INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
PERÍODO JOANINO
1. Sistema colonial
Absolutismo
(Antigo Regime)
Mercantilismo Pacto Colonial
ESTRUTURA ECONÔMICA
PACTO COLONIAL:
MATER. PRIMAS E RIQUEZAS
COLÔNIA METRÓPOLE
MANUFATURAS E ESCRAVOS
2. Crise e colapso do sistema colonial
Iluminismo (séc. XVIII):
o Ideais liberais questionavam o mercantilismo,
o pacto colonial e propunham o livre mercado.
Independência dos EUA (1774):
o Primeiro Estado liberal – democrático.
Revolução Francesa (1789):
o Consolidou o fim do Antigo Regime.
Era Napoleônica (1799 – 1815):
o Consolidou o fim do Antigo Regime e propagou
os ideais liberais.
Revolução Industrial (meados do séc. XVIII):
o A Inglaterra (potência industrial) lançou – se na
busca de matérias – primas e consumidores.
o Pressionava por livre mercado contra o pacto
colonial e o exclusivo metropolitano.
ILUMINISMO INDEPENDÊNCIA
EUA
1. Período Joanino (1808 – 1821)
Bloqueio Continental (1806):
o Napoleão bloqueou a Europa à Inglaterra.
o Portugal não aderiu ao Bloqueio Continental.
o Napoleão ordenou a ocupação de Portugal.
o A família real portuguesa fugiu para o Brasil
em 29/11/1807 sob a proteção dos ingleses,
chegando a Salvador em 22/01/1808.
D. João VI era gordo, flácido e devorador voraz de
franguinhos que trazia fritos e desossados nos bolsos
de seus uniformes sempre sujos e engordurados.
Não conseguia caminhar a pé alguns metros sem sentir
extrema fadiga e era um dos homens mais fracos que já
governaram esta nação, mas, surpreendentemente, foi o
único a enganar Napoleão Bonaparte e realizou um
governo medianamente satisfatório.
As saunas dos navios selados da época, água e refeições racionadas,
condições sanitárias precaríssimas, a Corte, seus lacaios e bajuladores –
de ministros a clérigos e oportunistas com numerosas famílias – penou 2
meses de céu e mar. O escorbuto (falta de vitamina C) e outras doenças
ceifaram vidas. Uma infestação de piolhos obrigou a todos raspar a
cabeça; uma tormenta provocou um desvio de rota que a muito custo foi
retificada, sempre com o apoio logístico da Marinha Britânica. Em
22/01/1808 aportaram em Salvador. Carlota Joaquina, suas filhas e
damas da corte desembarcaram com turbantes rústicos enrolados na
cabeça para disfarçar a careca pela infestação de piolhos. As damas da
Bahia consideraram ser uma moda europeia e aderiram com tal
entusiasmo que até hoje as Baianas usam a indumentária.
Casas foram requisitadas pela coroa portuguesa que nelas
colava cartazes com as iniciais P.R. (casa requisitada pelo
Príncipe Regente) que a irreverência carioca rapidamente
entendeu como “Ponha-se na Rua!”
D. João e família real no Brasil
Abertura dos Portos às nações amigas (1808):
o Comércio livre aos ingleses.
o Fim do Pacto Colonial.
o Importação de “bugigangas”.
o Lucros para as elites.
o Domínio inglês no Brasil.
o Portugal já não monopolizava o comércio.
o A Independência estava a caminho.
Prejudicada
comercialmente pelo
Bloqueio continental,
escoltando a fuga da
família real
portuguesa, a
Inglaterra foi a grande
beneficiada.
Em pouco tempo os cais brasileiros estavam atulhados de
coisas absolutamente inúteis para nosso clima tropical:
patins para gelo, cobertores de lã, aquecedores de
colchões e outras bugigangas caríssimas que muitos
acabavam empregando em outras finalidades. Um
viajante da época informa que percebeu uma maçaneta
de uma casa modesta modelada a partir de um patim
para gelo, por exemplo.
Outros tratados e acordos:
Alvará de Liberdade Industrial:
o Permitia a abertura de manufaturas.
Fatores dificultadores:
o Concorrência com Inglaterra.
o Falta de infraestrutura (matérias – primas,
fontes de energia).
o Falta de mão – de – obra qualificada.
o Falta de mercado consumidor.
Tratados de 1810:
Comércio, navegação, aliança e amizade:
A) Comércio:
o Inglaterra............................................15%.
o Portugal..............................................16%.
o Demais países....................................24%.
Obs: Inglaterra privilegiada com tarifas baixas.
B) Outras cláusulas:
o Liberdade jurídica: autorizava a instalação de
um tribunal inglês no Brasil.
o Liberdade religiosa: concedia livre culto aos
anglicanos no Brasil.
o Extinção do tráfico negreiro: por pressão da
Inglaterra, o governo brasileiro se comprometia
a pôr fim ao tráfico de negros.
Realizações período Joanino
Estrutura de Estado:
o Ministério da Fazenda, Conselho de Estado,
Junta de Comércio, Intendência Geral da Polícia,
Mesas do Desembargo do Paço e da Consciência
e Ordens, Casa da Suplicação, Casa da Moeda e
a Junta Real de Agricultura e Navegação.
o Faculdades de Medicina, Ciências Naturais,
Matemática e Agronomia.
D. João mantinha relações homossexuais “de
conveniência”, particularmente com um de seus
camareiros, Francisco Rufino de Souza Lobato cuja função
primordial era masturbar o príncipe com regularidade,
atividade pela qual Rufino foi recompensado regiamente:
recebeu títulos, pensões e promoções sucessivas.
Outras realizações:
o Biblioteca Real.
o Teatro Real.
o Jardim Botânico.
o Banco do Brasil.
o Imprensa Real.
o Jornal A Gazeta do Rio de Janeiro.
o Missão artística francesa.
Rio de Janeiro no Período Joanino:
Sem esgoto sanitário o lixo era jogado às ruas pelas janelas
e, não raro, um passante recebia o “batismo” de dejetos
humanos. Classes ricas contavam com escravos encarregados
de levar seus dejetos acumulados para despejar na Baía de
Guanabara. Ficavam conhecidos como “carijós” pois quando
o ácido de urina misturada com fezes caía sobre suas costas
deixava em suas peles negras algumas manchas brancas.
Revolução Liberal em Pernambuco (1817):
o “Os portugueses da Nova Lisboa oprimem os
nordestinos.”
o Ideais liberais eram difundidos pela Maçonaria.
o Houve influencias da Independência dos EUA,
Revolução Francesa, Inconfidência Mineira e
Conjuração Baiana.
o Frei Caneca, liberal, símbolo do movimento.
Fatores:
o Altos impostos.
o Arbitrariedades.
o Opressão militar.
o Descaso das autoridades.
o Crise econômica.
o Crise social.
Propostas:
o Fim do Pacto Colonial.
o Independência.
o República.
Importante:
o Adesões: Paraíba, Ceará, Rio Grande do
Norte e Alagoas.
Realizações importantes:
o Criação de governo provisório.
o Esboço de uma Lei Orgânica.
Fim do movimento:
o Repressão, prisões e devassa.
o Ricos anistiados.
o Pobres enforcados.
Política Externa
Guiana Francesa:
o Napoleão ocupou Portugal.
o Em represália, D. João resolveu ocupar a
Guiana Francesa.
o Pretendia expandir os domínios portugueses
na América.
o Logo abandonou o projeto.
1815 – Reino Unido: Brasil, Portugal, Algarves:
o O príncipe regente português Dom João assinou
um decreto que criava o Reino Unido de Portugal,
Brasil e Algarves.
o O Brasil deixou de ser colônia e foi elevado à
categoria de reino. Embora não tivesse se tornado
um país independente, passava a ter condição de
igualdade com a metrópole do reino – Portugal.
Fim do Período Joanino:
Revolução Liberal do Porto (1820):
o D. João tornou – se D. João VI (1816).
o Burguesia reagiu à ocupação de Portugal e
às crises e organizou a resistência.
o Revolução expulsou os invasores ingleses.
o Liberal e Constitucionalista.
o D. João foi forçado a voltar.
Ambiente revolucionário:
o Os ideais iluministas, liberais, revolucionários
fortaleceram – se com: Independência dos EUA,
Inconfidência Mineira, Revolução Francesa,
Napoleão e Revolta dos Alfaiates.
o Os privilégios e regalias de ingleses e nobres
irritavam as elites coloniais, à margem dos lucros
e decisões políticas.
D. João VI volta a Portugal:
“PEDRO, SE O BRASIL FICAR
INDEPENDENTE, QUE SEJA
PARA TI QUE ME HÁS DE
OBEDECER E NÃO PARA
QUALQUER AVENTUREIRO.”
( D. JOÃO VI )
2. Regência de D. Pedro (1821 – 1822)
Recolonização:
o Portugal quer Brasil de volta.
o Fim dos Tratados de 1810.
o Extinção de tribunais.
o Redução de autonomia.
o Lisboa incorporou o Exército brasileiro.
o Comércio controlado sistema de portos únicos.
Crise Política:
o Governador subordinado à Lisboa seria
enviado ao Brasil.
o D. João exigiu a volta de D. Pedro a Portugal
para “completar seus estudos.”
Dia do Fico (09/01/1822):
o Abaixo assinado solicitava que D. Pedro
ficasse no Brasil.
Reação de D. Pedro:
o Criados: Ministério Brasileiro e Conselho de
Procuradores.
o Rejeição às tropas enviadas ao Brasil.
o Ordens de Portugal só valeriam com o
“CUMPRA – SE” de D. Pedro.
o Assembleia Constituinte e a Constituição
construindo a autonomia do Brasil.
“É um impossível físico e moral Portugal governar
o Brasil ou o Brasil ser governado por Portugal.
Não sou rebelde, são as circunstâncias.”
(D.Pedro para D. João VI – 26/07/1822)
o D. Pedro foi homenageado com o título de
Defensor Perpétuo do Brasil.
o D. Pedro exigiu que o Brasil tivesse
reconhecidos os seus direitos à liberdade.
o Hostilidades entre D. João VI e D. Pedro.
o Imperatriz Leopoldina, regente, enviou carta
a D. Pedro, estimulando a Independência.
o Grito do Ipiranga (07/09/1822).
“O pomo
está
maduro,
colha – o
já, senão
apodrece”.
Imperatriz
Leopoldina
Brasil período joanino e Independência 2020

Brasil período joanino e Independência 2020

  • 1.
  • 2.
    1. Sistema colonial Absolutismo (AntigoRegime) Mercantilismo Pacto Colonial
  • 3.
    ESTRUTURA ECONÔMICA PACTO COLONIAL: MATER.PRIMAS E RIQUEZAS COLÔNIA METRÓPOLE MANUFATURAS E ESCRAVOS
  • 5.
    2. Crise ecolapso do sistema colonial Iluminismo (séc. XVIII): o Ideais liberais questionavam o mercantilismo, o pacto colonial e propunham o livre mercado. Independência dos EUA (1774): o Primeiro Estado liberal – democrático. Revolução Francesa (1789): o Consolidou o fim do Antigo Regime.
  • 6.
    Era Napoleônica (1799– 1815): o Consolidou o fim do Antigo Regime e propagou os ideais liberais. Revolução Industrial (meados do séc. XVIII): o A Inglaterra (potência industrial) lançou – se na busca de matérias – primas e consumidores. o Pressionava por livre mercado contra o pacto colonial e o exclusivo metropolitano.
  • 7.
  • 9.
    1. Período Joanino(1808 – 1821) Bloqueio Continental (1806): o Napoleão bloqueou a Europa à Inglaterra. o Portugal não aderiu ao Bloqueio Continental. o Napoleão ordenou a ocupação de Portugal. o A família real portuguesa fugiu para o Brasil em 29/11/1807 sob a proteção dos ingleses, chegando a Salvador em 22/01/1808.
  • 14.
    D. João VIera gordo, flácido e devorador voraz de franguinhos que trazia fritos e desossados nos bolsos de seus uniformes sempre sujos e engordurados. Não conseguia caminhar a pé alguns metros sem sentir extrema fadiga e era um dos homens mais fracos que já governaram esta nação, mas, surpreendentemente, foi o único a enganar Napoleão Bonaparte e realizou um governo medianamente satisfatório.
  • 16.
    As saunas dosnavios selados da época, água e refeições racionadas, condições sanitárias precaríssimas, a Corte, seus lacaios e bajuladores – de ministros a clérigos e oportunistas com numerosas famílias – penou 2 meses de céu e mar. O escorbuto (falta de vitamina C) e outras doenças ceifaram vidas. Uma infestação de piolhos obrigou a todos raspar a cabeça; uma tormenta provocou um desvio de rota que a muito custo foi retificada, sempre com o apoio logístico da Marinha Britânica. Em 22/01/1808 aportaram em Salvador. Carlota Joaquina, suas filhas e damas da corte desembarcaram com turbantes rústicos enrolados na cabeça para disfarçar a careca pela infestação de piolhos. As damas da Bahia consideraram ser uma moda europeia e aderiram com tal entusiasmo que até hoje as Baianas usam a indumentária.
  • 17.
    Casas foram requisitadaspela coroa portuguesa que nelas colava cartazes com as iniciais P.R. (casa requisitada pelo Príncipe Regente) que a irreverência carioca rapidamente entendeu como “Ponha-se na Rua!”
  • 18.
    D. João efamília real no Brasil Abertura dos Portos às nações amigas (1808): o Comércio livre aos ingleses. o Fim do Pacto Colonial. o Importação de “bugigangas”. o Lucros para as elites. o Domínio inglês no Brasil. o Portugal já não monopolizava o comércio. o A Independência estava a caminho. Prejudicada comercialmente pelo Bloqueio continental, escoltando a fuga da família real portuguesa, a Inglaterra foi a grande beneficiada.
  • 19.
    Em pouco tempoos cais brasileiros estavam atulhados de coisas absolutamente inúteis para nosso clima tropical: patins para gelo, cobertores de lã, aquecedores de colchões e outras bugigangas caríssimas que muitos acabavam empregando em outras finalidades. Um viajante da época informa que percebeu uma maçaneta de uma casa modesta modelada a partir de um patim para gelo, por exemplo.
  • 20.
    Outros tratados eacordos: Alvará de Liberdade Industrial: o Permitia a abertura de manufaturas. Fatores dificultadores: o Concorrência com Inglaterra. o Falta de infraestrutura (matérias – primas, fontes de energia). o Falta de mão – de – obra qualificada. o Falta de mercado consumidor.
  • 21.
    Tratados de 1810: Comércio,navegação, aliança e amizade: A) Comércio: o Inglaterra............................................15%. o Portugal..............................................16%. o Demais países....................................24%. Obs: Inglaterra privilegiada com tarifas baixas.
  • 22.
    B) Outras cláusulas: oLiberdade jurídica: autorizava a instalação de um tribunal inglês no Brasil. o Liberdade religiosa: concedia livre culto aos anglicanos no Brasil. o Extinção do tráfico negreiro: por pressão da Inglaterra, o governo brasileiro se comprometia a pôr fim ao tráfico de negros.
  • 23.
    Realizações período Joanino Estruturade Estado: o Ministério da Fazenda, Conselho de Estado, Junta de Comércio, Intendência Geral da Polícia, Mesas do Desembargo do Paço e da Consciência e Ordens, Casa da Suplicação, Casa da Moeda e a Junta Real de Agricultura e Navegação. o Faculdades de Medicina, Ciências Naturais, Matemática e Agronomia.
  • 27.
    D. João mantinharelações homossexuais “de conveniência”, particularmente com um de seus camareiros, Francisco Rufino de Souza Lobato cuja função primordial era masturbar o príncipe com regularidade, atividade pela qual Rufino foi recompensado regiamente: recebeu títulos, pensões e promoções sucessivas.
  • 28.
    Outras realizações: o BibliotecaReal. o Teatro Real. o Jardim Botânico. o Banco do Brasil. o Imprensa Real. o Jornal A Gazeta do Rio de Janeiro. o Missão artística francesa.
  • 33.
    Rio de Janeirono Período Joanino: Sem esgoto sanitário o lixo era jogado às ruas pelas janelas e, não raro, um passante recebia o “batismo” de dejetos humanos. Classes ricas contavam com escravos encarregados de levar seus dejetos acumulados para despejar na Baía de Guanabara. Ficavam conhecidos como “carijós” pois quando o ácido de urina misturada com fezes caía sobre suas costas deixava em suas peles negras algumas manchas brancas.
  • 34.
    Revolução Liberal emPernambuco (1817): o “Os portugueses da Nova Lisboa oprimem os nordestinos.” o Ideais liberais eram difundidos pela Maçonaria. o Houve influencias da Independência dos EUA, Revolução Francesa, Inconfidência Mineira e Conjuração Baiana. o Frei Caneca, liberal, símbolo do movimento.
  • 35.
    Fatores: o Altos impostos. oArbitrariedades. o Opressão militar. o Descaso das autoridades. o Crise econômica. o Crise social.
  • 36.
    Propostas: o Fim doPacto Colonial. o Independência. o República. Importante: o Adesões: Paraíba, Ceará, Rio Grande do Norte e Alagoas.
  • 38.
    Realizações importantes: o Criaçãode governo provisório. o Esboço de uma Lei Orgânica. Fim do movimento: o Repressão, prisões e devassa. o Ricos anistiados. o Pobres enforcados.
  • 39.
    Política Externa Guiana Francesa: oNapoleão ocupou Portugal. o Em represália, D. João resolveu ocupar a Guiana Francesa. o Pretendia expandir os domínios portugueses na América. o Logo abandonou o projeto.
  • 40.
    1815 – ReinoUnido: Brasil, Portugal, Algarves: o O príncipe regente português Dom João assinou um decreto que criava o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. o O Brasil deixou de ser colônia e foi elevado à categoria de reino. Embora não tivesse se tornado um país independente, passava a ter condição de igualdade com a metrópole do reino – Portugal.
  • 42.
    Fim do PeríodoJoanino: Revolução Liberal do Porto (1820): o D. João tornou – se D. João VI (1816). o Burguesia reagiu à ocupação de Portugal e às crises e organizou a resistência. o Revolução expulsou os invasores ingleses. o Liberal e Constitucionalista. o D. João foi forçado a voltar.
  • 43.
    Ambiente revolucionário: o Osideais iluministas, liberais, revolucionários fortaleceram – se com: Independência dos EUA, Inconfidência Mineira, Revolução Francesa, Napoleão e Revolta dos Alfaiates. o Os privilégios e regalias de ingleses e nobres irritavam as elites coloniais, à margem dos lucros e decisões políticas.
  • 44.
    D. João VIvolta a Portugal: “PEDRO, SE O BRASIL FICAR INDEPENDENTE, QUE SEJA PARA TI QUE ME HÁS DE OBEDECER E NÃO PARA QUALQUER AVENTUREIRO.” ( D. JOÃO VI )
  • 46.
    2. Regência deD. Pedro (1821 – 1822) Recolonização: o Portugal quer Brasil de volta. o Fim dos Tratados de 1810. o Extinção de tribunais. o Redução de autonomia. o Lisboa incorporou o Exército brasileiro. o Comércio controlado sistema de portos únicos.
  • 47.
    Crise Política: o Governadorsubordinado à Lisboa seria enviado ao Brasil. o D. João exigiu a volta de D. Pedro a Portugal para “completar seus estudos.” Dia do Fico (09/01/1822): o Abaixo assinado solicitava que D. Pedro ficasse no Brasil.
  • 48.
    Reação de D.Pedro: o Criados: Ministério Brasileiro e Conselho de Procuradores. o Rejeição às tropas enviadas ao Brasil. o Ordens de Portugal só valeriam com o “CUMPRA – SE” de D. Pedro. o Assembleia Constituinte e a Constituição construindo a autonomia do Brasil.
  • 49.
    “É um impossívelfísico e moral Portugal governar o Brasil ou o Brasil ser governado por Portugal. Não sou rebelde, são as circunstâncias.” (D.Pedro para D. João VI – 26/07/1822)
  • 50.
    o D. Pedrofoi homenageado com o título de Defensor Perpétuo do Brasil. o D. Pedro exigiu que o Brasil tivesse reconhecidos os seus direitos à liberdade. o Hostilidades entre D. João VI e D. Pedro. o Imperatriz Leopoldina, regente, enviou carta a D. Pedro, estimulando a Independência. o Grito do Ipiranga (07/09/1822).
  • 51.
    “O pomo está maduro, colha –o já, senão apodrece”. Imperatriz Leopoldina