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Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena
DOCENTES DO PRÉ-ESCOLAR, 1º, 2º E 3º CICLOS DO ENSINO BÁSICO
RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO
Nome do avaliado: Henrique Filipe Henriques dos Santos
Número de docente: _________________________ NIF: 192677730
Situação profissional: QZP Grupo de recrutamento: 100
Departamento curricular: Departamento de Educação Pré-Escolar
Funções: Educador de Infância na EB1/JI de S. Miguel – Enxara do Bispo (Sala Amarela)
Período em avaliação: de 01/09/2014 a 31/08/2015 (de acordo com o Dec. Reg. nº 26/2012)
a) Científica e Pedagógica
O trabalho científico, didático e pedagógico desenvolvido ao longo do ano letivo 2014/2015, de que se apresenta
uma síntese neste relatório, foi fundamentado na organização e execução do Plano de Turma (PT) construído a
partir da leitura, análise e interpretação dos dados pessoais, culturais e contextuais dos alunos e do
estabelecimento de ensino que os acolhe e no qual se orientou. A procura e dinamização de atividades
congruentes com a especificidade do nível etário dos alunos, da estrutura da sala e das condições logísticas
motivou um conjunto de objetivos comuns a todos os intervenientes (alunos, famílias, docentes, técnicos e demais
envolvidos), para que existisse uma efetiva devolução das práticas no âmbito do desenvolvimento integral e das
aprendizagens dos alunos.
Das análises feitas nas Reuniões de Avaliação das atividades realizadas ao longo do ano letivo (quer de
Estabelecimento, quer de avaliação do PT com Encarregados de Educação - quatro ao longo do ano letivo -)
resultou uma avaliação de elevado nível (Excelente
1
) para todas as atividades desenvolvidas, com especial relevo
para os espaços de articulação educativa (escola/família) e de articulação educativa (níveis de ensino).
O envolvimento e partilha entre docentes titulares de turma, com a Associação de Pais, com os docentes das
Atividades de Enriquecimento Curricular e com os técnicos da AAAF, bem como a participação ativa de pais e
familiares nas dinâmicas e estratégias da sala de atividades foram importantes espaços de promoção de
aprendizagens e de articulação educativa, reconhecidos como de grande importância para o desenvolvimento
escolar e educativo dos alunos (cf. Atas de reuniões).
Nos espaços de avaliação com encarregados de educação foram destacadas a validade, pertinência e adequação
das práticas, bem como a implicação das opções metodológicas e educativas, que produziram resultados visíveis
no desenvolvimento das crianças.
As atividades realizadas em articulação com a Biblioteca Escolar, bem como as enquadráveis no Plano de Educação
para a Saúde, tendo sido, em termos de planeamento, alvo de organização específica no âmbito da coordenação
pedagógica do estabelecimento, destacaram-se pelos níveis de colaboração e a cooperação atingida, tendo sido
alvo de referências bastante positivas por parte de todos os envolvidos.
A conceção e a posterior dinamização de atividades motivadoras e inovadoras, nas quais o adulto é parte do grupo
e não, necessariamente, líder ou dirigente da ação educativa, como definido no PT, pressupuseram o
conhecimento da história individual de cada criança, de cada família e de cada elemento comunitário e tornaram-
se, efetivamente, peças chave na promoção de aprendizagens congruentes e de forte implicação no
desenvolvimento de competências técnicas, sociais e culturais para as crianças.
A origem cultural e social do grupo, bem como o historial de participação das famílias na vida escolar foi tida em
conta e aumentou consideravelmente a realização dos objetivos estratégicos do Plano de Turma e,
especificamente, aqueles que se cruzaram com o Plano Anual de Atividades do estabelecimento. Nesse sentido, as
atividades realizadas, atingiram o objetivo proposto de “tornar mais lato o espaço de influência dos alunos e do
1
Ver “Fichas de Avaliação de Atividades do PAA 2014/2015” da EB1/JI de S. Miguel
2
educador na “vida da escola”.
A escolha de atividades e estratégias que potenciaram a apropriação dos valores fundamentais de
desenvolvimento humano: Solidariedade, Partilha, Promoção do Bem-estar e Reciprocidade, bem como de
atividades curriculares e extra-curriculares adequadas e congruentes com o Projeto Educativo do Agrupamento são
também uma nota a valorizar, com especial destaque para atividades de forte envolvimento comunitário
(“Piscina”) ou no âmbito do Departamento de EPE do Agrupamento. Nestas, a estruturação de conteúdos
específicos com resultados evidentes no crescimento e desenvolvimento educativo das crianças, foram uma mais-
valia constante e mantiveram o princípio básico da valorização do brincar e do lúdico como espaço holístico de
desenvolvimento.
Também a escolha de atividades pouco habituais (Ioga, Meditação, Videoconferências, Expressão pela Arte -
Dança, Exposições Públicas (“Um Olhar sobre Miró”) ou atividades de forte envolvimento comunitário, como a
”Praia na Escola”, se revelaram dinâmicas muito pertinentes e motivadoras do envolvimento das crianças nos
processos de aprendizagem
A página web do jardim-de-infância, desenvolvida, dinamizada e atualizada pelos alunos (em http://salamarela-
enxara.blogspot.com) ou o perfil público na rede social do Facebook (/salamarela), e onde é possível observar a
descrição das atividades realizadas, serviu como espaço comunicacional e de relação com famílias e colegas, com
grande reconhecimento por estes, e funcionou também numa dinâmica de “portfólio” da turma que, utilizando as
tecnologias à disposição, contribuiu para a promoção e reflexão de dinâmicas pedagógicas, designadamente em
fóruns alargados de reflexão pedagógica.
Dessa forma motivaram‐se, em sala, estratégias de reflexão científica, de experimentação e análise, ligadas a
conteúdos sociais e culturais, de raciocínio lógico‐matemático e de aquisição da linguagem.
Em reunião de avaliação final, e no âmbito do Questionário de Avaliação pelos Pais e Encarregados de Educação
(documento de avaliação elaborado pelo educador em forma de questionário sobre as incidências da ação
educativa), foram destacadas as condições técnicas da escola bem como a liderança e o pragmatismo educativo do
educador, que potenciou um espaço de comunicação eficaz entre todos os envolvidos.
Por último, a colaboração e cooperação constante, conseguida entre todas as salas de atividade da escola, com
especial relevância nas salas de jardim-de-infância, com um trabalho concertado e de envolvimento constante do
educador, bem como o espaço de Supervisão Pedagógica das Atividades de Animação e Apoio às Famílias,
contribuíram para um evidente sucesso de estratégias de articulação e planeamento conjunto e da sua adequação
aos grupos.
b) Participação na escola e relação com a comunidade
O contributo para os objetivos e metas fixados no Projeto Educativo do Agrupamento de escolas ou
escola não agrupada
Tal como descrito no Plano de Turma e nos restantes documentos de apoio à prática do educador, a ação educativa
tem como objetivos gerais estimular a criança a conhecer‐se melhor, no seu todo, e conhecer o mundo em que
vive, aprendendo a respeitá‐lo; conhecer as relações e das interdependências sociais e culturais e promover novas
aprendizagens de forma a proporcionar à criança a tomada de consciência de que pertencemos a uma
comunidade com igualdades e diferenças e com direitos e deveres. O objetivo destes parâmetros orientadores
aponta para a exploração e para a promoção de novas aprendizagens, encontrando‐se a expressão de interrogação
e de tomada de consciência, de compreensão e de responsabilização, bem como as de pesquisa e certificação,
como necessárias para uma cabal compreensão das realidades vividas que fundamentam a pertença a um grupo e
às suas regras.
Nestes objetivos, que se cruzam com os objetivos definidos no Projeto Educativo do Agrupamento, valorizam-se as
dinâmicas de participação das famílias e dos encarregados de educação, numa perspetiva de colaboração ativa e
procura-se a construção de um espaço relacional eficaz com os outros agentes educativos da Escola, bem como os
processos de efetiva articulação pedagógica com as turmas do 1º Ciclo, no qual são de destacar os projetos de
ação e reflexão conjunta, designadamente os inseridos no Plano Anual de Atividades do estabelecimento.
Nas reuniões com os Encarregados de Educação foram apresentadas propostas de colaboração e cooperação ativa
que se saldaram por uma elevada participação destes nas atividades e estratégias didático-pedagógicas
desenvolvidas na sala, na escola e na sua avaliação. Também a avaliação das aprendizagens das crianças (em três
momentos) contribuiu para uma reflexão constante e participada das famílias e das próprias crianças, em modelos
de auto-avaliação e envolvimento específicos.
No âmbito da avaliação feita (em reuniões formais com encarregados de educação, de estabelecimento, com os
serviços municipais; através de questionários dirigidos aos encarregados de educação e com base nos
instrumentos de avaliação individual dos alunos) além das considerações muito positivas sobre o desenvolvimento
individual e coletivo dos alunos e das suas aprendizagens, as propostas pedagógicas e estratégias educativas
desenvolvidas foram alvo de uma avaliação muito positiva, pela sua pertinência, adequação e modelo inovador.
A participação do docente titular de turma nas reuniões de organização, planeamento e avaliação (Departamento
3
de Educação Pré-Escolar), em reuniões de análise colaborativa e apoio educativo (Ensino Especial, Intervenção
Precoce – ELI Mafra, Terapia da Fala) e em reuniões de coordenação e articulação pedagógica (Estabelecimento,
Parceiros, Proteção Civil, Junta de Freguesia), a dinamização e supervisão de atividades de complemento e apoio
educativo (AAAF), a participação em atividades de organização escolar (aquisição de equipamentos, gestão de
recursos, etc.) e ainda todo o espaço de atendimento e avaliação dos processos educativos e curriculares com
famílias (Encarregados de Educação) e comunidade, designadamente na preparação de atividades (Associação de
Pais e Encarregados de Educação) ou a execução de atividades no âmbito da articulação e cooperação educativa,
com vista à execução do PT e também do PAA, foram dinâmicas e estratégias fundamentais para a realização dos
objetivos pessoais e profissionais previamente definidos.
É ainda de destacar o envolvimento em espaços e fóruns de reflexão pedagógica e o seu contributo no âmbito da
Formação de profissionais, onde se destaca o espaço de formação para Assistentes Operacionais da EB1/JI de S.
Miguel, durante o segundo período letivo.
Por tudo o exposto, e presumindo que o processo de avaliação comporta a interpretação da informação para uma
posterior adaptação das práticas, é possível concluir que as práticas letivas, didáticas, pedagógicas e
extracurriculares da Sala Amarela se situam num plano de elevada adequação às metas e objetivos superiormente
definidos, tendo, inclusive, superado, em termos quantitativos e qualitativos os objetivos definidos para a EPE, em
sede de Agrupamento.
c) Formação contínua e desenvolvimento profissional
A aposta em espaços de formação complementar, que assumem a forma de reflexão didático-pedagógica, de onde
se destacam a participação em fóruns de debate e análise pedagógica conforme certificados apresentados nos
serviços administrativos do Agrupamento, mantém-se como uma dinâmica de melhoria e crescimento individual.
O espaço de colaboração com alunas do Curso de Mestrado em Educação Básica da Escola Superior de Educação
de Lisboa (projeto TANDEM) no âmbito de investigação decorrente das suas teses de Mestrado ou a colaboração
em seminários de desenvolvimento Curricular (ESE de Castelos Branco: ”Se Não serve para Brincar, Não Presta!”)
são, também, espaços de atualização e reflexão técnico-profissional e didática.
A participação no Congreso Internacional de Educación Infantil (Madrid, março de 2015), com a comunicação “El
aula del futuro. Implementación de las nuevas tecnologías en educación infantil”, ou no Encontro
TIC@Portugal’15, com a comunicação (em co-autoria) ”Entre Creixomil e Mafra: na “porta ao lado”, tendo por
base a prática pedagógica desenvolvida, são também momentos de crescimento e desenvolvimento profissional a
destacar.
Por último, a dinamização de espaços de colaboração educativa, desenvolvidos através de fóruns e plataformas de
formação on-line (E-Twinning, Plataforma moodle DGIDC e Portal das Escolas) - de onde se destaca a renovação do
selo “BloguesEDU” ao sítio de internet da Sala Amarela (http://salamarela-enxara.blogspot.com) e a continuação
de um projeto E-Twinning, se mostraram excelentes espaços de formação pessoal e profissional.
Uma referência à colaboração com diversos órgãos de comunicação social (com destaque para o Jornal de Letras,
no qual foram publicadas reportagens e outros conteúdos sobre as dinâmicas letivas da Sala Amarela), na qual o
espaço de reflexão, sobre Educação, se potencia também como um espaço de partilha e reflexão pedagógica e
desenvolvimento profissional.
O avaliado: ________________________________ , em 05/07/2015
Recebi. O avaliador: ___________________________ , em ____/____/2015

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Relatorio de Auto-avaliação Docente 2015

  • 1. 1 Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena DOCENTES DO PRÉ-ESCOLAR, 1º, 2º E 3º CICLOS DO ENSINO BÁSICO RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO Nome do avaliado: Henrique Filipe Henriques dos Santos Número de docente: _________________________ NIF: 192677730 Situação profissional: QZP Grupo de recrutamento: 100 Departamento curricular: Departamento de Educação Pré-Escolar Funções: Educador de Infância na EB1/JI de S. Miguel – Enxara do Bispo (Sala Amarela) Período em avaliação: de 01/09/2014 a 31/08/2015 (de acordo com o Dec. Reg. nº 26/2012) a) Científica e Pedagógica O trabalho científico, didático e pedagógico desenvolvido ao longo do ano letivo 2014/2015, de que se apresenta uma síntese neste relatório, foi fundamentado na organização e execução do Plano de Turma (PT) construído a partir da leitura, análise e interpretação dos dados pessoais, culturais e contextuais dos alunos e do estabelecimento de ensino que os acolhe e no qual se orientou. A procura e dinamização de atividades congruentes com a especificidade do nível etário dos alunos, da estrutura da sala e das condições logísticas motivou um conjunto de objetivos comuns a todos os intervenientes (alunos, famílias, docentes, técnicos e demais envolvidos), para que existisse uma efetiva devolução das práticas no âmbito do desenvolvimento integral e das aprendizagens dos alunos. Das análises feitas nas Reuniões de Avaliação das atividades realizadas ao longo do ano letivo (quer de Estabelecimento, quer de avaliação do PT com Encarregados de Educação - quatro ao longo do ano letivo -) resultou uma avaliação de elevado nível (Excelente 1 ) para todas as atividades desenvolvidas, com especial relevo para os espaços de articulação educativa (escola/família) e de articulação educativa (níveis de ensino). O envolvimento e partilha entre docentes titulares de turma, com a Associação de Pais, com os docentes das Atividades de Enriquecimento Curricular e com os técnicos da AAAF, bem como a participação ativa de pais e familiares nas dinâmicas e estratégias da sala de atividades foram importantes espaços de promoção de aprendizagens e de articulação educativa, reconhecidos como de grande importância para o desenvolvimento escolar e educativo dos alunos (cf. Atas de reuniões). Nos espaços de avaliação com encarregados de educação foram destacadas a validade, pertinência e adequação das práticas, bem como a implicação das opções metodológicas e educativas, que produziram resultados visíveis no desenvolvimento das crianças. As atividades realizadas em articulação com a Biblioteca Escolar, bem como as enquadráveis no Plano de Educação para a Saúde, tendo sido, em termos de planeamento, alvo de organização específica no âmbito da coordenação pedagógica do estabelecimento, destacaram-se pelos níveis de colaboração e a cooperação atingida, tendo sido alvo de referências bastante positivas por parte de todos os envolvidos. A conceção e a posterior dinamização de atividades motivadoras e inovadoras, nas quais o adulto é parte do grupo e não, necessariamente, líder ou dirigente da ação educativa, como definido no PT, pressupuseram o conhecimento da história individual de cada criança, de cada família e de cada elemento comunitário e tornaram- se, efetivamente, peças chave na promoção de aprendizagens congruentes e de forte implicação no desenvolvimento de competências técnicas, sociais e culturais para as crianças. A origem cultural e social do grupo, bem como o historial de participação das famílias na vida escolar foi tida em conta e aumentou consideravelmente a realização dos objetivos estratégicos do Plano de Turma e, especificamente, aqueles que se cruzaram com o Plano Anual de Atividades do estabelecimento. Nesse sentido, as atividades realizadas, atingiram o objetivo proposto de “tornar mais lato o espaço de influência dos alunos e do 1 Ver “Fichas de Avaliação de Atividades do PAA 2014/2015” da EB1/JI de S. Miguel
  • 2. 2 educador na “vida da escola”. A escolha de atividades e estratégias que potenciaram a apropriação dos valores fundamentais de desenvolvimento humano: Solidariedade, Partilha, Promoção do Bem-estar e Reciprocidade, bem como de atividades curriculares e extra-curriculares adequadas e congruentes com o Projeto Educativo do Agrupamento são também uma nota a valorizar, com especial destaque para atividades de forte envolvimento comunitário (“Piscina”) ou no âmbito do Departamento de EPE do Agrupamento. Nestas, a estruturação de conteúdos específicos com resultados evidentes no crescimento e desenvolvimento educativo das crianças, foram uma mais- valia constante e mantiveram o princípio básico da valorização do brincar e do lúdico como espaço holístico de desenvolvimento. Também a escolha de atividades pouco habituais (Ioga, Meditação, Videoconferências, Expressão pela Arte - Dança, Exposições Públicas (“Um Olhar sobre Miró”) ou atividades de forte envolvimento comunitário, como a ”Praia na Escola”, se revelaram dinâmicas muito pertinentes e motivadoras do envolvimento das crianças nos processos de aprendizagem A página web do jardim-de-infância, desenvolvida, dinamizada e atualizada pelos alunos (em http://salamarela- enxara.blogspot.com) ou o perfil público na rede social do Facebook (/salamarela), e onde é possível observar a descrição das atividades realizadas, serviu como espaço comunicacional e de relação com famílias e colegas, com grande reconhecimento por estes, e funcionou também numa dinâmica de “portfólio” da turma que, utilizando as tecnologias à disposição, contribuiu para a promoção e reflexão de dinâmicas pedagógicas, designadamente em fóruns alargados de reflexão pedagógica. Dessa forma motivaram‐se, em sala, estratégias de reflexão científica, de experimentação e análise, ligadas a conteúdos sociais e culturais, de raciocínio lógico‐matemático e de aquisição da linguagem. Em reunião de avaliação final, e no âmbito do Questionário de Avaliação pelos Pais e Encarregados de Educação (documento de avaliação elaborado pelo educador em forma de questionário sobre as incidências da ação educativa), foram destacadas as condições técnicas da escola bem como a liderança e o pragmatismo educativo do educador, que potenciou um espaço de comunicação eficaz entre todos os envolvidos. Por último, a colaboração e cooperação constante, conseguida entre todas as salas de atividade da escola, com especial relevância nas salas de jardim-de-infância, com um trabalho concertado e de envolvimento constante do educador, bem como o espaço de Supervisão Pedagógica das Atividades de Animação e Apoio às Famílias, contribuíram para um evidente sucesso de estratégias de articulação e planeamento conjunto e da sua adequação aos grupos. b) Participação na escola e relação com a comunidade O contributo para os objetivos e metas fixados no Projeto Educativo do Agrupamento de escolas ou escola não agrupada Tal como descrito no Plano de Turma e nos restantes documentos de apoio à prática do educador, a ação educativa tem como objetivos gerais estimular a criança a conhecer‐se melhor, no seu todo, e conhecer o mundo em que vive, aprendendo a respeitá‐lo; conhecer as relações e das interdependências sociais e culturais e promover novas aprendizagens de forma a proporcionar à criança a tomada de consciência de que pertencemos a uma comunidade com igualdades e diferenças e com direitos e deveres. O objetivo destes parâmetros orientadores aponta para a exploração e para a promoção de novas aprendizagens, encontrando‐se a expressão de interrogação e de tomada de consciência, de compreensão e de responsabilização, bem como as de pesquisa e certificação, como necessárias para uma cabal compreensão das realidades vividas que fundamentam a pertença a um grupo e às suas regras. Nestes objetivos, que se cruzam com os objetivos definidos no Projeto Educativo do Agrupamento, valorizam-se as dinâmicas de participação das famílias e dos encarregados de educação, numa perspetiva de colaboração ativa e procura-se a construção de um espaço relacional eficaz com os outros agentes educativos da Escola, bem como os processos de efetiva articulação pedagógica com as turmas do 1º Ciclo, no qual são de destacar os projetos de ação e reflexão conjunta, designadamente os inseridos no Plano Anual de Atividades do estabelecimento. Nas reuniões com os Encarregados de Educação foram apresentadas propostas de colaboração e cooperação ativa que se saldaram por uma elevada participação destes nas atividades e estratégias didático-pedagógicas desenvolvidas na sala, na escola e na sua avaliação. Também a avaliação das aprendizagens das crianças (em três momentos) contribuiu para uma reflexão constante e participada das famílias e das próprias crianças, em modelos de auto-avaliação e envolvimento específicos. No âmbito da avaliação feita (em reuniões formais com encarregados de educação, de estabelecimento, com os serviços municipais; através de questionários dirigidos aos encarregados de educação e com base nos instrumentos de avaliação individual dos alunos) além das considerações muito positivas sobre o desenvolvimento individual e coletivo dos alunos e das suas aprendizagens, as propostas pedagógicas e estratégias educativas desenvolvidas foram alvo de uma avaliação muito positiva, pela sua pertinência, adequação e modelo inovador. A participação do docente titular de turma nas reuniões de organização, planeamento e avaliação (Departamento
  • 3. 3 de Educação Pré-Escolar), em reuniões de análise colaborativa e apoio educativo (Ensino Especial, Intervenção Precoce – ELI Mafra, Terapia da Fala) e em reuniões de coordenação e articulação pedagógica (Estabelecimento, Parceiros, Proteção Civil, Junta de Freguesia), a dinamização e supervisão de atividades de complemento e apoio educativo (AAAF), a participação em atividades de organização escolar (aquisição de equipamentos, gestão de recursos, etc.) e ainda todo o espaço de atendimento e avaliação dos processos educativos e curriculares com famílias (Encarregados de Educação) e comunidade, designadamente na preparação de atividades (Associação de Pais e Encarregados de Educação) ou a execução de atividades no âmbito da articulação e cooperação educativa, com vista à execução do PT e também do PAA, foram dinâmicas e estratégias fundamentais para a realização dos objetivos pessoais e profissionais previamente definidos. É ainda de destacar o envolvimento em espaços e fóruns de reflexão pedagógica e o seu contributo no âmbito da Formação de profissionais, onde se destaca o espaço de formação para Assistentes Operacionais da EB1/JI de S. Miguel, durante o segundo período letivo. Por tudo o exposto, e presumindo que o processo de avaliação comporta a interpretação da informação para uma posterior adaptação das práticas, é possível concluir que as práticas letivas, didáticas, pedagógicas e extracurriculares da Sala Amarela se situam num plano de elevada adequação às metas e objetivos superiormente definidos, tendo, inclusive, superado, em termos quantitativos e qualitativos os objetivos definidos para a EPE, em sede de Agrupamento. c) Formação contínua e desenvolvimento profissional A aposta em espaços de formação complementar, que assumem a forma de reflexão didático-pedagógica, de onde se destacam a participação em fóruns de debate e análise pedagógica conforme certificados apresentados nos serviços administrativos do Agrupamento, mantém-se como uma dinâmica de melhoria e crescimento individual. O espaço de colaboração com alunas do Curso de Mestrado em Educação Básica da Escola Superior de Educação de Lisboa (projeto TANDEM) no âmbito de investigação decorrente das suas teses de Mestrado ou a colaboração em seminários de desenvolvimento Curricular (ESE de Castelos Branco: ”Se Não serve para Brincar, Não Presta!”) são, também, espaços de atualização e reflexão técnico-profissional e didática. A participação no Congreso Internacional de Educación Infantil (Madrid, março de 2015), com a comunicação “El aula del futuro. Implementación de las nuevas tecnologías en educación infantil”, ou no Encontro TIC@Portugal’15, com a comunicação (em co-autoria) ”Entre Creixomil e Mafra: na “porta ao lado”, tendo por base a prática pedagógica desenvolvida, são também momentos de crescimento e desenvolvimento profissional a destacar. Por último, a dinamização de espaços de colaboração educativa, desenvolvidos através de fóruns e plataformas de formação on-line (E-Twinning, Plataforma moodle DGIDC e Portal das Escolas) - de onde se destaca a renovação do selo “BloguesEDU” ao sítio de internet da Sala Amarela (http://salamarela-enxara.blogspot.com) e a continuação de um projeto E-Twinning, se mostraram excelentes espaços de formação pessoal e profissional. Uma referência à colaboração com diversos órgãos de comunicação social (com destaque para o Jornal de Letras, no qual foram publicadas reportagens e outros conteúdos sobre as dinâmicas letivas da Sala Amarela), na qual o espaço de reflexão, sobre Educação, se potencia também como um espaço de partilha e reflexão pedagógica e desenvolvimento profissional. O avaliado: ________________________________ , em 05/07/2015 Recebi. O avaliador: ___________________________ , em ____/____/2015