Qual a nossa tarefa? A tarefa principal do Publicit ário é: Compreender o ambiente e tomar as decisões acerca da comunicação de marketing da organização anunciante. (Gilmar Santos)
Cria ção
F órmula > Criação > Existe? Come ça com o Briefing passado pelo atendimento. Do problema b ásico ou questão principal que a campanha deve abordar; Dos Objetivos de comunicação; Do público alvo, suas características e suas peculiaridades; Da proposição (ou posições) de venda; Da estratégia de criação - o tema de campanha, o apelo, que pontos devem ser evitados, que pontos devem ser enfatizados e a técnica de execução a  ser utilizada; Outras informações consideradas úteis para criação;
F órmula > Criação > Existe? Mais comum numa ag ência é a dupla de criação (Briefing + Campanha = Insight); Brainstorm = tempestade de id éias; Grupo focal ou grupo de discussão; AIDA = aTENÇÃO, iNTERESSE, dESEJO E aÇÃO; São estágios que a mensagem deve passar: atrair a atenção do  receptor , despertar o seu  interesse , provocar o seu  desejo  e invocá-lo à  ação  esperada.
Algumas pe ças Usando AIDA
 
Segundo Young  (diretor de cria ção da J.W. Thompson)   Para criar uma mensagem que desperte o interesse dos consumidores  é preciso: Imers ão = coleta de informações do conceito do produto; Digest ão = processar as informações da etapa anterior; Incubação = fase do amadurecimento das informações; Ilumina ção = deixar as idéias aflorarem
Mídia
Quase o administrador de uma agência. Ele é responsável pelo  planejamento  e  administração  da VERBA de um cliente nos veículos de comunicação.  O MÍDIA
1º  CPM  = custo por mil (quanto custa um anúncio para cada mil pessoas) 2º  Audiência Líquida  (REACH) = total de pessoas diferentes que se consegue atingir quando se considera a audiência em vários veículos. Ex. Elimina-se tudo que os espectador viu e considera-se apenas uma vez. Geralmente é expressa em percentagens. CPM e Audiência Líquida
CPM = custo da mídia x 1.000   total de audiência   (circulação no publico) Exemplo: CPM = 50.000,00 X 1.000   1.500.000     (circulação no publico) Cálculo do CPM Total: 33.3
Gilmar Santos, Princípios de Publicidade, pp 148/149 CPM Simples CPM no  target 62.000 60.000 Circulação  Mulheres R$ 6.990 R$ 8.000 Preço por página - Cor R$ 112,74 Revista B R$ 133,33 Revista A CPM Veículo 85.000 120.000 Circulação  Total R$ 6.990 R$ 8.000 Preço por página - Cor R$ 82,74 Revista B R$ 66,67 Revista A CPM Veículo
CPM (Teóricos)
Custo absoluto  – Valor cobrado pelo veículo para a inserção da mensagem publicitária. Custo por mil  – é uma medida de custo relativo, que avalia quanto custa atingir cada grupo de mil unidades de consumo de um determinado veículo. Obtém-se o custo multiplicando o preço de uma inserção por mil e dividindo esse preço pela audiência ou circulação total. Custo por  target – CPM aplicado ao segmento desejado.
GRP
Sigla cuja tradução em português é audiência bruta acumulada.  Para se calcular o GRP, somam-se os pontos de audiência dos horários em que os comerciais é veiculado. O GRP é usado, dentre outras coisas, para medir a pressão publicitária, selecionar programa e veículos e comparar os “pacotes fechados” oferecidos pelos veículos
GRP = 80 x 3 = 240% 3 80% 100% 12/4 12 5 0 6 0 1 Nos. Absolutos 5 X 1 4 X 0 3 X 2 2 X 0 1x 0 Cálculos 4 1 0 2 0 1 Nos. Absolutos 05 x x x x x x x E D x x x x x C x x x B x x x x x A 5 4 3 2 1 X I Q T S Soma Freqüência Exibições do Comercial Freqüência Média Coberturas Audiência Dom. da Amostra Cálculo do GRP
TARP
Sigla cuja tradução em português é índice de audiência do público-alvo. Segue o mesmo raciocínio do GRP, porém considerando apenas as pessoas do segmento desejado, expostas à mensagem. É mais adequada do que o GRP quando se quer atingir um público segmentado e com hábitos de audiência em horários ou emissoras específicos
REACH
Significa audiência líquida. Parecida com o GRP, não considera a audiência acumulada, ou seja, as pessoas só são computadas na primeira vez que assiste ao comercial. Por isso, à medida em que o número de inserções vai aumentando, aumenta a diferença entre o GRP e o Reach. Atenção: às vezes é chamado de alcance e, erroneamente, segundo Veronezzi, de cobertura.
OVERLAPING
É a duplicação ou superposição de audiência, ou seja, um superposição na recepção porque diferentes veículos são vistos ou lidos pela mesma pessoa. Nesse caso, a fixação da mensagem será dobrada. O conhecimento antecipado da duplicação permite ao mídia: evitar uma repetição em benefício de uma maior amplitude de exposição da mensagem; ou, ao contrário, tirar partido dela para obter maior impacto no menor espaço de tempo.
Tiragem  – Quantidade de exemplares impressos, de cada número do jornal ou revista. É fator de menos importância porque há veículos que sofrem grandes encalhes, enquanto que outros são lidos por duas ou três pessoas. Circulação  – É o número de exemplares lidos pelo público ou realmente vendidos. Cobertura  – Designa, tanto o tipo de leitor (sexo, classe, grupo de idade, cultura), com as zonas geográficas onde o mesmo tem venda regular.
Atenção No caso de periódicos especializados, ou seja, aqueles destinados a um determinado assunto ou com público-alvo extremamente segmentado, os veículos não devem ser julgados pela tiragem, mas sim pela qualidade dos seus leitores. O que interessa é saber se os veículos têm realmente boa circulação entre as classes a que se destinam e se gozam de prestígio entre seus leitores.
FLIGHT
Com base em  José Carlos Veronezzi, Mídia de A a Z, pág. 89 Linear JAN FEV MAR Concentrado Pulsação Ondas (wave) Tipos Flights – Período contínuo de veiculação
Planejamento em Publicidade
SUCESSO!!!
Planejamento Publicitário O sucesso de um produto ou serviço  (numa campanha) depende de um bom Planejamento Publicitário.
Campanha é um produto. Para Gilmar Santos, campanha publicitária é um produto e, desse modo, deve ser planejada à exaustão, para que esse resultado final cumpra com eficiência o propósito para o qual foi criado.
Os pilares No caso específico de publicidade, as ações (o que fazer) e estratégias (como fazer) sustentam o planejamento publicitário.
Para Gilmar, nenhuma dessas campanhas nasceu de um felling dos criadores. Planejamento envolve análises: ANÁLISES Produto no mercado Definição das estratégias da Comunicação Mercadológica  Análise do público-alvo - Ações comparativas = desconhecido x conhecido / incerto x seguro - Capacidade operacional  - Recursos disponíveis  - Situação da empresa no mercado
Para Armando Sant´anna  Para Armando Sant´anna, o objetivo global do planejamento é proporcionar  soluções práticas , baseadas nos  fatos , para  problemas específicos  de  marketing  e  propaganda .
TEMPO Tempo para elaboração de um planejamento é variável. Depende: da complexidade da campanha e da quantidade de informações necessárias.
USP
USP (UNIQUE SELLING POINT) USP – Proposição única de venda. A empresa enfatiza um ponto do produto desprezando os demais. USP faz da mensagem uma proposição objetiva: monotemática – politemática.
USP (MONOTEMÁTICA)
EXEMPLO Vantagem competitiva em relação aos concorrentes.
USP (POLITEMÀTICA)
Pão de forma Light Não só qualidades superiores, mas um esforço para disponibilizá-los para determinado segmento. Pão = uma determinada industria cria um pão light para atender o segmento de pessoas que desejam emagrecer.
Pontos vistos anteriormente: 1 - Diferenciação do produto (USP); 2 - Segmentação de mercado (USP-Politemático);
3 – Análise de mercado Comportamento do consumidor; Ambiente externo; Anunciante com relação ao concorrente; Vulnerabilidade diante de forças externas; (Governo, tecnológico e etc)
Instrumento de Análise SWOT – Strengths / Weaknesses / Oportunities / threatenings FORÇAS FRAQUEZAS OPORTUNIDADES AMEAÇAS
EXEMPLO 1 Variáveis do AMBIENTE INTERNO Forças e Fraquezas Força: contrato valioso  com um fornecedor de peças. Fraqueza: rede de assistência técnica restrita e mal distribuída.
EXEMPLO 2 Variáveis do AMBIENTE EXTERNO Oportunidades e Ameaças Ameaça: entrada de um novo concorrente. Oportunidade: Entrada de produtos em outro país.
+ Pontos 4 -   Papéis do comprador : iniciador, influenciador, decisor, comprador, usuário. 5 - Estágios do processo de decisão de compra : reconhecimento do problema (estímulos internos e externos), busca de informações (fontes pessoais, comerciais, públicas, experimentais), avaliação de alternativas (necessidade? Benefícios? Atributos?), decisão de compra (fatores de influência: a opinião dos outros ou imprevistos), comportamento pós-compra (satisfação ou insatisfação?).
6 - Comportamento de compra : Quatro tipos de comportamento envolvem o processo de decisão de compra: Comportamento de  compra habitual  – O consumidor torça frequentemente de marcas. Comportamento de compra com dissonância cognitiva reduzida  – Nas compras caras, pouco freqüentes e que envolve risco, o consumidor é levado à comprar com relativa rapidez, levado por preços baixos ou conveniência. Feita à escolha, o consumidor ficará atento à informações que sustentem à sua decisão e pode experimentar alguma dissonância cognitiva. Pouca diferença entre marcas Comportamento de compra em busca de variedade  – Caracterizado pelo hábito de compra de um determinado produto, mas que não caracteriza uma fidelidade. Comportamento complexo de compra  – Primeiro o consumidor desenvolve crenças sobre o produto, depois atitudes até chegar a o momento da escolha refletida Diferença significativa de marcas BAIXO ENVOLVIMENTO ALTO ENVOLVIMENTO
Briefing
Briefing O  briefing  é a base referencial do planejamento das campanhas publicitárias. A responsabilidade de obter as informações que compõe o  briefing  é, em geral, do Atendimento da agência, a quem cabe levantar dados sobre produto, mercado, consumidor, empresa, além das especificações sobre os objetivos mercadológicos e de investimentos do cliente. Aspecto essencial do Briefing: nenhuma informação importante deve ficar de fora, ao passo que nenhuma informação desnecessária deve fazer parte desse relatório.
• 9.Relação das peças publicitárias  • •  8. Determinação da verba: 8.1 - Verba total da campanha 8.2 – Discriminação da verba de veiculação, produção, pdv e pesquisa. • • 7. Definição de objetivos e estratégias de:  7.1 - Criação  7.2 - Mídia  • •  6. Descrição do público-alvo e áreas de atuação  • •  5. Posicionamento do produto/serviço/marca  no mercado  • •  4. Determinação dos objetivos de comunicação  • •  3.Definição dos problemas e oportunidades  (diagnóstico)  • •  2.Análise comparativa com a concorrência  sob os aspectos:  2.1 - Produto ou serviço  2.2 - Preço  2.3 - Distribuição  2.4 - Comunicação  • •  1. Situação de mercado onde a empresa atua, características dos seus produtos e serviços  Planejamento Briefing  Itens  Comparação entre  briefíng  e planejamento
Comparação entre  briefíng  e planejamento Planejamento Briefing  Itens  • • • • 12. Anexos:  12.1 - Roteiros, textos,  layouts,  etc. das peças criadas  12.2 - Programação de mídia  12.3 - Leis e regulamentos relativos ao setor, se houver, especialmente no caso de promoções  12.4 - Outros assuntos sobre a campanha  • •  11. Cronograma  • 10. Determinação dos sistemas ou métodos de avaliação
MIX DE MARKETING
MIX de Marketing 4 Ps Problema  – Qual problema do consumidor o produto solucionará? As necessidades, desejos, problemas ou vontades do consumidor precisam ser claramente identificadas e expressas como base para o desenvolvimento do produto e da propaganda. Pessoas  – A quem falamos sobre o nosso produto? Produto  – Que tipo de produto nós fazemos? O que esse produto contém? O que ele faz de diferente dos concorrentes Plataforma  – Onde nos colocamos para nos comunicarmos? A nossa mensagem alcança a audiência desejada? Promessa  – Que vamos dizer? A estratégia da promessa – inclui benefício ou razão - motiva o consumidor na escolha?
 

Gestão Publicitária

  • 1.
    Qual a nossatarefa? A tarefa principal do Publicit ário é: Compreender o ambiente e tomar as decisões acerca da comunicação de marketing da organização anunciante. (Gilmar Santos)
  • 2.
  • 3.
    F órmula >Criação > Existe? Come ça com o Briefing passado pelo atendimento. Do problema b ásico ou questão principal que a campanha deve abordar; Dos Objetivos de comunicação; Do público alvo, suas características e suas peculiaridades; Da proposição (ou posições) de venda; Da estratégia de criação - o tema de campanha, o apelo, que pontos devem ser evitados, que pontos devem ser enfatizados e a técnica de execução a ser utilizada; Outras informações consideradas úteis para criação;
  • 4.
    F órmula >Criação > Existe? Mais comum numa ag ência é a dupla de criação (Briefing + Campanha = Insight); Brainstorm = tempestade de id éias; Grupo focal ou grupo de discussão; AIDA = aTENÇÃO, iNTERESSE, dESEJO E aÇÃO; São estágios que a mensagem deve passar: atrair a atenção do receptor , despertar o seu interesse , provocar o seu desejo e invocá-lo à ação esperada.
  • 5.
    Algumas pe çasUsando AIDA
  • 6.
  • 7.
    Segundo Young (diretor de cria ção da J.W. Thompson) Para criar uma mensagem que desperte o interesse dos consumidores é preciso: Imers ão = coleta de informações do conceito do produto; Digest ão = processar as informações da etapa anterior; Incubação = fase do amadurecimento das informações; Ilumina ção = deixar as idéias aflorarem
  • 8.
  • 9.
    Quase o administradorde uma agência. Ele é responsável pelo planejamento e administração da VERBA de um cliente nos veículos de comunicação. O MÍDIA
  • 10.
    1º CPM = custo por mil (quanto custa um anúncio para cada mil pessoas) 2º Audiência Líquida (REACH) = total de pessoas diferentes que se consegue atingir quando se considera a audiência em vários veículos. Ex. Elimina-se tudo que os espectador viu e considera-se apenas uma vez. Geralmente é expressa em percentagens. CPM e Audiência Líquida
  • 11.
    CPM = custoda mídia x 1.000 total de audiência (circulação no publico) Exemplo: CPM = 50.000,00 X 1.000 1.500.000 (circulação no publico) Cálculo do CPM Total: 33.3
  • 12.
    Gilmar Santos, Princípiosde Publicidade, pp 148/149 CPM Simples CPM no target 62.000 60.000 Circulação Mulheres R$ 6.990 R$ 8.000 Preço por página - Cor R$ 112,74 Revista B R$ 133,33 Revista A CPM Veículo 85.000 120.000 Circulação Total R$ 6.990 R$ 8.000 Preço por página - Cor R$ 82,74 Revista B R$ 66,67 Revista A CPM Veículo
  • 13.
  • 14.
    Custo absoluto – Valor cobrado pelo veículo para a inserção da mensagem publicitária. Custo por mil – é uma medida de custo relativo, que avalia quanto custa atingir cada grupo de mil unidades de consumo de um determinado veículo. Obtém-se o custo multiplicando o preço de uma inserção por mil e dividindo esse preço pela audiência ou circulação total. Custo por target – CPM aplicado ao segmento desejado.
  • 15.
  • 16.
    Sigla cuja traduçãoem português é audiência bruta acumulada. Para se calcular o GRP, somam-se os pontos de audiência dos horários em que os comerciais é veiculado. O GRP é usado, dentre outras coisas, para medir a pressão publicitária, selecionar programa e veículos e comparar os “pacotes fechados” oferecidos pelos veículos
  • 17.
    GRP = 80x 3 = 240% 3 80% 100% 12/4 12 5 0 6 0 1 Nos. Absolutos 5 X 1 4 X 0 3 X 2 2 X 0 1x 0 Cálculos 4 1 0 2 0 1 Nos. Absolutos 05 x x x x x x x E D x x x x x C x x x B x x x x x A 5 4 3 2 1 X I Q T S Soma Freqüência Exibições do Comercial Freqüência Média Coberturas Audiência Dom. da Amostra Cálculo do GRP
  • 18.
  • 19.
    Sigla cuja traduçãoem português é índice de audiência do público-alvo. Segue o mesmo raciocínio do GRP, porém considerando apenas as pessoas do segmento desejado, expostas à mensagem. É mais adequada do que o GRP quando se quer atingir um público segmentado e com hábitos de audiência em horários ou emissoras específicos
  • 20.
  • 21.
    Significa audiência líquida.Parecida com o GRP, não considera a audiência acumulada, ou seja, as pessoas só são computadas na primeira vez que assiste ao comercial. Por isso, à medida em que o número de inserções vai aumentando, aumenta a diferença entre o GRP e o Reach. Atenção: às vezes é chamado de alcance e, erroneamente, segundo Veronezzi, de cobertura.
  • 22.
  • 23.
    É a duplicaçãoou superposição de audiência, ou seja, um superposição na recepção porque diferentes veículos são vistos ou lidos pela mesma pessoa. Nesse caso, a fixação da mensagem será dobrada. O conhecimento antecipado da duplicação permite ao mídia: evitar uma repetição em benefício de uma maior amplitude de exposição da mensagem; ou, ao contrário, tirar partido dela para obter maior impacto no menor espaço de tempo.
  • 24.
    Tiragem –Quantidade de exemplares impressos, de cada número do jornal ou revista. É fator de menos importância porque há veículos que sofrem grandes encalhes, enquanto que outros são lidos por duas ou três pessoas. Circulação – É o número de exemplares lidos pelo público ou realmente vendidos. Cobertura – Designa, tanto o tipo de leitor (sexo, classe, grupo de idade, cultura), com as zonas geográficas onde o mesmo tem venda regular.
  • 25.
    Atenção No casode periódicos especializados, ou seja, aqueles destinados a um determinado assunto ou com público-alvo extremamente segmentado, os veículos não devem ser julgados pela tiragem, mas sim pela qualidade dos seus leitores. O que interessa é saber se os veículos têm realmente boa circulação entre as classes a que se destinam e se gozam de prestígio entre seus leitores.
  • 26.
  • 27.
    Com base em José Carlos Veronezzi, Mídia de A a Z, pág. 89 Linear JAN FEV MAR Concentrado Pulsação Ondas (wave) Tipos Flights – Período contínuo de veiculação
  • 28.
  • 29.
  • 30.
    Planejamento Publicitário Osucesso de um produto ou serviço (numa campanha) depende de um bom Planejamento Publicitário.
  • 31.
    Campanha é umproduto. Para Gilmar Santos, campanha publicitária é um produto e, desse modo, deve ser planejada à exaustão, para que esse resultado final cumpra com eficiência o propósito para o qual foi criado.
  • 32.
    Os pilares Nocaso específico de publicidade, as ações (o que fazer) e estratégias (como fazer) sustentam o planejamento publicitário.
  • 33.
    Para Gilmar, nenhumadessas campanhas nasceu de um felling dos criadores. Planejamento envolve análises: ANÁLISES Produto no mercado Definição das estratégias da Comunicação Mercadológica Análise do público-alvo - Ações comparativas = desconhecido x conhecido / incerto x seguro - Capacidade operacional - Recursos disponíveis - Situação da empresa no mercado
  • 34.
    Para Armando Sant´anna Para Armando Sant´anna, o objetivo global do planejamento é proporcionar soluções práticas , baseadas nos fatos , para problemas específicos de marketing e propaganda .
  • 35.
    TEMPO Tempo paraelaboração de um planejamento é variável. Depende: da complexidade da campanha e da quantidade de informações necessárias.
  • 36.
  • 37.
    USP (UNIQUE SELLINGPOINT) USP – Proposição única de venda. A empresa enfatiza um ponto do produto desprezando os demais. USP faz da mensagem uma proposição objetiva: monotemática – politemática.
  • 38.
  • 39.
    EXEMPLO Vantagem competitivaem relação aos concorrentes.
  • 40.
  • 41.
    Pão de formaLight Não só qualidades superiores, mas um esforço para disponibilizá-los para determinado segmento. Pão = uma determinada industria cria um pão light para atender o segmento de pessoas que desejam emagrecer.
  • 42.
    Pontos vistos anteriormente:1 - Diferenciação do produto (USP); 2 - Segmentação de mercado (USP-Politemático);
  • 43.
    3 – Análisede mercado Comportamento do consumidor; Ambiente externo; Anunciante com relação ao concorrente; Vulnerabilidade diante de forças externas; (Governo, tecnológico e etc)
  • 44.
    Instrumento de AnáliseSWOT – Strengths / Weaknesses / Oportunities / threatenings FORÇAS FRAQUEZAS OPORTUNIDADES AMEAÇAS
  • 45.
    EXEMPLO 1 Variáveisdo AMBIENTE INTERNO Forças e Fraquezas Força: contrato valioso com um fornecedor de peças. Fraqueza: rede de assistência técnica restrita e mal distribuída.
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    EXEMPLO 2 Variáveisdo AMBIENTE EXTERNO Oportunidades e Ameaças Ameaça: entrada de um novo concorrente. Oportunidade: Entrada de produtos em outro país.
  • 47.
    + Pontos 4- Papéis do comprador : iniciador, influenciador, decisor, comprador, usuário. 5 - Estágios do processo de decisão de compra : reconhecimento do problema (estímulos internos e externos), busca de informações (fontes pessoais, comerciais, públicas, experimentais), avaliação de alternativas (necessidade? Benefícios? Atributos?), decisão de compra (fatores de influência: a opinião dos outros ou imprevistos), comportamento pós-compra (satisfação ou insatisfação?).
  • 48.
    6 - Comportamentode compra : Quatro tipos de comportamento envolvem o processo de decisão de compra: Comportamento de compra habitual – O consumidor torça frequentemente de marcas. Comportamento de compra com dissonância cognitiva reduzida – Nas compras caras, pouco freqüentes e que envolve risco, o consumidor é levado à comprar com relativa rapidez, levado por preços baixos ou conveniência. Feita à escolha, o consumidor ficará atento à informações que sustentem à sua decisão e pode experimentar alguma dissonância cognitiva. Pouca diferença entre marcas Comportamento de compra em busca de variedade – Caracterizado pelo hábito de compra de um determinado produto, mas que não caracteriza uma fidelidade. Comportamento complexo de compra – Primeiro o consumidor desenvolve crenças sobre o produto, depois atitudes até chegar a o momento da escolha refletida Diferença significativa de marcas BAIXO ENVOLVIMENTO ALTO ENVOLVIMENTO
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  • 50.
    Briefing O briefing é a base referencial do planejamento das campanhas publicitárias. A responsabilidade de obter as informações que compõe o briefing é, em geral, do Atendimento da agência, a quem cabe levantar dados sobre produto, mercado, consumidor, empresa, além das especificações sobre os objetivos mercadológicos e de investimentos do cliente. Aspecto essencial do Briefing: nenhuma informação importante deve ficar de fora, ao passo que nenhuma informação desnecessária deve fazer parte desse relatório.
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    • 9.Relação daspeças publicitárias • • 8. Determinação da verba: 8.1 - Verba total da campanha 8.2 – Discriminação da verba de veiculação, produção, pdv e pesquisa. • • 7. Definição de objetivos e estratégias de: 7.1 - Criação 7.2 - Mídia • • 6. Descrição do público-alvo e áreas de atuação • • 5. Posicionamento do produto/serviço/marca no mercado • • 4. Determinação dos objetivos de comunicação • • 3.Definição dos problemas e oportunidades (diagnóstico) • • 2.Análise comparativa com a concorrência sob os aspectos: 2.1 - Produto ou serviço 2.2 - Preço 2.3 - Distribuição 2.4 - Comunicação • • 1. Situação de mercado onde a empresa atua, características dos seus produtos e serviços Planejamento Briefing Itens Comparação entre briefíng e planejamento
  • 52.
    Comparação entre briefíng e planejamento Planejamento Briefing Itens • • • • 12. Anexos: 12.1 - Roteiros, textos, layouts, etc. das peças criadas 12.2 - Programação de mídia 12.3 - Leis e regulamentos relativos ao setor, se houver, especialmente no caso de promoções 12.4 - Outros assuntos sobre a campanha • • 11. Cronograma • 10. Determinação dos sistemas ou métodos de avaliação
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  • 54.
    MIX de Marketing4 Ps Problema – Qual problema do consumidor o produto solucionará? As necessidades, desejos, problemas ou vontades do consumidor precisam ser claramente identificadas e expressas como base para o desenvolvimento do produto e da propaganda. Pessoas – A quem falamos sobre o nosso produto? Produto – Que tipo de produto nós fazemos? O que esse produto contém? O que ele faz de diferente dos concorrentes Plataforma – Onde nos colocamos para nos comunicarmos? A nossa mensagem alcança a audiência desejada? Promessa – Que vamos dizer? A estratégia da promessa – inclui benefício ou razão - motiva o consumidor na escolha?
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