SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 57
Baixar para ler offline
59
01. INTRODUÇÃO
Ao longo dos tempos o Brasil vem tentando aplicar um ensino de qualidade para
todos. Sabemos que a educação é direito de todos e nenhum ser humano progride sem ela,
sendo fundamental para manter uma ligação estrutural com o mundo. O crescimento da
educação em um país requer o envolvimento da sociedade e do governo, que devem
desenvolver políticas, planos e projetos voltados para toda a população. Talvez assim
alcançássemos um patamar de qualidades e que merecemos. Não desvalorizando a educação
brasileira, que vem em continua transformação, mas que essa ainda esta precisando mudar
mais ainda, isso não podemos negar. Atualmente a educação brasileira vem se renovando,
como podemos citar como exemplo: A alfabetização de adultos (EJA), que abril milhões de
oportunidades para quem não sabia ler e escrever, isso é um dos grandes avanços da nossa
educação.
Que a educação seja o processo através do qual o indivíduo
toma a história em suas próprias mãos, a fim de mudar o rumo da
mesma. Como? Acreditando no educando, na sua capacidade de
aprender, descobrir, criar soluções, desafiar, enfrentar, propor, escolher
e assumir as conseqüências de sua escolha. Mas isso não será possível se
continuarmos bitolando os alfabetizandos com desenhos pré-formulados
para colorir, com textos criados por outros para copiarem, com
caminhos pontilhados para seguir, com histórias que alienam, com
métodos que não levam em conta a lógica de quem aprende. FUCK,
1994, p. 14 - 15
È de grande importância destacar o ensino fundamental, ele é a porta de entrada para uma
criança descobrir o mundo, inserir na sociedade e nela fazer sua historia. Não que sua
importância seja única e exclusiva, claro que qualquer ensino que gera conhecimento é de
grande valia, mas o que move essa concepção é por ser no ensino fundamental que se forma
um aluno critico e criativo, e essa concepção de mundo pode desenvolver nele condições de
colher informações, desenvolver sua comunicação, avaliar situações, tomar decisões próprias,
ter atuações positivas e critica dentro do convívio social.
59
Baseado no ensino de Ciência, hoje, a sociedade tem cobrado muitas informações,
novas tecnologias, seja para interpretar e avaliar informações cientifica levado pela mídia,
seja para interferir em decisões políticas sobre investimentos à pesquisa e ao desenvolvimento
de tecnologias e suas aplicações. Tudo isso gera um grande retorno para que seja levado para
a sociedade. O ensino de ciência é também espaço privilegiado em que as diferentes
explicações sobre o mundo, os fenômenos da natureza e as transformações produzidas pelo
homem podem ser expostos e comparados. É um espaço em que os alunos expõem suas
explicações espontâneas e conhecem o mundo que lhe cerca. Um dos objetivos do ensino de
ciência é proporcionar o conhecimento cientifico e desenvolver uma autonomia no pensar e
no agir, é importante reconhecer a relação de ensino e aprendizagem como uma relação entre
sujeitos, em que cada um, a seu modo e com determinado papel, está envolvido na construção
de uma compreensão dos fenômenos naturais e suas transformações, na formação de atitudes
e valores humanos. Segundo Delizoicov et al (2002), o desafio é educar as crianças e jovens,
proporcionando-lhes um desenvolvimento humano, cultural, cientifico e tecnológico de modo
contemporâneo.
Portanto é dever da escola e dos professores desenvolverem o senso critico dos alunos,
visando a ciência como construção histórica e saber pratico, sabendo, portanto superar o
ensino de modo passivo, baseado na memorização de definições sem qualquer sentido para o
aluno. A interação dos conteúdos depende da natureza de cada disciplina do aluno e do
ensino-aprendizagem. O PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) estão voltados para a
estruturação dos currículos escolares de todo Brasil, obrigatórias para a rede de pública e o
opcionais para as instituições privadas.
O estagio supervisionado é essencial para o desenvolvimento da competência do
professor atuante, portanto cabe a ele priorizar, dentre os objetivos propostos educacionais,
aqueles que são contemplados em primeiro lugar. Cabe-lhe ainda organizar os conteúdos, os
tempos, os cronogramas de estudo, assim podendo conhecer melhor o seu próprio estilo de
aprendizagem. Sabemos que a Lei que define as Diretrizes e Bases da Educação no Brasil
refere-se ao estagio. No título VIII: Das Disposições Gerais, em seu artigo 82:
Estagio s.m. Período de estudo prático exigido dos candidatos ao exercício
de certas profissões liberais: Estagio de engenharia; estagio pedagógico. /
Período Probatório, durante o qual uma pessoa exerce uma atividade
temporária em uma empresa. / Aprendizagem, experiência.
59
O professor tem que estar bem preparado para assumir sua futura função na sala de
aula, ou seja, tem que planejar e organizar suas aulas para serem executadas de forma precisa
para os alunos. O estagio supervisionado prepara o ser humano para o conhecimento e a
prática, por isso tem que esta preparada para enfrentar a cada dia novos desafios. Portanto
podemos dizer que Estagio Supervisionado é como qualquer outra atividade proporcionar ao
aluno adquirir experiência profissional especifica e que contribua, de forma eficaz, para sua
absorção pelo mercado de trabalho. Segundo Alarcão (1996), o estagio deve ser considerado
tão importante como os outros conteúdos curriculares. Afirma que os próprios docentes, assim
como as Universidades ainda não deram o devido valor à prática da formação do professor.
Segundo a autora, o estagio pedagógico é considerado uma espécie de “parente pobre” das
demais disciplinas, por que a Universidade abre não da sua função de ajudar o aluno a
relacionar teoria e prática e, a saber, servir-se para, com ele, resolver problemas práticos.
59
02. OBJETIVOS
Faz- se necessário observar que as atividades do Estágio devem estar organizadas de
forma que o graduando em Ciências Naturais possa desenvolver as vivenciadas modalidades
ao longo deste curso para que assim possamos demonstrar em pratica características como
observação, participação e regência, prevendo-se assim uma gradação de objetivos.
2.1- OBJETIVOS GERAIS
Determinar profundo domínio da área do conhecimento a que se dedicam para formar
cidadões críticos e criativos, num processo contínuo de construção do conhecimento,
para se um aprendiz permanente, ter consciência e sensibilidade e serem capazes de
transmitirem esses conhecimentos para os que estão ao seu redor.
Desenvolver habilidade de observação, pesquisa, proposições de questões, formulação
de hipóteses e conclusões, adquirindo noções sobre o método cientifico;
2.2 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Estabelecer uma melhor interligação dos conteúdos aplicados teóricos e práticos das
Ciências Naturais;
Aplicar e executar aulas teóricas práticas de Ciências na educação básica;
Desenvolver oficinas pedagógicas e atividades lúdicas exploratórios para enriquecer as
aulas as Ciências ;
Propor e Apresentar diferentes recursos didáticos e instrumentos na melhoria do
desenvolvimento das habilidades de pesquisas e magistérios em Ciências.
59
03. METODOS E MATERIAIS
As atividades desenvolvidas referente ao estagio Supervisionado de Magistério
utilizou-se os pressupostos metodológico da Pesquisa Qualitativa, afirma Paulo Freire (...) a
pesquisa, como ato de conhecimento, tem como sujeitos cognoscentes, de um lado, os
pesquisadores profissionais; de outro, os grupos populares e, como objeto a ser desvelada, a
realidade concreta. Quanto mais, em tal forma de conceber e praticar a pesquisa, os grupos
populares vão aprofundando como sujeitos, o ato de conhecimento de si em suas relações com
a sua realidade, tanto mais vão podendo superar ou vão superando o conhecimento anterior
em seus aspectos mais ingênuos. Deste modo, fazendo pesquisa, educo e estou me educando
com os grupos populares. Voltando à área para pôr em prática os resultados da pesquisa não
estou somente educando ou sendo educado: estou pesquisando outra vez. No sentido aqui
descrito pesquisar e educar se identifica em um permanente e dinâmico movimento (1983:36).
Já de posse do Oficio de Apresentação iniciei o estágio logo no dia seguinte, pois já
havia conversado com a direção e a professora regente da disciplina de Ciência da escola em
que iria desenvolver o estágio, numa data pré-estabelecida, foi trabalhada os planejamentos
das atividades a serem desenvolvidas.
Iniciei meu estagio observando a aula ministrada pela professora de ciências que foi de
muito proveito, nela pôde ser observada a maneira como ela ministrava sua aula. Os alunos
ficaram radiantes com a presença da professora estagiaria.
Logo depois no dia seguinte desenvolvi a microaula de 20 minutos que foi muito
proveitosa, expliquei o assunto e logo após realizei uma dinâmica que tinha como titulo:
“Completando as Frases”. Isso me deixou muito segura e com o intuito de preparar-me para a
etapa seguinte que seria a regência.
Alguns dias depois ministrei a regência que foram as quatro aulas para as turmas 6º
ano “A”, 6º ano “B”, e 6º ano “D” do Ensino Fundamental na Escola Municipal “Nossa
Senhora do Rosário”.
Trabalhei com as turmas os conteúdos, que o professor regente estava desenvolvendo
que era: “A vida e o Meio Ambiente”. Utilizei os recursos didáticos que a escola possuía e
outros que eu na qualidade de acadêmica estagiária e a professora regente julgamos serem
necessários, em concordância com o livro didático adotado pela escola. As aulas foram
59
trabalhadas de formas expositivas na qual eu como professor estagiaria explicava oralmente e
utilizava o quadro, podendo se transmitir, numa única aula, conhecimento a um grande
número de alunos, e passar informações ainda não disponíveis em livros, revistas ou outros
meios impressos, utilizando informações que dispõe.
Outro interessante método de discussão utilizado no estágio foram os debates, em que
os alunos poderão manifestar suas opiniões, pois pode compartilhar e discuti-las. Através
deste diálogo coletivo è possível que possam ver de diferentes ângulos uma determinada
situação, e até mudar de opinião, foi utilizado também à exibição de música e cartazes, que foi
bastante atrativo para os alunos.
No período de regência fiz uso do conhecimento acadêmico adquirido nas aulas e nas
explicações das Disciplinas de Prática de Ensino, enfim de todas as disciplinas já estudadas,
que contribuíram muito nesta etapa de estudos tão valorosa e singular na minha vida, que por
sinal é condizente com a nova forma de ensinar ciência, com modernas e atraentes
metodologias. Sabemos que o professor deve estar ciente que ele faz parte da formação da
criança tanto intelectual quanto pessoal, por mais que o aluno às vezes pareça desatento ele
esta absorvendo algo que o professor passa em sala de aula.
Com as aulas ministradas por mim, percebi um bom desempenho e interesse dos
alunos, por isso a minha responsabilidade como estagiaria foi de agente da construção do
conhecimento, que os mesmos não os faz sozinhos. É importante a mediação do professor e
de outros adultos significativos nesse processo. Durante o período de estagio trabalhei com
diversas turmas e alunos com diferentes idades e percebei que todos assimilavam bem o,
contudo transmitido.
Sabemos que o processo de estagio no qual eu passei é uma atividade fundamental e
significativa para nosso desempenho. È, portanto uma complementação pratica da etapa
desenvolvida em sala de aula, de caráter técnico, social, cultural e comportamental, que
orienta e permite ao estudante a aplicação dos conhecimentos por meio da vivencia em
ambientes e processos de trabalhos em situações reais da futura profissão. Logo de cara achei
que não ia conseguir, mas quando entrei na sala de aula fiquei maravilhada ao saber que
naquela hora as crianças dependiam do meu conhecimento para ser transmitido para eles.
Adorei! Foi uma experiência que jamais irei esquecer.
Neste contexto que estou inserida que é a educação é possível identificar esses fatores
em tempo real, pois neste momento diante dos alunos em sala de aula percebi que são grandes
59
as inter-relações que estão contidas nesse espaço da educação, que antes via apenas de
maneira teórica e hoje sinto um pouquinho da prática docente. Este é um grande desafio,
como também esse momento da minha vida que conclui, onde a mesma traz por principal
objetivo transmitir normas de comportamento técnico - cientifica e moral que podem ser
compartilhados por todos os membros da sociedade, direto ou indiretamente, e em minhas
mãos estão os mais diversos ideais, princípios e valores para serem desenvolvidos, porém,
devem ser sempre analisados e revistos diante da realidade que se esta inserida, evoluindo
constantemente das mais variadas formas.
59
04. DIAGNÓSTICO E PARTICIPAÇÃO
4.1 DIAGNSE FÍSICO E PEDAGOGICO DA ESCOLA CAMPO DE ESTÁGIO
Tendo em vista que o fator estrutural de uma instituição de ensino é de fundamental
importância para a exposição dos trabalhos de seus profissionais e que conseqüentemente
influem na aprendizagem dos alunos, faze-se necessário avaliar, inquirir e analisar a qualidade
de tal estrutura.
A escola Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora do Rosário, fica situada a
rua cel. João Leite, nº 419 no Centro da cidade de Pombal - PB, a qual atente atualmente 641
alunos, sendo 214 matriculados no Ensino Fundamental I e 427 no Ensino Fundamental II,
nos turnos, Matutino e Vespertino.
A mesma conta com 48 professores, todos com nível Superior com Formação
Pedagógica, entre eles um com Especialização e outro com Mestrado.
A escola campo de estágio, conta com una Diretora – Vanusa de Melo Marinho
Bandeira, duas Supervisoras – Nyedja da C. F. Lourenço e Raimunda R. C. Gabriel, uma
Orientadora Escolar – Maria de Fátima Fernandes. Atualmente a estrutura física da escola
campo de estágio dispõe dos seguintes espaços: 01 Sala para os Professores, 01 Laboratório
de Informática, 01 Biblioteca, 01 Sala de Supervisão, 01 Cozinha e Bebedouros suficientes
para demanda escolar.
A escola possui também os seguintes Recursos Didáticos disponíveis como: 01
Retroprojetor, 23 computadores, 01 Maquina de Xerox, 01 Micro system (som), 05
Mimeógrafos, Kits Didáticos e Jogos Educativos.
Convém destacar ainda que a escola campo de estágio possui água encamada sendo
abastecida pela Companhia de Água e Esgoto da Paraíba (CAGEPA), com toda a rede de
saneamento básico adequada a escola também é murada, pintada e não existe árvores ao seu
redor e a merenda escolar é fornecida todos os dias aos alunos.
Podemos destacar que as condições e manutenções da escola se encontram com um
numero de cadeiras suficientes e adequadas para os alunos, os birôs em boa condição de uso,
o Material de Experiente de ótima qualidade e suficiente para o dia a dia, as salas de aulas
59
recebem um pouco de influencia de barulhos, as janelas, portas, paredes e pisos se encontram
em bom estado de conservação.
A escola campo de estágio recebe recursos financeiros do Governo Federal e esse
recurso e gerenciado pelo Conselho Escolar.
Mediante as analises feita da estrutura física da escola Nossa Senhora do Rosário, foi
possível considerar que é de boa qualidade e possui todos os espaços adequados para a
realização das diferentes atividades permitindo assim sua plena utilização.
59
FOTOS DA ESTRUTURA FÍSICA DA ESCOLA CAMPO DE ESTÁGIO
Fachada da Escola Nossa Senhora do Rosário – Pombal – PB
Entrada da Escola “Nossa Senhora do Rosário” - Pombal – Paraíba
59
Sala dos Professores
Sala dos Professores
59
Salão de Recreação
Salão de Recreação
59
Sala da direção
59
Sala da Secretaria
Sala de aula
Salas de Aula
59
Bebedouros e Cozinha
Lateral da cozinha
59
Área verde da Escola “Nossa Senhora do Rosário” – Pombal – Paraíba
Área verde da Escola “Nossa Senhora do Rosário” – Pombal – Paraíba
59
Área verde da Escola por trás salão de recreação
Área verde da escola campo de estágio
59
4.2 DIAGNOSE DOCENTE
A professora da escola campo de estagio tem formação de Licenciatura em Ciências
com habilitação em Biologia, com participação em vários congressos. Possui experiência
profissional para o ensino fundamental, a mesma escolheu o curso por ter afinidade com a
natureza. A professora de Ciência da escola é funcionária do quadro efetivo de funcionários,
através de Concurso Público realizado na cidade de Pombal – PB. A mesma ensina em outra
escola com carga horária de 50 horas.
Sobre o Ensino de Ciência, a docente diz que os recursos didáticos da sua escola são
excelentes, por que oferece condições necessárias para o desempenho do trabalho e que os
recursos que ela utiliza além dos livros são: jornais, revistas e internet. A mesma afirma que
exercita a afetividade com seus alunos por ter um bom relacionamento de amizade e que se
diz esta satisfeita com suas aulas e ressalta que as mudanças acontecem de acordo com a
realidade de cada turma. A professora da escola campo de estagio é conhecedora dos PCN e
usa em suas aulas os seguintes temas transversais: Ética, Saúde Orientação Sexual, Meio
Ambiente, Trabalho e Consumo e Pluralidade Cultural e afirma que não existe momento onde
professores e funcionários se reúnem para conhecer os PCN. Ela tem como objetivo para o
Ensino de Ciência Natural: - contribuir para o aprendizado de conteúdos necessários à vida
em sociedade e para o desenvolvimento das capacidades do aluno. Sua relação com o m
conhecimento de Ciências versus Cotidiano, afirma que, ajuda o aluno a compreender melhor
o mundo em que vive e a interagir melhor.
Quanto aos conteúdos a docente avalia a evolução de cada aluno, dedicando atenção
diferenciada àqueles que, por alguma razão, dela necessitam, e quanto à relação teórica-
pratica diz que, durante o desenvolvimento de projetos e a realização de experimentos o
professor tem oportunidade para avaliar o aprendizado de procedimentos, quanto ao material
didático permitirão ao professores tirar conclusões sobre o grau em que as condições de
ensino criadas por ele e pela escola propiciando a aprendizagem, quanto a pesquisa diz que o
professor pode avaliar se o aluno utilizou mais de uma fonte de informação e se identificou
nas fontes, os aspectos mais relevantes e as registrou.
A relação que a docente tem do ensino de Ciência com outras disciplinas é a
interdisciplinaridade e menciona que a maior dificuldade encontrada pelos professores é a
falta de interesse e compromisso por parte de alguns educadores.
59
Os conceitos apresentados pela professora da escola campo de estagio foram para:
Mutildisciplinaridade – conjunto de disciplinas a serem trabalhadas simultaneamente, sem
fazer aparecer às relações que possam existir entre elas, destinando-se a um sistema de um só
nível e de objetivos únicos, sem nenhuma cooperação.
Interdisciplinaridade - perspectiva de articulação interativa entre as diversas disciplinas no
sentido de enriquecê-lo através de relações dialógicas entre os métodos e conteúdos que as
constituem.
Transdisciplinariedade – princípio teórico que busca uma intercomunicação entre as
disciplinas, tratando efetivamente de um tema comum (transversal).
Transversalidade – diz respeito à possibilidade de se estabelecer, na pratica educativa, uma
relação entre aprender conhecimentos teoricamente sistematizados e as questões da vida real e
de sua transformação.
Diante dos fatos mencionados no relatório pela discente através da pesquisas do seu
perfil e dos conceitos propostos, É interessante notar como a prática pedagógica e os saberes
docentes são importantes para se conceber uma identidade, pois quando se domina uma
técnica e um grupo de conhecimento se tem um capital simbólico que auxilia na constituição
de um quadro profissional com status e valorização.
A análise dos dados reflete os resultados positivos do trabalho de integração entre teoria e
prática, observados na desenvoltura da professora da escola campo de estagio, ao se
posicionar frente a questões relativas ao ensino-aprendizagem de ciências. A apropriação do
discurso teórico atua como apoio para lhes conferir segurança, como recurso para explicitar
tomadas de posição durante as atividades da Prática de Ensino e também como confirmação
da escolha profissional.
No entanto, esse discurso tem outros valores e nuances segundo as forças que atuam
no processo de sua formação. Motivada por essas forças e experiências durante sua pratica
docente, ela responde diferentemente às atividades da disciplina, o que a leva a enfrentar
momentos de ansiedade com relação à prática vivenciada e a atuação profissional. No
processo, essa sensação, além de, muitas vezes, revistas e superadas, correspondem a uma
fase de exploração de possibilidades que a vida lhe oferece.
59
4.3 DIAGNOSE DO DISCENTE
No mês de outubro foi realizado um questionário para analisar o perfil dos alunos do
6° ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental “Nossa Senhora do Rosário”, foram
aplicados questionários para um total de 26 alunos.
A idade dos alunos do 6° ano varia entre 10 a 12 anos, com um total de 14 alunos do
gênero feminino e 12 do gênero masculino.
Vejam os gráficos abaixo:
3,9%
57,7%
38,4
Idade
Alunos de 10 anos
Alunos de 11 anos
Alunos de 12 anos
46,2%
53,8%
Gênero: masculino e feminino
Masculino Feminino
59
Nenhum dos alunos entrevistados possui ocupação fora da escola, nem trabalham. A
maior parte deles, 61,6% dos alunos possui renda familiar de um salário mínimo, 38,4%
possuem renda de dois salários mínimos e nenhum deles possui renda maior do que três
salários mínimos.
Quando foi perguntado como são as aulas de ciências e o que gostariam de mudar
nelas, todos responderam que eram boas e não gostariam que fosse mudado nada. Ao
questionar como seriam a relação do ensino de ciência em sala de aula e seu dia-a-dia, houve
várias respostas. Veja na tabela abaixo.
0,0%
10,0%
20,0%
30,0%
40,0%
50,0%
60,0%
70,0%
1 2 3 ou mais
Salário Minímo
0,0%
10,0%
20,0%
30,0%
40,0%
50,0%
Bom Ótimo Excelente Maravilhoso Não gostam
Relação das aulas de Ciências com o dia-a-dia
59
O tema que eles mais gostariam que fosse debatido em sala de aula foi o Corpo
Humano relatado por 16 alunos. 2 disseram Planeta Terra, 3 alunos escolheram Aquecimento
Global, 2 debateriam Propriedades do Ar, e cada um de 3 alunos falaram Água, Animais e
Sistema Solar.
Este relatório foi concluído com bastante atenção, pelas informações que foram
recebidas dos discentes. Informações essas que serviram para o nosso conhecimento nessa
área. Adorei aplicar este questionário não tive nenhum problema, a turma era participativa e
muito inteligente.
59
5. REGÊNCIA SUPERVISIONADA: PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO
DO PLANO DE TRABALHO
5.1 PLANO DE ENSINO
O papel da escola na construção de um país mais justo é fundamental, e ele se
concretiza pela ação educativa. Desse modo, o trabalho do educador é tão complexo e
importante que não pode ser improvisado. Cada professor, conhecendo os alunos com os
quais trabalhará, tem de saber o que vai ensinar, para quê e como fará isso ao longo do
trabalho educativo. Assim também, a escola como um todo, a partir das diretrizes gerais para
a rede pública, define-se estabelecendo prioridades e ações, ou seja, seu Projeto de escola.
Planejar é prever e organizar as ações com determinadas finalidades, para se conseguir atingir
mudanças.
Segundo MENEGOLLA & SANT’ANNA, 2001, p.40: planejamento “É um instrumento
direcional de todo o processo educacional, pois estabelece e determina as grandes urgências,
indica as prioridades básicas, ordena e determina todos os recursos e meios necessários para
a consecução de grandes finalidades, metas e objetivos da educação.”
A escola não mim deu oportunidade de participar dos planejamentos, mesmo sabendo
da importância do ensino de ciências bem planejado para o aluno do ensino fundamental que
hoje, é reconhecida em todo o mundo, em grande parte em virtude das recentes descobertas no
campo do estudo das concepções construídas pelos alunos, mesmo assim encarei de forma
passiva todos os meus objetivos que lá estavam.
Quanto ao plano de ensino da professora colaboradora mesmo diante do comunicado
que iria precisar a mesma não me repassou seu plano. Diante de todos esses fatos não deixei
de elaborar meu plano de ensino, fiz baseado em muita pesquisa, informações e estudo.
Acho que a escola deve então se preocupar com a comunicação com o planejamento,
tendo em vista que o estágio é uma atividade coletiva; com é também o planejamento; que
prepara as pessoas para o mundo atual, onde o indivíduo precisa se atualizar constantemente.
59
5.2 REGÊNCIA
Com o intuito de preparação para o estagio supervisionado de regência foi observada e
analisadas a pratica educativa da professora de Ciência da escola campo de estagio durante
uma aula que teve duração de quarenta minutos.
Durante a aula de observação o assunto abordado foi “O acumulo de resíduos no
ambiente”, que foi muito bem abordado pela professora além da segurança, clareza e precisão
ao transmitir o conteúdo. Deixando transparecer muito interesse por parte da turma.
Com relação aos procedimentos metodológicos a professora utilizou o método expositivo
dialogo e debates, e com os recursos didáticos, quadro, giz, livro didático adotado pela escola
e agendou uma visita ao lixão da cidade.
Assim, os métodos e recursos utilizados foram de grande interesse por parte dos alunos
que poderão dar suas opiniões e contar o que faziam para preservar a cidade limpa.
Em relação à regência supervisionada, administrei quatro aulas na referida escola, sendo
duas na turma do 6º ano C, no período da manhã e duas no 6º A também no período da
manhã.
As aulas ministradas durante a regência supervisionada foram baseadas no livro adotado
pela escola, obedecendo à seqüência de conteúdos propostos pelo professor colaborador e os
planos de aula elaborados pelo estagiário da escola campo de estagio. As atividades da
regência foram sem dúvida uma experiência muito satisfatória.
As duas primeiras aulas realizaram-se no dia 21 de outubro do corrente ano, de 07h a 08h
30 min. e duas no 6º ano A, dia 22 de outubro, de 09h 30min à 11h 00min. O tema abordado
das quatro aulas foi: “A vida e o Meio Ambiente”, as quais tiveram vários objetivos entre eles
o de compreender a natureza como um todo dinâmico e o ser humano, em sociedade, como
agente de transformação do mundo em que vive em relação essencial com os demais seres
vivos e outros componentes do ambiente; e analisar a importância de atitudes individuais e
coletivas para a preservação, conservação e uso racional dos recursos do planeta.
Portanto, utilizou-se como estratégia metodológica a aula expositiva dialogada, com a
utilização de cartazes, lousa, giz e mico system, contando sempre com a participação dos
alunos durante as aulas, onde eles puderam expor e contar de forma clara as suas
contribuições para com natureza. A avaliação da aula deu-se através da observe do
desenvolvimento e participação da turma durante as aulas, discussões e tarefas solicitadas,
59
individualmente e nos grupos, para perceber o seu desenvolvimento e aprendizado. Pedindo
também a elaboração de textos ou redação.
De acordo com a avaliação do professor-colaborador, as aulas ministradas pelo estagiário
foram satisfatórias e favoreceu uma média de desempenho de 10, a mesma desempenhou uma
boa aula e um ótimo relacionamento professor-aluno.
Veja quadro abaixo:
DESEMPENHO DO ESTAGIARIO
NOTA
Domínio do assunto 10
Adequação ao nível da turma, clareza e objetividade na comunicação 10
Procedimentos didáticos 10
Relacionamentos com os alunos e domínio da turma 10
Plano de aula 10
MÉDIA 10
Avaliação do desempenho do estagio pelo professor de Ciências de Escola “Nossa Senhora do Rosário”
durante o estagio de regência.
59
PLANO DE AULA (Duas aulas)
Conteúdo
 A vida e o Meio Ambiente
 A manutenção da vida
Objetivos
 Identificar algumas estratégias de vida em diferentes ecossistemas brasileiros;
 Analisar a importância da preservação da manutenção da vida no Meio Ambiente;
 Reconhecer a importância de preservar o meio ambiente para a vida dos animais.
Ano
6º
Tempo estimado
Duas aulas (90 mim)
Materiais necessários
Livro Didático adotado pela escola, cartazes, textos, micros system, lápis grafite e papel sulfit.
Desenvolvimento
Mostre para a turma através dos cartazes os seres vivos em diferentes ambientes, o que esses seres
vivos fazem em seus ambientes.
Pergunte a turma quem são os responsáveis pela preservação do ambiente dos seres vivos, quais são
as soluções para resolver os problemas, a manutenção da vida e o que cada um deles devem fazer
enquanto individuo e o que podem fazer enquanto grupo na escola e onde vivem. Logo após retome
as propostas dos alunos sobre A manutenção da Vida e discuta a viabilidade de cada uma delas,
pensando nas atitudes individuais. Responder o questionário no Livro Didático.
59
Para isso, discuta com a turma cada uma das perguntas do questionário, deixada claras as providencias
necessárias para que eles possam preservar a vida dos anima.
Avaliação
Verificação da aprendizagem através da argüição.
59
PLANO DE AULA (Duas aulas)
Conteúdo
 Componentes e organização do ecossistema
 Relações alimentares nos ecossistemas
Objetivos
 Perceber como é rica e, por vezes, complexa a diversidade dos ecossistemas brasileiros;
 Reconhecer os componentes e a organização de um ecossistema;
 Verificar que os ecossistemas, apesar de sua complexidade, podem ser classificados segundo o meio
de suporte predominante: terra, água ou ambas.
Ano
6º
Tempo estimado
Duas aulas (90 mim)
Materiais necessários
Livro Didático adotado pela escola, cartazes, giz, lousa e caderno de classe.
Desenvolvimento
Mostre para a turma através dos cartazes os seres vivos em diferentes ambientes, o que esses seres
vivos fazem em seus ambientes.
Pergunte a turma quem são os responsáveis pela preservação do ambiente dos seres vivos, quais são
as soluções para resolver os problemas, a manutenção da vida e o que cada um deles devem fazer
enquanto individuo e o que podem fazer enquanto grupo na escola e onde vivem. Logo após retome
as propostas dos alunos sobre A manutenção da Vida e discuta a viabilidade de cada uma delas,
pensando nas atitudes individuais. Responder o questionário no Livro Didático.
59
Depois peça aos alunos que formem um circula e que relatem um ao outro e anotem tudo que sabem
sobre ecossistemas. Em seguida proponham a eles que façam um diário com as anotações das
atividades que eles acreditam que contribuem para melhorar o meio ambiente, e aquelas que acham
que causam prejuízos.
Após analise, coloquem em seu caderno de classe, as atividades que acreditam melhorar as condições
do meio ambiente e que causam prejuízos. Discuta com os alunos os comportamentos e atitudes do
homem para com o meio ambiente. Depois pode ser realizada uma dinâmica sobre formação do
ecossistema.
Para isso, discuta com a turma cada uma das perguntas do questionário, deixada claras as providencias
necessárias para que eles possam preservar a vida dos anima.
Avaliação
Observe o desenvolvimento e participação da turma durante as duas aulas, discussões e tarefas
solicitadas. Durante todo o trabalho, questione cada aluno, individualmente e nos grupos, para
perceber o seu envolvimento e aprendizado. Observe os questionamentos feitos por cada um e a
maneira como busca sanar suas duvidas. Procure perceber, também, se realmente estão tendo
alguma mudança de comportamento pensando na preservação do meio ambiente. Pode ser pedido,
também, que os alunos elaborem um texto sobre o que aprenderam, ou façam uma redação.
Site de pesquisa
No endereço < http:/www1.uol.com.br/ecokids/ecossist.htm>
59
FOTOS DA RÊGENCIA MINISTRADA NA ESCOLA “NOSSA SENHORA DO
ROSÁRIO” POMBAL - PB
Observando a aula da professora de Ciências da escola campo de estágio
Aula da professora de Ciências da escola campo de estágio
59
Aulas ministradas na escola campo de estágio
Regência ministrada na Escola “Nossa Senhora do Rosário”
59
Regência ministrada na escola “Nossa Senhora do Rosário” Pombal – PB
Regência ministrada na escola campo de estágio
59
Regência na escola campo de estágio
Regência
59
Fim do Estágio Supervisionado realizado na escola “Nossa Senhora do Rosário” Pombal – PB
59
5.3 MICROAULA
No dia 13 de outubro de 2010, foi ministrada uma microaula sobre “Meio Ambiente”,
e teve duração de 20 minutos, com o objetivo estimular nos alunos a mudança pratica de
atitudes e a formação de novos hábitos com relação às questões ambientais favorecendo assim
a reflexão sobre a responsabilidade ética de nosso planeta como um todo, auxiliando para que
a sociedade possua um ambiente sustentável. Em Paulo Freire, encontramos uma passagem
que representa muito bem a questão de que não se ama os outros, sem amar, em primeiro
lugar, a natureza, o ambiente:
Não creio na amorosidade entre homens e mulheres, entre os seres humanos, se não nos
tornarmos capazes de amar o mundo. A ecologia ganha uma importância fundamental neste
fim de século. Ela tem de estar presente em qualquer prática educativa de caráter radical,
crítico ou libertador (FREIRE, 2000, p. 67).
A questão do meio Ambiente foi realizada através de uma estratégia metodológica
utilizando-se uma dinâmica, os alunos formavam um grande circulo, e era passada para os
alunos uma folha com varias frases, pedida que cada um lesse a frase e no final completasse
com suas palavras. Eles liam e completavam as frases fazendo comentários. Em seguida a
folha com as frases era passada para o próximo aluno que lia a frase seguinte e completava
com suas palavras.
O professor pode iniciar essa atividade quantas veze queira. Os alunos eram muito
rápidos e dinâmicos com as respostas, não sentiram dificuldade alguma.
Segundo a observação da Professora de Ciência, obtive o seguinte desempenho: 10 na
habilidade de olhar, a mesma comentou que eu tinha uma grande facilidade de olhar par a
turma, 10 na organização e contexto/conteúdo, pois os meus estavam muito bem elaborados e
de maneira muito organizada, 10 no domínio do conteúdo, a professora ficou muito satisfeita
com a facilidade como eu dominei de forma clara e precisa o conteúdo, 10 no uso e qualidade
59
dos recursos didáticos, a mesma achou que os meus recursos estavam de acordo com a aula e
eu soube usar de forma interessante, 10 na variação do estimulo, 10 em ilustra com exemplos,
ela achou que o tempo todo eu citava exemplos para facilitar a aprendizagem dos alunos, 10
na habilidade de questionar tinham muita facilidade de questionar com os alunos, 10 em
empregar reforços, 10 em proporcionar feedback, a mesma disse que minhas opiniões eram
muito bem formadas, 10 no aspecto conduzir ao fechamento, achou que eu tive uma boa
conclusão ao terminar a microaula e 10 no planejamento geral. (Quadro I)
Tendo em vista todos os resultados da microaula de 20 minutos realizada pela
estagiaria Leilany Campos na Escola de ensino Fundamental Nossa Senhora do Rosário de
Pomba – PB.
HABILIDADE TECNICAS DE ENSINO DOCENTE
Habilidade de olhar 10
Organização / Contexto / Conteúdo 10
Uso e qualidade dos recursos didáticos 10
Varia situação de estimulo 10
Ilustra com exemplos 10
Habilidade de questionar 10
Empregar reforços 10
Proporcionar feedback 10
Conduzir ao fechamento 10
Planejar geral 10
MEDIA 10
Quadro I – Avaliação do professor de Ciências da escola campo de estagio sobre a microaula realizada pelo
aluno-estagiário.
59
O trabalho que realizei com os alunos eu avalio de forma bastante positiva, assim
como a professora também me avaliou de forma bastante positiva. Enquanto a professora me
avaliava, minha preocupação não era tirar notas boas e sim, fazer tudo em que estivesse ao
meu alcance para melhorar a aprendizagem dos alunos.
Os meus objetivos foram sempre os de fazer com que as aulas fossem agradáveis,
integradoras com a participação de todos os alunos, evitando que alguns ficassem para trás ou
desistissem de se interessarem pela aula, para que pudessem desenvolver as competências
necessárias dos mesmos.
59
FOTOS DA MICROAUL REALIZADA NA ESCOLA “NOSSA SENHORA DO
ROSÁRIO” – POMBAL – PARAÍBA
Microaula realizada na Escola “Nossa senhora do Rosário” Pombal – PB
Microaula realizada na Escola Nossa Senhora do Rosário Pombal - Paraíba
59
Atividades realizadas na Microaula
Microaula realizada na Escola Nossa Senhora do Rosário Pombal - Paraíba
59
Microaula
Microaula realizada na Escola “Nossa Senhora do Rosário” Pombal - Paraíba
59
Microaula
Microaula realizada na Escola “Nossa Senhora do Rosário” Pombal - Paraíba
59
Microaula
Microaula realizada na Escola “Nossa Senhora do Rosário” Pombal – Paraíba
59
Microaula
Microaula realizada na Escola “Nossa Senhora do Rosário” Pombal - Paraíba
59
Tarefas ministradas na microaula
Despedida da Microaula
59
06. DISCUSSÃO GERAL
Inicialmente foram executadas quatro aulas de 45 minutos cada uma em dias intercalados. As
mesmas foram elaboradas com conteúdos sobre o tema em execução do 4º bimestre do ano letivo,
tendo como tema de unidade de ensino abordado: “A vida e o Meio Ambiente”. Foram abrangidos
temas seqüenciais do conteúdo: “A manutenção da vida”, “Componentes e organização do
ecossistema”, “Relações alimentares nos ecossistemas”. Os respectivos conteúdos foram
elaborados a partir do livro didático (Projeto Araribá) adotado pela escola.
A atividade da regência foi sem dúvida uma experiência muito gratificante, especialmente
porque peguei turmas diferentes para expor as aulas. Ao longo do acompanhamento das aulas do
Moodle, juntamente com os professores e tutores, pude aprender muitas técnicas para por em
prática.
E essas técnicas se mostraram valiosas durante o estagio como interação, uso de perguntas,
modalidades, dúvidas e relevâncias dos planos de aula e de ensino. Tudo isso me fez perceber que o
professor patrocinador da disseminação do conhecimento para os discentes tem que ter muitas
técnicas e habilidades para por em pratica no dia-a-dia. O ensino de ciências, hoje, na escola se
deve ao fato de que ele envolve um exercício extremamente importante de raciocínio, que desperta
na criança seu espírito criativo, seu interesse, melhorando a aprendizagem de todas as disciplinas.
Por isso, se a criança se familiariza com as ciências desde cedo, mais chances ela tem de se
desenvolver neste campo e em outros.
Segundo os PCNs (1997), o ensino de qualidade que a sociedade demanda atualmente se
expressa aqui como a possibilidade de o sistema educacional vir a propor uma prática educativa
adequada às necessidades sociais, políticas, econômicas e culturais da realidade brasileira, que
considere os interesses e as motivações dos alunos e garanta as aprendizagens essenciais para a
formação de cidadãos autônomos, críticos e participativos, capazes de atuar com competência,
dignidade e responsabilidade na sociedade em que vivem.
O ensino de Ciências deve fazer sentido para o aluno e ajudá-lo a não apenas compreender o
mundo físico, mas a reconhecer seu papel como participante em decisões individuais e coletivas.
Durante esse período de estagio pude observar que a realidade das escolas municipais ainda
deixam a desejar, apesar das contribuições dos órgãos responsáveis, que não são muitas e
geralmente deixam muitas coisas por fazerem na maioria das escolas. Somos capazes de nos
59
adaptarmos ao que nos proporcionam mesmo sabendo encontramos na maioria das vezes essas
instituições de forma geral, nunca será possível obtermos uma educação adequada, pois o que o
nosso pais necessita de uma grande mudança neste sentido e não é segredo pra ninguém.
Para isso, para melhorar o ensino de Ciências é necessário que os professores reconheçam que
em suas salas de aula, além de trabalharem definições, conceitos, também estão ensinando
procedimentos, atitudes e valores.
59
07. AVALIAÇÕES
7.1 - DESENPENHO PESSOAL
Os objetivos desse estágio foram vários, entre eles o de compartilhar vivências no
campo docente, expor as percepções do estágio supervisionado de forma mais plena,
aplicando o conteúdo não só didático, mas da experiência da vivência do estágio em seus
pormenores na visão do próprio estagiando.
O caminho, a escolher, os alunos, o professor, o método de ensino, a didática,
conteúdo, o sentimento, a análise formal e o discernimento associado ao acaso, mas
intersubjetivamente relacionado gera ao leitor do relatório um óculos pelo qual o mesmo pode
visualizar os pormenores da situação, e a proposta é promover um diálogo interior entre o
leitor e o vivenciador, é um convite para compartilhar as vivências, objeto prático da prática
de ensino/estágio supervisionado.
Desenvolver a experiência de docente em um estágio supervisionado permitiu-me
refletir sobre toda a problemática da educação, o papel da escoa, dos professores e alunos. Eu
sempre digo nas minhas citações: “É preciso viver aprendendo para aprender a viver
melhor...” (Leilany Campos)
A motivação dos alunos são aspectos fundamentais para um bom aprendizado, mas só
isso não basta: o domínio dos conteúdos e do ambiente (sala de aula) pressupõe uma formação
didática negada com a experiência, e isto implica o conhecimento psicológico e subjetivo,
antropológico do ser humano, um conhecer epistemológico e histórico da tradição filosófica e
a sábia interação do professor de ciências.
A autonomia, a postura e a interação contextual do representante da tradição são
papéis sociais que devem ser constantemente reavaliados pelo educador, para não corrermos o
risco de sermos “raras mobílias mofadas”, e sim docentes dentro de seu contexto de práxis da
ação. A oportunidade de fazer o estágio supervisionado contribui de forma extremamente
positiva para a minha formação professor que tenha interesse em lecionar no Ensino
Fundamental.
59
O estagio exigiu que nós professores universitários fossemos dinâmicos, sendo diferente de
uma disciplina totalmente teórica, prática. Preocupei-me desde o início em problematizar e
tentar construir o melhor possível minhas aulas do estágio.
“O bom professor é o que consegue,
enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de
seu pensamento. Sua aula assim é um desafio e não uma
cantiga de ninar. Seus alunos cansam, não dormem. Cansam
porque acompanham as idas e vindas de seu pensamento,
surpreendem suas pausas, suas dúvidas, suas incertezas.”
FREIRE (1996:96),
Tenho certeza que saio desta experiência profissional com outra forma de ver e sentir a
formação de professores, pois presenciei as dúvidas, receios e angústias, encontrados pelos
acadêmicos e socializados em um grupo de convivência onde a aproximação era muito
grande. Posso dessa maneira concluir, que a formação profissional é coletiva e dinâmica, com
altos e baixos, que contribuem para aprendê-lo a ser professor e também ter a certeza que
futuro melhores virão. Com clareza pude evidenciar este trabalho com uma oportunidade
fundamental para o meu aprendizado, que almejo inserir-me em uma escola. Também pelo
fato de ter-me desenvolvido uma atuação de estagiário de forma gradativa, iniciando pelo
acompanhamento das aulas da professora de ciências da escola campo de estagio através de
uma reflexão constante. Posso dizer que pessoalmente estou muito satisfeito e feliz por ter
sido bem sucedida na minha experiência qual estagiário de Ciências no campo do Ensino-
Aprendizagem.
Pude perceber que é uma tarefa árdua motivadora, inovadora, e que requer paciência,
experiência e comprometimento com a importância de se transmitir e interagir com eficácia
num corpo discente que pensa, reage e que exigem um ensino de qualidade.
E como cita Paula Freire:
Saber que devo respeito à autonomia, à dignidade e à identidade do
educando e, na prática, procurar a coerência com este saber, me leva
inapelavelmente à criação de algumas virtudes ou qualidades sem as
quais aquele saber vira inautêntico, palavreado vazio e
inoperante (2007, p. 62).
A autoavaliação mostra ligação direta com a experiência adquirida e as possibilidades
de por em pratica, estou muito feliz com a inovação.
59
7.2 DESEMPENHOS DO PROFESSOR SUPERVISOR-ORIENTADOR E
AVALIAÇÃO DA DISCIPLINA
Temos a convicção de que o caminho da aprendizagem é um percurso sempre
inacabado. O conhecimento não se torna escasso pelo fato de o explorarmos. Pelo
contrário, o conhecimento quanto mais utilizado for mais existirá. Assim, parece-nos
que essa disciplina que realizamos, pelo seu rigor, permite-nos, no presente, retirar
algumas conclusões válidas, contribuindo para uma síntese clarificadora da
problemática em análise.
Parabéns pela capacidade e dedicação a aplicação do direcionamento da
disciplina. O Professor responsável pela disciplina Estagia Supervisionado I da UFPB
Virtual teve realmente a responsabilidade de orientar, acompanhar e avaliar o
desempenho de nos alunos virtuais dessa disciplina.
Planejado, orientado, acompanhado e supervisionado todas as atividades
referentes ao estagio. Organizou o material de forma seria e organizado, avaliou
pontualmente e corretamente os estagiários e sempre mantendo contatos permanentes
sempre que precisamos.
Graças a você Professor-Orientador que o nosso estudo proporciona-nos outro dado
que surge claramente referido pelos estagiários: o sucesso do seu desempenho é claramente
atribuído ao empenhamento pessoal no estágio, ou seja, os alunos estagiários acreditam que
têm capacidade de produzir comportamentos tidos como necessários para esse efeito.
59
7.3 DESEMPENHOS DOS TUTORES PRESENCIAIS E A DISTÂNCIA
Durante a realização desse período do Estágio Supervisionado, tivemos a contribuição
de forma direta e indiretamente para nossa formação docente dentre eles os tutores a distancia
e presenciais. Contamos sempre que precisamos com o auxílio deles no Estágio
Supervisionado do curso de Ciências.
E que em todos os momentos se mostrou disposta a colaborar em nossas atividades e
nos acolheram nos orientaram e nos incentivaram neste inicio de nossa carreira docente.
Através do estágio, adquirimos experiência, aprendemos novas metodologias e abordagens ao
ensino, obtivemos sucessos, mas também, nos deparamos com algumas limitações que certas
vezes nos impedem ou dificultam a nossa atuação como educadores. A situação da educação
com a qual nos deparamos não é a ideal, mas a real, e aproveitamos esse período de estágio
para adquirir experiências e desenvolver estratégias que nos orientem a exercer uma boa
atuação docente e contribuir com a melhoria da educação.
Os mesmos realizaram as operações iniciais dando suporte a nos alunos, tais como
instituições sobre procedimentos no pólo de apoio presencial e a distancia como na plataforma
Moodle.
Atendendo ao estagiário para soluções de duvidas, como os conteúdos da unidade
curricular, dando um apoio didático-pedagógico necessário. Auxiliando no desenvolvimento
das atividades e nos mantendo sempre atualizados das informações administrativas.
Realmente foram eficazes em suas atribuições.
59
7.4 DESENPENHO DO PROFESSOR COOPERADOR - COLABORADOR
Em conjunto com a professora da escola campo de estagio desenvolvi um trabalho de
grande responsabilidade, estabelecemos e organizamos o conteúdo par ser debatido em sala de
aula, onde o assunto escolhido referenciava as necessidades da escola.
Com muita bondade e colaboração forneceram de modo atencioso, ao estagiário todas
as informações que se fizeram necessárias ao bom andamento, desenvolvimento do estagio,
bem como a todo o preenchimento das fichas do estágio supervisionado.
Fez de forma cordial a apresentação aos alunos bem como orientando, acompanhado e
avaliando todas as atividades desenvolvidas pelo mesmo. Estando sempre disponível a
solicitação de assuntos relacionados ao estágio.
59
7.5 – DESEMPENHOS DOS ALUNOS DE CIÊNCIAS
Os alunos em meu ver apresentaram características, interesse, capacidades e
necessidades de aprendizagem que lhes são próprias. Relevando em nenhum momento
dificuldades em participar das atividades ministradas pelo estagiário.
Os mesmos foram bastante atenciosos e colaboradores em se mostrarem atentos a
disseminação dos conteúdos apresentados durante toda a execução da aula.
E diante de tudo mostraram desempenho
Em todo o processo de ensino-aprendizagem, porque participaram de modo atencioso como
sujeitos da avaliação e em receberem regulamente, os instrumentos de avaliação analisadas
pelo professor estagiário.
A atenção deles durante as aulas foram sem duvida de bom proveito e participativa
tanto com relação às aulas expostas quanto a freqüência propriamente dita. Mostraram
capacidade de aplicar os conhecimentos em situações do cotidiano e de formular hipóteses e
decidir sobre a mais apropriada a diferentes situações-problemas, respondendo a diferentes
desafios que lhes foram apresentados.
Empregando uma conduta social e envolvimento no decorrer do processo- ensino-
aprendizagem. Todos os alunos foram capazes de dar o devido valor necessário e respeito
para com o estagiário que merecem, valorizando suas aulas, participando, e interagindo de
forma espontânea nas aulas ministradas durante a regência.
59
7.6 – DESENPENHO DO ESTAGIÁRIO
Segundo os comentários dos alunos (as), as aulas ministradas pela estagiaria foram
muito boas, excelentes e de grande valor para o nosso conhecimento escolar. Os alunos foram
muito atenciosos e colaboradores em participarem e se mostraram atentos a disseminação dos
conteúdos por parte do professor estagiário durante a execução das aulas ministradas.
Mostraram desempenho durante todo o processo de ensino-aprendizagem, por que
participaram de modo atencioso como sujeito da avaliação e em receberem regularmente os
instrumentos de avaliação analisadas pela professara.
A atenção deles durante todas as aulas foram, sem duvida nenhuma, mais participativa
tanto com relação às aulas expostas quanto a freqüência propriamente dita.
Mostraram capacidade de aplicar os conhecimentos em situações do cotidiano e de formular
hipóteses e decidir sobre a mais apropriada à diferentes situações-problemas, respondendo a
diferentes desafios que lhes foram apresentados. Empregando uma conduta social e
envolvimento no decorrer do processo ensino-aprendizagem.
59
08. CONCLUSOES E SUGESTÕES
Chegando ao final desse relatório, é nossa pretensão efetuar uma retrospectiva da
evolução do mesmo, pois diante das atividades realizadas no decorrer do estágio, conclui-se
que as tarefas desenvolvidas foram consideradas sem sombra de dúvida de suma importância
e relevância, uma vez que todas as modalidades de aprendizagem no campo de estágio foram
feitas em um curto espaço de tempo abrangido.
Fica demonstrado que todo o trabalho realizado na escola campo de estágio poderá ter a
credibilidade e a prova que acredito no profissional responsável pelo ensino e aprendizagem
das Ciências Naturais no ambiente escolar, valendo ressaltar a grande importância do estágio
para a aquisição da prática, pois relata o que o aluno cursou durante sua graduação, toda a
parte teórica e com isso pode colocá-la em prática. Assim todos os profissionais devem ter sua
formação focada na pratica pedagógica, juntamente com o conhecimento sobre os objetos
naturais, nas não como visões presente, mas com predisposição no futuro, no que corresponde
o ensino-aprendizagem. Portanto foi comprovada a excelência de todos os alunos no
comportamento, suas diferenças e individualidades, como também a união na sala de aula
também foi verificada como a melhor alternativa para caminharmos juntos com os alunos na
aprendizagem emotiva e verdadeira. Segundo Galileu Galileu “Não podes ensinar nada a um
homem; podes apenas ajudá-lo a encontrar a resposta dentro dele mesmo.”
As aulas participativas fizeram com que os alunos mostrassem seus sentimentos e emoções
envolvidas no processo de aprendizagem. A abstração, a falta de atenção, desinteresse e
outros problemas naquele momento ficaram pra trás, foram reduzidas em prol da participação
mutua de todos.
Deixo aqui minhas sugestões para todos nós futuros professores de Ciências naturais,
procurar aumentar a freqüência dos alunos, superar o desanimo dos baixos salários e
sabermos conviver com as políticas educacionais alienadas e duvidosas em nosso país.
Pessoalmente, a minha resposta é trabalho com boa vontade e criatividade, independente de
tudo, fazer o melhor sem pensar em nossa infinita pequenez.
Espero que novas modalidades sejam demonstradas nessa disciplina de estágio, nas
futuras aulas periódicas.
59
09. REFERÊNCIAS:
CRUZ J. L. C.; Projeto Araribá: Ciências da 5º serie? Obra coletiva, concebida, desenvolvida
e produzida pela Editora Moderna: Editora responsável – 1. Ed. – São Paulo; Moderna, 2006.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9394, 20 de dezembro de
1996. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. 36ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007. 148
p.
PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática.
3ª ed. São Paulo: Cortez, 1997. p. 21 – 80.
AZEVEDO, L. M. F. O Estágio Supervisionado: uma análise crítica. p. 24. apud PICONEZ,
Stela C. Berhtolo. A prática de ensino e o Estágio Supervisionado. 5ª ed. Campinas, SP:
Papirus, 2000. p. 15 -74.
ARARIPE, F. Ensino deficiente de ciência leva Brasil à última posição em pesquisa com
32 países. Disponível em: <http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=11291>.
Acessado
em: 17 de set. de 2010.
KRASILCHIK, M. O professor e o currículo das ciências. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987.
WORTMANN, M. L. Currículo e Ciências: as especificidades pedagógicas do ensino de
ciências. In: COSTA, M. V. (org.). O currículo nos liminares do contemporâneo. 3. ed. Rio
de Janeiro: DP&A, 2003.
Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: Editora UNESP,
2000.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências Naturais (1º e 2º ciclos). Vol. 4 /
Secretaria de Educação Fundamental. 2ª ed. Rio de Janeiro: MEC/SEF, DP&A, 2000.
59
LUDKE, Menga. Formação inicial e construção da identidade profissional de professores
de 1º Grau. In CANDAU, Vera Maria. Magistério: Construção Cotidiana. Petrópolis, RJ:
Vozes, 1997. p. 110 – 125.
PICONEZ, Stela C. Berhtolo. A prática de ensino e o Estágio Supervisionado. 5ª ed.
Campinas, SP: Papirus, 2000. p. 15 -74.
Site: <http://www.pos.uea.edu.br/data/area/titulado/download/10-13.pdf> Acesso em: 26 de
set. de 2010
59
10. APÊNICE
Plano das aulas ministradas;
Plano de Ensino (produzido pelo aluno);
Fichas das Aulas Ministradas devidamente assinadas e com a Avaliação do professor;
Provas elaboradas e avaliações aplicadas;
Questionários aplicados (direção da escola, professores e alunos);
Fichas de Observação das aulas de ciências (devidamente preenchidas pelo aluno);
As fichas de Heteroavaliação feitas pelos alunos e etc.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Projeto de Intervenção
Projeto de IntervençãoProjeto de Intervenção
Projeto de Intervençãomoniquests
 
Relatório de estágio 11 (reparado) (1)
Relatório de estágio  11 (reparado) (1)Relatório de estágio  11 (reparado) (1)
Relatório de estágio 11 (reparado) (1)Natália Ferreira
 
PLANO DE CURSO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 7° PERÍODO DE PEDAGOGIA DAS FIP
PLANO DE CURSO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 7° PERÍODO DE PEDAGOGIA DAS FIPPLANO DE CURSO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 7° PERÍODO DE PEDAGOGIA DAS FIP
PLANO DE CURSO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 7° PERÍODO DE PEDAGOGIA DAS FIPwww.estagiosupervisionadofip.blogspot.com
 
Estágio nos anos iniciais
Estágio nos anos iniciaisEstágio nos anos iniciais
Estágio nos anos iniciaisRosinara Azeredo
 
RELATÓRIO DA EJA- DORALICE DOURADO
RELATÓRIO DA EJA- DORALICE DOURADORELATÓRIO DA EJA- DORALICE DOURADO
RELATÓRIO DA EJA- DORALICE DOURADOUFMA e UEMA
 
Relatorio estagio educação infantil
Relatorio estagio educação infantil Relatorio estagio educação infantil
Relatorio estagio educação infantil filicianunes
 
Planejamento escolar
Planejamento escolarPlanejamento escolar
Planejamento escolarJoao Balbi
 
Relatorio de estagio supervisionado administrativo
Relatorio de estagio supervisionado administrativoRelatorio de estagio supervisionado administrativo
Relatorio de estagio supervisionado administrativoAlessandra Alves
 
Caderno de estagio ef
Caderno de estagio efCaderno de estagio ef
Caderno de estagio efmkbariotto
 
Educação de jovens e adultos
Educação de jovens e adultosEducação de jovens e adultos
Educação de jovens e adultosLinda-maria12
 
Relatorio de estágio do ensino médio
Relatorio de estágio do ensino médio Relatorio de estágio do ensino médio
Relatorio de estágio do ensino médio Giselle Coutinho
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL II
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL IIESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL II
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL IIFábio Ribeiro Silva
 
Estágio Educação Infantil
Estágio Educação InfantilEstágio Educação Infantil
Estágio Educação InfantilLuúh Reis
 
Artigo relatório de estágio na educação infantil.
Artigo relatório de estágio na educação infantil.Artigo relatório de estágio na educação infantil.
Artigo relatório de estágio na educação infantil.renatalguterres
 
Relatório de estágio i
Relatório de estágio iRelatório de estágio i
Relatório de estágio iMarcio Cunha
 
Plano de ação gestão 2016 2019
Plano de ação gestão 2016 2019Plano de ação gestão 2016 2019
Plano de ação gestão 2016 2019Lindomar Oliveira
 

Mais procurados (20)

Relatório de Regências Ensino Fundamental
Relatório de Regências Ensino Fundamental Relatório de Regências Ensino Fundamental
Relatório de Regências Ensino Fundamental
 
Relatório estágio
Relatório  estágioRelatório  estágio
Relatório estágio
 
Projeto de Intervenção
Projeto de IntervençãoProjeto de Intervenção
Projeto de Intervenção
 
Relatório de estágio 11 (reparado) (1)
Relatório de estágio  11 (reparado) (1)Relatório de estágio  11 (reparado) (1)
Relatório de estágio 11 (reparado) (1)
 
PLANO DE CURSO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 7° PERÍODO DE PEDAGOGIA DAS FIP
PLANO DE CURSO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 7° PERÍODO DE PEDAGOGIA DAS FIPPLANO DE CURSO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 7° PERÍODO DE PEDAGOGIA DAS FIP
PLANO DE CURSO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 7° PERÍODO DE PEDAGOGIA DAS FIP
 
Estágio nos anos iniciais
Estágio nos anos iniciaisEstágio nos anos iniciais
Estágio nos anos iniciais
 
Plano de ação para coordenação pedagógica
Plano de ação para coordenação pedagógicaPlano de ação para coordenação pedagógica
Plano de ação para coordenação pedagógica
 
RELATÓRIO DA EJA- DORALICE DOURADO
RELATÓRIO DA EJA- DORALICE DOURADORELATÓRIO DA EJA- DORALICE DOURADO
RELATÓRIO DA EJA- DORALICE DOURADO
 
Relatorio estagio educação infantil
Relatorio estagio educação infantil Relatorio estagio educação infantil
Relatorio estagio educação infantil
 
Planejamento escolar
Planejamento escolarPlanejamento escolar
Planejamento escolar
 
Relatorio de estagio supervisionado administrativo
Relatorio de estagio supervisionado administrativoRelatorio de estagio supervisionado administrativo
Relatorio de estagio supervisionado administrativo
 
Plano de ação 2011
Plano de ação 2011Plano de ação 2011
Plano de ação 2011
 
Caderno de estagio ef
Caderno de estagio efCaderno de estagio ef
Caderno de estagio ef
 
Educação de jovens e adultos
Educação de jovens e adultosEducação de jovens e adultos
Educação de jovens e adultos
 
Relatorio de estágio do ensino médio
Relatorio de estágio do ensino médio Relatorio de estágio do ensino médio
Relatorio de estágio do ensino médio
 
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL II
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL IIESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL II
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL II
 
Estágio Educação Infantil
Estágio Educação InfantilEstágio Educação Infantil
Estágio Educação Infantil
 
Artigo relatório de estágio na educação infantil.
Artigo relatório de estágio na educação infantil.Artigo relatório de estágio na educação infantil.
Artigo relatório de estágio na educação infantil.
 
Relatório de estágio i
Relatório de estágio iRelatório de estágio i
Relatório de estágio i
 
Plano de ação gestão 2016 2019
Plano de ação gestão 2016 2019Plano de ação gestão 2016 2019
Plano de ação gestão 2016 2019
 

Semelhante a Relatório de estágio

Heterogeneidade nos anos iniciais
Heterogeneidade nos anos iniciaisHeterogeneidade nos anos iniciais
Heterogeneidade nos anos iniciaisRosinara Azeredo
 
Heterogeneidade nos anos iniciais
Heterogeneidade nos anos iniciaisHeterogeneidade nos anos iniciais
Heterogeneidade nos anos iniciaisrenatalguterres
 
Três de Maio - Emilene Andréa Eichelberger
Três de Maio - Emilene Andréa EichelbergerTrês de Maio - Emilene Andréa Eichelberger
Três de Maio - Emilene Andréa EichelbergerCursoTICs
 
Artigo Docência no Ensino Superior
Artigo Docência no Ensino SuperiorArtigo Docência no Ensino Superior
Artigo Docência no Ensino SuperiorVALERIAOLIVEIRAAMORI
 
Modelo artigo prática docente i 1- -1-
Modelo artigo prática docente i  1- -1-Modelo artigo prática docente i  1- -1-
Modelo artigo prática docente i 1- -1-pedagogianh
 
Restinga Sêca - Maria Nelcinda Forrati Pereira
Restinga Sêca - Maria Nelcinda Forrati PereiraRestinga Sêca - Maria Nelcinda Forrati Pereira
Restinga Sêca - Maria Nelcinda Forrati PereiraCursoTICs
 
Estágio em séries iniciais
Estágio em séries iniciaisEstágio em séries iniciais
Estágio em séries iniciaisRosinara Azeredo
 
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol2.pdf
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol2.pdfPráticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol2.pdf
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol2.pdfPedroHenriqueMilagre1
 
PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...
PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...
PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...Alexandre da Rosa
 
Produto Educacional - Guia de Metodologias Ativas para Professores de Ensino ...
Produto Educacional - Guia de Metodologias Ativas para Professores de Ensino ...Produto Educacional - Guia de Metodologias Ativas para Professores de Ensino ...
Produto Educacional - Guia de Metodologias Ativas para Professores de Ensino ...Gameplay0102
 
Vivenciando novas experiências na educação de jovens e adultos
Vivenciando novas experiências na educação de jovens e adultosVivenciando novas experiências na educação de jovens e adultos
Vivenciando novas experiências na educação de jovens e adultospedagogianh
 
Políticas pedagógicas curriculares contexto, diretrizes e açõesparte 2
Políticas pedagógicas curriculares  contexto, diretrizes e açõesparte 2Políticas pedagógicas curriculares  contexto, diretrizes e açõesparte 2
Políticas pedagógicas curriculares contexto, diretrizes e açõesparte 2♥Marcinhatinelli♥
 
Projeto de ensino; escritores da ciência.2010
Projeto de ensino; escritores da ciência.2010Projeto de ensino; escritores da ciência.2010
Projeto de ensino; escritores da ciência.2010Abraão Matos
 
INCLUSAO ESCOLAR.pdf
INCLUSAO ESCOLAR.pdfINCLUSAO ESCOLAR.pdf
INCLUSAO ESCOLAR.pdfcrisfismat
 
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdf
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdfPráticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdf
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdfLeticiaDeOliveiraPec
 

Semelhante a Relatório de estágio (20)

Heterogeneidade nos anos iniciais
Heterogeneidade nos anos iniciaisHeterogeneidade nos anos iniciais
Heterogeneidade nos anos iniciais
 
Heterogeneidade nos anos iniciais
Heterogeneidade nos anos iniciaisHeterogeneidade nos anos iniciais
Heterogeneidade nos anos iniciais
 
Três de Maio - Emilene Andréa Eichelberger
Três de Maio - Emilene Andréa EichelbergerTrês de Maio - Emilene Andréa Eichelberger
Três de Maio - Emilene Andréa Eichelberger
 
Livro de Didatica
Livro de DidaticaLivro de Didatica
Livro de Didatica
 
Artigo Docência no Ensino Superior
Artigo Docência no Ensino SuperiorArtigo Docência no Ensino Superior
Artigo Docência no Ensino Superior
 
Modelo artigo prática docente i 1- -1-
Modelo artigo prática docente i  1- -1-Modelo artigo prática docente i  1- -1-
Modelo artigo prática docente i 1- -1-
 
Portifolio
PortifolioPortifolio
Portifolio
 
Restinga Sêca - Maria Nelcinda Forrati Pereira
Restinga Sêca - Maria Nelcinda Forrati PereiraRestinga Sêca - Maria Nelcinda Forrati Pereira
Restinga Sêca - Maria Nelcinda Forrati Pereira
 
Estágio em séries iniciais
Estágio em séries iniciaisEstágio em séries iniciais
Estágio em séries iniciais
 
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol2.pdf
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol2.pdfPráticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol2.pdf
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol2.pdf
 
PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...
PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...
PROEJA-FIC - PROEJA-FIC em Salvador do Sul: Uma Experiência de Construção Col...
 
Produto Educacional - Guia de Metodologias Ativas para Professores de Ensino ...
Produto Educacional - Guia de Metodologias Ativas para Professores de Ensino ...Produto Educacional - Guia de Metodologias Ativas para Professores de Ensino ...
Produto Educacional - Guia de Metodologias Ativas para Professores de Ensino ...
 
Vivenciando novas experiências na educação de jovens e adultos
Vivenciando novas experiências na educação de jovens e adultosVivenciando novas experiências na educação de jovens e adultos
Vivenciando novas experiências na educação de jovens e adultos
 
Políticas pedagógicas curriculares contexto, diretrizes e açõesparte 2
Políticas pedagógicas curriculares  contexto, diretrizes e açõesparte 2Políticas pedagógicas curriculares  contexto, diretrizes e açõesparte 2
Políticas pedagógicas curriculares contexto, diretrizes e açõesparte 2
 
Planejamento escolar
Planejamento escolarPlanejamento escolar
Planejamento escolar
 
Planejamento escolar
Planejamento escolarPlanejamento escolar
Planejamento escolar
 
Projeto de ensino; escritores da ciência.2010
Projeto de ensino; escritores da ciência.2010Projeto de ensino; escritores da ciência.2010
Projeto de ensino; escritores da ciência.2010
 
INCLUSAO ESCOLAR.pdf
INCLUSAO ESCOLAR.pdfINCLUSAO ESCOLAR.pdf
INCLUSAO ESCOLAR.pdf
 
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdf
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdfPráticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdf
Práticas-Experimentais-de-Matemática_EM_Vol1.pdf
 
didatica no ensino superios 3
didatica no ensino superios 3didatica no ensino superios 3
didatica no ensino superios 3
 

Mais de Leilany Campos

A UTILIZAÇÃO DE MAPAS CONCEITUAIS PROGRESSIVOS NO ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS...
A UTILIZAÇÃO DE MAPAS CONCEITUAIS PROGRESSIVOS NO ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS...A UTILIZAÇÃO DE MAPAS CONCEITUAIS PROGRESSIVOS NO ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS...
A UTILIZAÇÃO DE MAPAS CONCEITUAIS PROGRESSIVOS NO ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS...Leilany Campos
 
A IMPORTÂNCIA DAS OFICINAS LÚDICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS.
 A IMPORTÂNCIA DAS OFICINAS LÚDICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS. A IMPORTÂNCIA DAS OFICINAS LÚDICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS.
A IMPORTÂNCIA DAS OFICINAS LÚDICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS.Leilany Campos
 
A EXPERIMENTAÇÃO COMO FERRAMENTA DIDÁTICA DE APRENDIZAGEM NO ENSINO FUNDAMENT...
A EXPERIMENTAÇÃO COMO FERRAMENTA DIDÁTICA DE APRENDIZAGEM NO ENSINO FUNDAMENT...A EXPERIMENTAÇÃO COMO FERRAMENTA DIDÁTICA DE APRENDIZAGEM NO ENSINO FUNDAMENT...
A EXPERIMENTAÇÃO COMO FERRAMENTA DIDÁTICA DE APRENDIZAGEM NO ENSINO FUNDAMENT...Leilany Campos
 
Tcc 2014.1 A IMPORTÂNCIA DAS HQ's COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE CIÊNCIAS...
Tcc 2014.1 A IMPORTÂNCIA DAS HQ's COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE CIÊNCIAS...Tcc 2014.1 A IMPORTÂNCIA DAS HQ's COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE CIÊNCIAS...
Tcc 2014.1 A IMPORTÂNCIA DAS HQ's COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE CIÊNCIAS...Leilany Campos
 
Atividade alimentação e desenvolvimento
Atividade alimentação e desenvolvimentoAtividade alimentação e desenvolvimento
Atividade alimentação e desenvolvimentoLeilany Campos
 
Relatorio de estagio iii
Relatorio de estagio iiiRelatorio de estagio iii
Relatorio de estagio iiiLeilany Campos
 

Mais de Leilany Campos (11)

A UTILIZAÇÃO DE MAPAS CONCEITUAIS PROGRESSIVOS NO ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS...
A UTILIZAÇÃO DE MAPAS CONCEITUAIS PROGRESSIVOS NO ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS...A UTILIZAÇÃO DE MAPAS CONCEITUAIS PROGRESSIVOS NO ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS...
A UTILIZAÇÃO DE MAPAS CONCEITUAIS PROGRESSIVOS NO ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS...
 
A IMPORTÂNCIA DAS OFICINAS LÚDICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS.
 A IMPORTÂNCIA DAS OFICINAS LÚDICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS. A IMPORTÂNCIA DAS OFICINAS LÚDICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS.
A IMPORTÂNCIA DAS OFICINAS LÚDICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS.
 
A EXPERIMENTAÇÃO COMO FERRAMENTA DIDÁTICA DE APRENDIZAGEM NO ENSINO FUNDAMENT...
A EXPERIMENTAÇÃO COMO FERRAMENTA DIDÁTICA DE APRENDIZAGEM NO ENSINO FUNDAMENT...A EXPERIMENTAÇÃO COMO FERRAMENTA DIDÁTICA DE APRENDIZAGEM NO ENSINO FUNDAMENT...
A EXPERIMENTAÇÃO COMO FERRAMENTA DIDÁTICA DE APRENDIZAGEM NO ENSINO FUNDAMENT...
 
TCC ADELFRANIO
TCC ADELFRANIOTCC ADELFRANIO
TCC ADELFRANIO
 
Tcc 2014.1 A IMPORTÂNCIA DAS HQ's COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE CIÊNCIAS...
Tcc 2014.1 A IMPORTÂNCIA DAS HQ's COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE CIÊNCIAS...Tcc 2014.1 A IMPORTÂNCIA DAS HQ's COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE CIÊNCIAS...
Tcc 2014.1 A IMPORTÂNCIA DAS HQ's COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE CIÊNCIAS...
 
Questões
QuestõesQuestões
Questões
 
Atividade alimentação e desenvolvimento
Atividade alimentação e desenvolvimentoAtividade alimentação e desenvolvimento
Atividade alimentação e desenvolvimento
 
Atividade
AtividadeAtividade
Atividade
 
Fichamento dos pcn
Fichamento dos pcnFichamento dos pcn
Fichamento dos pcn
 
Relatorio de estagio iii
Relatorio de estagio iiiRelatorio de estagio iii
Relatorio de estagio iii
 
Aula sobre "Universo"
Aula sobre "Universo"Aula sobre "Universo"
Aula sobre "Universo"
 

Relatório de estágio

  • 1. 59 01. INTRODUÇÃO Ao longo dos tempos o Brasil vem tentando aplicar um ensino de qualidade para todos. Sabemos que a educação é direito de todos e nenhum ser humano progride sem ela, sendo fundamental para manter uma ligação estrutural com o mundo. O crescimento da educação em um país requer o envolvimento da sociedade e do governo, que devem desenvolver políticas, planos e projetos voltados para toda a população. Talvez assim alcançássemos um patamar de qualidades e que merecemos. Não desvalorizando a educação brasileira, que vem em continua transformação, mas que essa ainda esta precisando mudar mais ainda, isso não podemos negar. Atualmente a educação brasileira vem se renovando, como podemos citar como exemplo: A alfabetização de adultos (EJA), que abril milhões de oportunidades para quem não sabia ler e escrever, isso é um dos grandes avanços da nossa educação. Que a educação seja o processo através do qual o indivíduo toma a história em suas próprias mãos, a fim de mudar o rumo da mesma. Como? Acreditando no educando, na sua capacidade de aprender, descobrir, criar soluções, desafiar, enfrentar, propor, escolher e assumir as conseqüências de sua escolha. Mas isso não será possível se continuarmos bitolando os alfabetizandos com desenhos pré-formulados para colorir, com textos criados por outros para copiarem, com caminhos pontilhados para seguir, com histórias que alienam, com métodos que não levam em conta a lógica de quem aprende. FUCK, 1994, p. 14 - 15 È de grande importância destacar o ensino fundamental, ele é a porta de entrada para uma criança descobrir o mundo, inserir na sociedade e nela fazer sua historia. Não que sua importância seja única e exclusiva, claro que qualquer ensino que gera conhecimento é de grande valia, mas o que move essa concepção é por ser no ensino fundamental que se forma um aluno critico e criativo, e essa concepção de mundo pode desenvolver nele condições de colher informações, desenvolver sua comunicação, avaliar situações, tomar decisões próprias, ter atuações positivas e critica dentro do convívio social.
  • 2. 59 Baseado no ensino de Ciência, hoje, a sociedade tem cobrado muitas informações, novas tecnologias, seja para interpretar e avaliar informações cientifica levado pela mídia, seja para interferir em decisões políticas sobre investimentos à pesquisa e ao desenvolvimento de tecnologias e suas aplicações. Tudo isso gera um grande retorno para que seja levado para a sociedade. O ensino de ciência é também espaço privilegiado em que as diferentes explicações sobre o mundo, os fenômenos da natureza e as transformações produzidas pelo homem podem ser expostos e comparados. É um espaço em que os alunos expõem suas explicações espontâneas e conhecem o mundo que lhe cerca. Um dos objetivos do ensino de ciência é proporcionar o conhecimento cientifico e desenvolver uma autonomia no pensar e no agir, é importante reconhecer a relação de ensino e aprendizagem como uma relação entre sujeitos, em que cada um, a seu modo e com determinado papel, está envolvido na construção de uma compreensão dos fenômenos naturais e suas transformações, na formação de atitudes e valores humanos. Segundo Delizoicov et al (2002), o desafio é educar as crianças e jovens, proporcionando-lhes um desenvolvimento humano, cultural, cientifico e tecnológico de modo contemporâneo. Portanto é dever da escola e dos professores desenvolverem o senso critico dos alunos, visando a ciência como construção histórica e saber pratico, sabendo, portanto superar o ensino de modo passivo, baseado na memorização de definições sem qualquer sentido para o aluno. A interação dos conteúdos depende da natureza de cada disciplina do aluno e do ensino-aprendizagem. O PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) estão voltados para a estruturação dos currículos escolares de todo Brasil, obrigatórias para a rede de pública e o opcionais para as instituições privadas. O estagio supervisionado é essencial para o desenvolvimento da competência do professor atuante, portanto cabe a ele priorizar, dentre os objetivos propostos educacionais, aqueles que são contemplados em primeiro lugar. Cabe-lhe ainda organizar os conteúdos, os tempos, os cronogramas de estudo, assim podendo conhecer melhor o seu próprio estilo de aprendizagem. Sabemos que a Lei que define as Diretrizes e Bases da Educação no Brasil refere-se ao estagio. No título VIII: Das Disposições Gerais, em seu artigo 82: Estagio s.m. Período de estudo prático exigido dos candidatos ao exercício de certas profissões liberais: Estagio de engenharia; estagio pedagógico. / Período Probatório, durante o qual uma pessoa exerce uma atividade temporária em uma empresa. / Aprendizagem, experiência.
  • 3. 59 O professor tem que estar bem preparado para assumir sua futura função na sala de aula, ou seja, tem que planejar e organizar suas aulas para serem executadas de forma precisa para os alunos. O estagio supervisionado prepara o ser humano para o conhecimento e a prática, por isso tem que esta preparada para enfrentar a cada dia novos desafios. Portanto podemos dizer que Estagio Supervisionado é como qualquer outra atividade proporcionar ao aluno adquirir experiência profissional especifica e que contribua, de forma eficaz, para sua absorção pelo mercado de trabalho. Segundo Alarcão (1996), o estagio deve ser considerado tão importante como os outros conteúdos curriculares. Afirma que os próprios docentes, assim como as Universidades ainda não deram o devido valor à prática da formação do professor. Segundo a autora, o estagio pedagógico é considerado uma espécie de “parente pobre” das demais disciplinas, por que a Universidade abre não da sua função de ajudar o aluno a relacionar teoria e prática e, a saber, servir-se para, com ele, resolver problemas práticos.
  • 4. 59 02. OBJETIVOS Faz- se necessário observar que as atividades do Estágio devem estar organizadas de forma que o graduando em Ciências Naturais possa desenvolver as vivenciadas modalidades ao longo deste curso para que assim possamos demonstrar em pratica características como observação, participação e regência, prevendo-se assim uma gradação de objetivos. 2.1- OBJETIVOS GERAIS Determinar profundo domínio da área do conhecimento a que se dedicam para formar cidadões críticos e criativos, num processo contínuo de construção do conhecimento, para se um aprendiz permanente, ter consciência e sensibilidade e serem capazes de transmitirem esses conhecimentos para os que estão ao seu redor. Desenvolver habilidade de observação, pesquisa, proposições de questões, formulação de hipóteses e conclusões, adquirindo noções sobre o método cientifico; 2.2 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS Estabelecer uma melhor interligação dos conteúdos aplicados teóricos e práticos das Ciências Naturais; Aplicar e executar aulas teóricas práticas de Ciências na educação básica; Desenvolver oficinas pedagógicas e atividades lúdicas exploratórios para enriquecer as aulas as Ciências ; Propor e Apresentar diferentes recursos didáticos e instrumentos na melhoria do desenvolvimento das habilidades de pesquisas e magistérios em Ciências.
  • 5. 59 03. METODOS E MATERIAIS As atividades desenvolvidas referente ao estagio Supervisionado de Magistério utilizou-se os pressupostos metodológico da Pesquisa Qualitativa, afirma Paulo Freire (...) a pesquisa, como ato de conhecimento, tem como sujeitos cognoscentes, de um lado, os pesquisadores profissionais; de outro, os grupos populares e, como objeto a ser desvelada, a realidade concreta. Quanto mais, em tal forma de conceber e praticar a pesquisa, os grupos populares vão aprofundando como sujeitos, o ato de conhecimento de si em suas relações com a sua realidade, tanto mais vão podendo superar ou vão superando o conhecimento anterior em seus aspectos mais ingênuos. Deste modo, fazendo pesquisa, educo e estou me educando com os grupos populares. Voltando à área para pôr em prática os resultados da pesquisa não estou somente educando ou sendo educado: estou pesquisando outra vez. No sentido aqui descrito pesquisar e educar se identifica em um permanente e dinâmico movimento (1983:36). Já de posse do Oficio de Apresentação iniciei o estágio logo no dia seguinte, pois já havia conversado com a direção e a professora regente da disciplina de Ciência da escola em que iria desenvolver o estágio, numa data pré-estabelecida, foi trabalhada os planejamentos das atividades a serem desenvolvidas. Iniciei meu estagio observando a aula ministrada pela professora de ciências que foi de muito proveito, nela pôde ser observada a maneira como ela ministrava sua aula. Os alunos ficaram radiantes com a presença da professora estagiaria. Logo depois no dia seguinte desenvolvi a microaula de 20 minutos que foi muito proveitosa, expliquei o assunto e logo após realizei uma dinâmica que tinha como titulo: “Completando as Frases”. Isso me deixou muito segura e com o intuito de preparar-me para a etapa seguinte que seria a regência. Alguns dias depois ministrei a regência que foram as quatro aulas para as turmas 6º ano “A”, 6º ano “B”, e 6º ano “D” do Ensino Fundamental na Escola Municipal “Nossa Senhora do Rosário”. Trabalhei com as turmas os conteúdos, que o professor regente estava desenvolvendo que era: “A vida e o Meio Ambiente”. Utilizei os recursos didáticos que a escola possuía e outros que eu na qualidade de acadêmica estagiária e a professora regente julgamos serem necessários, em concordância com o livro didático adotado pela escola. As aulas foram
  • 6. 59 trabalhadas de formas expositivas na qual eu como professor estagiaria explicava oralmente e utilizava o quadro, podendo se transmitir, numa única aula, conhecimento a um grande número de alunos, e passar informações ainda não disponíveis em livros, revistas ou outros meios impressos, utilizando informações que dispõe. Outro interessante método de discussão utilizado no estágio foram os debates, em que os alunos poderão manifestar suas opiniões, pois pode compartilhar e discuti-las. Através deste diálogo coletivo è possível que possam ver de diferentes ângulos uma determinada situação, e até mudar de opinião, foi utilizado também à exibição de música e cartazes, que foi bastante atrativo para os alunos. No período de regência fiz uso do conhecimento acadêmico adquirido nas aulas e nas explicações das Disciplinas de Prática de Ensino, enfim de todas as disciplinas já estudadas, que contribuíram muito nesta etapa de estudos tão valorosa e singular na minha vida, que por sinal é condizente com a nova forma de ensinar ciência, com modernas e atraentes metodologias. Sabemos que o professor deve estar ciente que ele faz parte da formação da criança tanto intelectual quanto pessoal, por mais que o aluno às vezes pareça desatento ele esta absorvendo algo que o professor passa em sala de aula. Com as aulas ministradas por mim, percebi um bom desempenho e interesse dos alunos, por isso a minha responsabilidade como estagiaria foi de agente da construção do conhecimento, que os mesmos não os faz sozinhos. É importante a mediação do professor e de outros adultos significativos nesse processo. Durante o período de estagio trabalhei com diversas turmas e alunos com diferentes idades e percebei que todos assimilavam bem o, contudo transmitido. Sabemos que o processo de estagio no qual eu passei é uma atividade fundamental e significativa para nosso desempenho. È, portanto uma complementação pratica da etapa desenvolvida em sala de aula, de caráter técnico, social, cultural e comportamental, que orienta e permite ao estudante a aplicação dos conhecimentos por meio da vivencia em ambientes e processos de trabalhos em situações reais da futura profissão. Logo de cara achei que não ia conseguir, mas quando entrei na sala de aula fiquei maravilhada ao saber que naquela hora as crianças dependiam do meu conhecimento para ser transmitido para eles. Adorei! Foi uma experiência que jamais irei esquecer. Neste contexto que estou inserida que é a educação é possível identificar esses fatores em tempo real, pois neste momento diante dos alunos em sala de aula percebi que são grandes
  • 7. 59 as inter-relações que estão contidas nesse espaço da educação, que antes via apenas de maneira teórica e hoje sinto um pouquinho da prática docente. Este é um grande desafio, como também esse momento da minha vida que conclui, onde a mesma traz por principal objetivo transmitir normas de comportamento técnico - cientifica e moral que podem ser compartilhados por todos os membros da sociedade, direto ou indiretamente, e em minhas mãos estão os mais diversos ideais, princípios e valores para serem desenvolvidos, porém, devem ser sempre analisados e revistos diante da realidade que se esta inserida, evoluindo constantemente das mais variadas formas.
  • 8. 59 04. DIAGNÓSTICO E PARTICIPAÇÃO 4.1 DIAGNSE FÍSICO E PEDAGOGICO DA ESCOLA CAMPO DE ESTÁGIO Tendo em vista que o fator estrutural de uma instituição de ensino é de fundamental importância para a exposição dos trabalhos de seus profissionais e que conseqüentemente influem na aprendizagem dos alunos, faze-se necessário avaliar, inquirir e analisar a qualidade de tal estrutura. A escola Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora do Rosário, fica situada a rua cel. João Leite, nº 419 no Centro da cidade de Pombal - PB, a qual atente atualmente 641 alunos, sendo 214 matriculados no Ensino Fundamental I e 427 no Ensino Fundamental II, nos turnos, Matutino e Vespertino. A mesma conta com 48 professores, todos com nível Superior com Formação Pedagógica, entre eles um com Especialização e outro com Mestrado. A escola campo de estágio, conta com una Diretora – Vanusa de Melo Marinho Bandeira, duas Supervisoras – Nyedja da C. F. Lourenço e Raimunda R. C. Gabriel, uma Orientadora Escolar – Maria de Fátima Fernandes. Atualmente a estrutura física da escola campo de estágio dispõe dos seguintes espaços: 01 Sala para os Professores, 01 Laboratório de Informática, 01 Biblioteca, 01 Sala de Supervisão, 01 Cozinha e Bebedouros suficientes para demanda escolar. A escola possui também os seguintes Recursos Didáticos disponíveis como: 01 Retroprojetor, 23 computadores, 01 Maquina de Xerox, 01 Micro system (som), 05 Mimeógrafos, Kits Didáticos e Jogos Educativos. Convém destacar ainda que a escola campo de estágio possui água encamada sendo abastecida pela Companhia de Água e Esgoto da Paraíba (CAGEPA), com toda a rede de saneamento básico adequada a escola também é murada, pintada e não existe árvores ao seu redor e a merenda escolar é fornecida todos os dias aos alunos. Podemos destacar que as condições e manutenções da escola se encontram com um numero de cadeiras suficientes e adequadas para os alunos, os birôs em boa condição de uso, o Material de Experiente de ótima qualidade e suficiente para o dia a dia, as salas de aulas
  • 9. 59 recebem um pouco de influencia de barulhos, as janelas, portas, paredes e pisos se encontram em bom estado de conservação. A escola campo de estágio recebe recursos financeiros do Governo Federal e esse recurso e gerenciado pelo Conselho Escolar. Mediante as analises feita da estrutura física da escola Nossa Senhora do Rosário, foi possível considerar que é de boa qualidade e possui todos os espaços adequados para a realização das diferentes atividades permitindo assim sua plena utilização.
  • 10. 59 FOTOS DA ESTRUTURA FÍSICA DA ESCOLA CAMPO DE ESTÁGIO Fachada da Escola Nossa Senhora do Rosário – Pombal – PB Entrada da Escola “Nossa Senhora do Rosário” - Pombal – Paraíba
  • 11. 59 Sala dos Professores Sala dos Professores
  • 14. 59 Sala da Secretaria Sala de aula Salas de Aula
  • 16. 59 Área verde da Escola “Nossa Senhora do Rosário” – Pombal – Paraíba Área verde da Escola “Nossa Senhora do Rosário” – Pombal – Paraíba
  • 17. 59 Área verde da Escola por trás salão de recreação Área verde da escola campo de estágio
  • 18. 59 4.2 DIAGNOSE DOCENTE A professora da escola campo de estagio tem formação de Licenciatura em Ciências com habilitação em Biologia, com participação em vários congressos. Possui experiência profissional para o ensino fundamental, a mesma escolheu o curso por ter afinidade com a natureza. A professora de Ciência da escola é funcionária do quadro efetivo de funcionários, através de Concurso Público realizado na cidade de Pombal – PB. A mesma ensina em outra escola com carga horária de 50 horas. Sobre o Ensino de Ciência, a docente diz que os recursos didáticos da sua escola são excelentes, por que oferece condições necessárias para o desempenho do trabalho e que os recursos que ela utiliza além dos livros são: jornais, revistas e internet. A mesma afirma que exercita a afetividade com seus alunos por ter um bom relacionamento de amizade e que se diz esta satisfeita com suas aulas e ressalta que as mudanças acontecem de acordo com a realidade de cada turma. A professora da escola campo de estagio é conhecedora dos PCN e usa em suas aulas os seguintes temas transversais: Ética, Saúde Orientação Sexual, Meio Ambiente, Trabalho e Consumo e Pluralidade Cultural e afirma que não existe momento onde professores e funcionários se reúnem para conhecer os PCN. Ela tem como objetivo para o Ensino de Ciência Natural: - contribuir para o aprendizado de conteúdos necessários à vida em sociedade e para o desenvolvimento das capacidades do aluno. Sua relação com o m conhecimento de Ciências versus Cotidiano, afirma que, ajuda o aluno a compreender melhor o mundo em que vive e a interagir melhor. Quanto aos conteúdos a docente avalia a evolução de cada aluno, dedicando atenção diferenciada àqueles que, por alguma razão, dela necessitam, e quanto à relação teórica- pratica diz que, durante o desenvolvimento de projetos e a realização de experimentos o professor tem oportunidade para avaliar o aprendizado de procedimentos, quanto ao material didático permitirão ao professores tirar conclusões sobre o grau em que as condições de ensino criadas por ele e pela escola propiciando a aprendizagem, quanto a pesquisa diz que o professor pode avaliar se o aluno utilizou mais de uma fonte de informação e se identificou nas fontes, os aspectos mais relevantes e as registrou. A relação que a docente tem do ensino de Ciência com outras disciplinas é a interdisciplinaridade e menciona que a maior dificuldade encontrada pelos professores é a falta de interesse e compromisso por parte de alguns educadores.
  • 19. 59 Os conceitos apresentados pela professora da escola campo de estagio foram para: Mutildisciplinaridade – conjunto de disciplinas a serem trabalhadas simultaneamente, sem fazer aparecer às relações que possam existir entre elas, destinando-se a um sistema de um só nível e de objetivos únicos, sem nenhuma cooperação. Interdisciplinaridade - perspectiva de articulação interativa entre as diversas disciplinas no sentido de enriquecê-lo através de relações dialógicas entre os métodos e conteúdos que as constituem. Transdisciplinariedade – princípio teórico que busca uma intercomunicação entre as disciplinas, tratando efetivamente de um tema comum (transversal). Transversalidade – diz respeito à possibilidade de se estabelecer, na pratica educativa, uma relação entre aprender conhecimentos teoricamente sistematizados e as questões da vida real e de sua transformação. Diante dos fatos mencionados no relatório pela discente através da pesquisas do seu perfil e dos conceitos propostos, É interessante notar como a prática pedagógica e os saberes docentes são importantes para se conceber uma identidade, pois quando se domina uma técnica e um grupo de conhecimento se tem um capital simbólico que auxilia na constituição de um quadro profissional com status e valorização. A análise dos dados reflete os resultados positivos do trabalho de integração entre teoria e prática, observados na desenvoltura da professora da escola campo de estagio, ao se posicionar frente a questões relativas ao ensino-aprendizagem de ciências. A apropriação do discurso teórico atua como apoio para lhes conferir segurança, como recurso para explicitar tomadas de posição durante as atividades da Prática de Ensino e também como confirmação da escolha profissional. No entanto, esse discurso tem outros valores e nuances segundo as forças que atuam no processo de sua formação. Motivada por essas forças e experiências durante sua pratica docente, ela responde diferentemente às atividades da disciplina, o que a leva a enfrentar momentos de ansiedade com relação à prática vivenciada e a atuação profissional. No processo, essa sensação, além de, muitas vezes, revistas e superadas, correspondem a uma fase de exploração de possibilidades que a vida lhe oferece.
  • 20. 59 4.3 DIAGNOSE DO DISCENTE No mês de outubro foi realizado um questionário para analisar o perfil dos alunos do 6° ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental “Nossa Senhora do Rosário”, foram aplicados questionários para um total de 26 alunos. A idade dos alunos do 6° ano varia entre 10 a 12 anos, com um total de 14 alunos do gênero feminino e 12 do gênero masculino. Vejam os gráficos abaixo: 3,9% 57,7% 38,4 Idade Alunos de 10 anos Alunos de 11 anos Alunos de 12 anos 46,2% 53,8% Gênero: masculino e feminino Masculino Feminino
  • 21. 59 Nenhum dos alunos entrevistados possui ocupação fora da escola, nem trabalham. A maior parte deles, 61,6% dos alunos possui renda familiar de um salário mínimo, 38,4% possuem renda de dois salários mínimos e nenhum deles possui renda maior do que três salários mínimos. Quando foi perguntado como são as aulas de ciências e o que gostariam de mudar nelas, todos responderam que eram boas e não gostariam que fosse mudado nada. Ao questionar como seriam a relação do ensino de ciência em sala de aula e seu dia-a-dia, houve várias respostas. Veja na tabela abaixo. 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% 1 2 3 ou mais Salário Minímo 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% Bom Ótimo Excelente Maravilhoso Não gostam Relação das aulas de Ciências com o dia-a-dia
  • 22. 59 O tema que eles mais gostariam que fosse debatido em sala de aula foi o Corpo Humano relatado por 16 alunos. 2 disseram Planeta Terra, 3 alunos escolheram Aquecimento Global, 2 debateriam Propriedades do Ar, e cada um de 3 alunos falaram Água, Animais e Sistema Solar. Este relatório foi concluído com bastante atenção, pelas informações que foram recebidas dos discentes. Informações essas que serviram para o nosso conhecimento nessa área. Adorei aplicar este questionário não tive nenhum problema, a turma era participativa e muito inteligente.
  • 23. 59 5. REGÊNCIA SUPERVISIONADA: PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO PLANO DE TRABALHO 5.1 PLANO DE ENSINO O papel da escola na construção de um país mais justo é fundamental, e ele se concretiza pela ação educativa. Desse modo, o trabalho do educador é tão complexo e importante que não pode ser improvisado. Cada professor, conhecendo os alunos com os quais trabalhará, tem de saber o que vai ensinar, para quê e como fará isso ao longo do trabalho educativo. Assim também, a escola como um todo, a partir das diretrizes gerais para a rede pública, define-se estabelecendo prioridades e ações, ou seja, seu Projeto de escola. Planejar é prever e organizar as ações com determinadas finalidades, para se conseguir atingir mudanças. Segundo MENEGOLLA & SANT’ANNA, 2001, p.40: planejamento “É um instrumento direcional de todo o processo educacional, pois estabelece e determina as grandes urgências, indica as prioridades básicas, ordena e determina todos os recursos e meios necessários para a consecução de grandes finalidades, metas e objetivos da educação.” A escola não mim deu oportunidade de participar dos planejamentos, mesmo sabendo da importância do ensino de ciências bem planejado para o aluno do ensino fundamental que hoje, é reconhecida em todo o mundo, em grande parte em virtude das recentes descobertas no campo do estudo das concepções construídas pelos alunos, mesmo assim encarei de forma passiva todos os meus objetivos que lá estavam. Quanto ao plano de ensino da professora colaboradora mesmo diante do comunicado que iria precisar a mesma não me repassou seu plano. Diante de todos esses fatos não deixei de elaborar meu plano de ensino, fiz baseado em muita pesquisa, informações e estudo. Acho que a escola deve então se preocupar com a comunicação com o planejamento, tendo em vista que o estágio é uma atividade coletiva; com é também o planejamento; que prepara as pessoas para o mundo atual, onde o indivíduo precisa se atualizar constantemente.
  • 24. 59 5.2 REGÊNCIA Com o intuito de preparação para o estagio supervisionado de regência foi observada e analisadas a pratica educativa da professora de Ciência da escola campo de estagio durante uma aula que teve duração de quarenta minutos. Durante a aula de observação o assunto abordado foi “O acumulo de resíduos no ambiente”, que foi muito bem abordado pela professora além da segurança, clareza e precisão ao transmitir o conteúdo. Deixando transparecer muito interesse por parte da turma. Com relação aos procedimentos metodológicos a professora utilizou o método expositivo dialogo e debates, e com os recursos didáticos, quadro, giz, livro didático adotado pela escola e agendou uma visita ao lixão da cidade. Assim, os métodos e recursos utilizados foram de grande interesse por parte dos alunos que poderão dar suas opiniões e contar o que faziam para preservar a cidade limpa. Em relação à regência supervisionada, administrei quatro aulas na referida escola, sendo duas na turma do 6º ano C, no período da manhã e duas no 6º A também no período da manhã. As aulas ministradas durante a regência supervisionada foram baseadas no livro adotado pela escola, obedecendo à seqüência de conteúdos propostos pelo professor colaborador e os planos de aula elaborados pelo estagiário da escola campo de estagio. As atividades da regência foram sem dúvida uma experiência muito satisfatória. As duas primeiras aulas realizaram-se no dia 21 de outubro do corrente ano, de 07h a 08h 30 min. e duas no 6º ano A, dia 22 de outubro, de 09h 30min à 11h 00min. O tema abordado das quatro aulas foi: “A vida e o Meio Ambiente”, as quais tiveram vários objetivos entre eles o de compreender a natureza como um todo dinâmico e o ser humano, em sociedade, como agente de transformação do mundo em que vive em relação essencial com os demais seres vivos e outros componentes do ambiente; e analisar a importância de atitudes individuais e coletivas para a preservação, conservação e uso racional dos recursos do planeta. Portanto, utilizou-se como estratégia metodológica a aula expositiva dialogada, com a utilização de cartazes, lousa, giz e mico system, contando sempre com a participação dos alunos durante as aulas, onde eles puderam expor e contar de forma clara as suas contribuições para com natureza. A avaliação da aula deu-se através da observe do desenvolvimento e participação da turma durante as aulas, discussões e tarefas solicitadas,
  • 25. 59 individualmente e nos grupos, para perceber o seu desenvolvimento e aprendizado. Pedindo também a elaboração de textos ou redação. De acordo com a avaliação do professor-colaborador, as aulas ministradas pelo estagiário foram satisfatórias e favoreceu uma média de desempenho de 10, a mesma desempenhou uma boa aula e um ótimo relacionamento professor-aluno. Veja quadro abaixo: DESEMPENHO DO ESTAGIARIO NOTA Domínio do assunto 10 Adequação ao nível da turma, clareza e objetividade na comunicação 10 Procedimentos didáticos 10 Relacionamentos com os alunos e domínio da turma 10 Plano de aula 10 MÉDIA 10 Avaliação do desempenho do estagio pelo professor de Ciências de Escola “Nossa Senhora do Rosário” durante o estagio de regência.
  • 26. 59 PLANO DE AULA (Duas aulas) Conteúdo  A vida e o Meio Ambiente  A manutenção da vida Objetivos  Identificar algumas estratégias de vida em diferentes ecossistemas brasileiros;  Analisar a importância da preservação da manutenção da vida no Meio Ambiente;  Reconhecer a importância de preservar o meio ambiente para a vida dos animais. Ano 6º Tempo estimado Duas aulas (90 mim) Materiais necessários Livro Didático adotado pela escola, cartazes, textos, micros system, lápis grafite e papel sulfit. Desenvolvimento Mostre para a turma através dos cartazes os seres vivos em diferentes ambientes, o que esses seres vivos fazem em seus ambientes. Pergunte a turma quem são os responsáveis pela preservação do ambiente dos seres vivos, quais são as soluções para resolver os problemas, a manutenção da vida e o que cada um deles devem fazer enquanto individuo e o que podem fazer enquanto grupo na escola e onde vivem. Logo após retome as propostas dos alunos sobre A manutenção da Vida e discuta a viabilidade de cada uma delas, pensando nas atitudes individuais. Responder o questionário no Livro Didático.
  • 27. 59 Para isso, discuta com a turma cada uma das perguntas do questionário, deixada claras as providencias necessárias para que eles possam preservar a vida dos anima. Avaliação Verificação da aprendizagem através da argüição.
  • 28. 59 PLANO DE AULA (Duas aulas) Conteúdo  Componentes e organização do ecossistema  Relações alimentares nos ecossistemas Objetivos  Perceber como é rica e, por vezes, complexa a diversidade dos ecossistemas brasileiros;  Reconhecer os componentes e a organização de um ecossistema;  Verificar que os ecossistemas, apesar de sua complexidade, podem ser classificados segundo o meio de suporte predominante: terra, água ou ambas. Ano 6º Tempo estimado Duas aulas (90 mim) Materiais necessários Livro Didático adotado pela escola, cartazes, giz, lousa e caderno de classe. Desenvolvimento Mostre para a turma através dos cartazes os seres vivos em diferentes ambientes, o que esses seres vivos fazem em seus ambientes. Pergunte a turma quem são os responsáveis pela preservação do ambiente dos seres vivos, quais são as soluções para resolver os problemas, a manutenção da vida e o que cada um deles devem fazer enquanto individuo e o que podem fazer enquanto grupo na escola e onde vivem. Logo após retome as propostas dos alunos sobre A manutenção da Vida e discuta a viabilidade de cada uma delas, pensando nas atitudes individuais. Responder o questionário no Livro Didático.
  • 29. 59 Depois peça aos alunos que formem um circula e que relatem um ao outro e anotem tudo que sabem sobre ecossistemas. Em seguida proponham a eles que façam um diário com as anotações das atividades que eles acreditam que contribuem para melhorar o meio ambiente, e aquelas que acham que causam prejuízos. Após analise, coloquem em seu caderno de classe, as atividades que acreditam melhorar as condições do meio ambiente e que causam prejuízos. Discuta com os alunos os comportamentos e atitudes do homem para com o meio ambiente. Depois pode ser realizada uma dinâmica sobre formação do ecossistema. Para isso, discuta com a turma cada uma das perguntas do questionário, deixada claras as providencias necessárias para que eles possam preservar a vida dos anima. Avaliação Observe o desenvolvimento e participação da turma durante as duas aulas, discussões e tarefas solicitadas. Durante todo o trabalho, questione cada aluno, individualmente e nos grupos, para perceber o seu envolvimento e aprendizado. Observe os questionamentos feitos por cada um e a maneira como busca sanar suas duvidas. Procure perceber, também, se realmente estão tendo alguma mudança de comportamento pensando na preservação do meio ambiente. Pode ser pedido, também, que os alunos elaborem um texto sobre o que aprenderam, ou façam uma redação. Site de pesquisa No endereço < http:/www1.uol.com.br/ecokids/ecossist.htm>
  • 30. 59 FOTOS DA RÊGENCIA MINISTRADA NA ESCOLA “NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO” POMBAL - PB Observando a aula da professora de Ciências da escola campo de estágio Aula da professora de Ciências da escola campo de estágio
  • 31. 59 Aulas ministradas na escola campo de estágio Regência ministrada na Escola “Nossa Senhora do Rosário”
  • 32. 59 Regência ministrada na escola “Nossa Senhora do Rosário” Pombal – PB Regência ministrada na escola campo de estágio
  • 33. 59 Regência na escola campo de estágio Regência
  • 34. 59 Fim do Estágio Supervisionado realizado na escola “Nossa Senhora do Rosário” Pombal – PB
  • 35. 59 5.3 MICROAULA No dia 13 de outubro de 2010, foi ministrada uma microaula sobre “Meio Ambiente”, e teve duração de 20 minutos, com o objetivo estimular nos alunos a mudança pratica de atitudes e a formação de novos hábitos com relação às questões ambientais favorecendo assim a reflexão sobre a responsabilidade ética de nosso planeta como um todo, auxiliando para que a sociedade possua um ambiente sustentável. Em Paulo Freire, encontramos uma passagem que representa muito bem a questão de que não se ama os outros, sem amar, em primeiro lugar, a natureza, o ambiente: Não creio na amorosidade entre homens e mulheres, entre os seres humanos, se não nos tornarmos capazes de amar o mundo. A ecologia ganha uma importância fundamental neste fim de século. Ela tem de estar presente em qualquer prática educativa de caráter radical, crítico ou libertador (FREIRE, 2000, p. 67). A questão do meio Ambiente foi realizada através de uma estratégia metodológica utilizando-se uma dinâmica, os alunos formavam um grande circulo, e era passada para os alunos uma folha com varias frases, pedida que cada um lesse a frase e no final completasse com suas palavras. Eles liam e completavam as frases fazendo comentários. Em seguida a folha com as frases era passada para o próximo aluno que lia a frase seguinte e completava com suas palavras. O professor pode iniciar essa atividade quantas veze queira. Os alunos eram muito rápidos e dinâmicos com as respostas, não sentiram dificuldade alguma. Segundo a observação da Professora de Ciência, obtive o seguinte desempenho: 10 na habilidade de olhar, a mesma comentou que eu tinha uma grande facilidade de olhar par a turma, 10 na organização e contexto/conteúdo, pois os meus estavam muito bem elaborados e de maneira muito organizada, 10 no domínio do conteúdo, a professora ficou muito satisfeita com a facilidade como eu dominei de forma clara e precisa o conteúdo, 10 no uso e qualidade
  • 36. 59 dos recursos didáticos, a mesma achou que os meus recursos estavam de acordo com a aula e eu soube usar de forma interessante, 10 na variação do estimulo, 10 em ilustra com exemplos, ela achou que o tempo todo eu citava exemplos para facilitar a aprendizagem dos alunos, 10 na habilidade de questionar tinham muita facilidade de questionar com os alunos, 10 em empregar reforços, 10 em proporcionar feedback, a mesma disse que minhas opiniões eram muito bem formadas, 10 no aspecto conduzir ao fechamento, achou que eu tive uma boa conclusão ao terminar a microaula e 10 no planejamento geral. (Quadro I) Tendo em vista todos os resultados da microaula de 20 minutos realizada pela estagiaria Leilany Campos na Escola de ensino Fundamental Nossa Senhora do Rosário de Pomba – PB. HABILIDADE TECNICAS DE ENSINO DOCENTE Habilidade de olhar 10 Organização / Contexto / Conteúdo 10 Uso e qualidade dos recursos didáticos 10 Varia situação de estimulo 10 Ilustra com exemplos 10 Habilidade de questionar 10 Empregar reforços 10 Proporcionar feedback 10 Conduzir ao fechamento 10 Planejar geral 10 MEDIA 10 Quadro I – Avaliação do professor de Ciências da escola campo de estagio sobre a microaula realizada pelo aluno-estagiário.
  • 37. 59 O trabalho que realizei com os alunos eu avalio de forma bastante positiva, assim como a professora também me avaliou de forma bastante positiva. Enquanto a professora me avaliava, minha preocupação não era tirar notas boas e sim, fazer tudo em que estivesse ao meu alcance para melhorar a aprendizagem dos alunos. Os meus objetivos foram sempre os de fazer com que as aulas fossem agradáveis, integradoras com a participação de todos os alunos, evitando que alguns ficassem para trás ou desistissem de se interessarem pela aula, para que pudessem desenvolver as competências necessárias dos mesmos.
  • 38. 59 FOTOS DA MICROAUL REALIZADA NA ESCOLA “NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO” – POMBAL – PARAÍBA Microaula realizada na Escola “Nossa senhora do Rosário” Pombal – PB Microaula realizada na Escola Nossa Senhora do Rosário Pombal - Paraíba
  • 39. 59 Atividades realizadas na Microaula Microaula realizada na Escola Nossa Senhora do Rosário Pombal - Paraíba
  • 40. 59 Microaula Microaula realizada na Escola “Nossa Senhora do Rosário” Pombal - Paraíba
  • 41. 59 Microaula Microaula realizada na Escola “Nossa Senhora do Rosário” Pombal - Paraíba
  • 42. 59 Microaula Microaula realizada na Escola “Nossa Senhora do Rosário” Pombal – Paraíba
  • 43. 59 Microaula Microaula realizada na Escola “Nossa Senhora do Rosário” Pombal - Paraíba
  • 44. 59 Tarefas ministradas na microaula Despedida da Microaula
  • 45. 59 06. DISCUSSÃO GERAL Inicialmente foram executadas quatro aulas de 45 minutos cada uma em dias intercalados. As mesmas foram elaboradas com conteúdos sobre o tema em execução do 4º bimestre do ano letivo, tendo como tema de unidade de ensino abordado: “A vida e o Meio Ambiente”. Foram abrangidos temas seqüenciais do conteúdo: “A manutenção da vida”, “Componentes e organização do ecossistema”, “Relações alimentares nos ecossistemas”. Os respectivos conteúdos foram elaborados a partir do livro didático (Projeto Araribá) adotado pela escola. A atividade da regência foi sem dúvida uma experiência muito gratificante, especialmente porque peguei turmas diferentes para expor as aulas. Ao longo do acompanhamento das aulas do Moodle, juntamente com os professores e tutores, pude aprender muitas técnicas para por em prática. E essas técnicas se mostraram valiosas durante o estagio como interação, uso de perguntas, modalidades, dúvidas e relevâncias dos planos de aula e de ensino. Tudo isso me fez perceber que o professor patrocinador da disseminação do conhecimento para os discentes tem que ter muitas técnicas e habilidades para por em pratica no dia-a-dia. O ensino de ciências, hoje, na escola se deve ao fato de que ele envolve um exercício extremamente importante de raciocínio, que desperta na criança seu espírito criativo, seu interesse, melhorando a aprendizagem de todas as disciplinas. Por isso, se a criança se familiariza com as ciências desde cedo, mais chances ela tem de se desenvolver neste campo e em outros. Segundo os PCNs (1997), o ensino de qualidade que a sociedade demanda atualmente se expressa aqui como a possibilidade de o sistema educacional vir a propor uma prática educativa adequada às necessidades sociais, políticas, econômicas e culturais da realidade brasileira, que considere os interesses e as motivações dos alunos e garanta as aprendizagens essenciais para a formação de cidadãos autônomos, críticos e participativos, capazes de atuar com competência, dignidade e responsabilidade na sociedade em que vivem. O ensino de Ciências deve fazer sentido para o aluno e ajudá-lo a não apenas compreender o mundo físico, mas a reconhecer seu papel como participante em decisões individuais e coletivas. Durante esse período de estagio pude observar que a realidade das escolas municipais ainda deixam a desejar, apesar das contribuições dos órgãos responsáveis, que não são muitas e geralmente deixam muitas coisas por fazerem na maioria das escolas. Somos capazes de nos
  • 46. 59 adaptarmos ao que nos proporcionam mesmo sabendo encontramos na maioria das vezes essas instituições de forma geral, nunca será possível obtermos uma educação adequada, pois o que o nosso pais necessita de uma grande mudança neste sentido e não é segredo pra ninguém. Para isso, para melhorar o ensino de Ciências é necessário que os professores reconheçam que em suas salas de aula, além de trabalharem definições, conceitos, também estão ensinando procedimentos, atitudes e valores.
  • 47. 59 07. AVALIAÇÕES 7.1 - DESENPENHO PESSOAL Os objetivos desse estágio foram vários, entre eles o de compartilhar vivências no campo docente, expor as percepções do estágio supervisionado de forma mais plena, aplicando o conteúdo não só didático, mas da experiência da vivência do estágio em seus pormenores na visão do próprio estagiando. O caminho, a escolher, os alunos, o professor, o método de ensino, a didática, conteúdo, o sentimento, a análise formal e o discernimento associado ao acaso, mas intersubjetivamente relacionado gera ao leitor do relatório um óculos pelo qual o mesmo pode visualizar os pormenores da situação, e a proposta é promover um diálogo interior entre o leitor e o vivenciador, é um convite para compartilhar as vivências, objeto prático da prática de ensino/estágio supervisionado. Desenvolver a experiência de docente em um estágio supervisionado permitiu-me refletir sobre toda a problemática da educação, o papel da escoa, dos professores e alunos. Eu sempre digo nas minhas citações: “É preciso viver aprendendo para aprender a viver melhor...” (Leilany Campos) A motivação dos alunos são aspectos fundamentais para um bom aprendizado, mas só isso não basta: o domínio dos conteúdos e do ambiente (sala de aula) pressupõe uma formação didática negada com a experiência, e isto implica o conhecimento psicológico e subjetivo, antropológico do ser humano, um conhecer epistemológico e histórico da tradição filosófica e a sábia interação do professor de ciências. A autonomia, a postura e a interação contextual do representante da tradição são papéis sociais que devem ser constantemente reavaliados pelo educador, para não corrermos o risco de sermos “raras mobílias mofadas”, e sim docentes dentro de seu contexto de práxis da ação. A oportunidade de fazer o estágio supervisionado contribui de forma extremamente positiva para a minha formação professor que tenha interesse em lecionar no Ensino Fundamental.
  • 48. 59 O estagio exigiu que nós professores universitários fossemos dinâmicos, sendo diferente de uma disciplina totalmente teórica, prática. Preocupei-me desde o início em problematizar e tentar construir o melhor possível minhas aulas do estágio. “O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Sua aula assim é um desafio e não uma cantiga de ninar. Seus alunos cansam, não dormem. Cansam porque acompanham as idas e vindas de seu pensamento, surpreendem suas pausas, suas dúvidas, suas incertezas.” FREIRE (1996:96), Tenho certeza que saio desta experiência profissional com outra forma de ver e sentir a formação de professores, pois presenciei as dúvidas, receios e angústias, encontrados pelos acadêmicos e socializados em um grupo de convivência onde a aproximação era muito grande. Posso dessa maneira concluir, que a formação profissional é coletiva e dinâmica, com altos e baixos, que contribuem para aprendê-lo a ser professor e também ter a certeza que futuro melhores virão. Com clareza pude evidenciar este trabalho com uma oportunidade fundamental para o meu aprendizado, que almejo inserir-me em uma escola. Também pelo fato de ter-me desenvolvido uma atuação de estagiário de forma gradativa, iniciando pelo acompanhamento das aulas da professora de ciências da escola campo de estagio através de uma reflexão constante. Posso dizer que pessoalmente estou muito satisfeito e feliz por ter sido bem sucedida na minha experiência qual estagiário de Ciências no campo do Ensino- Aprendizagem. Pude perceber que é uma tarefa árdua motivadora, inovadora, e que requer paciência, experiência e comprometimento com a importância de se transmitir e interagir com eficácia num corpo discente que pensa, reage e que exigem um ensino de qualidade. E como cita Paula Freire: Saber que devo respeito à autonomia, à dignidade e à identidade do educando e, na prática, procurar a coerência com este saber, me leva inapelavelmente à criação de algumas virtudes ou qualidades sem as quais aquele saber vira inautêntico, palavreado vazio e inoperante (2007, p. 62). A autoavaliação mostra ligação direta com a experiência adquirida e as possibilidades de por em pratica, estou muito feliz com a inovação.
  • 49. 59 7.2 DESEMPENHOS DO PROFESSOR SUPERVISOR-ORIENTADOR E AVALIAÇÃO DA DISCIPLINA Temos a convicção de que o caminho da aprendizagem é um percurso sempre inacabado. O conhecimento não se torna escasso pelo fato de o explorarmos. Pelo contrário, o conhecimento quanto mais utilizado for mais existirá. Assim, parece-nos que essa disciplina que realizamos, pelo seu rigor, permite-nos, no presente, retirar algumas conclusões válidas, contribuindo para uma síntese clarificadora da problemática em análise. Parabéns pela capacidade e dedicação a aplicação do direcionamento da disciplina. O Professor responsável pela disciplina Estagia Supervisionado I da UFPB Virtual teve realmente a responsabilidade de orientar, acompanhar e avaliar o desempenho de nos alunos virtuais dessa disciplina. Planejado, orientado, acompanhado e supervisionado todas as atividades referentes ao estagio. Organizou o material de forma seria e organizado, avaliou pontualmente e corretamente os estagiários e sempre mantendo contatos permanentes sempre que precisamos. Graças a você Professor-Orientador que o nosso estudo proporciona-nos outro dado que surge claramente referido pelos estagiários: o sucesso do seu desempenho é claramente atribuído ao empenhamento pessoal no estágio, ou seja, os alunos estagiários acreditam que têm capacidade de produzir comportamentos tidos como necessários para esse efeito.
  • 50. 59 7.3 DESEMPENHOS DOS TUTORES PRESENCIAIS E A DISTÂNCIA Durante a realização desse período do Estágio Supervisionado, tivemos a contribuição de forma direta e indiretamente para nossa formação docente dentre eles os tutores a distancia e presenciais. Contamos sempre que precisamos com o auxílio deles no Estágio Supervisionado do curso de Ciências. E que em todos os momentos se mostrou disposta a colaborar em nossas atividades e nos acolheram nos orientaram e nos incentivaram neste inicio de nossa carreira docente. Através do estágio, adquirimos experiência, aprendemos novas metodologias e abordagens ao ensino, obtivemos sucessos, mas também, nos deparamos com algumas limitações que certas vezes nos impedem ou dificultam a nossa atuação como educadores. A situação da educação com a qual nos deparamos não é a ideal, mas a real, e aproveitamos esse período de estágio para adquirir experiências e desenvolver estratégias que nos orientem a exercer uma boa atuação docente e contribuir com a melhoria da educação. Os mesmos realizaram as operações iniciais dando suporte a nos alunos, tais como instituições sobre procedimentos no pólo de apoio presencial e a distancia como na plataforma Moodle. Atendendo ao estagiário para soluções de duvidas, como os conteúdos da unidade curricular, dando um apoio didático-pedagógico necessário. Auxiliando no desenvolvimento das atividades e nos mantendo sempre atualizados das informações administrativas. Realmente foram eficazes em suas atribuições.
  • 51. 59 7.4 DESENPENHO DO PROFESSOR COOPERADOR - COLABORADOR Em conjunto com a professora da escola campo de estagio desenvolvi um trabalho de grande responsabilidade, estabelecemos e organizamos o conteúdo par ser debatido em sala de aula, onde o assunto escolhido referenciava as necessidades da escola. Com muita bondade e colaboração forneceram de modo atencioso, ao estagiário todas as informações que se fizeram necessárias ao bom andamento, desenvolvimento do estagio, bem como a todo o preenchimento das fichas do estágio supervisionado. Fez de forma cordial a apresentação aos alunos bem como orientando, acompanhado e avaliando todas as atividades desenvolvidas pelo mesmo. Estando sempre disponível a solicitação de assuntos relacionados ao estágio.
  • 52. 59 7.5 – DESEMPENHOS DOS ALUNOS DE CIÊNCIAS Os alunos em meu ver apresentaram características, interesse, capacidades e necessidades de aprendizagem que lhes são próprias. Relevando em nenhum momento dificuldades em participar das atividades ministradas pelo estagiário. Os mesmos foram bastante atenciosos e colaboradores em se mostrarem atentos a disseminação dos conteúdos apresentados durante toda a execução da aula. E diante de tudo mostraram desempenho Em todo o processo de ensino-aprendizagem, porque participaram de modo atencioso como sujeitos da avaliação e em receberem regulamente, os instrumentos de avaliação analisadas pelo professor estagiário. A atenção deles durante as aulas foram sem duvida de bom proveito e participativa tanto com relação às aulas expostas quanto a freqüência propriamente dita. Mostraram capacidade de aplicar os conhecimentos em situações do cotidiano e de formular hipóteses e decidir sobre a mais apropriada a diferentes situações-problemas, respondendo a diferentes desafios que lhes foram apresentados. Empregando uma conduta social e envolvimento no decorrer do processo- ensino- aprendizagem. Todos os alunos foram capazes de dar o devido valor necessário e respeito para com o estagiário que merecem, valorizando suas aulas, participando, e interagindo de forma espontânea nas aulas ministradas durante a regência.
  • 53. 59 7.6 – DESENPENHO DO ESTAGIÁRIO Segundo os comentários dos alunos (as), as aulas ministradas pela estagiaria foram muito boas, excelentes e de grande valor para o nosso conhecimento escolar. Os alunos foram muito atenciosos e colaboradores em participarem e se mostraram atentos a disseminação dos conteúdos por parte do professor estagiário durante a execução das aulas ministradas. Mostraram desempenho durante todo o processo de ensino-aprendizagem, por que participaram de modo atencioso como sujeito da avaliação e em receberem regularmente os instrumentos de avaliação analisadas pela professara. A atenção deles durante todas as aulas foram, sem duvida nenhuma, mais participativa tanto com relação às aulas expostas quanto a freqüência propriamente dita. Mostraram capacidade de aplicar os conhecimentos em situações do cotidiano e de formular hipóteses e decidir sobre a mais apropriada à diferentes situações-problemas, respondendo a diferentes desafios que lhes foram apresentados. Empregando uma conduta social e envolvimento no decorrer do processo ensino-aprendizagem.
  • 54. 59 08. CONCLUSOES E SUGESTÕES Chegando ao final desse relatório, é nossa pretensão efetuar uma retrospectiva da evolução do mesmo, pois diante das atividades realizadas no decorrer do estágio, conclui-se que as tarefas desenvolvidas foram consideradas sem sombra de dúvida de suma importância e relevância, uma vez que todas as modalidades de aprendizagem no campo de estágio foram feitas em um curto espaço de tempo abrangido. Fica demonstrado que todo o trabalho realizado na escola campo de estágio poderá ter a credibilidade e a prova que acredito no profissional responsável pelo ensino e aprendizagem das Ciências Naturais no ambiente escolar, valendo ressaltar a grande importância do estágio para a aquisição da prática, pois relata o que o aluno cursou durante sua graduação, toda a parte teórica e com isso pode colocá-la em prática. Assim todos os profissionais devem ter sua formação focada na pratica pedagógica, juntamente com o conhecimento sobre os objetos naturais, nas não como visões presente, mas com predisposição no futuro, no que corresponde o ensino-aprendizagem. Portanto foi comprovada a excelência de todos os alunos no comportamento, suas diferenças e individualidades, como também a união na sala de aula também foi verificada como a melhor alternativa para caminharmos juntos com os alunos na aprendizagem emotiva e verdadeira. Segundo Galileu Galileu “Não podes ensinar nada a um homem; podes apenas ajudá-lo a encontrar a resposta dentro dele mesmo.” As aulas participativas fizeram com que os alunos mostrassem seus sentimentos e emoções envolvidas no processo de aprendizagem. A abstração, a falta de atenção, desinteresse e outros problemas naquele momento ficaram pra trás, foram reduzidas em prol da participação mutua de todos. Deixo aqui minhas sugestões para todos nós futuros professores de Ciências naturais, procurar aumentar a freqüência dos alunos, superar o desanimo dos baixos salários e sabermos conviver com as políticas educacionais alienadas e duvidosas em nosso país. Pessoalmente, a minha resposta é trabalho com boa vontade e criatividade, independente de tudo, fazer o melhor sem pensar em nossa infinita pequenez. Espero que novas modalidades sejam demonstradas nessa disciplina de estágio, nas futuras aulas periódicas.
  • 55. 59 09. REFERÊNCIAS: CRUZ J. L. C.; Projeto Araribá: Ciências da 5º serie? Obra coletiva, concebida, desenvolvida e produzida pela Editora Moderna: Editora responsável – 1. Ed. – São Paulo; Moderna, 2006. BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9394, 20 de dezembro de 1996. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. 36ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007. 148 p. PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 1997. p. 21 – 80. AZEVEDO, L. M. F. O Estágio Supervisionado: uma análise crítica. p. 24. apud PICONEZ, Stela C. Berhtolo. A prática de ensino e o Estágio Supervisionado. 5ª ed. Campinas, SP: Papirus, 2000. p. 15 -74. ARARIPE, F. Ensino deficiente de ciência leva Brasil à última posição em pesquisa com 32 países. Disponível em: <http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=11291>. Acessado em: 17 de set. de 2010. KRASILCHIK, M. O professor e o currículo das ciências. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987. WORTMANN, M. L. Currículo e Ciências: as especificidades pedagógicas do ensino de ciências. In: COSTA, M. V. (org.). O currículo nos liminares do contemporâneo. 3. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: Editora UNESP, 2000. BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências Naturais (1º e 2º ciclos). Vol. 4 / Secretaria de Educação Fundamental. 2ª ed. Rio de Janeiro: MEC/SEF, DP&A, 2000.
  • 56. 59 LUDKE, Menga. Formação inicial e construção da identidade profissional de professores de 1º Grau. In CANDAU, Vera Maria. Magistério: Construção Cotidiana. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997. p. 110 – 125. PICONEZ, Stela C. Berhtolo. A prática de ensino e o Estágio Supervisionado. 5ª ed. Campinas, SP: Papirus, 2000. p. 15 -74. Site: <http://www.pos.uea.edu.br/data/area/titulado/download/10-13.pdf> Acesso em: 26 de set. de 2010
  • 57. 59 10. APÊNICE Plano das aulas ministradas; Plano de Ensino (produzido pelo aluno); Fichas das Aulas Ministradas devidamente assinadas e com a Avaliação do professor; Provas elaboradas e avaliações aplicadas; Questionários aplicados (direção da escola, professores e alunos); Fichas de Observação das aulas de ciências (devidamente preenchidas pelo aluno); As fichas de Heteroavaliação feitas pelos alunos e etc.