SlideShare uma empresa Scribd logo
1
• Portugal estava ligado à Inglaterra por vários tratados
e protelou o quanto pode a decisão quanto ao
Bloqueio Continental. 2
• O Bloqueio Continental
foi iniciado em 21 de
novembro de 1806 e se
estendeu até 11 de
abril de 1814.
• Objetivos principais:
isolar a Inglaterra,
estrangulando a sua
economia, e estimular
a indústria francesa.
• D. João era o governante de fato de
Portugal desde 1792, porque sua
mãe, D. Maria I, fora declarada
mentalmente incapaz.
• Três tragédias são consideradas
responsáveis pelo colapso mental
da soberana → a morte de seu
marido em 1786, fez com que
mergulhasse a corte portuguesa em
estado de luto exagerado → em
1791, a morte de seu herdeiro aos
27 anos de varíola (*a rainha
proibira a sua inoculação*) e de seu
confessor a devastaram. 3
• A transferência da Corte foi feita às pressas entre os dias 25
e 27 de novembro sob a proteção de navios ingleses. Com o
apoio da esquadra inglesa, parte dos navios chegou à Bahia
em 7 de março de 1808. É que após uma forte tempestade,
alguns navios foram parar em Salvador e outros na cidade do
Rio de Janeiro. 4
• De Lisboa, embarcaram para o
Brasil a família real e seus
cortesãos, cerca de 15 mil
pessoas que se acomodaram em
3 fragatas, 3 brigues e 2
escunas. Vieram ainda centenas
de funcionários e criados.
• Trouxeram muito dinheiro,
obras de arte, documentos,
livros, bens pessoais e outros
objetos de valor. Inclusive uma
biblioteca com mais de 60 mil
livros.
Embarque
da Família
Real para o
Brasil de
Nicolas-
Louis-Albert
Delerive
(1755–1818).
5
• A ideia da transferência do governo do Império
Português para o Brasil, definitivamente, ou de forma
temporária, não era uma novidade → Ainda que nem
toda a corte soubesse, a transferência foi uma
decisão de Estado.
• Em outubro de 1807, foi assinada em Londres um
tratado “Convenção Secreta sobre a Transferência da
Monarquia Portuguesa para o Brasil” e, em novembro,
420 funcionários já tinham sido enviados para o Brasil
como uma preparação para a transferência.
• Fora isso, o próprio primeiro-ministro da britânico,
William Pitt, defendeu publicamente mais de uma vez
que caso Portugal se aliasse aos franceses, os
ingleses deveriam invadir o Brasil. 6
D. João VI (1816-1826), ao
transferir a administração
metropolitana para a
colônia, garantiu a
permanência do Brasil no
Império Português, mas
lançou, também, as
sementes da nossa
independência, pois para
muitos colonos e parceiros
ingleses não interessava
retornar à condição de
completa subordinação a
Portugal.
7
D. João VI era casado com a
princesa espanhola Carlota
Joaquina (1775-1830). A
rainha nunca gostou de
morar no Brasil, residia em
um palácio separado do
marido e tentou se imiscuir
em assuntos políticos, como
Napoleão invadira a
Espanha, queria ser
reconhecida como rainha
das colônias espanholas na
América do Sul. O marido a
bloqueou, mas aproveitou-se
para invadir o Uruguai.
8
D. João VI em Salvador, Cândido Portinari (1952). 9
D. João
desembarcou em
Salvador em 28 de
janeiro de 1808 e
abriu os portos às
“nações amigas”,
naquele momento,
era quase a mesma
coisa que abrir os
portos à Inglaterra.
10
Chegada de D. João à Igreja do Rosário
(RJ), óleo de Armando de Martins Viana.
11
O Tratado de Abertura dos Portos às Nações Amigas
está na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
• Foram suspensos todos os decretos que proibiam a
produção de manufaturas na colônia.
• Por decreto de junho de 1808, o comércio livre foi
limitado aos portos do Rio de Janeiro, Belém, São
Luís, Recife e Salvador → Vejam que a liberdade não
era total e que o porto de Santos ainda não era
relevante.
• A tarifa alfandegária era de 24% para produtos
estrangeiros e 16% para os portugueses.
• Em fevereiro de 1810, o Tratado de Navegação e
Comércio definiu em 15% a taxa para os produtos
ingleses → o Brasil foi inundado de produtos ingleses
úteis e inúteis, baratos e de luxo. 12
• Os ingleses no Brasil seriam
julgados por cortes especiais
segundo as leis inglesas
(extraterritorialidade), já os
portugueses que cometessem
crimes na Inglaterra seriam
julgados pelas leis britânicas.
• Os ingleses poderiam praticar
sua fé caso protestantes e
construir suas igrejas desde
que não tivessem aparência
externa de templos.
• Teriam direito aos seus
próprios cemitérios. 13
• O Cemitério dos Ingleses na Gamboa, Rio de
Janeiro, foi o primeiro cemitério protestante e ao ar
livre da cidade. Os católicos eram enterrados
dentro das igrejas, ou no terreno da mesma. A
pintura foi feita por Maria Graham, que foi
preceptora da princesa Maria da Glória, em 1823. 14
15
• Em 1812, chegaram ao Rio
de Janeiro entre 200 e 400
chineses vindos de Macau.
Trazidos por ordem de D.
João VI, eles deveriam
desenvolver o cultivo do
chá no Brasil.
• Os planos incluíam trazer
até um milhão de chineses
e abastecer não só o
mercado interno como o
europeu. As plantações
(no Jardim Botânico, na
Ilha do Governador e na
Fazenda Imperial de Santa
Cruz) não foram para
frente.
Dentre as teorias para o fracasso da
experiência estão a possibilidade dos
chineses não serem especialistas nesse
cultivo e a resistência a um regime de
trabalho semelhante à escravidão.
Alguns chineses viraram mascates,
outros donos de casas de ópio, outros
desapareceram.
• Escola de Cirurgia da Bahia
(Salvador) e Escola anatômica,
Cirúrgica e Médica do Rio de
Janeiro em 1808 → primeiras
escolas superiores.
• Fábrica de Pólvora (13 de maio
de 1808).
• Banco do Brasil (12 de outubro
de 1808).
• Biblioteca Nacional (29 de
outubro de 1810).
• Real Academia Militar (4 de
Dezembro de 1810).
16
Jardim Botânico,
criado em 13 de junho
de 1808.
• Criação da Imprensa → Gazeta do Rio de Janeiro
(órgão oficial do governo) X Correio Braziliense (jornal
independente, publicado em Londres) → ambos
fundados em 1808.
• Expedição à Guiana Francesa (1809)  que foi
devolvida após o Congresso de Viena  e intervenções
no Uruguai ou Banda Oriental (Província Cisplatina) em
1811, 1816 e 1821.
• Missão Artística Francesa (1816) liderada por Joaquim
Lebreton  A capital do Império precisava ser
remodelada e embelezada aos moldes europeus 
Jean-Baptiste Debret é o nome mais lembrado da
missão artística francesa.
• Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios (1816) 
futura Academia Imperial de Belas Artes (1826). 17
18
Debret retratou o mundo do trabalho no Brasil do início do século XIX.
19
Debret retratou o cotidiano, também, famílias brancas, mestiças, o
carnaval.
20
• Em 1815, o Congresso
de Viena exigiu o
retorno de D. João para
Portugal, pois não fazia
sentido que o rei
continuasse na colônia.
• Para justificas a sua
permanência, em 16 de
dezembro de 1815 D.
João VI elevou o Brasil à
categoria de Reino
Unido a Portugal e
Algarves.
• Em março de 1816,
morre D. Maria I. Reunião do Congresso de Viena.
21
• Em Portugal, os reis não
eram coroados, mas
aclamados pelo povo. D.
João VI esperou dois anos
para efetivar a cerimônia
que ocorreu, com grandes
festividades, no dia 6 de
fevereiro de 1818.
• A demora se justifica
pelas disputas a respeito
do retorno no rei, pois
além da pressão das
monarquias europeias, o
povo em Portugal estava
insatisfeito.
D. João VI e seu filho, o príncipe
D. Pedro na pena de Debret. A
“coroação” de um rei europeu na
América era coisa nunca vista
até então.
• A vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil
criou uma situação inédita, pela primeira vez, uma
colônia tornava-se capital de sua metrópole.
• D. João VI foi o único monarca europeu a ser
“coroado” nas Américas, o que era outra inversão da
lógica colonial.
• A permanência no Brasil era justificável durante o
período Napoleônico, tornou-se ofensiva aos
portugueses depois de 1815.
• Além da perda de prestígio político, a situação
prejudicava economicamente os comerciantes
reinóis eram evidentes levaram às exigências de
retorno do rei e rebaixamento do Brasil. Fora isso,
os ingleses estavam administrando Portugal. 22
• O maior movimento emancipacionista, a Revolução
Pernambucana de 1817 (Ver aula anterior), ocorreu
durante a presença de D. João VI. No mesmo ano, em
Portugal, explodiu um movimento liberal liderado por
militares e maçons pedindo uma constituição e a volta
do rei foi duramente reprimido pelos ingleses. A tensão
e insatisfação na metrópole foi aumentando.
• Em 1820, a Revolução Liberal do Porto exigiu o retorno
do Rei  A colônia enviou cerca de 70 deputados para
as Cortes de Lisboa.
• No Brasil, havia quem desejasse que D. João jurasse a
Constituição de Cádiz (1812) e permanecesse no Brasil,
mas em 26 de abril de 1821, D. João VI jurou a
constituição portuguesa e partiu com mais de 6 mil
pessoas para Portugal. 23
• Em 21 de abril de 1821, D.
Pedro se reunia com
eleitores do Rio de Janeiro
na Praça do Comércio.
• Ainda na incerteza sobre o
futuro da colônia, populares
se puseram a gritar “Aqui
governa o povo!” e “Haja
Revolução! ”. D. Pedro
ordenou forte repressão,
resultando em um morto e
vários feridos.
• No dia seguinte, nos muros
se lia a pichação “Açougue
dos Bragrança”.
24
• O chamado “Motim da Rua
do Comércio” aconteceu na
praça que pode ser vista
em primeiro plano nessa
ilustração de Johann Moritz
Rugendas de 1835. Ao
fundo, a então Rua Direita,
atual Rua 1º de Março.
• As Cortes não se reuniam em Portugal
desde 1689  A população portuguesa
estava insatisfeita com o governo
militar britânico.
• Redigiram um “Manifesto da Nação
Portuguesa aos Soberanos e Povos da
Europa" onde reafirmava a fidelidade
ao Rei, mas exigiam uma Constituição
que limitasse o poder do soberano.
• No Grão-Pará, na Bahia e no
Maranhão, tropas se rebelaram em
apoio aos revolucionários, formaram
juntas governativas que só
obedeceriam às Cortes de Lisboa.
25
• Várias produções para o cinema e a TV representaram D. João VI e
sua esposa, no início não em situação de protagonismo, como no
filme Independência ou Morte (1972). A partir do filme Carlota
Joaquina, a Princesa do Brazil (1995), um grande sucesso do
cinema nacional, assentou-se uma imagem dominante sobre ele, D.
João seria um rei preguiçoso, glutão, sujo, indeciso e traído e
dominado pela esposa. Já D. Carlota seria uma mulher de sangue
quente, ardilosa e adúltera, sem que suas qualidades intelectuais ou
políticas fossem destacadas.
• Essa imagem persistiu na minissérie O Quintos dos Infernos (2002) e
nas novelas Liberdade, Liberdade (2016) e Novo Mundo (2017), a
minissérie Brasil Imperial (2020) trouxe uma visão menos
depreciativa e mais próxima daquilo que as fontes dizem sobre os
dois. 26
• D. Carlota e D. João VI na novela Novo Mundo e no
filme Carlota Joaquina, Princesa do Brazil.
27

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

1° ano - Grécia Antiga
1° ano -  Grécia Antiga1° ano -  Grécia Antiga
1° ano - Grécia Antiga
Daniel Alves Bronstrup
 
Revolução russa slide
Revolução russa slideRevolução russa slide
Revolução russa slide
Isabel Aguiar
 
2° ano - Brasil Império: Segundo Reinado
2° ano  - Brasil Império: Segundo Reinado2° ano  - Brasil Império: Segundo Reinado
2° ano - Brasil Império: Segundo Reinado
Daniel Alves Bronstrup
 
Iluminismo
IluminismoIluminismo
República velha
República velhaRepública velha
República velha
Elaine Bogo Pavani
 
Segundo reinado (1840 1889)
Segundo reinado (1840 1889)Segundo reinado (1840 1889)
Segundo reinado (1840 1889)
Isaquel Silva
 
PPT - Revolução Russa de 1917
PPT - Revolução Russa de 1917PPT - Revolução Russa de 1917
PPT - Revolução Russa de 1917
josafaslima
 
Período regencial
Período regencialPeríodo regencial
Período regencial
Fabiana Tonsis
 
3º ano - Revolução Russa 1917
3º ano - Revolução Russa 19173º ano - Revolução Russa 1917
3º ano - Revolução Russa 1917
Daniel Alves Bronstrup
 
Chegada da família real ao brasil
Chegada da família real ao brasilChegada da família real ao brasil
Chegada da família real ao brasil
Geová da Silva
 
Guerra fria completa - YouTube Link: https://youtu.be/XhS9vFASWjU
Guerra fria completa - YouTube Link: https://youtu.be/XhS9vFASWjUGuerra fria completa - YouTube Link: https://youtu.be/XhS9vFASWjU
Guerra fria completa - YouTube Link: https://youtu.be/XhS9vFASWjU
Kéliton Ferreira
 
Brasil Período Joanino
Brasil Período JoaninoBrasil Período Joanino
Brasil Período Joanino
dmflores21
 
Antiguidade Clássica: Grécia e Roma
Antiguidade Clássica: Grécia e RomaAntiguidade Clássica: Grécia e Roma
Antiguidade Clássica: Grécia e Roma
Marilia Pimentel
 
Brasil imperial
Brasil imperialBrasil imperial
Brasil imperial
Vivihistoria
 
1° ano aula slide - feudalismo
1° ano   aula slide - feudalismo1° ano   aula slide - feudalismo
1° ano aula slide - feudalismo
Daniel Alves Bronstrup
 
Mercantilismo
MercantilismoMercantilismo
Mercantilismo
harlissoncarvalho
 
8 2º reinado
8  2º reinado8  2º reinado
8 2º reinado
José Augusto Fiorin
 
Primeiro Reinado
Primeiro ReinadoPrimeiro Reinado
Primeiro Reinado
Claudenilson da Silva
 
O império napoleônico
O império napoleônicoO império napoleônico
O império napoleônico
Edenilson Morais
 
Revolução russa
Revolução russaRevolução russa
Revolução russa
Fatima Freitas
 

Mais procurados (20)

1° ano - Grécia Antiga
1° ano -  Grécia Antiga1° ano -  Grécia Antiga
1° ano - Grécia Antiga
 
Revolução russa slide
Revolução russa slideRevolução russa slide
Revolução russa slide
 
2° ano - Brasil Império: Segundo Reinado
2° ano  - Brasil Império: Segundo Reinado2° ano  - Brasil Império: Segundo Reinado
2° ano - Brasil Império: Segundo Reinado
 
Iluminismo
IluminismoIluminismo
Iluminismo
 
República velha
República velhaRepública velha
República velha
 
Segundo reinado (1840 1889)
Segundo reinado (1840 1889)Segundo reinado (1840 1889)
Segundo reinado (1840 1889)
 
PPT - Revolução Russa de 1917
PPT - Revolução Russa de 1917PPT - Revolução Russa de 1917
PPT - Revolução Russa de 1917
 
Período regencial
Período regencialPeríodo regencial
Período regencial
 
3º ano - Revolução Russa 1917
3º ano - Revolução Russa 19173º ano - Revolução Russa 1917
3º ano - Revolução Russa 1917
 
Chegada da família real ao brasil
Chegada da família real ao brasilChegada da família real ao brasil
Chegada da família real ao brasil
 
Guerra fria completa - YouTube Link: https://youtu.be/XhS9vFASWjU
Guerra fria completa - YouTube Link: https://youtu.be/XhS9vFASWjUGuerra fria completa - YouTube Link: https://youtu.be/XhS9vFASWjU
Guerra fria completa - YouTube Link: https://youtu.be/XhS9vFASWjU
 
Brasil Período Joanino
Brasil Período JoaninoBrasil Período Joanino
Brasil Período Joanino
 
Antiguidade Clássica: Grécia e Roma
Antiguidade Clássica: Grécia e RomaAntiguidade Clássica: Grécia e Roma
Antiguidade Clássica: Grécia e Roma
 
Brasil imperial
Brasil imperialBrasil imperial
Brasil imperial
 
1° ano aula slide - feudalismo
1° ano   aula slide - feudalismo1° ano   aula slide - feudalismo
1° ano aula slide - feudalismo
 
Mercantilismo
MercantilismoMercantilismo
Mercantilismo
 
8 2º reinado
8  2º reinado8  2º reinado
8 2º reinado
 
Primeiro Reinado
Primeiro ReinadoPrimeiro Reinado
Primeiro Reinado
 
O império napoleônico
O império napoleônicoO império napoleônico
O império napoleônico
 
Revolução russa
Revolução russaRevolução russa
Revolução russa
 

Semelhante a Período Joanino (1808-1821)

Família real no brasil
Família real no brasilFamília real no brasil
Família real no brasil
harlissoncarvalho
 
Resumo sobre a vinda da família real
Resumo sobre a vinda da família realResumo sobre a vinda da família real
Resumo sobre a vinda da família real
Janine Schwartz
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
historiando
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
historiando
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
Nelia Salles Nantes
 
A transferência da corte para o brasil 1808
A transferência da corte para o brasil 1808A transferência da corte para o brasil 1808
A transferência da corte para o brasil 1808
ProfessoresColeguium
 
A transferência da Corte para o Brasil 1808
A transferência da Corte para o Brasil 1808A transferência da Corte para o Brasil 1808
A transferência da Corte para o Brasil 1808
ProfessoresColeguium
 
Chegada ao Brasil.pptx
Chegada ao Brasil.pptxChegada ao Brasil.pptx
Chegada ao Brasil.pptx
RafaelyLeite1
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
Nelia Salles Nantes
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
Nelia Salles Nantes
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
Nelia Salles Nantes
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
historiando
 
A fase de d.joão VI
A fase de d.joão VIA fase de d.joão VI
A fase de d.joão VI
ramonhnascimento
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
PORTAL69
 
Processo de independência do Brasil
Processo de independência do BrasilProcesso de independência do Brasil
Processo de independência do Brasil
Ana Souza
 
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.pptA Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
RenataRodrigues504820
 
A Corte portuguesa ppt.ppt
A Corte portuguesa ppt.pptA Corte portuguesa ppt.ppt
A Corte portuguesa ppt.ppt
RenataRodrigues504820
 
Brasil colonia periodo_joanino_resumido
Brasil colonia periodo_joanino_resumidoBrasil colonia periodo_joanino_resumido
Brasil colonia periodo_joanino_resumido
Karla Fonseca
 
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.pptA Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
carloshistoriador
 
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.pptA Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
carloshistoriador
 

Semelhante a Período Joanino (1808-1821) (20)

Família real no brasil
Família real no brasilFamília real no brasil
Família real no brasil
 
Resumo sobre a vinda da família real
Resumo sobre a vinda da família realResumo sobre a vinda da família real
Resumo sobre a vinda da família real
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
 
A transferência da corte para o brasil 1808
A transferência da corte para o brasil 1808A transferência da corte para o brasil 1808
A transferência da corte para o brasil 1808
 
A transferência da Corte para o Brasil 1808
A transferência da Corte para o Brasil 1808A transferência da Corte para o Brasil 1808
A transferência da Corte para o Brasil 1808
 
Chegada ao Brasil.pptx
Chegada ao Brasil.pptxChegada ao Brasil.pptx
Chegada ao Brasil.pptx
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
 
A fase de d.joão VI
A fase de d.joão VIA fase de d.joão VI
A fase de d.joão VI
 
A vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasilA vinda da família real ao brasil
A vinda da família real ao brasil
 
Processo de independência do Brasil
Processo de independência do BrasilProcesso de independência do Brasil
Processo de independência do Brasil
 
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.pptA Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
 
A Corte portuguesa ppt.ppt
A Corte portuguesa ppt.pptA Corte portuguesa ppt.ppt
A Corte portuguesa ppt.ppt
 
Brasil colonia periodo_joanino_resumido
Brasil colonia periodo_joanino_resumidoBrasil colonia periodo_joanino_resumido
Brasil colonia periodo_joanino_resumido
 
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.pptA Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
 
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.pptA Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
A Corte portuguesa no Brasil o Reino Unido.ppt
 

Mais de Valéria Shoujofan

América Latina: Da Independência à Consolidação dos Estados Nacionais
América Latina: Da Independência à Consolidação dos Estados NacionaisAmérica Latina: Da Independência à Consolidação dos Estados Nacionais
América Latina: Da Independência à Consolidação dos Estados Nacionais
Valéria Shoujofan
 
Segundo Reinando: Escravidão e Imigração
Segundo Reinando: Escravidão e ImigraçãoSegundo Reinando: Escravidão e Imigração
Segundo Reinando: Escravidão e Imigração
Valéria Shoujofan
 
Entre Negociações, Reiterações e Transgressões.pptx
Entre Negociações, Reiterações e Transgressões.pptxEntre Negociações, Reiterações e Transgressões.pptx
Entre Negociações, Reiterações e Transgressões.pptx
Valéria Shoujofan
 
Revolução Americana
Revolução AmericanaRevolução Americana
Revolução Americana
Valéria Shoujofan
 
Iluminismo e Déspotas Esclarecidos
Iluminismo e Déspotas EsclarecidosIluminismo e Déspotas Esclarecidos
Iluminismo e Déspotas Esclarecidos
Valéria Shoujofan
 
Primeira e Segunda Revolução Industrial
Primeira e Segunda Revolução IndustrialPrimeira e Segunda Revolução Industrial
Primeira e Segunda Revolução Industrial
Valéria Shoujofan
 
Absolutismo Monárquico e a Crítica dos Contratualistas
Absolutismo Monárquico e a Crítica dos ContratualistasAbsolutismo Monárquico e a Crítica dos Contratualistas
Absolutismo Monárquico e a Crítica dos Contratualistas
Valéria Shoujofan
 
Inglaterra: Revolução Científica e Revolução Agrícola
Inglaterra: Revolução Científica e Revolução AgrícolaInglaterra: Revolução Científica e Revolução Agrícola
Inglaterra: Revolução Científica e Revolução Agrícola
Valéria Shoujofan
 
Reformas Religiosas (novo)
Reformas Religiosas (novo)Reformas Religiosas (novo)
Reformas Religiosas (novo)
Valéria Shoujofan
 
Revoluções Inglesas - século XVII
Revoluções Inglesas - século XVIIRevoluções Inglesas - século XVII
Revoluções Inglesas - século XVII
Valéria Shoujofan
 
CONSTRUÇÃO DO MUNDO MODERNO (XIV-XVII): ÁFRICA ATLÂNTICA
CONSTRUÇÃO DO MUNDO MODERNO (XIV-XVII): ÁFRICA ATLÂNTICACONSTRUÇÃO DO MUNDO MODERNO (XIV-XVII): ÁFRICA ATLÂNTICA
CONSTRUÇÃO DO MUNDO MODERNO (XIV-XVII): ÁFRICA ATLÂNTICA
Valéria Shoujofan
 
Conquista e Colonização das Américas (1º ano)
Conquista e Colonização das Américas (1º ano)Conquista e Colonização das Américas (1º ano)
Conquista e Colonização das Américas (1º ano)
Valéria Shoujofan
 
Revoltas Emancipacionistas
Revoltas EmancipacionistasRevoltas Emancipacionistas
Revoltas Emancipacionistas
Valéria Shoujofan
 
Independência do Brasil e Primeiro Reinado
Independência do Brasil e Primeiro ReinadoIndependência do Brasil e Primeiro Reinado
Independência do Brasil e Primeiro Reinado
Valéria Shoujofan
 
Renascimento Urbano e Comercial e Cruzadas
Renascimento Urbano e Comercial e CruzadasRenascimento Urbano e Comercial e Cruzadas
Renascimento Urbano e Comercial e Cruzadas
Valéria Shoujofan
 
Sistema feudal - Igreja Católica - Parte 2
Sistema feudal - Igreja Católica - Parte 2Sistema feudal - Igreja Católica - Parte 2
Sistema feudal - Igreja Católica - Parte 2
Valéria Shoujofan
 
Sociedade feudal - Parte 1
Sociedade feudal - Parte 1Sociedade feudal - Parte 1
Sociedade feudal - Parte 1
Valéria Shoujofan
 
Formação das Monarquias Nacionais e Absolutismo
Formação das Monarquias Nacionais e AbsolutismoFormação das Monarquias Nacionais e Absolutismo
Formação das Monarquias Nacionais e Absolutismo
Valéria Shoujofan
 
Reformas religiosas do Século XVI
Reformas religiosas do Século XVIReformas religiosas do Século XVI
Reformas religiosas do Século XVI
Valéria Shoujofan
 
Renascimento Cultural
Renascimento CulturalRenascimento Cultural
Renascimento Cultural
Valéria Shoujofan
 

Mais de Valéria Shoujofan (20)

América Latina: Da Independência à Consolidação dos Estados Nacionais
América Latina: Da Independência à Consolidação dos Estados NacionaisAmérica Latina: Da Independência à Consolidação dos Estados Nacionais
América Latina: Da Independência à Consolidação dos Estados Nacionais
 
Segundo Reinando: Escravidão e Imigração
Segundo Reinando: Escravidão e ImigraçãoSegundo Reinando: Escravidão e Imigração
Segundo Reinando: Escravidão e Imigração
 
Entre Negociações, Reiterações e Transgressões.pptx
Entre Negociações, Reiterações e Transgressões.pptxEntre Negociações, Reiterações e Transgressões.pptx
Entre Negociações, Reiterações e Transgressões.pptx
 
Revolução Americana
Revolução AmericanaRevolução Americana
Revolução Americana
 
Iluminismo e Déspotas Esclarecidos
Iluminismo e Déspotas EsclarecidosIluminismo e Déspotas Esclarecidos
Iluminismo e Déspotas Esclarecidos
 
Primeira e Segunda Revolução Industrial
Primeira e Segunda Revolução IndustrialPrimeira e Segunda Revolução Industrial
Primeira e Segunda Revolução Industrial
 
Absolutismo Monárquico e a Crítica dos Contratualistas
Absolutismo Monárquico e a Crítica dos ContratualistasAbsolutismo Monárquico e a Crítica dos Contratualistas
Absolutismo Monárquico e a Crítica dos Contratualistas
 
Inglaterra: Revolução Científica e Revolução Agrícola
Inglaterra: Revolução Científica e Revolução AgrícolaInglaterra: Revolução Científica e Revolução Agrícola
Inglaterra: Revolução Científica e Revolução Agrícola
 
Reformas Religiosas (novo)
Reformas Religiosas (novo)Reformas Religiosas (novo)
Reformas Religiosas (novo)
 
Revoluções Inglesas - século XVII
Revoluções Inglesas - século XVIIRevoluções Inglesas - século XVII
Revoluções Inglesas - século XVII
 
CONSTRUÇÃO DO MUNDO MODERNO (XIV-XVII): ÁFRICA ATLÂNTICA
CONSTRUÇÃO DO MUNDO MODERNO (XIV-XVII): ÁFRICA ATLÂNTICACONSTRUÇÃO DO MUNDO MODERNO (XIV-XVII): ÁFRICA ATLÂNTICA
CONSTRUÇÃO DO MUNDO MODERNO (XIV-XVII): ÁFRICA ATLÂNTICA
 
Conquista e Colonização das Américas (1º ano)
Conquista e Colonização das Américas (1º ano)Conquista e Colonização das Américas (1º ano)
Conquista e Colonização das Américas (1º ano)
 
Revoltas Emancipacionistas
Revoltas EmancipacionistasRevoltas Emancipacionistas
Revoltas Emancipacionistas
 
Independência do Brasil e Primeiro Reinado
Independência do Brasil e Primeiro ReinadoIndependência do Brasil e Primeiro Reinado
Independência do Brasil e Primeiro Reinado
 
Renascimento Urbano e Comercial e Cruzadas
Renascimento Urbano e Comercial e CruzadasRenascimento Urbano e Comercial e Cruzadas
Renascimento Urbano e Comercial e Cruzadas
 
Sistema feudal - Igreja Católica - Parte 2
Sistema feudal - Igreja Católica - Parte 2Sistema feudal - Igreja Católica - Parte 2
Sistema feudal - Igreja Católica - Parte 2
 
Sociedade feudal - Parte 1
Sociedade feudal - Parte 1Sociedade feudal - Parte 1
Sociedade feudal - Parte 1
 
Formação das Monarquias Nacionais e Absolutismo
Formação das Monarquias Nacionais e AbsolutismoFormação das Monarquias Nacionais e Absolutismo
Formação das Monarquias Nacionais e Absolutismo
 
Reformas religiosas do Século XVI
Reformas religiosas do Século XVIReformas religiosas do Século XVI
Reformas religiosas do Século XVI
 
Renascimento Cultural
Renascimento CulturalRenascimento Cultural
Renascimento Cultural
 

Último

CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdfCD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
Manuais Formação
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptxDEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
ConservoConstrues
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
Centro Jacques Delors
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx
6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx
6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx
ALEXANDRODECASTRODOS
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Maurício Bratz
 
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidadeAula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
AlessandraRibas7
 
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdfO livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
dataprovider
 
Bem -aventurados pobres de espirito.pptx
Bem -aventurados pobres de espirito.pptxBem -aventurados pobres de espirito.pptx
Bem -aventurados pobres de espirito.pptx
MarcoAurlioResende
 
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdfRazonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Demetrio Ccesa Rayme
 
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de GeografiaAula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
WELTONROBERTOFREITAS
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
AdrianoMontagna1
 
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e RiscadoresCap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Shakil Y. Rahim
 
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptxagosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 

Último (20)

CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdfCD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
CD_B2_C_Criar e Editar Conteúdos Digitais_índice.pdf
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptxDEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
 
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx
6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx
6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
 
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidadeAula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
 
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdfO livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
 
Bem -aventurados pobres de espirito.pptx
Bem -aventurados pobres de espirito.pptxBem -aventurados pobres de espirito.pptx
Bem -aventurados pobres de espirito.pptx
 
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdfRazonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
 
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de GeografiaAula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
 
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
 
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e RiscadoresCap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
 
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptxagosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
 

Período Joanino (1808-1821)

  • 1. 1
  • 2. • Portugal estava ligado à Inglaterra por vários tratados e protelou o quanto pode a decisão quanto ao Bloqueio Continental. 2 • O Bloqueio Continental foi iniciado em 21 de novembro de 1806 e se estendeu até 11 de abril de 1814. • Objetivos principais: isolar a Inglaterra, estrangulando a sua economia, e estimular a indústria francesa.
  • 3. • D. João era o governante de fato de Portugal desde 1792, porque sua mãe, D. Maria I, fora declarada mentalmente incapaz. • Três tragédias são consideradas responsáveis pelo colapso mental da soberana → a morte de seu marido em 1786, fez com que mergulhasse a corte portuguesa em estado de luto exagerado → em 1791, a morte de seu herdeiro aos 27 anos de varíola (*a rainha proibira a sua inoculação*) e de seu confessor a devastaram. 3
  • 4. • A transferência da Corte foi feita às pressas entre os dias 25 e 27 de novembro sob a proteção de navios ingleses. Com o apoio da esquadra inglesa, parte dos navios chegou à Bahia em 7 de março de 1808. É que após uma forte tempestade, alguns navios foram parar em Salvador e outros na cidade do Rio de Janeiro. 4 • De Lisboa, embarcaram para o Brasil a família real e seus cortesãos, cerca de 15 mil pessoas que se acomodaram em 3 fragatas, 3 brigues e 2 escunas. Vieram ainda centenas de funcionários e criados. • Trouxeram muito dinheiro, obras de arte, documentos, livros, bens pessoais e outros objetos de valor. Inclusive uma biblioteca com mais de 60 mil livros.
  • 5. Embarque da Família Real para o Brasil de Nicolas- Louis-Albert Delerive (1755–1818). 5
  • 6. • A ideia da transferência do governo do Império Português para o Brasil, definitivamente, ou de forma temporária, não era uma novidade → Ainda que nem toda a corte soubesse, a transferência foi uma decisão de Estado. • Em outubro de 1807, foi assinada em Londres um tratado “Convenção Secreta sobre a Transferência da Monarquia Portuguesa para o Brasil” e, em novembro, 420 funcionários já tinham sido enviados para o Brasil como uma preparação para a transferência. • Fora isso, o próprio primeiro-ministro da britânico, William Pitt, defendeu publicamente mais de uma vez que caso Portugal se aliasse aos franceses, os ingleses deveriam invadir o Brasil. 6
  • 7. D. João VI (1816-1826), ao transferir a administração metropolitana para a colônia, garantiu a permanência do Brasil no Império Português, mas lançou, também, as sementes da nossa independência, pois para muitos colonos e parceiros ingleses não interessava retornar à condição de completa subordinação a Portugal. 7
  • 8. D. João VI era casado com a princesa espanhola Carlota Joaquina (1775-1830). A rainha nunca gostou de morar no Brasil, residia em um palácio separado do marido e tentou se imiscuir em assuntos políticos, como Napoleão invadira a Espanha, queria ser reconhecida como rainha das colônias espanholas na América do Sul. O marido a bloqueou, mas aproveitou-se para invadir o Uruguai. 8
  • 9. D. João VI em Salvador, Cândido Portinari (1952). 9
  • 10. D. João desembarcou em Salvador em 28 de janeiro de 1808 e abriu os portos às “nações amigas”, naquele momento, era quase a mesma coisa que abrir os portos à Inglaterra. 10 Chegada de D. João à Igreja do Rosário (RJ), óleo de Armando de Martins Viana.
  • 11. 11 O Tratado de Abertura dos Portos às Nações Amigas está na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
  • 12. • Foram suspensos todos os decretos que proibiam a produção de manufaturas na colônia. • Por decreto de junho de 1808, o comércio livre foi limitado aos portos do Rio de Janeiro, Belém, São Luís, Recife e Salvador → Vejam que a liberdade não era total e que o porto de Santos ainda não era relevante. • A tarifa alfandegária era de 24% para produtos estrangeiros e 16% para os portugueses. • Em fevereiro de 1810, o Tratado de Navegação e Comércio definiu em 15% a taxa para os produtos ingleses → o Brasil foi inundado de produtos ingleses úteis e inúteis, baratos e de luxo. 12
  • 13. • Os ingleses no Brasil seriam julgados por cortes especiais segundo as leis inglesas (extraterritorialidade), já os portugueses que cometessem crimes na Inglaterra seriam julgados pelas leis britânicas. • Os ingleses poderiam praticar sua fé caso protestantes e construir suas igrejas desde que não tivessem aparência externa de templos. • Teriam direito aos seus próprios cemitérios. 13
  • 14. • O Cemitério dos Ingleses na Gamboa, Rio de Janeiro, foi o primeiro cemitério protestante e ao ar livre da cidade. Os católicos eram enterrados dentro das igrejas, ou no terreno da mesma. A pintura foi feita por Maria Graham, que foi preceptora da princesa Maria da Glória, em 1823. 14
  • 15. 15 • Em 1812, chegaram ao Rio de Janeiro entre 200 e 400 chineses vindos de Macau. Trazidos por ordem de D. João VI, eles deveriam desenvolver o cultivo do chá no Brasil. • Os planos incluíam trazer até um milhão de chineses e abastecer não só o mercado interno como o europeu. As plantações (no Jardim Botânico, na Ilha do Governador e na Fazenda Imperial de Santa Cruz) não foram para frente. Dentre as teorias para o fracasso da experiência estão a possibilidade dos chineses não serem especialistas nesse cultivo e a resistência a um regime de trabalho semelhante à escravidão. Alguns chineses viraram mascates, outros donos de casas de ópio, outros desapareceram.
  • 16. • Escola de Cirurgia da Bahia (Salvador) e Escola anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro em 1808 → primeiras escolas superiores. • Fábrica de Pólvora (13 de maio de 1808). • Banco do Brasil (12 de outubro de 1808). • Biblioteca Nacional (29 de outubro de 1810). • Real Academia Militar (4 de Dezembro de 1810). 16 Jardim Botânico, criado em 13 de junho de 1808.
  • 17. • Criação da Imprensa → Gazeta do Rio de Janeiro (órgão oficial do governo) X Correio Braziliense (jornal independente, publicado em Londres) → ambos fundados em 1808. • Expedição à Guiana Francesa (1809)  que foi devolvida após o Congresso de Viena  e intervenções no Uruguai ou Banda Oriental (Província Cisplatina) em 1811, 1816 e 1821. • Missão Artística Francesa (1816) liderada por Joaquim Lebreton  A capital do Império precisava ser remodelada e embelezada aos moldes europeus  Jean-Baptiste Debret é o nome mais lembrado da missão artística francesa. • Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios (1816)  futura Academia Imperial de Belas Artes (1826). 17
  • 18. 18 Debret retratou o mundo do trabalho no Brasil do início do século XIX.
  • 19. 19 Debret retratou o cotidiano, também, famílias brancas, mestiças, o carnaval.
  • 20. 20 • Em 1815, o Congresso de Viena exigiu o retorno de D. João para Portugal, pois não fazia sentido que o rei continuasse na colônia. • Para justificas a sua permanência, em 16 de dezembro de 1815 D. João VI elevou o Brasil à categoria de Reino Unido a Portugal e Algarves. • Em março de 1816, morre D. Maria I. Reunião do Congresso de Viena.
  • 21. 21 • Em Portugal, os reis não eram coroados, mas aclamados pelo povo. D. João VI esperou dois anos para efetivar a cerimônia que ocorreu, com grandes festividades, no dia 6 de fevereiro de 1818. • A demora se justifica pelas disputas a respeito do retorno no rei, pois além da pressão das monarquias europeias, o povo em Portugal estava insatisfeito. D. João VI e seu filho, o príncipe D. Pedro na pena de Debret. A “coroação” de um rei europeu na América era coisa nunca vista até então.
  • 22. • A vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil criou uma situação inédita, pela primeira vez, uma colônia tornava-se capital de sua metrópole. • D. João VI foi o único monarca europeu a ser “coroado” nas Américas, o que era outra inversão da lógica colonial. • A permanência no Brasil era justificável durante o período Napoleônico, tornou-se ofensiva aos portugueses depois de 1815. • Além da perda de prestígio político, a situação prejudicava economicamente os comerciantes reinóis eram evidentes levaram às exigências de retorno do rei e rebaixamento do Brasil. Fora isso, os ingleses estavam administrando Portugal. 22
  • 23. • O maior movimento emancipacionista, a Revolução Pernambucana de 1817 (Ver aula anterior), ocorreu durante a presença de D. João VI. No mesmo ano, em Portugal, explodiu um movimento liberal liderado por militares e maçons pedindo uma constituição e a volta do rei foi duramente reprimido pelos ingleses. A tensão e insatisfação na metrópole foi aumentando. • Em 1820, a Revolução Liberal do Porto exigiu o retorno do Rei  A colônia enviou cerca de 70 deputados para as Cortes de Lisboa. • No Brasil, havia quem desejasse que D. João jurasse a Constituição de Cádiz (1812) e permanecesse no Brasil, mas em 26 de abril de 1821, D. João VI jurou a constituição portuguesa e partiu com mais de 6 mil pessoas para Portugal. 23
  • 24. • Em 21 de abril de 1821, D. Pedro se reunia com eleitores do Rio de Janeiro na Praça do Comércio. • Ainda na incerteza sobre o futuro da colônia, populares se puseram a gritar “Aqui governa o povo!” e “Haja Revolução! ”. D. Pedro ordenou forte repressão, resultando em um morto e vários feridos. • No dia seguinte, nos muros se lia a pichação “Açougue dos Bragrança”. 24 • O chamado “Motim da Rua do Comércio” aconteceu na praça que pode ser vista em primeiro plano nessa ilustração de Johann Moritz Rugendas de 1835. Ao fundo, a então Rua Direita, atual Rua 1º de Março.
  • 25. • As Cortes não se reuniam em Portugal desde 1689  A população portuguesa estava insatisfeita com o governo militar britânico. • Redigiram um “Manifesto da Nação Portuguesa aos Soberanos e Povos da Europa" onde reafirmava a fidelidade ao Rei, mas exigiam uma Constituição que limitasse o poder do soberano. • No Grão-Pará, na Bahia e no Maranhão, tropas se rebelaram em apoio aos revolucionários, formaram juntas governativas que só obedeceriam às Cortes de Lisboa. 25
  • 26. • Várias produções para o cinema e a TV representaram D. João VI e sua esposa, no início não em situação de protagonismo, como no filme Independência ou Morte (1972). A partir do filme Carlota Joaquina, a Princesa do Brazil (1995), um grande sucesso do cinema nacional, assentou-se uma imagem dominante sobre ele, D. João seria um rei preguiçoso, glutão, sujo, indeciso e traído e dominado pela esposa. Já D. Carlota seria uma mulher de sangue quente, ardilosa e adúltera, sem que suas qualidades intelectuais ou políticas fossem destacadas. • Essa imagem persistiu na minissérie O Quintos dos Infernos (2002) e nas novelas Liberdade, Liberdade (2016) e Novo Mundo (2017), a minissérie Brasil Imperial (2020) trouxe uma visão menos depreciativa e mais próxima daquilo que as fontes dizem sobre os dois. 26
  • 27. • D. Carlota e D. João VI na novela Novo Mundo e no filme Carlota Joaquina, Princesa do Brazil. 27