Sistemas de Informações
Geográficas - (SIG)
Professor: M.Sc Benhur da S. Oliveira
ESTADO DE MATO GROSSO
SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE TANGARÁ DA SERRA
FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, AGRÁRIAS E DA SAÚDE
CURSO DE AGRONOMIA
TANGARÁ DA SERRA –MT
MAIO, 2014
SISTEMAS DE INFORMAÇÕES
GEOGRÁFICAS
• Nos tempos romanos, os agrimensores ou medidores de
Terras constituíram importante parte do governo. Com o
Declínio do império romano, houve uma paralisação dos
levantamentos e, como consequência, uma diminuição
substancial da produção de mapas.
• Somente no século XVIII, a civilização européia retomou
novamente a organização do Estado, e muitos governos
realizaram levantamentos sistemáticos. Assim, pode-se
afirmar, sem exageros, que a raiz dos SIGs remonta à
metade do século XVIII, mediante o aparecimento da
cartografia como ciência moderna.
EVOLUÇÃO HISTÓRICA
E
Maiores avanços ...
DEFINIÇÃO DE SIG
DEFINIÇÃO DE SIG
DEFINIÇÃO DE SIG
COMPONENTES DO SIG
TECNOLOGIAS RELACIONADAS COM O SIG
Conceitos de Sensoriamento
Introdução ao Sensoriamento
remoto
Conceitos e Generalidades
 O que vem a ser Sensoriamento remoto ???
Conceitos de Sensoriamento
Conceitos e Generalidades
DEFINIÇÃO:
“A aquisição de informação sobre um
objeto sem que se entre em contato
físico com ele”
Conceitos de Sensoriamento
?
Conceitos e Generalidades
Conceitos de Sensoriamento
?
?
DEFINIÇÃO:
“A aquisição de informação sobre um
objeto sem que se entre em contato físico
com ele”
?
Sensoriamento remoto
“utilização conjunta de sensores, equipamento para processamento
de dados, equipamentos de transmissão de dados colocados a bordo
de aeronaves, espaçonaves, ou outras plataformas, com o objetivo
de estudar eventos, fenômenos e processos que ocorrem na
superfície do planeta Terra a partir do registro e da análise das
interações entre a radiação eletromagnética e as substância que o
compõem em suas mais diversas manifestações.”
Conceitos de Sensoriamento
Origem e evolução do SR
 Dividida em duas fases:
- Primeira fase: (1860-1960) baseia-se no uso das fotografias
aéreas, sendo o primeiro registro efetuado a partir de um balão.
- Segunda Fase: (1960) Integração dos satélites tripulados, que
forneceram as primeiras fotografias orbitais da Terra. Em seguida,
o satélite meteorológico da série TIROS inicia os registros
sistemáticos de imagens da superfície terrestre
Conceitos de Sensoriamento
Sensoriamento remoto
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
 È um ramo da ciência que aborda a obtenção de informações
sobre um determinado alvo ou fenômeno através de um
dispositivo qualquer (colocado em aviões ou satélites) que não
esteja em contato direto com tal alvo ou fenômeno sob
investigação.
 Utiliza-se de técnicas que procuram imitar e expandir a percepção
sensorial humana à distância.
 Mais especificamente, o sensoriamento remoto é ciência de se
obter dados relativos à interação da energia ou radiação
eletromagnética (REM) com objetos, áreas e fenômenos (matéria)
e interpreta-los.
• Comprimento de onda X frequência
Princípios físicos -
Sensoriamento remoto
Princípios físicos -
Sensoriamento remoto
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
 Ondas eletromagnéticas (REM)
- Newton (1672): constatou que um raio luminoso (luz branca), ao
atravessar um prisma, desdobrava-se num feixe colorido - um
espectro de cores
- Após mais estudos observaram que além do “vermelho” visível,
existem radiações invisíveis para os olhos, que passaram a ser
ondas, raios ou ainda radiações infravermelhas.
- Sempre avançando em seus experimentos os cientistas
conseguiram provar que a onda de luz era uma onda
eletromagnética, mostrando que a luz visível é apenas uma das
muitas diferentes espécies de ondas eletromagnéticas.
 O comportamento espectral, (também chamado de assinatura
espectral), dos alvos está relacionado ao processo de interação
entre os objetos e feições terrestres com a REM incidente.
 Este processo depende da estrutura atômica e molecular de cada
alvo. Os elétrons dos materiais estão distribuídos em diferentes
níveis energéticos, em torno dos núcleos de seus átomos.
 Fisiológico / bioquímico / químico
Interação REM x Matéria
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Fatores que interferem a
radiação
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
 Vegetação
Fatores que interferem a
radiação
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Interação REM x Material
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Modos de Aquisição de
informação
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
 Fonte de energia: para o Sensoriamento Remoto, o SOL é a principal fonte,
nas não é a única.
 O sensor: capta a energia que é refletida ou emitida pela superfície terrestre,
e a registra. Esses sensores podem ser:
Princípio do Sensoriamento Remoto
REM – Radiação EletroMagnética
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Princípio do Sensoriamento Remoto
REM – Radiação EletroMagnética
I
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Princípio do Sensoriamento Remoto
REM – Radiação EletroMagnética
INTERAÇÃO COM A
SUPERFÍCIE
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Princípio do Sensoriamento Remoto
REM – Radiação EletroMagnética
R
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Princípio do Sensoriamento Remoto
REM – Radiação EletroMagnética
R
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Princípio do Sensoriamento Remoto
REM – Radiação EletroMagnética
RECEPÇÃO DOS DADOS
PELAS ESTAÇÕES
Sinais transformados em
dados na forma de gráficos,
tabelas e imagens
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Sensores Remotos
• Os equipamentos denominados sensores
remotos são aqueles que produzem dados a
partir da emissão e reflexão da energia.
• Podem ser classificados de 3 formas:
– Quanto à plataforma
– Quanto à fonte de energia
– Quanto ao tipo de dados
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Sistemas Sensores
• Quanto à plataforma
– Orbital
– Aérea
– Terrestre
• Quanto à fonte de energia
– Passivos
– Ativos
• Quanto ao tipo de dados
– Imageadores
– Não-imageadores
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Sistemas Sensores
• Quanto à plataforma
– Orbital
– Aérea
– Terrestre
• Quanto à fonte de energia
– Passivos
– Ativos
• Quanto ao tipo de dados
– Imageadores
– Não-imageadores
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Sensores remotos de plataforma terrestre
Amprobe TMA10A e
TMA40-A
Medidores de temperatura,
umidade e fluxo de ar em
sistemas AVAC residenciais,
comerciais e industriais
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Sensores remotos de plataforma terrestre
Agricultura de Precisão
Sensores acoplados à uma
câmara digital permitem
analisar a parte visível e o
infravermelho colorido do
espectro das plantas.
A tecnologia permite um
melhor entendimento,
caracterização e
mapeamento dos estresses
hídricos e de nitrogênio,
além de um controle mais
eficiente e racional das áreas
de produção e dos insumos
agrícolas.
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Sensores remotos de plataforma aerotransportada
• Fotografias aéreas
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Sensores remotos de plataforma orbitais
• Imagens de satélite
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Sistemas Sensores
• Quanto à plataforma
– Orbital
– Aérea
– Terrestre
• Quanto à fonte de energia
– Passivos
– Ativos
• Quanto ao tipo de dados
– Imageadores
– Não-imageadores
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Sensores remotos passivos e ativos
Passivos  não possuem fonte própria de
radiação. Registram radiação solar refletida ou
radiação emitida pelos alvos. Ex.: Sistemas
fotográficos.
Ativos  possuem sua própria fonte
de radiação eletromagnética,
trabalhando em faixas restritas do
espectro. Ex.: Radares
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Sistemas Sensores
• Quanto à plataforma
– Orbital
– Aérea
– Terrestre
• Quanto à fonte de energia
– Passivos
– Ativos
• Quanto ao tipo de dados
– Imageadores
– Não-imageadores
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Sensores remotos imageadores
Obtém-se uma imagem da superfície observada como resultado.
Fornecem informações sobre a variação espacial da resposta
espectral da superfície observada.
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Sensores remotos não imageadores
Não geram imagem da superfície observada:
Espectrorradiômetros (assinatura espectral) e
radiômetros (saída em dígitos ou gráficos).
Essenciais para aquisição de informações
precisas sobre o comportamento espectral
dos objetos.
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
Fontes produtoras de imagem:
Imagens de satélite
CURIOSIDADE:
• 13.000 satélites em orbita a Terra
• 3.500 estão funcionando realmente;
• 9.500 classificado como lixo espacial,
• 20.000 já caíram quando sua vida útil expirou.
(dados do On-line Satellite Calculations)
Finalidade dos satélites:
 Observação;
 Transmissão e comunicação;
 Científico;
 Meteorológico
 Comunicação (celular, internet);
 Navegação (GPS);
 Militar;
Finalidade dos satélites:
 Observação;
 Transmissão e comunicação;
 Científico;
 Meteorológico
 Comunicação (celular, internet);
 Navegação (GPS);
 Militar;
Finalidade dos satélites:
 Observação;
 Transmissão e comunicação;
 Científico;
 Meteorológico
 Comunicação (celular, internet);
 Navegação (GPS);
 Militar;
Finalidade dos satélites:
 Observação;
 Transmissão e comunicação;
 Científico;
 Meteorológico
 Comunicação (celular, internet);
 Navegação (GPS);
 Militar;
Finalidade dos satélites:
 Observação;
 Transmissão e comunicação;
 Científico;
 Meteorológico
 Comunicação (celular, internet);
 Navegação (GPS);
 Militar;
Finalidade dos satélites:
 Observação;
 Transmissão e comunicação;
 Científico;
 Meteorológico
 Comunicação (celular, internet);
 Navegação (GPS);
 Militar;
Finalidade dos satélites:
 Observação;
 Transmissão e comunicação;
 Científico;
 Meteorológico
 Comunicação (celular, internet);
 Navegação (GPS);
 Militar;
Finalidade dos satélites:
 Observação;
 Transmissão e comunicação;
 Científico;
 Meteorológico
 Comunicação (celular, internet);
 Navegação (GPS);
 Militar;
Resolução das imagens de satélite
• As resoluções definem as capacidades
atribuídas aos sensores remotos a bordo dos
satélites
– Resolução espacial
– Resolução espectral
– Resolução temporal
– Resolução radiométrica
Resolução Espacial
• Capacidade do sistema
sensor “enxergar”
objetos na superfície
terrestre
• Quanto menor o objeto
possível de ser visto,
maior a resolução
espacial
• Esta relacionado com o
tamanho do pixel
300dpi
600dpi
Resolução Espacial
300dpi
600dpi
Resolução Espacial
Resolução Espacial
Resolução Espacial
Landsat-5  Res. Espacial = 30m
GEOEYE-1  Res. Espacial = 41cm
Resolução Espectral
• É referida a sensores multiespectrais
(sensores que geram dados em diversas
faixas do espectro eletromagnético,
simultaneamente)
• Está vinculado ao número de bandas
espectrais e o intervalo de comprimento de
onda em que cada uma atua
Resolução espectral
LANDSAT 5 – SENSOR TM (Thematic Mapper)
Bandas espectrais
Banda 1 - Azul (0,450 - 0,520 цm)
Banda 2 - Verde (0,520 - 0,600 цm)
Banda 3 - Vermelho (0,630 - 0,690 цm)
Banda 4 - Infravermelho próximo (0,760 - 0,900 цm)
Banda 5 - Infravermelho médio (1,550 - 1,750 цm)
Banda 6 - Infravermelho termal (10,40 - 12,50 цm)
Banda 7 - Infravermelho médio (2,080 - 2,350 цm)
Banda 1 Banda 2 Banda
3
Resolução espectral
LANDSAT 5 – SENSOR TM (Thematic Mapper)
Bandas espectrais
Banda 1 - Azul (0,450 - 0,520 цm)
Banda 2 - Verde (0,520 - 0,600 цm)
Banda 3 - Vermelho (0,630 - 0,690 цm)
Banda 4 - Infravermelho próximo (0,760 - 0,900 цm)
Banda 5 - Infravermelho médio (1,550 - 1,750 цm)
Banda 6 - Infravermelho termal (10,40 - 12,50 цm)
Banda 7 - Infravermelho médio (2,080 - 2,350 цm)
6
7
5
4
Resolução Espectral
• Um sistema sensor de alta resolução
espectral é aquele que tem uma
grande quantidade de bandas com
larguras espectrais pequenas
Resolução Espectral
Sensor 2  poucas bandas com
intervalos maiores
Sensor 1  grande numero de
bandas com intervalos pequenos
Resolução Espectral
Sensor 1 > Sensor 2
É possível discriminar melhor os
alvos, pois pode-se observar o
mesmo alvo em grande quantidade
de intervalos diferentes no
espectro eletromagnetico
Resolução Espectral
Satélite Resolução espectral (bandas - цm)
Landsat Banda 1 (0,45-0,52); Banda 2 (0,52-0,6); Banda 3 (0,63-
0,69); Banda 4 (0,76-0,9); Banda 5 (1,55-1,75); Banda 6
(10,4-12,5); Banda 7(2,08-2,35)
SPOT Banda 1(0,5 - 0,59); Banda 2(0,61-0,68); Banda 3(0,79-
0,89); Banda 4 (0,51-0,73)
IKONOS Banda 1(0,45-0,52); Banda 2(0,52-0,60); Banda 3(0,63-
0,69)
Banda 4(0,76-0,90)
CBERS
Sensor CCD
Banda1 (0,45-0,52); Banda 2 (0,52-0,59), Banda 3 (0,63-
0,69); Banda 4 (0,77-0,73), Banda 5 (0,51-0,73 – PAN)
Radarsat Banda C (5.3 GHz)
Geoeye Banda 1 (0,45-0,52); Banda 2 (0,52-0,60); Banda 3 (0,625-
0,695); Banda 4 (0,76-0,9); Banda 5(0,45-0,9 – PAN)
Resolução Radiométrica
• A resolução radiométrica é dada pelo
número de níveis digitais (“bits”) usados
para expressar os dados coletados pelo
sensor.
• Quanto maior o número de níveis de cinza ,
maior é a resolução radiométrica.
– Por exemplo, uma resolução de 10 bits (1024
níveis digitais) é melhor que uma de 8 bits.
Resolução Radiométrica
2 bits = 4 níveis de cinza 8 bits = 256 niveis de cinza
Resolução Radiométrica
Resolução Radiométrica
Resolução Temporal
• Período de tempo em que o satélite volta a revisitar uma mesma
área
• Varia de acordo com os
objetivos fixados para o
sensor
– SPOT – 26 dias
– LANDSAT – 16 dias
– NOAA* – 12 horas
– Meteosat, GOES etc.* – 30’
* Satélites Metereológicos
Características dos satélites:
Instituição Responsável
País/Região
Lançamento
Situação Atual
Órbita
Altitude
Inclinação
Tempo de Duração da Órbita
Horário de Passagem
Período de Revisita
Instrumentos Sensores
Responsável pelo lançamento e coleta
de dados
Responsável pelo lançamento
Quando foi enviado ?
Inativo, Ativo/Em atividade
POLAR. CIRCULAR E HELIOSSÍNCRONA
Distancia da superfície da terra
Em relação a superfície da terra
Passagem no mesmo ponto, durante o
dia
http://www.satview.org/br/decay.php
Passagem no mesmo ponto
“MARCA” DO SENSOR
SENSORES:
Resolução:
• Espectral
• Espacial
• Radiométria
• Temporal
Marginal Tietê
IKONOS
Mucugê, Ibicoara - BA
IKONOS
DADOS ESPACIAIS
MODELOS DE DADOS ESPACIAIS
VER:
http://monitoramento.sema.mt.gov.br/simlam/WindowOpenResizable.aspx?WindowO
pen=http://monitoramento.sema.mt.gov.br/navegadorunificado/navegadorgeo.html&i
dRetorno=&acao=
MODELOS DE DADOS ESPACIAIS
MODELOS DE DADOS ESPACIAIS
MODELOS DE DADOS ESPACIAIS
MODELOS DE DADOS ESPACIAIS
Matriz X Vetor
Conversão: matriz em vetor
• Vetorização
16/10/2024 86
Imagem de Rastreio
 A imagem de rastreio, ou raster, é a representação em
duas dimensões de uma imagem como um conjunto
finito de pontos definidos por valores numéricos,
formando uma matriz matemática ou malha de pontos,
onde cada ponto é um pixel.
 “comum”
Conceitos de Sensoriamento
Imagem de Rastreio
Forma mais adequada para representa feições ou
fenômenos contínuos no espaço, como: elevação,
precipitação, declividade.
 Adequado para armazenar e manipular imagens de
sensoriamento remoto.
Formato compatível com dados oriundos de scanners
e sensores remotos (Perda da resolução, quando
modificado)
Conceitos de Sensoriamento
Imagem - COR
Imagem matricial (RASTER)
Imagem - COR
Imagem matricial (RASTER)
Imagem – Matriz de atributos
Imagem matricial (RASTER)
Imagem - ATRIBUTOS
Imagem matricial (RASTER)
1 3 4 4 4
2 1 3 4 4
2 1 1 3 4
2 2 1 3 4
Imagem matricial (RASTER)
• Tons de cinza: atributo  brilho
Branco
100%
Branco
95%
Branco
85%
Branco
75%
Branco
65%
Branco
50%
Branco
35%
Branco
25%
Branco
15%
Branco
5%
Branco
0%
0%
Preto
5%
Preto
15%
Preto
25%
Preto
35%
Preto
50%
Preto
65%
Preto
75%
Preto
85%
Preto
95%
Preto
100%
Preto
Dados matriciais (RASTER)
• Cada pixel na imagem raster é identificado
por:
– Posição
• Número da coluna
• Número da linha
– Atributo
• Valor de matiz, saturação e/ou brilho
Imagem - ATRIBUTOS
Imagem matricial (RASTER)
1 3 4 4 4
2 1 3 4 4
2 1 1 3 4
2 2 1 3 4
Cor associada a
classificação
Dados matriciais (RASTER)
Brilho associado à elevação
Dados matriciais (RASTER)
Imagem vetorial
 As representações vetoriais, têm em comum o fato de
que os domínios espaciais são representados por
conjuntos de traços, deslocamentos ou vetores,
adequadamente referenciados.
 Mais usado na topografia
Conceitos de Sensoriamento
Imagem vetorial
 Está associada à escala de representações de uma
carta (não sofrendo influência)
 Mapas esquemáticos, croquis, representações
gráficas.
Conceitos de Sensoriamento
remoto
• Redes: Exemplo – Distribuição de água
Dados vetoriais: exemplos
Matriz X Vetor
Modelos matriciais X vetoriais
MATRIZ
• Precisa de muita memória para
armazenar e processar os mapas
em níveis de resolução espacial
com a mesma precisão requerida
pelo modelo vetorial
• Múltiplas sobreposição de mapas
são mais ágeis e fáceis
• As imagens são relativamente
fáceis de conceituar como um
método de representação do
espaço
VETOR
• Necessita de áreas menores
para armazenamento e
também melhor qualidade das
saídas gráficas (questão
estética
• Os sistemas comerciais de SIG
dão preferência para
implementar o modelo
vetorial
• Vetores são difíceis de
classificar e conceituar
• Os dois modelos são passíveis de conversão entre si.
– A conversão do sentido vetorial para matricial é mais fácil
de ser realizada.
– A conversão no sentido matricial para vetorial apresenta
um grau maior de complexidade
Modelos matriciais X vetoriais
Conversão: matriz em vetor
104
VETORIZAÇÃO Imagem Raster
Conversão: matriz em vetor
105
VETORIZAÇÃO Imagem Raster
Vetor
Conversão: matriz em vetor
106
VETORIZAÇÃO
• Manual
• Automática
• Semi-Automática
Imagem Raster
Vetor
Conversão: matriz em vetor
• Vetorização manual
– O operador faz interferência constante
– Utiliza-se mesa digitalizadora ou softwares
especializados
107
Conversão: matriz em vetor
• Vetorização automática
– Totalmente automática
– Extremamente rápida
– Aconselhável para mapas que não possuam
cruzamentos de linhas, textos e símbolos
– Preparação do original
• Vetorização semi-automática
– Imagem digital na tela
– Perseguição das feições raster com o cursor
– Mais produtivo que a mesa digitalizadora
108
Conversão: matriz em vetor
• Vetorização automática
109
CICLOS DO SIG
FUNÇÕES DO SIG
FUNÇÕES DO SIG
IMPORTÂNCIA DO SIG
APLICAÇÕES DO SIG
FUTURO DO SIG
FUTURO DO SIG
• “O Estado tem de se aproximar do cidadão. Os
métodos de consulta à informação
administrativa e a forma de diálogo entre o
cidadão e o Estado devem ser transformados,
face aos instrumentos que as novas
tecnologias oferecem. Uma componente
fundamental dessa transformação é a
comunicação electrónica com a administração
pública e o acesso aos registos de Informação
de carácter público pela mesma via.”
FUTURO DO SIG
“As novas condições tecnológicas permitem
substituir o procedimento anterior, em que os
cidadãos tinham de requerer à Administração
acesso aos seus arquivos, por um novo modelo
em que os arquivos digitais são abertos em
redes electrónicas, para que os cidadãos se
sirvam livremente deles em função das suas
necessidades”

Aula 10_SIG + Sensoriamento remoto.pptx

  • 1.
    Sistemas de Informações Geográficas- (SIG) Professor: M.Sc Benhur da S. Oliveira ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE TANGARÁ DA SERRA FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, AGRÁRIAS E DA SAÚDE CURSO DE AGRONOMIA TANGARÁ DA SERRA –MT MAIO, 2014
  • 2.
  • 3.
    • Nos temposromanos, os agrimensores ou medidores de Terras constituíram importante parte do governo. Com o Declínio do império romano, houve uma paralisação dos levantamentos e, como consequência, uma diminuição substancial da produção de mapas. • Somente no século XVIII, a civilização européia retomou novamente a organização do Estado, e muitos governos realizaram levantamentos sistemáticos. Assim, pode-se afirmar, sem exageros, que a raiz dos SIGs remonta à metade do século XVIII, mediante o aparecimento da cartografia como ciência moderna. EVOLUÇÃO HISTÓRICA
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
    Conceitos e Generalidades O que vem a ser Sensoriamento remoto ??? Conceitos de Sensoriamento
  • 14.
    Conceitos e Generalidades DEFINIÇÃO: “Aaquisição de informação sobre um objeto sem que se entre em contato físico com ele” Conceitos de Sensoriamento ?
  • 15.
    Conceitos e Generalidades Conceitosde Sensoriamento ? ? DEFINIÇÃO: “A aquisição de informação sobre um objeto sem que se entre em contato físico com ele” ?
  • 16.
    Sensoriamento remoto “utilização conjuntade sensores, equipamento para processamento de dados, equipamentos de transmissão de dados colocados a bordo de aeronaves, espaçonaves, ou outras plataformas, com o objetivo de estudar eventos, fenômenos e processos que ocorrem na superfície do planeta Terra a partir do registro e da análise das interações entre a radiação eletromagnética e as substância que o compõem em suas mais diversas manifestações.” Conceitos de Sensoriamento
  • 17.
    Origem e evoluçãodo SR  Dividida em duas fases: - Primeira fase: (1860-1960) baseia-se no uso das fotografias aéreas, sendo o primeiro registro efetuado a partir de um balão. - Segunda Fase: (1960) Integração dos satélites tripulados, que forneceram as primeiras fotografias orbitais da Terra. Em seguida, o satélite meteorológico da série TIROS inicia os registros sistemáticos de imagens da superfície terrestre Conceitos de Sensoriamento
  • 18.
    Sensoriamento remoto Fontes produtorasde imagem: Imagens de satélite  È um ramo da ciência que aborda a obtenção de informações sobre um determinado alvo ou fenômeno através de um dispositivo qualquer (colocado em aviões ou satélites) que não esteja em contato direto com tal alvo ou fenômeno sob investigação.  Utiliza-se de técnicas que procuram imitar e expandir a percepção sensorial humana à distância.  Mais especificamente, o sensoriamento remoto é ciência de se obter dados relativos à interação da energia ou radiação eletromagnética (REM) com objetos, áreas e fenômenos (matéria) e interpreta-los.
  • 19.
    • Comprimento deonda X frequência Princípios físicos - Sensoriamento remoto
  • 20.
    Princípios físicos - Sensoriamentoremoto Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite  Ondas eletromagnéticas (REM) - Newton (1672): constatou que um raio luminoso (luz branca), ao atravessar um prisma, desdobrava-se num feixe colorido - um espectro de cores - Após mais estudos observaram que além do “vermelho” visível, existem radiações invisíveis para os olhos, que passaram a ser ondas, raios ou ainda radiações infravermelhas. - Sempre avançando em seus experimentos os cientistas conseguiram provar que a onda de luz era uma onda eletromagnética, mostrando que a luz visível é apenas uma das muitas diferentes espécies de ondas eletromagnéticas.
  • 21.
     O comportamentoespectral, (também chamado de assinatura espectral), dos alvos está relacionado ao processo de interação entre os objetos e feições terrestres com a REM incidente.  Este processo depende da estrutura atômica e molecular de cada alvo. Os elétrons dos materiais estão distribuídos em diferentes níveis energéticos, em torno dos núcleos de seus átomos.  Fisiológico / bioquímico / químico Interação REM x Matéria Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 22.
    Fatores que interferema radiação Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite  Vegetação
  • 23.
    Fatores que interferema radiação Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 24.
    Interação REM xMaterial Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 25.
    Modos de Aquisiçãode informação Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite  Fonte de energia: para o Sensoriamento Remoto, o SOL é a principal fonte, nas não é a única.  O sensor: capta a energia que é refletida ou emitida pela superfície terrestre, e a registra. Esses sensores podem ser:
  • 26.
    Princípio do SensoriamentoRemoto REM – Radiação EletroMagnética Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 27.
    Princípio do SensoriamentoRemoto REM – Radiação EletroMagnética I Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 28.
    Princípio do SensoriamentoRemoto REM – Radiação EletroMagnética INTERAÇÃO COM A SUPERFÍCIE Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 29.
    Princípio do SensoriamentoRemoto REM – Radiação EletroMagnética R Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 30.
    Princípio do SensoriamentoRemoto REM – Radiação EletroMagnética R Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 31.
    Princípio do SensoriamentoRemoto REM – Radiação EletroMagnética RECEPÇÃO DOS DADOS PELAS ESTAÇÕES Sinais transformados em dados na forma de gráficos, tabelas e imagens Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 32.
    Sensores Remotos • Osequipamentos denominados sensores remotos são aqueles que produzem dados a partir da emissão e reflexão da energia. • Podem ser classificados de 3 formas: – Quanto à plataforma – Quanto à fonte de energia – Quanto ao tipo de dados Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 33.
    Sistemas Sensores • Quantoà plataforma – Orbital – Aérea – Terrestre • Quanto à fonte de energia – Passivos – Ativos • Quanto ao tipo de dados – Imageadores – Não-imageadores Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 34.
    Sistemas Sensores • Quantoà plataforma – Orbital – Aérea – Terrestre • Quanto à fonte de energia – Passivos – Ativos • Quanto ao tipo de dados – Imageadores – Não-imageadores Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 35.
    Sensores remotos deplataforma terrestre Amprobe TMA10A e TMA40-A Medidores de temperatura, umidade e fluxo de ar em sistemas AVAC residenciais, comerciais e industriais Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 36.
    Sensores remotos deplataforma terrestre Agricultura de Precisão Sensores acoplados à uma câmara digital permitem analisar a parte visível e o infravermelho colorido do espectro das plantas. A tecnologia permite um melhor entendimento, caracterização e mapeamento dos estresses hídricos e de nitrogênio, além de um controle mais eficiente e racional das áreas de produção e dos insumos agrícolas. Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 37.
    Sensores remotos deplataforma aerotransportada • Fotografias aéreas Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 38.
    Sensores remotos deplataforma orbitais • Imagens de satélite Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
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    Sistemas Sensores • Quantoà plataforma – Orbital – Aérea – Terrestre • Quanto à fonte de energia – Passivos – Ativos • Quanto ao tipo de dados – Imageadores – Não-imageadores Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 40.
    Sensores remotos passivose ativos Passivos  não possuem fonte própria de radiação. Registram radiação solar refletida ou radiação emitida pelos alvos. Ex.: Sistemas fotográficos. Ativos  possuem sua própria fonte de radiação eletromagnética, trabalhando em faixas restritas do espectro. Ex.: Radares Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 41.
    Sistemas Sensores • Quantoà plataforma – Orbital – Aérea – Terrestre • Quanto à fonte de energia – Passivos – Ativos • Quanto ao tipo de dados – Imageadores – Não-imageadores Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 42.
    Sensores remotos imageadores Obtém-seuma imagem da superfície observada como resultado. Fornecem informações sobre a variação espacial da resposta espectral da superfície observada. Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 43.
    Sensores remotos nãoimageadores Não geram imagem da superfície observada: Espectrorradiômetros (assinatura espectral) e radiômetros (saída em dígitos ou gráficos). Essenciais para aquisição de informações precisas sobre o comportamento espectral dos objetos. Fontes produtoras de imagem: Imagens de satélite
  • 44.
    Fontes produtoras deimagem: Imagens de satélite
  • 46.
    CURIOSIDADE: • 13.000 satélitesem orbita a Terra • 3.500 estão funcionando realmente; • 9.500 classificado como lixo espacial, • 20.000 já caíram quando sua vida útil expirou. (dados do On-line Satellite Calculations)
  • 48.
    Finalidade dos satélites: Observação;  Transmissão e comunicação;  Científico;  Meteorológico  Comunicação (celular, internet);  Navegação (GPS);  Militar;
  • 49.
    Finalidade dos satélites: Observação;  Transmissão e comunicação;  Científico;  Meteorológico  Comunicação (celular, internet);  Navegação (GPS);  Militar;
  • 50.
    Finalidade dos satélites: Observação;  Transmissão e comunicação;  Científico;  Meteorológico  Comunicação (celular, internet);  Navegação (GPS);  Militar;
  • 51.
    Finalidade dos satélites: Observação;  Transmissão e comunicação;  Científico;  Meteorológico  Comunicação (celular, internet);  Navegação (GPS);  Militar;
  • 52.
    Finalidade dos satélites: Observação;  Transmissão e comunicação;  Científico;  Meteorológico  Comunicação (celular, internet);  Navegação (GPS);  Militar;
  • 53.
    Finalidade dos satélites: Observação;  Transmissão e comunicação;  Científico;  Meteorológico  Comunicação (celular, internet);  Navegação (GPS);  Militar;
  • 54.
    Finalidade dos satélites: Observação;  Transmissão e comunicação;  Científico;  Meteorológico  Comunicação (celular, internet);  Navegação (GPS);  Militar;
  • 55.
    Finalidade dos satélites: Observação;  Transmissão e comunicação;  Científico;  Meteorológico  Comunicação (celular, internet);  Navegação (GPS);  Militar;
  • 56.
    Resolução das imagensde satélite • As resoluções definem as capacidades atribuídas aos sensores remotos a bordo dos satélites – Resolução espacial – Resolução espectral – Resolução temporal – Resolução radiométrica
  • 57.
    Resolução Espacial • Capacidadedo sistema sensor “enxergar” objetos na superfície terrestre • Quanto menor o objeto possível de ser visto, maior a resolução espacial • Esta relacionado com o tamanho do pixel 300dpi 600dpi
  • 58.
  • 59.
  • 60.
  • 61.
  • 62.
    Landsat-5  Res.Espacial = 30m
  • 63.
    GEOEYE-1  Res.Espacial = 41cm
  • 64.
    Resolução Espectral • Éreferida a sensores multiespectrais (sensores que geram dados em diversas faixas do espectro eletromagnético, simultaneamente) • Está vinculado ao número de bandas espectrais e o intervalo de comprimento de onda em que cada uma atua
  • 65.
    Resolução espectral LANDSAT 5– SENSOR TM (Thematic Mapper) Bandas espectrais Banda 1 - Azul (0,450 - 0,520 цm) Banda 2 - Verde (0,520 - 0,600 цm) Banda 3 - Vermelho (0,630 - 0,690 цm) Banda 4 - Infravermelho próximo (0,760 - 0,900 цm) Banda 5 - Infravermelho médio (1,550 - 1,750 цm) Banda 6 - Infravermelho termal (10,40 - 12,50 цm) Banda 7 - Infravermelho médio (2,080 - 2,350 цm) Banda 1 Banda 2 Banda 3
  • 66.
    Resolução espectral LANDSAT 5– SENSOR TM (Thematic Mapper) Bandas espectrais Banda 1 - Azul (0,450 - 0,520 цm) Banda 2 - Verde (0,520 - 0,600 цm) Banda 3 - Vermelho (0,630 - 0,690 цm) Banda 4 - Infravermelho próximo (0,760 - 0,900 цm) Banda 5 - Infravermelho médio (1,550 - 1,750 цm) Banda 6 - Infravermelho termal (10,40 - 12,50 цm) Banda 7 - Infravermelho médio (2,080 - 2,350 цm) 6 7 5 4
  • 67.
    Resolução Espectral • Umsistema sensor de alta resolução espectral é aquele que tem uma grande quantidade de bandas com larguras espectrais pequenas
  • 68.
    Resolução Espectral Sensor 2 poucas bandas com intervalos maiores Sensor 1  grande numero de bandas com intervalos pequenos Resolução Espectral Sensor 1 > Sensor 2 É possível discriminar melhor os alvos, pois pode-se observar o mesmo alvo em grande quantidade de intervalos diferentes no espectro eletromagnetico
  • 69.
    Resolução Espectral Satélite Resoluçãoespectral (bandas - цm) Landsat Banda 1 (0,45-0,52); Banda 2 (0,52-0,6); Banda 3 (0,63- 0,69); Banda 4 (0,76-0,9); Banda 5 (1,55-1,75); Banda 6 (10,4-12,5); Banda 7(2,08-2,35) SPOT Banda 1(0,5 - 0,59); Banda 2(0,61-0,68); Banda 3(0,79- 0,89); Banda 4 (0,51-0,73) IKONOS Banda 1(0,45-0,52); Banda 2(0,52-0,60); Banda 3(0,63- 0,69) Banda 4(0,76-0,90) CBERS Sensor CCD Banda1 (0,45-0,52); Banda 2 (0,52-0,59), Banda 3 (0,63- 0,69); Banda 4 (0,77-0,73), Banda 5 (0,51-0,73 – PAN) Radarsat Banda C (5.3 GHz) Geoeye Banda 1 (0,45-0,52); Banda 2 (0,52-0,60); Banda 3 (0,625- 0,695); Banda 4 (0,76-0,9); Banda 5(0,45-0,9 – PAN)
  • 70.
    Resolução Radiométrica • Aresolução radiométrica é dada pelo número de níveis digitais (“bits”) usados para expressar os dados coletados pelo sensor. • Quanto maior o número de níveis de cinza , maior é a resolução radiométrica. – Por exemplo, uma resolução de 10 bits (1024 níveis digitais) é melhor que uma de 8 bits.
  • 71.
  • 72.
    2 bits =4 níveis de cinza 8 bits = 256 niveis de cinza Resolução Radiométrica
  • 73.
  • 74.
    Resolução Temporal • Períodode tempo em que o satélite volta a revisitar uma mesma área • Varia de acordo com os objetivos fixados para o sensor – SPOT – 26 dias – LANDSAT – 16 dias – NOAA* – 12 horas – Meteosat, GOES etc.* – 30’ * Satélites Metereológicos
  • 75.
    Características dos satélites: InstituiçãoResponsável País/Região Lançamento Situação Atual Órbita Altitude Inclinação Tempo de Duração da Órbita Horário de Passagem Período de Revisita Instrumentos Sensores Responsável pelo lançamento e coleta de dados Responsável pelo lançamento Quando foi enviado ? Inativo, Ativo/Em atividade POLAR. CIRCULAR E HELIOSSÍNCRONA Distancia da superfície da terra Em relação a superfície da terra Passagem no mesmo ponto, durante o dia http://www.satview.org/br/decay.php Passagem no mesmo ponto “MARCA” DO SENSOR
  • 76.
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  • 78.
  • 79.
  • 80.
    MODELOS DE DADOSESPACIAIS VER: http://monitoramento.sema.mt.gov.br/simlam/WindowOpenResizable.aspx?WindowO pen=http://monitoramento.sema.mt.gov.br/navegadorunificado/navegadorgeo.html&i dRetorno=&acao=
  • 81.
  • 82.
  • 83.
  • 84.
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    Conversão: matriz emvetor • Vetorização 16/10/2024 86
  • 87.
    Imagem de Rastreio A imagem de rastreio, ou raster, é a representação em duas dimensões de uma imagem como um conjunto finito de pontos definidos por valores numéricos, formando uma matriz matemática ou malha de pontos, onde cada ponto é um pixel.  “comum” Conceitos de Sensoriamento
  • 88.
    Imagem de Rastreio Formamais adequada para representa feições ou fenômenos contínuos no espaço, como: elevação, precipitação, declividade.  Adequado para armazenar e manipular imagens de sensoriamento remoto. Formato compatível com dados oriundos de scanners e sensores remotos (Perda da resolução, quando modificado) Conceitos de Sensoriamento
  • 89.
    Imagem - COR Imagemmatricial (RASTER)
  • 90.
    Imagem - COR Imagemmatricial (RASTER)
  • 91.
    Imagem – Matrizde atributos Imagem matricial (RASTER)
  • 92.
    Imagem - ATRIBUTOS Imagemmatricial (RASTER) 1 3 4 4 4 2 1 3 4 4 2 1 1 3 4 2 2 1 3 4
  • 93.
    Imagem matricial (RASTER) •Tons de cinza: atributo  brilho Branco 100% Branco 95% Branco 85% Branco 75% Branco 65% Branco 50% Branco 35% Branco 25% Branco 15% Branco 5% Branco 0% 0% Preto 5% Preto 15% Preto 25% Preto 35% Preto 50% Preto 65% Preto 75% Preto 85% Preto 95% Preto 100% Preto
  • 94.
    Dados matriciais (RASTER) •Cada pixel na imagem raster é identificado por: – Posição • Número da coluna • Número da linha – Atributo • Valor de matiz, saturação e/ou brilho
  • 95.
    Imagem - ATRIBUTOS Imagemmatricial (RASTER) 1 3 4 4 4 2 1 3 4 4 2 1 1 3 4 2 2 1 3 4
  • 96.
  • 97.
    Brilho associado àelevação Dados matriciais (RASTER)
  • 98.
    Imagem vetorial  Asrepresentações vetoriais, têm em comum o fato de que os domínios espaciais são representados por conjuntos de traços, deslocamentos ou vetores, adequadamente referenciados.  Mais usado na topografia Conceitos de Sensoriamento
  • 99.
    Imagem vetorial  Estáassociada à escala de representações de uma carta (não sofrendo influência)  Mapas esquemáticos, croquis, representações gráficas. Conceitos de Sensoriamento remoto
  • 100.
    • Redes: Exemplo– Distribuição de água Dados vetoriais: exemplos
  • 101.
  • 102.
    Modelos matriciais Xvetoriais MATRIZ • Precisa de muita memória para armazenar e processar os mapas em níveis de resolução espacial com a mesma precisão requerida pelo modelo vetorial • Múltiplas sobreposição de mapas são mais ágeis e fáceis • As imagens são relativamente fáceis de conceituar como um método de representação do espaço VETOR • Necessita de áreas menores para armazenamento e também melhor qualidade das saídas gráficas (questão estética • Os sistemas comerciais de SIG dão preferência para implementar o modelo vetorial • Vetores são difíceis de classificar e conceituar
  • 103.
    • Os doismodelos são passíveis de conversão entre si. – A conversão do sentido vetorial para matricial é mais fácil de ser realizada. – A conversão no sentido matricial para vetorial apresenta um grau maior de complexidade Modelos matriciais X vetoriais
  • 104.
    Conversão: matriz emvetor 104 VETORIZAÇÃO Imagem Raster
  • 105.
    Conversão: matriz emvetor 105 VETORIZAÇÃO Imagem Raster Vetor
  • 106.
    Conversão: matriz emvetor 106 VETORIZAÇÃO • Manual • Automática • Semi-Automática Imagem Raster Vetor
  • 107.
    Conversão: matriz emvetor • Vetorização manual – O operador faz interferência constante – Utiliza-se mesa digitalizadora ou softwares especializados 107
  • 108.
    Conversão: matriz emvetor • Vetorização automática – Totalmente automática – Extremamente rápida – Aconselhável para mapas que não possuam cruzamentos de linhas, textos e símbolos – Preparação do original • Vetorização semi-automática – Imagem digital na tela – Perseguição das feições raster com o cursor – Mais produtivo que a mesa digitalizadora 108
  • 109.
    Conversão: matriz emvetor • Vetorização automática 109
  • 110.
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  • 112.
  • 113.
  • 114.
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  • 116.
    FUTURO DO SIG •“O Estado tem de se aproximar do cidadão. Os métodos de consulta à informação administrativa e a forma de diálogo entre o cidadão e o Estado devem ser transformados, face aos instrumentos que as novas tecnologias oferecem. Uma componente fundamental dessa transformação é a comunicação electrónica com a administração pública e o acesso aos registos de Informação de carácter público pela mesma via.”
  • 117.
    FUTURO DO SIG “Asnovas condições tecnológicas permitem substituir o procedimento anterior, em que os cidadãos tinham de requerer à Administração acesso aos seus arquivos, por um novo modelo em que os arquivos digitais são abertos em redes electrónicas, para que os cidadãos se sirvam livremente deles em função das suas necessidades”