RepúblicaRepública
VelhaVelha
(1889 a 1930)(1889 a 1930)
Presidentes
• A Primeira República
Brasileira ou República Velha
foi o período da História do
Brasil que vai da
Proclamação da República,
em 1889, até a Revolução de
1930.
• Em 15 de novembro de
1889, o Brasil mudou
sua forma de governo o
Brasil mudou sua forma
de governo, tornou-se
uma República.
• 1889 até 1930 conhecido como "1º
República", "República dos
Bacharéis", "República Maçônica" e
"República da Bucha", quase todos
eram membros de uma sociedade
secreta maçônica da Faculdade de
Direito do Largo de São Fancisco, em
São Paulo, chamada de
"Bürschenschaft", ou "Bucha“.
• Na república velha, houve três presidentes militares,
todos os 3 maçons. Dos presidentes civis, três deles
foram paulistas , quatro mineiros, dois fluminenses e
um paraibano, Epitácio Pessoa, que foi o único
presidente civil que não pertenceu à Bucha.
• Dois presidentes eleitos não assumiram a presidência:
Rodrigues Alves em 1918 e Júlio Prestes em 1930.
• Um morreu no meio do mandato, Afonso Pena e um
enlouqueceu: Delfim Moreira.
1 - Diferentes projetos republicanos:
• República Positivista: centralização política
nas mãos do presidente. Postura
predominante entre os militares. Prevaleceu
entre 1889 e 1894, durante a chamada
República da Espada.
• República Liberal: federalismo descentralizado
com grande autonomia para os estados.
Postura predominante entre os cafeicultores
paulistas. Prevaleceu entre 1894 e 1930,
durante a chamada República Oligárquica.
Manoel Deodoro
da Fonseca (AL)
(15/11/1889 a
25/02/1891) = 2
anos
O Governo provisório do Marechal Deodoro
da Fonseca:
Fase provisória:
• Transformação das antigas províncias em
Estados da Federação;
• Regulamentação do casamento e registro
civil;
• Separação entre Igreja e Estado;
• Grande naturalização.
• Eleição da Assembléia Nacional Constituinte
(1890)
A Constituição - 1891
• Eleito indiretamente pela Assembléia.
• Federalismo: autonomia para os estados.
• 3 poderes: executivo, legislativo (bicameral) e
judiciário.
• Voto universal masculino (excluindo-se mulheres,
menores de 21 anos, analfabetos, mendigos,
padres e soldados);
• Senado temporário;
• República Presidencialista (o presidente é o chefe
de Estado e chefe de governo);
• Implantação de um projeto
de industrialização liderado
pelo ministro da Fazenda,
Rui Barbosa.
• Medidas protecionistas
adotadas para garantir os
mercados para uma
nascente indústria
nacional.
• Créditos de fácil acesso
para os que quisessem
investir na indústria.
Rui Barbosa
• As reações: os banqueiros ingleses e franceses com
sua visões imperialistas dificultaram os créditos ao
Brasil e ameaçaram fechar suas agências.
• As oligarquias agroexportadoras passaram a
bombardear o projeto.
• Sem dinheiro externo o governo passou a emitir
papel-moeda sem lastro.
• Grande parte dos empréstimos concedidos para a
industrialização acabou sendo desviada para a
especulação na bolsa de valores.
• RESULTADO: ENCILHAMENTO
• Conseqüências:
- rápido crescimento de inflação;
- um violento arrocho dos salários;
- e um enorme número de falências,
principalmente entre as recém-surgidas
indústrias, provocadas pela elevação dos juros.
- falências, desempregos e baixos salários
violentaram grande parte da sociedade
brasileira, em especial os setores urbanos nos
quais se encontravam as principais bases de
sustentação política do grupo que estava no
poder; os militares e os setores médios urbanos.
• O marechal Deodoro da
Fonseca não possuía
maioria parlamentar para
governar.
• Derrotas dos projetos do
governo no Congresso
Nacional: acabaram
culminando em tentativa de
golpe.
• Fechou o Congresso
Nacional e se impôs como
ditador.
• A República começava
bem...
• O Marechal não contava,
contudo, que os
opositores a ele dentro
das forças armadas já
fossem maiores que seus
aliados.
• Início da Revolta da
Armada.
• O contragolpe desfechado
pelos aliados do marechal
Floriano Peixoto impediu
as preensões de Deodoro.
• Obrigado a renunciar,
assume o vice-presidente
da República.
Almirante Custódio
de Melo
Deodoro da Fonseca assinando o projeto da Constituição de 1891
Floriano
Vieira
Peixoto (AL)
(23/11/1891 a
15/11/1894)
= 3 anos
A presidência de Floriano ( 1891 – 1894)
• Reabriu o Congresso e
procurou aliados: conseguiu
um mínimo de apoio
necessário para governar.
• O não-respeito ao artigo 42
da Constituição provocou
fortes oposições.
• Floriano não convocou as
eleições e deixou claro que
se manteria no cargo até o
final do mandato.
O “Marechal de Ferro”
• Conseguiu consolidar a República.
• Teve o apoio dos cafeicultores;
• Suas medidas foram marcadas pelo
PATERNALISMO;
• Estimulou a indústria com linhas de
crédito;
• Leis alfandegárias revistas;
MOVIMENTOS EM SEU GOVERNO:
• Manifesto dos 13 generais, Revolução
Federalista no sul e a Revolta da Armada na
Baía de Guanabara.
• O Manifesto dos 13 generais: documento
assinado por militares, logo no início do
governo de Floriano.
• O manifesto contestava a legitimidade do
governo e condenava as atitudes de Floriano
Peixoto, que no dia seguinte à sua publicação
manda reformar os signatários e prender alguns
deles.
• Barão do Rio Branco – Principal
responsável pela política externa
brasileira no período.
• A questão de
Palmas (1893 –
1895):
– Disputa de BRA e
ARG pela antiga
região
missioneira, no
atual estado de
Santa Catarina.
– BRA tem ganho
de causa com
aval dos EUA.
Revolta da armada
O encouraçado Aquidabã
• 1º momento - 1891:
• Marechal Deodoro da
Fonseca, ordena o fechamento
do Congresso.
• Unidades da Armada na Baía
de Guanabara, sob a liderança
do almirante Custódio de
Melo, ameaçaram
bombardear a cidade do RJ,
então capital da República.
• Para evitar uma guerra civil, o
marechal Deodoro renunciou
à Presidência da República.
Vista da Praça da Matriz, com o antigo Palácio do Governo no alto
- 1865
• 2º momento:
• Março de 1892 – Generais
exigem convocação de
novas eleições.
• Floriano reprimiu
duramente o movimento,
determinando a prisão de
seus líderes.
• A rebelião obtém escasso
apoio no Rio de Janeiro.
• Os revoltosos dirigem-se
para o sul onde tentam,
sem sucesso, articular-se
com os rebeldes
federalistas gaúchos.
• Com navios adquiridos no
exterior, Floriano
derrotaria a Revolta da
Armada em março de
1894.
Revolução Federalista (1893-1895)
Júlio de Castilhos e Silveira Martins
• PRR – Júlio de Castilhos: “castilhistas” ou “pica-
paus”, defensores de uma república positivista
ultra-centralizada.
X
• PF – Gaspar Silveira Martins: “maragatos”,
• defensores de maior autonomia para o poder
legislativo e descentralização política.
• Floriano apóia o PRR de Júlio de Castilhos;
• Revolta também conhecida com “Revolução da
Degola”.
• A luta armada durou
aproximadamente três
anos e atingiu as
regiões compreendidas
entre o RS, SC e PR.
• O presidente da
República era então
Prudente de Moraes
quando terminou. Gumercindo ao lado de Aparício,
ambos ao centro, na Revolução
Federalista;
A República oligárquica (1894-1930)
• O CORONELISMO E O PODER POLÍTICO:
• Poder local dos coronéis.
• Coronel = latifundiários
• Usavam seu prestígio pessoal para arregimentar
votos em troca dos quais obtinham financiamentos
do governo ou obras infra-estruturais como
barganha política.
• Quanto maior o “curral eleitoral” (número de
eleitores que o coronel podia controlar) do coronel,
maior o seu poder.
• Fraudes eleitorais ou manipulação de
resultados:
– Clientelismo – voto em troca de pequenos
favores ou “presentes”.
– Voto de Cabresto – voto a partir de
intimidações pessoais.
– Manipulação de dados com votos repetidos
e/ou “criação” de eleitores fantasmas.
– “Degola” política em caso de vitória de
opositores: não reconhecimento e titulação
da vitória por parte da Comissão
Verificadora de Poderes.
• Fatores da decadência do
coronelismo:
• A urbanização crescente do
país;
• A industrialização;
• O controle eleitoral pelo
Judiciário;
• O voto secreto;
• O aumento do quadro
policial;
Prudente José
de Morais e
Barros (SP)
(15/11/1894 a
15/11/1898) =
4 anos
• 1º presidente civil;
• Preço do café caiu;
• Redução de tarifas alfandegárias e empréstimos
estrangeiros.
• Crises internas e externas marcaram o período do
governo de Prudente de Morais:
-Revolução Federalista, na Região Sul;
-Guerra dos Canudos, na Região Nordeste;
-Ocupação da ilha Trindade pelos ingleses.
Problemas resolvidos durante o seu governo.
• Borracha
• Importante entre 1890 e
1910
(aproximadamente).
• Utilizada na fabricação
de pneus (expansão da
indústria automotiva).
• Extraída na região Norte
(PA e AM).
• Decadência associada a
produção inglesa em
suas colônias asiáticas.
• Cacau: Importante
durante a primeira
guerra mundial (1914 –
1918).
• Demais produtos: açúcar,
couro, algodão e mate.
Todos agrícolas ou do
setor primário,
destinados basicamente
a exportação. Nenhum
deles com números
expressivos.
• Indústria:
– Impulsionada pela I Guerra Mundial (1914 –
1918).
– Substituição de importações (dificuldade de
importar dos países em guerra).
– Capitais acumulados decorrentes do café.
– Basicamente na região Sudeste.
– Entrada de um grande número de imigrantes
(disponibilidade de mão-de-obra).
– Impulso aos centros urbanos.
– Bens de consumo não duráveis.
República velha 1
República velha 1
República velha 1

República velha 1

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    • A PrimeiraRepública Brasileira ou República Velha foi o período da História do Brasil que vai da Proclamação da República, em 1889, até a Revolução de 1930.
  • 4.
    • Em 15de novembro de 1889, o Brasil mudou sua forma de governo o Brasil mudou sua forma de governo, tornou-se uma República.
  • 5.
    • 1889 até1930 conhecido como "1º República", "República dos Bacharéis", "República Maçônica" e "República da Bucha", quase todos eram membros de uma sociedade secreta maçônica da Faculdade de Direito do Largo de São Fancisco, em São Paulo, chamada de "Bürschenschaft", ou "Bucha“.
  • 6.
    • Na repúblicavelha, houve três presidentes militares, todos os 3 maçons. Dos presidentes civis, três deles foram paulistas , quatro mineiros, dois fluminenses e um paraibano, Epitácio Pessoa, que foi o único presidente civil que não pertenceu à Bucha. • Dois presidentes eleitos não assumiram a presidência: Rodrigues Alves em 1918 e Júlio Prestes em 1930. • Um morreu no meio do mandato, Afonso Pena e um enlouqueceu: Delfim Moreira.
  • 7.
    1 - Diferentesprojetos republicanos: • República Positivista: centralização política nas mãos do presidente. Postura predominante entre os militares. Prevaleceu entre 1889 e 1894, durante a chamada República da Espada. • República Liberal: federalismo descentralizado com grande autonomia para os estados. Postura predominante entre os cafeicultores paulistas. Prevaleceu entre 1894 e 1930, durante a chamada República Oligárquica.
  • 8.
    Manoel Deodoro da Fonseca(AL) (15/11/1889 a 25/02/1891) = 2 anos
  • 9.
    O Governo provisóriodo Marechal Deodoro da Fonseca: Fase provisória: • Transformação das antigas províncias em Estados da Federação; • Regulamentação do casamento e registro civil; • Separação entre Igreja e Estado; • Grande naturalização. • Eleição da Assembléia Nacional Constituinte (1890)
  • 11.
    A Constituição -1891 • Eleito indiretamente pela Assembléia. • Federalismo: autonomia para os estados. • 3 poderes: executivo, legislativo (bicameral) e judiciário. • Voto universal masculino (excluindo-se mulheres, menores de 21 anos, analfabetos, mendigos, padres e soldados); • Senado temporário; • República Presidencialista (o presidente é o chefe de Estado e chefe de governo);
  • 13.
    • Implantação deum projeto de industrialização liderado pelo ministro da Fazenda, Rui Barbosa. • Medidas protecionistas adotadas para garantir os mercados para uma nascente indústria nacional. • Créditos de fácil acesso para os que quisessem investir na indústria. Rui Barbosa
  • 14.
    • As reações:os banqueiros ingleses e franceses com sua visões imperialistas dificultaram os créditos ao Brasil e ameaçaram fechar suas agências. • As oligarquias agroexportadoras passaram a bombardear o projeto. • Sem dinheiro externo o governo passou a emitir papel-moeda sem lastro. • Grande parte dos empréstimos concedidos para a industrialização acabou sendo desviada para a especulação na bolsa de valores.
  • 15.
  • 16.
    • Conseqüências: - rápidocrescimento de inflação; - um violento arrocho dos salários; - e um enorme número de falências, principalmente entre as recém-surgidas indústrias, provocadas pela elevação dos juros. - falências, desempregos e baixos salários violentaram grande parte da sociedade brasileira, em especial os setores urbanos nos quais se encontravam as principais bases de sustentação política do grupo que estava no poder; os militares e os setores médios urbanos.
  • 17.
    • O marechalDeodoro da Fonseca não possuía maioria parlamentar para governar. • Derrotas dos projetos do governo no Congresso Nacional: acabaram culminando em tentativa de golpe. • Fechou o Congresso Nacional e se impôs como ditador. • A República começava bem...
  • 18.
    • O Marechalnão contava, contudo, que os opositores a ele dentro das forças armadas já fossem maiores que seus aliados. • Início da Revolta da Armada. • O contragolpe desfechado pelos aliados do marechal Floriano Peixoto impediu as preensões de Deodoro. • Obrigado a renunciar, assume o vice-presidente da República. Almirante Custódio de Melo
  • 20.
    Deodoro da Fonsecaassinando o projeto da Constituição de 1891
  • 22.
  • 23.
    A presidência deFloriano ( 1891 – 1894) • Reabriu o Congresso e procurou aliados: conseguiu um mínimo de apoio necessário para governar. • O não-respeito ao artigo 42 da Constituição provocou fortes oposições. • Floriano não convocou as eleições e deixou claro que se manteria no cargo até o final do mandato. O “Marechal de Ferro”
  • 24.
    • Conseguiu consolidara República. • Teve o apoio dos cafeicultores; • Suas medidas foram marcadas pelo PATERNALISMO; • Estimulou a indústria com linhas de crédito; • Leis alfandegárias revistas; MOVIMENTOS EM SEU GOVERNO: • Manifesto dos 13 generais, Revolução Federalista no sul e a Revolta da Armada na Baía de Guanabara.
  • 25.
    • O Manifestodos 13 generais: documento assinado por militares, logo no início do governo de Floriano. • O manifesto contestava a legitimidade do governo e condenava as atitudes de Floriano Peixoto, que no dia seguinte à sua publicação manda reformar os signatários e prender alguns deles.
  • 26.
    • Barão doRio Branco – Principal responsável pela política externa brasileira no período.
  • 27.
    • A questãode Palmas (1893 – 1895): – Disputa de BRA e ARG pela antiga região missioneira, no atual estado de Santa Catarina. – BRA tem ganho de causa com aval dos EUA.
  • 28.
    Revolta da armada Oencouraçado Aquidabã • 1º momento - 1891: • Marechal Deodoro da Fonseca, ordena o fechamento do Congresso. • Unidades da Armada na Baía de Guanabara, sob a liderança do almirante Custódio de Melo, ameaçaram bombardear a cidade do RJ, então capital da República. • Para evitar uma guerra civil, o marechal Deodoro renunciou à Presidência da República.
  • 29.
    Vista da Praçada Matriz, com o antigo Palácio do Governo no alto - 1865
  • 30.
    • 2º momento: •Março de 1892 – Generais exigem convocação de novas eleições. • Floriano reprimiu duramente o movimento, determinando a prisão de seus líderes. • A rebelião obtém escasso apoio no Rio de Janeiro. • Os revoltosos dirigem-se para o sul onde tentam, sem sucesso, articular-se com os rebeldes federalistas gaúchos. • Com navios adquiridos no exterior, Floriano derrotaria a Revolta da Armada em março de 1894.
  • 31.
    Revolução Federalista (1893-1895) Júliode Castilhos e Silveira Martins
  • 32.
    • PRR –Júlio de Castilhos: “castilhistas” ou “pica- paus”, defensores de uma república positivista ultra-centralizada. X • PF – Gaspar Silveira Martins: “maragatos”, • defensores de maior autonomia para o poder legislativo e descentralização política. • Floriano apóia o PRR de Júlio de Castilhos; • Revolta também conhecida com “Revolução da Degola”.
  • 33.
    • A lutaarmada durou aproximadamente três anos e atingiu as regiões compreendidas entre o RS, SC e PR. • O presidente da República era então Prudente de Moraes quando terminou. Gumercindo ao lado de Aparício, ambos ao centro, na Revolução Federalista;
  • 34.
    A República oligárquica(1894-1930) • O CORONELISMO E O PODER POLÍTICO: • Poder local dos coronéis. • Coronel = latifundiários • Usavam seu prestígio pessoal para arregimentar votos em troca dos quais obtinham financiamentos do governo ou obras infra-estruturais como barganha política. • Quanto maior o “curral eleitoral” (número de eleitores que o coronel podia controlar) do coronel, maior o seu poder.
  • 36.
    • Fraudes eleitoraisou manipulação de resultados: – Clientelismo – voto em troca de pequenos favores ou “presentes”. – Voto de Cabresto – voto a partir de intimidações pessoais. – Manipulação de dados com votos repetidos e/ou “criação” de eleitores fantasmas. – “Degola” política em caso de vitória de opositores: não reconhecimento e titulação da vitória por parte da Comissão Verificadora de Poderes.
  • 38.
    • Fatores dadecadência do coronelismo: • A urbanização crescente do país; • A industrialização; • O controle eleitoral pelo Judiciário; • O voto secreto; • O aumento do quadro policial;
  • 39.
    Prudente José de Moraise Barros (SP) (15/11/1894 a 15/11/1898) = 4 anos
  • 40.
    • 1º presidentecivil; • Preço do café caiu; • Redução de tarifas alfandegárias e empréstimos estrangeiros. • Crises internas e externas marcaram o período do governo de Prudente de Morais: -Revolução Federalista, na Região Sul; -Guerra dos Canudos, na Região Nordeste; -Ocupação da ilha Trindade pelos ingleses. Problemas resolvidos durante o seu governo.
  • 41.
    • Borracha • Importanteentre 1890 e 1910 (aproximadamente). • Utilizada na fabricação de pneus (expansão da indústria automotiva). • Extraída na região Norte (PA e AM). • Decadência associada a produção inglesa em suas colônias asiáticas.
  • 42.
    • Cacau: Importante durantea primeira guerra mundial (1914 – 1918). • Demais produtos: açúcar, couro, algodão e mate. Todos agrícolas ou do setor primário, destinados basicamente a exportação. Nenhum deles com números expressivos.
  • 43.
    • Indústria: – Impulsionadapela I Guerra Mundial (1914 – 1918). – Substituição de importações (dificuldade de importar dos países em guerra). – Capitais acumulados decorrentes do café. – Basicamente na região Sudeste. – Entrada de um grande número de imigrantes (disponibilidade de mão-de-obra). – Impulso aos centros urbanos. – Bens de consumo não duráveis.