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Sensoriamento Remoto
Carolina Moutinho Duque de Pinho
Flávia da Fonseca Feitosa
Vitor Vieira Vasconcelos
Cartografia e Geoprocessamento para o Planejamento Territorial
Sensoriamento Remoto
Sensoriamento Remoto
Sensoriamento Remoto
Conjunto de técnicas relacionadas à utilização de sensores
para a aquisição de informações sobre objetos ou
fenômenos sem que haja contato direto entre eles.
Sensoriamento
Remoto
Obtenção de dados
Distante
O que vem à cabeça quando ouve
Sensoriamento Remoto?
O que vem à cabeça quando ouve
Sensoriamento Remoto?
O que vem à cabeça quando ouve
Sensoriamento Remoto?
O que vem à cabeça quando ouve
Sensoriamento Remoto?
O que vem à cabeça quando ouve
Sensoriamento Remoto?
O que vem à cabeça quando ouve
Sensoriamento Remoto?
O que vem à cabeça quando ouve
Sensoriamento Remoto?
O que vem à cabeça quando ouve
Sensoriamento Remoto?
O que vem à cabeça quando ouve
Sensoriamento Remoto?
O que vem à cabeça quando ouve
Sensoriamento Remoto?
O que vem à cabeça quando ouve
Sensoriamento Remoto?
SENSORES
Qualquer equipamento capaz de transformar
alguma forma de ENERGIA em um sinal
elétrico passível de ser convertido sobre
informação sobre o ambiente.
Então Sensoriamento Remoto é?
Então Sensoriamento Remoto é?
Sensoriamento Remoto
▪ O que é?
“Sensoriamento Remoto é uma ciência que visa
o desenvolvimento da obtenção de imagens da
SUPERFÍCIE TERRESTRE por meio da detecção e
medição quantitativa das respostas das
interações da RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA
com os materiais terrestres” (Meneses &
Almeida, 2012)
Princípios Físicos
O que é Energia Eletromagnética?
O calor é um tipo de energia que pode ser transferido de um
corpo para o outro quando há diferença de temperatura entre
eles. A transferência de calor pode ocorrer de três formas:
radiação, condução e convecção.
A radiação térmica, também conhecida como irradiação, é
uma forma de transferência de calor que ocorre por meio
de ONDAS ELETROMAGNÉTICAS, e por isso é também
conhecida por RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA.
Ondas Eletromagnéticas
Radiação Eletromagnética
Essa radiação tem efeitos elétricos e
magnéticos, e por isso pode ser chamada
de “RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA”.
A radiação eletromagnética é o meio para
muitas de nossas interações com o mundo.
Você pode ver ao seu redor por causa da energia da luz. Quando
você sintoniza seu rádio, assiste TV, envia uma mensagem de
texto ou faz pipoca em um forno de micro-ondas, está usando
ENERGIA ELETROMAGNÉTICA.
Interações Energia-Matéria
INTERAÇÃO COM OS OBJETOS
▪ Energia Incidente (I):
▪ Absorção;
▪ Transmissão;
▪ Reflexão;
▪ A quantidade de energia de cada tipo de
interação é determinada pelas propriedades
físico químicas do alvo.
Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing: Remote Sensing Tutorial
Sensoriamento Remoto →
Sensoriamento Remoto é uma ciência que visa o desenvolvimento
da obtenção de imagens da SUPERFÍCIE TERRESTRE por meio da
detecção e medição quantitativa das respostas das interações da
RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA com os materiais terrestres.
Sensores → Qualquer equipamento capaz de transformar alguma
forma de ENERGIA em um sinal elétrico passível de ser convertido
sobre informação sobre o AMBIENTE.
Os sensores imageadores →que são os de maior interesse para o
planejamento territorial, são aqueles que fornecem como
resultado uma imagem da superfície observada.
Sensoriamento Remoto
A ERM pode propagar-se no VÁCUO, permitindo a
aquisição de dados em plataformas no espaço.
Por que o SR utiliza Energia
Eletromagnética (ERM)?
Aquisição de Dados
PRINCÍPIO BÁSICO
Os sensores captam a energia eletromagnética irradiada
pelos objetos na superfície terrestre
SENSORES IMAGEADORES
SENSORES A BORDO DE SATÉLITES
- SENSORES ORBITAIS -
Rastreamento da Superfície Terrestre
(Scanning)
Imagem Orbitais - várias resoluções
SENSORES IMAGEADORES
SENSORES A BORDO DE AVIÕES
- CÂMERAS FOTOGRÁFICAS -
Imagem obtida instantaneamente
Fotografia Aérea
Em geral, apresentam resolução fina
(grande escala)
Fundamentos do
Sensoriamento Remoto
PRINCÍPIOS FÍSICOS
Interação entre a energia e a matéria
Sensoriamento Remoto
“Sensoriamento Remoto é uma ciência que visa
o desenvolvimento da obtenção de imagens da
SUPERFÍCIE TERRESTRE por meio da detecção e
medição quantitativa das respostas das
interações da RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA
com os materiais terrestres” (Meneses &
Almeida, 2012)
▪ Todos os corpos emitem radiações
eletromagnáticas que são proporcionais à sua
temperatura.
▪ Quanto maior a temperatura, maior a
quantidade de calor que o objeto irradia.
▪ Um exemplo desse processo é o que acontece
com a Terra, que, mesmo sem estar em
contato com o Sol, é aquecida por ele.
Princípios Físicos
Radiação Eletromagnética
(REM)
Dualidade do comportamento da natureza
da radiação eletromagnética (REM):
onda (modelo ondulatório) e
energia (modelo corpuscular).
Modelo Ondulatório
Uma partícula carregada eletricamente gera um campo elétrico
em torno de si e o movimento dessa partícula gera, por sua vez,
um campo magnético. Ambos os campos, elétrico e magnético,
atuam vibrando ortogonalmente entre si e possuem as mesmas
amplitudes.
Conceitos fundamentais:
▪ Comprimento de onda → Comprimento de um ciclo
completo, distância entre duas cristas;
▪ Freqüência→ quantidade de ciclos por segundo (medida em
Hertz)
c → velocidade da Luz (m/s)
λ →comprimento de onda (m)
f →freqüência (Hz)
Velocidade da no
vácuo = 3 x 108m/s
Comprimento
de onda
frequência
Modelo Ondulatório
c = f λ
Modelo Ondulatório
Ao agitar uma corda você transfere energia para ela
e esta energia se propaga formando ondas ao longo
da mesma.
Modelo Ondulatório
Fonte: http://www.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm
Se você observar com cuidado verá que as
ondas que se formam tem uma geometria
que se repete em ciclos de mesmo
comprimento ao longo da corda.
Modelo Ondulatório
Fonte: http://www.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm
Esse comprimento de onda depende da frequência
com que você agita a corda e também da velocidade
com que as ondas podem se propagar através dela
(numa corda fina as ondas se propagam mais
rapidamente que numa grossa).
Modelo Ondulatório
Fonte: http://www.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm
Desta forma, uma propagação ondulatória de
energia pode ser caracterizada pelo
COMPRIMENTO ou FREQUÊNCIA das ondas que se
formam.
Modelo Ondulatório
Fonte: http://www.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm
Modelo Ondulatório
Para produzir ondas curtas você precisa agitar a
corda com frequência mais alta, isto é, transferir
mais rapidamente energia para a corda; por isso,
as ondas de comprimento de onda curto
transportam mais energia por segundo.
Fonte: http://www.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm
O ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO é a
categorização em da radiação eletromagnética por
comprimento de onda, desde os comprimentos de onda
mais longos (rádio) até os mais curtos (raios gama).
Fonte: http://www.brasilescola.com/fisica/o-que-sao-ondas-eletromagneticas.htm
Espectro eletromagnético
Espectro eletromagnético
Nossos olhos detectam toda a faixa visível desses
comprimentos de onda, e nossos cérebros
processam as informações em cores separadas.
Espectro eletromagnético
FAIXA DO VISÍVEL (Cores)
Pequena faixa em relação
a todo o espectro
Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing: Remote Sensing Tutorial

A luz visível, a luz que vemos apenas com os
olhos, é uma parte muito pequena de todo o
espectro de energia radiante do universo.
As Cores têm diferentes comprimentos de onda.
Vemos as cores diferentes por que elas têm
diferentes comprimentos de onda
A cor VERMELHA tem o comprimento de onda mais longo,
e a cor AZUL tem o comprimento de onda mais curto da
luz visível.
As cores de um objeto são dependentes dos
comprimentos de onda que são refletidos por ele.
Fonte: INPE
INFRAVERMELHO
de 0.7 μm a to 100 μm - 100 vezes
maior que a porção do visível
Duas categorias:
▪ Refletido → de 0.7 a 3.0 μm
▪ Emitido → 3.0 a 100 μm
(radiação emitida pela Terra
principalmente na forma de
temperatura)
Espectro eletromagnético
Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing: Remote Sensing Tutorial
MICROONDAS
▪ de 1 mm a 1 m;
▪ Cobre os maiores comprimentos
de onda utilizados pelo SR;
▪ Os comprimentos de onda mais
curtos têm propriedades
similares ao termal;
▪ Os maiores comprimentos de
onda são de ondas de rádio.
Espectro eletromagnético
Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing: Remote Sensing Tutorial
Interações Energia-Matéria
INTERAÇÃO COM OS OBJETOS
▪ Energia Incidente (I):
▪ Absorção;
▪ Transmissão;
▪ Reflexão;
▪ A quantidade de energia de cada tipo de
interação é determinada pelas propriedades
físico químicas do alvo.
Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing: Remote Sensing Tutorial
Interações Energia-Matéria
ABSORÇÃO
▪ É o processo pelo qual a
energia radiante é
absorvida e convertida
em outras formas e
energia.
▪ Banda de absorção→ é
um intervalo de
comprimento de onda
do espectro no qual a
energia é absorvida por
uma determinada
substância.
REFLEXÃO
▪ ESPECULAR → superfícies lisas
▪ DIFUSA→ superfícies rugosas
▪ Tamanho dos λs vs. variações na superfície
Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing Remote Sensing Tutorial
Interações Energia-Matéria
Fonte: INPE
Reflectância
▪ É a razão entre a
quantidade de energia
refletida e recebida por
um superfície.
▪ É uma grandeza
adimensional e que
reflete algumas
características do alvo
estudado.
▪ É dependente do
comprimento de onda.
Assinatura Espectral
Comportamento espectral
FOLHAS
▪ A clorofila absorve energia no vermelho e reflete no verde;
▪ A estrutura interna de folhas sadia reflete bastante no infra-
vermelho próximo.
Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing Remote Sensing Tutorial
FOLHAS
▪ A clorofila absorve energia no vermelho e reflete no
verde;
▪ A estrutura interna de folhas sadia reflete bastante no
infravermelho próximo.
Vegetação
Solos
Água
Água
Rio Piracicaba Rio Tietê
Reservatório de Barra Bonita
Curvas de reflectância da água obtidas nos rios Tietê e Piracicaba
e no reservatório de Barra Bonita, Estado de São Paulo
Elevada concentração de
material inorgânico em
suspensão, com acentuda
reflectância na faixa do
vermelho.
Elevada concentração de
matéria orgânica na água.
Água dos dois rios já
misturadas, mostrando
claramente a transição
entre os dois espectros
anteriores.
Fonte: Geomática Aplicada à Gestão de Recursos Hídricos. PROF. ALEXANDRE ROSA DOS SANTOS Engenheiro
Agrônomo – UFES . Mestrado em Meteorologia Agrícola – UFV
Fundamentos do
Sensoriamento Remoto
Geração da Imagem
Níveis de Aquisição de dados de
sensoriamento remoto
Níveis de Aquisição de dados de
sensoriamento remoto
Níveis de Aquisição de dados de
sensoriamento remoto IMAGENS
Lembando que: SENSORES
Qualquer equipamento capaz de transformar
alguma forma de ENERGIA em um sinal
elétrico passível de ser convertido sobre
informação sobre o ambiente.
Satélites, ônibus espaciais, aviões e
drones, são plataformas de aquisição, ou
seja, veículos que carregam os
instrumentos sensores.
Sensores: Fonte de Energia
Quanto à fonte de energia:
1. Sensores Passivos: Coleta radiação refletiva ou
emitida pelos objetos da superfície. Depende das
condições atmosféricas, pois áreas com nuvens não
serão imageadas adequadamente.
Ex: Câmera Fotográfica, Sensores óticos e termais
abordo de Satélites.
Sensores: Fonte de Energia
Quanto à fonte de energia:
2. Sensores Ativos: Possuem
própria fonte de radiação, a
qual incide em um alvo,
captando em seguida o seu
reflexo.
Ex.: Radar e Laser
Sensores: Órbita
Caminho seguido por um satélite é chamado de
sua órbita
Satélites são projetados em órbitas específicas
para atender às características e objetivos do(s)
sensor(es) que eles levam.
Sensores: Órbita
Órbita Geossíncrona
aproximadamente a 36.000 km de altura.
Nesta distância o satélite
demora 24h para dar uma
volta completa no planeta.
Sabendo que a Terra demora
24h para dar uma volta sobre
o seu eixo (rotação), podemos
observar que o satélite e a
Terra se movem juntos.
Geoestacionária→ caso
particular quando a órbita é
no plano do Equador.
Sensores: Órbita
Órbitas Polares
Muito usadas para o observação
da superfície de nosso planeta.
Como a órbita do planeta tem
direção Norte-Sul e a Terra gira da
direção Leste-Oeste, isto resulta
que um satélite em órbita polar
pode eventualmente “varrer” a
superfície inteira da Terra.
Quantos e quais são os satélites em
órbita?
✓ 4.550 satélites que orbitam a Terra;
✓ mais da metade são usados para fins de comunicação;
✓ desde setembro de 2021, é a empresa SpaceX que está
na liderança com seu programa de satélites Starlink,
sendo 36% dos objetos artificiais em órbita vindos dela,
ou seja, mais de um terço do total;
Fonte: https://www.showmetech.com.br/quantos-e-quais-sao-os-satelites-em-orbita/
Quantos e quais são os satélites em
órbita?
✓ Elon Musk é dono da empresa SpaceX e tem o objetivo de
fornecer acesso à Internet de banda larga de alta
velocidade por meio de seu novo empreendimento
Starlink.
✓ Os EUA têm 2.804 no total que compõem mais da metade
da quantidade de satélites artificiais em órbita. Já em
segundo lugar, vem a China com 467; em terceiro, o
Reino Unido com 349; em quarto, a Rússia com 168, e
em quinto, o Japão com 93 satélites. Nessa lista, o Brasil
atualmente ocupa o 16º lugar com 16 satélites em órbita.
Fonte: https://www.showmetech.com.br/quantos-e-quais-sao-os-satelites-em-orbita/
Fonte: https://www.showmetech.com.br/quantos-e-quais-sao-os-satelites-em-orbita/
Quantos e quais são os satélites em
órbita?
Fonte: https://www.showmetech.com.br/quantos-e-quais-sao-os-satelites-em-orbita/
FOV (field of view), afeta:
▪ LARGURA DA IMAGEM (Swath)
▪ Sobreposição em altas latitudes (órbitas polares e
quase polares)
Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing Remote Sensing Tutorial; Florenzano, 2002
Satélites
Videos: https://www.youtube.com/watch?v=P-lbujsVa2M
https://www.youtube.com/watch?v=XY5wHSTqIyU
Geração da Imagem
Características das imagens
Energia captada → sinal elétrico → discretizado
em números digitais (ND).
pixel
Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing
Remote Sensing Tutorial
Bandas → Faixa do espectro detectada pelo sensor
Composição colorida → As cores primárias RGB
são associadas as bandas;
Depende da interação do alvo com a energia
eletromagnética em cada intervalo de banda.
Um mesmo alvo assume cores diferentes em composições
distintas.
Geração da Imagem
Bandas
Pouca energia Muita Energia
Valor baixo px (ND) Valor alto px (ND)
Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999
Fonte: Florenzano, 2002
Assinatura Espectral X Bandas
Fonte: Pinho et. al, (2012)
Assinatura Espectral X Bandas
Fonte: Pinho et. al, (2012)
Assinatura Espectral X Bandas
Fonte: https://landsat.gsfc.nasa.gov/satellites/landsat-9/landsat-9-bands/
Bandas
Para cada banda é gerada uma imagem.
Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999
Fonte: Florenzano, 2002
Bandas
Pouca energia Muita Energia
Valor baixo px (ND) Valor alto px (ND)
Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999
Fonte: Florenzano, 2002
Bandas
O intervalo espectral de cada banda é que define a
tonalidade de cada “alvo” ou objeto na imagem.
Relação com o comportamento espectral.
Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999
Fonte: Florenzano, 2002
Florianópolis
Fonte: Florenzano, 2002
Imagem
▪ Composições coloridas
Imagem
▪ Composições coloridas
Fonte: Florenzano, 2002
Composições Coloridas e o padrão RGB
Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999
Fonte: Florenzano, 2002
Composições Coloridas
Composição Colorida RGB 321
Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999
Fonte: Florenzano, 2002
Composições Coloridas
Composição Colorida RGB 453
Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999
Fonte: Florenzano, 2002
Composições Coloridas
Composição Colorida RGB 543
RESOLUÇÃO
▪ Espacial
▪ Espectral
▪ Radiométrica
▪ Temporal
Imagem
Tamanho da menor feição que pode ser detectada pelo
sensor.
Resolução Espacial
Landsat 8 – 30m
Quickbird – 2.8m /0.6m
Resolução Espectral
Função:
▪ Número de bandas;
▪ Largura das bandas;
▪ Posição das bandas no espectro
eletromagnético.
Um sensor tem melhor resolução espectral se ele
possui maior número de bandas situadas em
diferentes regiões espectrais e com larguras
estreitas de comprimentos de onda.
Resolução Espectral
Sensor Prisma
250 bandas
Resolução Espectral
Fonte: Fusão imagem Worldview. http://i.ytimg.com/vi/UM8WhUEHvzo/hqdefault.jpg
a) Pancromática b) Multiespectral c) Sintética
Resolução Radiométrica
▪ Descreve a habilidade de um sistema de
imageamento distinguir pequenas diferenças na
detecção de energia.
▪ Maior será a resolução radiométrica, quanto maior
for a capacidade do detector para medir as
diferenças de intensidades dos níveis de
energia.
▪ Ela define o número de níveis de energia que o
detector pode discriminar.
▪ Números positivos que variam de zero até uma
potência de 2.
Bits Quant. de ND
21 2
22 4
28 256
210 1024
211 2048
216 65536
Resolução Radiométrica
Resolução Radiométrica
Fonte: http://www.fis.uni-bonn.de/en/recherchetools/infobox/professionals/resolution/radiometric-resolution
O DIFERENCIAL 11-Bits
8-Bits 11-Bits
Machado (2002)
QUICKBIRD
Resolução Temporal
▪ Tempo de revisita
▪ Capacidade de visada
lateral
▪ Capacidade de
imageamento no
sentido inverso da
órbita
▪ Constelação de
Satélites Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing Remote Sensing Tutorial
Resolução Temporal
Os dados Landsat constituem a mais longa série
histórica de imagens das superfícies continentais,
obtidos a partir de uma perspectiva do espaço
→ qualidade, detalhamentos, cobertura e valor
Representa uma fonte de: medições globais,
calibradas e de resolução espacial média da
superfície terrestre, que pode ser comparada com
dados e registros históricos prévios
Fonte: Formaggio, 2007
A Série Landsat
▪ Landsat 1: Lançado em 23/07/72 - Desativado em 06/01/78;
▪ Landsat 2: Lançado em 22/01/75 - Desativado em 52/02/82;
▪ Landsat 3: Lançado em 05/03/78 - Desativado em 31/03/83;
▪ Landsat 4: Lançado em 16/07/82 - Não imageia, porém não está
desativado;
▪ Landsat 5: Lançado em 01/03/84 - Ativo até abril / 2002 → em 2003 foi
“reativado” com a quebra do espelho do 7; Funcionou até novembro de
2011;
▪ Landsat 6: Lançado em 05/10/93 - Perdido após o lançamento
▪ Landsat 7: Lançado em 15/04/99 – Com problemas (vida útil estava
prevista para ser superior a 5 anos em órbita), quebrou o espelho em
2003 até hoje há cenas dele porém com apenas 25% da área aproveitável.
▪ Landsat Data Continuity Mission (LCDM – Landsat 8) – Lançado em 11 de
fevereiro de 2013
▪ Landasat 9: Lançado em 27 de setembro de 2021.
Fonte: Formaggio, 2007
A série Landsat
A série Landsat
Landsat
1-3
Landsat
4-5
Comprimento
de Onda (μm)
Resolução
(m)
4 – Verde 1 0.5-0.6 60
5 - Vermelho 2 0.6-0.7 60
6 – Infravermelho
Próximo (NIR)
3 0.7-0.8 60
7 – Infravermelho
Próximo (NIR)
4 0.8-1.1 60
A série Landsat
Landsat 1-5 Multispectral Scanner (MSS)
(1972 a 2011)
https://landsat.usgs.gov/what-are-band-designations-landsat-satellites
Resolução Radiométrica – 8 bits
Resolução temporal – 16 dias
Campo de visão – 170 x 183 km
A série Landsat
Landsat 4-5 Thematic Mapper (TM)
https://landsat.usgs.gov/what-are-band-designations-landsat-satellites
Bandas
Comprimento de
Onda (μm)
Resolução
(m)
1 – Azul 0.45-0.52 30
2 – Verde 0.52-0.60 30
3 - Vermelho 0.63-0.69 30
4 – Infravermelho
Próximo (NIR)
0.76-0.90 30
5 - Infravermelho de
ondas curtas (SWIR) 1
1.55-1.75 30
6 - Termal 10.40-12.50 120* (30)
7 - Infravermelho de
ondas curtas (SWIR) 2
2.08-2.35 30
A série Landsat
Landsat 7 Enhanced Thematic Mapper Plus (ETM+)
https://landsat.usgs.gov/what-are-band-designations-landsat-satellites
Bandas
Comprimento de
Onda (μm)
Resolução
(m)
1 – Azul 0.45-0.52 30
2 – Verde 0.52-0.60 30
3 - Vermelho 0.63-0.69 30
4 – Infravermelho
Próximo (NIR)
0.77-0.90 30
5 - Infravermelho de
ondas curtas (SWIR) 1
1.55-1.75 30
6 - Termal 10.40-12.50 60 * (30)
7 - Infravermelho de
ondas curtas (SWIR) 2
2.09-2.35 30
8 - Pancromático .52-.90 15
A série Landsat
Landsat 8-9 Operational Land Imager (OLI) and Thermal
Infrared Sensor (TIRS)
https://landsat.usgs.gov/what-are-band-designations-landsat-satellites
Bandas
Comprimento
de Onda (μm)
Resolução
(m)
1 - Ultra azul (costas/aerosol) 0.43 - 0.45 30
2 - Azul 0.45 - 0.51 30
3 – Verde 0.53 - 0.59 30
4 – Vermelho 0.64 - 0.67 30
5 – Infravermelho Próximo (NIR) 0.85 - 0.88 30
6 – Infravermelho de Ondas Curtas (SWIR1) 1.57 - 1.65 30
7 – Infravermelho de Ondas Curtas (SWIR2) 2.11 - 2.29 30
8 - Pancromático 0.50 - 0.68 15
9 - Cirrus 1.36 - 1.38 30
10 – Termal (TIRS) 1 10.60 - 11.19 100 * (30)
11 – Termal (TIRS) 2 11.50 - 12.51 100 * (30)
Resolução Radiométrica – 12 bits
Fonte: Formaggio, 2007
A série Landsat
NASA's Goddard Space Flight Center/M. Radcliff
Related story: "A Dynamic Landscape, a Dynamic Sensor“
https://www.nasa.gov/content/goddard/taking-nasa-usgs-s-landsat-8-to-the-beach/
O Landsat detecta a intensidade da luz refletida ou emitida da Terra, dos extremos
escuros aos claros. O número de tons entre eles depende da sensibilidade do
instrumento, ou profundidade de bits, para cada comprimento de onda. Aqui, uma
visão Landsat 8 de 12 bits do Lago Ontário é alterada para ilustrar diferentes
resoluções radiométricas.
Comparação com outros
satélites gratuitos
https://pbs.twimg.com/media/C6AXwkmU0AEct5P.jpg
Portais: INPE
EarthExplorer
Cadastro no EarthExplorer
▪ https://www.youtube.com/watch?v=PCjatC-z-6w
Aplicações de Sensoriamento
Remoto - Vídeo
▪ Aplicações Landsat:
▪ https://landsat.gsfc.nasa.gov/wp-
content/uploads/2013/05/G2009-
120_Landsat_Flyby_MASTER_ipod_lg.m4v
▪ Monitoramento ambiental por sensoriamento
remoto:
▪ https://www.youtube.com/watch?v=c0j-7I_OlzQ
Aplicações de Sensoriamento
Remoto – Artigo para leitura
Download: https://www.scielo.br/j/hcsm/a/X66LYPw3YwpbhKg88bJCZtB/?lang=pt#
Para começar…
▪ Tutorial em inglês
▪ https://www.nrcan.gc.ca/earth-sciences/geomatics/satellite-imagery-
air-photos/satellite-imagery-products/educational-resources/9309
▪ Apostila em português
▪ http://sites.poli.usp.br/d/ptr2355/PTR2355_Apostila_SR.pdf
▪ http://www.dpi.inpe.br/Miguel/AlunosPG/Jarvis/SR_DPI7.pdf
▪ http://www2.fct.unesp.br/docentes/carto/enner/EngCartografica/Lab%
20%232%20(radiancia)/Lab%232%20(radiancia).pdf
▪ Artigos online
▪ http://www.inpe.br/biblioteca/
▪ http://www.dsr.inpe.br/sbsr2017/biblioteca_online.php
▪ Livros online
▪ http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/
▪ https://memoria.cnpq.br/documents/10157/56b578c4-0fd5-4b9f-b82a-
e9693e4f69d8
Evelyn M. L. de Moraes Novo - INPE
308 pp. 4 edição, Editora Edgar
Blucher, 2011
MENESES, P. R. e ALMEIDA, T.
Introdução ao processamento
de imagens de sensoriamento
remoto. Brasília: UNB, 2012, p.
01-33.

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Sensoriamento remoto - Introdução - 2024

  • 1. Sensoriamento Remoto Carolina Moutinho Duque de Pinho Flávia da Fonseca Feitosa Vitor Vieira Vasconcelos Cartografia e Geoprocessamento para o Planejamento Territorial
  • 3. Sensoriamento Remoto Sensoriamento Remoto Conjunto de técnicas relacionadas à utilização de sensores para a aquisição de informações sobre objetos ou fenômenos sem que haja contato direto entre eles. Sensoriamento Remoto Obtenção de dados Distante
  • 4. O que vem à cabeça quando ouve Sensoriamento Remoto?
  • 5. O que vem à cabeça quando ouve Sensoriamento Remoto?
  • 6. O que vem à cabeça quando ouve Sensoriamento Remoto?
  • 7. O que vem à cabeça quando ouve Sensoriamento Remoto?
  • 8. O que vem à cabeça quando ouve Sensoriamento Remoto?
  • 9. O que vem à cabeça quando ouve Sensoriamento Remoto?
  • 10. O que vem à cabeça quando ouve Sensoriamento Remoto?
  • 11. O que vem à cabeça quando ouve Sensoriamento Remoto?
  • 12. O que vem à cabeça quando ouve Sensoriamento Remoto?
  • 13. O que vem à cabeça quando ouve Sensoriamento Remoto?
  • 14. O que vem à cabeça quando ouve Sensoriamento Remoto?
  • 15. SENSORES Qualquer equipamento capaz de transformar alguma forma de ENERGIA em um sinal elétrico passível de ser convertido sobre informação sobre o ambiente.
  • 18. Sensoriamento Remoto ▪ O que é? “Sensoriamento Remoto é uma ciência que visa o desenvolvimento da obtenção de imagens da SUPERFÍCIE TERRESTRE por meio da detecção e medição quantitativa das respostas das interações da RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA com os materiais terrestres” (Meneses & Almeida, 2012)
  • 19. Princípios Físicos O que é Energia Eletromagnética? O calor é um tipo de energia que pode ser transferido de um corpo para o outro quando há diferença de temperatura entre eles. A transferência de calor pode ocorrer de três formas: radiação, condução e convecção.
  • 20. A radiação térmica, também conhecida como irradiação, é uma forma de transferência de calor que ocorre por meio de ONDAS ELETROMAGNÉTICAS, e por isso é também conhecida por RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA. Ondas Eletromagnéticas
  • 21. Radiação Eletromagnética Essa radiação tem efeitos elétricos e magnéticos, e por isso pode ser chamada de “RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA”.
  • 22. A radiação eletromagnética é o meio para muitas de nossas interações com o mundo. Você pode ver ao seu redor por causa da energia da luz. Quando você sintoniza seu rádio, assiste TV, envia uma mensagem de texto ou faz pipoca em um forno de micro-ondas, está usando ENERGIA ELETROMAGNÉTICA.
  • 23. Interações Energia-Matéria INTERAÇÃO COM OS OBJETOS ▪ Energia Incidente (I): ▪ Absorção; ▪ Transmissão; ▪ Reflexão; ▪ A quantidade de energia de cada tipo de interação é determinada pelas propriedades físico químicas do alvo. Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing: Remote Sensing Tutorial
  • 24. Sensoriamento Remoto → Sensoriamento Remoto é uma ciência que visa o desenvolvimento da obtenção de imagens da SUPERFÍCIE TERRESTRE por meio da detecção e medição quantitativa das respostas das interações da RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA com os materiais terrestres. Sensores → Qualquer equipamento capaz de transformar alguma forma de ENERGIA em um sinal elétrico passível de ser convertido sobre informação sobre o AMBIENTE. Os sensores imageadores →que são os de maior interesse para o planejamento territorial, são aqueles que fornecem como resultado uma imagem da superfície observada. Sensoriamento Remoto
  • 25. A ERM pode propagar-se no VÁCUO, permitindo a aquisição de dados em plataformas no espaço. Por que o SR utiliza Energia Eletromagnética (ERM)?
  • 26. Aquisição de Dados PRINCÍPIO BÁSICO Os sensores captam a energia eletromagnética irradiada pelos objetos na superfície terrestre
  • 27. SENSORES IMAGEADORES SENSORES A BORDO DE SATÉLITES - SENSORES ORBITAIS - Rastreamento da Superfície Terrestre (Scanning) Imagem Orbitais - várias resoluções
  • 28. SENSORES IMAGEADORES SENSORES A BORDO DE AVIÕES - CÂMERAS FOTOGRÁFICAS - Imagem obtida instantaneamente Fotografia Aérea Em geral, apresentam resolução fina (grande escala)
  • 29. Fundamentos do Sensoriamento Remoto PRINCÍPIOS FÍSICOS Interação entre a energia e a matéria
  • 30. Sensoriamento Remoto “Sensoriamento Remoto é uma ciência que visa o desenvolvimento da obtenção de imagens da SUPERFÍCIE TERRESTRE por meio da detecção e medição quantitativa das respostas das interações da RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA com os materiais terrestres” (Meneses & Almeida, 2012)
  • 31. ▪ Todos os corpos emitem radiações eletromagnáticas que são proporcionais à sua temperatura. ▪ Quanto maior a temperatura, maior a quantidade de calor que o objeto irradia. ▪ Um exemplo desse processo é o que acontece com a Terra, que, mesmo sem estar em contato com o Sol, é aquecida por ele. Princípios Físicos
  • 32. Radiação Eletromagnética (REM) Dualidade do comportamento da natureza da radiação eletromagnética (REM): onda (modelo ondulatório) e energia (modelo corpuscular).
  • 33. Modelo Ondulatório Uma partícula carregada eletricamente gera um campo elétrico em torno de si e o movimento dessa partícula gera, por sua vez, um campo magnético. Ambos os campos, elétrico e magnético, atuam vibrando ortogonalmente entre si e possuem as mesmas amplitudes.
  • 34. Conceitos fundamentais: ▪ Comprimento de onda → Comprimento de um ciclo completo, distância entre duas cristas; ▪ Freqüência→ quantidade de ciclos por segundo (medida em Hertz) c → velocidade da Luz (m/s) λ →comprimento de onda (m) f →freqüência (Hz) Velocidade da no vácuo = 3 x 108m/s Comprimento de onda frequência Modelo Ondulatório c = f λ
  • 36. Ao agitar uma corda você transfere energia para ela e esta energia se propaga formando ondas ao longo da mesma. Modelo Ondulatório Fonte: http://www.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm
  • 37. Se você observar com cuidado verá que as ondas que se formam tem uma geometria que se repete em ciclos de mesmo comprimento ao longo da corda. Modelo Ondulatório Fonte: http://www.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm
  • 38. Esse comprimento de onda depende da frequência com que você agita a corda e também da velocidade com que as ondas podem se propagar através dela (numa corda fina as ondas se propagam mais rapidamente que numa grossa). Modelo Ondulatório Fonte: http://www.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm
  • 39. Desta forma, uma propagação ondulatória de energia pode ser caracterizada pelo COMPRIMENTO ou FREQUÊNCIA das ondas que se formam. Modelo Ondulatório Fonte: http://www.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm
  • 40. Modelo Ondulatório Para produzir ondas curtas você precisa agitar a corda com frequência mais alta, isto é, transferir mais rapidamente energia para a corda; por isso, as ondas de comprimento de onda curto transportam mais energia por segundo. Fonte: http://www.inpe.br/unidades/cep/atividadescep/educasere/apostila.htm
  • 41. O ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO é a categorização em da radiação eletromagnética por comprimento de onda, desde os comprimentos de onda mais longos (rádio) até os mais curtos (raios gama).
  • 44. Nossos olhos detectam toda a faixa visível desses comprimentos de onda, e nossos cérebros processam as informações em cores separadas.
  • 45. Espectro eletromagnético FAIXA DO VISÍVEL (Cores) Pequena faixa em relação a todo o espectro Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing: Remote Sensing Tutorial
  • 46.  A luz visível, a luz que vemos apenas com os olhos, é uma parte muito pequena de todo o espectro de energia radiante do universo.
  • 47. As Cores têm diferentes comprimentos de onda. Vemos as cores diferentes por que elas têm diferentes comprimentos de onda A cor VERMELHA tem o comprimento de onda mais longo, e a cor AZUL tem o comprimento de onda mais curto da luz visível.
  • 48. As cores de um objeto são dependentes dos comprimentos de onda que são refletidos por ele. Fonte: INPE
  • 49. INFRAVERMELHO de 0.7 μm a to 100 μm - 100 vezes maior que a porção do visível Duas categorias: ▪ Refletido → de 0.7 a 3.0 μm ▪ Emitido → 3.0 a 100 μm (radiação emitida pela Terra principalmente na forma de temperatura) Espectro eletromagnético Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing: Remote Sensing Tutorial
  • 50. MICROONDAS ▪ de 1 mm a 1 m; ▪ Cobre os maiores comprimentos de onda utilizados pelo SR; ▪ Os comprimentos de onda mais curtos têm propriedades similares ao termal; ▪ Os maiores comprimentos de onda são de ondas de rádio. Espectro eletromagnético Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing: Remote Sensing Tutorial
  • 51. Interações Energia-Matéria INTERAÇÃO COM OS OBJETOS ▪ Energia Incidente (I): ▪ Absorção; ▪ Transmissão; ▪ Reflexão; ▪ A quantidade de energia de cada tipo de interação é determinada pelas propriedades físico químicas do alvo. Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing: Remote Sensing Tutorial
  • 52. Interações Energia-Matéria ABSORÇÃO ▪ É o processo pelo qual a energia radiante é absorvida e convertida em outras formas e energia. ▪ Banda de absorção→ é um intervalo de comprimento de onda do espectro no qual a energia é absorvida por uma determinada substância.
  • 53. REFLEXÃO ▪ ESPECULAR → superfícies lisas ▪ DIFUSA→ superfícies rugosas ▪ Tamanho dos λs vs. variações na superfície Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing Remote Sensing Tutorial Interações Energia-Matéria
  • 55. Reflectância ▪ É a razão entre a quantidade de energia refletida e recebida por um superfície. ▪ É uma grandeza adimensional e que reflete algumas características do alvo estudado. ▪ É dependente do comprimento de onda. Assinatura Espectral
  • 56. Comportamento espectral FOLHAS ▪ A clorofila absorve energia no vermelho e reflete no verde; ▪ A estrutura interna de folhas sadia reflete bastante no infra- vermelho próximo. Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing Remote Sensing Tutorial
  • 57. FOLHAS ▪ A clorofila absorve energia no vermelho e reflete no verde; ▪ A estrutura interna de folhas sadia reflete bastante no infravermelho próximo.
  • 59. Solos
  • 60. Água
  • 61. Água
  • 62. Rio Piracicaba Rio Tietê Reservatório de Barra Bonita
  • 63. Curvas de reflectância da água obtidas nos rios Tietê e Piracicaba e no reservatório de Barra Bonita, Estado de São Paulo Elevada concentração de material inorgânico em suspensão, com acentuda reflectância na faixa do vermelho. Elevada concentração de matéria orgânica na água. Água dos dois rios já misturadas, mostrando claramente a transição entre os dois espectros anteriores. Fonte: Geomática Aplicada à Gestão de Recursos Hídricos. PROF. ALEXANDRE ROSA DOS SANTOS Engenheiro Agrônomo – UFES . Mestrado em Meteorologia Agrícola – UFV
  • 65. Níveis de Aquisição de dados de sensoriamento remoto
  • 66. Níveis de Aquisição de dados de sensoriamento remoto
  • 67. Níveis de Aquisição de dados de sensoriamento remoto IMAGENS
  • 68. Lembando que: SENSORES Qualquer equipamento capaz de transformar alguma forma de ENERGIA em um sinal elétrico passível de ser convertido sobre informação sobre o ambiente. Satélites, ônibus espaciais, aviões e drones, são plataformas de aquisição, ou seja, veículos que carregam os instrumentos sensores.
  • 69. Sensores: Fonte de Energia Quanto à fonte de energia: 1. Sensores Passivos: Coleta radiação refletiva ou emitida pelos objetos da superfície. Depende das condições atmosféricas, pois áreas com nuvens não serão imageadas adequadamente. Ex: Câmera Fotográfica, Sensores óticos e termais abordo de Satélites.
  • 70. Sensores: Fonte de Energia Quanto à fonte de energia: 2. Sensores Ativos: Possuem própria fonte de radiação, a qual incide em um alvo, captando em seguida o seu reflexo. Ex.: Radar e Laser
  • 71. Sensores: Órbita Caminho seguido por um satélite é chamado de sua órbita Satélites são projetados em órbitas específicas para atender às características e objetivos do(s) sensor(es) que eles levam.
  • 72. Sensores: Órbita Órbita Geossíncrona aproximadamente a 36.000 km de altura. Nesta distância o satélite demora 24h para dar uma volta completa no planeta. Sabendo que a Terra demora 24h para dar uma volta sobre o seu eixo (rotação), podemos observar que o satélite e a Terra se movem juntos. Geoestacionária→ caso particular quando a órbita é no plano do Equador.
  • 73. Sensores: Órbita Órbitas Polares Muito usadas para o observação da superfície de nosso planeta. Como a órbita do planeta tem direção Norte-Sul e a Terra gira da direção Leste-Oeste, isto resulta que um satélite em órbita polar pode eventualmente “varrer” a superfície inteira da Terra.
  • 74. Quantos e quais são os satélites em órbita? ✓ 4.550 satélites que orbitam a Terra; ✓ mais da metade são usados para fins de comunicação; ✓ desde setembro de 2021, é a empresa SpaceX que está na liderança com seu programa de satélites Starlink, sendo 36% dos objetos artificiais em órbita vindos dela, ou seja, mais de um terço do total; Fonte: https://www.showmetech.com.br/quantos-e-quais-sao-os-satelites-em-orbita/
  • 75. Quantos e quais são os satélites em órbita? ✓ Elon Musk é dono da empresa SpaceX e tem o objetivo de fornecer acesso à Internet de banda larga de alta velocidade por meio de seu novo empreendimento Starlink. ✓ Os EUA têm 2.804 no total que compõem mais da metade da quantidade de satélites artificiais em órbita. Já em segundo lugar, vem a China com 467; em terceiro, o Reino Unido com 349; em quarto, a Rússia com 168, e em quinto, o Japão com 93 satélites. Nessa lista, o Brasil atualmente ocupa o 16º lugar com 16 satélites em órbita. Fonte: https://www.showmetech.com.br/quantos-e-quais-sao-os-satelites-em-orbita/
  • 77. Quantos e quais são os satélites em órbita? Fonte: https://www.showmetech.com.br/quantos-e-quais-sao-os-satelites-em-orbita/
  • 78. FOV (field of view), afeta: ▪ LARGURA DA IMAGEM (Swath) ▪ Sobreposição em altas latitudes (órbitas polares e quase polares) Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing Remote Sensing Tutorial; Florenzano, 2002 Satélites Videos: https://www.youtube.com/watch?v=P-lbujsVa2M https://www.youtube.com/watch?v=XY5wHSTqIyU
  • 79. Geração da Imagem Características das imagens Energia captada → sinal elétrico → discretizado em números digitais (ND). pixel Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing Remote Sensing Tutorial
  • 80. Bandas → Faixa do espectro detectada pelo sensor Composição colorida → As cores primárias RGB são associadas as bandas; Depende da interação do alvo com a energia eletromagnética em cada intervalo de banda. Um mesmo alvo assume cores diferentes em composições distintas. Geração da Imagem
  • 81. Bandas Pouca energia Muita Energia Valor baixo px (ND) Valor alto px (ND) Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999 Fonte: Florenzano, 2002
  • 82. Assinatura Espectral X Bandas Fonte: Pinho et. al, (2012)
  • 83. Assinatura Espectral X Bandas Fonte: Pinho et. al, (2012)
  • 84. Assinatura Espectral X Bandas Fonte: https://landsat.gsfc.nasa.gov/satellites/landsat-9/landsat-9-bands/
  • 85.
  • 86. Bandas Para cada banda é gerada uma imagem. Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999 Fonte: Florenzano, 2002
  • 87. Bandas Pouca energia Muita Energia Valor baixo px (ND) Valor alto px (ND) Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999 Fonte: Florenzano, 2002
  • 88. Bandas O intervalo espectral de cada banda é que define a tonalidade de cada “alvo” ou objeto na imagem. Relação com o comportamento espectral. Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999 Fonte: Florenzano, 2002
  • 91. Composições Coloridas e o padrão RGB
  • 92. Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999 Fonte: Florenzano, 2002 Composições Coloridas Composição Colorida RGB 321
  • 93. Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999 Fonte: Florenzano, 2002 Composições Coloridas Composição Colorida RGB 453
  • 94. Landsat ETM+ Ubatuba, 11/08/1999 Fonte: Florenzano, 2002 Composições Coloridas Composição Colorida RGB 543
  • 95. RESOLUÇÃO ▪ Espacial ▪ Espectral ▪ Radiométrica ▪ Temporal Imagem
  • 96. Tamanho da menor feição que pode ser detectada pelo sensor. Resolução Espacial
  • 99. Resolução Espectral Função: ▪ Número de bandas; ▪ Largura das bandas; ▪ Posição das bandas no espectro eletromagnético. Um sensor tem melhor resolução espectral se ele possui maior número de bandas situadas em diferentes regiões espectrais e com larguras estreitas de comprimentos de onda.
  • 101. Resolução Espectral Fonte: Fusão imagem Worldview. http://i.ytimg.com/vi/UM8WhUEHvzo/hqdefault.jpg a) Pancromática b) Multiespectral c) Sintética
  • 102. Resolução Radiométrica ▪ Descreve a habilidade de um sistema de imageamento distinguir pequenas diferenças na detecção de energia. ▪ Maior será a resolução radiométrica, quanto maior for a capacidade do detector para medir as diferenças de intensidades dos níveis de energia. ▪ Ela define o número de níveis de energia que o detector pode discriminar. ▪ Números positivos que variam de zero até uma potência de 2.
  • 103. Bits Quant. de ND 21 2 22 4 28 256 210 1024 211 2048 216 65536 Resolução Radiométrica
  • 105. O DIFERENCIAL 11-Bits 8-Bits 11-Bits Machado (2002) QUICKBIRD
  • 106. Resolução Temporal ▪ Tempo de revisita ▪ Capacidade de visada lateral ▪ Capacidade de imageamento no sentido inverso da órbita ▪ Constelação de Satélites Fonte: A Canada Centre for Remote Sensing Remote Sensing Tutorial
  • 108. Os dados Landsat constituem a mais longa série histórica de imagens das superfícies continentais, obtidos a partir de uma perspectiva do espaço → qualidade, detalhamentos, cobertura e valor Representa uma fonte de: medições globais, calibradas e de resolução espacial média da superfície terrestre, que pode ser comparada com dados e registros históricos prévios Fonte: Formaggio, 2007 A Série Landsat
  • 109. ▪ Landsat 1: Lançado em 23/07/72 - Desativado em 06/01/78; ▪ Landsat 2: Lançado em 22/01/75 - Desativado em 52/02/82; ▪ Landsat 3: Lançado em 05/03/78 - Desativado em 31/03/83; ▪ Landsat 4: Lançado em 16/07/82 - Não imageia, porém não está desativado; ▪ Landsat 5: Lançado em 01/03/84 - Ativo até abril / 2002 → em 2003 foi “reativado” com a quebra do espelho do 7; Funcionou até novembro de 2011; ▪ Landsat 6: Lançado em 05/10/93 - Perdido após o lançamento ▪ Landsat 7: Lançado em 15/04/99 – Com problemas (vida útil estava prevista para ser superior a 5 anos em órbita), quebrou o espelho em 2003 até hoje há cenas dele porém com apenas 25% da área aproveitável. ▪ Landsat Data Continuity Mission (LCDM – Landsat 8) – Lançado em 11 de fevereiro de 2013 ▪ Landasat 9: Lançado em 27 de setembro de 2021. Fonte: Formaggio, 2007 A série Landsat
  • 111. Landsat 1-3 Landsat 4-5 Comprimento de Onda (μm) Resolução (m) 4 – Verde 1 0.5-0.6 60 5 - Vermelho 2 0.6-0.7 60 6 – Infravermelho Próximo (NIR) 3 0.7-0.8 60 7 – Infravermelho Próximo (NIR) 4 0.8-1.1 60 A série Landsat Landsat 1-5 Multispectral Scanner (MSS) (1972 a 2011) https://landsat.usgs.gov/what-are-band-designations-landsat-satellites Resolução Radiométrica – 8 bits Resolução temporal – 16 dias Campo de visão – 170 x 183 km
  • 112. A série Landsat Landsat 4-5 Thematic Mapper (TM) https://landsat.usgs.gov/what-are-band-designations-landsat-satellites Bandas Comprimento de Onda (μm) Resolução (m) 1 – Azul 0.45-0.52 30 2 – Verde 0.52-0.60 30 3 - Vermelho 0.63-0.69 30 4 – Infravermelho Próximo (NIR) 0.76-0.90 30 5 - Infravermelho de ondas curtas (SWIR) 1 1.55-1.75 30 6 - Termal 10.40-12.50 120* (30) 7 - Infravermelho de ondas curtas (SWIR) 2 2.08-2.35 30
  • 113. A série Landsat Landsat 7 Enhanced Thematic Mapper Plus (ETM+) https://landsat.usgs.gov/what-are-band-designations-landsat-satellites Bandas Comprimento de Onda (μm) Resolução (m) 1 – Azul 0.45-0.52 30 2 – Verde 0.52-0.60 30 3 - Vermelho 0.63-0.69 30 4 – Infravermelho Próximo (NIR) 0.77-0.90 30 5 - Infravermelho de ondas curtas (SWIR) 1 1.55-1.75 30 6 - Termal 10.40-12.50 60 * (30) 7 - Infravermelho de ondas curtas (SWIR) 2 2.09-2.35 30 8 - Pancromático .52-.90 15
  • 114. A série Landsat Landsat 8-9 Operational Land Imager (OLI) and Thermal Infrared Sensor (TIRS) https://landsat.usgs.gov/what-are-band-designations-landsat-satellites Bandas Comprimento de Onda (μm) Resolução (m) 1 - Ultra azul (costas/aerosol) 0.43 - 0.45 30 2 - Azul 0.45 - 0.51 30 3 – Verde 0.53 - 0.59 30 4 – Vermelho 0.64 - 0.67 30 5 – Infravermelho Próximo (NIR) 0.85 - 0.88 30 6 – Infravermelho de Ondas Curtas (SWIR1) 1.57 - 1.65 30 7 – Infravermelho de Ondas Curtas (SWIR2) 2.11 - 2.29 30 8 - Pancromático 0.50 - 0.68 15 9 - Cirrus 1.36 - 1.38 30 10 – Termal (TIRS) 1 10.60 - 11.19 100 * (30) 11 – Termal (TIRS) 2 11.50 - 12.51 100 * (30) Resolução Radiométrica – 12 bits
  • 115. Fonte: Formaggio, 2007 A série Landsat
  • 116. NASA's Goddard Space Flight Center/M. Radcliff Related story: "A Dynamic Landscape, a Dynamic Sensor“ https://www.nasa.gov/content/goddard/taking-nasa-usgs-s-landsat-8-to-the-beach/ O Landsat detecta a intensidade da luz refletida ou emitida da Terra, dos extremos escuros aos claros. O número de tons entre eles depende da sensibilidade do instrumento, ou profundidade de bits, para cada comprimento de onda. Aqui, uma visão Landsat 8 de 12 bits do Lago Ontário é alterada para ilustrar diferentes resoluções radiométricas.
  • 117.
  • 118. Comparação com outros satélites gratuitos https://pbs.twimg.com/media/C6AXwkmU0AEct5P.jpg
  • 121. Cadastro no EarthExplorer ▪ https://www.youtube.com/watch?v=PCjatC-z-6w
  • 122. Aplicações de Sensoriamento Remoto - Vídeo ▪ Aplicações Landsat: ▪ https://landsat.gsfc.nasa.gov/wp- content/uploads/2013/05/G2009- 120_Landsat_Flyby_MASTER_ipod_lg.m4v ▪ Monitoramento ambiental por sensoriamento remoto: ▪ https://www.youtube.com/watch?v=c0j-7I_OlzQ
  • 123. Aplicações de Sensoriamento Remoto – Artigo para leitura Download: https://www.scielo.br/j/hcsm/a/X66LYPw3YwpbhKg88bJCZtB/?lang=pt#
  • 124. Para começar… ▪ Tutorial em inglês ▪ https://www.nrcan.gc.ca/earth-sciences/geomatics/satellite-imagery- air-photos/satellite-imagery-products/educational-resources/9309 ▪ Apostila em português ▪ http://sites.poli.usp.br/d/ptr2355/PTR2355_Apostila_SR.pdf ▪ http://www.dpi.inpe.br/Miguel/AlunosPG/Jarvis/SR_DPI7.pdf ▪ http://www2.fct.unesp.br/docentes/carto/enner/EngCartografica/Lab% 20%232%20(radiancia)/Lab%232%20(radiancia).pdf ▪ Artigos online ▪ http://www.inpe.br/biblioteca/ ▪ http://www.dsr.inpe.br/sbsr2017/biblioteca_online.php ▪ Livros online ▪ http://www.dpi.inpe.br/gilberto/livro/introd/ ▪ https://memoria.cnpq.br/documents/10157/56b578c4-0fd5-4b9f-b82a- e9693e4f69d8
  • 125. Evelyn M. L. de Moraes Novo - INPE 308 pp. 4 edição, Editora Edgar Blucher, 2011 MENESES, P. R. e ALMEIDA, T. Introdução ao processamento de imagens de sensoriamento remoto. Brasília: UNB, 2012, p. 01-33.