O documento discute as visões de Aristóteles, Platão e outros filósofos sobre a relação entre pensamento, linguagem e realidade. Aristóteles acreditava que a linguagem reflete estruturalmente o pensamento e a realidade, enquanto Platão via a linguagem como produto da convenção. Posteriormente, Descartes questionou o realismo de Aristóteles ao argumentar que só temos acesso às nossas percepções e não diretamente à realidade, enquanto Berkeley defendeu que a realidade é constituída apenas por percepções.