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HISTÓRIA
Cap. 11
ISABEL AGUIAR
8EF MANHÃ
DIONÍSIO TORRES
PERÍODO REGENCIAL – 1831-1840
• foi relativamente curto;
• porém um dos mais agitados de nossa história.
• Naquela época, ocorreram intensas disputas entre:
o centro (governo central sediado no RJ)
as províncias
• e revoltas sociais armadas ( de norte a
sul do país)
• isso tudo ameaçou a unidade nacional
• foram momentos decisivos para a
formação do Estado Brasileiro
História política
D. Pedro I renunciou
PERÍODO REGENCIAL – 1831-1840
"Usando do direito que a Constituição me concede, declaro que hei muito
voluntariamente abdicado na pessoa de meu muito amado e prezado filho o Senhor
D. Pedro de Alcântara.
Boa Vista, 7 de abril de mil oitocentos e trinta e um, décimo da Independência e
do Império”. Pedro
REGENCIA TRINA PROVISÓRIA – 1831
• No dia da abdicação de D. Pedro I o Parlamento estava de férias
• Não havia no Rio de Janeiro número suficiente de deputados e senadores
que pudesse eleger os três regentes. (regência provisória composta de senadores)
• Os poucos parlamentares que se encontravam na cidade elegeram, em caráter de
emergência, uma Regência Trina Provisória
• Essa regência governou o país por aproximadamente 3 meses.
• Obs.: José Joaquim de Campos (Marquês de Caravelas) / Brigadeiro Francisco de Lima
e Silva, pai do Duque de Caxias
REGÊNCIA TRINA PROVISÓRIA
• A principal medida tomada por essa Regência foi convocar os demais
parlamentares para que elegessem, em Assembleia Geral, a Regência Trina
Permanente.
• Apesar de manter as estruturas políticas do Império autoritário, a Regência
Provisória tinha um caráter liberal e anti-absolutista.
• Era o início do chamado avanço liberal, que durou até 1837, quando os
grupos políticos das províncias alcançaram um maior grau de autonomia.
OUTRAS MEDIDAS TOMADAS
• reintegração do Ministério dos Brasileiros, demitido por D. Pedro I em abril
de 1831
• promulgação de uma lei restringindo as atribuições do Poder Moderador
• anistia aos presos políticos para abafar a agitação política
• proibição dos ajuntamentos noturnos em praça pública, tornando
inafiançáveis os crimes em que ocorresse prisão em flagrante
• rivalidade entre brasileiros e portugueses se aprofundava
• portugueses eram perseguidos e tinham suas casas de comércio invadidas e
saqueadas
• Os que ocupavam cargos públicos eram depostos
REGÊNCIA TRINA PERMANENTE – 1831 - 1834
• Instalada a Assembleia Geral, foi eleita em 17 de junho de 1831
a Regência Trina Permanente – composta de deputados
• composta pelos deputados José da Costa Carvalho (sul)
• João Bráulio Muniz (norte)
• novamente pelo Brigadeiro Francisco de Lima e Silva
• uma tentativa de equilíbrio entre as forças do norte e do sul do
país
• A permanência do Brigadeiro era a garantia do controle da
situação e da manutenção da ordem pública
• tirava dos regentes as atribuições do Poder Moderador
• Por essa Lei os regentes ficavam impedidos: de dissolver a
Câmara dos Deputados, de conceder títulos de nobreza, de
decretar a suspensão das garantias constitucionais e de negociar
tratados com potências estrangeiras
• padre Diogo Antônio Feijó, nomeado Ministro da Justiça
• Feijó teve carta branca para castigar os desordeiros e os
delinquentes
• o direito de exonerar e responsabilizar os funcionários públicos
negligentes
• possibilidade de manter um jornal sob sua responsabilidade
direta
REGÊNCIA TRINA PERMANENTE – 1831 - 1834
ENQUANTO ISSO...
Pedro de Alcântara e suas irmãs, D. Francisca e D. Januária, quando ele
ainda era adolescente.
Tela de Félix Émilie Taunay (1795-1881)
GRUPOS POLÍTICOS DA RGÊNCIA
DIOGO FEIJÓ CRIA A GUARDA NACIONAL - 1831
• Só podiam participar brasileiros
• com idade entre 21 e 60 anos
• renda anual mínima de 100 mil réis
• os fazendeiros ricos recebiam a patente de coronel
• os fazendeiros-coronéis tinham grande poder na região onde
moravam
Cédula de 100 mil réis
ATO ADICIONAL DE 1834
• Criado para conter as revoltas regenciais
• Dava autonomia as províncias para criarem algumas leis
• Extinguiu o Conselho de Estado (criado por D. Pedro I)
• Substituiu a Regência Trina por Una
• Criou o voto secreto e direto nas eleições dos regentes
• As Assembleias Provinciais passaram a decidir sobre os impostos
arrecadados pelas províncias
REGÊNCIA UNA DE FEIJÓ
• D. Pedro I morreu em 1834
• O partido Restaurador se dissolveu
• Exaltados derrotados por Moderadores
• Moderados se dividiram: Progressistas ( a
favor do Ato Adicional) X Regressistas
(contra o Atos Adicional)
• Primeiras eleições no Brasil para chefe de
governo
• Padre Feijó venceu ( Progressista)
• Enfrentou duas rebeliões: CABANAGEM
(NORDESTE) E FARROUPILHA ( SUL)
• Feijó precisava de recursos para enfrentar
as revoltas
• A câmara dos deputados (REGRESSISTA) era
oposição a Feijó
• Feijó RENUNCIOU em 1837
REGÊNCIA UNA DE ARAÚJO LIMA
• Regressista
• Eleito regente
• Queria combater as
rebeliões provinciais
• 1840- aprovou a Lei
Interpretativa do Ato
Adicional. (retirando a
autonomia das províncias)
• governo repressivo
• retrocesso das conquistas
liberais alcançado com a
aprovação do Ato Adicional
de 1834
1- CABANAGEM (1835) – Grão-Pará
CAUSAS
- Os Cabanos queriam terras para plantar e o
fim da escravidão
- os fazendeiros queriam escolher o
presidente de província
LÍDERES:
- Félix Clemente Malcher
- Eduardo Angelim (cearense)
Bandeira do Pará
1- CABANAGEM (1835) – Grão-Pará
- Ricos e pobres ocuparam Belém (capital)
- colocaram no poder o fazendeiro Malcher que traiu a Cabanagem
- a luta continuou com Eduardo Angelim que reconquistou Belém
- em agosto de 1835 é proclamada a República
- O governo central não aceitou a República no Pará
- Maio de 1836 : enviada pelo governo central uma força militar
- Os cabanos resistiram até 1840
- As forças imperiais tomaram Belém
- 40% da população foi morta
2- FARROUPILHA (1835-1845) RS/SC
CAUSAS
- A base da economia era a criação de gado e charque, couro, sebo e graxa
- vendiam para o mercado interno
-os fazendeiros reclamavam de altos impostos (preço maior)
-havia concorrência desleal com o charque uruguaio e argentino (impostos mais baixos,
preço menor)
2- FARROUPILHA - LÍDERES
CANABARRO GARIBALDE BENTO GONÇALVES
2- FARROUPILHA - DESENVOLVIMENTO
-20/09/1835: os farroupilhas
conquistam Porto Alegre liderados por
Bento Gonçalves
- O presidente da província foge
- É proclamada a República Rio-
Grandense
- 1839: liderados por Canabarros e
por Garibaldi, os farroupilhas
conquistaram Laguna (SC)
Proclamaram a República Juliana
- 1842: 12 mil soldados enviados
pelo imperador para combater os
revoltosos
-Duque de Caxias comandava os
soldados imperiais
-foram 3 anos de lutas
Bandeira da República Juliana
2- FARROUPILHA - CONCLUSÃO
- 1845: acordo “paz honrosa” entre Caxias e farroupilhas
-os gaúchos poderiam escolher seu presidente
-o charque estrangeiro pagaria impostos mais altos (25%)
- os comandantes farroupilhas passaram ao exército brasileiro
- o governo liberta os escravos
- os rebeldes mantiveram o Sul integrado ao Império
3- REVOLTA DOS MALÊS (25/01/1835) – SALVADOR/BA
- Revolta dos escravos
-Chamada de Insurreição
de Nagô
-O nome Revolta dos
Malês porque os líderes
seguiam o culto Malê
(elementos africanos e
muçulmanos)
-outros rebeldes eram de
outras religiões
- escravismo e
preconceito
- queriam conquistar o
governo da Bahia
3- REVOLTA DOS MALÊS (25/01/1835) – SALVADOR/BA
• LÍDERES:
• Pacífico Licutan
• Ahuna
• Manuel Calafate
3- REVOLTA DOS MALÊS (25/01/1835) – SALVADOR/BA
• A LUTA
• A luta durou toda a
madrugada
• os Malês
enfrentaram os
soldados do
governo com facas,
espadas e lanças x
pistolas e garruchas
3- REVOLTA DOS MALÊS (25/01/1835) – SALVADOR/BA
- O FINAL
- os Malês perderam
- Março de 1835:
africanos libertos
mandados de volta
para a África
- até os inocentes
foram expulsos da
Bahia
-objetivo do governo
era fazer o
“branqueamento” da
sociedade (segundo
João José Reis)
4- SABINADA (1837) - BAHIA
- CAUSAS:
-os baianos se recusavam em aceitar
o governo local imposto pelo governo
da capital (RJ)
- o receio da convocação de baianos
para combater os farroupilhas no
RS
- militares baianos se revoltaram pois
simpatizavam com os farroupilhas
Líder: Dr. Francisco Sabino (médico/jornalista)
4- SABINADA (1837) - BAHIA
4- SABINADA (1837) – DESENVOLVIMENTO E CONCLUSÃO
- Sabino convocava a população baiana a
lutar pela República
- para isso usava o seu jornal “Novo
Diário da Bahia”
-1837 – os sabinos tomaram Salvador e
proclamaram a República
- a Bahia deveria ficar separada do Brasil
até a maioridade de D.Pedro II
- os regentes enviaram forças navais
(ajudados por senhores de engenho) e
cercaram Salvador
-Rebeldes oferecem liberdade a escravos
que os apoiassem
- donos de escravos tiveram receio e se
aliaram ao governo regencial
- Março de 1838: forças do governo
ocupam Salvador
-incendiaram bairros de Salvador
- Mais de 1200 mortos e quase 3 mil
presos.
- Dr. Sabino foi expulso da Bahia
A bandeira da Sabinada
5- BALAIADA (1838-1841) - MARANHÃO
- o nome Balaiada deveu-se ao fato
dos líderes serem artesãos e
fazerem balaios para vender
- 1830: o algodão maranhense
perdia o mercado para o algodão
norte-americano que era mais
barato e de melhor qualidade.
- a Inglaterra negociava o algodão
- altos impostos
- pequenos proprietários perdiam
terras para grandes fazendeiros
- os escravos formaram quilombos
5- BALAIADA (1838-1841) - MARANHÃO
Cosme Bento
das Chagas
Manuel Francisco
dos Anjos Ferreira
(artesão)
Raimundo Gomes
(Cara Preta)
5- BALAIADA (1838-1841) - MARANHÃO
DESENVOLVIMENTO
- desempregados,
quilombolas, desempregados
e indígenas atacavam as
fazendas
- Dezembro de 1838:
Raimundo Gomes tomou uma
cidade do interior
- divulgou documento
exigindo a substituição do
presidente da província
- exigiu expulsão de
comerciantes portugueses e
fim da escravidão
- Conquistaram Caxias(MA) e
Piauí
-1839: venceram as tropas
oficiais
5- BALAIADA (1838-1841) - MARANHÃO
CONCLUSÃO
-1839: 3 mil quilombolas fogem das fazendas e se juntam aos
balaios liderados por Cosme Bento
-EM São Luís: Liberais X Conservadores, disputavam o poder e
depois se uniram contra os balaios
- o gov. regencial enviou ao Maranhão 8 mil homens chefiados por
Luís Alves de Lima e Silva
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- Raimundo Gomes (expulso do MA)
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REGÊNCIA NO BRASIL

  • 1. HISTÓRIA Cap. 11 ISABEL AGUIAR 8EF MANHÃ DIONÍSIO TORRES
  • 2. PERÍODO REGENCIAL – 1831-1840 • foi relativamente curto; • porém um dos mais agitados de nossa história. • Naquela época, ocorreram intensas disputas entre: o centro (governo central sediado no RJ) as províncias • e revoltas sociais armadas ( de norte a sul do país) • isso tudo ameaçou a unidade nacional • foram momentos decisivos para a formação do Estado Brasileiro
  • 3. História política D. Pedro I renunciou PERÍODO REGENCIAL – 1831-1840 "Usando do direito que a Constituição me concede, declaro que hei muito voluntariamente abdicado na pessoa de meu muito amado e prezado filho o Senhor D. Pedro de Alcântara. Boa Vista, 7 de abril de mil oitocentos e trinta e um, décimo da Independência e do Império”. Pedro
  • 4. REGENCIA TRINA PROVISÓRIA – 1831 • No dia da abdicação de D. Pedro I o Parlamento estava de férias • Não havia no Rio de Janeiro número suficiente de deputados e senadores que pudesse eleger os três regentes. (regência provisória composta de senadores) • Os poucos parlamentares que se encontravam na cidade elegeram, em caráter de emergência, uma Regência Trina Provisória • Essa regência governou o país por aproximadamente 3 meses. • Obs.: José Joaquim de Campos (Marquês de Caravelas) / Brigadeiro Francisco de Lima e Silva, pai do Duque de Caxias
  • 5. REGÊNCIA TRINA PROVISÓRIA • A principal medida tomada por essa Regência foi convocar os demais parlamentares para que elegessem, em Assembleia Geral, a Regência Trina Permanente. • Apesar de manter as estruturas políticas do Império autoritário, a Regência Provisória tinha um caráter liberal e anti-absolutista. • Era o início do chamado avanço liberal, que durou até 1837, quando os grupos políticos das províncias alcançaram um maior grau de autonomia. OUTRAS MEDIDAS TOMADAS • reintegração do Ministério dos Brasileiros, demitido por D. Pedro I em abril de 1831 • promulgação de uma lei restringindo as atribuições do Poder Moderador • anistia aos presos políticos para abafar a agitação política • proibição dos ajuntamentos noturnos em praça pública, tornando inafiançáveis os crimes em que ocorresse prisão em flagrante • rivalidade entre brasileiros e portugueses se aprofundava • portugueses eram perseguidos e tinham suas casas de comércio invadidas e saqueadas • Os que ocupavam cargos públicos eram depostos
  • 6. REGÊNCIA TRINA PERMANENTE – 1831 - 1834 • Instalada a Assembleia Geral, foi eleita em 17 de junho de 1831 a Regência Trina Permanente – composta de deputados • composta pelos deputados José da Costa Carvalho (sul) • João Bráulio Muniz (norte) • novamente pelo Brigadeiro Francisco de Lima e Silva • uma tentativa de equilíbrio entre as forças do norte e do sul do país • A permanência do Brigadeiro era a garantia do controle da situação e da manutenção da ordem pública • tirava dos regentes as atribuições do Poder Moderador • Por essa Lei os regentes ficavam impedidos: de dissolver a Câmara dos Deputados, de conceder títulos de nobreza, de decretar a suspensão das garantias constitucionais e de negociar tratados com potências estrangeiras • padre Diogo Antônio Feijó, nomeado Ministro da Justiça • Feijó teve carta branca para castigar os desordeiros e os delinquentes • o direito de exonerar e responsabilizar os funcionários públicos negligentes • possibilidade de manter um jornal sob sua responsabilidade direta
  • 7. REGÊNCIA TRINA PERMANENTE – 1831 - 1834
  • 8. ENQUANTO ISSO... Pedro de Alcântara e suas irmãs, D. Francisca e D. Januária, quando ele ainda era adolescente. Tela de Félix Émilie Taunay (1795-1881)
  • 10. DIOGO FEIJÓ CRIA A GUARDA NACIONAL - 1831 • Só podiam participar brasileiros • com idade entre 21 e 60 anos • renda anual mínima de 100 mil réis • os fazendeiros ricos recebiam a patente de coronel • os fazendeiros-coronéis tinham grande poder na região onde moravam Cédula de 100 mil réis
  • 11. ATO ADICIONAL DE 1834 • Criado para conter as revoltas regenciais • Dava autonomia as províncias para criarem algumas leis • Extinguiu o Conselho de Estado (criado por D. Pedro I) • Substituiu a Regência Trina por Una • Criou o voto secreto e direto nas eleições dos regentes • As Assembleias Provinciais passaram a decidir sobre os impostos arrecadados pelas províncias
  • 12. REGÊNCIA UNA DE FEIJÓ • D. Pedro I morreu em 1834 • O partido Restaurador se dissolveu • Exaltados derrotados por Moderadores • Moderados se dividiram: Progressistas ( a favor do Ato Adicional) X Regressistas (contra o Atos Adicional) • Primeiras eleições no Brasil para chefe de governo • Padre Feijó venceu ( Progressista) • Enfrentou duas rebeliões: CABANAGEM (NORDESTE) E FARROUPILHA ( SUL) • Feijó precisava de recursos para enfrentar as revoltas • A câmara dos deputados (REGRESSISTA) era oposição a Feijó • Feijó RENUNCIOU em 1837
  • 13. REGÊNCIA UNA DE ARAÚJO LIMA • Regressista • Eleito regente • Queria combater as rebeliões provinciais • 1840- aprovou a Lei Interpretativa do Ato Adicional. (retirando a autonomia das províncias) • governo repressivo • retrocesso das conquistas liberais alcançado com a aprovação do Ato Adicional de 1834
  • 14. 1- CABANAGEM (1835) – Grão-Pará CAUSAS - Os Cabanos queriam terras para plantar e o fim da escravidão - os fazendeiros queriam escolher o presidente de província LÍDERES: - Félix Clemente Malcher - Eduardo Angelim (cearense) Bandeira do Pará
  • 15. 1- CABANAGEM (1835) – Grão-Pará - Ricos e pobres ocuparam Belém (capital) - colocaram no poder o fazendeiro Malcher que traiu a Cabanagem - a luta continuou com Eduardo Angelim que reconquistou Belém - em agosto de 1835 é proclamada a República - O governo central não aceitou a República no Pará - Maio de 1836 : enviada pelo governo central uma força militar - Os cabanos resistiram até 1840 - As forças imperiais tomaram Belém - 40% da população foi morta
  • 16. 2- FARROUPILHA (1835-1845) RS/SC CAUSAS - A base da economia era a criação de gado e charque, couro, sebo e graxa - vendiam para o mercado interno -os fazendeiros reclamavam de altos impostos (preço maior) -havia concorrência desleal com o charque uruguaio e argentino (impostos mais baixos, preço menor)
  • 17. 2- FARROUPILHA - LÍDERES CANABARRO GARIBALDE BENTO GONÇALVES
  • 18. 2- FARROUPILHA - DESENVOLVIMENTO -20/09/1835: os farroupilhas conquistam Porto Alegre liderados por Bento Gonçalves - O presidente da província foge - É proclamada a República Rio- Grandense - 1839: liderados por Canabarros e por Garibaldi, os farroupilhas conquistaram Laguna (SC) Proclamaram a República Juliana - 1842: 12 mil soldados enviados pelo imperador para combater os revoltosos -Duque de Caxias comandava os soldados imperiais -foram 3 anos de lutas Bandeira da República Juliana
  • 19. 2- FARROUPILHA - CONCLUSÃO - 1845: acordo “paz honrosa” entre Caxias e farroupilhas -os gaúchos poderiam escolher seu presidente -o charque estrangeiro pagaria impostos mais altos (25%) - os comandantes farroupilhas passaram ao exército brasileiro - o governo liberta os escravos - os rebeldes mantiveram o Sul integrado ao Império
  • 20. 3- REVOLTA DOS MALÊS (25/01/1835) – SALVADOR/BA - Revolta dos escravos -Chamada de Insurreição de Nagô -O nome Revolta dos Malês porque os líderes seguiam o culto Malê (elementos africanos e muçulmanos) -outros rebeldes eram de outras religiões - escravismo e preconceito - queriam conquistar o governo da Bahia
  • 21. 3- REVOLTA DOS MALÊS (25/01/1835) – SALVADOR/BA • LÍDERES: • Pacífico Licutan • Ahuna • Manuel Calafate
  • 22. 3- REVOLTA DOS MALÊS (25/01/1835) – SALVADOR/BA • A LUTA • A luta durou toda a madrugada • os Malês enfrentaram os soldados do governo com facas, espadas e lanças x pistolas e garruchas
  • 23. 3- REVOLTA DOS MALÊS (25/01/1835) – SALVADOR/BA - O FINAL - os Malês perderam - Março de 1835: africanos libertos mandados de volta para a África - até os inocentes foram expulsos da Bahia -objetivo do governo era fazer o “branqueamento” da sociedade (segundo João José Reis)
  • 25. - CAUSAS: -os baianos se recusavam em aceitar o governo local imposto pelo governo da capital (RJ) - o receio da convocação de baianos para combater os farroupilhas no RS - militares baianos se revoltaram pois simpatizavam com os farroupilhas Líder: Dr. Francisco Sabino (médico/jornalista) 4- SABINADA (1837) - BAHIA
  • 26. 4- SABINADA (1837) – DESENVOLVIMENTO E CONCLUSÃO - Sabino convocava a população baiana a lutar pela República - para isso usava o seu jornal “Novo Diário da Bahia” -1837 – os sabinos tomaram Salvador e proclamaram a República - a Bahia deveria ficar separada do Brasil até a maioridade de D.Pedro II - os regentes enviaram forças navais (ajudados por senhores de engenho) e cercaram Salvador -Rebeldes oferecem liberdade a escravos que os apoiassem - donos de escravos tiveram receio e se aliaram ao governo regencial - Março de 1838: forças do governo ocupam Salvador -incendiaram bairros de Salvador - Mais de 1200 mortos e quase 3 mil presos. - Dr. Sabino foi expulso da Bahia A bandeira da Sabinada
  • 27. 5- BALAIADA (1838-1841) - MARANHÃO - o nome Balaiada deveu-se ao fato dos líderes serem artesãos e fazerem balaios para vender - 1830: o algodão maranhense perdia o mercado para o algodão norte-americano que era mais barato e de melhor qualidade. - a Inglaterra negociava o algodão - altos impostos - pequenos proprietários perdiam terras para grandes fazendeiros - os escravos formaram quilombos
  • 28. 5- BALAIADA (1838-1841) - MARANHÃO Cosme Bento das Chagas Manuel Francisco dos Anjos Ferreira (artesão) Raimundo Gomes (Cara Preta)
  • 29. 5- BALAIADA (1838-1841) - MARANHÃO DESENVOLVIMENTO - desempregados, quilombolas, desempregados e indígenas atacavam as fazendas - Dezembro de 1838: Raimundo Gomes tomou uma cidade do interior - divulgou documento exigindo a substituição do presidente da província - exigiu expulsão de comerciantes portugueses e fim da escravidão - Conquistaram Caxias(MA) e Piauí -1839: venceram as tropas oficiais
  • 30. 5- BALAIADA (1838-1841) - MARANHÃO CONCLUSÃO -1839: 3 mil quilombolas fogem das fazendas e se juntam aos balaios liderados por Cosme Bento -EM São Luís: Liberais X Conservadores, disputavam o poder e depois se uniram contra os balaios - o gov. regencial enviou ao Maranhão 8 mil homens chefiados por Luís Alves de Lima e Silva - os rebeldes foram presos e executados sem direito a defesa - 11 mil morreram - Raimundo Gomes (expulso do MA) -Manuel Francisco morreu na luta -“Negro Cosme” : preso e enforcado - o governo conseguiu manter a unidade do império brasileiro