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Fraternidade Espírita – Fé Caridade e Luz
15 – 10 - 2017
DEFINIÇÃO
A palavra obsessão é, de certo modo, um
termo genérico, pelo qual se designa esta
espécie de fenômeno, cujas principais
variedades são:
a obsessão simples,
a fascinação
e a subjugação.
DEFINIÇÃOOBSESSÃO SIMPLES
237 Entre as dificuldades que apresenta a
prática do Espiritismo (mediunidade), cumpre se
coloque na primeira linha a obsessão, isto é,
o domínio que alguns Espíritos logram
adquirir sobre certas pessoas.
Nunca é praticada senão pelos Espíritos
inferiores, que procuram dominar.
"É a ação persistente que um espírito mau
(inferior ou ignorante) exerce sobre um indivíduo.
Apresenta caracteres muito diversos, desde a
simples influência moral, sem perceptíveis
sinais exteriores.
Até a perturbação completa do organismo e
das faculdades mentais."
238 Os bons Espíritos nenhum constrangimento
infligem.
Aconselham, combatem a influência dos maus e,
se não os ouvimos, retiram-se.
Os maus, ao contrário, se agarram àqueles de
quem podem fazer suas presas.
Se chegam a dominar algum, identificam-se com o
Espírito deste e o conduzem como se fora
verdadeira criança.
02 / 24
s. f.
 Apego excessivo a uma mesma ideia.
 Compulsão.
 Ideia fixa.
 Necessidade intensa.
 Preocupação exagerada com alguma coisa.
DA OBSESSÃO
O Evangelho Segundo o Espiritismo - Cap. 25, item 8Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 237Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 238
obsessão simples
238 Dá-se a obsessão simples quando um Espírito malfazejo
se impõe a um médium, nas comunicações que ele recebe, o
impede de se comunicar com outros Espíritos e se apresenta
em lugar dos que são evocados.
O melhor médium se acha exposto a isso, sobretudo, no
começo, quando ainda lhe falta a experiência necessária, do
mesmo modo que, entre nós homens, os mais honestos
podem ser enganados por velhacos.
Pode-se, pois, ser enganado, sem estar obsidiado.
A obsessão consiste na tenacidade de um Espírito, do qual não
consegue desembaraçar-se a pessoa sobre quem ele atua.
OBSESSÃO SIMPLES
Na obsessão simples, o médium sabe muito bem que se acha presa de
um Espírito mentiroso e este não se disfarça; de nenhuma forma
dissimula suas más intenções e o seu propósito de contrariar.
O médium pode reconhecer sem dificuldade a felonia e, se mantendo
em guarda, raramente será enganado.
Este gênero de obsessão é, portanto, apenas desagradável e não tem
outro inconveniente além do de opor obstáculo às comunicações que
se desejara receber de Espíritos sérios, ou dos afeiçoados.
FASCINAÇÃO
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 238
03 / 24
239 Tem consequências muito mais graves.
É uma ilusão produzida pela ação direta do Espírito sobre o
pensamento do médium e que, de certa maneira, lhe paralisa o
raciocínio, relativamente às comunicações.
O médium fascinado não acredita que o estejam enganando.
O Espírito tem a arte de lhe inspirar confiança cega, que o impede de
ver o embuste e de compreender o absurdo do que escreve, ainda
quando esse absurdo salte aos olhos de toda gente.
A ilusão pode mesmo ir até ao ponto de o fazer achar sublime a
linguagem mais ridícula.
Os grandes termos, caridade, humildade, amor de Deus, lhe servem
como que de carta de crédito, porém, através de tudo isso, deixa
passar alguns sinais de inferioridade, que só o fascinado é incapaz de
perceber.
Por isso mesmo, o que o fascinador mais teme são as pessoas que
veem claro.
Daí o consistir a sua tática, quase sempre, em inspirar ao seu
intérprete o afastamento de quem quer que lhe possa abrir os olhos.
Por esse meio, evitando toda contradição, fica certo de ter razão
sempre.
É errado acreditar que a este gênero de obsessão só
estão sujeitas as pessoas simples e ignorantes.
Dela não se acham isentos nem os homens mais
instruídos nem os mais inteligentes [...].
Efetivamente, graças à ilusão que dela decorre, o Espírito
conduz o indivíduo, como faria com um cego, e pode
levá-lo a aceitar as doutrinas mais estranhas, as teorias
mais falsas, como se fossem a única expressão da
verdade.
Formulais muitas vezes, sobre esses mundos, questões
científicas que tais Espíritos não podem resolver.
Se eles estiverem de boa-fé falarão disso de acordo com suas
ideias pessoais; se forem Espíritos levianos divertir-se-ão em
dar-vos descrições estranhas e fantásticas.”
296 Perguntas sobre os outros mundos.
32ª Que confiança se pode depositar nas descrições que os
Espíritos fazem dos diferentes mundos?
“Depende do grau de adiantamento real dos Espíritos que
dão essas descrições, pois bem deveis compreender que
Espíritos vulgares são tão incapazes de vos informarem a
esse respeito, quanto o é, entre vós, um ignorante, de
descrever todos os países da Terra.
Na Obsessão simples, o Espírito que se agarra à pessoa
não passa de um importuno de quem aquela se
impacienta por desembaraçar-se.
Na Fascinação, a coisa é muito diversa.
Para chegar a tais fins, preciso é que o Espírito seja
destro, ardiloso e profundamente hipócrita, porquanto
não pode operar a mudança e fazer-se acolhido senão
por meio da máscara que toma de um falso aspecto de
virtude.
SUBJUGAÇÃODas Perguntas que se Podem Fazer aos EspíritosFASCINAÇÃO
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 239Livro dos Médiuns - Cap. 26 item 296
04 / 24
Traduz-se, no médium escrevente, por uma necessidade incessante de
escrever, ainda nos momentos menos oportunos.
Vimos alguns que, à falta de pena ou lápis, simulavam escrever com o
dedo, onde quer que se encontrassem, mesmo nas ruas, nas portas, nas
paredes.
Conhecemos um homem que sentia nas costas e nos joelhos uma pressão
enérgica, que o forçava, não obstante a resistência que lhe opunha, a se
ajoelhar e beijar o chão nos lugares públicos e em presença da multidão.
Esse homem passava por louco entre as pessoas de suas relações; porém
tinha consciência plena do ridículo do que fazia contra a sua vontade e com
isso sofria horrivelmente.
240 É uma constrição que paralisa a vontade daquele que a sofre
e o faz agir a seu mau grado.
Numa palavra: o paciente fica sob um verdadeiro jugo.
A Subjugação pode ser moral ou corporal.
No primeiro caso, o subjugado é constrangido a tomar resoluções
muitas vezes absurdas e comprometedoras que, por uma espécie
de ilusão, ele julga sensatas: É como uma fascinação.
No segundo caso, o Espírito atua sobre os órgãos materiais e
provoca movimentos involuntários.
A cura dum lunático
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 240Lucas c 9 vv 38-45
SUBJUGAÇÃO
05 / 24
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 241
A cura dum lunático
Lucas c 9 vv 38-45
38 E eis que um homem dentre a multidão clamou, dizendo: Mestre,
peço-te que olhes para meu filho,
39 pois um espírito se apodera dele, fazendo-o gritar subitamente,
convulsiona-o até escumar e, mesmo depois de o ter quebrantado,
dificilmente o larga.
41 Respondeu Jesus: Traze-me cá o teu filho.
42 Ainda quando ele vinha chegando, o espírito o derrubou e o
convulsionou; mas Jesus repreendeu o espírito imundo, curou o
menino e o entregou a seu pai.
43 E todos se maravilhavam.
Possessão
06 / 24
241 Dava-se outrora o nome de possessão ao império exercido
por maus Espíritos, quando a influência deles ia até a aberração
das faculdades da vítima.
A possessão seria, para nós, sinônimo da subjugação.
Por dois motivos deixamos de adotar esse termo:
Primeiro, porque implica a crença de seres criados para o mal e
perpetuamente votados ao mal, enquanto não há senão, seres
mais ou menos imperfeitos, os quais todos podem melhorar-se.
melhorar-se.
Segundo, porque implica igualmente a ideia do
apoderamento de um corpo por um Espírito estranho,
de uma espécie de coabitação, ao passo que o que há é
apenas constrangimento.
A palavra subjugação exprime perfeitamente a ideia.
Assim, para nós, não há possessos, no sentido vulgar
do termo, há somente obsidiados, subjugados e
fascinados.
Características da ObsessãoPossessão
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 241Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 243
07 / 24
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 244
243 Reconhece-se a obsessão pelas seguintes características:
1ª) persistência de um Espírito em se comunicar, de bom ou mau grado,
pela escrita, pela audição, pela tiptologia etc., opondo-se a que
outros Espíritos o façam;
2ª) ilusão que, não obstante a inteligência do médium, o impede de
reconhecer a falsidade e o ridículo das comunicações que recebe;
3ª) crença na infalibilidade e na identidade absoluta dos Espíritos que
se comunicam e que, sob nomes respeitáveis e venerados, dizem
coisas falsas ou absurdas;
4ª) confiança do médium nos elogios que lhe dispensam os Espíritos
que por ele se comunicam;
5ª) disposição para se afastar das pessoas que podem emitir
opiniões aproveitáveis;
6ª) tomar a mal a crítica das comunicações que recebe;
7ª) necessidade incessante e inoportuna de escrever;
8ª) constrangimento físico qualquer, dominando-lhe a vontade e
forçando-o a agir ou falar a seu mau grado;
9ª) rumores e desordens persistentes ao redor do médium, sendo ele
de tudo a causa, ou o objeto.
Características da Obsessão
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 243
Mediunidade e Obsessão
08 / 24
244 Diante do perigo da obsessão, ocorre perguntar se não é
lastimável ser médium?
Não é a faculdade mediúnica que a provoca?
Não constitui isso uma prova de inconveniência das comunicações
espíritas?
244 Diante do perigo da obsessão, ocorre perguntar se não é
lastimável ser médium?
Não é a faculdade mediúnica que a provoca?
Não constitui isso uma prova de inconveniência das comunicações
espíritas?
Não, não foram os médiuns nem os espíritas que criaram os Espíritos.
Ao contrário, foram os Espíritos que fizeram haja espíritas e médiuns.
Não sendo os Espíritos mais do que as almas dos homens, é claro
que há Espíritos desde quando há homens.
almas
Mediunidade e Obsessão
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 244
Alma
09 / 24
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 244
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 244
244 Diante do perigo da obsessão, ocorre perguntar se não é
lastimável ser médium?
Não é a faculdade mediúnica que a provoca?
Não constitui isso uma prova de inconveniência das comunicações
espíritas?
Alma
Inteligência
Mente
Pensamentos
Felizes
Caridade
Vaidade
Egoismo
Amor
Justiça
Infelizes
Orgulho
O
B
S
E
S
S
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D
E
S
O
B
S
E
S
S
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O
10 / 24
Por conseguinte, desde todos os tempos eles
exerceram influência salutar ou perniciosa sobre a
humanidade.
A faculdade mediúnica não lhes é mais que um meio
de se manifestarem.
244 Diante do perigo da obsessão, ocorre perguntar se não é
lastimável ser médium?
Não é a faculdade mediúnica que a provoca?
Não constitui isso uma prova de inconveniência das comunicações
espíritas?
Mediunidade e Obsessão
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 244
Seria, pois, erro crer-se que só por meio das comunicações
escritas ou verbais exercem os Espíritos sua influência.
Seria, pois, erro crer-se que só por meio das comunicações
escritas ou verbais exercem os Espíritos sua influência.
Esta influência é de todos os instantes e mesmo os que não
se ocupam com os Espíritos, ou até não creem neles, estão
expostos a sofrê-la.
Como os outros e mesmo mais do que os outros, porque não
têm com que a contrabalancearem.
A mediunidade é, para o Espírito, apenas um meio de se fazer
conhecido.
Se ele é mau, sempre se trai, por mais hipócrita que
seja.
Pode, pois, dizer-se que a mediunidade permite se
veja o inimigo face a face, se assim nos podemos
exprimir, e combatê-lo com suas próprias armas.
sem essa faculdade, ele age na sombra e, tendo a seu
favor a invisibilidade, pode fazer e faz realmente
muito mal.
Causas da ObsessãoMediunidade e Obsessão
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 244Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 245
11 / 24
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 246
245 As causas da obsessão variam, de acordo com o caráter do Espírito.
É, às vezes, uma vingança que este toma de um indivíduo de quem guarda
queixas da sua vida presente ou do tempo de outra existência.
Muitas vezes, também, não há mais do que o desejo de fazer mal: o
Espírito, como sofre, entende de fazer que os outros também sofram.
Encontra uma espécie de gozo em os atormentar, em os vexar, e a
impaciência que por isso a vítima demonstra mais o exacerba.
Esses Espíritos agem, não raro, por ódio e inveja do bem; daí o lançarem
suas vistas malfazejas sobre as pessoas mais honestas.
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 245
Causas da Obsessão
12 / 24
Pseudo Sábios
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 245
246 Há, Espíritos obsessores sem maldade, que alguma coisa mesmo
denotam de bom, mas dominados pelo orgulho do falso saber.
Têm suas ideias, seus sistemas sobre as ciências, a economia, a moral, a
religião, a filosofia, e querem fazer que suas opiniões prevaleçam.
Para esse efeito, procuram médiuns bastante crédulos para os aceitar de
olhos fechados, a fim de os impedir de discernirem o verdadeiro do falso.
Como conhecem o prestígio dos grandes nomes, não escrupulizam em se
adornarem com um daqueles diante dos quais todos se inclinam, e não
recuam sequer ante o sacrilégio de se dizerem
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 246
Pseudo Sábios
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 248
Exclusividade
13 / 24
um santo venerado, a Virgem Maria ou Jesus.
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 250
‘Comum acordo’
248 Acontece muito frequentemente que um médium só se pode
comunicar com um único Espírito, que a ele se liga e responde pelos
que são chamados por seu intermédio.
Nem sempre há nisso uma obsessão, porquanto o fato pode derivar da
falta de maleabilidade do médium, de uma afinidade especial sua com
este ou aquele Espírito.
Somente há obsessão propriamente dita, quando o Espírito se impõe e
afasta intencionalmente os outros, o que jamais é obra de um Espírito
bom.
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 248
Exclusividade
14 / 24
O isolamento do médium é sempre coisa deplorável, porque fica sem
uma verificação das comunicações que recebe.
Não somente deve buscar a opinião de terceiros para esclarecer-se,
como também necessário lhe é estudar todos os gêneros de
comunicações, a fim de as comparar.
Evocamo-lo e, depois de umas tantas fanfarrices, vendo que
não lograva mistificar-nos quanto à sua identidade, acabou
por confessar que não era quem se dizia.
Sendo-lhe perguntado por que ludibriava de tal modo aquela
pessoa, respondeu com estas palavras, que pintam
claramente o caráter desse gênero de Espírito:
‘Eu procurava um homem que me fosse possível manejar,
encontrei-o, não o largo.’
Superioridade moral
250 Apenas aborrecimento há, e não perigo, para todo
médium que não se deixe ludibriar, porque não poderá ser
enganado.
Muito diverso é o que se dá com a fascinação, porque então
não tem limites o domínio que o Espírito assume sobre o
encarnado de quem se apoderou.
Um deles exercia, sobre pessoa do nosso conhecimento, uma
fascinação extraordinária.
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 250
‘Comum acordo’
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 251
15 / 24
251 A subjugação corporal tira muitas vezes ao obsidiado a
energia necessária para dominar o mau Espírito.
Daí o tornar-se precisa a intervenção de um terceiro, que atue, ou
pelo magnetismo, ou pelo império da sua vontade.
Essa terceira pessoa deve ter moral superior ao Espírito.
Por isso é que Jesus tinha tão grande poder para expulsar o a que
naquela época se chamava ‘demônio’, isto é, os maus Espíritos
obsessores.
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 251
Superioridade moral
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 253
Imprevidência
16 / 24
Aqui, não podemos oferecer mais do que conselhos gerais,
porquanto nenhum processo material existe, nenhuma
palavra sacramental, com o poder de expelir os Espíritos
obsessores.
Às vezes, o que falta ao obsidiado é força fluídica suficiente;
nesse caso, a ação magnética de um bom magnetizador lhe
pode ser de grande proveito.
Nós estamos sozinhos ?
253 Cumpre, todavia, se não atribuam à ação direta dos Espíritos
todas as contrariedades que se possam experimentar, as quais,
não raro, decorrem da imprevidência.
Um agricultor nos escreveu certo dia que, havia doze anos, toda
sorte de infelicidades lhe acontecia, relativamente ao seu gado;
ora eram as vacas que morriam, ou deixavam de dar leite, ora
eram os cavalos, os carneiros, ou os porcos que sucumbiam.
Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 253
Imprevidência
Supondo-nos, sem dúvida, dotados de um poder
esconjurador maior do que o do cura da sua aldeia,
pediu o nosso parecer.
Foi a seguinte a resposta que obtivemos:
“A mortalidade ou as enfermidades do gado desse
homem provêm de seus currais.
Estão infectados e ele não os repara,
porque custa dinheiro.”
Livro dos Espíritos - Cap. 9 item 456 - 461
17 / 24
Fez muitas novenas, que em nada remediaram o mal, do mesmo
modo que nada obteve com as missas que mandou celebrar, nem
com os exorcismos que mandou praticar.
Persuadiu-se, então, que lhe haviam enfeitiçado os animais.
457 Podem os Espíritos conhecer os nossos mais secretos
pensamentos?
“Muitas vezes chegam a conhecer o que desejaríeis ocultar de vós
mesmos.”
461 Como havemos de distinguir os pensamentos que nos são
próprios dos que nos são sugeridos?
“Geralmente, os pensamentos próprios são os que acodem em
primeiro lugar.
Mas, muitas vezes, é útil que não saibais qual é qual.
Não o sabendo, obra o homem com mais liberdade.
Se se decide pelo bem, é voluntariamente que o pratica;
se toma o mau caminho, maior será a sua responsabilidade.”
456 Veem os Espíritos tudo o que fazemos?
“Podem ver, pois que constantemente vos rodeiam.”
459 Influem os Espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos?
“Muito mais do que imaginais.
Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos
dirigem.”
Afinal? nós estamos sozinhos ?Nós estamos sozinhos ?
460 De par com os pensamentos que nos são próprios, outros haverá
que nos sejam sugeridos?
“Vossa alma é um Espírito que pensa.
Pois bem! No conjunto deles, estão sempre de mistura os
vossos com os nossos.
Daí a incerteza em que vos vedes.
É que tendes em vós duas ideias a se combaterem.”
Livro dos Espíritos - Cap. 9 item 456 - 461
458 Que pensam de nós os Espíritos que nos cercam e observam?
“Os levianos riem das pequenas partidas que vos pregam e
zombam das vossas impaciências.”
18 / 24
Sozinhos ?? – NUNCA !!
O tratamento da Obsessão
No sentido amplo da palavra, significa o ato de curar alguém da
obsessão.
A cura espírita da obsessão baseia-se na conscientização do enfermo
e do espírito agressor, posto que o paciente, é o agente da própria
cura.
Para isso a Doutrina propõe:
 O esclarecimento através do estudo.
 Renovação interior por intermédio da ação do pensamento
e da vontade.
A grande maioria das vezes, o tratamento não se resume em apenas um
‘remédio’.
A Desobsessão
Em cinco passos
Necessário se faz não só o esclarecimento do obsessor, seja no plano
espiritual, ou numa reunião mediúnica, como
também toda sorte de recursos, que facilite a sua mudança de vibração
e pensamento.
Entra a oração, o estudo, a reflexão sobre os próprios atos.
A mudança de atitudes.
Pois não basta retirar o obsessor, mas evitar que ele volte novamente,
enchendo a nossa ‘casa mental’ com pensamentos e atitudes positivas.
20 / 24
 Evangelização
Orientar a necessidade da frequência regular à casa
que sua enfermidade seja curada.
Estimular o hábito da prece, o mais poderoso auxílio no
de obsedados.
Enfatizar sempre ao enfermo a necessidade de observar
morais do Evangelho.
Jesus, nos apresenta o roteiro seguro para libertação
Espírito.
Intercâmbio espiritual
Orientar moralmente o Espírito obsessor
nas reuniões mediúnicas, evocando-o com a
ajuda de médiuns preparados para esta
tarefa, aconselhando-o a seguir outro
caminho que não o da vingança, da mentira
ou dos prazeres inferiores.
Conscientização
Deve-se conscientizar o paciente da situação de
enfermo em que se encontra, para que, com sua
força de vontade, possa ajudar-se na cura.
Nenhum tratamento surtirá efeito se não contar
com a vontade de quem precisa dele.
Fluido terapia
Submeter o paciente portador da obsessão a um
tratamento fluídico energético, através do passe
espírita.
São momentos em que as energias perdidas pela ação
da enfermidade espiritual, poderão ser repostas e o
obsediado, ficando livre dos fluidos malsãos de que
estava impregnado, poderá pensar e tomar decisões
com maior liberdade.
A água fluidificada é também um poderoso recurso no
tratamento das obsessões.
Reeducação
É preciso orientar o assistido sobre a necessidade
de melhoria de sua conduta na vida diária.
Que se esforce para evitar os vícios mais
grosseiros e que procure controlar suas más
tendências.
Sem essa mudança de postura e de visão,
dificilmente ficará livre das más influências, que
predispõem aos processos obsessivos.
Jesus, nosso Mestre, Modelo e Guia
21 /
O tratamento da Obsessão
Em cinco passos
Mateus c 11 vv 28-
30
28 Vinde a mim, todos os que estais
cansados e oprimidos, e eu vos
aliviarei.
29 Tomai sobre vós o meu jugo, e
aprendei de mim, que sou manso e
humilde de coração; e achareis
descanso para as vossas almas.
30 Porque o meu jugo é suave, e o
meu fardo e leve.
Mateus c 11 vv 28-30
Jesus, nosso Mestre, Modelo e Guia
22 / 24
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D 09 Obsessão

  • 1. Fraternidade Espírita – Fé Caridade e Luz 15 – 10 - 2017 DEFINIÇÃO
  • 2. A palavra obsessão é, de certo modo, um termo genérico, pelo qual se designa esta espécie de fenômeno, cujas principais variedades são: a obsessão simples, a fascinação e a subjugação. DEFINIÇÃOOBSESSÃO SIMPLES 237 Entre as dificuldades que apresenta a prática do Espiritismo (mediunidade), cumpre se coloque na primeira linha a obsessão, isto é, o domínio que alguns Espíritos logram adquirir sobre certas pessoas. Nunca é praticada senão pelos Espíritos inferiores, que procuram dominar. "É a ação persistente que um espírito mau (inferior ou ignorante) exerce sobre um indivíduo. Apresenta caracteres muito diversos, desde a simples influência moral, sem perceptíveis sinais exteriores. Até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais." 238 Os bons Espíritos nenhum constrangimento infligem. Aconselham, combatem a influência dos maus e, se não os ouvimos, retiram-se. Os maus, ao contrário, se agarram àqueles de quem podem fazer suas presas. Se chegam a dominar algum, identificam-se com o Espírito deste e o conduzem como se fora verdadeira criança. 02 / 24 s. f.  Apego excessivo a uma mesma ideia.  Compulsão.  Ideia fixa.  Necessidade intensa.  Preocupação exagerada com alguma coisa. DA OBSESSÃO O Evangelho Segundo o Espiritismo - Cap. 25, item 8Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 237Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 238 obsessão simples
  • 3. 238 Dá-se a obsessão simples quando um Espírito malfazejo se impõe a um médium, nas comunicações que ele recebe, o impede de se comunicar com outros Espíritos e se apresenta em lugar dos que são evocados. O melhor médium se acha exposto a isso, sobretudo, no começo, quando ainda lhe falta a experiência necessária, do mesmo modo que, entre nós homens, os mais honestos podem ser enganados por velhacos. Pode-se, pois, ser enganado, sem estar obsidiado. A obsessão consiste na tenacidade de um Espírito, do qual não consegue desembaraçar-se a pessoa sobre quem ele atua. OBSESSÃO SIMPLES Na obsessão simples, o médium sabe muito bem que se acha presa de um Espírito mentiroso e este não se disfarça; de nenhuma forma dissimula suas más intenções e o seu propósito de contrariar. O médium pode reconhecer sem dificuldade a felonia e, se mantendo em guarda, raramente será enganado. Este gênero de obsessão é, portanto, apenas desagradável e não tem outro inconveniente além do de opor obstáculo às comunicações que se desejara receber de Espíritos sérios, ou dos afeiçoados. FASCINAÇÃO Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 238 03 / 24
  • 4. 239 Tem consequências muito mais graves. É uma ilusão produzida pela ação direta do Espírito sobre o pensamento do médium e que, de certa maneira, lhe paralisa o raciocínio, relativamente às comunicações. O médium fascinado não acredita que o estejam enganando. O Espírito tem a arte de lhe inspirar confiança cega, que o impede de ver o embuste e de compreender o absurdo do que escreve, ainda quando esse absurdo salte aos olhos de toda gente. A ilusão pode mesmo ir até ao ponto de o fazer achar sublime a linguagem mais ridícula. Os grandes termos, caridade, humildade, amor de Deus, lhe servem como que de carta de crédito, porém, através de tudo isso, deixa passar alguns sinais de inferioridade, que só o fascinado é incapaz de perceber. Por isso mesmo, o que o fascinador mais teme são as pessoas que veem claro. Daí o consistir a sua tática, quase sempre, em inspirar ao seu intérprete o afastamento de quem quer que lhe possa abrir os olhos. Por esse meio, evitando toda contradição, fica certo de ter razão sempre. É errado acreditar que a este gênero de obsessão só estão sujeitas as pessoas simples e ignorantes. Dela não se acham isentos nem os homens mais instruídos nem os mais inteligentes [...]. Efetivamente, graças à ilusão que dela decorre, o Espírito conduz o indivíduo, como faria com um cego, e pode levá-lo a aceitar as doutrinas mais estranhas, as teorias mais falsas, como se fossem a única expressão da verdade. Formulais muitas vezes, sobre esses mundos, questões científicas que tais Espíritos não podem resolver. Se eles estiverem de boa-fé falarão disso de acordo com suas ideias pessoais; se forem Espíritos levianos divertir-se-ão em dar-vos descrições estranhas e fantásticas.” 296 Perguntas sobre os outros mundos. 32ª Que confiança se pode depositar nas descrições que os Espíritos fazem dos diferentes mundos? “Depende do grau de adiantamento real dos Espíritos que dão essas descrições, pois bem deveis compreender que Espíritos vulgares são tão incapazes de vos informarem a esse respeito, quanto o é, entre vós, um ignorante, de descrever todos os países da Terra. Na Obsessão simples, o Espírito que se agarra à pessoa não passa de um importuno de quem aquela se impacienta por desembaraçar-se. Na Fascinação, a coisa é muito diversa. Para chegar a tais fins, preciso é que o Espírito seja destro, ardiloso e profundamente hipócrita, porquanto não pode operar a mudança e fazer-se acolhido senão por meio da máscara que toma de um falso aspecto de virtude. SUBJUGAÇÃODas Perguntas que se Podem Fazer aos EspíritosFASCINAÇÃO Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 239Livro dos Médiuns - Cap. 26 item 296 04 / 24
  • 5. Traduz-se, no médium escrevente, por uma necessidade incessante de escrever, ainda nos momentos menos oportunos. Vimos alguns que, à falta de pena ou lápis, simulavam escrever com o dedo, onde quer que se encontrassem, mesmo nas ruas, nas portas, nas paredes. Conhecemos um homem que sentia nas costas e nos joelhos uma pressão enérgica, que o forçava, não obstante a resistência que lhe opunha, a se ajoelhar e beijar o chão nos lugares públicos e em presença da multidão. Esse homem passava por louco entre as pessoas de suas relações; porém tinha consciência plena do ridículo do que fazia contra a sua vontade e com isso sofria horrivelmente. 240 É uma constrição que paralisa a vontade daquele que a sofre e o faz agir a seu mau grado. Numa palavra: o paciente fica sob um verdadeiro jugo. A Subjugação pode ser moral ou corporal. No primeiro caso, o subjugado é constrangido a tomar resoluções muitas vezes absurdas e comprometedoras que, por uma espécie de ilusão, ele julga sensatas: É como uma fascinação. No segundo caso, o Espírito atua sobre os órgãos materiais e provoca movimentos involuntários. A cura dum lunático Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 240Lucas c 9 vv 38-45 SUBJUGAÇÃO 05 / 24
  • 6. Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 241 A cura dum lunático Lucas c 9 vv 38-45 38 E eis que um homem dentre a multidão clamou, dizendo: Mestre, peço-te que olhes para meu filho, 39 pois um espírito se apodera dele, fazendo-o gritar subitamente, convulsiona-o até escumar e, mesmo depois de o ter quebrantado, dificilmente o larga. 41 Respondeu Jesus: Traze-me cá o teu filho. 42 Ainda quando ele vinha chegando, o espírito o derrubou e o convulsionou; mas Jesus repreendeu o espírito imundo, curou o menino e o entregou a seu pai. 43 E todos se maravilhavam. Possessão 06 / 24
  • 7. 241 Dava-se outrora o nome de possessão ao império exercido por maus Espíritos, quando a influência deles ia até a aberração das faculdades da vítima. A possessão seria, para nós, sinônimo da subjugação. Por dois motivos deixamos de adotar esse termo: Primeiro, porque implica a crença de seres criados para o mal e perpetuamente votados ao mal, enquanto não há senão, seres mais ou menos imperfeitos, os quais todos podem melhorar-se. melhorar-se. Segundo, porque implica igualmente a ideia do apoderamento de um corpo por um Espírito estranho, de uma espécie de coabitação, ao passo que o que há é apenas constrangimento. A palavra subjugação exprime perfeitamente a ideia. Assim, para nós, não há possessos, no sentido vulgar do termo, há somente obsidiados, subjugados e fascinados. Características da ObsessãoPossessão Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 241Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 243 07 / 24
  • 8. Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 244 243 Reconhece-se a obsessão pelas seguintes características: 1ª) persistência de um Espírito em se comunicar, de bom ou mau grado, pela escrita, pela audição, pela tiptologia etc., opondo-se a que outros Espíritos o façam; 2ª) ilusão que, não obstante a inteligência do médium, o impede de reconhecer a falsidade e o ridículo das comunicações que recebe; 3ª) crença na infalibilidade e na identidade absoluta dos Espíritos que se comunicam e que, sob nomes respeitáveis e venerados, dizem coisas falsas ou absurdas; 4ª) confiança do médium nos elogios que lhe dispensam os Espíritos que por ele se comunicam; 5ª) disposição para se afastar das pessoas que podem emitir opiniões aproveitáveis; 6ª) tomar a mal a crítica das comunicações que recebe; 7ª) necessidade incessante e inoportuna de escrever; 8ª) constrangimento físico qualquer, dominando-lhe a vontade e forçando-o a agir ou falar a seu mau grado; 9ª) rumores e desordens persistentes ao redor do médium, sendo ele de tudo a causa, ou o objeto. Características da Obsessão Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 243 Mediunidade e Obsessão 08 / 24
  • 9. 244 Diante do perigo da obsessão, ocorre perguntar se não é lastimável ser médium? Não é a faculdade mediúnica que a provoca? Não constitui isso uma prova de inconveniência das comunicações espíritas? 244 Diante do perigo da obsessão, ocorre perguntar se não é lastimável ser médium? Não é a faculdade mediúnica que a provoca? Não constitui isso uma prova de inconveniência das comunicações espíritas? Não, não foram os médiuns nem os espíritas que criaram os Espíritos. Ao contrário, foram os Espíritos que fizeram haja espíritas e médiuns. Não sendo os Espíritos mais do que as almas dos homens, é claro que há Espíritos desde quando há homens. almas Mediunidade e Obsessão Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 244 Alma 09 / 24 Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 244
  • 10. Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 244 244 Diante do perigo da obsessão, ocorre perguntar se não é lastimável ser médium? Não é a faculdade mediúnica que a provoca? Não constitui isso uma prova de inconveniência das comunicações espíritas? Alma Inteligência Mente Pensamentos Felizes Caridade Vaidade Egoismo Amor Justiça Infelizes Orgulho O B S E S S Ã O D E S O B S E S S Ã O 10 / 24 Por conseguinte, desde todos os tempos eles exerceram influência salutar ou perniciosa sobre a humanidade. A faculdade mediúnica não lhes é mais que um meio de se manifestarem. 244 Diante do perigo da obsessão, ocorre perguntar se não é lastimável ser médium? Não é a faculdade mediúnica que a provoca? Não constitui isso uma prova de inconveniência das comunicações espíritas? Mediunidade e Obsessão Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 244 Seria, pois, erro crer-se que só por meio das comunicações escritas ou verbais exercem os Espíritos sua influência.
  • 11. Seria, pois, erro crer-se que só por meio das comunicações escritas ou verbais exercem os Espíritos sua influência. Esta influência é de todos os instantes e mesmo os que não se ocupam com os Espíritos, ou até não creem neles, estão expostos a sofrê-la. Como os outros e mesmo mais do que os outros, porque não têm com que a contrabalancearem. A mediunidade é, para o Espírito, apenas um meio de se fazer conhecido. Se ele é mau, sempre se trai, por mais hipócrita que seja. Pode, pois, dizer-se que a mediunidade permite se veja o inimigo face a face, se assim nos podemos exprimir, e combatê-lo com suas próprias armas. sem essa faculdade, ele age na sombra e, tendo a seu favor a invisibilidade, pode fazer e faz realmente muito mal. Causas da ObsessãoMediunidade e Obsessão Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 244Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 245 11 / 24
  • 12. Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 246 245 As causas da obsessão variam, de acordo com o caráter do Espírito. É, às vezes, uma vingança que este toma de um indivíduo de quem guarda queixas da sua vida presente ou do tempo de outra existência. Muitas vezes, também, não há mais do que o desejo de fazer mal: o Espírito, como sofre, entende de fazer que os outros também sofram. Encontra uma espécie de gozo em os atormentar, em os vexar, e a impaciência que por isso a vítima demonstra mais o exacerba. Esses Espíritos agem, não raro, por ódio e inveja do bem; daí o lançarem suas vistas malfazejas sobre as pessoas mais honestas. Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 245 Causas da Obsessão 12 / 24 Pseudo Sábios Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 245
  • 13. 246 Há, Espíritos obsessores sem maldade, que alguma coisa mesmo denotam de bom, mas dominados pelo orgulho do falso saber. Têm suas ideias, seus sistemas sobre as ciências, a economia, a moral, a religião, a filosofia, e querem fazer que suas opiniões prevaleçam. Para esse efeito, procuram médiuns bastante crédulos para os aceitar de olhos fechados, a fim de os impedir de discernirem o verdadeiro do falso. Como conhecem o prestígio dos grandes nomes, não escrupulizam em se adornarem com um daqueles diante dos quais todos se inclinam, e não recuam sequer ante o sacrilégio de se dizerem Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 246 Pseudo Sábios Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 248 Exclusividade 13 / 24 um santo venerado, a Virgem Maria ou Jesus.
  • 14. Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 250 ‘Comum acordo’ 248 Acontece muito frequentemente que um médium só se pode comunicar com um único Espírito, que a ele se liga e responde pelos que são chamados por seu intermédio. Nem sempre há nisso uma obsessão, porquanto o fato pode derivar da falta de maleabilidade do médium, de uma afinidade especial sua com este ou aquele Espírito. Somente há obsessão propriamente dita, quando o Espírito se impõe e afasta intencionalmente os outros, o que jamais é obra de um Espírito bom. Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 248 Exclusividade 14 / 24 O isolamento do médium é sempre coisa deplorável, porque fica sem uma verificação das comunicações que recebe. Não somente deve buscar a opinião de terceiros para esclarecer-se, como também necessário lhe é estudar todos os gêneros de comunicações, a fim de as comparar.
  • 15. Evocamo-lo e, depois de umas tantas fanfarrices, vendo que não lograva mistificar-nos quanto à sua identidade, acabou por confessar que não era quem se dizia. Sendo-lhe perguntado por que ludibriava de tal modo aquela pessoa, respondeu com estas palavras, que pintam claramente o caráter desse gênero de Espírito: ‘Eu procurava um homem que me fosse possível manejar, encontrei-o, não o largo.’ Superioridade moral 250 Apenas aborrecimento há, e não perigo, para todo médium que não se deixe ludibriar, porque não poderá ser enganado. Muito diverso é o que se dá com a fascinação, porque então não tem limites o domínio que o Espírito assume sobre o encarnado de quem se apoderou. Um deles exercia, sobre pessoa do nosso conhecimento, uma fascinação extraordinária. Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 250 ‘Comum acordo’ Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 251 15 / 24
  • 16. 251 A subjugação corporal tira muitas vezes ao obsidiado a energia necessária para dominar o mau Espírito. Daí o tornar-se precisa a intervenção de um terceiro, que atue, ou pelo magnetismo, ou pelo império da sua vontade. Essa terceira pessoa deve ter moral superior ao Espírito. Por isso é que Jesus tinha tão grande poder para expulsar o a que naquela época se chamava ‘demônio’, isto é, os maus Espíritos obsessores. Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 251 Superioridade moral Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 253 Imprevidência 16 / 24 Aqui, não podemos oferecer mais do que conselhos gerais, porquanto nenhum processo material existe, nenhuma palavra sacramental, com o poder de expelir os Espíritos obsessores. Às vezes, o que falta ao obsidiado é força fluídica suficiente; nesse caso, a ação magnética de um bom magnetizador lhe pode ser de grande proveito.
  • 17. Nós estamos sozinhos ? 253 Cumpre, todavia, se não atribuam à ação direta dos Espíritos todas as contrariedades que se possam experimentar, as quais, não raro, decorrem da imprevidência. Um agricultor nos escreveu certo dia que, havia doze anos, toda sorte de infelicidades lhe acontecia, relativamente ao seu gado; ora eram as vacas que morriam, ou deixavam de dar leite, ora eram os cavalos, os carneiros, ou os porcos que sucumbiam. Livro dos Médiuns - Cap. 23 item 253 Imprevidência Supondo-nos, sem dúvida, dotados de um poder esconjurador maior do que o do cura da sua aldeia, pediu o nosso parecer. Foi a seguinte a resposta que obtivemos: “A mortalidade ou as enfermidades do gado desse homem provêm de seus currais. Estão infectados e ele não os repara, porque custa dinheiro.” Livro dos Espíritos - Cap. 9 item 456 - 461 17 / 24 Fez muitas novenas, que em nada remediaram o mal, do mesmo modo que nada obteve com as missas que mandou celebrar, nem com os exorcismos que mandou praticar. Persuadiu-se, então, que lhe haviam enfeitiçado os animais.
  • 18. 457 Podem os Espíritos conhecer os nossos mais secretos pensamentos? “Muitas vezes chegam a conhecer o que desejaríeis ocultar de vós mesmos.” 461 Como havemos de distinguir os pensamentos que nos são próprios dos que nos são sugeridos? “Geralmente, os pensamentos próprios são os que acodem em primeiro lugar. Mas, muitas vezes, é útil que não saibais qual é qual. Não o sabendo, obra o homem com mais liberdade. Se se decide pelo bem, é voluntariamente que o pratica; se toma o mau caminho, maior será a sua responsabilidade.” 456 Veem os Espíritos tudo o que fazemos? “Podem ver, pois que constantemente vos rodeiam.” 459 Influem os Espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos? “Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem.” Afinal? nós estamos sozinhos ?Nós estamos sozinhos ? 460 De par com os pensamentos que nos são próprios, outros haverá que nos sejam sugeridos? “Vossa alma é um Espírito que pensa. Pois bem! No conjunto deles, estão sempre de mistura os vossos com os nossos. Daí a incerteza em que vos vedes. É que tendes em vós duas ideias a se combaterem.” Livro dos Espíritos - Cap. 9 item 456 - 461 458 Que pensam de nós os Espíritos que nos cercam e observam? “Os levianos riem das pequenas partidas que vos pregam e zombam das vossas impaciências.” 18 / 24
  • 19. Sozinhos ?? – NUNCA !!
  • 20. O tratamento da Obsessão No sentido amplo da palavra, significa o ato de curar alguém da obsessão. A cura espírita da obsessão baseia-se na conscientização do enfermo e do espírito agressor, posto que o paciente, é o agente da própria cura. Para isso a Doutrina propõe:  O esclarecimento através do estudo.  Renovação interior por intermédio da ação do pensamento e da vontade. A grande maioria das vezes, o tratamento não se resume em apenas um ‘remédio’. A Desobsessão Em cinco passos Necessário se faz não só o esclarecimento do obsessor, seja no plano espiritual, ou numa reunião mediúnica, como também toda sorte de recursos, que facilite a sua mudança de vibração e pensamento. Entra a oração, o estudo, a reflexão sobre os próprios atos. A mudança de atitudes. Pois não basta retirar o obsessor, mas evitar que ele volte novamente, enchendo a nossa ‘casa mental’ com pensamentos e atitudes positivas. 20 / 24
  • 21.  Evangelização Orientar a necessidade da frequência regular à casa que sua enfermidade seja curada. Estimular o hábito da prece, o mais poderoso auxílio no de obsedados. Enfatizar sempre ao enfermo a necessidade de observar morais do Evangelho. Jesus, nos apresenta o roteiro seguro para libertação Espírito. Intercâmbio espiritual Orientar moralmente o Espírito obsessor nas reuniões mediúnicas, evocando-o com a ajuda de médiuns preparados para esta tarefa, aconselhando-o a seguir outro caminho que não o da vingança, da mentira ou dos prazeres inferiores. Conscientização Deve-se conscientizar o paciente da situação de enfermo em que se encontra, para que, com sua força de vontade, possa ajudar-se na cura. Nenhum tratamento surtirá efeito se não contar com a vontade de quem precisa dele. Fluido terapia Submeter o paciente portador da obsessão a um tratamento fluídico energético, através do passe espírita. São momentos em que as energias perdidas pela ação da enfermidade espiritual, poderão ser repostas e o obsediado, ficando livre dos fluidos malsãos de que estava impregnado, poderá pensar e tomar decisões com maior liberdade. A água fluidificada é também um poderoso recurso no tratamento das obsessões. Reeducação É preciso orientar o assistido sobre a necessidade de melhoria de sua conduta na vida diária. Que se esforce para evitar os vícios mais grosseiros e que procure controlar suas más tendências. Sem essa mudança de postura e de visão, dificilmente ficará livre das más influências, que predispõem aos processos obsessivos. Jesus, nosso Mestre, Modelo e Guia 21 / O tratamento da Obsessão Em cinco passos Mateus c 11 vv 28- 30
  • 22. 28 Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. 29 Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. 30 Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo e leve. Mateus c 11 vv 28-30 Jesus, nosso Mestre, Modelo e Guia 22 / 24 Consultas