O documento examina a evolução do trabalho de enfermagem em saúde mental no Brasil, destacando o impacto das relações de classe e do sistema capitalista na formação e atuação dos profissionais desde o século XIX. Discute a transição do modelo disciplinar para um enfoque mais interdisciplinar e a importância da consciência social dos enfermeiros na promoção de mudanças no atendimento a pacientes com transtornos mentais. Além disso, aponta as contradições e desafios atuais enfrentados por enfermeiros na prática psiquiátrica, além de enfatizar o potencial de transformação inerente à sua função.