O documento discute os fundamentos do sensoriamento remoto, incluindo a radiação eletromagnética, interações energia-matéria, tipos de sensores, geração de imagens de satélite e características espectrais de alvos comuns.
Sensoriamento Remoto
Vitor VieiraVasconcelos
Carolina Moutinho Duque de Pinho
Flávia da Fonseca Feitosa
Disciplina BH1408 – Cartografia e Geoprocessamento para o Planejamento Territorial
Abril de 2017
2.
O que vemà cabeça quando ouve
Sensoriamento Remoto?
3.
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Sensoriamento Remoto?
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12.
O que vemà cabeça quando ouve
Sensoriamento Remoto?
QUASE ISSO... TEMA VER COM REMOTO!
COM DISTÂNCIA, E AUSÊNCIA DE
CONTATO DIRETO.
Sensoriamento Remoto
17.
Planejamento Territorial &
SensoriamentoRemoto
Sensoriamento Remoto
Conjunto de técnicas relacionadas à utilização de sensores
para a aquisição de informações sobre objetos ou
fenômenos sem que haja contato direto entre eles.
Sensoriamento
Remoto
Obtenção de dados
Distante
18.
Sensoriamento Remoto
“Sensoriamento Remotoé uma ciência que
visa o desenvolvimento da obtenção de
IMAGENS DA SUPERFÍCIE TERRESTRE
por meio da detecção e medição quantitativa
das respostas das interações da RADIAÇÃO
ELETROMAGNÉTICA com os materiais
terrestres”
Sensores Imageadores São os de maior interesse para
o planejamento territorial, são aqueles que fornecem
como resultado uma imagem da superfície observada.
MENESES, P. R. e ALMEIDA, T. Introdução ao processamento de imagens de sensoriamento
remoto. Brasília: UNB, 2012
19.
SENSORES IMAGEADORES
SENSORES ABORDO DE SATÉLITES
- SENSORES ORBITAIS -
Rastreamento da Superfície Terrestre
(Scanning)
Imagem Orbitais - várias resoluções
Sensoriamento Remoto
“Sensoriamento Remotoé uma ciência que visa
o desenvolvimento da obtenção de imagens da
SUPERFÍCIE TERRESTRE por meio da detecção e
medição quantitativa das respostas das
interações da RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA
com os materiais terrestres”
MENESES, P. R. e ALMEIDA, T. Introdução ao processamento de imagens de sensoriamento
remoto. Brasília: UNB, 2012
24.
Princípios Físicos
O queé Radiação Eletromagnética?
O calor é um tipo de energia que pode ser transferido de um
corpo para o outro quando há diferença de temperatura entre
eles. A transferência de calor pode ocorrer de três formas:
radiação, condução e convecção.
25.
A radiaçãotérmica, também conhecida como
irradiação, é uma forma de transferência de
calor que ocorre por meio de ondas
eletromagnéticas
Como essas ondas podem propagar-se no
VÁCUO, não é necessário que haja contato
entre os corpos para haver transferência de
calor
Princípios Físicos
26.
Todos oscorpos emitem radiações térmicas
que são proporcionais à sua temperatura
Quanto maior a temperatura, maior a
quantidade de calor que o objeto irradia
Um exemplo desse processo é o que acontece
com a Terra, que, mesmo sem estar em
contato com o Sol, é aquecida por ele
Princípios Físicos
Modelo Ondulatório
Uma partículacarregada eletricamente gera um campo elétrico
em torno de si e o movimento dessa partícula gera, por sua vez,
um campo magnético. Ambos os campos, elétrico e magnético,
atuam vibrando ortogonalmente entre si e possuem as mesmas
amplitudes.
29.
Conceitos fundamentais:
Comprimentode onda Comprimento de um ciclo completo,
distância entre duas cristas
Freqüência quantidade de ciclos por segundo (medida em Hertz)
c velocidade da Luz (m/s)
λ comprimento de onda (m)
f freqüência (Hz)
Velocidade da no
vácuo = 3 x 108m/s
Comprimento
de onda
frequência
Modelo Ondulatório
c = f λ
Espectro eletromagnético
FAIXA DOVISÍVEL (Cores)
Pequena faixa em relação
a todo o espectro
Fonte: Canada Centre for Remote Sensing: Fundamentals of Remote Sensing. 2016.
35.
INFRAVERMELHO
de 0.7 μma to 100 μm - 100 vezes
maior que a porção do visível
Duas categorias:
Refletido de 0.7 a 3.0 μm
Emitido 3.0 a 100 μm
(radiação emitida pela Terra
principalmente na forma de
temperatura)
Espectro eletromagnético
Fonte: Canada Centre for Remote Sensing: Fundamentals of Remote Sensing. 2016.
36.
MICROONDAS
de 1mm a 1 m
Cobre os maiores comprimentos
de onda utilizados pelo SR
Os comprimentos de onda mais
curtos têm propriedades
similares ao termal
Os maiores comprimentos de
onda são de ondas de rádio
Espectro eletromagnético
Fonte: Canada Centre for Remote Sensing: Fundamentals of Remote Sensing. 2016.
37.
Interações Energia-Matéria
INTERAÇÃO COMOS ALVOS
Energia Incidente (I):
Absorção
Transmissão
Reflexão
A quantidade de energia de cada tipo de
interação é determinada pelas propriedades
físico químicas do alvo
Fonte: Canada Centre for Remote Sensing: Fundamentals of Remote Sensing. 2016.
38.
Interações Energia-Matéria
ABSORÇÃO
Éo processo pelo qual a
energia radiante é
absorvida e convertida
em outras formas e
energia.
Banda de absorção é
um intervalo de
comprimento de onda
do espectro no qual a
energia é absorvida por
uma determinada
substância.
39.
REFLEXÃO
ESPECULAR superfícies lisas
DIFUSA superfícies rugosas
Tamanho dos λs vs. variações na superfície
Interações Energia-Matéria
Fonte: Canada Centre for Remote Sensing: Fundamentals of Remote Sensing. 2016.
40.
As cores deum objeto são dependentes dos
comprimentos de onda que são refletidos por ele.
Fonte: INPE
Reflectância
É arazão entre a
quantidade de energia
refletida e recebida por
um superfície
É uma grandeza
adimencional e que
reflete algumas
características do alvo
estudado
É dependente do
comprimento de onda
Assinatura Espectral
43.
Comportamento espectral
FOLHAS
Aclorofila absorve energia no vermelho e azul, e reflete no
verde
A estrutura interna de folhas sadia reflete bastante no infra-
vermelho próximo
Fonte: Canada Centre for Remote Sensing: Fundamentals of Remote Sensing. 2016.
44.
FOLHAS
A clorofilaabsorve energia no vermelho e azul, e
reflete no verde
A estrutura interna de folhas sadia reflete bastante no
infravermelho próximo
Curvas de reflectânciada água obtidas nos rios Tietê e Piracicaba
e no reservatório de Barra Bonita, Estado de São Paulo
Elevada concentração de
material inorgânico em
suspensão, com acentuda
reflectância na faixa do
vermelho.
Elevada concentração de
matéria orgânica na água.
Água dos dois rios já
misturadas, mostrando
claramente a transição
entre os dois espectros
anteriores.
Fonte: Geomática Aplicada à Gestão de Recursos Hídricos. PROF. ALEXANDRE ROSA DOS SANTOS Engenheiro
Agrônomo – UFES . Mestrado em Meteorologia Agrícola – UFV
Sensores: Fonte deEnergia
Sensores Passivos
Coleta radiação refletiva ou emitida pelos
objetos da superfície. Depende das condições
atmosféricas, pois áreas com nuvens não serão
imageadas adequadamente
Ex: Câmera Fotográfica
53.
Sensores: Fonte deEnergia
Sensores Ativos
Possuem própria fonte de
radiação, a qual incide em
um alvo, captando em
seguida o seu reflexo
Ex.: Radar
54.
Sensores: Órbita
Caminho seguidopor um satélite é chamado de
sua órbita
Satélites são projetados em órbitas específicas
para atender às características e objetivo do(s)
sensor(es) que eles levam
55.
Sensores: Órbita
Órbita GeossíncronaEquatorial
Localiza-se diretamente acima da linha do Equador,
aproximadamente a 3600 km de altura
Nesta distância o satélite
demora 24h para dar uma
volta completa no planeta.
Sabendo que a Terra
demora 24h para dar uma
volta sobre o seu eixo
(rotação), podemos
observar que o satélite e a
Terra se movem juntos.
56.
Sensores: Órbita
Órbitas Polares
Muitousadas para o observação
da superfície de nosso planeta.
Como a órbita do planeta tem
direção Norte-Sul e a Terra gira na
direção Leste-Oeste, isto resulta
que um satélite em órbita polar
pode eventualmente “varrer” a
superfície inteira da Terra.
57.
Swath ou FOV(field of view), afeta:
LARGURA DA IMAGEM
Sobreposição em altas latitudes (órbitas polares e
quase polares)
Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing Remote Sensing Tutorial; Florenzano, 2002
Satélites
Videos: “Satélite de Órbita Polar”: https://youtu.be/XY5wHSTqIyU
“Nasa | Landsat’s Orbit”: https://youtu.be/P-lbujsVa2M
58.
Geração da Imagem
Característicasdas imagens
Energia captada sinal elétrico discretizado
em números digitais (ND)
Armazenagem
por pixel
Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing
Remote Sensing Tutorial
59.
Bandas Faixa do espectro detectada pelo
sensor
Composição colorida As cores primárias RGB
são associadas as bandas
• Depende da interação do alvo com a energia
eletromagnética em cada intervalo de banda
• Um mesmo alvo assume cores diferentes em
composições distintas
Geração da Imagem
60.
Assinatura Espectral XBandas
Pinho, C. M. D., Ummus, M. E., & Novack, T. Simulação do comportamento espectral de alvos urbanos em sensores
multiespectrais. Anais do XIV Simpósio de Sensoriamento Remoto, Natal, Brasil, 25-30 de abril de 2009, INPE, p. 803-810
61.
Assinatura Espectral XBandas
Pinho, C. M. D., Ummus, M. E., & Novack, T. Simulação do comportamento espectral de alvos urbanos em sensores
multiespectrais. Anais do XIV Simpósio de Sensoriamento Remoto, Natal, Brasil, 25-30 de abril de 2009, INPE, p. 803-810
Pinho, C. M.D., Ummus, M. E., & Novack, T. Simulação do comportamento espectral de alvos urbanos em sensores
multiespectrais. Anais do XIV Simpósio de Sensoriamento Remoto, Natal, Brasil, 25-30 de abril de 2009, INPE, p. 803-810
64.
Bandas
Para cada bandaé gerada uma imagem.
Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999
Fonte: Florenzano, Teresa Gallotti. Imagens de satélite para estudos ambientais. Oficina de textos, 2002
Vermelho Infravermelho próximo Infravermelho médio
65.
Bandas
Pouca energia MuitaEnergia
Valor baixo px (ND) Valor alto px (ND)
Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999
Fonte: Florenzano, Teresa Gallotti. Imagens de satélite para estudos ambientais. Oficina de textos, 2002
Vermelho Infravermelho próximo Infravermelho médio
66.
Bandas
O intervalo espectralde cada banda é que define a
tonalidade de cada “alvo” ou objeto na imagem.
Relação com o comportamento espectral.
Vermelho Infravermelho próximo Infravermelho médio
Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999
Fonte: Florenzano, Teresa Gallotti. Imagens de satélite para estudos ambientais. Oficina de textos, 2002
Banda
Intervalo
espectral
(µm)
Principais características eaplicações das bandas LANDSAT 7
1
(0,45 -
0,52)
Apresenta grande penetração em corpos de água, com elevada transparência, permitindo estudos
batimétricos. Sofre absorção pela clorofila e pigmentos fotossintéticos auxiliares (carotenóides). Apresenta
sensibilidade a plumas de fumaça oriundas de queimadas ou atividade industrial. Pode apresentar atenuação
pela atmosfera.
2
(0,52 -
0,60)
Apresenta grande sensibilidade à presença de sedimentos em suspensão, possibilitando sua análise em
termos de quantidade e qualidade. Boa penetração em corpos de água.
3
(0,63 -
0,69)
A vegetação verde, densa e uniforme, apresenta grande absorção, ficando escura, permitindo bom contraste
entre as áreas ocupadas com vegetação (ex.: solo exposto, estradas e áreas urbanas). Apresenta bom
contraste entre diferentes tipos de cobertura vegetal (ex.: campo, cerrado e floresta). Permite análise da
variação litológica em regiões com pouca cobertura vegetal. Permite o mapeamento da drenagem através da
visualização da mata galeria e entalhe dos cursos dos rios em regiões com pouca cobertura vegetal. É a
banda mais utilizada para delimitar a mancha urbana, incluindo identificação de novos loteamentos. Permite
a identificação de áreas agrícolas.
4
(0,76 -
0,90)
Os corpos de água absorvem muita energia nesta banda e ficam escuros, permitindo o mapeamento da rede
de drenagem e delineamento de corpos de água. A vegetação verde, densa e uniforme, reflete muita energia
nesta banda, aparecendo bem clara nas imagens. Apresenta sensibilidade à rugosidade da copa das
florestas (dossel florestal). Apresenta sensibilidade à morfologia do terreno, permitindo a obtenção de
informações sobre Geomorfologia, Solos e Geologia. Serve para análise e mapeamento de feições
geológicas e estruturais. Serve para separar e mapear áreas ocupadas com pinus e eucalipto. Serve para
mapear áreas ocupadas com vegetação que foram queimadas. Permite a visualização de áreas ocupadas
com macrófitas aquáticas (ex.: aguapé). Permite a identificação de áreas agrícolas.
5
(1,55 -
1,75)
Apresenta sensibilidade ao teor de umidade das plantas, servindo para observar estresse na vegetação,
causado por desequilíbrio hídrico. Esta banda sofre perturbações em caso de ocorrer excesso de chuva
antes da obtenção da cena pelo satélite.
6
(10,4 -
12,5)
Apresenta sensibilidade aos fenômenos relativos aos contrastes térmicos, servindo para detectar
propriedades termais de rochas, solos, vegetação e água.
7
(2,08 -
2,35)
Apresenta sensibilidade à morfologia do terreno, permitindo obter informações sobre Geomorfologia, Solos e
Geologia. Esta banda serve para identificar minerais com íons hidroxilas. Potencialmente favorável à
discriminação de produtos de alteração hidrotermal.
http://www.dgi.inpe.br/Suporte/files/Cameras-LANDSAT57_PT.php
70.
Landsat ETM+ Ubatuba,11/08/1999
Composições Coloridas
Composição Colorida RGB 321
Fonte: Florenzano, Teresa Gallotti. Imagens de satélite para estudos ambientais. Oficina de textos, 2002
71.
Landsat ETM+ Ubatuba,11/08/1999
Composições Coloridas
Composição Colorida RGB 453
Fonte: Florenzano, Teresa Gallotti. Imagens de satélite para estudos ambientais. Oficina de textos, 2002
72.
Landsat ETM+ Ubatuba,11/08/1999
Composições Coloridas
Composição Colorida RGB 543
Fonte: Florenzano, Teresa Gallotti. Imagens de satélite para estudos ambientais. Oficina de textos, 2002
73.
Imagem
Composições coloridas
Universidadede Wisconsin (EUA)
Fonte: Florenzano, Teresa Gallotti. Imagens de satélite para estudos ambientais. Oficina de textos, 2002
Cor Natural Incluindo Infravermelho
n = grama natural
f = grama sintética
74.
Florianópolis
Fonte: Florenzano, TeresaGallotti. Imagens de satélite para estudos ambientais. Oficina de textos, 2002
Imagem
Composições coloridas
Cor Natural Incluindo Infravermelho
Resolução Espectral
Função:
Númerode bandas
Largura das bandas
Posição das bandas no espectro eletromagnético
Um sensor tem melhor resolução espectral se ele
possui maior número de bandas situadas em
diferentes regiões espectrais e com larguras
estreitas de comprimentos de onda
Resolução Espectral
Fonte: Fusãoimagem Worldview. http://i.ytimg.com/vi/UM8WhUEHvzo/hqdefault.jpg
a) Pancromática b) Multiespectral c) Sintética
82.
Resolução Radiométrica
Descrevea habilidade de um sistema de
imageamento distinguir pequenas diferenças na
detecção de energia
Maior será a resolução radiométrica, quanto maior
for a capacidade do detector para medir as
diferenças de intensidades dos níveis de
energia
Ela define o número de níveis de energia que o
detector pode discriminar
Números positivos que variam de zero até uma
potência de 2
Resolução Temporal
Tempode revisita
Capacidade de visada
lateral
Capacidade de
imageamento no
sentido inverso da
órbita
Constelação de
Satélites Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing Remote Sensing Tutorial
87.
Resolução Temporal
(a) Padrãode órbitas completadas pelo satélite Landsat em um único dia
(b) Padrão após recobrimento de 16 dias
88.
Os dados Landsatconstituem a mais longa série
histórica de imagens das superfícies continentais,
obtidos a partir de uma perspectiva do espaço
qualidade, detalhamentos, cobertura e valor
Representa uma fonte de: medições globais,
calibradas e de resolução espacial média da
superfície terrestre, que pode ser comparada com
dados e registros históricos prévios
Fonte: Formaggio, 2007
A Série Landsat
89.
Landsat 1: Lançadoem 23/07/72 - Desativado em 06/01/78
Landsat 2: Lançado em 22/01/75 - Desativado em 52/02/82
Landsat 3: Lançado em 05/03/78 - Desativado em 31/03/83
Landsat 4: Lançado em 16/07/82 – Parou de imagear em 14/12/1993
Landsat 5: Lançado em 01/03/84 - Funcionou até novembro de 2011
Landsat 6: Lançado em 05/10/93 - Perdido após o lançamento
Landsat 7: Lançado em 15/04/99 – Com problemas (vida útil estava
prevista para ser superior a 5 anos em órbita), quebrou o espelho em
2003. Até hoje há cenas dele porém com apenas 25% da área
aproveitável
Landsat 8 (Landsat Data Continuity Mission - LCDM) – Lançado em 11
de fevereiro de 2013
A Série Landsat
Evelyn M. L.de Moraes Novo - INPE
308 pp. 4 edição, Editora Edgar
Blucher, 2011
MENESES, P. R. e ALMEIDA, T.
Introdução ao processamento
de imagens de sensoriamento
remoto. Brasília: UNB, 2012, p.
01-33.