOS Emergência de 10 dos 12 pares cranianos A substancia e branca e cinzenta do tronco encefálico difere da medula. N. motores somáticos N. motores viscerais N. motores viscerais especiais N. sensoriais somáticos gerais N. sensoriais somáticos especiais N. Sensoriais viscerais N. Sensoriais viscerais especiais Vias de passagem de fibras nervosas Formação reticular (áreas associativas)
  • 24.
  • 25. FORMAÇAO RETICULAR Área onde ocorre uma difusa rede de neurônios de projeção ascendente e descendente e circuitos locais de integração.
  • 26. Do tronco originam-se dos seus respectivos núcleos, os tratos que descem em direção à medula espinhal onde influenciam os núcleos de neurônios motores e os circuitos medulares locais. -T. rubro espinhal -T. teto-espinhal -T. reticulo espinhal -T. vestíbulo espinhal Neurônios motores medulares + +- -
  • 27. Principal região do encéfalo. CÉREBRO Diencéfalo Telencéfalo
  • 28. No interior do cérebro há uma grande massa branca e, em sua base, uma massa cinzenta basal. -Telencéfalo: Núcleos da Base -Diencéfalo:Tálamo e Hipotálamo
  • 29. DIENCEFÁLO TÁLAMO Núcleos funcionalmente distintos Principal relê de retransmissão cerebral - Sensorial - Motora - Sistema Limbico HIPOTÁLAMO Muitos núcleos funcionalmente distintos Coordenação das funções autonômicas e neuroendócrinas Expressões das emoções EPITÁLAMO Integra funções olfativas
  • 30. Telencéfalo Dois hemisférios separados incompletamente pela fissura longitudinal, cujo assoalho é formado pelo corpo caloso. Sulcos Giros e circunvoluções Corpo caloso
  • 31. Córtex Cerebral Substância branca SUBSTANCIAS CINZENTA Córtex cerebral Núcleos da base SUBSTANCIA BRANCA massa medular interna NUCLEOS DA BASE Intimamente associado ao córtex motor e o tálamo Controle da motricidade somática voluntária
  • 32. CÓRTEX CEREBRAL Cada hemisfério é dividido em 5 lobos LOBO FRONTAL: processamentos complexos (cognição, planejamento e iniciação dos movimentos voluntários) LOBO PARIETAL: área de projeção e processamento somestésico LOBO TEMPORAL: área de projeção e processamento auditivo. LOBO OCCIPITAL: área de projeção e processamento visual INSULA: fica oculto sob os lobos frontais e temporal
  • 33. Ressonancia magnetica funcional enquanto se pensa sobre etica e moral
  • 35. Homologia de estruturas anatômicas MAMIFEROS: tendência ao aumento do telencéfalo, principalmente do córtex cerebral.
  • 36. Substancia branca: região do SNC constituída de fibras mielinizadas e neuroglia Tratos, fascículos, lemniscos: feixe de fibras nervosas situados dentro do SNC (substancia branca) que interligam regiões diferentes do SNC. Substancia cinzenta: região do SNC constituída de corpos células, fibras nervosas sem mielina e neuroglia Núcleos:assembléia de corpos neuronais funcionalmente relacionados situados na substancia cinzenta. Córtex: fina camada de substancia cinzenta que recobre o cérebro e o cerebelo. Formação reticular: rede difusa de neurônios de tamanhos diferentes que ocupa a parte ventral do tronco encefálico. Vias: cadeias de vários neurônios funcionalmente relacionados. Gânglios: assembléia de corpos neuronais funcionalmente relacionados situados fora do SNC Nervos: feixes de fibras nervosas situados fora do SNC Plexos nervosos: entrelaçamento de fibras nervosas sem perder a individualidade Decussassâo:formação anatômica cujas fibras cruzam obliquamente a linha média e que tem a mesma direção. Comissura: coleção de axônios que conecta perpendicularmente a linha média e tem direções diametralmente opostas Cápsula, uma coleção de axônios que conecta o cérebro e o tronco encefálico. Glossário neuroanâtomico
  • 38. NEURÔNIO O neurônio possui tipicamente todos os elementos de uma célula eucariótica
  • 39. Peculiaridades do neurônio: diversidade de forma CerebeloCortex cerebralMedula Gânglio sensitivoRetinaInvertebrado POLARES MULTIPOLARES
  • 40. Propriedades comuns dos neurônios: Gerar e propagar atividades elétricas (impulso nervoso). Comunicam-se entre si por meio de sinapses nervosas químicas ou elétricas. Processar digitalmente os sinais elétricos integrando potenciais elétricos excitatórias e inibitórios. Comunicam-se com células efetuadoras musculares ou glandulares.
  • 41. Os IMPULSO ELÉTRICOS são gerados no corpo celular e dendritos e depois propagados para o axônio. 4 5 6 7
  • 42. Órgão efetuador Neurônio sensorial Neurônio motor Interneurônio Neurônio sensorial Um mesmo órgão efetuador está sujeito ao controle de vários neurônios associativos situados em diferentes regiões do sistema nervoso SNC
  • 43. Órgãos Efetuadores NEURÔNIO SENSORIAL NEURÔNIO SENSORIAL Neurônio motor INTERNEURÔNIO Os neurônios são divididos funcionalmente em • Neurônios sensoriais • Neurônios motores • Neurônios de associação ou interneurônios SNC Órgãos sensoriais DETECÇÃO DE SINAISPROCESSAMENTO (integração e geração de comandos) EFETUACAO DE RESPOSTA
  • 44. Neurônio de Nissil Neurônio de Golgi Neurônio de Ramon y Cajal Ao microscópio eletrônico
  • 45. A maquinaria neuronal realiza suas funções metabólicas e sintetiza substâncias químicas especificas = neurotransmissores, que são armazenadas em vesículas. As vesículas são transportadas e armazenadas nos terminais nervosos de onde são secretadas. NT de baixo PM: sintetizados e armazenados nos terminais nervosos NT de alto PM: sintetizados no corpo celular, transportados para os terminais onde são armazenados
  • 49. Tipos de Sinapse Nervosas 1 e 1’ axo-dendritica 2 axo-axonica 3 dendro-dendrítica 4 axo-somática Um neurônio faz sinapse com muitos neurônios
  • 50. Chegada do Impulso nervoso no terminal do neurônio 1 Geração de impulso nervoso no neurônio 2Neurotransmissâo
  • 51. MECANISMO DA NEUROTRANSMISSÃO QUÍMICA 1. Chegada do impulso nervoso ao terminal 2. Abertura de Canais de Ca Voltagem dependentes 3. Influxo de Ca (2o mensageiro) 4. Exocitose dos NT 5. Interação NT- receptor pós- sinaptico causando abertura de canais iônicos NT dependentes 6. Os NT são degradados por enzimas (6)
  • 52. Os NT causam excitação (estimulação) ou inibição (desestimulação) nas membranas pós-sinápticas. NT excitatórios (neurônios excitatórios) NT inibitórios (neurônios inibitórios)
  • 54. GLIÓCITOS 1 neurônio para 10 a 50 gliócitos !!! Astrócitos: nutrição, sustentação e regulação de Kextral Oligodendrócitos: síntese de mielina Microgliócitos: defesa Células ependimárias (Plexos corioides) MACROGLIA SNP Células de Schwann Células satélite (gânglios) SNC Astrócitos Oligodendrócitos Células Ependimárias MICROGLIA Somente no SNC
  • 55. BAINHA DE MIELINA SNC: OligodendrócitosSNP: Células de Schwann
  • 56. TIPOS DE AXONIOS Axonios com mielina Axonios sem mielina Calibres diferentes A presença de mielina afeta a velocidade de condução do impulso nervoso
  • 57. Doenças que causam a perda de mielina afetam a velocidade de condução do impulso nervoso.
  • 58. Degeneração walleriana Ao contrario das fibras do SNP, as fibras do SNC não se regeneram.
  • 60. Anatomia Básica do Sistema Nervoso Autônomo  Padrão bineuronal: neurônio pré-ganglionar com corpo celular no SNC e neurônio pós ganglionar com corpo celular no gânglio autonômico.  Sistema parassimpático está conectado ao SNC através de: - efluxo dos pares cranianos (III, VII, IX e X) - efluxo sacral  Em geral, os efluxos parassimpáticos situam-se em proximidade ou no interior do órgão alvo
  • 61.
  • 62.  O efluxo simpático abandona o SNC nas raízes medulares toráxicas e lombares.  Os gânglios simpáticos formam duas cadeias para vertebrais, além de alguns gânglios na linha média. O sistema nervoso entérico consiste em neurônios situados nos plexos intramurais do TGI.  Recebe influxos dos sistemas simpático e parassimpático, mas pode atuar de modo independente no controle das funções motoras e secretoras do intestino.
  • 63.  O SNA controla: Fisiologia do Sistema Nervoso Autônomo - musculatura lisa (visceral e vascular) - secreções exócrinas (e algumas endócrinas) - a freqüência cardíaca - alguns processos metabólicos ( utilização de glicose)  As ações do sistema simpático e parassimpático são opostas em algumas situações - controle da freqüência cardíaca - músculo liso gastrointestinal
  • 64. As ações do sistema simpático e parassimpático NÃO são opostas em algumas situações - glândulas salivares - músculo ciliar  A atividade simpática aumenta no estresse (comportamento de “luta-ou-fuga”)  A atividade parassimpática predomina durante a saciedade e repouso.  Ambos os sistemas exercem um controle fisiológico contínuo de órgãos específicos em condições normais.
  • 65. Ações do Sistema Simpático e Parassimpático
  • 66. Neurotransmissão do SNA  Os principais neurotransmissores são acetilcolina e noradrenalina.  Os neurônios ganglionares são colinérgicos.  A transmissão ganglionar ocorre através de receptores nicotínicos de Ach  Os neurônios parassimpáticos pós- ganglionares são colinérgicos e atuam sobre receptores muscarínicos nos órgãos alvo.  Os neurônios simpáticos pós- ganglionares são principalmente noradrenérgicos, embora alguns sejam colinérgicos (gland. sudoríparas)
  • 67.
  • 68.
  • 69.
  • 70.
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