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Prof. Guilherme Terra
Disciplina de Dentística Operatória Aplicada
   O maior problema da Dentística Restauradora
    era   a    falta   de    adesão   dos   materiais
    restauradores às estruturas dentárias.


    ◦ Infiltração marginal




                                                  Terra, G.
   Descoloração marginal
   Fraturas marginais
   Reincidência de cárie
   Sensibilidade pós-operatória
   Reações pulpares
                 Kidd EAM. Microleakage: a review. J. Dent. 1976;4(5):199-206.




                                                                        Terra, G.
Introdução da técnica do condicionamento
     ácido do esmalte por Buonocore em 1955.




                           Novas perspectivas

Buonocore MG. A Simple Method of Increasing the Adhesion of Acrylic Filling Materials to to
                                         enamel surface. J Dent Res. 1955;34(6):849-53.




                                                                                     Terra, G.
   Descalcificação seletiva, formando poros.


   Formação dos Tags.


   Aumento o embricamento mecânico.




                                                Terra, G.
   Esmalte e a dentina são tecidos mineralizados
    e        contêm                  os           mesmos                    componentes
    inorgânicos.
   Porém apresentam diferenças morfológicas e
    na composição orgânica, fundamentais no
    processo de adesão.

        Buonocore MG. A Simple Method of Increasing the Adhesion of Acrylic Filling Materials to to enamel
                                                                  surface. J Dent Res. 1955;34(6):849-53.


                                                                                                   Terra, G.
A dentina é um tecido histologicamente
complexo, predominantemente tubular e com
           presença de umidade.




            Fatores que dificultam a adesão

Al-Ehaideb A, Mohammed H. Shear bond strength of “one 2. bottle” dentin adhesives. J Prosthet Dent.
                                                                              2000;84(4):408-12.




                                                                                            Terra, G.
Com a evolução dos sistemas adesivos




   Melhora na capacidade de adesão




Redução da microinfiltração marginal em
               dentina.



                                          Terra, G.
   Tecido mineralizado poroso de estrutura
    basicamente prismática.




    Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da
         FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em:
                                            http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm.




                                                                                                                Terra, G.
   Constituído de:
    ◦ Proteínas soluvéis, insolúveis e peptídeos em
      quantidades aproximadamente iguais.

    ◦ O esmalte varia consideravelmente em espessura
      nas diferentes regiões do dente e entre os
      diferentes tipos de dentes.

    ◦ É mais espesso nas cúspides e nas bordas incisais
      é mais delgado terminando na margem cervical.



                                                      Terra, G.
   Apresenta-se sob a forma de cristais, que unidos
    originam os prismas de esmalte.

   Iniciam-se na junção amelodentinária e dirigem-se
    para a superfície dental.

   Apresentando uma variação de tamanho de 4 a 7 µm.

   A porção mais externa do esmalte é constituído
    principalmente pela porção orgânica, com menor
    quantidade de prismas.


                                                   Terra, G.
   Remove aproximadamente 10 µm da superfície.

   Cria poros de 5 à 50 µm de profundidade.

   Aumenta da área de superfície, o molhamento do
    esmalte e a tensão superficial.

   O adesivo flue para os microporos, criando uma
    retenção micromecânica

     Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da
          FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em:
                                             http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm.




                                                                                                                 Terra, G.
   Ácido fosfórico na concentração de 30 à 40%.


   Outros agentes desmineralizantes tem sido
    testado como: EDTA, ácido pirúvico(10%).


       Fujitani M, Inokoshi S, Hosoda H. Effect of acid etching on the dental pulp in adhesive composite
                                                              restorations. Int Dent J. 1992;42(1):3-11.




                                                                                                 Terra, G.
   Estudos demonstram que o tempo de condicionamento
    ácido de 15 segundos promove a mesma rugosidade que
    no tempo de 60 segundos.


   Estudos laboratoriais demonstram que                                             a resistência                ao
    cisalhamento e a infiltração marginal são similares tanto
    em 15 /60 segundos no tempo de condicionamento.

    Fujitani M, Inokoshi S, Hosoda H. Effect of acid etching on the dental pulp in adhesive composite restorations. Int
                                                                                             Dent J. 1992;42(1):3-11.




                                                                                                               Terra, G.
   Os ácidos                       podem                 apresentar-se                           sob           2
    formas:

   Gel (mais utilizado).

   Solução.

Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da
     FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em:
                                        http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm.




                                                                                                            Terra, G.
   O tempo de lavagem de no mínimo 15
    segundos.


      Fujitani M, Inokoshi S, Hosoda H. Effect of acid etching on the dental pulp in adhesive composite
                                                             restorations. Int Dent J. 1992;42(1):3-11.




                                                                                                Terra, G.
   A dentina apresenta um aspecto tubular.

   Sua quantidade e diâmetro médios variam de
    acordo com a proximidade com o tecido pulpar.




Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da
     FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em:
                                        http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm.


                                                                                                            Terra, G.
Próximo à junção amelodentinária



                                   10.000 túbulos mm2

   O diâmetro próximo à junção amelodentinária gira
    em torno de 0,87 micrômetros.


                                                                       Dentina superficial




Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da
     FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em:
                                        http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm.



                                                                                                            Terra, G.
Próximo à polpa



                                   50.000 túbulos mm2


   O diâmetro próximo à polpa gira em torno de 2,5
    micrômetros.


                                                                         Dentina profunda



     Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da
          FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em:
                                             http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm.


                                                                                                                 Terra, G.
   A dentina peritubular envolve os túbulos e é
    caracterizada por seu alto conteúdo mineral.

   A dentina intertubular se situa entre os
    túbulos    dentinários,  sendo    menos
    mineralizada.




     Dentina intertubular   Dentina peritubular



                                                  Terra, G.
   Primária

   Secundária

   Terciária ou reacionária


    Kuttler Y. Classification of dentine into primary, secondary and terciary. Oral Surg. 1959;12:996-1001.




                                                                                                    Terra, G.
   É a dentina original, normal e regular.



   A maior parte é formada antes da erupção do
    dente.


        Kuttler Y. Classification of dentine into primary, secondary and terciary. Oral Surg. 1959;12:996-1001.




                                                                                                       Terra, G.
   É   a dentina                   que se forma devido                                               aos
    estímulos de baixa intensidade.


   Decorrente                de          função                 biológica                   normal
    durante a vida clínica do dente.


        Kuttler Y. Classification of dentine into primary, secondary and terciary. Oral Surg. 1959;12:996-1001.




                                                                                                       Terra, G.
   Desenvolve-se quando existem irritações
    pulpares mais intensas.

   Cárie, irritações mecânicas, térmicas,
    químicas, elétricas e outras.


        Kuttler Y. Classification of dentine into primary, secondary and terciary. Oral Surg. 1959;12:996-1001.




                                                                                                       Terra, G.
   Microfragmentos ou microdetritos deixados
    sobre a dentina durante o preparo cavitário.

   Formado sempre que superfície dentária é
    cortada ou desgastada com instrumentos
    rotatórios.

   Conhecido também como lama dentinária.

          PASHLEY DH. Smear layer: Physiological considerations . Oper Dent Supll. 1984;3:13-29.




                                                                                         Terra, G.
   Sua remoção traz benefícios e prejuízos para as
    técnicas restauradoras.

   Consiste em duas camadas:

    ◦ A camada externa superficial e amorfa, agregada sobre
      superfície dentinária
    ◦ A interna, formada por micropartículas que penetram
      por alguns micrômetros no interior do complexo
      tubular da dentina.

                    PASHLEY DH. Smear layer: Physiological considerations . Oper Dent Supll. 1984;3:13-29.




                                                                                                  Terra, G.
   Reduz o movimento dos fluídos dentinários
    em direção à polpa.

   Previne a penetração bacteriana nos túbulos
    dentinários.

   Constitui em um forrador cavitário que reduz
    a permeabilidade dentinária mais efetivo que
    qualquer selante cavitário.

          PASHLEY DH. Smear layer: Physiological considerations . Oper Dent Supll. 1984;3:13-29.




                                                                                         Terra, G.
   Interfere na adesão dos materiais adesivos.

   Pode servir como depósito de bactérias ou de
    seus produtos (Controverso).

   Pode permanecer utilizar materiais
    restauradores não adesivos.

          PASHLEY DH. Smear layer: Physiological considerations . Oper Dent Supll. 1984;3:13-29.




                                                                                         Terra, G.
   Deve ser removida com agentes de limpeza
    cavitária.

Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da
     FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em:
                                        http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm.


                               PASHLEY DH. Smear layer: Physiological considerations . Oper Dent Supll. 1984;3:13-29.




                                                                                                             Terra, G.
   Devem possuir as seguintes características:

    ◦ Não ser tóxico.
    ◦ Limpar as paredes cavitárias, removendo os
      fragmentos orgânicos, acumulados durante a
      instrumentação do preparo.
    ◦ Eliminar possíveis microorganismos patogênicos no
      interior da cavidade.
    ◦ Facilitar a ação dos agentes protetores.

     Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da
          FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em:
                                             http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm.




                                                                                                                 Terra, G.
   Foram utilizados vários tipos de ácidos, entre
    eles o ácido poliacrílico, fosfórico , EDTA e
    outros.

   O mais utilizado hoje em dia é o ácido
    fosfórico a 37% com Clorhexidina.

Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da
     FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em:
                                        http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm.




                                                                                                            Terra, G.
   Técnica mais aceita hoje em dia.

   Indicada em cavidades que apresentam cerca
    de 1 mm de espessura – ou mais - de
    dentina remanescente.

   Ácido Fosfórico 37% por 15 segundos.

     Meryon SD, Tobias RS, Jakeman KJ. Smear removal agents: a quantitative study in vivo and in vitro. J
                                                                Prosthet Dent. 1987 Feb;57(2):174-9.

         Fusayama T. Factors and prevention of pulp irritation by adhesive composite resin restorations.
                                                              Quintessence Int. 1987 Sep;18(9):633-41.




                                                                                                  Terra, G.
   Nakabayashi et al (1982) definiram a
    formação da camada híbrida, resultante da
    infiltração de monômeros resinosos entre as
    fibras colágenas expostas.

   Ocorre devido à remoção total do smear layer
    e pela criação de microporos por um ácido.

NAKABAYASHI N, et al. The promotion of adhesion by the infiltration of monomers into tooth substrates. J
                                                                  Biomed Mater Res. 1982:16(3):265-73.




                                                                                                 Terra, G.
   Proximidade com a polpa.

   CIV quando existe pouco remanescente.

   Hidróxido de Cálcio e CIV quando existe
    muito pouco remanescente.

          Mondelli J. Proteção do complexo dentino-pulpar. São Paulo: Artes Médicas; 1998. P 316.




                                                                                          Terra, G.
   O ácido fosfórico a 37%, pode causar danos
    às células odontoblásticas.

   Porém esse dano é superado pela capacidade
    de recuperação de um tecido pulpar saudável.

   Contudo, muitos dos componentes dos
    sistemas adesivos são tóxicos para as células
    pulpares.

    Brannstrom M, Nordervall KJ. Bacterial penetration, pulpal reaction and inner surface of concise enamel
                  bond. Composite fillings in etched and unetched cavities. J Dent Res. 1978;57(1):3-10.




                                                                                                    Terra, G.
   Primer



   Bond




             Terra, G.
   Componente Hidrofílico
    ◦ Têm adicionado em sua composição um solvente.

   Acetona
    ◦ Requer um menor tempo para evaporar.
    ◦ Requer um ambiente mais úmido.

   Água
    ◦ Requer um maior tempo para evaporar.
    ◦ Requer um ambiente mais seco.

   Álcool
    ◦ Intermediário entre a água e a acetona.
                                   (Kanca, 1998; Jacobsen & Söderholm, 1998)


                                                                     Terra, G.
   Componente Hidrofóbico.

   Resina sem carga, fluída.

   É “Levado” pelo Primer ao interior dos
    túbulos.

   Têm ligação química à R.C.



                                             Terra, G.
   2 Frascos

   Frasco único

   Autocondicionantes




                         Terra, G.
   Frasco 1: Primer.

   Frasco 2: Bond.

   Técnica mais estudada e considerada a mais
    segura.

   Adper™ Scotchbond.



                                           Terra, G.
   Ataque ácido com ácido fosfórico por 15
    segundos.

   Lavagem por no mínimo 15 segundos.

   Secagem com “bolinhas de algodão”, papel
    absorvente ou leves jatos de ar.
    ◦ O esmalte deve ficar o mais seco possível.
    ◦ Já a dentina deve ficar seca, porém com certa umidade.

   Aplicar o Primer e esperar evaporar.

   Aplicação do Bond e fotopolimerização.


                                                          Terra, G.
   Frasco único com Primer e Bond juntos.

   Adper™ Singlebond, Prime & Bond 2.1, Excite,
    Magic Bond DE.




                                             Terra, G.
   Ataque ácido com ácido fosfórico por 15
    segundos.

   Lavagem por no mínimo 15 segundos.

   Secagem com “bolinhas de algodão”, papel
    absorvente ou leves jatos de ar.
    ◦ O esmalte deve ficar o mais seco possível.
    ◦ Já a dentina deve ficar seca, porém com certa umidade.

   Aplicar o sistema adesivo, esperar evaporar e
    fotopolimerizar.


                                                          Terra, G.
   Elimina as etapas de condicionamento ácido,
    lavagem e secagem.
   Reduz o risco de sensibilidade pós-operatória.
   Clearfil SE Bond, Adper SE Plus.




Clavijo VGR, Souza NC, Kabbach W, Rigolizzo DS, Andrade MF. Utilização do Sistema adesivo autocondicionante em
                 restauração direta de resina composta – Protocolo clínico. R Dental Press Estét. 2006;3(4):37-45.



                                                                                                          Terra, G.
    Condicionamento em esmalte insuficiente.

    Alguns trabalhos sugerem uma adaptação na
     técnica recomendada pelos fabricantes.

    Realização do condicionamento ácido do
     esmalte com ácido fosfórico a 37%
     previamente à aplicação do sistema adesivo
     autocondicionante.

    Martins GC, Franco APGO, Godoy EP, Maluf DR, Gomes JC, Gomes OMM. Adesivos dentinários. RGO. 2008
                                                                               out./dez;56(4):429-36.




                                                                                              Terra, G.
   Lavagem por no mínimo 15 segundos.

   Secagem com “bolinhas de algodão”, papel
    absorvente ou leves jatos de ar.

    ◦ Secar uniformemente.
    ◦ Não deve ter muita umidade.

   Fotopolimerização.



                                               Terra, G.
   Desgaste de superfície

   Contato proximal deficitário

   Contorno anatômico complexo

   Sensibilidade pós-operatória

   Infiltração marginal

   Técnica sensível

   Durabilidade questionável
   Análise clínica, estética e radiográfica;

   Checar contatos oclusais cêntricos;

   Acesso à lesão de cárie;

   Remoção do tecido cariado;

   Formas de conveniência ao Procedimento
    restaurador.
   Controle de fluidos gengivais, sangue e
    saliva;

   Afastamento dos tecidos moles;

   Proteção para paciente e profissional;

   Maior produtividade.
   Limpeza da cavidade
    ◦ Pedra-pomes e água.

   Proteção do complexo dentino-pulpar

    ◦ Cavidades rasas e médias.
      Apenas sistema adesivo.


    ◦ Cavidades profundas
      CIV e adesivo dentinário

    ◦ Cavidades muito profundas
      Hidróxido de cálcio, CIV e adesivo dentinário
   Conferem à cavidade o contorno correto da
    porção proximal da restauração;

   Utilizada para não deixar excessos
    interproximais.

   Diversos tipos no mercado:

    ◦ Matrizes tipo Boomerang – conjunto com porta matriz
    ◦ Matrizes individuais pré-contornadas
      Pallodent – Dentsply
      Unimatrix – TDV
      Composi Tigth – GDS Garrison
   Ácido fosfórico 32-37%, por 15seg;

   Lavar abundantemente;

   Secar suavemente;
    ◦ Bolinhas de algodão.
    ◦ Leves jatos de ar.
    ◦ Papel absorvente.


   Aplicação do adesivo e fotopolimerização.
   Resinas híbridas e micro-híbridas.

   Compactáveis.

   Nanopartículas.

   A única não indicada para posteriores são as
    resinas microparticuladas.
   Seleção da cor.

   Isolamento da campo operatório.

   Preparo cavitário.

   Limpeza da cavidade.




                                      Terra, G.
   Proteção do complexo dentino-pulpar.

   Aplicação de ácido fosfórico 37% por 15 seg.

   Lavagem e secagem.

   Aplicação do sistema adesivo e
    fotopolimerização.



                                              Terra, G.
   Aplicação do sistema de matriz e cunha, se
    necessário.

   Confecção da face proximal, se necessário.

   Técnicas incrementais, respeitando o fator de
    configuração cavitária – Fator C.




                                                 Terra, G.
   Inicial




              Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
   Inicial




              Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
   Técnica para confecção de faces proximais.
   Se refere ao comportamento de um corpo
    frente a incidência da luz.



   Sem a luz não existem cores, sendo ela a
    fonte de todas as cores.

                       (ISAAC NEWTON apud HEGENBARTH, 1992)
   As cores são classificadas com base
    em três dimensões.

    ◦ Matiz.

    ◦ Croma.

    ◦ Valor.



                                          Terra, G.
   Antigamente se utilizava uma disposição de
    escala, a qual era baseada nas iniciais das
    palavras em inglês.

   U ( U n i v e r s a l );
   Y ( Ye l l o w );
   B ( B r o w n );
   G ( G r a y ).

    ◦ A tendência foi a de não mais se utilizar esta forma de
      classificação.
       Resultava em menos possibilidades estéticas.
   Distingue uma         A   B   C   D
    família de cor de
    outra.

   Vermelho de
    amarelo ou verde de
    azul, por exemplo.

   Matiz é a primeira
    idéia, ou a mais
    genérica, ao se
    escolher uma cor
    qualquer.


                                      Terra, G.
   ESCALA VITA

    ◦ Matiz A
      Corresponde ao amarelo–amarronzado
        Representa a maioria dos casos

    ◦ Matiz B
      Corresponde ao amarelo com um pouco de marrom

    ◦ Matiz C
      Corresponde ao cinza com pequena quantidade de marrom

    ◦ Matiz D
      Corresponde ao rosa avermelhado com um pouco de
       marrom.
   Característica que
    descreve a saturação
    ou intensidade de
    um determinado
    matiz.

   Simplificando, seria o
    quão forte ou fraca é
    uma determinada
    cor.
                               Na escala de cores Vita Classical, o
   Identificado em pela     croma é o número que segue a letra do
    numeração gradual                        matiz.
    da escala VITA.

                                                              Terra, G.
   Nos dentes naturais o
    croma é uma
    característica
    relacionada
    essencialmente à
    dentina.

   O esmalte age como
    um filtro, atenuando a
    percepção da cor
    dentinária.

   O croma aumenta de
    forma progressiva à
    medida em que a
    espessura de esmalte
    diminui.


                             Terra, G.
   Representa a luminosidade da cor.

   É a qualidade pela qual distinguimos uma cor clara de uma
    cor escura.

   O valor está relacionado à quantidade de pigmento branco
    existente.
    ◦ Se refere à quantidade de opacidade e/ou translucidez.


   Quanto mais branco o objeto, maior será o valor, pois uma
    maior quantidade de luz será refletida.

   Não está discriminado na escala Vita.
    ◦ Nos obriga a conhecer o comportamento dinâmico de cada marca e
      tipo de resina.


                                                                       Terra, G.
   Translucidez

   Opacidade

   Fluorescência

   Opalescência




                    Terra, G.
   Translucidez e Opacidade
    ◦ Efeito que mede a quantidade de luz que passa
      pelo objeto.




                                                      Terra, G.
   Fluorescência:
    ◦ Capacidade de uma superfície emitir luz quando exposta
      a radiações do tipo raios ultravioleta (UV), raios
      catódicos ou raiosX.

    ◦ As radiações absorvidas (invisíveis ao olho Humano)
      transformam-se em luz visível.

       ◦ Característica natural da
         dentina.

       ◦ Sob luz de baixo comprimento
         de onda, o dente reflete cor
         azul-claro ou branco intenso.

                                                            Terra, G.
   Opalescência:
    ◦ Característica específica do Esmalte.
    ◦ Sob luz de alto comprimento de onda o esmalte
      reflete luz cinza azulado.




                                                      Terra, G.
   Profilaxia;
   Escala seca;
   Dentes úmidos;
   Não isolar dentes;
   Luz
    ◦ Sem luz do refletor.
    ◦ Ideal – luz natural.

      MATIZ
      SATURAÇÃO
      LUMINOSIDADE
   ESCALA VITA

    ◦ MATIZ
      A, B, C e D.

    ◦ SATURAÇÃO
      1 – 2 – 3 - 3,5 – 4

    ◦ LUMINOSIDADE
       CLAROS-B1, A1, B2, D2, A2
       MÉDIOS-C1, C2, D4, A3, D3
       ESCUROS-B3, A3.5, B4, C3, A4, C4
   Espectrofômetro digital.
    ◦ Vita Easyshade
   Cavidades menores que os dentes
    posteriores.

   Fator C mais favorável.

    ◦ Maior influência dos iluminantes.

    ◦ Maior exigência estética.



                                          Terra, G.
   Aumento da área de
    esmalte no ângulo cavo-
    superficial.

   Proporciona uma melhor
    estética.

   A extensão deve ser de
    cerca de 0,5mm do limite
    de esmalte sadio.

   Apenas na vestibular.

                               Terra, G.
   Profilaxia.

   Seleção da cor.

   Isolamento da campo operatório.

   Remoção da cárie e preparo cavitário.

   Limpeza da cavidade.

                                            Terra, G.
   Proteção do complexo dentino-pulpar.

   Aplicação de ácido fosfórico 37% por 15 seg.

   Lavagem e secagem.

   Aplicação do sistema de matriz ou fita de teflon.

   Aplicação do sistema adesivo e
    fotopolimerização.

                                                   Terra, G.
   Confecção da porção palatina com resina
    composta.
    ◦ Em restaurações do tipo classe III a sequencia de
      confecção da restauração pode ser invertida.

   Confecção dos lóbulos de desenvolvimento.

   Confecção da porção vestibular.

   Acabamento e polimento.
    ◦ Idealmente após 48 horas.



                                                          Terra, G.
 Preferencialmente antes do início do procedimento.

 Sempre há o risco de exposição pulpar acidental.
Cavidade preparada
                                   e isolada




Ácido fosfórico 37 %




                        Sistema adesivo
PRIMER


BOND
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Ácido
fosfórico 37%




                Terra, G.
Aplicar duas
camadas de
adesivo.

Não
fotopolimerizar
entre as
camadas.

Leves jatos de
ar entre as
camadas.




                  Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
Terra, G.
   Convencional

   Step

   Ramp

   Pulso tardio

     Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem
                                                       Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9.




                                                                                                 Terra, G.
   Intensidade constante.

   Potência máxima do aparelho.

   20 a 40 segundos.

   Não estende a fase Pré-gel.

   Gera um maior Stress na interface adesiva.

     Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem
                                                       Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9.



                                                                                                 Terra, G.
   A resina é fotopolimerizada inicialmente em uma
    potência mais baixa, e subitamente emprega-se
    a potência máxima do aparelho.

   Tempos pré definidos pelo aparelho.

   Estende a fase Pré-gel.

   Gera um menor Stress na interface adesiva.
     Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem
                                                       Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9.




                                                                                                 Terra, G.
   A luz é aplicada em baixa intensidade e,
    gradativamente a intensidade é aumentada,
    chegando a uma alta intensidade por mais um tempo
    específico.

   Tempos pré definidos pelo aparelho.

   Estende a fase Pré-gel.

   Gera um menor Stress na interface adesiva.
     Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem
                                                       Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9.




                                                                                                 Terra, G.
   Cada incremento é fotopolimerizado por 5 segundos
    em baixa potência.

   Banho de luz ao fim da restauração de 1 minuto por
    face, em potência máxima.

   Técnica que gera o menor stress de contração de
    polimerização e melhor adaptação marginal.

   Técnica que têm sido mais indicada pela literatura.
    Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem Clínica. Rev
                                                                              Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9.




                                                                                                          Terra, G.
   Pontas
    diamantadas F e FF

   Pontas
    multilaminadas

   Borrachas abrasivas

   Discos e lixas

   Pastas de
    polimento e discos
    de feltro e escovas
    de robinson
    brancas
Prof. Ms. Guilherme Teixeira Coelho Terra
           Mestre em Odontologia
Especialista em Implantodontia e Dentística
      drguilhermeterra@yahoo.com.br

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Revisão em técnicas restauradoras e adesividade 2012 1

  • 1. Prof. Guilherme Terra Disciplina de Dentística Operatória Aplicada
  • 2. O maior problema da Dentística Restauradora era a falta de adesão dos materiais restauradores às estruturas dentárias. ◦ Infiltração marginal Terra, G.
  • 3. Descoloração marginal  Fraturas marginais  Reincidência de cárie  Sensibilidade pós-operatória  Reações pulpares Kidd EAM. Microleakage: a review. J. Dent. 1976;4(5):199-206. Terra, G.
  • 4. Introdução da técnica do condicionamento ácido do esmalte por Buonocore em 1955. Novas perspectivas Buonocore MG. A Simple Method of Increasing the Adhesion of Acrylic Filling Materials to to enamel surface. J Dent Res. 1955;34(6):849-53. Terra, G.
  • 5. Descalcificação seletiva, formando poros.  Formação dos Tags.  Aumento o embricamento mecânico. Terra, G.
  • 6. Esmalte e a dentina são tecidos mineralizados e contêm os mesmos componentes inorgânicos.  Porém apresentam diferenças morfológicas e na composição orgânica, fundamentais no processo de adesão. Buonocore MG. A Simple Method of Increasing the Adhesion of Acrylic Filling Materials to to enamel surface. J Dent Res. 1955;34(6):849-53. Terra, G.
  • 7. A dentina é um tecido histologicamente complexo, predominantemente tubular e com presença de umidade. Fatores que dificultam a adesão Al-Ehaideb A, Mohammed H. Shear bond strength of “one 2. bottle” dentin adhesives. J Prosthet Dent. 2000;84(4):408-12. Terra, G.
  • 8. Com a evolução dos sistemas adesivos Melhora na capacidade de adesão Redução da microinfiltração marginal em dentina. Terra, G.
  • 9. Tecido mineralizado poroso de estrutura basicamente prismática. Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em: http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm. Terra, G.
  • 10. Constituído de: ◦ Proteínas soluvéis, insolúveis e peptídeos em quantidades aproximadamente iguais. ◦ O esmalte varia consideravelmente em espessura nas diferentes regiões do dente e entre os diferentes tipos de dentes. ◦ É mais espesso nas cúspides e nas bordas incisais é mais delgado terminando na margem cervical. Terra, G.
  • 11. Apresenta-se sob a forma de cristais, que unidos originam os prismas de esmalte.  Iniciam-se na junção amelodentinária e dirigem-se para a superfície dental.  Apresentando uma variação de tamanho de 4 a 7 µm.  A porção mais externa do esmalte é constituído principalmente pela porção orgânica, com menor quantidade de prismas. Terra, G.
  • 12. Remove aproximadamente 10 µm da superfície.  Cria poros de 5 à 50 µm de profundidade.  Aumenta da área de superfície, o molhamento do esmalte e a tensão superficial.  O adesivo flue para os microporos, criando uma retenção micromecânica Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em: http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm. Terra, G.
  • 13. Ácido fosfórico na concentração de 30 à 40%.  Outros agentes desmineralizantes tem sido testado como: EDTA, ácido pirúvico(10%). Fujitani M, Inokoshi S, Hosoda H. Effect of acid etching on the dental pulp in adhesive composite restorations. Int Dent J. 1992;42(1):3-11. Terra, G.
  • 14. Estudos demonstram que o tempo de condicionamento ácido de 15 segundos promove a mesma rugosidade que no tempo de 60 segundos.  Estudos laboratoriais demonstram que a resistência ao cisalhamento e a infiltração marginal são similares tanto em 15 /60 segundos no tempo de condicionamento. Fujitani M, Inokoshi S, Hosoda H. Effect of acid etching on the dental pulp in adhesive composite restorations. Int Dent J. 1992;42(1):3-11. Terra, G.
  • 15. Os ácidos podem apresentar-se sob 2 formas:  Gel (mais utilizado).  Solução. Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em: http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm. Terra, G.
  • 16. O tempo de lavagem de no mínimo 15 segundos. Fujitani M, Inokoshi S, Hosoda H. Effect of acid etching on the dental pulp in adhesive composite restorations. Int Dent J. 1992;42(1):3-11. Terra, G.
  • 17. A dentina apresenta um aspecto tubular.  Sua quantidade e diâmetro médios variam de acordo com a proximidade com o tecido pulpar. Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em: http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm. Terra, G.
  • 18. Próximo à junção amelodentinária 10.000 túbulos mm2  O diâmetro próximo à junção amelodentinária gira em torno de 0,87 micrômetros. Dentina superficial Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em: http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm. Terra, G.
  • 19. Próximo à polpa 50.000 túbulos mm2  O diâmetro próximo à polpa gira em torno de 2,5 micrômetros. Dentina profunda Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em: http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm. Terra, G.
  • 20. A dentina peritubular envolve os túbulos e é caracterizada por seu alto conteúdo mineral.  A dentina intertubular se situa entre os túbulos dentinários, sendo menos mineralizada. Dentina intertubular Dentina peritubular Terra, G.
  • 21. Primária  Secundária  Terciária ou reacionária Kuttler Y. Classification of dentine into primary, secondary and terciary. Oral Surg. 1959;12:996-1001. Terra, G.
  • 22. É a dentina original, normal e regular.  A maior parte é formada antes da erupção do dente. Kuttler Y. Classification of dentine into primary, secondary and terciary. Oral Surg. 1959;12:996-1001. Terra, G.
  • 23. É a dentina que se forma devido aos estímulos de baixa intensidade.  Decorrente de função biológica normal durante a vida clínica do dente. Kuttler Y. Classification of dentine into primary, secondary and terciary. Oral Surg. 1959;12:996-1001. Terra, G.
  • 24. Desenvolve-se quando existem irritações pulpares mais intensas.  Cárie, irritações mecânicas, térmicas, químicas, elétricas e outras. Kuttler Y. Classification of dentine into primary, secondary and terciary. Oral Surg. 1959;12:996-1001. Terra, G.
  • 25. Microfragmentos ou microdetritos deixados sobre a dentina durante o preparo cavitário.  Formado sempre que superfície dentária é cortada ou desgastada com instrumentos rotatórios.  Conhecido também como lama dentinária. PASHLEY DH. Smear layer: Physiological considerations . Oper Dent Supll. 1984;3:13-29. Terra, G.
  • 26. Sua remoção traz benefícios e prejuízos para as técnicas restauradoras.  Consiste em duas camadas: ◦ A camada externa superficial e amorfa, agregada sobre superfície dentinária ◦ A interna, formada por micropartículas que penetram por alguns micrômetros no interior do complexo tubular da dentina. PASHLEY DH. Smear layer: Physiological considerations . Oper Dent Supll. 1984;3:13-29. Terra, G.
  • 27. Reduz o movimento dos fluídos dentinários em direção à polpa.  Previne a penetração bacteriana nos túbulos dentinários.  Constitui em um forrador cavitário que reduz a permeabilidade dentinária mais efetivo que qualquer selante cavitário. PASHLEY DH. Smear layer: Physiological considerations . Oper Dent Supll. 1984;3:13-29. Terra, G.
  • 28. Interfere na adesão dos materiais adesivos.  Pode servir como depósito de bactérias ou de seus produtos (Controverso).  Pode permanecer utilizar materiais restauradores não adesivos. PASHLEY DH. Smear layer: Physiological considerations . Oper Dent Supll. 1984;3:13-29. Terra, G.
  • 29. Deve ser removida com agentes de limpeza cavitária. Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em: http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm. PASHLEY DH. Smear layer: Physiological considerations . Oper Dent Supll. 1984;3:13-29. Terra, G.
  • 30. Devem possuir as seguintes características: ◦ Não ser tóxico. ◦ Limpar as paredes cavitárias, removendo os fragmentos orgânicos, acumulados durante a instrumentação do preparo. ◦ Eliminar possíveis microorganismos patogênicos no interior da cavidade. ◦ Facilitar a ação dos agentes protetores. Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em: http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm. Terra, G.
  • 31. Foram utilizados vários tipos de ácidos, entre eles o ácido poliacrílico, fosfórico , EDTA e outros.  O mais utilizado hoje em dia é o ácido fosfórico a 37% com Clorhexidina. Mandarino F. Departamento de Odontologia Restauradora. Ribeirão Preto: Departamento de Odontologia Restauradora da FOUSP; [atualizada em 2003 Jul 11; acesso em 2010 Apr 26]. Adesivos Odontológicos; [aprox 30 p]. Disponível em: http://www.forp.usp.br/restauradora/dentistica/temas/adesivos/adesivos.htm. Terra, G.
  • 32. Técnica mais aceita hoje em dia.  Indicada em cavidades que apresentam cerca de 1 mm de espessura – ou mais - de dentina remanescente.  Ácido Fosfórico 37% por 15 segundos. Meryon SD, Tobias RS, Jakeman KJ. Smear removal agents: a quantitative study in vivo and in vitro. J Prosthet Dent. 1987 Feb;57(2):174-9. Fusayama T. Factors and prevention of pulp irritation by adhesive composite resin restorations. Quintessence Int. 1987 Sep;18(9):633-41. Terra, G.
  • 33. Nakabayashi et al (1982) definiram a formação da camada híbrida, resultante da infiltração de monômeros resinosos entre as fibras colágenas expostas.  Ocorre devido à remoção total do smear layer e pela criação de microporos por um ácido. NAKABAYASHI N, et al. The promotion of adhesion by the infiltration of monomers into tooth substrates. J Biomed Mater Res. 1982:16(3):265-73. Terra, G.
  • 34. Proximidade com a polpa.  CIV quando existe pouco remanescente.  Hidróxido de Cálcio e CIV quando existe muito pouco remanescente. Mondelli J. Proteção do complexo dentino-pulpar. São Paulo: Artes Médicas; 1998. P 316. Terra, G.
  • 35. O ácido fosfórico a 37%, pode causar danos às células odontoblásticas.  Porém esse dano é superado pela capacidade de recuperação de um tecido pulpar saudável.  Contudo, muitos dos componentes dos sistemas adesivos são tóxicos para as células pulpares. Brannstrom M, Nordervall KJ. Bacterial penetration, pulpal reaction and inner surface of concise enamel bond. Composite fillings in etched and unetched cavities. J Dent Res. 1978;57(1):3-10. Terra, G.
  • 36. Primer  Bond Terra, G.
  • 37. Componente Hidrofílico ◦ Têm adicionado em sua composição um solvente.  Acetona ◦ Requer um menor tempo para evaporar. ◦ Requer um ambiente mais úmido.  Água ◦ Requer um maior tempo para evaporar. ◦ Requer um ambiente mais seco.  Álcool ◦ Intermediário entre a água e a acetona. (Kanca, 1998; Jacobsen & Söderholm, 1998) Terra, G.
  • 38. Componente Hidrofóbico.  Resina sem carga, fluída.  É “Levado” pelo Primer ao interior dos túbulos.  Têm ligação química à R.C. Terra, G.
  • 39. 2 Frascos  Frasco único  Autocondicionantes Terra, G.
  • 40. Frasco 1: Primer.  Frasco 2: Bond.  Técnica mais estudada e considerada a mais segura.  Adper™ Scotchbond. Terra, G.
  • 41. Ataque ácido com ácido fosfórico por 15 segundos.  Lavagem por no mínimo 15 segundos.  Secagem com “bolinhas de algodão”, papel absorvente ou leves jatos de ar. ◦ O esmalte deve ficar o mais seco possível. ◦ Já a dentina deve ficar seca, porém com certa umidade.  Aplicar o Primer e esperar evaporar.  Aplicação do Bond e fotopolimerização. Terra, G.
  • 42. Frasco único com Primer e Bond juntos.  Adper™ Singlebond, Prime & Bond 2.1, Excite, Magic Bond DE. Terra, G.
  • 43. Ataque ácido com ácido fosfórico por 15 segundos.  Lavagem por no mínimo 15 segundos.  Secagem com “bolinhas de algodão”, papel absorvente ou leves jatos de ar. ◦ O esmalte deve ficar o mais seco possível. ◦ Já a dentina deve ficar seca, porém com certa umidade.  Aplicar o sistema adesivo, esperar evaporar e fotopolimerizar. Terra, G.
  • 44. Elimina as etapas de condicionamento ácido, lavagem e secagem.  Reduz o risco de sensibilidade pós-operatória.  Clearfil SE Bond, Adper SE Plus. Clavijo VGR, Souza NC, Kabbach W, Rigolizzo DS, Andrade MF. Utilização do Sistema adesivo autocondicionante em restauração direta de resina composta – Protocolo clínico. R Dental Press Estét. 2006;3(4):37-45. Terra, G.
  • 45. Condicionamento em esmalte insuficiente.  Alguns trabalhos sugerem uma adaptação na técnica recomendada pelos fabricantes.  Realização do condicionamento ácido do esmalte com ácido fosfórico a 37% previamente à aplicação do sistema adesivo autocondicionante. Martins GC, Franco APGO, Godoy EP, Maluf DR, Gomes JC, Gomes OMM. Adesivos dentinários. RGO. 2008 out./dez;56(4):429-36. Terra, G.
  • 46. Lavagem por no mínimo 15 segundos.  Secagem com “bolinhas de algodão”, papel absorvente ou leves jatos de ar. ◦ Secar uniformemente. ◦ Não deve ter muita umidade.  Fotopolimerização. Terra, G.
  • 47. Desgaste de superfície  Contato proximal deficitário  Contorno anatômico complexo  Sensibilidade pós-operatória  Infiltração marginal  Técnica sensível  Durabilidade questionável
  • 48. Análise clínica, estética e radiográfica;  Checar contatos oclusais cêntricos;  Acesso à lesão de cárie;  Remoção do tecido cariado;  Formas de conveniência ao Procedimento restaurador.
  • 49. Controle de fluidos gengivais, sangue e saliva;  Afastamento dos tecidos moles;  Proteção para paciente e profissional;  Maior produtividade.
  • 50. Limpeza da cavidade ◦ Pedra-pomes e água.  Proteção do complexo dentino-pulpar ◦ Cavidades rasas e médias.  Apenas sistema adesivo. ◦ Cavidades profundas  CIV e adesivo dentinário ◦ Cavidades muito profundas  Hidróxido de cálcio, CIV e adesivo dentinário
  • 51. Conferem à cavidade o contorno correto da porção proximal da restauração;  Utilizada para não deixar excessos interproximais.  Diversos tipos no mercado: ◦ Matrizes tipo Boomerang – conjunto com porta matriz ◦ Matrizes individuais pré-contornadas  Pallodent – Dentsply  Unimatrix – TDV  Composi Tigth – GDS Garrison
  • 52.
  • 53.
  • 54.
  • 55.
  • 56.
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  • 60. Ácido fosfórico 32-37%, por 15seg;  Lavar abundantemente;  Secar suavemente; ◦ Bolinhas de algodão. ◦ Leves jatos de ar. ◦ Papel absorvente.  Aplicação do adesivo e fotopolimerização.
  • 61. Resinas híbridas e micro-híbridas.  Compactáveis.  Nanopartículas.  A única não indicada para posteriores são as resinas microparticuladas.
  • 62. Seleção da cor.  Isolamento da campo operatório.  Preparo cavitário.  Limpeza da cavidade. Terra, G.
  • 63. Proteção do complexo dentino-pulpar.  Aplicação de ácido fosfórico 37% por 15 seg.  Lavagem e secagem.  Aplicação do sistema adesivo e fotopolimerização. Terra, G.
  • 64. Aplicação do sistema de matriz e cunha, se necessário.  Confecção da face proximal, se necessário.  Técnicas incrementais, respeitando o fator de configuração cavitária – Fator C. Terra, G.
  • 65. Inicial Terra, G.
  • 72. Inicial Terra, G.
  • 79. Técnica para confecção de faces proximais.
  • 80.
  • 81.
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  • 100.
  • 101.
  • 102.
  • 103.
  • 104.
  • 105.
  • 106. Se refere ao comportamento de um corpo frente a incidência da luz.  Sem a luz não existem cores, sendo ela a fonte de todas as cores. (ISAAC NEWTON apud HEGENBARTH, 1992)
  • 107. As cores são classificadas com base em três dimensões. ◦ Matiz. ◦ Croma. ◦ Valor. Terra, G.
  • 108. Antigamente se utilizava uma disposição de escala, a qual era baseada nas iniciais das palavras em inglês.  U ( U n i v e r s a l );  Y ( Ye l l o w );  B ( B r o w n );  G ( G r a y ). ◦ A tendência foi a de não mais se utilizar esta forma de classificação.  Resultava em menos possibilidades estéticas.
  • 109. Distingue uma A B C D família de cor de outra.  Vermelho de amarelo ou verde de azul, por exemplo.  Matiz é a primeira idéia, ou a mais genérica, ao se escolher uma cor qualquer. Terra, G.
  • 110. ESCALA VITA ◦ Matiz A  Corresponde ao amarelo–amarronzado  Representa a maioria dos casos ◦ Matiz B  Corresponde ao amarelo com um pouco de marrom ◦ Matiz C  Corresponde ao cinza com pequena quantidade de marrom ◦ Matiz D  Corresponde ao rosa avermelhado com um pouco de marrom.
  • 111. Característica que descreve a saturação ou intensidade de um determinado matiz.  Simplificando, seria o quão forte ou fraca é uma determinada cor. Na escala de cores Vita Classical, o  Identificado em pela croma é o número que segue a letra do numeração gradual matiz. da escala VITA. Terra, G.
  • 112. Nos dentes naturais o croma é uma característica relacionada essencialmente à dentina.  O esmalte age como um filtro, atenuando a percepção da cor dentinária.  O croma aumenta de forma progressiva à medida em que a espessura de esmalte diminui. Terra, G.
  • 113. Representa a luminosidade da cor.  É a qualidade pela qual distinguimos uma cor clara de uma cor escura.  O valor está relacionado à quantidade de pigmento branco existente. ◦ Se refere à quantidade de opacidade e/ou translucidez.  Quanto mais branco o objeto, maior será o valor, pois uma maior quantidade de luz será refletida.  Não está discriminado na escala Vita. ◦ Nos obriga a conhecer o comportamento dinâmico de cada marca e tipo de resina. Terra, G.
  • 114. Translucidez  Opacidade  Fluorescência  Opalescência Terra, G.
  • 115. Translucidez e Opacidade ◦ Efeito que mede a quantidade de luz que passa pelo objeto. Terra, G.
  • 116. Fluorescência: ◦ Capacidade de uma superfície emitir luz quando exposta a radiações do tipo raios ultravioleta (UV), raios catódicos ou raiosX. ◦ As radiações absorvidas (invisíveis ao olho Humano) transformam-se em luz visível. ◦ Característica natural da dentina. ◦ Sob luz de baixo comprimento de onda, o dente reflete cor azul-claro ou branco intenso. Terra, G.
  • 117.
  • 118. Opalescência: ◦ Característica específica do Esmalte. ◦ Sob luz de alto comprimento de onda o esmalte reflete luz cinza azulado. Terra, G.
  • 119. Profilaxia;  Escala seca;  Dentes úmidos;  Não isolar dentes;  Luz ◦ Sem luz do refletor. ◦ Ideal – luz natural.  MATIZ  SATURAÇÃO  LUMINOSIDADE
  • 120. ESCALA VITA ◦ MATIZ  A, B, C e D. ◦ SATURAÇÃO  1 – 2 – 3 - 3,5 – 4 ◦ LUMINOSIDADE  CLAROS-B1, A1, B2, D2, A2  MÉDIOS-C1, C2, D4, A3, D3  ESCUROS-B3, A3.5, B4, C3, A4, C4
  • 121. Espectrofômetro digital. ◦ Vita Easyshade
  • 122. Cavidades menores que os dentes posteriores.  Fator C mais favorável. ◦ Maior influência dos iluminantes. ◦ Maior exigência estética. Terra, G.
  • 123. Aumento da área de esmalte no ângulo cavo- superficial.  Proporciona uma melhor estética.  A extensão deve ser de cerca de 0,5mm do limite de esmalte sadio.  Apenas na vestibular. Terra, G.
  • 124. Profilaxia.  Seleção da cor.  Isolamento da campo operatório.  Remoção da cárie e preparo cavitário.  Limpeza da cavidade. Terra, G.
  • 125. Proteção do complexo dentino-pulpar.  Aplicação de ácido fosfórico 37% por 15 seg.  Lavagem e secagem.  Aplicação do sistema de matriz ou fita de teflon.  Aplicação do sistema adesivo e fotopolimerização. Terra, G.
  • 126. Confecção da porção palatina com resina composta. ◦ Em restaurações do tipo classe III a sequencia de confecção da restauração pode ser invertida.  Confecção dos lóbulos de desenvolvimento.  Confecção da porção vestibular.  Acabamento e polimento. ◦ Idealmente após 48 horas. Terra, G.
  • 127.
  • 128.
  • 129.
  • 130.
  • 131.
  • 132.  Preferencialmente antes do início do procedimento.  Sempre há o risco de exposição pulpar acidental.
  • 133. Cavidade preparada e isolada Ácido fosfórico 37 % Sistema adesivo
  • 134.
  • 135.
  • 136.
  • 137.
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  • 139.
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  • 150.
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  • 166.
  • 167.
  • 168.
  • 169.
  • 178. Ácido fosfórico 37% Terra, G.
  • 179. Aplicar duas camadas de adesivo. Não fotopolimerizar entre as camadas. Leves jatos de ar entre as camadas. Terra, G.
  • 185.
  • 186.
  • 187.
  • 188.
  • 189.
  • 190.
  • 191.
  • 192.
  • 193.
  • 194.
  • 195.
  • 196.
  • 197. Convencional  Step  Ramp  Pulso tardio Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9. Terra, G.
  • 198. Intensidade constante.  Potência máxima do aparelho.  20 a 40 segundos.  Não estende a fase Pré-gel.  Gera um maior Stress na interface adesiva. Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9. Terra, G.
  • 199. A resina é fotopolimerizada inicialmente em uma potência mais baixa, e subitamente emprega-se a potência máxima do aparelho.  Tempos pré definidos pelo aparelho.  Estende a fase Pré-gel.  Gera um menor Stress na interface adesiva. Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9. Terra, G.
  • 200. A luz é aplicada em baixa intensidade e, gradativamente a intensidade é aumentada, chegando a uma alta intensidade por mais um tempo específico.  Tempos pré definidos pelo aparelho.  Estende a fase Pré-gel.  Gera um menor Stress na interface adesiva. Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9. Terra, G.
  • 201. Cada incremento é fotopolimerizado por 5 segundos em baixa potência.  Banho de luz ao fim da restauração de 1 minuto por face, em potência máxima.  Técnica que gera o menor stress de contração de polimerização e melhor adaptação marginal.  Técnica que têm sido mais indicada pela literatura. Pacheco JFM, Sensi LG, Hirata R. Contração e Fotopolimerização das Resinas Compostas: Abordagem Clínica. Rev Soc Bras Odontol Estét. 2002;3:13-9. Terra, G.
  • 202. Pontas diamantadas F e FF  Pontas multilaminadas  Borrachas abrasivas  Discos e lixas  Pastas de polimento e discos de feltro e escovas de robinson brancas
  • 203. Prof. Ms. Guilherme Teixeira Coelho Terra Mestre em Odontologia Especialista em Implantodontia e Dentística drguilhermeterra@yahoo.com.br