PAULO FREIRE
  Educador Brasileiro
1921 (Recife/PE) - 1997 (São Paulo/SP)




      ROSELI FERNANDES DA SILVEIRA
    TRABALHO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
PAULO FREIRE - “ANDARILHO”
PRODUÇÃO INTELECTUAL


Base   Existencial
Fundamentos    Filosóficos
Encontro   com pessoas
 “Escuta   sensível”
 “Dialogicidade”
BASE EXISTENCIAL DA
       PRODUÇÃO INTELECTUAL

    “Sem exceção, cada livro que tenho
    escrito tem sido um relatório de
    alguma fase da atividade político-
    pedagógica na qual estive engajado
    desde a minha juventude.” (FREIRE,
    Pedagogy in Progress, p.176)
BASE EXISTENCIAL DA
    PRODUÇÃO INTELECTUAL
 “O  educador faz “depósitos” de conteúdos
  que     devem      ser   arquivados   pelos
  educandos.
 Desta maneira a educação se torna um ato
  de depositar, em que os educandos são os
  depositários e o educador o depositante.
 O educador será tanto melhor educador
  quanto mais conseguir “depositar” nos
  educandos.
 Os educandos, por sua vez, serão tanto
  melhores       educados,     quanto    mais
  conseguirem arquivar os depósitos feitos.
  (Freire, 1983:66)”
FUNDAMENTOS
FILOSÓFICOS

   EXISTENCIALISMO
    FENOMENOLOGIA
 PERSONALISMO CRISTÃO
     HEGELIANISMO
MATERIALISMO HISTÓRICO
ENCONTRO COM PESSOAS

Familiares:
 Pai: amoroso, coronel da Polícia Militar,
admirador de Prestes, espírita.
 Mãe: dona de casa, amorosa, católica

 Irmãos

 Elza: primeira esposa ( falecida em 1986)

 Filhos: 5 - 2 mulheres e 3 homens

 Nita: segunda esposa (1988)
Encontro com Pessoas
- MENINOS FILHOS DE
TRABALHADORES POBRE
- PESCADORES
- CAMPONESES BRASILEIROS,
CHILENOS, AFRICANOS
- TRABALHADORES URBANOS
- TRABALHADORES IMIGRANTES
- ESTUDANTES
ENCONTRO COM PESSOAS
Intelectuais de universidades na América Latina, Central,
do Norte, Europa, África, Austrália, Nova Zelândia.

   Religiosos,   sobretudo   católicos   e   evangélicos.

1967 – Nova Iorque – Militantes do movimento negro e
porto-riquenhos.

 Militantes do Partido Democrata Cristão do Chile, dos
Partidos Comunistas europeus, latinos, africanos, do
Partido dos Trabalhadores e demais Partidos de esquerda
do Brasil.
ENCONTRO COM PESSOAS
  Exilados políticos pós-68, em Santiago:
colombianos, venezuelanos, bolivianos,
argentinos,     mexicanos,     americanos,
europeus, brasileiros.
 Exilados políticos latinos e africanos na
Suiça.
  1970: militantes comunistas de Berlim
Oriental.
ENCONTRO COM PESSOAS
   Militantes dos movimentos de libertação na África
    (MPLA, PAIGC, FRELIMO, África do Sul) e América
    Central.
   Militantes do Movimento de libertação da África do Sul
    na Suíça e nos EUA.
   Trabalhadores imigrantes portugueses discriminados na
    Alemanha.
   Militantes dos movimentos negro e religioso de doze
    estados - EUA.
FREIRE E OUTROS EDUCADORES
   O que Freire e tantos outros educadores
    perceberam é que estava na hora de levantar a
    cabeça, conversar olho no olho, superar
    qualquer constrangimento ou embaraço relativo
    à pobreza de nossos povos.

     Adotar uma postura de altivez e reformular a
    tradicional forma de ensinar que apenas
    reproduzia    conteúdos     e    não    legava
    instrumentos reais para o exercício pleno da
    liberdade.
PRINCIPAIS OBRAS:
1965:  Educação como prática da
 liberdade (Santiago / Chile)
1968: Pedagogia do Oprimido
 (Santiago / Chile)
1992:Pedagogia da Esperança
 (São Paulo / Brasil)
1997: Pedagogia da Autonomia
 (São Paulo / Brasil)
PRINCIPAIS OBRAS
- A importância do ato de ler em três artigos que
  se completam. São Paulo: Cortez Editora, 1982.
  - A educação na cidade. São Paulo: Cortez
  Editora, 1991.
  - Pedagogia da esperança. São Paulo: Editora
  Paz e Terra, 1992.
  - Política e educação. São Paulo: Cortez Editora,
  1993.
  - Cartas a Cristina. São Paulo: Editora Paz e
  Terra, 1974.
- - Educação e mudança. São Paulo: Editora Paz e
  Terra, 1979.
PRINCIPAIS OBRAS
- À sombra desta mangueira. São Paulo:
Editora Olho d’Água, 1995.
- Pedagogia da autonomia. São Paulo:
Editora Paz e Terra, 1997.
- Mudar é difícil, mas é possível (Palestra
proferida no SESI de Pernambuco).
Recife: CNI/SESI, 1997-b.
- PEDAGOGIA da indignação. São Paulo:
UNESP, 2000.
- Educação e atualidade brasileira. São
Paulo: Cortez Editora, 2001.
OBRAS IMPORTANTES
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
     SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA
               EDUCATIVA

   'Pedagogia da autonomia' é um livro que
    condena       as    mentalidades   fatalistas
    conformadas com a ideologia imobilizante de
    que 'a realidade é assim mesmo, que se pode
    fazer?'

   Para estes, basta o treino técnico indispensável
    à sobrevivência. Para Paulo Freire, educar é
    construir, é libertar o ser humano das cadeias
    do determinismo neoliberal, reconhecendo que
    a História é um tempo de possibilidades.
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
     SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA
              EDUCATIVA
- Em que se discorre acerca da necessidade de
  ensinar querendo bem aos educandos:

“A experiência docente de que a discente não se
  separa é uma experiência alegre por natureza. É
  falso também tomar como inconciliáveis seriedades
  docentes e alegria, como se. a alegria fosse inimiga
  da rigoridade.

   Pelo contrário, quanto mais metodicamente
    rigoroso me torno na minha busca e na minha
    docência, tanto mais alegre e esperançoso também.
    A alegria não chega apenas no encontro do achado
    mas faz parte do processo da busca. E ensinar e
    aprender não podem dar-se fora da procura, fora da
    boniteza e da alegria.
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
     SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA
              EDUCATIVA
   É um 'ensinar a pensar certo' como quem 'fala
    com a força do testemunho'.

   É um 'ato comunicante, co-participado', de
    modo algum produto de uma mente
    'burocratizada'.

   No entanto, toda a curiosidade de saber exige
    uma reflexão crítica e prática, de modo que o
    próprio discurso teórico terá de ser aliado à sua
    aplicação prática
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
     SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA
              EDUCATIVA
   O desrespeito à educação, aos educandos, aos
    educadores e às educadoras corrói ou deteriora
    em nós, de um lado, a sensibilidade ou a
    abertura ao bem querer da própria prática
    educativa de outro, a alegria necessária ao que
    fazer docente.

   É digna de nota a capacidade que tem a
    experiência    pedagógica     para  despertar,
    estimular e desenvolver em nós o gosto de
    querer bem e o gosto da alegria sem a qual a
    prática educativa perde o sentido”.
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
    SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA
             EDUCATIVA
  Não há Docência sem Discência
 Ensinar Não é Transmitir Conhecimento

 Ensinar é uma Especificidade Humana

 Só pode ensinar certo quem pensa certo,
  mesmo que às vezes, pense errado.
 Ensinar, aprender e pesquisar

 Ensinar exige pesquisa Não há ensino sem
  pesquisa, nem pesquisa sem ensino.
 Ensinar exige respeito aos saberes do
  educando
 Ensinar exige criticidade Entre o saber
  feito de pura experiência e o resultante dos
  procedimentos metodicamente rigorosos,
A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER
 “A  leitura do mundo precede a leitura da
  palavra, daí que posterior leitura desta
  não possa prescindir da continuidade da
  leitura daquele. Linguagem e realidade
  se prendem dinamicamente.
 A compreensão do texto a ser alcançada
  por sua leitura crítica implica a
  percepção das relações entre o texto e o
  contexto”. (A Importância do Ato de Ler)
A PEDAGOGIA DA LIBERTAÇÃO




•A Pedagogia da Libertação, esta
intimamente relacionada com a
visão marxista do Terceiro Mundo e
das consideradas classes oprimidas na
tentativa de elucidá-las e conscientizá-las
politicamente.
A PEDAGOGIA DA LIBERTAÇÃO
    As suas maiores contribuições foram no
    campo da educação popular para a
    alfabetização e a conscientização política de
    jovens e adultos operários, chegando a
    influenciar em movimentos como os das
    Comunidades Eclesiais de Base ( CEB).
   A obra de Freire não se limita a esses campos, tendo
     alcance mais amplo, pelo menos para a tradição de
    educação marxista, incorporando o conceito básico
    de que não existe educação neutra. Segundo a visão
    de Freire, todo ato de educação é um ato político.
CUIDADO ESCOLA
“CUIDADO, ESCOLA!”

 Paulo  Freire organiza uma leitura
 crítica, irônica e bem-humorada da
 escola tendo o apoio da arte dos
 cartunistas e quadrinistas e a
 assessoria de outros educadores
 para      apresentar    idéias    de
 fundamental importância quanto à
 realidade da educação brasileira.
PEDAGOGIA DA ESPERANÇA
 Segundo Paulo Freire, a educação é uma
  prática política tanto quanto qualquer prática
  política é pedagógica.
 Não há educação neutra.

 Toda educação é um ato político. Assim, sendo,
  os      educadores     necessitam      construir
  conhecimentos com seus alunos tendo como
  horizonte um projeto político de sociedade.
 Os professores, são, portanto, profissionais da
  pedagogia da política, da pedagogia da
  esperança.
PEDAGOGIA DA INDIGNAÇÃO

   Foi organizado pela esposa Ana Maria Freire
    contendo cartas que foram intituladas como
    “Cartas Pedagógicas”.
POLÍTICA E EDUCAÇÃO
   Neste livro, Freire constitui uma das suas mais
    importantes reflexões enquanto pensador da
    educação. Nos textos reunidos, as marcas do anti-
    dogmático enfatiza a importância da educação
    através de um convite à reflexão político-
    pedagógica – escritos no decorrer de 1992 e
    discutidos em reuniões realizadas tanto no Brasil
    quanto em outros país
EDUCAÇÃO COMO PRÁTICA DA
            LIBERDADE
   o autor expõe o método de alfabetização de adultos de maneira
    minuciosa, contextualizando historicamente a proposta e expondo
    seus pressupostos filosóficos e políticos.

   A Sociedade Brasileira em Transição
   Sociedade Fechada e Inexperiência Democrática
   Educação “Versus” Massificação
   Educação e Conscientização

   na opinião de Paulo Freire, o que se sente, dia a dia, é o homem
    simples esmagado, diminuído e acomodado, dirigido pelo poder
    dos mitos que forças sociais poderosas criam para ele. É o homem
    assustado, temendo a convivência e até duvidando da sua
    possibilidade, ao lado do medo da solidão, que se alonga como
    “medo da liberdade”.
AÇÃO CULTURAL PARA A LIBERDADE E
            OUTROS ESCRITOS
   “Seu objetivo não é fazer a descrição de algo a ser
  memorizado. (..)
 É problematizar situações.

 É necessário que os textos sejam em si um desafio e
  como tal sejam tomados pelos educandos (..).”
 Abordando uma concepção de ser humano enquanto
  trabalhador de uma ação transformadora.
    Busca demonstrar a importância não de uma
  concepção mecanicista, mas crítica da realidade.
 Assim o processo de alfabetização não se reduz apenas
  ao Ba, Be, Bi Bo, Bu, mas a um processo político de
  conscientização.
EXTENSÃO OU COMUNICAÇAO?
 O homem, como um ser de relações, transforma a
  natureza com seu trabalho.
 O resultado da transformação, que se separa do
  homem, constitui seu mundo.
 Esse mundo é chamado de estrutura vertical.

 Ele não existiria se não fosse um mundo de
  comunicabilidade.
 A intersubjetividade ou a intercomunicação é a
  característica    primordial   desse     mundo. Pela
  intersubjetividade se estabelece a comunicação
  entre os sujeitos a propósito do objeto.
 As      quatro      relações     constitutivas   do
  conhecimento: gnosiológica, lógica, histórica e
  dialógica.
EXTENSÃO E COMUNICAÇÃO
 A comunicação implica numa reciprocidade
  que não pode ser interrompida. 
 Não é possível compreender o pensamento
  fora de sua dupla função:cognoscitiva e
  comunicativa. 
 Comunicar é comunicar-se em torno do
  significado significante. 
 Na comunicação não há sujeitos passivos. 
  Os sujeitos co-intencionados ao objeto de
  seu poder se comunicam seu conteúdo. 
 O que caracteriza a comunicação enquanto
  este comunicar comunicando-se, é que ela é
  diálogo. 
MEDO E OUSADIA
     O COTIDIANO DO PROFESSOR

 Trabalham com as angústias cotidianas do
 professor na experimentação da pedagogia
 do diálogo, nas mudanças de atitudes
 práticas e teóricas que a escolha dessa
 concepção de educação implica.

É um estímulo, ao fornecer respostas e
 sugerir soluções às questões do dia-a-dia.
MEDO E OUSADIA
   O que é ensino libertador?
   Como os professores se transformam em educadores
    libertadores?
   Como começam a transformar os estudantes?
   De que modo a educação se relaciona com a transformação
    política?
   Essas e outras perguntas são tratadas em Medo e
    ousadia: o cotidiano do professor. Esse diálogo
    vibrante de Paulo Freire com Ira Shor mostra que é
    possível    aplicar    um   modelo     pedagógico
    transformador a partir da democratização do
    espaço de ensino e da constante motivação do
    aluno à reflexão. Duas experiências distintas, duas
    opiniões    discutidas    e  apresentadas.     Uma
    verdadeira aula sobre pedagogia e construção de
    um ambiente de ensino democrático e inovador.
EDUCAÇÃO E MUDANÇA
 Escrito originalmente em espanhol e publicado pela
  primeira vez no Brasil em 1979.
 Educação e mudança coincide com o retorno de
  Paulo Freire ao país e é uma crítica aberta ao falso
  dilema "humanismo X tecnologia".
 Nos quatro estudos que formam este livro e que
  abordam os mais diferentes aspectos da relação do
  homem e seu estar no mundo, vemos como o
  compromisso com a própria realidade, isto é, a
  impossibilidade de se assumir uma posição neutra
  perante o mundo, é peça-chave para que
  educadores e educandos se insiram na sociedade e
  possam transformá-la.

EDUCAÇÃO E MUDANÇA
 destaca-se pela objetividade pela qual o
 educador expõe suas idéias e método
 relevantes à alfabetização de adultos,
 cujo mesmo construiu com base em
 experiências da sua práxis (ação-
 reflexão) educacional.
OBRAS COMO:
 Pedagogia do Oprimido,
 Educação como Prática da Liberdade,

 A Importância do Ato de Ler,

 Pedagogia da Autonomia,

 Ação Cultural para a Liberdade, Educação e
  Mudança,
 Aprendendo com a própria Historia, entre
  outras,
 Levaram   adiante a retórica dialética e
  fenomenológica de Paulo Freire e serviram
  como voz e bandeira para povos que se
  sentiam    oprimidos     e   relegados  ao
  esquecimento e ao abandono
PEDAGOGIA DO OPRIMIDO
 1967  - Chile - Santiago
 Férias de julho (15 dias) - escreveu três
  capítulos.
 1968 - outono - 1ª edição em inglês, espanhol,
  italiano, francês e alemão.
 1970 - remeteu o texto para Fernando
  Gasparian, diretor da Editora Paz e Terra, pela
  gentileza do professor Jean Ziegler, da
  Universidade de Genebra.
 1975 - 1ª publicação em português no Brasil .



    - FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e
                          Terra, 1987.
REFERÊNCIAS NA PEDAGOGIA
      DO OPRIMIDO
Filósofos: Hegel, José Luiz Fiori,
Erich Fromm, Herbert Marcuse,
Simone de Beauvoir, Jean-Paul
Sartre, Edmund Husserl, Ernani
Maria Fiori, Lucien Goldman, Martin
Buber.
REFERÊNCIAS NA
   PEDAGOGIA DO OPRIMIDO

 Marxistas: Karl Marx, Friederich Engels, Rosa de
 Luxemburgo, George Lukacs, Mao-Tse-Tung,
 Frantz Fanon, Albert Memmi, Régis Debret,Álvaro
 Vieira Pinto, Ernesto Che Guevara, Karel KosiK,
 Lenine, Fidel Castro, Louis Althusser

 Católicos:
           São Gregório de Nissa, Pierre Furter,
 Camilo Torres.
REFERÊNCIAS NA
 PEDAGOGIA DO OPRIMIDO
 Sociólogos:    Francisco Wefort, Wright Mills.

 Economistas:     André Nicolai.

 Político:   Getúlio Vargas.

 Escritor:   Guimarães Rosa.
PEDAGOGIA DO OPRIMIDO
“Ninguém liberta ninguém, ninguém se
 liberta sozinho: os homens se libertam
 em comunhão.” (p.52)

“Ninguém educa ninguém, ninguém educa
 a si mesmo, os homens se educam entre
 si, mediatizados pelo mundo.” (p.68)
PEDAGOGIA DO
         OPRIMIDO
“ A educação autêntica, repitamos,
 não se faz de A para B ou de A sobre
 B, mas de A com B, mediatizados
 pelo mundo.” (p.84)

- A pedagogia do oprimido tem por
  base    o    diálogo,  necessidade
  ontológica do ser humano
DESTAQUES

          Classe Social
      Movimentos Sociais
Subjetividade e Conscientização
       Educação Popular
           Tecnologia
           Auto-Crítica
SER APRENDIZ ORGÂNICO CÓSMICO
                          ESPÉCIE

                          CIDADÃO

                          TRABALHADOR

                          CRIADOR

                          RAÍZES

ANGELIM, M.L.P. A Teleducação nos tempos da internet. In MELO, J. M. et al (orgs.)
Educomídia, alavanca da cidadania: o legado utópico de Mário Kaplún. São Bernardo
Campo: Cátedra UNESCO: Universidade Metodista de São Paulo,2006.
QUATRO PILARES DA
          EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI
Aprender                a Conhecer
Aprender                a Fazer
Aprendera Viver Juntos, a Viver
com os Outros
Aprender                a Ser

 BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Relatório Delors. Brasília: UNESCO, 1996.
REDE




 ANGELIM, M.L.P. Educar é descobrir - um estudo observacional exploratório.
 Brasília. Universidade de Brasília (dissertação de mestrado), 1988. 2v.
CTAR Group. A distance education alternative: work community/online learning. In LITTO F.
M.&MARTHOS, B.R. (Orgs.) Distance learning in Brazil: Best Practices 2006.1.ed.-São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2006.
VISÃO ESTRATÉGICA


INDIVIDUAL         E      COLETIVO
CAPITALISMO   OU        SOCIALISMO

MERCADO       OU        SOCIEDADE
                       SUSTENTÁVEL
   Bibliotecas Públicas
   Jornais Comunitários
   Correio Postal Escolar
   Telecentros
   Rádio-escolas Públicas
   Rádios Comunitárias
   Cooperativas de Produção Gráfica
   Cooperativas de Produção de Vídeo
   Cooperativas de Produção de software livre e páginas web
   Rede Pública de TV com programas regionais interativos
   Teatro
   Cinema
A AUTOFORMAÇÃO UMA PERSPECTIVA
TRANSPESSOAL, TRANSDISCIPLINAR E
TRANSCULTURAL




 GALVANI, Pascal. A autoformação, uma perspectiva transpessoal, transdisciplinar e transcultural. In Educação e
 Transdisciplinaridade, II/coordenação executiva do CETRANS. São Paulo: TRIOM, 2002.
FINAL DO TRA BALHO
   Com essas palavras lembro e ressalto a necessidade
    de uma atitude propositiva, empreendedora,
    transformadora e que necessariamente não perca
    jamais a ternura necessária ao trabalho pedagógico e
    o foco humano que temos que manter a qualquer
    custo em nossa prática de educadores
   Concordo totalmente com Paulo Freire que "a leitura
    do mundo precede a leitura da palavra", pois aprender
    a ler é antes de mais nada aprender a ler o mundo,
    construindo os mais variados sentidos, diante das
    variadas situações da vida, compreendendo o seu
    contexto e não uma simples decodificação e
    manipulação mecânica de palavras, mas sim, uma
    relação dinâmica que vincula linguagem e realidade
Links

- Instituto Paulo Freire
http://www.paulofreire.org
-
    Biblioteca Digital Paulo Freire
http://www.paulofreire.ufpb.br

- Projeto   Memória - Paulo Freire
http://www.projetomemoria.art.br/
- Portal dos Fóruns de EJA
http://forumeja.org.br

- TV Escola - Programa Salto para o Futuro - Série Brasil
Alfabetizado em Movimento http://www.tvebrasil.com.br/salto
- Transdisciplinaridade
http://www.redebrasileiradetransdisciplinaridade.net/

Paulo freirebranco332

  • 1.
    PAULO FREIRE Educador Brasileiro 1921 (Recife/PE) - 1997 (São Paulo/SP) ROSELI FERNANDES DA SILVEIRA TRABALHO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
  • 2.
    PAULO FREIRE -“ANDARILHO”
  • 3.
    PRODUÇÃO INTELECTUAL Base Existencial Fundamentos Filosóficos Encontro com pessoas “Escuta sensível” “Dialogicidade”
  • 4.
    BASE EXISTENCIAL DA PRODUÇÃO INTELECTUAL  “Sem exceção, cada livro que tenho escrito tem sido um relatório de alguma fase da atividade político- pedagógica na qual estive engajado desde a minha juventude.” (FREIRE, Pedagogy in Progress, p.176)
  • 5.
    BASE EXISTENCIAL DA PRODUÇÃO INTELECTUAL  “O educador faz “depósitos” de conteúdos que devem ser arquivados pelos educandos.  Desta maneira a educação se torna um ato de depositar, em que os educandos são os depositários e o educador o depositante.  O educador será tanto melhor educador quanto mais conseguir “depositar” nos educandos.  Os educandos, por sua vez, serão tanto melhores educados, quanto mais conseguirem arquivar os depósitos feitos. (Freire, 1983:66)”
  • 6.
    FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS EXISTENCIALISMO FENOMENOLOGIA PERSONALISMO CRISTÃO HEGELIANISMO MATERIALISMO HISTÓRICO
  • 7.
    ENCONTRO COM PESSOAS Familiares: Pai: amoroso, coronel da Polícia Militar, admirador de Prestes, espírita.  Mãe: dona de casa, amorosa, católica  Irmãos  Elza: primeira esposa ( falecida em 1986)  Filhos: 5 - 2 mulheres e 3 homens  Nita: segunda esposa (1988)
  • 8.
    Encontro com Pessoas -MENINOS FILHOS DE TRABALHADORES POBRE - PESCADORES - CAMPONESES BRASILEIROS, CHILENOS, AFRICANOS - TRABALHADORES URBANOS - TRABALHADORES IMIGRANTES - ESTUDANTES
  • 9.
    ENCONTRO COM PESSOAS Intelectuaisde universidades na América Latina, Central, do Norte, Europa, África, Austrália, Nova Zelândia.  Religiosos, sobretudo católicos e evangélicos. 1967 – Nova Iorque – Militantes do movimento negro e porto-riquenhos.  Militantes do Partido Democrata Cristão do Chile, dos Partidos Comunistas europeus, latinos, africanos, do Partido dos Trabalhadores e demais Partidos de esquerda do Brasil.
  • 10.
    ENCONTRO COM PESSOAS  Exilados políticos pós-68, em Santiago: colombianos, venezuelanos, bolivianos, argentinos, mexicanos, americanos, europeus, brasileiros.  Exilados políticos latinos e africanos na Suiça.  1970: militantes comunistas de Berlim Oriental.
  • 11.
    ENCONTRO COM PESSOAS  Militantes dos movimentos de libertação na África (MPLA, PAIGC, FRELIMO, África do Sul) e América Central.  Militantes do Movimento de libertação da África do Sul na Suíça e nos EUA.  Trabalhadores imigrantes portugueses discriminados na Alemanha.  Militantes dos movimentos negro e religioso de doze estados - EUA.
  • 12.
    FREIRE E OUTROSEDUCADORES  O que Freire e tantos outros educadores perceberam é que estava na hora de levantar a cabeça, conversar olho no olho, superar qualquer constrangimento ou embaraço relativo à pobreza de nossos povos.  Adotar uma postura de altivez e reformular a tradicional forma de ensinar que apenas reproduzia conteúdos e não legava instrumentos reais para o exercício pleno da liberdade.
  • 13.
    PRINCIPAIS OBRAS: 1965: Educação como prática da liberdade (Santiago / Chile) 1968: Pedagogia do Oprimido (Santiago / Chile) 1992:Pedagogia da Esperança (São Paulo / Brasil) 1997: Pedagogia da Autonomia (São Paulo / Brasil)
  • 14.
    PRINCIPAIS OBRAS - Aimportância do ato de ler em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez Editora, 1982. - A educação na cidade. São Paulo: Cortez Editora, 1991. - Pedagogia da esperança. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1992. - Política e educação. São Paulo: Cortez Editora, 1993. - Cartas a Cristina. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1974. - - Educação e mudança. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1979.
  • 15.
    PRINCIPAIS OBRAS - Àsombra desta mangueira. São Paulo: Editora Olho d’Água, 1995. - Pedagogia da autonomia. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1997. - Mudar é difícil, mas é possível (Palestra proferida no SESI de Pernambuco). Recife: CNI/SESI, 1997-b. - PEDAGOGIA da indignação. São Paulo: UNESP, 2000. - Educação e atualidade brasileira. São Paulo: Cortez Editora, 2001.
  • 16.
  • 17.
    PEDAGOGIA DA AUTONOMIA SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA EDUCATIVA  'Pedagogia da autonomia' é um livro que condena as mentalidades fatalistas conformadas com a ideologia imobilizante de que 'a realidade é assim mesmo, que se pode fazer?'  Para estes, basta o treino técnico indispensável à sobrevivência. Para Paulo Freire, educar é construir, é libertar o ser humano das cadeias do determinismo neoliberal, reconhecendo que a História é um tempo de possibilidades.
  • 18.
    PEDAGOGIA DA AUTONOMIA SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA EDUCATIVA - Em que se discorre acerca da necessidade de ensinar querendo bem aos educandos: “A experiência docente de que a discente não se separa é uma experiência alegre por natureza. É falso também tomar como inconciliáveis seriedades docentes e alegria, como se. a alegria fosse inimiga da rigoridade.  Pelo contrário, quanto mais metodicamente rigoroso me torno na minha busca e na minha docência, tanto mais alegre e esperançoso também. A alegria não chega apenas no encontro do achado mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não podem dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria.
  • 19.
    PEDAGOGIA DA AUTONOMIA SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA EDUCATIVA  É um 'ensinar a pensar certo' como quem 'fala com a força do testemunho'.  É um 'ato comunicante, co-participado', de modo algum produto de uma mente 'burocratizada'.  No entanto, toda a curiosidade de saber exige uma reflexão crítica e prática, de modo que o próprio discurso teórico terá de ser aliado à sua aplicação prática
  • 20.
    PEDAGOGIA DA AUTONOMIA SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA EDUCATIVA  O desrespeito à educação, aos educandos, aos educadores e às educadoras corrói ou deteriora em nós, de um lado, a sensibilidade ou a abertura ao bem querer da própria prática educativa de outro, a alegria necessária ao que fazer docente.  É digna de nota a capacidade que tem a experiência pedagógica para despertar, estimular e desenvolver em nós o gosto de querer bem e o gosto da alegria sem a qual a prática educativa perde o sentido”.
  • 21.
    PEDAGOGIA DA AUTONOMIA SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA EDUCATIVA  Não há Docência sem Discência  Ensinar Não é Transmitir Conhecimento  Ensinar é uma Especificidade Humana  Só pode ensinar certo quem pensa certo, mesmo que às vezes, pense errado.  Ensinar, aprender e pesquisar  Ensinar exige pesquisa Não há ensino sem pesquisa, nem pesquisa sem ensino.  Ensinar exige respeito aos saberes do educando  Ensinar exige criticidade Entre o saber feito de pura experiência e o resultante dos procedimentos metodicamente rigorosos,
  • 22.
    A IMPORTÂNCIA DOATO DE LER  “A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente.  A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto”. (A Importância do Ato de Ler)
  • 23.
    A PEDAGOGIA DALIBERTAÇÃO •A Pedagogia da Libertação, esta intimamente relacionada com a visão marxista do Terceiro Mundo e das consideradas classes oprimidas na tentativa de elucidá-las e conscientizá-las politicamente.
  • 24.
    A PEDAGOGIA DALIBERTAÇÃO  As suas maiores contribuições foram no campo da educação popular para a alfabetização e a conscientização política de jovens e adultos operários, chegando a influenciar em movimentos como os das Comunidades Eclesiais de Base ( CEB).  A obra de Freire não se limita a esses campos, tendo alcance mais amplo, pelo menos para a tradição de educação marxista, incorporando o conceito básico de que não existe educação neutra. Segundo a visão de Freire, todo ato de educação é um ato político.
  • 25.
  • 26.
    “CUIDADO, ESCOLA!”  Paulo Freire organiza uma leitura crítica, irônica e bem-humorada da escola tendo o apoio da arte dos cartunistas e quadrinistas e a assessoria de outros educadores para apresentar idéias de fundamental importância quanto à realidade da educação brasileira.
  • 27.
    PEDAGOGIA DA ESPERANÇA Segundo Paulo Freire, a educação é uma prática política tanto quanto qualquer prática política é pedagógica.  Não há educação neutra.  Toda educação é um ato político. Assim, sendo, os educadores necessitam construir conhecimentos com seus alunos tendo como horizonte um projeto político de sociedade.  Os professores, são, portanto, profissionais da pedagogia da política, da pedagogia da esperança.
  • 28.
    PEDAGOGIA DA INDIGNAÇÃO  Foi organizado pela esposa Ana Maria Freire contendo cartas que foram intituladas como “Cartas Pedagógicas”.
  • 29.
    POLÍTICA E EDUCAÇÃO  Neste livro, Freire constitui uma das suas mais importantes reflexões enquanto pensador da educação. Nos textos reunidos, as marcas do anti- dogmático enfatiza a importância da educação através de um convite à reflexão político- pedagógica – escritos no decorrer de 1992 e discutidos em reuniões realizadas tanto no Brasil quanto em outros país
  • 30.
    EDUCAÇÃO COMO PRÁTICADA LIBERDADE  o autor expõe o método de alfabetização de adultos de maneira minuciosa, contextualizando historicamente a proposta e expondo seus pressupostos filosóficos e políticos.  A Sociedade Brasileira em Transição  Sociedade Fechada e Inexperiência Democrática  Educação “Versus” Massificação  Educação e Conscientização  na opinião de Paulo Freire, o que se sente, dia a dia, é o homem simples esmagado, diminuído e acomodado, dirigido pelo poder dos mitos que forças sociais poderosas criam para ele. É o homem assustado, temendo a convivência e até duvidando da sua possibilidade, ao lado do medo da solidão, que se alonga como “medo da liberdade”.
  • 31.
    AÇÃO CULTURAL PARAA LIBERDADE E OUTROS ESCRITOS  “Seu objetivo não é fazer a descrição de algo a ser memorizado. (..)  É problematizar situações.  É necessário que os textos sejam em si um desafio e como tal sejam tomados pelos educandos (..).”  Abordando uma concepção de ser humano enquanto trabalhador de uma ação transformadora.  Busca demonstrar a importância não de uma concepção mecanicista, mas crítica da realidade.  Assim o processo de alfabetização não se reduz apenas ao Ba, Be, Bi Bo, Bu, mas a um processo político de conscientização.
  • 32.
    EXTENSÃO OU COMUNICAÇAO? O homem, como um ser de relações, transforma a natureza com seu trabalho.  O resultado da transformação, que se separa do homem, constitui seu mundo.  Esse mundo é chamado de estrutura vertical.  Ele não existiria se não fosse um mundo de comunicabilidade.  A intersubjetividade ou a intercomunicação é a característica primordial desse mundo. Pela intersubjetividade se estabelece a comunicação entre os sujeitos a propósito do objeto.  As quatro relações constitutivas do conhecimento: gnosiológica, lógica, histórica e dialógica.
  • 33.
    EXTENSÃO E COMUNICAÇÃO A comunicação implica numa reciprocidade que não pode ser interrompida.   Não é possível compreender o pensamento fora de sua dupla função:cognoscitiva e comunicativa.   Comunicar é comunicar-se em torno do significado significante.   Na comunicação não há sujeitos passivos.  Os sujeitos co-intencionados ao objeto de seu poder se comunicam seu conteúdo.   O que caracteriza a comunicação enquanto este comunicar comunicando-se, é que ela é diálogo. 
  • 34.
    MEDO E OUSADIA O COTIDIANO DO PROFESSOR  Trabalham com as angústias cotidianas do professor na experimentação da pedagogia do diálogo, nas mudanças de atitudes práticas e teóricas que a escolha dessa concepção de educação implica. É um estímulo, ao fornecer respostas e sugerir soluções às questões do dia-a-dia.
  • 35.
    MEDO E OUSADIA  O que é ensino libertador?  Como os professores se transformam em educadores libertadores?  Como começam a transformar os estudantes?  De que modo a educação se relaciona com a transformação política?  Essas e outras perguntas são tratadas em Medo e ousadia: o cotidiano do professor. Esse diálogo vibrante de Paulo Freire com Ira Shor mostra que é possível aplicar um modelo pedagógico transformador a partir da democratização do espaço de ensino e da constante motivação do aluno à reflexão. Duas experiências distintas, duas opiniões discutidas e apresentadas. Uma verdadeira aula sobre pedagogia e construção de um ambiente de ensino democrático e inovador.
  • 36.
    EDUCAÇÃO E MUDANÇA Escrito originalmente em espanhol e publicado pela primeira vez no Brasil em 1979.  Educação e mudança coincide com o retorno de Paulo Freire ao país e é uma crítica aberta ao falso dilema "humanismo X tecnologia".  Nos quatro estudos que formam este livro e que abordam os mais diferentes aspectos da relação do homem e seu estar no mundo, vemos como o compromisso com a própria realidade, isto é, a impossibilidade de se assumir uma posição neutra perante o mundo, é peça-chave para que educadores e educandos se insiram na sociedade e possam transformá-la. 
  • 37.
    EDUCAÇÃO E MUDANÇA destaca-se pela objetividade pela qual o educador expõe suas idéias e método relevantes à alfabetização de adultos, cujo mesmo construiu com base em experiências da sua práxis (ação- reflexão) educacional.
  • 38.
    OBRAS COMO:  Pedagogiado Oprimido,  Educação como Prática da Liberdade,  A Importância do Ato de Ler,  Pedagogia da Autonomia,  Ação Cultural para a Liberdade, Educação e Mudança,  Aprendendo com a própria Historia, entre outras,  Levaram adiante a retórica dialética e fenomenológica de Paulo Freire e serviram como voz e bandeira para povos que se sentiam oprimidos e relegados ao esquecimento e ao abandono
  • 39.
    PEDAGOGIA DO OPRIMIDO 1967 - Chile - Santiago  Férias de julho (15 dias) - escreveu três capítulos.  1968 - outono - 1ª edição em inglês, espanhol, italiano, francês e alemão.  1970 - remeteu o texto para Fernando Gasparian, diretor da Editora Paz e Terra, pela gentileza do professor Jean Ziegler, da Universidade de Genebra.  1975 - 1ª publicação em português no Brasil . - FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
  • 40.
    REFERÊNCIAS NA PEDAGOGIA DO OPRIMIDO Filósofos: Hegel, José Luiz Fiori, Erich Fromm, Herbert Marcuse, Simone de Beauvoir, Jean-Paul Sartre, Edmund Husserl, Ernani Maria Fiori, Lucien Goldman, Martin Buber.
  • 41.
    REFERÊNCIAS NA PEDAGOGIA DO OPRIMIDO  Marxistas: Karl Marx, Friederich Engels, Rosa de Luxemburgo, George Lukacs, Mao-Tse-Tung, Frantz Fanon, Albert Memmi, Régis Debret,Álvaro Vieira Pinto, Ernesto Che Guevara, Karel KosiK, Lenine, Fidel Castro, Louis Althusser  Católicos: São Gregório de Nissa, Pierre Furter, Camilo Torres.
  • 42.
    REFERÊNCIAS NA PEDAGOGIADO OPRIMIDO  Sociólogos: Francisco Wefort, Wright Mills.  Economistas: André Nicolai.  Político: Getúlio Vargas.  Escritor: Guimarães Rosa.
  • 43.
    PEDAGOGIA DO OPRIMIDO “Ninguémliberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão.” (p.52) “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.” (p.68)
  • 44.
    PEDAGOGIA DO OPRIMIDO “ A educação autêntica, repitamos, não se faz de A para B ou de A sobre B, mas de A com B, mediatizados pelo mundo.” (p.84) - A pedagogia do oprimido tem por base o diálogo, necessidade ontológica do ser humano
  • 45.
    DESTAQUES Classe Social Movimentos Sociais Subjetividade e Conscientização Educação Popular Tecnologia Auto-Crítica
  • 46.
    SER APRENDIZ ORGÂNICOCÓSMICO ESPÉCIE CIDADÃO TRABALHADOR CRIADOR RAÍZES ANGELIM, M.L.P. A Teleducação nos tempos da internet. In MELO, J. M. et al (orgs.) Educomídia, alavanca da cidadania: o legado utópico de Mário Kaplún. São Bernardo Campo: Cátedra UNESCO: Universidade Metodista de São Paulo,2006.
  • 47.
    QUATRO PILARES DA EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI Aprender a Conhecer Aprender a Fazer Aprendera Viver Juntos, a Viver com os Outros Aprender a Ser BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Relatório Delors. Brasília: UNESCO, 1996.
  • 48.
    REDE ANGELIM, M.L.P.Educar é descobrir - um estudo observacional exploratório. Brasília. Universidade de Brasília (dissertação de mestrado), 1988. 2v.
  • 49.
    CTAR Group. Adistance education alternative: work community/online learning. In LITTO F. M.&MARTHOS, B.R. (Orgs.) Distance learning in Brazil: Best Practices 2006.1.ed.-São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
  • 50.
    VISÃO ESTRATÉGICA INDIVIDUAL E COLETIVO CAPITALISMO OU SOCIALISMO MERCADO OU SOCIEDADE SUSTENTÁVEL
  • 51.
    Bibliotecas Públicas  Jornais Comunitários  Correio Postal Escolar  Telecentros  Rádio-escolas Públicas  Rádios Comunitárias  Cooperativas de Produção Gráfica  Cooperativas de Produção de Vídeo  Cooperativas de Produção de software livre e páginas web  Rede Pública de TV com programas regionais interativos  Teatro  Cinema
  • 52.
    A AUTOFORMAÇÃO UMAPERSPECTIVA TRANSPESSOAL, TRANSDISCIPLINAR E TRANSCULTURAL GALVANI, Pascal. A autoformação, uma perspectiva transpessoal, transdisciplinar e transcultural. In Educação e Transdisciplinaridade, II/coordenação executiva do CETRANS. São Paulo: TRIOM, 2002.
  • 53.
    FINAL DO TRABALHO  Com essas palavras lembro e ressalto a necessidade de uma atitude propositiva, empreendedora, transformadora e que necessariamente não perca jamais a ternura necessária ao trabalho pedagógico e o foco humano que temos que manter a qualquer custo em nossa prática de educadores  Concordo totalmente com Paulo Freire que "a leitura do mundo precede a leitura da palavra", pois aprender a ler é antes de mais nada aprender a ler o mundo, construindo os mais variados sentidos, diante das variadas situações da vida, compreendendo o seu contexto e não uma simples decodificação e manipulação mecânica de palavras, mas sim, uma relação dinâmica que vincula linguagem e realidade
  • 54.
    Links - Instituto PauloFreire http://www.paulofreire.org - Biblioteca Digital Paulo Freire http://www.paulofreire.ufpb.br - Projeto Memória - Paulo Freire http://www.projetomemoria.art.br/ - Portal dos Fóruns de EJA http://forumeja.org.br - TV Escola - Programa Salto para o Futuro - Série Brasil Alfabetizado em Movimento http://www.tvebrasil.com.br/salto - Transdisciplinaridade http://www.redebrasileiradetransdisciplinaridade.net/