Governança
Corporativa
AMANDA SOUZA SANTOS – TIA: 71370633
AVANIR WALLINY MARQUES– TIA: 71370471
CAIO CESAR DE CASTRO – TIA: 71370609
JONATAN GULLIFORD PEREIRA – TIA: 71370390
RONALDO FELICIO – TIA: 71370544
07.04.2014
Governança Corporativa
Um sistema de gestão pelo
qual as organizações são
dirigidas e controladas de
modo a garantir informações
precisas e a perpetuação de
sua existência.
Governança Corporativa
Os 4 grupos da Governança Corporativa
Guardião de Direitos: são as partes com interesses em
jogo nas empresas.
Sistema de Relações: pelo qual as sociedade são
dirigidas e monitoradas.
Estrutura de Poder: que se observa no interior das
corporações.
Sistema Normativo: rege as relações internas e
externas das companhias.
Fairness: Senso de justiça, equidade no
tratamento dos acionistas.
Disclosure: Transparência das informações.
Accountability: Prestação responsável de contas.
Compliance: Conformidade e cumprimento de
normas.
Valores
•Sistema normativo:
•Conduta ética,
integridade,
competividade,
responsabilidade.
•Estrutura de poder:
•Direcionamento
estratégico,
definição de papeis,
decisões.
•Sistema de
relações:
•Sistema que dirige,
monitora,
relacionamento.
•Guardião de
direitos de partes
interessadas:
•Shareholders e
outros
stakeholders.
Fairness:
senso de
justiça,
equidade
Disclosure:
transparência
Complice:
conformidade
Accountability:
prestação
responsável de
contas
Ligação dos grupos com os valores
Propriedade: Atributo fundamental, diferenciação;
Princípios: diretrizes e políticas corporativa;
Propósitos: maximização do retorno e conciliação de
interesses;
Papéis: clareza na separação de papeis;
Poder: estrutura de poder, definição, planejamento;
Práticas: constituição e empowerment, direcionamento,
homologação, monitoria, estratégias, acompanhamento de
riscos, gestão de conflitos, custos e relacionamento;
Perenidade: objetivo ultimo das organizações;
Pessoas: são a sustentação de todo esse sistema.
8 “P”s da Governança Corporativa
Antes da existir a lei sarbanes-oxley, o processo de
Governança teve inicio com 4 grandes marcos;
O ativismo de Robert Monks
O Relatório de CadBury
Princípios da OCDE
Lei Sarbanes-Oxley
Lei Sarbanes-Oxley
Prestação de contas (Accountability)
Responsabilidade Corporativa
Problemas de Agência
Princípios Básicos
Transparência
Cumprimento das Leis
Equidade
Principais Modelos
Outsider System
Em cada país, as melhores práticas de Governança
Corporativa são instituídas de acordo com o seu ambiente
social, econômico, corporativo e regulatório.
Insider System
O modelo brasileiro de
Governança Corporativa
Governança em Organizações não
Empresariais
Apesar de terem sido primeiramente
desenvolvidos para empresas, os princípios
e práticas de Governança também podem
ser adotados e trazer benefícios para
organizações não empresariais, por meio do
alinhamento de interesses em busca de
contribuir para o sucesso da organização e
para sua longevidade.
Governança em Organizações não
Empresariais
 Bem comum entre todos os agentes desse sistema
(cooperados, administradores, funcionários e a sociedade).
 Governança corporativa para cooperativas – redução de
conflitos e riscos inerentes ao tipo de organização.
 Necessidade de maior organização para que se mantenha a
contribuição e participação dos cooperados.
 As boas práticas de governança representam ferramentas
para preservar a participação igualitária, a gestão
eficiente e responsável e a consequente perenidade das
cooperativas.
Cooperativas
Organizações sem fins lucrativos que buscam
contribuir para uma sociedade melhor e mais
justa.
Criadas e mantidas pela ênfase na participação voluntaria
praticas da caridade, da filantropia e do mercenato;
Governança corporativa para terceiro setor:
• Confiabilidade
• Credibilidade
• Divulgação da imagem institucional.
Terceiro Setor
Governança corporativa em
empresas familiares
Governança corporativa em
empresas familiares
• Comando único e centralizado;
• Estrutura administrativa e operacional enxuta;
• Relações comunitárias e comerciais decorrentes de um
nome respeitado;
• Organização interna leal e dedicada;
• Valorização da confiança;
• Grupo interessado e unido;
• Sensibilidade em relação ao bem estar dos empregados e
da comunidade onde atua;
• Continuidade e integridade das diretrizes administrativas e
focos de atenção da empresa.
Vantagens:
Governança corporativa em
empresas familiares
• Processos sucessórios;
• Conceito de família, propriedade e empresa;
• Postura de autoritarismo do fundador;
• Exigência de dedicação exclusiva dos familiares para o
sucesso do negocio;
• Laços afetivos;
• Antiguidade versus eficácia ou competência;
• Submissão sufocando criatividade (no polo dos
empregados);
• Jogos de poder e interesse da família versus empresa como
um todo.
Desvantagens:
• Conselho de Administração - atuação voltada para a
própria organização empresarial;
• Conselho Familiar - esta associada à atuação da família na
empresa;
• O enfoque da governança corporativa é incentivar a
existência de um Conselho de Administração, eliminando
da companhia a concentração do poder em apenas um
indivíduo.
Conselho de Administração X
Conselho Familiar
Remuneração
De acordo com o Código Brasileiro das Melhores Práticas de
Governança Corporativa, a remuneração da diretoria deve
estar vinculada a resultados, para que seu desempenho
coincida com o que seja melhor para os sócios e para a
sociedade.
Remuneração da Diretoria
Participação nos lucros
Remuneração por resultados
Existem dois tipos de remuneração variável:
As principais formas de remuneração variável são:
Remuneração da Diretoria
Gain Sharing
Profit Sharing:
Stock Options
Pay-for-Performance
Skill-based-Pay
É estratégico para a empresa a definição da
remuneração do presidente da diretoria executiva,
do gerente geral, do executivo financeiro e dos
conselheiros.
O conselheiro deve receber na mesma base do
valor da hora de trabalho do executivo principal
(CEO), inclusive bônus e benefícios proporcionais
ao tempo efetivamente dedicado à função.
Remuneração da Diretoria Executiva e
dos Conselheiros
A Remuneração dos Executivos
de Eike Batista
A Remuneração dos Executivos
de Eike Batista
Linha do Tempo
Mundo X Brasil
Mundo
Crise Financeira que
atingiu vários países
O fundador da Satyam,
admitiu ter manipulado os
balanços da empresa
O caso de Steve Jobs faz
ressurgir debates sobre
planejamento de sucessão
A CVM lança a instrução
480
Facebook abre capital
em ações
Divulgada a lei nº 12.527
ampliando a transparência
Lançado o código de
melhores práticas de GC
O IBGC lança a Carta
Diretriz 1
Ações da Lojas Renner
1º Prêmio IBGC
Brasil
2005
2009
2011
2012
2008
Lançado o comitê de
Aquisições e Fusões (CAF)
Oque aconteceu?
X
Conselhos
Independentes
Externos
Internos
Reunião dos conselheiros independentes e externos
Avaliação do Conselho e do Conselheiros
Qualificação do Conselheiro
Composição do Conselho
Conselheiros
Avaliação da Diretoria Executiva
Auditoria independente
Gerenciamento de riscos
Divulgação da responsabilidade corporativa
O Conselho de Administração
Conselho de Administração
Conselho Consultivo
Missão do Conselho de Administração
Competências
Conselhos
Conselho Passivo
Conselho Certificador
Conselho Envolvido
Conselho Interventor
Conselho Operativo
Tipos de Conselhos de
Administração
- Governança Corporativa - sistema pelo qual as sociedades são
dirigidas e monitoradas, envolvendo os relacionamentos entre
acionistas / cotistas, conselhos de administração, diretoria,
auditoria independente e conselho fiscal (IBGC);
- Governança corporativa = ética empresarial;
- Começou a ser utilizado nos Estados Unidos no final dos anos 80;
- No Brasil, surge a partir das privatizações e abertura do mercado
nacional nos anos 1990;
- 1999 - lançamento do Código Brasileiro das Melhores Práticas de
Governança Corporativa, pelo IBGC;
- Lei Sarbanes Oxley – lei americana promulgada em 06/2002 em
resposta a escândalos em demonstrativos financeiros. Visa
aperfeiçoar os controles financeiros das empresas e apresentar
eficiência na governança corporativa;
Conclusão
Conclusão
- Transparência (informação), equidade (tratamento igualitário),
accountability (prestação de contas) como principais princípios da
GC;
- Modelos Outsider System e Insider System – descentralização de
comando anglo-saxão (EUA e Reino Unido) e estrutura de
propriedade centralizada (Europa Continental, Japão e Brasil);
- Atuação da governança corporativa em organizações não
empresariais – aspectos e particularidades de entidades sem fins
lucrativos e como a GC é possível em empresas familiares;
- Tipos de remuneração executiva - atrelada a resultados
alcançados;
- Principais personagens e suas funções dentro do sistema;
- Tipos de conselho administrativo, diferenças e principais
atribuições.
“As boas práticas de Governança
Corporativa têm a finalidade de
aumentar o valor da sociedade, facilitar
seu acesso ao capital e contribuir para a
sua perenidade”.
• FRENTROP, Paul. A history of corporate governance: 1602-2002. Amsterdam:
Deminor, 2002.
• IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Código das Melhores
Práticas de Governança Corporativa, 4ª edição, São Paulo: IBGC, 2009.
• ROSSETTI, José Paschoal; ANDRADE Adriana. Governança Corporativa.
Fundamentos, desenvolvimento e tendências, 5ª Edição, São Paulo: Editora Atlas
S.A, 2011.
• SILVA, André Luiz Carvalhal. Governança Corporativa e Sucesso Empresarial:
melhores práticas para aumentar o valor da firma. São Paulo: Saraiva, 2006.
• COLLIN, James C.& PORRAS, Jerry I., Feitas Para Durar – Práticas bem
sucedidas de empresas visionários e de Gestão. Rio de Janeiro: Rocco;
• COLLINS, Jim, GOOD TO GREAT – Empresas feitas para vencer – Por que
apenas algumas empresas brilham. 12ª. Ed. Rio de Janeiro: Campus;
• http://jus.com.br/artigos/22915/governanca-corporativa-em-empresas-familiares
acesso 19/03/2014 22:19
• http://www.ibgc.org.br/inter.php?id=18161 acesso 09/03/14 13:40
• http://pt.slideshare.net/sbonfantti2010/governana-corporativa-
trabalhoconclusomba2006 acesso 27/03/2014 23:00
Referencias Bibliográficas
Governança
Corporativa
Obrigado!
07.04.2014

Governança Corporativa_Pós Mackenzie

  • 1.
    Governança Corporativa AMANDA SOUZA SANTOS– TIA: 71370633 AVANIR WALLINY MARQUES– TIA: 71370471 CAIO CESAR DE CASTRO – TIA: 71370609 JONATAN GULLIFORD PEREIRA – TIA: 71370390 RONALDO FELICIO – TIA: 71370544 07.04.2014
  • 2.
  • 3.
    Um sistema degestão pelo qual as organizações são dirigidas e controladas de modo a garantir informações precisas e a perpetuação de sua existência. Governança Corporativa
  • 4.
    Os 4 gruposda Governança Corporativa Guardião de Direitos: são as partes com interesses em jogo nas empresas. Sistema de Relações: pelo qual as sociedade são dirigidas e monitoradas. Estrutura de Poder: que se observa no interior das corporações. Sistema Normativo: rege as relações internas e externas das companhias.
  • 5.
    Fairness: Senso dejustiça, equidade no tratamento dos acionistas. Disclosure: Transparência das informações. Accountability: Prestação responsável de contas. Compliance: Conformidade e cumprimento de normas. Valores
  • 6.
    •Sistema normativo: •Conduta ética, integridade, competividade, responsabilidade. •Estruturade poder: •Direcionamento estratégico, definição de papeis, decisões. •Sistema de relações: •Sistema que dirige, monitora, relacionamento. •Guardião de direitos de partes interessadas: •Shareholders e outros stakeholders. Fairness: senso de justiça, equidade Disclosure: transparência Complice: conformidade Accountability: prestação responsável de contas Ligação dos grupos com os valores
  • 7.
    Propriedade: Atributo fundamental,diferenciação; Princípios: diretrizes e políticas corporativa; Propósitos: maximização do retorno e conciliação de interesses; Papéis: clareza na separação de papeis; Poder: estrutura de poder, definição, planejamento; Práticas: constituição e empowerment, direcionamento, homologação, monitoria, estratégias, acompanhamento de riscos, gestão de conflitos, custos e relacionamento; Perenidade: objetivo ultimo das organizações; Pessoas: são a sustentação de todo esse sistema. 8 “P”s da Governança Corporativa
  • 8.
    Antes da existira lei sarbanes-oxley, o processo de Governança teve inicio com 4 grandes marcos; O ativismo de Robert Monks O Relatório de CadBury Princípios da OCDE Lei Sarbanes-Oxley Lei Sarbanes-Oxley
  • 9.
    Prestação de contas(Accountability) Responsabilidade Corporativa Problemas de Agência Princípios Básicos Transparência Cumprimento das Leis Equidade
  • 10.
    Principais Modelos Outsider System Emcada país, as melhores práticas de Governança Corporativa são instituídas de acordo com o seu ambiente social, econômico, corporativo e regulatório. Insider System O modelo brasileiro de Governança Corporativa
  • 11.
  • 12.
    Apesar de teremsido primeiramente desenvolvidos para empresas, os princípios e práticas de Governança também podem ser adotados e trazer benefícios para organizações não empresariais, por meio do alinhamento de interesses em busca de contribuir para o sucesso da organização e para sua longevidade. Governança em Organizações não Empresariais
  • 13.
     Bem comumentre todos os agentes desse sistema (cooperados, administradores, funcionários e a sociedade).  Governança corporativa para cooperativas – redução de conflitos e riscos inerentes ao tipo de organização.  Necessidade de maior organização para que se mantenha a contribuição e participação dos cooperados.  As boas práticas de governança representam ferramentas para preservar a participação igualitária, a gestão eficiente e responsável e a consequente perenidade das cooperativas. Cooperativas
  • 14.
    Organizações sem finslucrativos que buscam contribuir para uma sociedade melhor e mais justa. Criadas e mantidas pela ênfase na participação voluntaria praticas da caridade, da filantropia e do mercenato; Governança corporativa para terceiro setor: • Confiabilidade • Credibilidade • Divulgação da imagem institucional. Terceiro Setor
  • 15.
  • 16.
    Governança corporativa em empresasfamiliares • Comando único e centralizado; • Estrutura administrativa e operacional enxuta; • Relações comunitárias e comerciais decorrentes de um nome respeitado; • Organização interna leal e dedicada; • Valorização da confiança; • Grupo interessado e unido; • Sensibilidade em relação ao bem estar dos empregados e da comunidade onde atua; • Continuidade e integridade das diretrizes administrativas e focos de atenção da empresa. Vantagens:
  • 17.
    Governança corporativa em empresasfamiliares • Processos sucessórios; • Conceito de família, propriedade e empresa; • Postura de autoritarismo do fundador; • Exigência de dedicação exclusiva dos familiares para o sucesso do negocio; • Laços afetivos; • Antiguidade versus eficácia ou competência; • Submissão sufocando criatividade (no polo dos empregados); • Jogos de poder e interesse da família versus empresa como um todo. Desvantagens:
  • 18.
    • Conselho deAdministração - atuação voltada para a própria organização empresarial; • Conselho Familiar - esta associada à atuação da família na empresa; • O enfoque da governança corporativa é incentivar a existência de um Conselho de Administração, eliminando da companhia a concentração do poder em apenas um indivíduo. Conselho de Administração X Conselho Familiar
  • 19.
  • 20.
    De acordo como Código Brasileiro das Melhores Práticas de Governança Corporativa, a remuneração da diretoria deve estar vinculada a resultados, para que seu desempenho coincida com o que seja melhor para os sócios e para a sociedade. Remuneração da Diretoria Participação nos lucros Remuneração por resultados Existem dois tipos de remuneração variável:
  • 21.
    As principais formasde remuneração variável são: Remuneração da Diretoria Gain Sharing Profit Sharing: Stock Options Pay-for-Performance Skill-based-Pay
  • 22.
    É estratégico paraa empresa a definição da remuneração do presidente da diretoria executiva, do gerente geral, do executivo financeiro e dos conselheiros. O conselheiro deve receber na mesma base do valor da hora de trabalho do executivo principal (CEO), inclusive bônus e benefícios proporcionais ao tempo efetivamente dedicado à função. Remuneração da Diretoria Executiva e dos Conselheiros
  • 23.
    A Remuneração dosExecutivos de Eike Batista
  • 24.
    A Remuneração dosExecutivos de Eike Batista
  • 25.
  • 26.
    Mundo Crise Financeira que atingiuvários países O fundador da Satyam, admitiu ter manipulado os balanços da empresa O caso de Steve Jobs faz ressurgir debates sobre planejamento de sucessão A CVM lança a instrução 480 Facebook abre capital em ações Divulgada a lei nº 12.527 ampliando a transparência Lançado o código de melhores práticas de GC O IBGC lança a Carta Diretriz 1 Ações da Lojas Renner 1º Prêmio IBGC Brasil 2005 2009 2011 2012 2008 Lançado o comitê de Aquisições e Fusões (CAF) Oque aconteceu? X
  • 27.
  • 28.
    Independentes Externos Internos Reunião dos conselheirosindependentes e externos Avaliação do Conselho e do Conselheiros Qualificação do Conselheiro Composição do Conselho Conselheiros
  • 29.
    Avaliação da DiretoriaExecutiva Auditoria independente Gerenciamento de riscos Divulgação da responsabilidade corporativa O Conselho de Administração
  • 30.
    Conselho de Administração ConselhoConsultivo Missão do Conselho de Administração Competências Conselhos
  • 31.
    Conselho Passivo Conselho Certificador ConselhoEnvolvido Conselho Interventor Conselho Operativo Tipos de Conselhos de Administração
  • 32.
    - Governança Corporativa- sistema pelo qual as sociedades são dirigidas e monitoradas, envolvendo os relacionamentos entre acionistas / cotistas, conselhos de administração, diretoria, auditoria independente e conselho fiscal (IBGC); - Governança corporativa = ética empresarial; - Começou a ser utilizado nos Estados Unidos no final dos anos 80; - No Brasil, surge a partir das privatizações e abertura do mercado nacional nos anos 1990; - 1999 - lançamento do Código Brasileiro das Melhores Práticas de Governança Corporativa, pelo IBGC; - Lei Sarbanes Oxley – lei americana promulgada em 06/2002 em resposta a escândalos em demonstrativos financeiros. Visa aperfeiçoar os controles financeiros das empresas e apresentar eficiência na governança corporativa; Conclusão
  • 33.
    Conclusão - Transparência (informação),equidade (tratamento igualitário), accountability (prestação de contas) como principais princípios da GC; - Modelos Outsider System e Insider System – descentralização de comando anglo-saxão (EUA e Reino Unido) e estrutura de propriedade centralizada (Europa Continental, Japão e Brasil); - Atuação da governança corporativa em organizações não empresariais – aspectos e particularidades de entidades sem fins lucrativos e como a GC é possível em empresas familiares; - Tipos de remuneração executiva - atrelada a resultados alcançados; - Principais personagens e suas funções dentro do sistema; - Tipos de conselho administrativo, diferenças e principais atribuições.
  • 34.
    “As boas práticasde Governança Corporativa têm a finalidade de aumentar o valor da sociedade, facilitar seu acesso ao capital e contribuir para a sua perenidade”.
  • 35.
    • FRENTROP, Paul.A history of corporate governance: 1602-2002. Amsterdam: Deminor, 2002. • IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa, 4ª edição, São Paulo: IBGC, 2009. • ROSSETTI, José Paschoal; ANDRADE Adriana. Governança Corporativa. Fundamentos, desenvolvimento e tendências, 5ª Edição, São Paulo: Editora Atlas S.A, 2011. • SILVA, André Luiz Carvalhal. Governança Corporativa e Sucesso Empresarial: melhores práticas para aumentar o valor da firma. São Paulo: Saraiva, 2006. • COLLIN, James C.& PORRAS, Jerry I., Feitas Para Durar – Práticas bem sucedidas de empresas visionários e de Gestão. Rio de Janeiro: Rocco; • COLLINS, Jim, GOOD TO GREAT – Empresas feitas para vencer – Por que apenas algumas empresas brilham. 12ª. Ed. Rio de Janeiro: Campus; • http://jus.com.br/artigos/22915/governanca-corporativa-em-empresas-familiares acesso 19/03/2014 22:19 • http://www.ibgc.org.br/inter.php?id=18161 acesso 09/03/14 13:40 • http://pt.slideshare.net/sbonfantti2010/governana-corporativa- trabalhoconclusomba2006 acesso 27/03/2014 23:00 Referencias Bibliográficas
  • 36.