Fase D. João VIValesca, Mariana Loureiro, Jéssica Ribeiro, Natália e Gabriela2M4
Pequena biografia de D João VIO reinado de D. João VIFuga para o Brasil e a viagemFormação do Reino UnidoPrincipios que nortearam os trabalhos do congressoPor que elevar o Brasil a Reino UnidoRevolução do PortoRetorno da Corte à EuropaÍndice
Pequena biografia de D. João VIFilho de D. Maria I e de D. Pedro III. Casou em 1785 com D. Carlota Joaquina, Infanta de Espanha, filha de Carlos IV e de Maria Luísa de Parma.A partir de 1792, assegurou a direção dos negócios públicos, devido à doença mental da mãe.  Em nome da rainha.
A partir de 1799 em nome próprio  com o título de Príncipe Regente, sendo aclamado rei em 1816. O seu reinado decorre numa épocade profundas mutações à escala mundial e à escala nacional: Revolução Francesa e a conseqüente guerra européiaBloqueio ContinentalGuerra com a Espanha e a perda de OlivençaInvasões francesasFuga da corte para o Brasil.Revolução liberalIndependência do Brasil. (onde permaneceu durante 14 anos)
Fuga para o BrasilMotivosPortugal havia desobedecido o Bloqueio Continental, pois dependia do comércio com a Inglaterra.       Por esse motivo Napoleão enviou tropas para invadir Portugal.
A viagemOs navios da esquadra portuguesa, escoltados pelos ingleses, se dispersaram devido a uma forte tempestade.Em 5 Dezembro se reagruparam e em 11 de Dezembro, a frota avistou a ilha da Madeira.Desembarcaram no Brasil sem escolta, maltrapilhos, com piolhos e assediados por negros escravos e índios.Formação do Reino UnidoCongresso de VienaApós a derrota de Napoleão em Waterloo, as monarquias européias se reuniram em Viena para discutir a redefinição do mapa político do Velho Continente - alterado em razão das Guerras Napoleônicas.
Dois princípios  nortearam os trabalhos do CongressoRestauração e legitimidade:ficavam garantidas a restauração das monarquias destituídas pelas tropas francesas e a legitimidade dos governantes que estavam no poder antes do golpe do 18 de Brumário, em 1799.Princípio do equilíbrio de poder e fronteiras geográficas:tentava-se manter o equilíbrio político-militar entre os países da Europa, de modo a evitar um novo movimento expansionista, como o de Napoleão.  Nessa perspectiva, era preciso garantir os limites geográficos de cada país por meio de exércitos permanentes, responsáveis por garantir a paz.Por que elevar o Brasil a Reino Unido?Durante o Congresso de Viena, a família real portuguesa estava no Brasil, numa situação politicamente estranha:
 D. João VI governava o reino a partir de uma colônia(Brasil, Rio de Janeiro).
 Portanto, não estava, formalmente, dentro de seu reino, mas, sim, em uma possessão além-mar de Portugal.A saída encontrada foi elevar o Brasil a Reino Unido de Portugal e Algarves, assim como o Reino Unido da Grã-Bretanha. Porém, houve uma grande contradição:
O Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves possuía dois centros políticos, Lisboa e Rio de Janeiro.
O governo do novo reino permaneceu nessa situação por mais alguns anos, quando aconteceria, em Portugal, a Revolução do Porto.Revolução do PortoFoi um movimento liberal que acarretou conseqüências tanto na História de Portugal como na História do Brasil. A burguesia mercantil se ressentia dos efeitos do Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas (1808), que deslocara para o Brasil parte expressiva da vida econômica metropolitana.A guarnição do Porto, irritada com a falta de pagamento, junto com os comerciantes descontentes daquela cidade, conseguiram o apoio das camadas sociais: Clero, Nobreza e Exército português.Entre as suas reivindicações, exigiram: o imediato retorno da Corte para Portugal, visto como forma de restaurar  a dignidade metropolitana; 
 o estabelecimento, em Portugal, de uma Monarquia constitucional;
 a restauração da exclusividade de comércio com o Brasil (reinstauração do Pacto Colonial). A junta governativa de Lord Beresford (encarregado de assuntos militares e políticos de Portugal no período de 1807-1820) foi substituída por uma junta provisória, que convocou as Cortes Gerais Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa para elaborar uma Constituição para Portugal.Enquanto a carta magna estava sendo redigida, entrou em vigor uma Constituição provisória, que seguia o modelo espanhol.
Revolução do Porto ou Revolução Liberal do Porto.Como conseqüências, a Corte, à excepção de Dom Pedro I que permaneceu no Brasil na condição de Príncipe Regente, retornou a Portugal no ano de 1821 e, diante do progressivo aumento da pressão para a recolonização do Brasil, este proclamou a sua independência em 1822.
Pressionado pelos portugueses, D. João VI resolveu voltar para Portugal, em abril de 1821. Deixou em seu lugar, no Brasil, o filho D. Pedro como príncipe regente.Retorno da Corte a Portugal A separação do Brasil foi informalmente realizada em janeiro de 1822, quando D. Pedro declarou que iria permanecer no Brasil ("Dia do Fico"), com as seguintes palavras: “Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto: diga ao povo que fico. Agora só tenho a recomendar-vos união e tranquilidade.”

2M4 G3 - Fase D João VI

  • 1.
    Fase D. JoãoVIValesca, Mariana Loureiro, Jéssica Ribeiro, Natália e Gabriela2M4
  • 2.
    Pequena biografia deD João VIO reinado de D. João VIFuga para o Brasil e a viagemFormação do Reino UnidoPrincipios que nortearam os trabalhos do congressoPor que elevar o Brasil a Reino UnidoRevolução do PortoRetorno da Corte à EuropaÍndice
  • 3.
    Pequena biografia deD. João VIFilho de D. Maria I e de D. Pedro III. Casou em 1785 com D. Carlota Joaquina, Infanta de Espanha, filha de Carlos IV e de Maria Luísa de Parma.A partir de 1792, assegurou a direção dos negócios públicos, devido à doença mental da mãe. Em nome da rainha.
  • 4.
    A partir de1799 em nome próprio com o título de Príncipe Regente, sendo aclamado rei em 1816. O seu reinado decorre numa épocade profundas mutações à escala mundial e à escala nacional: Revolução Francesa e a conseqüente guerra européiaBloqueio ContinentalGuerra com a Espanha e a perda de OlivençaInvasões francesasFuga da corte para o Brasil.Revolução liberalIndependência do Brasil. (onde permaneceu durante 14 anos)
  • 5.
    Fuga para oBrasilMotivosPortugal havia desobedecido o Bloqueio Continental, pois dependia do comércio com a Inglaterra.     Por esse motivo Napoleão enviou tropas para invadir Portugal.
  • 6.
    A viagemOs naviosda esquadra portuguesa, escoltados pelos ingleses, se dispersaram devido a uma forte tempestade.Em 5 Dezembro se reagruparam e em 11 de Dezembro, a frota avistou a ilha da Madeira.Desembarcaram no Brasil sem escolta, maltrapilhos, com piolhos e assediados por negros escravos e índios.Formação do Reino UnidoCongresso de VienaApós a derrota de Napoleão em Waterloo, as monarquias européias se reuniram em Viena para discutir a redefinição do mapa político do Velho Continente - alterado em razão das Guerras Napoleônicas.
  • 7.
    Dois princípios nortearam os trabalhos do CongressoRestauração e legitimidade:ficavam garantidas a restauração das monarquias destituídas pelas tropas francesas e a legitimidade dos governantes que estavam no poder antes do golpe do 18 de Brumário, em 1799.Princípio do equilíbrio de poder e fronteiras geográficas:tentava-se manter o equilíbrio político-militar entre os países da Europa, de modo a evitar um novo movimento expansionista, como o de Napoleão.  Nessa perspectiva, era preciso garantir os limites geográficos de cada país por meio de exércitos permanentes, responsáveis por garantir a paz.Por que elevar o Brasil a Reino Unido?Durante o Congresso de Viena, a família real portuguesa estava no Brasil, numa situação politicamente estranha:
  • 8.
     D. João VIgovernava o reino a partir de uma colônia(Brasil, Rio de Janeiro).
  • 9.
     Portanto, não estava,formalmente, dentro de seu reino, mas, sim, em uma possessão além-mar de Portugal.A saída encontrada foi elevar o Brasil a Reino Unido de Portugal e Algarves, assim como o Reino Unido da Grã-Bretanha. Porém, houve uma grande contradição:
  • 10.
    O Reino Unidode Portugal, Brasil e Algarves possuía dois centros políticos, Lisboa e Rio de Janeiro.
  • 11.
    O governo donovo reino permaneceu nessa situação por mais alguns anos, quando aconteceria, em Portugal, a Revolução do Porto.Revolução do PortoFoi um movimento liberal que acarretou conseqüências tanto na História de Portugal como na História do Brasil. A burguesia mercantil se ressentia dos efeitos do Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas (1808), que deslocara para o Brasil parte expressiva da vida econômica metropolitana.A guarnição do Porto, irritada com a falta de pagamento, junto com os comerciantes descontentes daquela cidade, conseguiram o apoio das camadas sociais: Clero, Nobreza e Exército português.Entre as suas reivindicações, exigiram: o imediato retorno da Corte para Portugal, visto como forma de restaurar a dignidade metropolitana; 
  • 12.
     o estabelecimento, emPortugal, de uma Monarquia constitucional;
  • 13.
     a restauração daexclusividade de comércio com o Brasil (reinstauração do Pacto Colonial). A junta governativa de Lord Beresford (encarregado de assuntos militares e políticos de Portugal no período de 1807-1820) foi substituída por uma junta provisória, que convocou as Cortes Gerais Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa para elaborar uma Constituição para Portugal.Enquanto a carta magna estava sendo redigida, entrou em vigor uma Constituição provisória, que seguia o modelo espanhol.
  • 14.
    Revolução do Portoou Revolução Liberal do Porto.Como conseqüências, a Corte, à excepção de Dom Pedro I que permaneceu no Brasil na condição de Príncipe Regente, retornou a Portugal no ano de 1821 e, diante do progressivo aumento da pressão para a recolonização do Brasil, este proclamou a sua independência em 1822.
  • 15.
    Pressionado pelos portugueses,D. João VI resolveu voltar para Portugal, em abril de 1821. Deixou em seu lugar, no Brasil, o filho D. Pedro como príncipe regente.Retorno da Corte a Portugal A separação do Brasil foi informalmente realizada em janeiro de 1822, quando D. Pedro declarou que iria permanecer no Brasil ("Dia do Fico"), com as seguintes palavras: “Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto: diga ao povo que fico. Agora só tenho a recomendar-vos união e tranquilidade.”