Faculdade Projeção Curso de Geografia Disciplina: Geoprocessamento Introdução ao SR
Objetivos Definir Sensoriamento Remoto (SR) Definir imagem digital e seu menor elemento de formação (pixel)  Descrever as diversas aplicações do SR Diferenciar absorção, reflexão, emissão e transmissão de energia eletromagnética
SUMÁRIO   Introdução Definições Histórico; Conceitos básicos; Arquivos Raster x Vetoriais; Aplicações do SR; Interações da energia eletromagnética (absorção, reflexão, emissão e transmissão de energia eletromagnética); Conclusão.
O QUE É SENSORIAMENTO REMOTO É a tecnologia que permite a aquisição de informações sobre os objetos sem contato físico com eles.  Definição muito ampla Desta forma, poder-se-ia considerar, por exemplo, um  telescópio  como instrumento sensor. O ser humano  não deve  ser parte essencial do processo de detecção e registro dos dados.
O QUE É SENSORIAMENTO REMOTO É a utilização de sensores para a aquisição de informações sobre objetos ou fenômenos sem que haja contato direto entre eles. Transferência de dados do objeto para o sensor feita através de  energia : Energia acústica (sonares, sismógrafos, etc...); Energia gravitacional (gravímetros); energia eletromagnética (radiômetros).
O QUE É SENSORIAMENTO REMOTO É a ciência de derivar informações a respeito de um objeto a partir de medidas feitas a distância, sem entrar em contato com o mesmo (Schowengerdt, 1983)
O QUE É SENSORIAMENTO REMOTO É a ciência e a arte de obter informação sobre um objeto, área ou fenômeno através da análise de dados adquiridos por um instrumento que não está em contato com o objeto, área ou fenômeno sob investigação (Lillesand and Kiefer, 1994)
O QUE É SENSORIAMENTO REMOTO Fussel et al., 1986: aquisição, coleta ou registro sem necessidade de entrar em contato com o objeto; Utilização de regiões do espectro eletromagnético (tipicamente, mas não exclusivamente); Uso de instrumentos localizados em plataformas móveis; e transformação simbólica dos dados coletados por meio de técnicas de interpretação e/ou técnicas de reconhecimento de padrões utilizando computadores.
DEFINIÇÃO DE SENSORIAMENTO  REMOTO Definição Clássica de Sensoriamento Remoto Conjunto de técnicas relacionadas à  aquisição, processamento, análise e interpretação   de imagens obtidas de qualquer objeto ou fenômeno da superfície terrestre, ou mesmo planetária, sem que haja um contato físico de qualquer espécie entre o sensor e o objeto .
DEFINIÇÃO  CIENTÍFICA  DE SENSORIAMENTO REMOTO (...SEM QUE HAJA UM CONTATO FÍSICO DO SENSOR COM O OBJETO)   Exigência   ausência de matéria no espaço entre o objeto e o    sensor Consequência   a informação sobre o objeto é possível de ser    transportada pelo espaço vazio  Processo   o elo de comunicação entre o objeto e o sensor é a    Radiação Eletromagnética , a única forma de  energia capaz de trafegar pelo vácuo Definição Científica   SENSORIAMENTO REMOTO É UMA TÉCNICA CIENTÍFICA QUE MEDE A TROCA DE INTERAÇÃO ENERGÉTICA DA RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA COM OS MATERIAIS TERRESTRES
OS  DIVERSOS SISTEMAS DE SENSORIAMENTO REMOTO 1. FONTES REM SOL   REFLECTÂNCIA TERRA   EMITÂNCIA ANTENA   EMISSÃO    PULSO REM 2. ALVOS TERRESTRES REFLETEM EMITEM  RETROESPALHAM 3. ATMOSFERA ABSORVE E ESPALHA 4. PLATATORMAS SATÉLITE E AERONAVES 5. SENSORES ÓPTICOS, TERMAIS   MICROONDAS sensor passivo   fonte natural Sol sensor ativo   fonte artificial  Antena fonte natural Terra reflectância emitância retroespalhamento
IMAGENS DE SENSORIAMENTO REMOTO visível infravermelho terma l radar
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO Em geral, costuma-se dividir a história do sensoriamento remoto em duas fases principais, segundo o uso de sistemas sensores: de 1860 a 1960 - baseado em fotografias aéreas de 1960 até o presente - baseado em múltiplos sensores
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO FOTOGRAFIAS AÉREAS
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO A primeira fotografia,tirada pelo francês Joseph Nicephore Niepce em 1827. A exposição durou 8 horas.
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO Louis Jacques Mande Daguerre
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO Capitólio, 1846. Abraham Lincoln, 1864.
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO A primeira fotografia aérea conhecida foi obtida por Gaspard Felix Tournachon de um balão a 1.700 pés sobre Paris, em 1858.
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO Balão  Intrepid Intrepid   usado durante a batalha  Fair of Oaks  por ocasião da Guerra Civil Americana em 1 de Junho de 1862.
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO Em 1903, Julius Neubronner patenteou uma câmara para pombos correios que pesava 70 g.
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO 1ª Guerra Mundial Reconhecimento fotográfico aéreo Trincheiras na 1ª G.M.
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO 2ª Guerra Mundial
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO 2ª Guerra Mundial Base de lançamento de mísseis em Pennemunde,  na Alemanha
 
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO Equipamento Fotogramétrico  Boeing B-29 Bikini Atoll
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO U-2 San Cristobal, Cuba 14 DE OUTUBRO DE 1962
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO Lockheed SR-71 avião de reconhecimento.  Pode voar a mais do que 21.000m acima do nível do mar e atingir velocidade maior do que 3200 Km/h SR-71
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO Satélites
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO Primeiros Programas-Satélites •  CORONA: EUA •  ZENIT: URSS Objetivos: 1) Obter informações sobre o território inimigo; 2) Comunicações 3) Interceptar informações do inimigo 4) Espionagem
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO Câmera CORONA (1960)
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO Primeiros Satélites Meteorológicos TIROS 1960 Fotografia do satélite TIROS 7, 1963
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO Primeiro Satélite Imageador de Recursos Naturais (1972) Lançamento da série Landsat, chamado  Earth Resources Technology Satellite  ( ERTS-1)
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO ERTS-1 (LandSat 1)  Baseado na plataforma Nimbus (Meteorológico) Essa estrutura foi utilizada ainda nos LandSat 2 e 3 A partir do LanSat 4 foi desenvolvida uma estrutura própria
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO Desenvolvimento Tecnológico TIROS 1960 US V-2 1947 Landsat  1972 Landsat  1974 - 1999 SPOT  1986 - 1999 Ikonos 1999 QuickBird 2001 World View 2006 Linha do Tempo
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO “ Congestionamento Espacial” O espaço está ficando congestionado com as trajetórias dos inúmeros objetos espaciais em órbita. Uma maneira de administrar a sucata espacial é mandar foguetes e satélites obsoletos para “órbitas-cemitérios”, além de suas posições originais. A maior parte dos objetos grandes o bastante para serem detectados por radares orbita a Terra além do alcance de ônibus espaciais e da estação espacial. Mas, em várias regiões, eles ameaçam os satélites.
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO
HISTÓRICO DO SENSORIAMENTO REMOTO
 
 
 
 
Eletronuclear Nuclear de Angra dos Reis
Eletronuclear Nuclear de Angra dos Reis ANGRA 2 ANGRA 1
ESTACIONAMENTO
DEPÓSITO DE LIXO ATÔMICO
Dados: Raster x Vetoriais
RASTER   Um arquivo raster é criado por uma série de pontos, chamados "Pixels" organizados em linhas e colunas. Um scanner captura uma imagem atribuindo uma linha, uma coluna e um valor de cor (branco e preto, escala de cinza ou cor) a cada ponto.  Como um arquivo raster é criado por uma série de pontos independentes, ele é essencialmente um arquivo "burro". É uma "fotografia" do documento.
Imagens Raster
RASTER   Um outro conceito associado a imagens raster é RESOLUÇÃO.  O padrão internacional para se medir o grau de perfeição de uma imagem raster é dizer com quantos PONTOS-POR-POLEGADA (em Inglês dots-per-inch ou DPI) a imagem foi gerada. Isto significa que uma digitalização de 300 DPI tem 90.000 pontos (ou pixels) por polegada quadrada.   1” = 2,54 cm
Dados Vetoriais Vetores são entidades definidas matematicamente como uma série de pontos unidos por linhas. Cada vetor é uma entidade independente com propriedades como cor, forma, contorno, tamanho e posição na tela, incluídas na sua definição.  Linha Polígono Ponto
Inicialmente, todos os arquivos scanneados estão no formato raster.  VETORIZAÇÃO é o processo de conversão de arquivos raster em arquivos vetoriais. Arquivo Raster Arquivo Vetorial VETORIZAÇÃO
Arquivo Raster VETORIZAÇÃO
Arquivo Vetorial
Imagem digital SENSOR ÓPTICO IMAGEM MATRIZ  DE  PIXELS
Definição “Pixel” Abreviação do termo em inglês  Picture x Element , usado como escala básica ou unidade de medida para se dimensionar altura, largura e definição de uma imagem.  Pixel
TRATAMENTO DE IMAGENS CLASSIFICAÇÃO GEORREFERENCIAMENTO FILTRAGEM IMAGEM ORIGINAL SEGMENTAÇÃO REALCE DE CONTRASTE
Aplicações do  SR
Prospecção mineral e de petróleo; Cartografia; Planejamento e monitoramento do uso do solo; Manejo de pastagens e florestas; Agricultura; Recursos hídricos; Controle de poluição; Monitoramento ambiental; etc.
Imagens Landsat  - Desmatamento na Amazônia (1975 - 1986)
1991  -  Incêndio nos Campos de Petróleo do Kwait  (Landsat TM5)
Cheia do Rio Mississipi – Landsat TM5
Fonte: Clark  et al.  1995 Imagem AVIRIS
Imagem ASTER Manaus, 7 a 18 de Janeiro de 2008 Azul: kaolinita, Vermelho: alunita, Verde claro: calcita, Verde escuro: alunita+kaolinita, Ciano: montmorillonita, etc.
NECESSIDADES CARTOGRÁFICAS
ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA Ações policiais Ações estratégicas Ações táticas
CONCLUSÃO

Geoprocessamento

  • 1.
    Faculdade Projeção Cursode Geografia Disciplina: Geoprocessamento Introdução ao SR
  • 2.
    Objetivos Definir SensoriamentoRemoto (SR) Definir imagem digital e seu menor elemento de formação (pixel) Descrever as diversas aplicações do SR Diferenciar absorção, reflexão, emissão e transmissão de energia eletromagnética
  • 3.
    SUMÁRIO Introdução Definições Histórico; Conceitos básicos; Arquivos Raster x Vetoriais; Aplicações do SR; Interações da energia eletromagnética (absorção, reflexão, emissão e transmissão de energia eletromagnética); Conclusão.
  • 4.
    O QUE ÉSENSORIAMENTO REMOTO É a tecnologia que permite a aquisição de informações sobre os objetos sem contato físico com eles. Definição muito ampla Desta forma, poder-se-ia considerar, por exemplo, um telescópio como instrumento sensor. O ser humano não deve ser parte essencial do processo de detecção e registro dos dados.
  • 5.
    O QUE ÉSENSORIAMENTO REMOTO É a utilização de sensores para a aquisição de informações sobre objetos ou fenômenos sem que haja contato direto entre eles. Transferência de dados do objeto para o sensor feita através de energia : Energia acústica (sonares, sismógrafos, etc...); Energia gravitacional (gravímetros); energia eletromagnética (radiômetros).
  • 6.
    O QUE ÉSENSORIAMENTO REMOTO É a ciência de derivar informações a respeito de um objeto a partir de medidas feitas a distância, sem entrar em contato com o mesmo (Schowengerdt, 1983)
  • 7.
    O QUE ÉSENSORIAMENTO REMOTO É a ciência e a arte de obter informação sobre um objeto, área ou fenômeno através da análise de dados adquiridos por um instrumento que não está em contato com o objeto, área ou fenômeno sob investigação (Lillesand and Kiefer, 1994)
  • 8.
    O QUE ÉSENSORIAMENTO REMOTO Fussel et al., 1986: aquisição, coleta ou registro sem necessidade de entrar em contato com o objeto; Utilização de regiões do espectro eletromagnético (tipicamente, mas não exclusivamente); Uso de instrumentos localizados em plataformas móveis; e transformação simbólica dos dados coletados por meio de técnicas de interpretação e/ou técnicas de reconhecimento de padrões utilizando computadores.
  • 9.
    DEFINIÇÃO DE SENSORIAMENTO REMOTO Definição Clássica de Sensoriamento Remoto Conjunto de técnicas relacionadas à aquisição, processamento, análise e interpretação de imagens obtidas de qualquer objeto ou fenômeno da superfície terrestre, ou mesmo planetária, sem que haja um contato físico de qualquer espécie entre o sensor e o objeto .
  • 10.
    DEFINIÇÃO CIENTÍFICA DE SENSORIAMENTO REMOTO (...SEM QUE HAJA UM CONTATO FÍSICO DO SENSOR COM O OBJETO) Exigência ausência de matéria no espaço entre o objeto e o sensor Consequência a informação sobre o objeto é possível de ser transportada pelo espaço vazio Processo o elo de comunicação entre o objeto e o sensor é a Radiação Eletromagnética , a única forma de energia capaz de trafegar pelo vácuo Definição Científica SENSORIAMENTO REMOTO É UMA TÉCNICA CIENTÍFICA QUE MEDE A TROCA DE INTERAÇÃO ENERGÉTICA DA RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA COM OS MATERIAIS TERRESTRES
  • 11.
    OS DIVERSOSSISTEMAS DE SENSORIAMENTO REMOTO 1. FONTES REM SOL REFLECTÂNCIA TERRA EMITÂNCIA ANTENA EMISSÃO PULSO REM 2. ALVOS TERRESTRES REFLETEM EMITEM RETROESPALHAM 3. ATMOSFERA ABSORVE E ESPALHA 4. PLATATORMAS SATÉLITE E AERONAVES 5. SENSORES ÓPTICOS, TERMAIS MICROONDAS sensor passivo fonte natural Sol sensor ativo fonte artificial Antena fonte natural Terra reflectância emitância retroespalhamento
  • 12.
    IMAGENS DE SENSORIAMENTOREMOTO visível infravermelho terma l radar
  • 13.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO Em geral, costuma-se dividir a história do sensoriamento remoto em duas fases principais, segundo o uso de sistemas sensores: de 1860 a 1960 - baseado em fotografias aéreas de 1960 até o presente - baseado em múltiplos sensores
  • 14.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO FOTOGRAFIAS AÉREAS
  • 15.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO A primeira fotografia,tirada pelo francês Joseph Nicephore Niepce em 1827. A exposição durou 8 horas.
  • 16.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO Louis Jacques Mande Daguerre
  • 17.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO Capitólio, 1846. Abraham Lincoln, 1864.
  • 18.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO A primeira fotografia aérea conhecida foi obtida por Gaspard Felix Tournachon de um balão a 1.700 pés sobre Paris, em 1858.
  • 19.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO Balão Intrepid Intrepid usado durante a batalha Fair of Oaks por ocasião da Guerra Civil Americana em 1 de Junho de 1862.
  • 20.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO Em 1903, Julius Neubronner patenteou uma câmara para pombos correios que pesava 70 g.
  • 21.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO 1ª Guerra Mundial Reconhecimento fotográfico aéreo Trincheiras na 1ª G.M.
  • 22.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO 2ª Guerra Mundial
  • 23.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO 2ª Guerra Mundial Base de lançamento de mísseis em Pennemunde, na Alemanha
  • 24.
  • 25.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO Equipamento Fotogramétrico Boeing B-29 Bikini Atoll
  • 26.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO U-2 San Cristobal, Cuba 14 DE OUTUBRO DE 1962
  • 27.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO Lockheed SR-71 avião de reconhecimento. Pode voar a mais do que 21.000m acima do nível do mar e atingir velocidade maior do que 3200 Km/h SR-71
  • 28.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO Satélites
  • 29.
  • 30.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO Primeiros Programas-Satélites • CORONA: EUA • ZENIT: URSS Objetivos: 1) Obter informações sobre o território inimigo; 2) Comunicações 3) Interceptar informações do inimigo 4) Espionagem
  • 31.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO Câmera CORONA (1960)
  • 32.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO Primeiros Satélites Meteorológicos TIROS 1960 Fotografia do satélite TIROS 7, 1963
  • 33.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO Primeiro Satélite Imageador de Recursos Naturais (1972) Lançamento da série Landsat, chamado Earth Resources Technology Satellite ( ERTS-1)
  • 34.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO ERTS-1 (LandSat 1) Baseado na plataforma Nimbus (Meteorológico) Essa estrutura foi utilizada ainda nos LandSat 2 e 3 A partir do LanSat 4 foi desenvolvida uma estrutura própria
  • 35.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO Desenvolvimento Tecnológico TIROS 1960 US V-2 1947 Landsat 1972 Landsat 1974 - 1999 SPOT 1986 - 1999 Ikonos 1999 QuickBird 2001 World View 2006 Linha do Tempo
  • 36.
    HISTÓRICO DO SENSORIAMENTOREMOTO “ Congestionamento Espacial” O espaço está ficando congestionado com as trajetórias dos inúmeros objetos espaciais em órbita. Uma maneira de administrar a sucata espacial é mandar foguetes e satélites obsoletos para “órbitas-cemitérios”, além de suas posições originais. A maior parte dos objetos grandes o bastante para serem detectados por radares orbita a Terra além do alcance de ônibus espaciais e da estação espacial. Mas, em várias regiões, eles ameaçam os satélites.
  • 37.
  • 38.
  • 39.
  • 40.
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44.
    Eletronuclear Nuclear deAngra dos Reis ANGRA 2 ANGRA 1
  • 45.
  • 46.
  • 47.
    Dados: Raster xVetoriais
  • 48.
    RASTER Um arquivo raster é criado por uma série de pontos, chamados "Pixels" organizados em linhas e colunas. Um scanner captura uma imagem atribuindo uma linha, uma coluna e um valor de cor (branco e preto, escala de cinza ou cor) a cada ponto. Como um arquivo raster é criado por uma série de pontos independentes, ele é essencialmente um arquivo "burro". É uma "fotografia" do documento.
  • 49.
  • 50.
    RASTER Um outro conceito associado a imagens raster é RESOLUÇÃO. O padrão internacional para se medir o grau de perfeição de uma imagem raster é dizer com quantos PONTOS-POR-POLEGADA (em Inglês dots-per-inch ou DPI) a imagem foi gerada. Isto significa que uma digitalização de 300 DPI tem 90.000 pontos (ou pixels) por polegada quadrada. 1” = 2,54 cm
  • 51.
    Dados Vetoriais Vetoressão entidades definidas matematicamente como uma série de pontos unidos por linhas. Cada vetor é uma entidade independente com propriedades como cor, forma, contorno, tamanho e posição na tela, incluídas na sua definição. Linha Polígono Ponto
  • 52.
    Inicialmente, todos osarquivos scanneados estão no formato raster. VETORIZAÇÃO é o processo de conversão de arquivos raster em arquivos vetoriais. Arquivo Raster Arquivo Vetorial VETORIZAÇÃO
  • 53.
  • 54.
  • 55.
    Imagem digital SENSORÓPTICO IMAGEM MATRIZ DE PIXELS
  • 56.
    Definição “Pixel” Abreviaçãodo termo em inglês Picture x Element , usado como escala básica ou unidade de medida para se dimensionar altura, largura e definição de uma imagem. Pixel
  • 57.
    TRATAMENTO DE IMAGENSCLASSIFICAÇÃO GEORREFERENCIAMENTO FILTRAGEM IMAGEM ORIGINAL SEGMENTAÇÃO REALCE DE CONTRASTE
  • 58.
  • 59.
    Prospecção mineral ede petróleo; Cartografia; Planejamento e monitoramento do uso do solo; Manejo de pastagens e florestas; Agricultura; Recursos hídricos; Controle de poluição; Monitoramento ambiental; etc.
  • 60.
    Imagens Landsat - Desmatamento na Amazônia (1975 - 1986)
  • 61.
    1991 - Incêndio nos Campos de Petróleo do Kwait (Landsat TM5)
  • 62.
    Cheia do RioMississipi – Landsat TM5
  • 63.
    Fonte: Clark et al. 1995 Imagem AVIRIS
  • 64.
    Imagem ASTER Manaus,7 a 18 de Janeiro de 2008 Azul: kaolinita, Vermelho: alunita, Verde claro: calcita, Verde escuro: alunita+kaolinita, Ciano: montmorillonita, etc.
  • 65.
  • 66.
    ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIAAções policiais Ações estratégicas Ações táticas
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