SlideShare uma empresa Scribd logo
PERÍODOPERÍODO
REGÊNCIALREGÊNCIAL
HISTÓRIAHISTÓRIA
BRASIL IMPÉRIO 1822-BRASIL IMPÉRIO 1822-
18891889
PRIMEIRO
REINADO
1822-1831
PERIODO
REGENCIAL
1831-1840
SEGUNDO
REINADO
1840- 1889
 Transição até a maioridade de D. Pedro II.
 Instabilidade política (agitações internas).
 Fases:
 Regência Trina Provisória (Abr / Jul 1831);
 Regência Trina Permanente (1831 – 1834);
 Regência Una do Padre Feijó (1835 – 1837);
 Regência Una de Araújo Lima (1837 – 1840).
AVANÇO
LIBERAL
REGRESSO
CONSERVADOR
• Restauradores ou Caramurus:
• Portugueses, descendentes de portugueses e burocratas
ligados ao antigo governo de D. Pedro I.
• Contrários a qualquer reforma política (conservadores).
• Absolutistas.
• Objetivo: volta de D. Pedro I.
• Liberais Moderados ou Chimangos:
• Proprietários rurais especialmente do Sudeste.
• Monarquistas e escravistas.
• Federalismo com forte controle do RJ (centralizadores).
• Principal força política que controlava o governo na época.
Tendências políticas do período:Tendências políticas do período:
• Liberais Exaltados ou Farroupilhas ou Jurujubas:
• Proprietários rurais de regiões periféricas sem
influência do RJ, classe média urbana e setores do
exército.
• Fim da monarquia e proclamação da República.
• Federalismo (grande autonomia provincial).
• Alguns pregavam ideais democráticos inspirados na
Revolução Francesa.
• Foco de revoltas.
DESENVOLVIMENTO DOS PARTIDOSDESENVOLVIMENTO DOS PARTIDOS
POLÍTICOS:POLÍTICOS:
 Reflete os interesses dos grupos mais
importantes
 Francisco de Lima ( exército) , Carneiro Campos
(Conservador) e Nicolau Pereira (Liberais).
 Buscou estabelecer paz interna
 Anistia aos revoltosos
 Suspensão provisória do Poder Moderador.
 Proibição de criar novos impostos.
 Proibição de dissolver a Câmara de Deputados.
 Eleição de uma Regência Permanente.
Regência Provisória (Abr/Jul 1831):Regência Provisória (Abr/Jul 1831):
Regência Trina Permanente
(1831 – 1834):
1- Composição Francisco de Lima, Bráulio Muniz ( Norte)
e Costa Carvalho (Sul).
Caráter mais liberal e menos conservador.
Objetivo manter o status Quo- combater as revoltas.
2- Grupos políticos são redesenhados.
Os Exaltados( Liberais radicais)- defendiam o
federalismo e a democratização da sociedade.
Os Moderados(PB)- queriam conservar a estrutura
política do Império e o fim da vitaliciedade do senado.
Os Restauradores( PP+PB)- manter o Império do
Brasil ligado a Portugal.
Ministro da Justiça- Padre Feijó( Moderado).
Criação da Guarda Nacional- Composta membros
da elite e cidadãos com direito ao voto.
Extinguiu as revoltas liberais.
Fortalecimento de Feijó.
 Tenta derrubar José Bonifácio (restaurador)
Responsável por D. Pedro II.
Organizou o golpe + moderador (Assembléia
não deu apoio).
Com o poder esvaziado Feijó abdicou o cargo
de Ministro da Justiça.
Regência Trina PermanenteRegência Trina Permanente
Periodo regencia ll.ppt aula 2⺠ano
Regência Trina PermanenteRegência Trina Permanente
O golpe fracassou mais as reformas foram implementadas-
Avanço Liberal.
Código de Processo Criminal (1832)–Habeas Corpus
Ato Adicional 1834- Reforma a Constituição 1824.
Institui o federalismo ( Assembleias Legislativa
Provinciais).
Substitui a Regência Trina pela Regência Una
Com a morte de D. Pedro I é redesenhado novamente os
partidos políticos.
Fim dos restauradores.
Progressista- concorda com o Ato Adicional e
descentralização política.
Regressista- contra o Ato adicional e defendia o
centralismo
Regência de FeijóRegência de Feijó
(1835-1837)(1835-1837)
 Várias revoltas pelo país (Cabanagem, Sabinada e
Revolução Farroupilha).
 Divisão nos Liberais Moderados (ver quadro do slide 4):
Progressistas (posteriormente liberais): classe média
urbana, alguns proprietários rurais e alguns membros do
clero. Favoráveis a Feijó e ao Ato Adicional.
Regressistas (posteriormente conservadores): maioria
dos grandes proprietários, grandes comerciantes e
burocratas. Centralizadores e contrários ao Ato
Adicional.
Regressistas no poder.
Retorno da centralização monárquica.
Criação do Colégio Pedro II, Arquivo Público Nacional
e Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (“Ministério
das Capacidades” – Bernardo Pereira de Vasconcelos,
ministro da Justiça).
Lei Interpretativa do Ato Adicional (Mai /1840):
anulação prática do Ato Adicional.
Capital (RJ) com poderes para nomear funcionários
públicos, controlar órgãos da polícia e da justiça nos
Estados.
Aumento de disputas entre Regressistas X Progressistas.
Regência de Araújo LimaRegência de Araújo Lima
(1837 – 1840)(1837 – 1840)
Fundação do “Clube da
Maioridade” (1840):
Grupo Progressista (ou
Liberais).
Antecipação da maioridade
de D. Pedro II.
Imperador = paz interna.
“Golpe da Maioridade” –
vitória do grupo liberal.
Fim do período regencial.
PRINCIPAISPRINCIPAIS
REVOLTAS DOREVOLTAS DO
PERÍODO REGENCIALPERÍODO REGENCIAL
Periodo regencia ll.ppt aula 2⺠ano
CABANAGEM - PARÁ (1835-1840)CABANAGEM - PARÁ (1835-1840)
 CAUSAS: Isolamento da província,
discordância dos participantes com o
governo de D. Pedro I
 OBJETIVOS: Independência da Província
e Proclamação de uma república
 LÍDERES: Antônio e Franscisco Vinagre
 TERMINOU: Reação violenta do governo
houve entre 30 ou 40 mil mortos
Ampla participação popular (índios, negros, mestiços,
escravos ou livres, porém, todos sem posses).
Luta contra desigualdades.
Sem programa político definido.
Chegaram a tomar o poder mas foram traídos (Antônio
Malcher, Francisco Vinagre e Eduardo Angelim).
Por ser a mais popular das revoltas, foi a mais severamente
reprimida (30 mil mortos ou 25% da população total da
Província).
As lideranças anônimas da Cabanagem: Domingos Onça,
Mãe da Chuva, João do Mato, Sapateiro, Remeiro, Gigante do
Fumo, Piroca Cana, Chico Viado, Pepira, Zefa de Cima, Zefa
de Baixo, Maria da Bunda, etc.
CARACTERÍSTICASCARACTERÍSTICAS
SABINADA BAHIA (1837)SABINADA BAHIA (1837)
Bandeira da República Bahiense, proclamada durante
a rebelião.
 CAUSAS: Oposição ao centralismo, renuncia de
Feijó e eleição de Araújo Silva
 OBJETIVO: Falta de propostas concretas, não
tinha caráter separatista.
 LÍDER: Francisco Sabino Álvares da Rocha
 TERMINOU: prisão ou morte.
Dificuldades econômicas da Província (causa principal) e
recrutamento forçado para lutar contra os Farrapos no sul
(causa imediata).
Objetivo: República Provisória até a maioridade de D.
Pedro II.
Adesão da classe média urbana.
Líderes presos ou mortos e expulsos da Bahia.
CARACTERÍSTICASCARACTERÍSTICAS
BALAIADABALAIADA
MARANHÃO 1838-1841MARANHÃO 1838-1841
 CAUSAS: crise econômica do algodão e
divergências entre grupos locais
 OBJETIVO:F alta de propostas concretas e
antilusitanas
 LÍDER: Balaios: Raimundo Gomes, Manuel
Francisco dos Anjos e o preto Cosme
Legalistas Barão de Caxias
 TERMINOU: prisão e condenação à
morte.
Manuel dos Anjos Ferreira (o “Balaio”), Raimundo
Gomes (o “Cara Preta”) e Negro Cosme Bento: principais
líderes.
Causas: pobreza generalizada, concorrência com algodão
dos EUA, privilégios de latifundiários e comerciantes
portugueses.
Vinganças pessoais (sem projeto político).
Desunião entre participantes.
Manipulados e traídos pelos liberais locais (“bem-te-vis”).
Reprimidos por Luís Alves de Lima e Silva (futuro Duque
de Caxias).
CARACTERÍSTICASCARACTERÍSTICAS
REVOLUÇÃO FARROUPILHAREVOLUÇÃO FARROUPILHA
ou GUERRA DOS FARRAPOSou GUERRA DOS FARRAPOS
RIO GRANDE DO SUL 1835-RIO GRANDE DO SUL 1835-
18451845
 Batalha de Farrapos. José Wasth
Rodrigues, PMSP.
 A república de Piratini
que ocupou o espaço
geográfico dos atuais
Estados de Santa
Catarina, Paraná e Rio
Grande do Sul,contou
com a participação dos
escravos nesse
movimento separatista
proclamada por Bento
Gonçalves.
 CAUSAS: impostos exigidos pela produção
de charque; discordância dos participantes
com o centralismo administrativo e político.
 OBJETIVOS: Autonomia provincial,f
ormação de uma República independente.
 LÍDER FARRAPOS: Bento Gonçalves,
Canabarro e Garibaldi
Legalista: Duque de Caxias
 TERMINOU: após 10 anos de guerra,
assinada a Paz de Ponche Verde; anistia os
culpados incorporando os farrapos às tropas
do governo.
CARACTERÍSTICASCARACTERÍSTICAS
A mais elitista e longa de todas as revoltas.
Causas:
Altos impostos sobre o charque gaúcho;
Baixos impostos de importação sobre o charque platino
(ARG e URU);
Nomeação do Presidente de Província (governador) pelo
Rio de Janeiro, contrário aos interesses gaúchos.
Proclamação da República do Piratini, ou República
Rio-Grandense (RS, a partir de 1835) e da República
Juliana (SC, de jul-nov de 1839).
Experiência de combate (guerras fronteiriças) e recursos
econômicos para manter a guerra (elite provincial).
Não houve unanimidade: Porto Alegre apoiou o governo
central, bem como áreas de colonização germânica ou ligadas
ao comércio com a capital.
Acordo encerra conflito em 1845: “Paz de Ponche
Verde”
Anistia dos envolvidos gaúchos;
Incorporação dos farrapos no exército nacional;
Permissão para escolher o Presidente de Província;
Devolução de terras confiscadas na guerra;
Proteção ao charque gaúcho da concorrência externa;
Libertação dos escravos envolvidos (?);
“Surpresa de Porongos” (traição aos negros –
14/11/1844)
Brasão de Porto Alegre: o
termo “ leal e valerosa” refere-
se ao apoio prestado pela
cidade ao governo central (RJ).
Garibaldi
Bandeira dos farrapos Bandeira da República Juliana
O Golpe da MaioridadeO Golpe da Maioridade
 Desde 1835, a ideia de
antecipar a maioridade
já havia surgido no
cenário político da Corte.
Proprietários de escravos
e de terras estavam
assustados com a
experiência de
descentralização
ocorrida durante o
Período Regencial, que
resultara em tantas
revoltas sociais. O
restabelecimento da
autoridade monárquica
era visto como a solução
para a crise política.
Queremos Pedro II,
Ainda que não tenha
idade.
A nação dispensa a lei.
Viva a Maioridade
Por subir Pedrinho ao
trono,
Não fique o povo
contente;
Não pode ser coisa boa
Servindo com a mesma
gente.
 O movimento, liderado por Antônio Carlos de
Andrada, transformou-se num golpe palaciano, que
terminou com a queda dos conservadores e a volta dos
liberais.
Periodo regencia ll.ppt aula 2⺠ano

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Período regencial
Período regencialPeríodo regencial
Período regencial
Lucas Cardoso
 
O período regencial
O período regencialO período regencial
O período regencial
Nelia Salles Nantes
 
Período Regencial
Período RegencialPeríodo Regencial
Período Regencial
Portal do Vestibulando
 
Período regencial (1831 1840)
Período regencial (1831 1840)Período regencial (1831 1840)
Período regencial (1831 1840)
Edenilson Morais
 
Período Regencial
Período Regencial Período Regencial
Período Regencial
Edenilson Morais
 
Regencia
RegenciaRegencia
Regencia
Lúcia Santana
 
Aula regencias
Aula regenciasAula regencias
Aula regencias
mundica broda
 
Primeiro Reinado (1822-1831)
Primeiro Reinado (1822-1831)Primeiro Reinado (1822-1831)
Primeiro Reinado (1822-1831)
Edenilson Morais
 
Período regencial (1831 1840)
Período regencial (1831 1840)Período regencial (1831 1840)
Período regencial (1831 1840)
Edenilson Morais
 
Brasil regencia e 2º império 2012
Brasil regencia e 2º império 2012Brasil regencia e 2º império 2012
Brasil regencia e 2º império 2012
Janaina Flavia Santos Azevedo
 
Esquema de aula período regencial
Esquema de aula   período regencialEsquema de aula   período regencial
Esquema de aula período regencial
Alcidon Cunha
 
Período regencial
Período regencialPeríodo regencial
Período regencial
Elizabeth
 
Perãodo regencial -_ok[1]
Perãodo regencial -_ok[1]Perãodo regencial -_ok[1]
Perãodo regencial -_ok[1]
Evanilde Chuva
 
Os caminhos da política imperial brasileira
Os caminhos da política imperial brasileiraOs caminhos da política imperial brasileira
Os caminhos da política imperial brasileira
Washington Souza
 
Período regencial
Período regencialPeríodo regencial
Período regencial
Rodrigo HistóriaGeografia
 
Brasil período regencial 1831 a 1840
Brasil período regencial 1831 a 1840Brasil período regencial 1831 a 1840
Brasil período regencial 1831 a 1840
Celso Firmino História, Filosofia, Sociologia
 
Das Regências a proclamação da República
Das Regências a proclamação da RepúblicaDas Regências a proclamação da República
Das Regências a proclamação da República
Edenilson Morais
 
O período regencial
O período regencialO período regencial
O período regencial
Adeilsa Ferreira
 

Mais procurados (19)

Período regencial
Período regencialPeríodo regencial
Período regencial
 
O período regencial
O período regencialO período regencial
O período regencial
 
Período Regencial
Período RegencialPeríodo Regencial
Período Regencial
 
Período regencial (1831 1840)
Período regencial (1831 1840)Período regencial (1831 1840)
Período regencial (1831 1840)
 
Período Regencial
Período Regencial Período Regencial
Período Regencial
 
Regencia
RegenciaRegencia
Regencia
 
Aula regencias
Aula regenciasAula regencias
Aula regencias
 
Primeiro Reinado (1822-1831)
Primeiro Reinado (1822-1831)Primeiro Reinado (1822-1831)
Primeiro Reinado (1822-1831)
 
Período regencial (1831 1840)
Período regencial (1831 1840)Período regencial (1831 1840)
Período regencial (1831 1840)
 
Brasil regencia e 2º império 2012
Brasil regencia e 2º império 2012Brasil regencia e 2º império 2012
Brasil regencia e 2º império 2012
 
Esquema de aula período regencial
Esquema de aula   período regencialEsquema de aula   período regencial
Esquema de aula período regencial
 
Período regencial
Período regencialPeríodo regencial
Período regencial
 
Perãodo regencial -_ok[1]
Perãodo regencial -_ok[1]Perãodo regencial -_ok[1]
Perãodo regencial -_ok[1]
 
Os caminhos da política imperial brasileira
Os caminhos da política imperial brasileiraOs caminhos da política imperial brasileira
Os caminhos da política imperial brasileira
 
Período regencial
Período regencialPeríodo regencial
Período regencial
 
Brasil período regencial 1831 a 1840
Brasil período regencial 1831 a 1840Brasil período regencial 1831 a 1840
Brasil período regencial 1831 a 1840
 
Brasil Monárquico
Brasil MonárquicoBrasil Monárquico
Brasil Monárquico
 
Das Regências a proclamação da República
Das Regências a proclamação da RepúblicaDas Regências a proclamação da República
Das Regências a proclamação da República
 
O período regencial
O período regencialO período regencial
O período regencial
 

Destaque

Abogados cronica
Abogados cronicaAbogados cronica
Abogados cronica
ASPM
 
Periodo regencial
Periodo regencialPeriodo regencial
Periodo regencial
Isabel Aguiar
 
Esquema de aula período regencial
Esquema de aula   período regencialEsquema de aula   período regencial
Esquema de aula período regencial
Alcidon Cunha
 
Cinema e educação
Cinema e educaçãoCinema e educação
Cinema e educação
Eddieuepg
 
CEGH 12 - O Período Regencial
CEGH 12 - O Período RegencialCEGH 12 - O Período Regencial
CEGH 12 - O Período Regencial
Prof Vaguito Sobrenome
 
78070797 a-felicidade-em-aristoteles
78070797 a-felicidade-em-aristoteles78070797 a-felicidade-em-aristoteles
78070797 a-felicidade-em-aristoteles
Adeilsa Ferreira
 
Felicidade 3 ano
Felicidade 3 anoFelicidade 3 ano
Felicidade 3 ano
Over Lane
 
Imperio periodoregencial
Imperio periodoregencialImperio periodoregencial
Imperio periodoregencial
Carlos Zaranza
 
Apresentação Anita Garibaldi
 Apresentação Anita Garibaldi Apresentação Anita Garibaldi
Apresentação Anita Garibaldi
Dayanne de Menezes
 
A ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasilA ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasil
Fatima Freitas
 
Ditadura militar disma
Ditadura militar dismaDitadura militar disma
Ditadura militar disma
Dismael Sagás
 
Músicas na ditadura militar
Músicas na ditadura militarMúsicas na ditadura militar
Músicas na ditadura militar
Edson Alves
 
07. brasil aula sobre período regencial
07. brasil aula sobre período regencial07. brasil aula sobre período regencial
07. brasil aula sobre período regencial
Darlan Campos
 
História de Mato Grosso - Prof Medeiros
História de Mato Grosso - Prof MedeirosHistória de Mato Grosso - Prof Medeiros
História de Mato Grosso - Prof Medeiros
João Medeiros
 
Aulão de história regional - UNEMAT 2014
Aulão de história regional - UNEMAT 2014Aulão de história regional - UNEMAT 2014
Aulão de história regional - UNEMAT 2014
Edenilson Morais
 
Brasil Império - Período Regencial (1831-1840)
Brasil Império  - Período Regencial (1831-1840)Brasil Império  - Período Regencial (1831-1840)
Brasil Império - Período Regencial (1831-1840)
Isaquel Silva
 
Muralhasda china
Muralhasda chinaMuralhasda china
Muralhasda china
Carlos Zaranza
 
Grecia Antiga
Grecia Antiga Grecia Antiga
Grecia Antiga
Carlos Zaranza
 
Música na ditadura militar
Música na ditadura militarMúsica na ditadura militar
Música na ditadura militar
liea
 
Primeiro reinado (1822 1831)
Primeiro reinado (1822 1831)Primeiro reinado (1822 1831)
Primeiro reinado (1822 1831)
PROFºWILTONREIS
 

Destaque (20)

Abogados cronica
Abogados cronicaAbogados cronica
Abogados cronica
 
Periodo regencial
Periodo regencialPeriodo regencial
Periodo regencial
 
Esquema de aula período regencial
Esquema de aula   período regencialEsquema de aula   período regencial
Esquema de aula período regencial
 
Cinema e educação
Cinema e educaçãoCinema e educação
Cinema e educação
 
CEGH 12 - O Período Regencial
CEGH 12 - O Período RegencialCEGH 12 - O Período Regencial
CEGH 12 - O Período Regencial
 
78070797 a-felicidade-em-aristoteles
78070797 a-felicidade-em-aristoteles78070797 a-felicidade-em-aristoteles
78070797 a-felicidade-em-aristoteles
 
Felicidade 3 ano
Felicidade 3 anoFelicidade 3 ano
Felicidade 3 ano
 
Imperio periodoregencial
Imperio periodoregencialImperio periodoregencial
Imperio periodoregencial
 
Apresentação Anita Garibaldi
 Apresentação Anita Garibaldi Apresentação Anita Garibaldi
Apresentação Anita Garibaldi
 
A ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasilA ditadura militar no brasil
A ditadura militar no brasil
 
Ditadura militar disma
Ditadura militar dismaDitadura militar disma
Ditadura militar disma
 
Músicas na ditadura militar
Músicas na ditadura militarMúsicas na ditadura militar
Músicas na ditadura militar
 
07. brasil aula sobre período regencial
07. brasil aula sobre período regencial07. brasil aula sobre período regencial
07. brasil aula sobre período regencial
 
História de Mato Grosso - Prof Medeiros
História de Mato Grosso - Prof MedeirosHistória de Mato Grosso - Prof Medeiros
História de Mato Grosso - Prof Medeiros
 
Aulão de história regional - UNEMAT 2014
Aulão de história regional - UNEMAT 2014Aulão de história regional - UNEMAT 2014
Aulão de história regional - UNEMAT 2014
 
Brasil Império - Período Regencial (1831-1840)
Brasil Império  - Período Regencial (1831-1840)Brasil Império  - Período Regencial (1831-1840)
Brasil Império - Período Regencial (1831-1840)
 
Muralhasda china
Muralhasda chinaMuralhasda china
Muralhasda china
 
Grecia Antiga
Grecia Antiga Grecia Antiga
Grecia Antiga
 
Música na ditadura militar
Música na ditadura militarMúsica na ditadura militar
Música na ditadura militar
 
Primeiro reinado (1822 1831)
Primeiro reinado (1822 1831)Primeiro reinado (1822 1831)
Primeiro reinado (1822 1831)
 

Semelhante a Periodo regencia ll.ppt aula 2⺠ano

1º reinado e período regencial
1º reinado e período regencial1º reinado e período regencial
1º reinado e período regencial
Auxiliadora
 
PERÍODO REGENCIAL.ppt
PERÍODO REGENCIAL.pptPERÍODO REGENCIAL.ppt
PERÍODO REGENCIAL.ppt
WLLIANEMARTINSDESOUS
 
7 regências
7  regências7  regências
7 regências
José Augusto Fiorin
 
2º médio segundo reinado aulas 14 e 15
2º médio segundo reinado aulas 14 e 152º médio segundo reinado aulas 14 e 15
2º médio segundo reinado aulas 14 e 15
Lú Carvalho
 
Período Regencial
Período RegencialPeríodo Regencial
Período Regencial
seixasmarianas
 
Brasil monárquico
Brasil monárquicoBrasil monárquico
Brasil monárquico
Marcela Marangon Ribeiro
 
A Partir Da Regencia Site
A Partir Da Regencia   SiteA Partir Da Regencia   Site
A Partir Da Regencia Site
Carlos Glufke
 
A Partir Da Regencia
A Partir Da RegenciaA Partir Da Regencia
A Partir Da Regencia
guest923616
 
3° ano período regencial
3° ano   período regencial3° ano   período regencial
3° ano período regencial
Daniel Alves Bronstrup
 
Período regencial (1831 1840)
Período regencial (1831  1840)Período regencial (1831  1840)
Período regencial (1831 1840)
Marilia Pimentel
 
A Partir De D. Joao VI
A Partir De D. Joao VIA Partir De D. Joao VI
A Partir De D. Joao VI
guest923616
 
A Partir De D. Joao VI
A Partir De D. Joao VIA Partir De D. Joao VI
A Partir De D. Joao VI
guest923616
 
3ano-perodoregencial2018-190516173129.pptx
3ano-perodoregencial2018-190516173129.pptx3ano-perodoregencial2018-190516173129.pptx
3ano-perodoregencial2018-190516173129.pptx
RobsonCamposdeAbreu
 
2º ano - Período Regencial e Revoltas
2º ano - Período Regencial e Revoltas2º ano - Período Regencial e Revoltas
2º ano - Período Regencial e Revoltas
Daniel Alves Bronstrup
 
3º ano Período Regencial
3º ano Período Regencial3º ano Período Regencial
3º ano Período Regencial
Daniel Alves Bronstrup
 
Brasil Império Período Regencial.ppt
Brasil Império Período Regencial.pptBrasil Império Período Regencial.ppt
Brasil Império Período Regencial.ppt
Alex Fonte
 
Brasil Império2018
Brasil Império2018Brasil Império2018
Brasil Império2018
Zeze Silva
 
2° ano Primeiro Reinado e Regências
2° ano   Primeiro Reinado e Regências2° ano   Primeiro Reinado e Regências
2° ano Primeiro Reinado e Regências
Daniel Alves Bronstrup
 
História do brasil 8
História do brasil 8História do brasil 8
História do brasil 8
fernandacarolinestang
 
Basicão – Brasil Império - 3ano – rafa= ]
Basicão – Brasil Império - 3ano – rafa= ]Basicão – Brasil Império - 3ano – rafa= ]
Basicão – Brasil Império - 3ano – rafa= ]
Rafael Noronha
 

Semelhante a Periodo regencia ll.ppt aula 2⺠ano (20)

1º reinado e período regencial
1º reinado e período regencial1º reinado e período regencial
1º reinado e período regencial
 
PERÍODO REGENCIAL.ppt
PERÍODO REGENCIAL.pptPERÍODO REGENCIAL.ppt
PERÍODO REGENCIAL.ppt
 
7 regências
7  regências7  regências
7 regências
 
2º médio segundo reinado aulas 14 e 15
2º médio segundo reinado aulas 14 e 152º médio segundo reinado aulas 14 e 15
2º médio segundo reinado aulas 14 e 15
 
Período Regencial
Período RegencialPeríodo Regencial
Período Regencial
 
Brasil monárquico
Brasil monárquicoBrasil monárquico
Brasil monárquico
 
A Partir Da Regencia Site
A Partir Da Regencia   SiteA Partir Da Regencia   Site
A Partir Da Regencia Site
 
A Partir Da Regencia
A Partir Da RegenciaA Partir Da Regencia
A Partir Da Regencia
 
3° ano período regencial
3° ano   período regencial3° ano   período regencial
3° ano período regencial
 
Período regencial (1831 1840)
Período regencial (1831  1840)Período regencial (1831  1840)
Período regencial (1831 1840)
 
A Partir De D. Joao VI
A Partir De D. Joao VIA Partir De D. Joao VI
A Partir De D. Joao VI
 
A Partir De D. Joao VI
A Partir De D. Joao VIA Partir De D. Joao VI
A Partir De D. Joao VI
 
3ano-perodoregencial2018-190516173129.pptx
3ano-perodoregencial2018-190516173129.pptx3ano-perodoregencial2018-190516173129.pptx
3ano-perodoregencial2018-190516173129.pptx
 
2º ano - Período Regencial e Revoltas
2º ano - Período Regencial e Revoltas2º ano - Período Regencial e Revoltas
2º ano - Período Regencial e Revoltas
 
3º ano Período Regencial
3º ano Período Regencial3º ano Período Regencial
3º ano Período Regencial
 
Brasil Império Período Regencial.ppt
Brasil Império Período Regencial.pptBrasil Império Período Regencial.ppt
Brasil Império Período Regencial.ppt
 
Brasil Império2018
Brasil Império2018Brasil Império2018
Brasil Império2018
 
2° ano Primeiro Reinado e Regências
2° ano   Primeiro Reinado e Regências2° ano   Primeiro Reinado e Regências
2° ano Primeiro Reinado e Regências
 
História do brasil 8
História do brasil 8História do brasil 8
História do brasil 8
 
Basicão – Brasil Império - 3ano – rafa= ]
Basicão – Brasil Império - 3ano – rafa= ]Basicão – Brasil Império - 3ano – rafa= ]
Basicão – Brasil Império - 3ano – rafa= ]
 

Último

VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptxVOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
mailabueno45
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Falcão Brasil
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Falcão Brasil
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
Sandra Pratas
 
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Miguel Delamontagne
 
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdfAdaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
CamilaSouza544051
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdfA Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
Falcão Brasil
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Falcão Brasil
 
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamasConhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
edusegtrab
 
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
JocelynNavarroBonta
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Falcão Brasil
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Falcão Brasil
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
valdeci17
 

Último (20)

VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptxVOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
 
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
 
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdfAdaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
Adaptacoes-de-Provas-para-Alunos-com-Deficiencia.pdf
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdfA Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
 
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamasConhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
 
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
 
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
 

Periodo regencia ll.ppt aula 2⺠ano

  • 2. BRASIL IMPÉRIO 1822-BRASIL IMPÉRIO 1822- 18891889 PRIMEIRO REINADO 1822-1831 PERIODO REGENCIAL 1831-1840 SEGUNDO REINADO 1840- 1889
  • 3.  Transição até a maioridade de D. Pedro II.  Instabilidade política (agitações internas).  Fases:  Regência Trina Provisória (Abr / Jul 1831);  Regência Trina Permanente (1831 – 1834);  Regência Una do Padre Feijó (1835 – 1837);  Regência Una de Araújo Lima (1837 – 1840). AVANÇO LIBERAL REGRESSO CONSERVADOR
  • 4. • Restauradores ou Caramurus: • Portugueses, descendentes de portugueses e burocratas ligados ao antigo governo de D. Pedro I. • Contrários a qualquer reforma política (conservadores). • Absolutistas. • Objetivo: volta de D. Pedro I. • Liberais Moderados ou Chimangos: • Proprietários rurais especialmente do Sudeste. • Monarquistas e escravistas. • Federalismo com forte controle do RJ (centralizadores). • Principal força política que controlava o governo na época. Tendências políticas do período:Tendências políticas do período:
  • 5. • Liberais Exaltados ou Farroupilhas ou Jurujubas: • Proprietários rurais de regiões periféricas sem influência do RJ, classe média urbana e setores do exército. • Fim da monarquia e proclamação da República. • Federalismo (grande autonomia provincial). • Alguns pregavam ideais democráticos inspirados na Revolução Francesa. • Foco de revoltas.
  • 6. DESENVOLVIMENTO DOS PARTIDOSDESENVOLVIMENTO DOS PARTIDOS POLÍTICOS:POLÍTICOS:
  • 7.  Reflete os interesses dos grupos mais importantes  Francisco de Lima ( exército) , Carneiro Campos (Conservador) e Nicolau Pereira (Liberais).  Buscou estabelecer paz interna  Anistia aos revoltosos  Suspensão provisória do Poder Moderador.  Proibição de criar novos impostos.  Proibição de dissolver a Câmara de Deputados.  Eleição de uma Regência Permanente. Regência Provisória (Abr/Jul 1831):Regência Provisória (Abr/Jul 1831):
  • 8. Regência Trina Permanente (1831 – 1834): 1- Composição Francisco de Lima, Bráulio Muniz ( Norte) e Costa Carvalho (Sul). Caráter mais liberal e menos conservador. Objetivo manter o status Quo- combater as revoltas. 2- Grupos políticos são redesenhados. Os Exaltados( Liberais radicais)- defendiam o federalismo e a democratização da sociedade. Os Moderados(PB)- queriam conservar a estrutura política do Império e o fim da vitaliciedade do senado. Os Restauradores( PP+PB)- manter o Império do Brasil ligado a Portugal.
  • 9. Ministro da Justiça- Padre Feijó( Moderado). Criação da Guarda Nacional- Composta membros da elite e cidadãos com direito ao voto. Extinguiu as revoltas liberais. Fortalecimento de Feijó.  Tenta derrubar José Bonifácio (restaurador) Responsável por D. Pedro II. Organizou o golpe + moderador (Assembléia não deu apoio). Com o poder esvaziado Feijó abdicou o cargo de Ministro da Justiça. Regência Trina PermanenteRegência Trina Permanente
  • 11. Regência Trina PermanenteRegência Trina Permanente O golpe fracassou mais as reformas foram implementadas- Avanço Liberal. Código de Processo Criminal (1832)–Habeas Corpus Ato Adicional 1834- Reforma a Constituição 1824. Institui o federalismo ( Assembleias Legislativa Provinciais). Substitui a Regência Trina pela Regência Una Com a morte de D. Pedro I é redesenhado novamente os partidos políticos. Fim dos restauradores. Progressista- concorda com o Ato Adicional e descentralização política. Regressista- contra o Ato adicional e defendia o centralismo
  • 12. Regência de FeijóRegência de Feijó (1835-1837)(1835-1837)  Várias revoltas pelo país (Cabanagem, Sabinada e Revolução Farroupilha).  Divisão nos Liberais Moderados (ver quadro do slide 4): Progressistas (posteriormente liberais): classe média urbana, alguns proprietários rurais e alguns membros do clero. Favoráveis a Feijó e ao Ato Adicional. Regressistas (posteriormente conservadores): maioria dos grandes proprietários, grandes comerciantes e burocratas. Centralizadores e contrários ao Ato Adicional.
  • 13. Regressistas no poder. Retorno da centralização monárquica. Criação do Colégio Pedro II, Arquivo Público Nacional e Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (“Ministério das Capacidades” – Bernardo Pereira de Vasconcelos, ministro da Justiça). Lei Interpretativa do Ato Adicional (Mai /1840): anulação prática do Ato Adicional. Capital (RJ) com poderes para nomear funcionários públicos, controlar órgãos da polícia e da justiça nos Estados. Aumento de disputas entre Regressistas X Progressistas. Regência de Araújo LimaRegência de Araújo Lima (1837 – 1840)(1837 – 1840)
  • 14. Fundação do “Clube da Maioridade” (1840): Grupo Progressista (ou Liberais). Antecipação da maioridade de D. Pedro II. Imperador = paz interna. “Golpe da Maioridade” – vitória do grupo liberal. Fim do período regencial.
  • 17. CABANAGEM - PARÁ (1835-1840)CABANAGEM - PARÁ (1835-1840)
  • 18.  CAUSAS: Isolamento da província, discordância dos participantes com o governo de D. Pedro I  OBJETIVOS: Independência da Província e Proclamação de uma república  LÍDERES: Antônio e Franscisco Vinagre  TERMINOU: Reação violenta do governo houve entre 30 ou 40 mil mortos
  • 19. Ampla participação popular (índios, negros, mestiços, escravos ou livres, porém, todos sem posses). Luta contra desigualdades. Sem programa político definido. Chegaram a tomar o poder mas foram traídos (Antônio Malcher, Francisco Vinagre e Eduardo Angelim). Por ser a mais popular das revoltas, foi a mais severamente reprimida (30 mil mortos ou 25% da população total da Província). As lideranças anônimas da Cabanagem: Domingos Onça, Mãe da Chuva, João do Mato, Sapateiro, Remeiro, Gigante do Fumo, Piroca Cana, Chico Viado, Pepira, Zefa de Cima, Zefa de Baixo, Maria da Bunda, etc. CARACTERÍSTICASCARACTERÍSTICAS
  • 20. SABINADA BAHIA (1837)SABINADA BAHIA (1837) Bandeira da República Bahiense, proclamada durante a rebelião.
  • 21.  CAUSAS: Oposição ao centralismo, renuncia de Feijó e eleição de Araújo Silva  OBJETIVO: Falta de propostas concretas, não tinha caráter separatista.  LÍDER: Francisco Sabino Álvares da Rocha  TERMINOU: prisão ou morte.
  • 22. Dificuldades econômicas da Província (causa principal) e recrutamento forçado para lutar contra os Farrapos no sul (causa imediata). Objetivo: República Provisória até a maioridade de D. Pedro II. Adesão da classe média urbana. Líderes presos ou mortos e expulsos da Bahia. CARACTERÍSTICASCARACTERÍSTICAS
  • 24.  CAUSAS: crise econômica do algodão e divergências entre grupos locais  OBJETIVO:F alta de propostas concretas e antilusitanas  LÍDER: Balaios: Raimundo Gomes, Manuel Francisco dos Anjos e o preto Cosme Legalistas Barão de Caxias  TERMINOU: prisão e condenação à morte.
  • 25. Manuel dos Anjos Ferreira (o “Balaio”), Raimundo Gomes (o “Cara Preta”) e Negro Cosme Bento: principais líderes. Causas: pobreza generalizada, concorrência com algodão dos EUA, privilégios de latifundiários e comerciantes portugueses. Vinganças pessoais (sem projeto político). Desunião entre participantes. Manipulados e traídos pelos liberais locais (“bem-te-vis”). Reprimidos por Luís Alves de Lima e Silva (futuro Duque de Caxias). CARACTERÍSTICASCARACTERÍSTICAS
  • 26. REVOLUÇÃO FARROUPILHAREVOLUÇÃO FARROUPILHA ou GUERRA DOS FARRAPOSou GUERRA DOS FARRAPOS RIO GRANDE DO SUL 1835-RIO GRANDE DO SUL 1835- 18451845  Batalha de Farrapos. José Wasth Rodrigues, PMSP.  A república de Piratini que ocupou o espaço geográfico dos atuais Estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul,contou com a participação dos escravos nesse movimento separatista proclamada por Bento Gonçalves.
  • 27.  CAUSAS: impostos exigidos pela produção de charque; discordância dos participantes com o centralismo administrativo e político.  OBJETIVOS: Autonomia provincial,f ormação de uma República independente.  LÍDER FARRAPOS: Bento Gonçalves, Canabarro e Garibaldi Legalista: Duque de Caxias  TERMINOU: após 10 anos de guerra, assinada a Paz de Ponche Verde; anistia os culpados incorporando os farrapos às tropas do governo.
  • 28. CARACTERÍSTICASCARACTERÍSTICAS A mais elitista e longa de todas as revoltas. Causas: Altos impostos sobre o charque gaúcho; Baixos impostos de importação sobre o charque platino (ARG e URU); Nomeação do Presidente de Província (governador) pelo Rio de Janeiro, contrário aos interesses gaúchos. Proclamação da República do Piratini, ou República Rio-Grandense (RS, a partir de 1835) e da República Juliana (SC, de jul-nov de 1839). Experiência de combate (guerras fronteiriças) e recursos econômicos para manter a guerra (elite provincial). Não houve unanimidade: Porto Alegre apoiou o governo central, bem como áreas de colonização germânica ou ligadas ao comércio com a capital.
  • 29. Acordo encerra conflito em 1845: “Paz de Ponche Verde” Anistia dos envolvidos gaúchos; Incorporação dos farrapos no exército nacional; Permissão para escolher o Presidente de Província; Devolução de terras confiscadas na guerra; Proteção ao charque gaúcho da concorrência externa; Libertação dos escravos envolvidos (?); “Surpresa de Porongos” (traição aos negros – 14/11/1844) Brasão de Porto Alegre: o termo “ leal e valerosa” refere- se ao apoio prestado pela cidade ao governo central (RJ).
  • 30. Garibaldi Bandeira dos farrapos Bandeira da República Juliana
  • 31. O Golpe da MaioridadeO Golpe da Maioridade  Desde 1835, a ideia de antecipar a maioridade já havia surgido no cenário político da Corte. Proprietários de escravos e de terras estavam assustados com a experiência de descentralização ocorrida durante o Período Regencial, que resultara em tantas revoltas sociais. O restabelecimento da autoridade monárquica era visto como a solução para a crise política.
  • 32. Queremos Pedro II, Ainda que não tenha idade. A nação dispensa a lei. Viva a Maioridade Por subir Pedrinho ao trono, Não fique o povo contente; Não pode ser coisa boa Servindo com a mesma gente.
  • 33.  O movimento, liderado por Antônio Carlos de Andrada, transformou-se num golpe palaciano, que terminou com a queda dos conservadores e a volta dos liberais.