Plano de Mídia 
24 de setembro de 2014
Conceitos estratégicos 
 Formato: as opções de espaço (tempo ou área 
espacial); 
 Frequência: número de vezes que o expectador é 
exposto à mensagem publicitária. 
 Continuidade: período de veiculação; 
 Cobertura de público-alvo: percentual de pessoas 
expostas à publicidade; 
 Cobertura geográfica: localidades ou regiões 
atendidas pelo meio de comunicação. 
Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol 
Forte, 2009. 
2 Renato Cruz – Senac – 10/9/2014
Consumidores - I 
 Light Users: têm consumo pequeno em relação ao seu potencial. 
Neste caso, a eficácia da propaganda poderá ser medida com um 
aumento de frequência de compra e/ou conversão de usuários de 
outras marcas; 
 Users: são os usuários costumeiros. A propaganda poderá agir para 
aumentar a frequência de compra ou o compromisso com a marca. 
Para fidelizar o consumidor e prevenir uma provável desistência de 
compra ou substituição de marcas; 
 Heavy Users: utilizam muito o produto. Neste caso, a propaganda 
não pode persuadi-los a um uso mais frequente. A comunicação 
poderá confirmar essa situação de consumo, ou prevenir 
desistência, mesmo que pouco provável. 
Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 
3 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
Consumidores - II 
 No Users: não são consumidores da marca. Induzi-los a um 
pequeno uso é uma vitória para a campanha. 
 Heavy Users da Concorrência: converter usuários da 
concorrência, mesmo que para um pequeno uso, é uma 
grande conquista. 
Nos dois casos, é necessária uma análise cuidadosa de 
custo/benefício para a campanha, pois, para demover 
consumidores de sua lealdade ou criar novo hábito de uso, pode 
ser necessário um aumento significativo nos níveis de 
frequência, e, consequentemente, maior investimento financeiro 
na campanha. 
Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol 
Forte, 2009. 
4 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
Continuidade 
 Decisão estratégica para o padrão de exposição. 
 Definição dos períodos de comunicação de cada 
campanha. 
 “Flight” é o período contínuo de veiculação. Pode 
ser: linear, concentrado, em ondas e pulsado. 
 É um exercício de se manter a cobertura de público-alvo 
e a frequência efetiva dentro dos limites 
impostos pela verba. 
Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol 
Forte, 2009. 
5 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
Definição de continuidade 
 Categoria do produto; 
 Ciclo de vida da marca; 
 Sazonalidade de consumo, ou sua 
ausência; 
 Frequência de compra versus uso; 
 Fidelidade de marca; 
 Concorrência. 
Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na 
prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 
6 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
Continuidade linear 
 Duração: mínimo de 8 flights, com 3 ou 2 semanas em cada uma, 
com ou sem intervalos entre os flights, totalizando cerca de 6 a 8 
meses de veiculação. 
 Caracterizada por esforço de mídia contínuo na campanha; 
 Indicação: 
 Categorias de consumo horizontal, ou seja, de compra 
continuada ao longo do tempo; 
 Categorias com curto ciclo de compra e uso; 
 Desempenho pouco diferenciado do produto em relação à 
concorrência por composição semelhante e/ou preço 
equiparado; 
 Baixa fidelidade de marca; 
 Necessidade de manter share of mind (lembrança da marca). 
Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 
7 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
Continuidade em ondas 
 Duração: a partir de 6 meses de veiculação, 
normalmente, com aumento da intensidade no início 
de cada onda. 
 Maior volume do que a continuidade linear, com 
média de 3 semanas por mês. 
 Assim como as ondas do mar, a campanha vai e 
vem, em um esforço praticamente intermitente. 
 Indicação: 
 Categorias com baixa frequência de compra; 
 Alta fidelidade de marca. 
Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol 
Forte, 2009. 
8 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
Continuidade concentrada 
 Duração: veiculação contínua de no mínimo 3 
semanas e máximo de 3 meses. 
Volume mais alto do que as anteriores; 
 Indicação: 
 Categorias com período de consumo bem 
definido; 
 Campanhas de oportunidade, baseadas em 
preço e/ou promoção no ponto de venda. 
Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: 
Farol Forte, 2009. 
9 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
Continuidade pulsada 
 Duração: mistura da continuidade linear com continuidade em 
ondas. Indicada para campanhas que tenham entre 6 meses e um 
ano de duração. 
 A campanha mantém-se com períodos de baixa sustentação e 
períodos de maior esforço de mídia, que podem ser determinados 
por aspectos de sazonalidade. 
 Indicação: 
 Categorias com baixa frequência de compra e ciclo de uso 
constante; 
 Categorias com incremento de consumo em períodos 
determinados (sazonais), como carnaval, volta às aulas, Dia das 
Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Dia das Crianças e 
Natal. 
Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 
10 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
Padrões de exibição 
Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol 
Forte, 2009. 
11 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
Análise das variáveis 
Qual é a atitude esperada? 
Experimentar o 
produto (por exemplo, 
em um lançamento) 
Ênfase na cobertura 
Motivar o consumidor 
a continuar a comprar, 
sistematicamente. 
Ênfase na 
continuidade (linear) 
Motivar o consumidor 
a voltar a comprar a 
marca. 
Ênfase na frequência 
Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol 
Forte, 2009. 
12 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
Objetivos de campanha 
Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol 
Forte, 2009. 
13 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014

Plano de Midia - 24/9/2013

  • 1.
    Plano de Mídia 24 de setembro de 2014
  • 2.
    Conceitos estratégicos Formato: as opções de espaço (tempo ou área espacial);  Frequência: número de vezes que o expectador é exposto à mensagem publicitária.  Continuidade: período de veiculação;  Cobertura de público-alvo: percentual de pessoas expostas à publicidade;  Cobertura geográfica: localidades ou regiões atendidas pelo meio de comunicação. Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 2 Renato Cruz – Senac – 10/9/2014
  • 3.
    Consumidores - I  Light Users: têm consumo pequeno em relação ao seu potencial. Neste caso, a eficácia da propaganda poderá ser medida com um aumento de frequência de compra e/ou conversão de usuários de outras marcas;  Users: são os usuários costumeiros. A propaganda poderá agir para aumentar a frequência de compra ou o compromisso com a marca. Para fidelizar o consumidor e prevenir uma provável desistência de compra ou substituição de marcas;  Heavy Users: utilizam muito o produto. Neste caso, a propaganda não pode persuadi-los a um uso mais frequente. A comunicação poderá confirmar essa situação de consumo, ou prevenir desistência, mesmo que pouco provável. Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 3 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
  • 4.
    Consumidores - II  No Users: não são consumidores da marca. Induzi-los a um pequeno uso é uma vitória para a campanha.  Heavy Users da Concorrência: converter usuários da concorrência, mesmo que para um pequeno uso, é uma grande conquista. Nos dois casos, é necessária uma análise cuidadosa de custo/benefício para a campanha, pois, para demover consumidores de sua lealdade ou criar novo hábito de uso, pode ser necessário um aumento significativo nos níveis de frequência, e, consequentemente, maior investimento financeiro na campanha. Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 4 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
  • 5.
    Continuidade  Decisãoestratégica para o padrão de exposição.  Definição dos períodos de comunicação de cada campanha.  “Flight” é o período contínuo de veiculação. Pode ser: linear, concentrado, em ondas e pulsado.  É um exercício de se manter a cobertura de público-alvo e a frequência efetiva dentro dos limites impostos pela verba. Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 5 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
  • 6.
    Definição de continuidade  Categoria do produto;  Ciclo de vida da marca;  Sazonalidade de consumo, ou sua ausência;  Frequência de compra versus uso;  Fidelidade de marca;  Concorrência. Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 6 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
  • 7.
    Continuidade linear Duração: mínimo de 8 flights, com 3 ou 2 semanas em cada uma, com ou sem intervalos entre os flights, totalizando cerca de 6 a 8 meses de veiculação.  Caracterizada por esforço de mídia contínuo na campanha;  Indicação:  Categorias de consumo horizontal, ou seja, de compra continuada ao longo do tempo;  Categorias com curto ciclo de compra e uso;  Desempenho pouco diferenciado do produto em relação à concorrência por composição semelhante e/ou preço equiparado;  Baixa fidelidade de marca;  Necessidade de manter share of mind (lembrança da marca). Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 7 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
  • 8.
    Continuidade em ondas  Duração: a partir de 6 meses de veiculação, normalmente, com aumento da intensidade no início de cada onda.  Maior volume do que a continuidade linear, com média de 3 semanas por mês.  Assim como as ondas do mar, a campanha vai e vem, em um esforço praticamente intermitente.  Indicação:  Categorias com baixa frequência de compra;  Alta fidelidade de marca. Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 8 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
  • 9.
    Continuidade concentrada Duração: veiculação contínua de no mínimo 3 semanas e máximo de 3 meses. Volume mais alto do que as anteriores;  Indicação:  Categorias com período de consumo bem definido;  Campanhas de oportunidade, baseadas em preço e/ou promoção no ponto de venda. Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 9 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
  • 10.
    Continuidade pulsada Duração: mistura da continuidade linear com continuidade em ondas. Indicada para campanhas que tenham entre 6 meses e um ano de duração.  A campanha mantém-se com períodos de baixa sustentação e períodos de maior esforço de mídia, que podem ser determinados por aspectos de sazonalidade.  Indicação:  Categorias com baixa frequência de compra e ciclo de uso constante;  Categorias com incremento de consumo em períodos determinados (sazonais), como carnaval, volta às aulas, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Dia das Crianças e Natal. Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 10 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
  • 11.
    Padrões de exibição Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 11 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
  • 12.
    Análise das variáveis Qual é a atitude esperada? Experimentar o produto (por exemplo, em um lançamento) Ênfase na cobertura Motivar o consumidor a continuar a comprar, sistematicamente. Ênfase na continuidade (linear) Motivar o consumidor a voltar a comprar a marca. Ênfase na frequência Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 12 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014
  • 13.
    Objetivos de campanha Fonte: NAKAMURA, Rodolfo. Mídia: como fazer um planejamento de mídia na prática. São Paulo: Farol Forte, 2009. 13 Renato Cruz – Senac – 24/9/2014