SlideShare uma empresa Scribd logo
 
A história da Literatura é didaticamente dividida em conjuntos  (Eras)  ou  períodos (escolas) ,   levando em conta o momento histórico em que tais obras foram produzidas.
No estudo da literatura, costuma-se dividir a produção literária de um país em Eras/Épocas, e essas Eras/Épocas dividem-se em fases menores, também conhecidas como  escolas, correntes ou movimentos.  As escolas literárias  correspondem à  fases (períodos) histórico-culturais  em que determinados valores estéticos e ideológicos resultam na criação de obras mais ou menos próximas no estilo e na visão de mundo.  Diferenciam-se do  estilo de época  por terem uma abrangência maior, englobando circunstâncias como as condições do meio, as influências filosóficas e políticas, etc.
Uma  escola literária  é composta por um conjunto de obras e  autores com  semelhanças estilísticas e temáticas  que predominam durante um determinado espaço de tempo. O termo  escola literária  é equivalente a  estilo literário  ou  estilo de época . Estilo literário ou estilo de época  é o conjunto de características  comuns a  grande maioria das obras de um determinado período cronológico. Estilo pessoal  é o conjunto de características temáticas e estilísticas de um determinado autor.
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
A ascensão, predominância e decadência de uma escola ou de um movimento não ocorrem arbitrariamente, apenas pela vontade dos artistas, mas resultam de um  processo complexo de influências do espírito de cada época sobre os indivíduos. Em certas circunstâncias históricas  - crises políticas, mudanças violentas ou condições opressivas - a criação de uma arte nova, de um estilo novo e de uma nova maneira de registar as coisas torna-se urgente para os escritores e os artistas em geral. Entretanto, a vitória de uma nova corrente não apaga de todo o prestígio e a força da antiga. Podemos assistir à coexistência de movimentos opostos numa mesma faixa temporal. Logo  as datas de início e fim de um período não implicam o predomínio automático de um período sobre outro, mas a tentativa de ordenação e simplificação pedagógica dos fenómenos literários .
Século XII (Fundação de Portugal)  ao Século XVI (Descobrimentos) ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Cantigas (amor, amigo, escárnio e maldizer). Predomínio da emoção. Cristianismo. Influência das tradições populares. Temas profanos. Ambiente cortês, rural ou marítimo. Temas: amor, saudade, crítica social. Exaltação do ideal cavaleiresco. Emprego de formas simples.  Estrutura simples, repetições. POESIA TROVADORESCA
Separação entre a música e o texto poético. Ascensão da burguesia mercantilista. Expansão comercial e marítima. Desenvolvimento cultural. Transição do teocentrismo para o antropocentrismo.  Fernão Lopes: Crônicas Históricas, ênfase no campo psicológico, personagens. Gil Vicente: Teatro popular.      - profano (sátira ao teocentrismo);      - alegoria - metafórica;      - tipo - não fala nomes;      - quadros - sem seqüência: mentalidade medieval. HUMANISMO Início: 1434 (nomeação de Fernão Lopes) Término: 1527 (retorno de Sá de Miranda) TRANS IÇÃO
Século XVI (Descobrimentos)  ao Século XIX (Revolução Francesa e Invasões) De cerca de 1527 até 1825 (data da publicação do poema  Camões  de Almeida Garrett) ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Idealização amorosa. Predomínio da razão. Paganismo. Influência da cultura greco-romana. Antropocentrismo. Universalismo. Busca de clareza e equilíbrio. Nacionalismo. Gosto pelo soneto (forma clássica). Busca do equilíbrio formal. Camões. Séc. XVI. ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],CLASSICISMO
Conflito (antropocentrismo X teocentrismo). Oposição (material X espiritual). Conflito entre fé e razão. Cristianismo. Morbidez, angústia. Idealização amorosa, sensualidade. Consciência da efemeridade do tempo. Gosto por raciocínios complexos. Gosto pelo soneto. Construções complexas e raras, uso de figuras de linguagens. Séc. XVII Sugestões sonoras e cromáticas (cor). BARROCO
Predomínio da razão. Universalismo. Materialismo, cientificismo. Paganismo. Gosto pela claridade. Mulher distante, abstrata. Sobriedade. Objetivismo. Natureza como pano de fundo, BUCOLISMO. Belo artístico equivalente à imitação perfeita dos modelos clássicos Séc. XVIII ARCADISMO
Século XIX e Século XX  (de cerca de 1825 até à 2ª. Grande Guerra)
Século XX (da 2ª. Grande Guerra aos nossos dias) Do Neo-Realismo à Actualidade
R E N A S C I M E N T O R E V I N D U S T R I A L / F R A N C E S A TROVADORISMO SEC. XII a SEC. XIV HUMANISMO SEC. XV CLASSICISMO SEC. XVI BARROCO SEC. XVII ARCADISMO NEOCLASSICISMO SEC. XVIII ROMANTISMO SEC. XIX  (1ª metade) REALISMO NATURALISMO PARNASIANISMO SEC. XIX  (2ª metade) SIMBOLISMO SEC. XIX  (final) PRÉ-MODERNISMO SEC.XX  (início) MODERNISMO SEC. XX 1º tempo =  1922  a  1930 2º tempo =  1930  a  1945 3º tempo =  1945  a  ???? ESCOLAS  LITERÁRIAS ERA  MEDIEVAL ERA  CLÁSSICA ERA  MODERNA
 
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

A poesia palaciana
A poesia palacianaA poesia palaciana
A poesia palaciana
Cainha18
 
LINGUAGEM CULTA X COLOQUIAL
LINGUAGEM CULTA X COLOQUIALLINGUAGEM CULTA X COLOQUIAL
LINGUAGEM CULTA X COLOQUIAL
Thainá Assunção
 
Luís Vaz de Camões
Luís Vaz de CamõesLuís Vaz de Camões
Luís Vaz de Camões
Cláudia Heloísa
 
Funções sintáticas da frase
Funções sintáticas da fraseFunções sintáticas da frase
Funções sintáticas da frase
Vanda Marques
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagem Figuras de linguagem
Figuras de linguagem
Denise
 
Texto narrativo
Texto narrativoTexto narrativo
Texto narrativo
Ana Arminda Moreira
 
Orações coordenadas e subordinadas esquema
Orações coordenadas e subordinadas   esquemaOrações coordenadas e subordinadas   esquema
Orações coordenadas e subordinadas esquema
Paulo Portelada
 
Trovadorismo I
Trovadorismo ITrovadorismo I
Trovadorismo I
Cláudia Heloísa
 
Questionário Poesia Trovadoresca
Questionário Poesia TrovadorescaQuestionário Poesia Trovadoresca
Questionário Poesia Trovadoresca
Elsa Maximiano
 
Conectores
ConectoresConectores
Conectores
lauraneves
 
Dicotomia cidade campo
Dicotomia cidade campoDicotomia cidade campo
Dicotomia cidade campo
1103sancho
 
Poema Liberdade, de Fernando Pessoa
Poema Liberdade, de Fernando PessoaPoema Liberdade, de Fernando Pessoa
Poema Liberdade, de Fernando Pessoa
Dina Baptista
 
Coordenação. Subordinação
Coordenação. SubordinaçãoCoordenação. Subordinação
Coordenação. Subordinação
Rosalina Simão Nunes
 
Coerência e coesão textual
Coerência e coesão textualCoerência e coesão textual
Coerência e coesão textual
ISJ
 
Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
Colégio Santa Luzia
 
Relato
RelatoRelato
Relato
Scheyla Lima
 
Tipos e mecanismos de coesão textual
Tipos e mecanismos de coesão textual Tipos e mecanismos de coesão textual
Tipos e mecanismos de coesão textual
Josiane Franzó
 
Concordancia verbal-slide-adriana
Concordancia verbal-slide-adrianaConcordancia verbal-slide-adriana
Concordancia verbal-slide-adriana
Lucilene Barcelos
 
Resumos Exame Nacional Português 12º ano
Resumos Exame Nacional Português 12º ano Resumos Exame Nacional Português 12º ano
Resumos Exame Nacional Português 12º ano
Paula Pereira
 
Predicativo do complemento direto
Predicativo do complemento diretoPredicativo do complemento direto
Predicativo do complemento direto
quintaldasletras
 

Mais procurados (20)

A poesia palaciana
A poesia palacianaA poesia palaciana
A poesia palaciana
 
LINGUAGEM CULTA X COLOQUIAL
LINGUAGEM CULTA X COLOQUIALLINGUAGEM CULTA X COLOQUIAL
LINGUAGEM CULTA X COLOQUIAL
 
Luís Vaz de Camões
Luís Vaz de CamõesLuís Vaz de Camões
Luís Vaz de Camões
 
Funções sintáticas da frase
Funções sintáticas da fraseFunções sintáticas da frase
Funções sintáticas da frase
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagem Figuras de linguagem
Figuras de linguagem
 
Texto narrativo
Texto narrativoTexto narrativo
Texto narrativo
 
Orações coordenadas e subordinadas esquema
Orações coordenadas e subordinadas   esquemaOrações coordenadas e subordinadas   esquema
Orações coordenadas e subordinadas esquema
 
Trovadorismo I
Trovadorismo ITrovadorismo I
Trovadorismo I
 
Questionário Poesia Trovadoresca
Questionário Poesia TrovadorescaQuestionário Poesia Trovadoresca
Questionário Poesia Trovadoresca
 
Conectores
ConectoresConectores
Conectores
 
Dicotomia cidade campo
Dicotomia cidade campoDicotomia cidade campo
Dicotomia cidade campo
 
Poema Liberdade, de Fernando Pessoa
Poema Liberdade, de Fernando PessoaPoema Liberdade, de Fernando Pessoa
Poema Liberdade, de Fernando Pessoa
 
Coordenação. Subordinação
Coordenação. SubordinaçãoCoordenação. Subordinação
Coordenação. Subordinação
 
Coerência e coesão textual
Coerência e coesão textualCoerência e coesão textual
Coerência e coesão textual
 
Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
 
Relato
RelatoRelato
Relato
 
Tipos e mecanismos de coesão textual
Tipos e mecanismos de coesão textual Tipos e mecanismos de coesão textual
Tipos e mecanismos de coesão textual
 
Concordancia verbal-slide-adriana
Concordancia verbal-slide-adrianaConcordancia verbal-slide-adriana
Concordancia verbal-slide-adriana
 
Resumos Exame Nacional Português 12º ano
Resumos Exame Nacional Português 12º ano Resumos Exame Nacional Português 12º ano
Resumos Exame Nacional Português 12º ano
 
Predicativo do complemento direto
Predicativo do complemento diretoPredicativo do complemento direto
Predicativo do complemento direto
 

Destaque

Épocas literárias
Épocas literáriasÉpocas literárias
Épocas literárias
heleira02
 
Gêneros Publicitários
Gêneros PublicitáriosGêneros Publicitários
Gêneros Publicitários
Kesia Renata
 
P.ant vieira bio
P.ant vieira bioP.ant vieira bio
P.ant vieira bio
Helena Coutinho
 
Epígrafe sermao
Epígrafe sermaoEpígrafe sermao
Epígrafe sermao
Helena Coutinho
 
Relato hagiografico
Relato hagiograficoRelato hagiografico
Relato hagiografico
Helena Coutinho
 
Santo antónio e padre antónio vieira – diferenças e semelhanças
Santo antónio e padre antónio vieira – diferenças e semelhançasSanto antónio e padre antónio vieira – diferenças e semelhanças
Santo antónio e padre antónio vieira – diferenças e semelhanças
Helena Coutinho
 
. Maias simplificado
. Maias simplificado. Maias simplificado
. Maias simplificado
Helena Coutinho
 
Cantigas de amor duas análises
Cantigas de amor duas análisesCantigas de amor duas análises
Cantigas de amor duas análises
Helena Coutinho
 
Cantigas de amor
Cantigas de amorCantigas de amor
Cantigas de amor
Helena Coutinho
 
As cantigas de amigo
As cantigas de amigoAs cantigas de amigo
As cantigas de amigo
Helena Coutinho
 

Destaque (10)

Épocas literárias
Épocas literáriasÉpocas literárias
Épocas literárias
 
Gêneros Publicitários
Gêneros PublicitáriosGêneros Publicitários
Gêneros Publicitários
 
P.ant vieira bio
P.ant vieira bioP.ant vieira bio
P.ant vieira bio
 
Epígrafe sermao
Epígrafe sermaoEpígrafe sermao
Epígrafe sermao
 
Relato hagiografico
Relato hagiograficoRelato hagiografico
Relato hagiografico
 
Santo antónio e padre antónio vieira – diferenças e semelhanças
Santo antónio e padre antónio vieira – diferenças e semelhançasSanto antónio e padre antónio vieira – diferenças e semelhanças
Santo antónio e padre antónio vieira – diferenças e semelhanças
 
. Maias simplificado
. Maias simplificado. Maias simplificado
. Maias simplificado
 
Cantigas de amor duas análises
Cantigas de amor duas análisesCantigas de amor duas análises
Cantigas de amor duas análises
 
Cantigas de amor
Cantigas de amorCantigas de amor
Cantigas de amor
 
As cantigas de amigo
As cantigas de amigoAs cantigas de amigo
As cantigas de amigo
 

Semelhante a Épocas literárias

Estilo de época
Estilo de épocaEstilo de época
Estilo de época
Estilo de épocaEstilo de época
Estilos literarios
Estilos literariosEstilos literarios
Estilos literarios
Débora Martins
 
Estilos literarios
Estilos literariosEstilos literarios
Estilos literarios
Débora Martins
 
Escola literaria.ppt
Escola literaria.pptEscola literaria.ppt
Escola literaria.ppt
GrazielaLima12
 
ESCOLAS LITERÁRIAS.ppt
ESCOLAS LITERÁRIAS.pptESCOLAS LITERÁRIAS.ppt
ESCOLAS LITERÁRIAS.ppt
CsarMarin3
 
Revisão literária
Revisão literária Revisão literária
Revisão literária
MichellyMadalena1
 
revisc3a3o-literc3a1ria.ppt
revisc3a3o-literc3a1ria.pptrevisc3a3o-literc3a1ria.ppt
revisc3a3o-literc3a1ria.ppt
MaiteFerreira4
 
INTRODUÇÃO À LITERATURA
INTRODUÇÃO À LITERATURAINTRODUÇÃO À LITERATURA
INTRODUÇÃO À LITERATURA
Miriam Zelmikaitis
 
Bosi, alfredo. formações ideológicas na cultura brasileira.
Bosi, alfredo. formações ideológicas na cultura brasileira.Bosi, alfredo. formações ideológicas na cultura brasileira.
Bosi, alfredo. formações ideológicas na cultura brasileira.
IFPE - Campus Garanhuns
 
Linha de tempo 1
Linha de tempo 1Linha de tempo 1
Linha de tempo
Linha de tempo Linha de tempo
Formações ideológicas na cultura brasileira - Alfredo Bosi.
Formações ideológicas na cultura brasileira - Alfredo Bosi.Formações ideológicas na cultura brasileira - Alfredo Bosi.
Formações ideológicas na cultura brasileira - Alfredo Bosi.
Secretaria da Cultura de Araçatuba-SP
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Sincretismo e transição: o penumbrismo
Sincretismo e transição: o penumbrismoSincretismo e transição: o penumbrismo
Sincretismo e transição: o penumbrismo
Adilson P Motta Motta
 
Sincretismo e transição - o penumbrismo
Sincretismo e transição  - o penumbrismoSincretismo e transição  - o penumbrismo
Sincretismo e transição - o penumbrismo
Adilson P Motta Motta
 
3º-ano-Literatura-material-complementar-Escolas-Literárias-Linha-do-Tempo-sem...
3º-ano-Literatura-material-complementar-Escolas-Literárias-Linha-do-Tempo-sem...3º-ano-Literatura-material-complementar-Escolas-Literárias-Linha-do-Tempo-sem...
3º-ano-Literatura-material-complementar-Escolas-Literárias-Linha-do-Tempo-sem...
mariaArajo934492
 
Literatura revisão
Literatura   revisãoLiteratura   revisão
Literatura revisão
Alpha Colégio e Vestibulares
 
Romanticismo base.ppt
Romanticismo base.pptRomanticismo base.ppt
Romanticismo base.ppt
AldenoraMarciaChaves
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
Mara Godinho
 

Semelhante a Épocas literárias (20)

Estilo de época
Estilo de épocaEstilo de época
Estilo de época
 
Estilo de época
Estilo de épocaEstilo de época
Estilo de época
 
Estilos literarios
Estilos literariosEstilos literarios
Estilos literarios
 
Estilos literarios
Estilos literariosEstilos literarios
Estilos literarios
 
Escola literaria.ppt
Escola literaria.pptEscola literaria.ppt
Escola literaria.ppt
 
ESCOLAS LITERÁRIAS.ppt
ESCOLAS LITERÁRIAS.pptESCOLAS LITERÁRIAS.ppt
ESCOLAS LITERÁRIAS.ppt
 
Revisão literária
Revisão literária Revisão literária
Revisão literária
 
revisc3a3o-literc3a1ria.ppt
revisc3a3o-literc3a1ria.pptrevisc3a3o-literc3a1ria.ppt
revisc3a3o-literc3a1ria.ppt
 
INTRODUÇÃO À LITERATURA
INTRODUÇÃO À LITERATURAINTRODUÇÃO À LITERATURA
INTRODUÇÃO À LITERATURA
 
Bosi, alfredo. formações ideológicas na cultura brasileira.
Bosi, alfredo. formações ideológicas na cultura brasileira.Bosi, alfredo. formações ideológicas na cultura brasileira.
Bosi, alfredo. formações ideológicas na cultura brasileira.
 
Linha de tempo 1
Linha de tempo 1Linha de tempo 1
Linha de tempo 1
 
Linha de tempo
Linha de tempo Linha de tempo
Linha de tempo
 
Formações ideológicas na cultura brasileira - Alfredo Bosi.
Formações ideológicas na cultura brasileira - Alfredo Bosi.Formações ideológicas na cultura brasileira - Alfredo Bosi.
Formações ideológicas na cultura brasileira - Alfredo Bosi.
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
 
Sincretismo e transição: o penumbrismo
Sincretismo e transição: o penumbrismoSincretismo e transição: o penumbrismo
Sincretismo e transição: o penumbrismo
 
Sincretismo e transição - o penumbrismo
Sincretismo e transição  - o penumbrismoSincretismo e transição  - o penumbrismo
Sincretismo e transição - o penumbrismo
 
3º-ano-Literatura-material-complementar-Escolas-Literárias-Linha-do-Tempo-sem...
3º-ano-Literatura-material-complementar-Escolas-Literárias-Linha-do-Tempo-sem...3º-ano-Literatura-material-complementar-Escolas-Literárias-Linha-do-Tempo-sem...
3º-ano-Literatura-material-complementar-Escolas-Literárias-Linha-do-Tempo-sem...
 
Literatura revisão
Literatura   revisãoLiteratura   revisão
Literatura revisão
 
Romanticismo base.ppt
Romanticismo base.pptRomanticismo base.ppt
Romanticismo base.ppt
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
 

Mais de Helena Coutinho

Cap vi
Cap viCap vi
Cap v repreensões particular
Cap v repreensões particularCap v repreensões particular
Cap v repreensões particular
Helena Coutinho
 
Cap iv repreensões geral
Cap iv repreensões geralCap iv repreensões geral
Cap iv repreensões geral
Helena Coutinho
 
Cap iii louvores particular
Cap iii louvores particularCap iii louvores particular
Cap iii louvores particular
Helena Coutinho
 
Cap ii louvores geral
Cap ii louvores geralCap ii louvores geral
Cap ii louvores geral
Helena Coutinho
 
1. introd e estrutura
1. introd e estrutura1. introd e estrutura
1. introd e estrutura
Helena Coutinho
 
Contexto histórico padre antónio vieira
Contexto histórico padre antónio vieiraContexto histórico padre antónio vieira
Contexto histórico padre antónio vieira
Helena Coutinho
 
. O texto dramático
. O texto dramático. O texto dramático
. O texto dramático
Helena Coutinho
 
. Batalha de alcácer quibir
. Batalha de alcácer quibir. Batalha de alcácer quibir
. Batalha de alcácer quibir
Helena Coutinho
 
Fls figuras reais
Fls figuras reaisFls figuras reais
Fls figuras reais
Helena Coutinho
 
. Enredo
. Enredo. Enredo
. Enredo
Helena Coutinho
 
. A obra e o contexto
. A obra e o contexto. A obra e o contexto
. A obra e o contexto
Helena Coutinho
 
Ondados fios de ouro reluzente
Ondados fios de ouro reluzenteOndados fios de ouro reluzente
Ondados fios de ouro reluzente
Helena Coutinho
 
Sete anos de pastor jacob servia
Sete anos de pastor jacob serviaSete anos de pastor jacob servia
Sete anos de pastor jacob servia
Helena Coutinho
 
Oh! como se me alonga, de ano em ano
Oh! como se me alonga, de ano em anoOh! como se me alonga, de ano em ano
Oh! como se me alonga, de ano em ano
Helena Coutinho
 
O dia em que eu nasci, morra e pereça
O dia em que eu nasci, morra e pereçaO dia em que eu nasci, morra e pereça
O dia em que eu nasci, morra e pereça
Helena Coutinho
 
Erros meus, má fortuna, amor ardente
Erros  meus, má fortuna, amor ardenteErros  meus, má fortuna, amor ardente
Erros meus, má fortuna, amor ardente
Helena Coutinho
 
Enquanto quis fortuna que tivesse
Enquanto quis fortuna que tivesseEnquanto quis fortuna que tivesse
Enquanto quis fortuna que tivesse
Helena Coutinho
 
Aquela triste e leda madrugada
Aquela triste e leda madrugadaAquela triste e leda madrugada
Aquela triste e leda madrugada
Helena Coutinho
 
Amor é fogo que arde
Amor é fogo que ardeAmor é fogo que arde
Amor é fogo que arde
Helena Coutinho
 

Mais de Helena Coutinho (20)

Cap vi
Cap viCap vi
Cap vi
 
Cap v repreensões particular
Cap v repreensões particularCap v repreensões particular
Cap v repreensões particular
 
Cap iv repreensões geral
Cap iv repreensões geralCap iv repreensões geral
Cap iv repreensões geral
 
Cap iii louvores particular
Cap iii louvores particularCap iii louvores particular
Cap iii louvores particular
 
Cap ii louvores geral
Cap ii louvores geralCap ii louvores geral
Cap ii louvores geral
 
1. introd e estrutura
1. introd e estrutura1. introd e estrutura
1. introd e estrutura
 
Contexto histórico padre antónio vieira
Contexto histórico padre antónio vieiraContexto histórico padre antónio vieira
Contexto histórico padre antónio vieira
 
. O texto dramático
. O texto dramático. O texto dramático
. O texto dramático
 
. Batalha de alcácer quibir
. Batalha de alcácer quibir. Batalha de alcácer quibir
. Batalha de alcácer quibir
 
Fls figuras reais
Fls figuras reaisFls figuras reais
Fls figuras reais
 
. Enredo
. Enredo. Enredo
. Enredo
 
. A obra e o contexto
. A obra e o contexto. A obra e o contexto
. A obra e o contexto
 
Ondados fios de ouro reluzente
Ondados fios de ouro reluzenteOndados fios de ouro reluzente
Ondados fios de ouro reluzente
 
Sete anos de pastor jacob servia
Sete anos de pastor jacob serviaSete anos de pastor jacob servia
Sete anos de pastor jacob servia
 
Oh! como se me alonga, de ano em ano
Oh! como se me alonga, de ano em anoOh! como se me alonga, de ano em ano
Oh! como se me alonga, de ano em ano
 
O dia em que eu nasci, morra e pereça
O dia em que eu nasci, morra e pereçaO dia em que eu nasci, morra e pereça
O dia em que eu nasci, morra e pereça
 
Erros meus, má fortuna, amor ardente
Erros  meus, má fortuna, amor ardenteErros  meus, má fortuna, amor ardente
Erros meus, má fortuna, amor ardente
 
Enquanto quis fortuna que tivesse
Enquanto quis fortuna que tivesseEnquanto quis fortuna que tivesse
Enquanto quis fortuna que tivesse
 
Aquela triste e leda madrugada
Aquela triste e leda madrugadaAquela triste e leda madrugada
Aquela triste e leda madrugada
 
Amor é fogo que arde
Amor é fogo que ardeAmor é fogo que arde
Amor é fogo que arde
 

Último

UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
MarceloMonteiro213738
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
vinibolado86
 
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAAPRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
karinenobre2033
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Pedro Luis Moraes
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
CarinaSantos916505
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
Marlene Cunhada
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdfAULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
SthafaniHussin1
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 

Último (20)

UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
 
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAAPRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdfAULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
AULA-001---AS-CELULAS_5546dad041b949bbb7b1f0fa841a6d1f.pdf
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 

Épocas literárias

  • 1.  
  • 2. A história da Literatura é didaticamente dividida em conjuntos (Eras) ou períodos (escolas) , levando em conta o momento histórico em que tais obras foram produzidas.
  • 3. No estudo da literatura, costuma-se dividir a produção literária de um país em Eras/Épocas, e essas Eras/Épocas dividem-se em fases menores, também conhecidas como escolas, correntes ou movimentos. As escolas literárias correspondem à fases (períodos) histórico-culturais em que determinados valores estéticos e ideológicos resultam na criação de obras mais ou menos próximas no estilo e na visão de mundo. Diferenciam-se do estilo de época por terem uma abrangência maior, englobando circunstâncias como as condições do meio, as influências filosóficas e políticas, etc.
  • 4. Uma escola literária é composta por um conjunto de obras e autores com semelhanças estilísticas e temáticas que predominam durante um determinado espaço de tempo. O termo escola literária é equivalente a estilo literário ou estilo de época . Estilo literário ou estilo de época é o conjunto de características comuns a grande maioria das obras de um determinado período cronológico. Estilo pessoal é o conjunto de características temáticas e estilísticas de um determinado autor.
  • 5.
  • 6.
  • 7. A ascensão, predominância e decadência de uma escola ou de um movimento não ocorrem arbitrariamente, apenas pela vontade dos artistas, mas resultam de um processo complexo de influências do espírito de cada época sobre os indivíduos. Em certas circunstâncias históricas - crises políticas, mudanças violentas ou condições opressivas - a criação de uma arte nova, de um estilo novo e de uma nova maneira de registar as coisas torna-se urgente para os escritores e os artistas em geral. Entretanto, a vitória de uma nova corrente não apaga de todo o prestígio e a força da antiga. Podemos assistir à coexistência de movimentos opostos numa mesma faixa temporal. Logo as datas de início e fim de um período não implicam o predomínio automático de um período sobre outro, mas a tentativa de ordenação e simplificação pedagógica dos fenómenos literários .
  • 8.
  • 9. Cantigas (amor, amigo, escárnio e maldizer). Predomínio da emoção. Cristianismo. Influência das tradições populares. Temas profanos. Ambiente cortês, rural ou marítimo. Temas: amor, saudade, crítica social. Exaltação do ideal cavaleiresco. Emprego de formas simples. Estrutura simples, repetições. POESIA TROVADORESCA
  • 10. Separação entre a música e o texto poético. Ascensão da burguesia mercantilista. Expansão comercial e marítima. Desenvolvimento cultural. Transição do teocentrismo para o antropocentrismo. Fernão Lopes: Crônicas Históricas, ênfase no campo psicológico, personagens. Gil Vicente: Teatro popular.      - profano (sátira ao teocentrismo);      - alegoria - metafórica;      - tipo - não fala nomes;      - quadros - sem seqüência: mentalidade medieval. HUMANISMO Início: 1434 (nomeação de Fernão Lopes) Término: 1527 (retorno de Sá de Miranda) TRANS IÇÃO
  • 11.
  • 12.
  • 13. Conflito (antropocentrismo X teocentrismo). Oposição (material X espiritual). Conflito entre fé e razão. Cristianismo. Morbidez, angústia. Idealização amorosa, sensualidade. Consciência da efemeridade do tempo. Gosto por raciocínios complexos. Gosto pelo soneto. Construções complexas e raras, uso de figuras de linguagens. Séc. XVII Sugestões sonoras e cromáticas (cor). BARROCO
  • 14. Predomínio da razão. Universalismo. Materialismo, cientificismo. Paganismo. Gosto pela claridade. Mulher distante, abstrata. Sobriedade. Objetivismo. Natureza como pano de fundo, BUCOLISMO. Belo artístico equivalente à imitação perfeita dos modelos clássicos Séc. XVIII ARCADISMO
  • 15. Século XIX e Século XX (de cerca de 1825 até à 2ª. Grande Guerra)
  • 16. Século XX (da 2ª. Grande Guerra aos nossos dias) Do Neo-Realismo à Actualidade
  • 17. R E N A S C I M E N T O R E V I N D U S T R I A L / F R A N C E S A TROVADORISMO SEC. XII a SEC. XIV HUMANISMO SEC. XV CLASSICISMO SEC. XVI BARROCO SEC. XVII ARCADISMO NEOCLASSICISMO SEC. XVIII ROMANTISMO SEC. XIX (1ª metade) REALISMO NATURALISMO PARNASIANISMO SEC. XIX (2ª metade) SIMBOLISMO SEC. XIX (final) PRÉ-MODERNISMO SEC.XX (início) MODERNISMO SEC. XX 1º tempo = 1922 a 1930 2º tempo = 1930 a 1945 3º tempo = 1945 a ???? ESCOLAS LITERÁRIAS ERA MEDIEVAL ERA CLÁSSICA ERA MODERNA
  • 18.  
  • 19.