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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO
            MARANHÃO – IFMA / CAMPUS CODÓ
       COORDENAÇÃO GERAL DOS CURSOS SUPERIORES
          LICENCIATURA PLENA EM MATEMÁTICA
               ESTÁGIO SUPERVISIONADO I




               MAGNO ARAÚJO DA SILVA




         RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVIONADO I




                      CODÓ - MA
                        2012
MAGNO ARAÚJO DA SILVA




RELATÓRIO DE ESTÁGIO


       Relatório de Estágio apresentado ao
       Curso de Licenciatura em Matemática
       como parte da exigência da disciplina
       Estágio Supervisionado I.
       Orientadores: Profª Esp. Érina Ribeiro Andrade e
       Prof. Jetro Ialen Moreira Bento




      CODÓ - MA
        2012
Este relatório é dedicado a Sra. Maria Consuelo
Araújo e ao Sr. Luciano da Silva (in Memorian),
razões da minha existência.
E eis que estou contigo, e te guardarei por
onde quer que fores, e te farei tornar a esta
terra; porque não te deixarei, até que haja
cumprido o que te tenho falado.
(Gênesis 28:15)
SUMÁRIO




1. INTRODUÇÃO........................................................................................................06



2. DESENVOLVIMENTO...........................................................................................08


2.1. Embasamentos Teóricos.......................................................................................08


2.2. Planejamento e regência de micro-aulas ............................................................09


2.3. Estágio observacional no Ensino Fundamental..................................................10



3. CONCLUSÃO...........................................................................................................12



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.........................................................................14


APÊNDICE ....................................................................................................................15


ANEXO ...........................................................................................................................18
1 INTRODUÇÃO


       O Estágio de Licenciatura é uma exigência da Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (nº 9394/96). O estágio é necessário à formação profissional a fim de
adequar essa formação às expectativas do mercado de trabalho onde o licenciado irá atuar.
Assim o estágio dá oportunidade de aliar a teoria à prática.

       O presente trabalho tem por objetivo relatar as atividades desenvolvidas durante o
Estágio Supervisionado I do curso de Licenciatura em Matemática – IFMA Campus Codó,
da disciplina Estágio Supervisionado I, ministrada pelos professores Érina Ribeiro e Jetro
Moreira, como cumprimento da exigência acima.

       Num primeiro momento foi discutido os textos como o Termo de Estagiário, que
trata do papel do estagiário e do compromisso formado entre este e a instituição de
estagio, posteriormente discutiu-se outros textos sobre a importância do estagio na pratica
da docência, como este facilitava o conhecimento real das dificuldades do exercício da
pratica docente.

       Discutiu-se ainda, a Lei do Estágio Nº 11.788, de setembro de 2008, que trata do
“estágio como ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho,
que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos”, visando uma maior
apropriação por parte dos estagiários a cerca de seus direitos e deveres.

       Em um segundo momento colocarmos em prática uma das partes mais importante
do estágio que é a elaboração do plano de aula para ministração de microaulas, momento
para mim de dificuldade, pois foi meu primeiro momento em que tive a oportunidade de
fazer o mesmo. Os professores nos orientando de forma brilhante tirando todas as dúvidas
que surgiram. Posteriormente ministração das micro-aulas.

       Posterior a isso iniciei o período em que estive na Escola para realizar a observação
docente do profissional de Educação, dos técnicos administrativos, funcionamento da
escola e estrutura da mesma.
O estágio foi realizado no Centro Educacional Municipal Senador Archer, uma
escola de educação básica da esfera municipal, no período de 16 de novembro a 03 de
dezembro do presente ano.

       O Estágio Supervisionado I visa fortalecer a relação teoria e prática baseado no
princípio metodológico de que o desenvolvimento de competências profissionais implica
em utilizar conhecimentos adquiridos, quer na vida acadêmica quer na vida profissional e
pessoal. Sendo assim, o estágio constitui-se em um importante instrumento de
conhecimento e de integração do discente na realidade social, econômica e do trabalho em
sua área profissional.

       O desafio para nós estudantes de licenciatura em matemática é mudar a forma de
pensar e de ensinar matemática. E o estágio possibilitou um repensar da educação
matemática.

       Portanto, este relatório visa apresentar de forma clara e objetiva os acontecimentos
ocorridos durante este estagio, com um enfoque especial para a importância do estágio
curricular, as simulações da realidade da pratica docente por meio das micro-aulas, as
observações do dia-a-dia da professora nas salas de aula e os desafios por ela superados
para execução de sua pratica.
2 DESENVOLVIMENTO


2.1 Embasamentos Teóricos
       Essa fase teve uma carga horária de 15(quinze) horas. Durante esse período os
professores orientadores nos deram todo um embasamento teórico, orientando-nos à
realização do nosso estágio supervisionado.

       Nesta etapa foi realizada uma reflexão acerca das implicações do estágio
supervisionado na formação do acadêmico assim entendemos a importância e os objetivos
do mesmo, vimos também seus amparos legais, noções de ética profissional, exploramos
textos relacionados à implicação do estágio supervisionado na formação do professor de
educação, assim como afirma Barreiro, “além do importante papel de auxiliar as crianças
no seu desenvolvimento cognitivo, afetivo e social, o professor deve ter ainda formação
política para entender, criticar e procurar soluções para os diferentes problemas vivenciados
no sistema educacional” (2006, p.88).

       Essa fase foi de extrema importância, pois os professores nos deram nela o
embasamento necessário para a realização do estágio nos passando conhecimentos teóricos
e científicos acerca do universo do estágio, pois para Barreiro, “a destinação dos cursos de
formação de docentes seja a de formar um profissional adequado ao seu tempo. Assim, o
estágio deve contemplar a formação do professor capaz de atender às demandas de uma
realidade que se faz nova e diferente a cada dia” (2006, p.91).

       Barreiro afirma também que “ao se indagar sobre os fundamentos e o sentido dos
conteúdos, dos métodos e dos contextos que condicionam a prática docente, que transcende
a sala de aula, é possível dotar os futuros professores de atitudes críticas (2011, p. 87 e 88).

       Esse momento também nos levou a refletir sobre a prática pedagógica do professor
e nos ensinou a ter um olhar critico da realidade escolar. Essa fase foi importante não
apenas para a realização do estágio, mas para a nossa formação profissional uma vez que
nos abriu a visão critica da realidade.
2.2 Planejamento e regência de micro-aulas

       Neste primeiro momento de micro-aulas, tentou-se colocar em pratica tudo o que
outrora fora discutido em sala de aula, domínio de conteúdo, controle da turma além do
planejamento da aula. Por falar em planejamento é bom ressalta que, no caso especifico
dessa primeira micro-aula, houve duvidas quanto a como planejá-la.

       As micro-aulas foram planejadas para as series finais do ensino fundamental ( 6º ao
9º ano), com os temas e conteúdos a critério de cada estagiário, o que particularmente
facilitou na hora da execução. Neste primeiro momento trabalhei unidades de medida de
volume, para turma do 6º ano, com os conteúdos de unidade de medida de volume e
transformação da unidade de medida. Para este momento de ensaio a pratica docente, me
vali das aulas teóricas tido na disciplina e ao longo do curso, desde o planejamento até a
hora da apresentação, no entanto quando chegou a hora da pratica, mesmo que fosse só um
ensaio, as coisas não saíram como planejadas. Foi justamente cumprir com o planejamento
a parte mais difícil neste primeiro momento, terminar todo o conteúdo planejado dentro do
tempo, ser claro e objetivo, entre outros.

       O segundo momento das micro-aulas aconteceu posterior às observações na escola.
Esse momento de contato direto com a prática docente foi a referencia para a segunda
apresentação, onde se tentou trazer para a micro-aula, tentativas de melhoria na
apresentação dos conteúdos. Para este momento trabalhei o tema Fração: Multiplicação
para a turma do 6º ano, com o conteúdo multiplicação de fração. A dificuldade maior
ainda foi o tempo.

       Entre um ensaio e outro da realidade docente (micro-aulas), pergunto-me: como
fazer para mudar, ou pelo menos melhorar, a realidade do ensino? Como ser e fazer a
diferença dentro do espaço escolar? Como?... São essas e outras perguntas que me
inquietam ao tentar refletir sobre a real e atual, situação do ensino publico brasileiro.
2.3 Estágio observacional no Ensino Fundamental


       A observação constituiu a primeira fase do Estágio Supervisionado I foi realizado
no período de 16 de novembro a 03 de dezembro do presente ano, no Centro Educacional
Municipal Senador Archer, localizada na Rua Barão do Rio Branco, faz parte do Sistema
Municipal de Educação, com as modalidades de Ensino Fundamental anos finais e
Educação de Jovens e Adultos (EJA), composta de corpo docente com 06 professores
graduados e 04 especialistas e; 05 técnico-pedagógicos graduados e 03 com especialização.

       Nas turmas de 7ª (B e C) e 8ª (A e B) séries do Ensino Fundamental, no turno
matutino, sob a regência da professora Anisia Cunha.

       Na primeira visita à escola, fui recebido pela diretora Edenir Silva, que conversou
comigo sobre os horários das aulas e sobre as mudanças que poderiam acontecer, pois os
horários no fim do ano vão sendo adequados da melhor maneira possível, os que de fato
aconteceu. Fui informado pela diretora que as aulas do turno matutino começariam às
07h15min e terminam às 11h45min, com a duração de 50 minutos cada aula e tendo um
intervalo de 15 minutos entre o terceiro e quarto horário. Lembrando que nesse intervalo é
oferecida a merenda aos alunos.

       Quanto à estrutura física, possui um pátio interno de estrutura média e um pátio
externo, de estrutura ampla. A escola conta com 12 (doze) salas de aula, sala de
professores, sala da direção, secretária, cantina (refeitório), banheiro masculino e feminino,
não tem biblioteca própria.

       Minha observação foi realizada nas turmas de 7ª (B e C) e 8ª (A e B) séries. As salas
da 7ª e 8ª série, onde estagiei, são amplas e as janelas oferecem boa ventilação. A sala da 7ª
série C se localiza próxima ao pátio, que dá acesso a todas as outras salas. Isso favorece a
dispersão dos alunos nas aulas, pois as janelas oferecem uma visão ampla do pátio, além
disso, o som e a movimentação produzida fora da sala atrapalham as aulas. As cadeiras são
cadeiras com apoio para escrever, e todas são dispostas em fila.

       A professora regente tinha domínio do conteúdo; o conteúdo era apresentado de
forma que as dificuldades estivessem em uma escala crescente; motivava os alunos
perguntando ou valorizando suas dúvidas; preocupava-se com aprendizagem; sabia se o
aluno tinha a capacidade (pré-requisito) para aprender o que ela estava ensinando e resolvia
exercícios adequados ao nível da turma.


       Durante as aulas observadas, a professora regente não utilizou recursos além do
quadro, giz e livros didáticos, realizando uma aula tradicional. A turma era composta por
45 (quarenta e cinco) alunos regulares, mas nem todos freqüentavam as aulas. Os alunos
eram   muito    agitados.   Eles   conversavam     muito,   mesmo   estando    posicionados
desfavoravelmente às conversas paralelas. Nas turmas foi possível formar vários subgrupos
de alunos: os atenciosos com facilidade para aprender; os atenciosos com dificuldade para
aprender; e os desinteressados com dificuldade para aprender. Nem todos participavam da
aula, perguntando, questionando ou resolvendo os exercícios.


       Por fim, a maior dificuldade observada foi o grande número de alunos, o que
dificultava o trabalho da professora regente. Pois, já que a turma apresentava níveis
diferentes de aprendizagem, seria necessário um atendimento individualizado e com tantos
alunos seria muito difícil. E esse será o meu grande desafio.


       Contudo, o início dessa fase nos proporcionou um entrosamento com outros
professores regente e comunidade escolar do campo de estágio para que existisse
efetivamente uma troca de experiência. Além disso, oportunizou condições de integração
no contexto escolar para que pudesse identificar características do funcionamento interno e
da integração com a comunidade externa.
3 CONCLUSÃO


       O estágio foi um período em que buscamos vincular aspectos teóricos com aspectos
práticos. Foi um momento em que a teoria e a prática se mesclaram para que fosse possível
apresentar um bom resultado. E, sobretudo perceber a necessidade em assumir uma postura
não só crítica, mas também reflexiva da nossa prática educativa diante da realidade e a
partir dela, para que possamos buscar uma educação de qualidade, que é garantido em lei
(LDB - Lei nº 9394/96).
       Pude perceber que minha presença causa incomodo nos primeiros dias, assim como
fala Barreiro, “a presença do estágio na sala de aula causa certo desestabilização nos alunos
da classe diante do elemento novo (especialmente nos primeiros dias), e insegurança no
professor em relação à sua própria imagem” (2006, p. 98).

       Durante todo o estágio, consegui ver a importância da teoria de sala de aula e a
pratica profissional e também para o entendimento melhor da pratica profissional.
Precisamos ter uma postura efetiva de um profissional que se preocupa verdadeiramente
com o aprendizado, que deve exercer o papel de um mediador entre a sociedade e a
particularidade do educando.

       Os alunos freqüentes eram, predominantemente, do sexo feminino. As observações
revelaram que os estudantes não demonstravam interesse pelo aprendizado, eram pouco
participativos e não tinham o hábito de estudar. Por outro lado, o discente era atento e
grande parte dos estudantes mantinha o caderno completo com o registro das aulas.

        Devemos despertar no educando a consciência de que ele não está pronto, aguçando
nele o desejo de se complementar, capacitá-lo ao exercício de uma consciência crítica de si
mesmo, do outro e do mundo, como dizia Paulo Freire. Mas como fazer isso é o grande
desafio que o educador encontra, no estágio pude perceber isso como futuro profissional da
educação.

       A professora regente preparava suas aulas diariamente seguindo a sequência de
explicação do conteúdo, exemplificação dos conceitos, resolução de exercícios pelos
alunos, seguido da correção desses no quadro, momento em que eram sanadas as dúvidas.
A escola transformou-se em extensão da família e o foco do ensino passou de
formar pessoas autônomas, capazes de monitorar a busca de conhecimentos, para formar
cidadãos; esse redimensionamento da função da escola tem levado-a a não dar conta de
realizar o papel que de fato lhe cabe, qual seja ensinar o aluno a buscar suas próprias
estratégias de aprendizagem, a gostar do conhecimento e encontrar para ele um sentido
social, político, ou outros; levar o aluno a compreender-se como parte fundamental de
transformação social através da pesquisa, da construção de conhecimentos e saber.
REFERÊNCIAS


FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São
Paulo, Brasil: Paz e Terra. 1997.

BRASIL. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Brasília, DF: Presidência da
República        -      Casa        Civil,      2008.       Disponível      em      :
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm. Acessado em
12 de dez. 2012.
Avaliação do processo ensino-aprendizagem: conceitos e concepções. Disponível em
http://www.nre.seed.pr.gov.br/cascavel/arquivos/File/Equipe
%20Pedagogica/producao_dorimar.pdf, acessado em: 12 dez.2012.
BARREIRO, I. M. F; GEBRAN, R. A. A prática de Ensino e Estágio Supervisionado na
Formação de Professores. São Paulo; AVERCAMP, 2006.
PIMENTA, Selma Garrido. Estágio e docência / Selma Garrido Pimenta, Maria Socorro
Lucena Lima; revisão técnica José Cerchi Fusari, -6. ed – São Paulo: Cortez, 2011. –
(Coleção docência em formação. – Série saberes pedagógicos).
Köche, Vanilda Salton. Pratica textual: atividade de leitura e escrita / Vanilda Salton
Köche, Odete Maria Benetti, Cinara Ferreira Pavani. 6. ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
APÊNDICE
SÉRIE: 6º ANO 5ª SÉREI DISCIPLINA: MATEMÁTICA
PROFESOR (ALUNO) MAGNO ARAÚJO
DATA: 09/10/2012 HORÁRIO: MATUTINO
TEMA: UNIDADE DE MEDIDA DE VOLUME
DURAÇÃO DA AULA: 15 a 20 minutos

                                    PLANO DE AULA 01

OBJETIVOS:
        •   Identificar a unidade de medida de volume;
        •   Compreender as transformações da unidade de medida.

CONTEÚDO:
        •   Unidade de medida de volume;
        •   Transformação da unidade de medida.

PROCEDIMENTO:
        •   Aula expositiva e dialogada;
        •   Exposição de vídeo sobre transformação de medida de volume.

RECURSOS:
        •   Data show, quadro branco, pincel e apagador, caixa de som e notbook.

AVALIAÇÃO:
        •   Participação na aula.
        •   Reconhecimento do aprendizado do aluno sobre o conteúdo através de prova
            escrita.

REFERÊNCIAS BILBIOGRAFICAS:
        • GIOVANNI, José Ruy, A conquista da matemática – nova / José Ruy
        Giovanni, Benedito Castrucci, José Ruy Giovanni Jr. – São Paulo: FTD, 1998.
        (Coleção a conquista da matemática);
        • Unidades          de          volume.          Disponível        em
        HTTP://www.brasilescola.com/matematica/medida-volume.htm, acessado em
        06/10/2012;
        • Unidades      de     medida       de volume.      Disponível             em
        HTTP://www.mundoeducacao.com.br/matematica/unidades-medida-
        volume.htm, acessado em 06/10/2012;
        • Medidas         de          volume.          Disponível                  em
        HTTP://www.somatematica.com.br/fundam/medvol.php,     acessado             em
        06/10/2012.
SÉRIE: 6º ANO 5ª SÉREI DISCIPLINA: MATEMÁTICA
PROFESOR (ALUNO) MAGNO ARAÚJO
DATA: 18/12/2012 HORÁRIO: MATUTINO
TEMA: FRAÇÃO - MULTIPLICAÇÃO
DURAÇÃO DA AULA: 15 a 20 minutos

                               PLANO DE AULA 02

OBJETIVOS:
       • Descobrir a utilização da multiplicação de frações em problemas do dia-a-
          dia.
       • Efetuar a multiplicação de frações.
       • Resolver problemas que envolvem a multiplicação de frações.

CONTEÚDO:
      • Fração: Multiplicação.

PRÉ-REQUISITOS
       • Noções de Números Racionais.
       • Multiplicação de Números Naturais.

PROCEDIMENTO:
       • Apresentação de uma situação problema.
       • Discussão sobre o problema apresentado.
       • Resolução do problema.
       • Resolução de exercícios.

RECURSOS:
       • Data show, quadro branco, pincel e apagador.

AVALIAÇÃO:
       • Participação na aula.
       • Por meio das dúvidas e através da resolução dos exercícios.

REFERÊNCIAS BILBIOGRAFICAS:
       • Multiplicação de frações, disponível em http://portaldoprofessor.mec.gov.br,
       acessado em 15/12/2012;
       • Multiplicação          de          frações.          Disponível         em
       http://www.mundovestibular.com.br/articles/259/1/MULTIPLICACAO-DE-
       FRACOES/Paacutegina1.html, acessado em 15/12/2012;
       • Multiplicação          de          frações.          Disponível         em
       http://www.mundoeducacao.com.br/matematica/multiplicacao-divisao-
       fracoes.htm, acessado em 16/12/2012.
ANEXO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO
                              CAMPUS CODÓ
                           ESTÁGIO DOCENTE I

                               FICHA DE OBSERVAÇÃO

1. Dados de identificação:

Nome da escola: Centro Educacional Municipal Senador Archer

Endereço: Rua Barão do Rio Branco, São Sebastião, Codó-MA

C.E.P.: 65.400-000

Cursos e níveis oferecidos atualmente: Séries finais do Ensino Fundamental e Educação
de Jovens e Adultos (EJA)

Direção: Edenir Silva

2. Caracterização do Espaço Físico:

Data de criação e funcionamento:
15/03/1964

Estrutura do prédio: Estrutura do prédio em bom estado de conservação

Nº de salas de aula: Há na escola 12 (doze) salas de aulas

Nº de banheiros: Existem 02 (dois) banheiros (masculino e feminino)

Biblioteca: Não há biblioteca própria

Refeitório: Há um refeitório de estrutura média

Diretoria: Há diretoria

Coordenação pedagógica: É a mesma sala que a dos professores

Secretaria: sim, existe ao lado da diretoria

A escola está equipada para atender alunos especiais? Mesmo não atendendo crianças
com necessidades especiais a escola é dotada de acessibilidade
Como você analisa a utilização de espaço físico da escola? Bom, poderia ser melhor
aproveitado o espaço físico que a mesma oferece.

3. Corpo Docente e Técnico:

Nº de professores:
Há 10 (dez) professores

Qualificação dos docentes:
Graduados e especialistas

Jornada de trabalho:
 20 horas semanas
Possui coordenação pedagógica?
Sim

Quantos pedagogos?
03 (três)

Quais são as atribuições da coordenação pedagógica?
É gerenciar, coordenar e supervisionar todas as atividades relacionadas com o processo de
ensino e aprendizagem, visando sempre à permanência do aluno com sucesso. Partindo
desse pressuposto, podem-se identificar as funções formadora, articuladora e
transformadora do papel desse profissional no ambiente escolar.

Como é feito o acompanhamento discente?
É realizado através da freqüência nos diários.

4. Aspectos pedagógicos e curriculares:

A escola possui projeto político-pedagógico?
Sim

Quais são os principais aspectos dessa proposta?
Um projeto busca um rumo, uma direção que lançamos adiante, planejando, organizando e
melhorando o que temos, almejando um futuro melhor do que o presente. O Projeto
Político Pedagógico de uma escola não poderia ser diferente. É uma ação intencional com
objetivos e compromissos que devem ser definidos coletivamente, perante discussões de
problemas existentes na Unidade Escolar em ação, buscando alternativas viáveis.

Como se solidifica a formação continuada dos professores?
A formação continuada dos professores é realizada (oferecida) pela Secretaria Municipal de
Educação.

Os professores fazem planejamento? De que forma? Quem acompanha?
Sim, mensalmente, a diretora, vice-diretora e a assistente pedagógica
A escola faz reuniões periódicas com os professores? Para quê?
Sim, para avaliarem os acontecimentos e o desenvolvimento dos alunos, rever o que não
deu certo segundo o planejamento e buscar novas meios para se alcançar os objetivos.

E em relação aos pais, há reuniões frequentes? Como a escola estabelece a interação
com os pais e comunidade?
É realizada reuniões periódicas como os pais, fazendo com que os mesmos participem da
vida escolar de seus filhos, buscando meios para que cada pai tenha a mesma
responsabilidade de educar seu filho.

Há no projeto político-pedagógico atividades a serem desenvolvidas com a
comunidade? Quais?
As atividades do P.P.P como projetos surgem a partir da necessidade que os professores e a
diretoria da escola vêem de buscar meios para orientarem seus alunos.

5. Aspectos de Gestão e Finanças:

Como é feita a escolha de diretor e da equipe de trabalho?
A diretoria das escola é realizada através de eleição que envolve profissionais da educação,
alunos e a comunidade em geral.

Como a escola se mantém financeiramente, de onde vêm os recursos? Em termos
percentuais, de quanto é o repasse orçamentário?
A escola é mantida com recursos da prefeitura, não revelou percentuais.

Quais são as prioridades no uso do dinheiro?
Melhoria na estrutura física da escola

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RELATÓRIO DE ESTÁGIO I

  • 1. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO – IFMA / CAMPUS CODÓ COORDENAÇÃO GERAL DOS CURSOS SUPERIORES LICENCIATURA PLENA EM MATEMÁTICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO I MAGNO ARAÚJO DA SILVA RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVIONADO I CODÓ - MA 2012
  • 2. MAGNO ARAÚJO DA SILVA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Relatório de Estágio apresentado ao Curso de Licenciatura em Matemática como parte da exigência da disciplina Estágio Supervisionado I. Orientadores: Profª Esp. Érina Ribeiro Andrade e Prof. Jetro Ialen Moreira Bento CODÓ - MA 2012
  • 3. Este relatório é dedicado a Sra. Maria Consuelo Araújo e ao Sr. Luciano da Silva (in Memorian), razões da minha existência.
  • 4. E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; porque não te deixarei, até que haja cumprido o que te tenho falado. (Gênesis 28:15)
  • 5. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO........................................................................................................06 2. DESENVOLVIMENTO...........................................................................................08 2.1. Embasamentos Teóricos.......................................................................................08 2.2. Planejamento e regência de micro-aulas ............................................................09 2.3. Estágio observacional no Ensino Fundamental..................................................10 3. CONCLUSÃO...........................................................................................................12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.........................................................................14 APÊNDICE ....................................................................................................................15 ANEXO ...........................................................................................................................18
  • 6. 1 INTRODUÇÃO O Estágio de Licenciatura é uma exigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (nº 9394/96). O estágio é necessário à formação profissional a fim de adequar essa formação às expectativas do mercado de trabalho onde o licenciado irá atuar. Assim o estágio dá oportunidade de aliar a teoria à prática. O presente trabalho tem por objetivo relatar as atividades desenvolvidas durante o Estágio Supervisionado I do curso de Licenciatura em Matemática – IFMA Campus Codó, da disciplina Estágio Supervisionado I, ministrada pelos professores Érina Ribeiro e Jetro Moreira, como cumprimento da exigência acima. Num primeiro momento foi discutido os textos como o Termo de Estagiário, que trata do papel do estagiário e do compromisso formado entre este e a instituição de estagio, posteriormente discutiu-se outros textos sobre a importância do estagio na pratica da docência, como este facilitava o conhecimento real das dificuldades do exercício da pratica docente. Discutiu-se ainda, a Lei do Estágio Nº 11.788, de setembro de 2008, que trata do “estágio como ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos”, visando uma maior apropriação por parte dos estagiários a cerca de seus direitos e deveres. Em um segundo momento colocarmos em prática uma das partes mais importante do estágio que é a elaboração do plano de aula para ministração de microaulas, momento para mim de dificuldade, pois foi meu primeiro momento em que tive a oportunidade de fazer o mesmo. Os professores nos orientando de forma brilhante tirando todas as dúvidas que surgiram. Posteriormente ministração das micro-aulas. Posterior a isso iniciei o período em que estive na Escola para realizar a observação docente do profissional de Educação, dos técnicos administrativos, funcionamento da escola e estrutura da mesma.
  • 7. O estágio foi realizado no Centro Educacional Municipal Senador Archer, uma escola de educação básica da esfera municipal, no período de 16 de novembro a 03 de dezembro do presente ano. O Estágio Supervisionado I visa fortalecer a relação teoria e prática baseado no princípio metodológico de que o desenvolvimento de competências profissionais implica em utilizar conhecimentos adquiridos, quer na vida acadêmica quer na vida profissional e pessoal. Sendo assim, o estágio constitui-se em um importante instrumento de conhecimento e de integração do discente na realidade social, econômica e do trabalho em sua área profissional. O desafio para nós estudantes de licenciatura em matemática é mudar a forma de pensar e de ensinar matemática. E o estágio possibilitou um repensar da educação matemática. Portanto, este relatório visa apresentar de forma clara e objetiva os acontecimentos ocorridos durante este estagio, com um enfoque especial para a importância do estágio curricular, as simulações da realidade da pratica docente por meio das micro-aulas, as observações do dia-a-dia da professora nas salas de aula e os desafios por ela superados para execução de sua pratica.
  • 8. 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 Embasamentos Teóricos Essa fase teve uma carga horária de 15(quinze) horas. Durante esse período os professores orientadores nos deram todo um embasamento teórico, orientando-nos à realização do nosso estágio supervisionado. Nesta etapa foi realizada uma reflexão acerca das implicações do estágio supervisionado na formação do acadêmico assim entendemos a importância e os objetivos do mesmo, vimos também seus amparos legais, noções de ética profissional, exploramos textos relacionados à implicação do estágio supervisionado na formação do professor de educação, assim como afirma Barreiro, “além do importante papel de auxiliar as crianças no seu desenvolvimento cognitivo, afetivo e social, o professor deve ter ainda formação política para entender, criticar e procurar soluções para os diferentes problemas vivenciados no sistema educacional” (2006, p.88). Essa fase foi de extrema importância, pois os professores nos deram nela o embasamento necessário para a realização do estágio nos passando conhecimentos teóricos e científicos acerca do universo do estágio, pois para Barreiro, “a destinação dos cursos de formação de docentes seja a de formar um profissional adequado ao seu tempo. Assim, o estágio deve contemplar a formação do professor capaz de atender às demandas de uma realidade que se faz nova e diferente a cada dia” (2006, p.91). Barreiro afirma também que “ao se indagar sobre os fundamentos e o sentido dos conteúdos, dos métodos e dos contextos que condicionam a prática docente, que transcende a sala de aula, é possível dotar os futuros professores de atitudes críticas (2011, p. 87 e 88). Esse momento também nos levou a refletir sobre a prática pedagógica do professor e nos ensinou a ter um olhar critico da realidade escolar. Essa fase foi importante não apenas para a realização do estágio, mas para a nossa formação profissional uma vez que nos abriu a visão critica da realidade.
  • 9. 2.2 Planejamento e regência de micro-aulas Neste primeiro momento de micro-aulas, tentou-se colocar em pratica tudo o que outrora fora discutido em sala de aula, domínio de conteúdo, controle da turma além do planejamento da aula. Por falar em planejamento é bom ressalta que, no caso especifico dessa primeira micro-aula, houve duvidas quanto a como planejá-la. As micro-aulas foram planejadas para as series finais do ensino fundamental ( 6º ao 9º ano), com os temas e conteúdos a critério de cada estagiário, o que particularmente facilitou na hora da execução. Neste primeiro momento trabalhei unidades de medida de volume, para turma do 6º ano, com os conteúdos de unidade de medida de volume e transformação da unidade de medida. Para este momento de ensaio a pratica docente, me vali das aulas teóricas tido na disciplina e ao longo do curso, desde o planejamento até a hora da apresentação, no entanto quando chegou a hora da pratica, mesmo que fosse só um ensaio, as coisas não saíram como planejadas. Foi justamente cumprir com o planejamento a parte mais difícil neste primeiro momento, terminar todo o conteúdo planejado dentro do tempo, ser claro e objetivo, entre outros. O segundo momento das micro-aulas aconteceu posterior às observações na escola. Esse momento de contato direto com a prática docente foi a referencia para a segunda apresentação, onde se tentou trazer para a micro-aula, tentativas de melhoria na apresentação dos conteúdos. Para este momento trabalhei o tema Fração: Multiplicação para a turma do 6º ano, com o conteúdo multiplicação de fração. A dificuldade maior ainda foi o tempo. Entre um ensaio e outro da realidade docente (micro-aulas), pergunto-me: como fazer para mudar, ou pelo menos melhorar, a realidade do ensino? Como ser e fazer a diferença dentro do espaço escolar? Como?... São essas e outras perguntas que me inquietam ao tentar refletir sobre a real e atual, situação do ensino publico brasileiro.
  • 10. 2.3 Estágio observacional no Ensino Fundamental A observação constituiu a primeira fase do Estágio Supervisionado I foi realizado no período de 16 de novembro a 03 de dezembro do presente ano, no Centro Educacional Municipal Senador Archer, localizada na Rua Barão do Rio Branco, faz parte do Sistema Municipal de Educação, com as modalidades de Ensino Fundamental anos finais e Educação de Jovens e Adultos (EJA), composta de corpo docente com 06 professores graduados e 04 especialistas e; 05 técnico-pedagógicos graduados e 03 com especialização. Nas turmas de 7ª (B e C) e 8ª (A e B) séries do Ensino Fundamental, no turno matutino, sob a regência da professora Anisia Cunha. Na primeira visita à escola, fui recebido pela diretora Edenir Silva, que conversou comigo sobre os horários das aulas e sobre as mudanças que poderiam acontecer, pois os horários no fim do ano vão sendo adequados da melhor maneira possível, os que de fato aconteceu. Fui informado pela diretora que as aulas do turno matutino começariam às 07h15min e terminam às 11h45min, com a duração de 50 minutos cada aula e tendo um intervalo de 15 minutos entre o terceiro e quarto horário. Lembrando que nesse intervalo é oferecida a merenda aos alunos. Quanto à estrutura física, possui um pátio interno de estrutura média e um pátio externo, de estrutura ampla. A escola conta com 12 (doze) salas de aula, sala de professores, sala da direção, secretária, cantina (refeitório), banheiro masculino e feminino, não tem biblioteca própria. Minha observação foi realizada nas turmas de 7ª (B e C) e 8ª (A e B) séries. As salas da 7ª e 8ª série, onde estagiei, são amplas e as janelas oferecem boa ventilação. A sala da 7ª série C se localiza próxima ao pátio, que dá acesso a todas as outras salas. Isso favorece a dispersão dos alunos nas aulas, pois as janelas oferecem uma visão ampla do pátio, além disso, o som e a movimentação produzida fora da sala atrapalham as aulas. As cadeiras são cadeiras com apoio para escrever, e todas são dispostas em fila. A professora regente tinha domínio do conteúdo; o conteúdo era apresentado de forma que as dificuldades estivessem em uma escala crescente; motivava os alunos
  • 11. perguntando ou valorizando suas dúvidas; preocupava-se com aprendizagem; sabia se o aluno tinha a capacidade (pré-requisito) para aprender o que ela estava ensinando e resolvia exercícios adequados ao nível da turma. Durante as aulas observadas, a professora regente não utilizou recursos além do quadro, giz e livros didáticos, realizando uma aula tradicional. A turma era composta por 45 (quarenta e cinco) alunos regulares, mas nem todos freqüentavam as aulas. Os alunos eram muito agitados. Eles conversavam muito, mesmo estando posicionados desfavoravelmente às conversas paralelas. Nas turmas foi possível formar vários subgrupos de alunos: os atenciosos com facilidade para aprender; os atenciosos com dificuldade para aprender; e os desinteressados com dificuldade para aprender. Nem todos participavam da aula, perguntando, questionando ou resolvendo os exercícios. Por fim, a maior dificuldade observada foi o grande número de alunos, o que dificultava o trabalho da professora regente. Pois, já que a turma apresentava níveis diferentes de aprendizagem, seria necessário um atendimento individualizado e com tantos alunos seria muito difícil. E esse será o meu grande desafio. Contudo, o início dessa fase nos proporcionou um entrosamento com outros professores regente e comunidade escolar do campo de estágio para que existisse efetivamente uma troca de experiência. Além disso, oportunizou condições de integração no contexto escolar para que pudesse identificar características do funcionamento interno e da integração com a comunidade externa.
  • 12. 3 CONCLUSÃO O estágio foi um período em que buscamos vincular aspectos teóricos com aspectos práticos. Foi um momento em que a teoria e a prática se mesclaram para que fosse possível apresentar um bom resultado. E, sobretudo perceber a necessidade em assumir uma postura não só crítica, mas também reflexiva da nossa prática educativa diante da realidade e a partir dela, para que possamos buscar uma educação de qualidade, que é garantido em lei (LDB - Lei nº 9394/96). Pude perceber que minha presença causa incomodo nos primeiros dias, assim como fala Barreiro, “a presença do estágio na sala de aula causa certo desestabilização nos alunos da classe diante do elemento novo (especialmente nos primeiros dias), e insegurança no professor em relação à sua própria imagem” (2006, p. 98). Durante todo o estágio, consegui ver a importância da teoria de sala de aula e a pratica profissional e também para o entendimento melhor da pratica profissional. Precisamos ter uma postura efetiva de um profissional que se preocupa verdadeiramente com o aprendizado, que deve exercer o papel de um mediador entre a sociedade e a particularidade do educando. Os alunos freqüentes eram, predominantemente, do sexo feminino. As observações revelaram que os estudantes não demonstravam interesse pelo aprendizado, eram pouco participativos e não tinham o hábito de estudar. Por outro lado, o discente era atento e grande parte dos estudantes mantinha o caderno completo com o registro das aulas. Devemos despertar no educando a consciência de que ele não está pronto, aguçando nele o desejo de se complementar, capacitá-lo ao exercício de uma consciência crítica de si mesmo, do outro e do mundo, como dizia Paulo Freire. Mas como fazer isso é o grande desafio que o educador encontra, no estágio pude perceber isso como futuro profissional da educação. A professora regente preparava suas aulas diariamente seguindo a sequência de explicação do conteúdo, exemplificação dos conceitos, resolução de exercícios pelos alunos, seguido da correção desses no quadro, momento em que eram sanadas as dúvidas.
  • 13. A escola transformou-se em extensão da família e o foco do ensino passou de formar pessoas autônomas, capazes de monitorar a busca de conhecimentos, para formar cidadãos; esse redimensionamento da função da escola tem levado-a a não dar conta de realizar o papel que de fato lhe cabe, qual seja ensinar o aluno a buscar suas próprias estratégias de aprendizagem, a gostar do conhecimento e encontrar para ele um sentido social, político, ou outros; levar o aluno a compreender-se como parte fundamental de transformação social através da pesquisa, da construção de conhecimentos e saber.
  • 14. REFERÊNCIAS FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São Paulo, Brasil: Paz e Terra. 1997. BRASIL. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Brasília, DF: Presidência da República - Casa Civil, 2008. Disponível em : https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm. Acessado em 12 de dez. 2012. Avaliação do processo ensino-aprendizagem: conceitos e concepções. Disponível em http://www.nre.seed.pr.gov.br/cascavel/arquivos/File/Equipe %20Pedagogica/producao_dorimar.pdf, acessado em: 12 dez.2012. BARREIRO, I. M. F; GEBRAN, R. A. A prática de Ensino e Estágio Supervisionado na Formação de Professores. São Paulo; AVERCAMP, 2006. PIMENTA, Selma Garrido. Estágio e docência / Selma Garrido Pimenta, Maria Socorro Lucena Lima; revisão técnica José Cerchi Fusari, -6. ed – São Paulo: Cortez, 2011. – (Coleção docência em formação. – Série saberes pedagógicos). Köche, Vanilda Salton. Pratica textual: atividade de leitura e escrita / Vanilda Salton Köche, Odete Maria Benetti, Cinara Ferreira Pavani. 6. ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
  • 16. SÉRIE: 6º ANO 5ª SÉREI DISCIPLINA: MATEMÁTICA PROFESOR (ALUNO) MAGNO ARAÚJO DATA: 09/10/2012 HORÁRIO: MATUTINO TEMA: UNIDADE DE MEDIDA DE VOLUME DURAÇÃO DA AULA: 15 a 20 minutos PLANO DE AULA 01 OBJETIVOS: • Identificar a unidade de medida de volume; • Compreender as transformações da unidade de medida. CONTEÚDO: • Unidade de medida de volume; • Transformação da unidade de medida. PROCEDIMENTO: • Aula expositiva e dialogada; • Exposição de vídeo sobre transformação de medida de volume. RECURSOS: • Data show, quadro branco, pincel e apagador, caixa de som e notbook. AVALIAÇÃO: • Participação na aula. • Reconhecimento do aprendizado do aluno sobre o conteúdo através de prova escrita. REFERÊNCIAS BILBIOGRAFICAS: • GIOVANNI, José Ruy, A conquista da matemática – nova / José Ruy Giovanni, Benedito Castrucci, José Ruy Giovanni Jr. – São Paulo: FTD, 1998. (Coleção a conquista da matemática); • Unidades de volume. Disponível em HTTP://www.brasilescola.com/matematica/medida-volume.htm, acessado em 06/10/2012; • Unidades de medida de volume. Disponível em HTTP://www.mundoeducacao.com.br/matematica/unidades-medida- volume.htm, acessado em 06/10/2012; • Medidas de volume. Disponível em HTTP://www.somatematica.com.br/fundam/medvol.php, acessado em 06/10/2012.
  • 17. SÉRIE: 6º ANO 5ª SÉREI DISCIPLINA: MATEMÁTICA PROFESOR (ALUNO) MAGNO ARAÚJO DATA: 18/12/2012 HORÁRIO: MATUTINO TEMA: FRAÇÃO - MULTIPLICAÇÃO DURAÇÃO DA AULA: 15 a 20 minutos PLANO DE AULA 02 OBJETIVOS: • Descobrir a utilização da multiplicação de frações em problemas do dia-a- dia. • Efetuar a multiplicação de frações. • Resolver problemas que envolvem a multiplicação de frações. CONTEÚDO: • Fração: Multiplicação. PRÉ-REQUISITOS • Noções de Números Racionais. • Multiplicação de Números Naturais. PROCEDIMENTO: • Apresentação de uma situação problema. • Discussão sobre o problema apresentado. • Resolução do problema. • Resolução de exercícios. RECURSOS: • Data show, quadro branco, pincel e apagador. AVALIAÇÃO: • Participação na aula. • Por meio das dúvidas e através da resolução dos exercícios. REFERÊNCIAS BILBIOGRAFICAS: • Multiplicação de frações, disponível em http://portaldoprofessor.mec.gov.br, acessado em 15/12/2012; • Multiplicação de frações. Disponível em http://www.mundovestibular.com.br/articles/259/1/MULTIPLICACAO-DE- FRACOES/Paacutegina1.html, acessado em 15/12/2012; • Multiplicação de frações. Disponível em http://www.mundoeducacao.com.br/matematica/multiplicacao-divisao- fracoes.htm, acessado em 16/12/2012.
  • 18. ANEXO
  • 19. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO CAMPUS CODÓ ESTÁGIO DOCENTE I FICHA DE OBSERVAÇÃO 1. Dados de identificação: Nome da escola: Centro Educacional Municipal Senador Archer Endereço: Rua Barão do Rio Branco, São Sebastião, Codó-MA C.E.P.: 65.400-000 Cursos e níveis oferecidos atualmente: Séries finais do Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos (EJA) Direção: Edenir Silva 2. Caracterização do Espaço Físico: Data de criação e funcionamento: 15/03/1964 Estrutura do prédio: Estrutura do prédio em bom estado de conservação Nº de salas de aula: Há na escola 12 (doze) salas de aulas Nº de banheiros: Existem 02 (dois) banheiros (masculino e feminino) Biblioteca: Não há biblioteca própria Refeitório: Há um refeitório de estrutura média Diretoria: Há diretoria Coordenação pedagógica: É a mesma sala que a dos professores Secretaria: sim, existe ao lado da diretoria A escola está equipada para atender alunos especiais? Mesmo não atendendo crianças com necessidades especiais a escola é dotada de acessibilidade
  • 20. Como você analisa a utilização de espaço físico da escola? Bom, poderia ser melhor aproveitado o espaço físico que a mesma oferece. 3. Corpo Docente e Técnico: Nº de professores: Há 10 (dez) professores Qualificação dos docentes: Graduados e especialistas Jornada de trabalho: 20 horas semanas Possui coordenação pedagógica? Sim Quantos pedagogos? 03 (três) Quais são as atribuições da coordenação pedagógica? É gerenciar, coordenar e supervisionar todas as atividades relacionadas com o processo de ensino e aprendizagem, visando sempre à permanência do aluno com sucesso. Partindo desse pressuposto, podem-se identificar as funções formadora, articuladora e transformadora do papel desse profissional no ambiente escolar. Como é feito o acompanhamento discente? É realizado através da freqüência nos diários. 4. Aspectos pedagógicos e curriculares: A escola possui projeto político-pedagógico? Sim Quais são os principais aspectos dessa proposta? Um projeto busca um rumo, uma direção que lançamos adiante, planejando, organizando e melhorando o que temos, almejando um futuro melhor do que o presente. O Projeto Político Pedagógico de uma escola não poderia ser diferente. É uma ação intencional com objetivos e compromissos que devem ser definidos coletivamente, perante discussões de problemas existentes na Unidade Escolar em ação, buscando alternativas viáveis. Como se solidifica a formação continuada dos professores? A formação continuada dos professores é realizada (oferecida) pela Secretaria Municipal de Educação. Os professores fazem planejamento? De que forma? Quem acompanha? Sim, mensalmente, a diretora, vice-diretora e a assistente pedagógica
  • 21. A escola faz reuniões periódicas com os professores? Para quê? Sim, para avaliarem os acontecimentos e o desenvolvimento dos alunos, rever o que não deu certo segundo o planejamento e buscar novas meios para se alcançar os objetivos. E em relação aos pais, há reuniões frequentes? Como a escola estabelece a interação com os pais e comunidade? É realizada reuniões periódicas como os pais, fazendo com que os mesmos participem da vida escolar de seus filhos, buscando meios para que cada pai tenha a mesma responsabilidade de educar seu filho. Há no projeto político-pedagógico atividades a serem desenvolvidas com a comunidade? Quais? As atividades do P.P.P como projetos surgem a partir da necessidade que os professores e a diretoria da escola vêem de buscar meios para orientarem seus alunos. 5. Aspectos de Gestão e Finanças: Como é feita a escolha de diretor e da equipe de trabalho? A diretoria das escola é realizada através de eleição que envolve profissionais da educação, alunos e a comunidade em geral. Como a escola se mantém financeiramente, de onde vêm os recursos? Em termos percentuais, de quanto é o repasse orçamentário? A escola é mantida com recursos da prefeitura, não revelou percentuais. Quais são as prioridades no uso do dinheiro? Melhoria na estrutura física da escola