O documento descreve a literatura produzida no Brasil colonial no século XVI, conhecida como Quinhentismo. Consistia principalmente em relatos e crônicas escritas por portugueses e jesuítas com o objetivo de fornecer informações sobre a nova colônia à metrópole. Também incluía poesia religiosa de autores como José de Anchieta, que tinha fins catequéticos de converter os indígenas.