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Educação a Distância (EAD)
e Educação Online (EOL):
notas de um pesquisador-docente
de Informática na Educação
PGTIAE – NCE/UFRJ
Pós-Graduação em Tecnologias da Informação Aplicadas à Educação
Pimentel (UNIRIO)
pimentel@uniriotec.br
https://www.facebook.com/pimentel.mariano
1
O que é EAD?
“caracteriza-se a educação a distância como
modalidade educacional na qual a mediação didático-
pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre
com a utilização de meios e tecnologias de informação e
comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo
atividades educativas em lugares ou tempos diversos.”
(DECRETO Nº 5.622, de 2005)
“O desenvolvimento da educação a distância em
todo o mundo está associado à
popularização e democratização do acesso às
tecnologias de informação e de comunicação.”
(Referenciais de Qualidade para Educação Superior a Distância, p.10)
(Inglaterra)
(Espanha)
UniversidadesPrecursoras
2
Marcos da EAD no Brasil
EAD obteve respaldo legal para sua realização com a LDB, em 1996
(Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996)
UAB – Universidade Aberta do Brasil (2005)CEDERJ – Consórcio das IES Públicas do RJ (2000)
http://cederj.edu.br/cederj/onde-estudar/ http://www.capes.gov.br/component/content/article?id=7837
Objetivo: democratizar e ampliar o acesso ao ensino superior
3
Crescimento de EAD no Brasil
17% dos graduandos brasileiros
estudam na modalidade a distância
em 2015
1,4 milhão de estudantes
1.393.752 EAD / 6.633.545 Presencial
Evolução do número de matriculas por
modalidade de ensino no Brasil 2003-2014 Ingressantes no Ensino Superior de 2003 a 2014
24% dos graduandos brasileiros
matricularam-se em cursos
na modalidade a distância
em 2015... e crescendo!
694.559 EAD / 2.225.663 Presencial
(Sinopses Estatísticas da Educação Superior – Graduação, 2015) 4
LMS (Learning Management Systems)
AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem)
AVA
(tudo em um só lugar)
Conteúdos online
wiki
chat Avaliações
Tarefas online
forum
email
NIED/UNICAMP, 1997
LES/PUC-Rio,
1997
"Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment"
(2001)
e-ProInfo (MEC)
Solar (UFC)
Amadeus (UFPE)
Eureka (PUC-PR)
....
WebCT
LearningSpace
BlackBoard
...
OUTRAS
INICIATIVAS
NACIONAIS
OUTRAS
INICIATIVAS
INTERNACIONAIS
Em 2006, no contexto da UAB, havia a
recomendação para as IES adotarem o Moodle
5
Desenho Didático para EAD
em tempos de mídias sociais e redes sociais
(para além do Moodle!)
6
... mas o Desenho Didático hegemônico
das disciplinas na EAD se resume a:
• Planejamento prévio de todas as aulas
• Conteúdo didático pensado para EAD (livro-texto)
• Exercícios de Fixação e Estudo Dirigido (ADs CEDERJ)
• Meios de Conversação (Fórum e Bate-papo) para
tirar dúvidas ou questionário sobre o conteúdo
• Provas bimestrais, presenciais, para a Certificação
“Educação conteudista” → prioriza a assimilação de conteúdos...
7
EAD: como evolução dos meios de difusão
Nova “sala” de aula,
mesmas práticas expositivas...
:-(
Computador como
Máquina de Ensinar
8
EAD: um Sistema Educacional
baseado na máquina de Ensinar?
Aprendizagem Programada, Máquinas de Ensinar (Skinner, ~1960)
[ http://www.youtube.com/watch?v=vmRmBgKQq20 ] 9
EAD: bases fordista-
behaviorista
Peters (1973) busca explicar, a partir do
contexto socioeconômico mais amplo, as
particularidades da EaD em relação ao ensino
convencional e ao mercado de trabalho. (...) Os
modos de organização dos sistemas e sua
estrutura didática “pode ser mais bem
entendida a partir de princípios que regem a
produção industrial, especialmente os de
produtividade, divisão do trabalho e produção
em massa” (Peters, 1973, p.157)
Para Peters, a EaD implica a divisão do trabalho
de ensinar, com a mecanização e automação da
metodologia de ensino e a dependência da
efetividade do processo de ensino com relação
às tarefas prévias de planejamento e
organização dos sistemas
(Educação a Distância, BELLONI, 1999)
http://acervo.oglobo.globo.com/consulta-ao-acervo/?navegacaoPorData=201020140407
https://youtu.be/YR5ApYxkU-U 10
Educação a distância e
precarização do trabalho docente
“A disseminação do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) tem padronizado o
entendimento do trabalho docente na educação a distancia (EaD), a partir de uma concepção
dessa modalidade de ensino que preconiza uma educação de massa e a redução do trabalho
docente. (...) Se, por um lado, as instituições, inclusive (e principalmente) as públicas e
gratuitas, aderem ao empenho nacional de expansão e democratização do ensino superior na
formação de professores, por outro acabam legitimando a consolidação de um modelo de
educação que nem sempre condiz com suas perspectivas teóricas e suas práticas
pedagógicas. No que concerne ao professor, as diretrizes financeiras determinam também o
papel docente na EaD. A docência, distribuída em diferentes papéis, como o de professor e o
de tutor (a distância e presencial), está definida em resoluções que enquadram esses
profissionais como bolsistas que sequer têm direito a uma declaração do trabalho que
realizam como professores, devido à possível consolidação de vínculos empregatícios não
desejados. Tal precarização do trabalho docente se desdobra, na prática, entre outras coisas,
por meio da baixa remuneração, que exclui profissionais qualificados, e da falta de
reconhecimento profissional. Complementarmente, configura-se a implantação de uma
política pública nacional, que define o papel dos tutores como não docentes. A conclusão é
que essa política padroniza os projetos de cursos pela EaD e não acolhe propostas com outras
concepções, eliminando, assim, a possibilidade de reconhecimento do trabalho profissional
do professor na modalidade a distância” (LAPA; PRETTO, 2010) 11
MOOCs: Educação Massiva
Universidade de Stanford MIT e Havard
Massive Open Online Course
Levando a noção de massificação ao extremo, uns acreditam que nas
próximas décadas só sobrarão umas poucas universidades no mundo, 2 ou 3,
responsáveis principalmente pela elaboração de conteúdo
ATENÇÃO!
Educação não é assimilação de conteúdos!
Educação é cultura, formação de cidadãos 12
EAD massiva: desinteresse e evasão!
13
isolamento autodidatismo
dúvidas não resolvidas
(ou não provocadas!)
conteúdos
descontextualizados
taxa de evasão dos MOOCs: de 75% a 95% (SILVA et al., 2014)
pouca mediação
docente
14
Há uma luz no final desse túnel?
Educação é cultura!:
aprendizagem mediada, sócio-interacionismo
https://youtu.be/_BZtQf5NcvE 15
Por uma educação mais Interativa...
Mais condizente com o espírito do nosso tempo,
e com o cenário sociotécnico contemporâneo
16(SILVA, 2001, p.15)
“Não é um mero modismo, a ideia da sala de aula interativa é uma luta infinita porque a escola está há séculos
envolvida com o modelo da transmissão e a gente precisa criar alternativas a esse modelo, e a sala de aula interativa com
certeza é uma alternativa (..) O conceito de interatividade vai exatamente dizer que a emissão e a recepção cocriam a
mensagem, cocriam a própria comunicação. Por que esse conceito é importante? A clássica sala de aula baseada na
transmissão está no paradigma da unidirecionalidade (...) o professor transmissor, o aluno sedentário espectador assistindo a
transmissão de conteúdos, caberá a este aluno reter aquelas informações e reapresentá-las em momentos pontuais de
avaliações e de provas. Este conceito de sala de aula é muito questionado, não é de hoje.
(...) Então é preciso enfatizar: o essencial não é a tecnologia, mas um novo estilo de
pedagogia sustentado por uma modalidade comunicacional que supõe interatividade, isto
é, participação, cooperação, bidirecionalidade e multiplicidade de conexões entre
informações e atores envolvidos. Mais do que nunca o professor está desafiado a modificar
sua comunicação em sala de aula e na educação. Isso significa modificar sua autoria
enquanto docente e inventar um novo modelo de educação”
Vygotsky, Paulo Freire, Anísio Teixeira e outros tantos teóricos internacionais, muitos
outros já questionaram esse modelo. A gente precisa implementar a mudança dessa sala
de aula. E como se faz essa mudança? Em primeiro lugar, pensando que você, professor,
veio daquele modelo, entretanto você precisará fazer a revirada. Fazer a revirada supõe a
sala de aula interativa.
Por uma educação mais colaborativa
17
Ensino Tradicional Aprendizagem Colaborativa
Estudo isolado Estudo em grupo
Professor–autoridade Professor–coordenador
Aluno: recipiente a ser preenchido com
informações do professor
Aprendiz: transforma informação em
conhecimento através da interação social
Aprendizagem reativa, passiva Aprendizagem ativa, investigativa
Memorização de informações Discussão e construção do conhecimento
Seriação no tempo
Formação de grupos
em função da competência
Ênfase no produto Ênfase no processo
Avaliação pontual, somativa e
realizada pelo professor
Avaliação continuada, formativa e realizada
colaborativamente
Sala de aula Ambientes Computacionais de Aprendizagem
(Pimentel e Fuks, 2011)
Educação Online: fenômeno da Cibercultura
“Assumimos que a educação online não é apenas
uma evolução das gerações da EAD,
mas um fenômeno da cibercultura”
(Santos, 2015, p.47)
Computador como
Meio de Interação Social 18
Meios de Conversação
(docente projeta ambiências conversacionais)
https://www.amazon.com.br/email-Facebook-perspectiva-evolucionista-conversa%C3%A7%C3%A3o-ebook/dp/B00NBJD0WC
Meios de comunicação
mais usados dos AVAs:
89% e-mail
72% fórum
59% chat
45% mural de avisos
29% rede social interna
25% avisos automáticos
18% SMS
(Censo EAD Brasil, 2015)
19
Cibercultura = cultura contemporânea
mediada pelas tecnologias digitais em rede
20
Ciberespaço e Cibercultura
“O termo [ciberespaço] especifica não apenas a
infraestrutura material da comunicação digital, mas
também o universo oceânico de informação que ela
abriga, assim como os seres humanos que navegam e
alimentam esse universo. Quanto ao neologismo
‘cibercultura’, especifica aqui o conjunto de técnicas
(materiais e intelectuais), de práticas, de atitudes, de
modos de pensamento e de valores que se desenvolvem
juntamente com o crescimento do ciberespaço”
(LÉVY, 1999, p. 17).
21
Revolução da internet
• Inovação que provoca descontinuidade nos mais
variados setores da vida em sociedade:
– modos de produção → intelectualizado e fluido
– espaço de convivência → ciberespaço
– organização social → em rede
– estilos de agir, viver e ser → ser humano digital
22
Revolução ou involução?
23
Revolução ou involução?
24
Revoluções da sociedade
a vapor e elétrica
25
Ser humano digital
26
novos fenômenos → Educação Online
27
Cibercultura: evolução dos modos de
produção-consumo do conhecimento
oralidade: mitos, ritos,
transmissão oral
escrita: memória,
técnica autônoma da imagem
alfabeto: universalização
e digitalização da escrita
imprensa: reprodução técnica do alfabeto e das imagensciberespaço: ecossistema
de ideias
28
Ciberespaço: um novo espaço de vida
• “Ciberespaço”: termo originalmente cunhado pelo
novelista William Gibson em 1982 (o significado foi
alterado posteriormente – descubra o original!)
• Telas dos computadores são o acesso ao
ciberespaço, constituído por circuitos e impulsos
eletrônicos
• Um espaço para novas práticas sociais, novas
formas de viver e conviver
• Experiências vividas são reais, intensas e atraentes
• Surpreendente poder de capturar, cativar e manter
frequentadores
29
Ciberespaço: a nova
“Metropolis”? (1927)
• Ficção científica que registra o interesse pelos espaços
urbano-industriais no início do século XX
Cartaz original do
filme, lançado em
1927, dirigido por
Fritz Lang
Cartaz da versão restaurada do
filme, relançada em 2010 após ter
sido restaurado e de serem
acrescentados mais de 25
minutos de metragem por conta
da descoberta de uma cópia do
filme original, em 2008, no Museu
do Cinema na Argentina
http://www.kino.com/metropolis
30
Ciberespaço: a nova “Metrópole”?
• Revolução Industrial provocou o surgimento de
grandes centros urbano-industriais, nos quais haviam
se instalado as primeiras fábricas
• A cidade – centro econômico, político e cultural –
atraiu os camponeses das localidades mais remotas,
tornou-se o novo espaço para a moradia, trabalho e
socialização do homem moderno
• O urbanismo rapidamente se tornou um dos principais
temas de interesse de grandes pensadores do século
XIX e início do XX
31
Revolução da Internet ≈
Revolução Industrial
• Tudo aconteceu tão rápida e abruptamente que
muitos se sentiram:
• aterrorizados e nostálgicos, ou
• intoxicados e excessivamente otimistas
• Sobre a Revolução da Internet:
• Qual a visão dos aterrorizados e nostálgicos?
• Qual a visão dos intoxicados e excessivamente
otimistas?
32
Sistemas
• Sistemas ainda com uma visão de sociedade
industrial:
– controle, automação e eficiência
Ex.: sistemas de workflow (processos de trabalho)
• Sistemas já com a visão de uma sociedade em rede:
– promover a interação e a colaboração
– espaço a ser habitado
Ex.: sistemas de comunicação, edição cooperativa, suporte
a comunidades virtuais de prática, etc.
33
Cibercultura
visão apologética x visão apocalíptica
Cibercultura e Sistemas de
Informação
“3 princípios: emissão (escrever),
conexão generalizada e aberta,
reconfiguração”
http://youtu.be/hCFXsKeIs0w
“os jovens estão sendo violentados
pela tecnologia”
http://youtu.be/qBHPqKzlbMM
Como sua vida foi/está-sendo
constituída pela Cibercultura?
35
Experiência como discente de
Educação Online
ftp://ftp.inf.puc-rio.br/pub/docs/techreports/02_07_lucena.pdf
1ª parte: Discussão de Temas (foco proposto pelos alunos)
2ª parte: Criação de novos conteúdos para o curso (pelos alunos)
Colaboração
Discussão Intensiva
e Autoria!
não se baseava na
transmissão-assimilação
de conteúdos
36
Práxis de pesquisa:
bate-papo para educação, por aulas mais
interativas-colaborativas-dialógicas
• Dialogismo: Opressão x Autonomia (Paulo Freire)
• Interatividade (Comunicação – Marco Silva, Alex Primo)
• Colaboração e Aprendizagem (Vygostisky)
• Aprendizagem em rede (Nilda Alvez, ...)
• Cibercultura (Levy, Santaella, André Lemos, Edmea Santos)
• Polifonia e Alteridade (Bakhtin)
• Análise da Conversação (Marchuschi, Pimentel, Recuero)
• Gênero Discursivo (Marchuschi, Calvão)
• Emoções na Educação (Humberto Maturana)
• Sentimento de Pertença (...)
• Diversão e lúdico (...)
• Mediação Docente (Adriana Bruno, Vygostisky...)
37
Práxis como pesquisador
Debatepapo (Netto; 2014, Barbos
e Ferreira; 2013, Moraes; 2011)
Portal Tagarelas (Estruc; 2013 e 2018)
TabsChat (Azevedo; 2011)
(Zeferino; 2014, Pimentel; 200X) Métricas
InterVIU (Nunes; 2009)
MediatedChat (Pimentel; 2006)
HiperDiálogo (Pimentel; 2002)
(Adilson; 2016) Gameficação
Ondas de Assuntos (Azevedo; 2011, Pimentel; 2002)
Sociograma (Valleska; 2016)
Funcionalidades (Cristiana; 2015,
Andrade; 2011)
(Rocha; 2013 e 2017) Msg x Participantes
Associação de Mensagens (Eduardo; 2015)
K2Chat (Ugulino; 2008)
(Ugulino; 2010) Cyclus
Visualização Conversação (Tavares; 2012)
(Calvão; 2012) Meios de Conversação
FUNDA-
MENTOS
para o uso de
bate-papo na
educação
SISTEMAS
de bate-papo
específicos p/
educação
DINÂMICAS
educacionais
com uso de
bate-papo
ANÁLISE E
VISUALIZAÇÃO
da conversação
realizada pelo
bate-papo
MÉTRICAS DA
PARTICIPAÇÃO
em sessões de
bate-papo
EDUCAÇÃO
SISTEMAS DE
INFORMAÇÃO
Bate-papo
na Educação
(Portal Tagarelas)
38
Práticas online de um docente
em tempos de Cibercultura:
“Informática na Educação” no curso
Licenciatura em Pedagogia a Distância, CEDERJ/UAB
Ensino Tradicional Aprendizagem Colaborativa
PREMISSA: online não garante interatividade!
39
Práticas online de um docente
em tempos de Cibercultura:
“Informática na Educação” no curso
Licenciatura em Pedagogia a Distância, CEDERJ/UAB
→ Interatividade e colaboração
→ Foco em atividades-práticas (pelas ADs)
→ Tutoria ativa (oficinas, coordenação e acompanhamento)
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→ Facebook e outros sistemas
→ Avaliação contínua relacionadas às práticas (sem provas)
Do modelo tradicional → novos valores, princípios e práticas!
Isolamento e competição
Abordagem conteudista-teórica
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Livro-texto didático
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Provas sobre os conteúdos
(CEDERJ) (disciplina “Informática na Educação”)
40
Educação a Distância (EAD)
e Educação Online (EOL):
notas de um pesquisador-docente
de Informática na Educação
PGTIAE – NCE/UFRJ
Pós-Graduação em Tecnologias da Informação Aplicadas à Educação
Pimentel (UNIRIO)
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  • 1. Educação a Distância (EAD) e Educação Online (EOL): notas de um pesquisador-docente de Informática na Educação PGTIAE – NCE/UFRJ Pós-Graduação em Tecnologias da Informação Aplicadas à Educação Pimentel (UNIRIO) pimentel@uniriotec.br https://www.facebook.com/pimentel.mariano 1
  • 2. O que é EAD? “caracteriza-se a educação a distância como modalidade educacional na qual a mediação didático- pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos.” (DECRETO Nº 5.622, de 2005) “O desenvolvimento da educação a distância em todo o mundo está associado à popularização e democratização do acesso às tecnologias de informação e de comunicação.” (Referenciais de Qualidade para Educação Superior a Distância, p.10) (Inglaterra) (Espanha) UniversidadesPrecursoras 2
  • 3. Marcos da EAD no Brasil EAD obteve respaldo legal para sua realização com a LDB, em 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996) UAB – Universidade Aberta do Brasil (2005)CEDERJ – Consórcio das IES Públicas do RJ (2000) http://cederj.edu.br/cederj/onde-estudar/ http://www.capes.gov.br/component/content/article?id=7837 Objetivo: democratizar e ampliar o acesso ao ensino superior 3
  • 4. Crescimento de EAD no Brasil 17% dos graduandos brasileiros estudam na modalidade a distância em 2015 1,4 milhão de estudantes 1.393.752 EAD / 6.633.545 Presencial Evolução do número de matriculas por modalidade de ensino no Brasil 2003-2014 Ingressantes no Ensino Superior de 2003 a 2014 24% dos graduandos brasileiros matricularam-se em cursos na modalidade a distância em 2015... e crescendo! 694.559 EAD / 2.225.663 Presencial (Sinopses Estatísticas da Educação Superior – Graduação, 2015) 4
  • 5. LMS (Learning Management Systems) AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) AVA (tudo em um só lugar) Conteúdos online wiki chat Avaliações Tarefas online forum email NIED/UNICAMP, 1997 LES/PUC-Rio, 1997 "Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment" (2001) e-ProInfo (MEC) Solar (UFC) Amadeus (UFPE) Eureka (PUC-PR) .... WebCT LearningSpace BlackBoard ... OUTRAS INICIATIVAS NACIONAIS OUTRAS INICIATIVAS INTERNACIONAIS Em 2006, no contexto da UAB, havia a recomendação para as IES adotarem o Moodle 5
  • 6. Desenho Didático para EAD em tempos de mídias sociais e redes sociais (para além do Moodle!) 6
  • 7. ... mas o Desenho Didático hegemônico das disciplinas na EAD se resume a: • Planejamento prévio de todas as aulas • Conteúdo didático pensado para EAD (livro-texto) • Exercícios de Fixação e Estudo Dirigido (ADs CEDERJ) • Meios de Conversação (Fórum e Bate-papo) para tirar dúvidas ou questionário sobre o conteúdo • Provas bimestrais, presenciais, para a Certificação “Educação conteudista” → prioriza a assimilação de conteúdos... 7
  • 8. EAD: como evolução dos meios de difusão Nova “sala” de aula, mesmas práticas expositivas... :-( Computador como Máquina de Ensinar 8
  • 9. EAD: um Sistema Educacional baseado na máquina de Ensinar? Aprendizagem Programada, Máquinas de Ensinar (Skinner, ~1960) [ http://www.youtube.com/watch?v=vmRmBgKQq20 ] 9
  • 10. EAD: bases fordista- behaviorista Peters (1973) busca explicar, a partir do contexto socioeconômico mais amplo, as particularidades da EaD em relação ao ensino convencional e ao mercado de trabalho. (...) Os modos de organização dos sistemas e sua estrutura didática “pode ser mais bem entendida a partir de princípios que regem a produção industrial, especialmente os de produtividade, divisão do trabalho e produção em massa” (Peters, 1973, p.157) Para Peters, a EaD implica a divisão do trabalho de ensinar, com a mecanização e automação da metodologia de ensino e a dependência da efetividade do processo de ensino com relação às tarefas prévias de planejamento e organização dos sistemas (Educação a Distância, BELLONI, 1999) http://acervo.oglobo.globo.com/consulta-ao-acervo/?navegacaoPorData=201020140407 https://youtu.be/YR5ApYxkU-U 10
  • 11. Educação a distância e precarização do trabalho docente “A disseminação do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) tem padronizado o entendimento do trabalho docente na educação a distancia (EaD), a partir de uma concepção dessa modalidade de ensino que preconiza uma educação de massa e a redução do trabalho docente. (...) Se, por um lado, as instituições, inclusive (e principalmente) as públicas e gratuitas, aderem ao empenho nacional de expansão e democratização do ensino superior na formação de professores, por outro acabam legitimando a consolidação de um modelo de educação que nem sempre condiz com suas perspectivas teóricas e suas práticas pedagógicas. No que concerne ao professor, as diretrizes financeiras determinam também o papel docente na EaD. A docência, distribuída em diferentes papéis, como o de professor e o de tutor (a distância e presencial), está definida em resoluções que enquadram esses profissionais como bolsistas que sequer têm direito a uma declaração do trabalho que realizam como professores, devido à possível consolidação de vínculos empregatícios não desejados. Tal precarização do trabalho docente se desdobra, na prática, entre outras coisas, por meio da baixa remuneração, que exclui profissionais qualificados, e da falta de reconhecimento profissional. Complementarmente, configura-se a implantação de uma política pública nacional, que define o papel dos tutores como não docentes. A conclusão é que essa política padroniza os projetos de cursos pela EaD e não acolhe propostas com outras concepções, eliminando, assim, a possibilidade de reconhecimento do trabalho profissional do professor na modalidade a distância” (LAPA; PRETTO, 2010) 11
  • 12. MOOCs: Educação Massiva Universidade de Stanford MIT e Havard Massive Open Online Course Levando a noção de massificação ao extremo, uns acreditam que nas próximas décadas só sobrarão umas poucas universidades no mundo, 2 ou 3, responsáveis principalmente pela elaboração de conteúdo ATENÇÃO! Educação não é assimilação de conteúdos! Educação é cultura, formação de cidadãos 12
  • 13. EAD massiva: desinteresse e evasão! 13 isolamento autodidatismo dúvidas não resolvidas (ou não provocadas!) conteúdos descontextualizados taxa de evasão dos MOOCs: de 75% a 95% (SILVA et al., 2014) pouca mediação docente
  • 14. 14 Há uma luz no final desse túnel?
  • 15. Educação é cultura!: aprendizagem mediada, sócio-interacionismo https://youtu.be/_BZtQf5NcvE 15
  • 16. Por uma educação mais Interativa... Mais condizente com o espírito do nosso tempo, e com o cenário sociotécnico contemporâneo 16(SILVA, 2001, p.15) “Não é um mero modismo, a ideia da sala de aula interativa é uma luta infinita porque a escola está há séculos envolvida com o modelo da transmissão e a gente precisa criar alternativas a esse modelo, e a sala de aula interativa com certeza é uma alternativa (..) O conceito de interatividade vai exatamente dizer que a emissão e a recepção cocriam a mensagem, cocriam a própria comunicação. Por que esse conceito é importante? A clássica sala de aula baseada na transmissão está no paradigma da unidirecionalidade (...) o professor transmissor, o aluno sedentário espectador assistindo a transmissão de conteúdos, caberá a este aluno reter aquelas informações e reapresentá-las em momentos pontuais de avaliações e de provas. Este conceito de sala de aula é muito questionado, não é de hoje. (...) Então é preciso enfatizar: o essencial não é a tecnologia, mas um novo estilo de pedagogia sustentado por uma modalidade comunicacional que supõe interatividade, isto é, participação, cooperação, bidirecionalidade e multiplicidade de conexões entre informações e atores envolvidos. Mais do que nunca o professor está desafiado a modificar sua comunicação em sala de aula e na educação. Isso significa modificar sua autoria enquanto docente e inventar um novo modelo de educação” Vygotsky, Paulo Freire, Anísio Teixeira e outros tantos teóricos internacionais, muitos outros já questionaram esse modelo. A gente precisa implementar a mudança dessa sala de aula. E como se faz essa mudança? Em primeiro lugar, pensando que você, professor, veio daquele modelo, entretanto você precisará fazer a revirada. Fazer a revirada supõe a sala de aula interativa.
  • 17. Por uma educação mais colaborativa 17 Ensino Tradicional Aprendizagem Colaborativa Estudo isolado Estudo em grupo Professor–autoridade Professor–coordenador Aluno: recipiente a ser preenchido com informações do professor Aprendiz: transforma informação em conhecimento através da interação social Aprendizagem reativa, passiva Aprendizagem ativa, investigativa Memorização de informações Discussão e construção do conhecimento Seriação no tempo Formação de grupos em função da competência Ênfase no produto Ênfase no processo Avaliação pontual, somativa e realizada pelo professor Avaliação continuada, formativa e realizada colaborativamente Sala de aula Ambientes Computacionais de Aprendizagem (Pimentel e Fuks, 2011)
  • 18. Educação Online: fenômeno da Cibercultura “Assumimos que a educação online não é apenas uma evolução das gerações da EAD, mas um fenômeno da cibercultura” (Santos, 2015, p.47) Computador como Meio de Interação Social 18
  • 19. Meios de Conversação (docente projeta ambiências conversacionais) https://www.amazon.com.br/email-Facebook-perspectiva-evolucionista-conversa%C3%A7%C3%A3o-ebook/dp/B00NBJD0WC Meios de comunicação mais usados dos AVAs: 89% e-mail 72% fórum 59% chat 45% mural de avisos 29% rede social interna 25% avisos automáticos 18% SMS (Censo EAD Brasil, 2015) 19
  • 20. Cibercultura = cultura contemporânea mediada pelas tecnologias digitais em rede 20
  • 21. Ciberespaço e Cibercultura “O termo [ciberespaço] especifica não apenas a infraestrutura material da comunicação digital, mas também o universo oceânico de informação que ela abriga, assim como os seres humanos que navegam e alimentam esse universo. Quanto ao neologismo ‘cibercultura’, especifica aqui o conjunto de técnicas (materiais e intelectuais), de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento do ciberespaço” (LÉVY, 1999, p. 17). 21
  • 22. Revolução da internet • Inovação que provoca descontinuidade nos mais variados setores da vida em sociedade: – modos de produção → intelectualizado e fluido – espaço de convivência → ciberespaço – organização social → em rede – estilos de agir, viver e ser → ser humano digital 22
  • 25. Revoluções da sociedade a vapor e elétrica 25
  • 27. novos fenômenos → Educação Online 27
  • 28. Cibercultura: evolução dos modos de produção-consumo do conhecimento oralidade: mitos, ritos, transmissão oral escrita: memória, técnica autônoma da imagem alfabeto: universalização e digitalização da escrita imprensa: reprodução técnica do alfabeto e das imagensciberespaço: ecossistema de ideias 28
  • 29. Ciberespaço: um novo espaço de vida • “Ciberespaço”: termo originalmente cunhado pelo novelista William Gibson em 1982 (o significado foi alterado posteriormente – descubra o original!) • Telas dos computadores são o acesso ao ciberespaço, constituído por circuitos e impulsos eletrônicos • Um espaço para novas práticas sociais, novas formas de viver e conviver • Experiências vividas são reais, intensas e atraentes • Surpreendente poder de capturar, cativar e manter frequentadores 29
  • 30. Ciberespaço: a nova “Metropolis”? (1927) • Ficção científica que registra o interesse pelos espaços urbano-industriais no início do século XX Cartaz original do filme, lançado em 1927, dirigido por Fritz Lang Cartaz da versão restaurada do filme, relançada em 2010 após ter sido restaurado e de serem acrescentados mais de 25 minutos de metragem por conta da descoberta de uma cópia do filme original, em 2008, no Museu do Cinema na Argentina http://www.kino.com/metropolis 30
  • 31. Ciberespaço: a nova “Metrópole”? • Revolução Industrial provocou o surgimento de grandes centros urbano-industriais, nos quais haviam se instalado as primeiras fábricas • A cidade – centro econômico, político e cultural – atraiu os camponeses das localidades mais remotas, tornou-se o novo espaço para a moradia, trabalho e socialização do homem moderno • O urbanismo rapidamente se tornou um dos principais temas de interesse de grandes pensadores do século XIX e início do XX 31
  • 32. Revolução da Internet ≈ Revolução Industrial • Tudo aconteceu tão rápida e abruptamente que muitos se sentiram: • aterrorizados e nostálgicos, ou • intoxicados e excessivamente otimistas • Sobre a Revolução da Internet: • Qual a visão dos aterrorizados e nostálgicos? • Qual a visão dos intoxicados e excessivamente otimistas? 32
  • 33. Sistemas • Sistemas ainda com uma visão de sociedade industrial: – controle, automação e eficiência Ex.: sistemas de workflow (processos de trabalho) • Sistemas já com a visão de uma sociedade em rede: – promover a interação e a colaboração – espaço a ser habitado Ex.: sistemas de comunicação, edição cooperativa, suporte a comunidades virtuais de prática, etc. 33
  • 34. Cibercultura visão apologética x visão apocalíptica Cibercultura e Sistemas de Informação “3 princípios: emissão (escrever), conexão generalizada e aberta, reconfiguração” http://youtu.be/hCFXsKeIs0w “os jovens estão sendo violentados pela tecnologia” http://youtu.be/qBHPqKzlbMM
  • 35. Como sua vida foi/está-sendo constituída pela Cibercultura? 35
  • 36. Experiência como discente de Educação Online ftp://ftp.inf.puc-rio.br/pub/docs/techreports/02_07_lucena.pdf 1ª parte: Discussão de Temas (foco proposto pelos alunos) 2ª parte: Criação de novos conteúdos para o curso (pelos alunos) Colaboração Discussão Intensiva e Autoria! não se baseava na transmissão-assimilação de conteúdos 36
  • 37. Práxis de pesquisa: bate-papo para educação, por aulas mais interativas-colaborativas-dialógicas • Dialogismo: Opressão x Autonomia (Paulo Freire) • Interatividade (Comunicação – Marco Silva, Alex Primo) • Colaboração e Aprendizagem (Vygostisky) • Aprendizagem em rede (Nilda Alvez, ...) • Cibercultura (Levy, Santaella, André Lemos, Edmea Santos) • Polifonia e Alteridade (Bakhtin) • Análise da Conversação (Marchuschi, Pimentel, Recuero) • Gênero Discursivo (Marchuschi, Calvão) • Emoções na Educação (Humberto Maturana) • Sentimento de Pertença (...) • Diversão e lúdico (...) • Mediação Docente (Adriana Bruno, Vygostisky...) 37
  • 38. Práxis como pesquisador Debatepapo (Netto; 2014, Barbos e Ferreira; 2013, Moraes; 2011) Portal Tagarelas (Estruc; 2013 e 2018) TabsChat (Azevedo; 2011) (Zeferino; 2014, Pimentel; 200X) Métricas InterVIU (Nunes; 2009) MediatedChat (Pimentel; 2006) HiperDiálogo (Pimentel; 2002) (Adilson; 2016) Gameficação Ondas de Assuntos (Azevedo; 2011, Pimentel; 2002) Sociograma (Valleska; 2016) Funcionalidades (Cristiana; 2015, Andrade; 2011) (Rocha; 2013 e 2017) Msg x Participantes Associação de Mensagens (Eduardo; 2015) K2Chat (Ugulino; 2008) (Ugulino; 2010) Cyclus Visualização Conversação (Tavares; 2012) (Calvão; 2012) Meios de Conversação FUNDA- MENTOS para o uso de bate-papo na educação SISTEMAS de bate-papo específicos p/ educação DINÂMICAS educacionais com uso de bate-papo ANÁLISE E VISUALIZAÇÃO da conversação realizada pelo bate-papo MÉTRICAS DA PARTICIPAÇÃO em sessões de bate-papo EDUCAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Bate-papo na Educação (Portal Tagarelas) 38
  • 39. Práticas online de um docente em tempos de Cibercultura: “Informática na Educação” no curso Licenciatura em Pedagogia a Distância, CEDERJ/UAB Ensino Tradicional Aprendizagem Colaborativa PREMISSA: online não garante interatividade! 39
  • 40. Práticas online de um docente em tempos de Cibercultura: “Informática na Educação” no curso Licenciatura em Pedagogia a Distância, CEDERJ/UAB → Interatividade e colaboração → Foco em atividades-práticas (pelas ADs) → Tutoria ativa (oficinas, coordenação e acompanhamento) → conteúdos online em múltiplos formatos → Facebook e outros sistemas → Avaliação contínua relacionadas às práticas (sem provas) Do modelo tradicional → novos valores, princípios e práticas! Isolamento e competição Abordagem conteudista-teórica Tutoria reativa (tirar dúvidas) Livro-texto didático “AVA” (Moodle) Provas sobre os conteúdos (CEDERJ) (disciplina “Informática na Educação”) 40
  • 41. Educação a Distância (EAD) e Educação Online (EOL): notas de um pesquisador-docente de Informática na Educação PGTIAE – NCE/UFRJ Pós-Graduação em Tecnologias da Informação Aplicadas à Educação Pimentel (UNIRIO) pimentel@uniriotec.br https://www.facebook.com/pimentel.mariano 41