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CAROLINE REIS GONÇALVES - GINECOLOGISTA E OBSTETRA - HOSPITAL SOFIA FELDMAN -
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FAMÍLIA CHAMBERLEN – SÉCULO XVI
Dunn PM. The Chamberlen family (1560–1728) and obstetric fórceps. Archives of Disease in
Childhood - Fetal and Neonatal Edition 1999;81:F232-F234.
INDICAÇÕES MATERNAS
 Exaustão materna
 Analgesia por drogas
 Resistência de tecidos moles com falha na descida
 Complicaçoes maternas (ex. cardio-respiratória, intra-craniana)
 Hemorragias
2o período
prolongado
SEGUNDO PERÍODO PROLONGADO
Paridade Sem Anestesia
Regional
Com Anestesia
Regional
Nulípara 3 horas 4 horas
Multípara 2 hora 3 horas
INDICAÇÕES FETAIS
 Comprometimento fetal necessitando o parto imediato no período expulsivo
 Traçado de cardiotocografia não tranquilizador
 Cabeça derradeira no parto pélvico
CONTRAINDICAÇÕES
 Distúrbios desmineralizantes fetais conhecidos (p ex osteogênese imperfeita)
 Distúrbios hemorrágicos fetais
 Cabeça fetal não encaixada (apresentação não ultrapassa espinhas isquiáticas)
 Posição fetal desconhecidas
 Apresentações anômalas – face ou fronte com mento posterior
 Suspeita de DCP
 Prematuridade – CI relativa (não usar vácuo antes de 34s)
Parto vaginal instrumentado, Freitas et al. In: Rotinas em Obstetrícia, Freitas Et al. 2017.
PARTES DO FÓRCEPS
cabo
articulação
Haste
colher
ALGUÉM AQUI FALOU EM PÁ?
FÓRCEPS MAIS COMUNS
PEGA IDEAL - BIPARIETOMALOMENTONIANA
FÓRCEPS
 10-15% de todos os partos vaginais necessitam de assistência operatória
 Todos os profissionais devem estar familiarizados com os instrumentos e
técnicas de aplicação
EQUIPAMENTOS
Vácuo-
extratores
Malmstrom : histórico, ventosa de metal rígido
MityVac, Columbia, Kiwi
Fórcipe Simpson: várias indicações, próprio para bossas extensas
Piper, Elliot, Kielland: indicações especiais
CRITÉRIOS DE APLICABILIDADE
Apresentação
cefálica
Dilatação cervical
completa
Membranas rotas
Ausência de
desproporção
céfalo-pélvica
Abandonar o
procedimento se
ocorrer alguma
falha
CLASSIFICAÇÃO DOS PARTOSVAGINAIS ASSISTIDOS
Fórcipe ou vácuo
de alívio
• Crânio fetal no
assoalho pélvico
• Cabelo visível
entre as
contrações
Fórcipe ou vácuo
baixo
• Crânio fetal na
altura, ou abaixo,
do plano +2
Fórcipe ou vácuo
médio
• Cabeça
insinuada, porém
acima do plano
+2
VÁCUO-EXTRATOR
VÁCUO-EXTRATOR
 Escolha de preferência
 Compete com o fórcipe em eficácia e segurança
 Ventosas macias minimizam os traumas maternos e
fetais
 Ventosas metálicas indicadas para rotação
TIPOS DEVÁCUO-EXTRATORES
 Plásticos
 Metal
 Descartáveis
 Re-utilizáveis
 Bordas rombas
APLICAÇÃO DOVÁCUO-EXTRATOR
A
 Ajuda
 Avisar a paciente
 Anestesia adequada?
B
 Bexiga vazia
C
 Colo com dilatação total
BLOQUEIO DO PUDENDO
Schrock SD, Harraway-Smith C. Labor analgesia. Am Fam Physician. 2012 Mar 1;85(5):447-54.
APLICAÇÃO DOVÁCUO-EXTRATOR
D
 Determinar a variedade de posição
 Fontânela anterior é mais larga, forma de cruz
 Fontânela posterior é menor, forma deY
 Avaliar a ponta do ouvido
 A presença de bossa torna a avaliação dificíl
 Alerta para a Distocia de ombro
APLICAÇÃO DOVÁCUO-EXTRATOR
E
 Equipamento e Extrator checados
F
 Aplicar a ventosa sobre a sutura sagital, 3cm a frente da Fontânela
posterior
 “ponto de Flexão” – a aplicação correta resulta na flexão da
cabeça fetal quando aplicada a tração
Ponto
de
flexão
Fontanela
anterior
Fontanela
posterior
3cm
6cm
3cm
Parto vaginal assistido - Fórceps e Vácuo
M
Medida até a
fúrcula vaginal
Posicionamento
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da ventosa
APLICAÇÃO DOVÁCUO-EXTRATOR
G
 Gentil tração na angulação correta ao plano da
ventosa
 Exclusivamente nas contrações
 Torção, rotação, ou aplicação paramediana podem
causar o desencaixe da ventosa
APLICAÇÃO DOVÁCUO-EXTRATOR
H
 Hora de parar a tração depois da contração
 Reduzir a pressão entre as contrações
 Hora de parar o procedimento se:
 Desencaixar a ventosa 3 vezes
 Ausência de progressão em 3 trações consecutivas
 Não exceder 20 minutos na aplicação total – danos fetais aumentam > 10 minutos
Apoio da ventosa
para não soltar
Apoio da ventosa
para não soltar
APLICAÇÃO DOVÁCUO-EXTRATOR
I
 Avaliar a Incisão (episiotomia) quando a cabeça está sendo
desprendida
 Não é necessária para o vácuo, mas pode ser para a distocia
de ombro ou parto difícil
J
Já é acessível a raíz da mandíbula (ATM), Já é
hora de remover o vácuo
St George’s Hospital – NHS London Liberação do Maxilar e Raiz da Mandíbula
Maggie
St George’s Hospital – NHS London
DESVANTAGENS DOVÁCUO
 Pode demorar mais que o fórcipe
 Requer paciência e desproporção céfalo-pélvica mínima
 Adequada locação e tração para evitar a perda do vácuo
 Pequeno aumento nos céfalo-hematomas
Hematoma Sub-galeal Céfalo-hematoma
COMPLICAÇÕES
CONTRA-INDICAÇÕES AOVÁCUO
 Prematuridade grave
 Apresentações pélvicas ou defletidas
 Transversas abandonadas
 Dilatação cervical incompleta
 Apresentação alta
 Necessidade de tração intensa
CUIDADOS APÓS O USO DOVÁCUO
 Exame cervical e vaginal
 Evidência de tocotrauma
 Enfisema de couro cabeludo
 Bossa , céfalo-hematoma
 Hiperbilirrubinemia
 Hematoma subgaleal
PARTICULARIDADES DA APLICAÇÃO DO FÓRCEPS
VERIFICAÇÃO DA APLICAÇÃO
Posição do Fórcipe Seguro
 Fontânela Posterior equidistante dos ramos, 1cm acima do
plano dos ramos
 Fenestras aceitam no máximo 1 dedo
 Suturas: lambdóide acima, e equidistante acima, superior à
superfície de cada lâmina; a sagital está na linha média
PEGA IDEAL - BIPARIETOMALOMENTONIANA
APLICAÇÃO DO FÓRCIPE
G
 Gentil tração = Manobra de Pajot
 Tração axial de acordo com a curvatura pélvica
 Tração inicial para baixo, seguindo um amplo arco na forma de J
 A mão não dominante exerce uma tração para baixo, resultando em
dois vetores de força: horizontal para fora e vertical para baixo
GENTIL TRAÇÃO: MANOBRA DE PAJOT
CUIDADOS APÓS A APLICAÇÃO
 Exame cervical e vaginal
 Evidência de toco trauma
 Fratura de clavícula
 Céfalo-hematoma
 Lacerações – escarificações
 Paralisia do nervo facial
 Marca do fórcipe, benigna
ESCOLHA DO INSTRUMENTO
 Vácuo
 Fácil aplicação
 Segue a curvatura pélvica
automaticamente
 Menos necessidade de anesthesia
regional
 Causa menos lacerações cervicais
e vaginaisMais cefaloematoma,
hemorragia retiniana e subgaleal.
 Fórcipe
 Pode ultimar mais rápido o parto
 Pode ser usado em apresentações
anômalas
 Pode ser usado em partos < 36 s
Parto vaginal assistido - Fórceps e Vácuo
Arquivo pessoal, 2015
ODÓN DEVICE
Arquivo pessoal, 2015
RESUMO
 10-15% de todos os partos vaginais necessitam de assistência operatória
 Todos os profissionais devem estar familiarizados com os instrumentos e
técnicas de aplicação
 A  I mnemônico oferece método sistemático para o parto vaginal
assistido
 Os profissionais devem estar alertas às complicações e contra-indicações
desses procedimentos
“Se eu perguntasse a
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Henry Ford

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Parto vaginal assistido - Fórceps e Vácuo

  • 1. VAGINAL CAROLINE REIS GONÇALVES - GINECOLOGISTA E OBSTETRA - HOSPITAL SOFIA FELDMAN - MATERNIDADE MUNICIPAL DE CONTAGEM - PREFEITURA DE BELO HORIZONTE - ESPECIALIZAÇÃO EM ENFERMAGEM OBSTÉTRICA – UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS PARTO ASSISTIDO
  • 2. Dunn PM Sir JamesYoung Simpson (1811–1870) and obstetric anaesthesia Archives of Disease in Childhood - Fetal and Neonatal Edition 2002;86:F207-F209.
  • 3. Dunn PM Sir JamesYoung Simpson (1811–1870) and obstetric anaesthesia Archives of Disease in Childhood - Fetal and Neonatal Edition 2002;86:F207-F209. Antonia Reeve
  • 4. The original Chamberlen forceps found atWoodham Mortimer, Essex FAMÍLIA CHAMBERLEN – SÉCULO XVI Dunn PM. The Chamberlen family (1560–1728) and obstetric fórceps. Archives of Disease in Childhood - Fetal and Neonatal Edition 1999;81:F232-F234.
  • 5. INDICAÇÕES MATERNAS  Exaustão materna  Analgesia por drogas  Resistência de tecidos moles com falha na descida  Complicaçoes maternas (ex. cardio-respiratória, intra-craniana)  Hemorragias 2o período prolongado
  • 6. SEGUNDO PERÍODO PROLONGADO Paridade Sem Anestesia Regional Com Anestesia Regional Nulípara 3 horas 4 horas Multípara 2 hora 3 horas
  • 7. INDICAÇÕES FETAIS  Comprometimento fetal necessitando o parto imediato no período expulsivo  Traçado de cardiotocografia não tranquilizador  Cabeça derradeira no parto pélvico
  • 8. CONTRAINDICAÇÕES  Distúrbios desmineralizantes fetais conhecidos (p ex osteogênese imperfeita)  Distúrbios hemorrágicos fetais  Cabeça fetal não encaixada (apresentação não ultrapassa espinhas isquiáticas)  Posição fetal desconhecidas  Apresentações anômalas – face ou fronte com mento posterior  Suspeita de DCP  Prematuridade – CI relativa (não usar vácuo antes de 34s) Parto vaginal instrumentado, Freitas et al. In: Rotinas em Obstetrícia, Freitas Et al. 2017.
  • 12. PEGA IDEAL - BIPARIETOMALOMENTONIANA
  • 13. FÓRCEPS  10-15% de todos os partos vaginais necessitam de assistência operatória  Todos os profissionais devem estar familiarizados com os instrumentos e técnicas de aplicação
  • 14. EQUIPAMENTOS Vácuo- extratores Malmstrom : histórico, ventosa de metal rígido MityVac, Columbia, Kiwi Fórcipe Simpson: várias indicações, próprio para bossas extensas Piper, Elliot, Kielland: indicações especiais
  • 15. CRITÉRIOS DE APLICABILIDADE Apresentação cefálica Dilatação cervical completa Membranas rotas Ausência de desproporção céfalo-pélvica Abandonar o procedimento se ocorrer alguma falha
  • 16. CLASSIFICAÇÃO DOS PARTOSVAGINAIS ASSISTIDOS Fórcipe ou vácuo de alívio • Crânio fetal no assoalho pélvico • Cabelo visível entre as contrações Fórcipe ou vácuo baixo • Crânio fetal na altura, ou abaixo, do plano +2 Fórcipe ou vácuo médio • Cabeça insinuada, porém acima do plano +2
  • 18. VÁCUO-EXTRATOR  Escolha de preferência  Compete com o fórcipe em eficácia e segurança  Ventosas macias minimizam os traumas maternos e fetais  Ventosas metálicas indicadas para rotação
  • 19. TIPOS DEVÁCUO-EXTRATORES  Plásticos  Metal  Descartáveis  Re-utilizáveis  Bordas rombas
  • 20. APLICAÇÃO DOVÁCUO-EXTRATOR A  Ajuda  Avisar a paciente  Anestesia adequada? B  Bexiga vazia C  Colo com dilatação total
  • 21. BLOQUEIO DO PUDENDO Schrock SD, Harraway-Smith C. Labor analgesia. Am Fam Physician. 2012 Mar 1;85(5):447-54.
  • 22. APLICAÇÃO DOVÁCUO-EXTRATOR D  Determinar a variedade de posição  Fontânela anterior é mais larga, forma de cruz  Fontânela posterior é menor, forma deY  Avaliar a ponta do ouvido  A presença de bossa torna a avaliação dificíl  Alerta para a Distocia de ombro
  • 23. APLICAÇÃO DOVÁCUO-EXTRATOR E  Equipamento e Extrator checados F  Aplicar a ventosa sobre a sutura sagital, 3cm a frente da Fontânela posterior  “ponto de Flexão” – a aplicação correta resulta na flexão da cabeça fetal quando aplicada a tração
  • 26. M Medida até a fúrcula vaginal Posicionamento e centralização da ventosa
  • 27. APLICAÇÃO DOVÁCUO-EXTRATOR G  Gentil tração na angulação correta ao plano da ventosa  Exclusivamente nas contrações  Torção, rotação, ou aplicação paramediana podem causar o desencaixe da ventosa
  • 28. APLICAÇÃO DOVÁCUO-EXTRATOR H  Hora de parar a tração depois da contração  Reduzir a pressão entre as contrações  Hora de parar o procedimento se:  Desencaixar a ventosa 3 vezes  Ausência de progressão em 3 trações consecutivas  Não exceder 20 minutos na aplicação total – danos fetais aumentam > 10 minutos
  • 29. Apoio da ventosa para não soltar
  • 30. Apoio da ventosa para não soltar
  • 31. APLICAÇÃO DOVÁCUO-EXTRATOR I  Avaliar a Incisão (episiotomia) quando a cabeça está sendo desprendida  Não é necessária para o vácuo, mas pode ser para a distocia de ombro ou parto difícil J Já é acessível a raíz da mandíbula (ATM), Já é hora de remover o vácuo
  • 32. St George’s Hospital – NHS London Liberação do Maxilar e Raiz da Mandíbula
  • 34. DESVANTAGENS DOVÁCUO  Pode demorar mais que o fórcipe  Requer paciência e desproporção céfalo-pélvica mínima  Adequada locação e tração para evitar a perda do vácuo  Pequeno aumento nos céfalo-hematomas
  • 36. CONTRA-INDICAÇÕES AOVÁCUO  Prematuridade grave  Apresentações pélvicas ou defletidas  Transversas abandonadas  Dilatação cervical incompleta  Apresentação alta  Necessidade de tração intensa
  • 37. CUIDADOS APÓS O USO DOVÁCUO  Exame cervical e vaginal  Evidência de tocotrauma  Enfisema de couro cabeludo  Bossa , céfalo-hematoma  Hiperbilirrubinemia  Hematoma subgaleal
  • 39. VERIFICAÇÃO DA APLICAÇÃO Posição do Fórcipe Seguro  Fontânela Posterior equidistante dos ramos, 1cm acima do plano dos ramos  Fenestras aceitam no máximo 1 dedo  Suturas: lambdóide acima, e equidistante acima, superior à superfície de cada lâmina; a sagital está na linha média
  • 40. PEGA IDEAL - BIPARIETOMALOMENTONIANA
  • 41. APLICAÇÃO DO FÓRCIPE G  Gentil tração = Manobra de Pajot  Tração axial de acordo com a curvatura pélvica  Tração inicial para baixo, seguindo um amplo arco na forma de J  A mão não dominante exerce uma tração para baixo, resultando em dois vetores de força: horizontal para fora e vertical para baixo
  • 43. CUIDADOS APÓS A APLICAÇÃO  Exame cervical e vaginal  Evidência de toco trauma  Fratura de clavícula  Céfalo-hematoma  Lacerações – escarificações  Paralisia do nervo facial  Marca do fórcipe, benigna
  • 44. ESCOLHA DO INSTRUMENTO  Vácuo  Fácil aplicação  Segue a curvatura pélvica automaticamente  Menos necessidade de anesthesia regional  Causa menos lacerações cervicais e vaginaisMais cefaloematoma, hemorragia retiniana e subgaleal.  Fórcipe  Pode ultimar mais rápido o parto  Pode ser usado em apresentações anômalas  Pode ser usado em partos < 36 s
  • 48. RESUMO  10-15% de todos os partos vaginais necessitam de assistência operatória  Todos os profissionais devem estar familiarizados com os instrumentos e técnicas de aplicação  A  I mnemônico oferece método sistemático para o parto vaginal assistido  Os profissionais devem estar alertas às complicações e contra-indicações desses procedimentos
  • 49. “Se eu perguntasse a meus compradores o que eles queriam, teriam dito que era um cavalo mais rápido” Henry Ford