SlideShare uma empresa Scribd logo
Organização Sistemas e
Métodos
OSM
Professor:
Milton Lucio Wessel
Neste trabalho são apresentados alguns conceitos básicos que visam dar ao leitor
uma base referencial teórica sobre vários temas abordados, por que na grande
maioria, são conceitos que se referem a tecnologias que sofrem mudanças constante,
tanto no aspecto técnico quanto no conceitual.
Ao termino da leitura deste trabalho, você terá um referencial de conceitos que o
ajudará a responder algumas perguntas, tais como:
 Quais os conceitos que prevalecem hoje sobre a Organização, Sistemas,
Métodos e Processos, workflow e Tecnologia de Informação;
 Qual a importância desses conhecimentos, desses conceitos básicos para
o analista de sistemas e o analista de O&M (Analista de Processos);
 Por que alguns desses conceitos passaram a prevalecer sobre outros,
usados no passado recente.
CONCEITO DO PONTO DE VISTA
A história da civilização revela-nos que a humanidade, na
busca constante de atender suas necessidades, sempre
procurou formar grupos de pessoas, com interesses
semelhantes, para atingir um ou mais objetivos. O ser
humano percebeu, desde os primórdios dos tempos, que
sozinho tudo era muito difícil, mais em grupos as
necessidades eram mais fáceis de serem atendidas.
Temos então a formação de agrupamentos humanos que uniam
esforços e recursos para atender suas necessidades. Essa união, por
meio de um processo evolutivo, levou os grupos à busca constantes
de melhores condições que permitissem menores esforços, menor
utilização de recursos e mais resultados alcançados. O nome que se
deu à busca do atendimento das necessidades humanas foi
TRABALHO.
Os grupos perceberam, ao longo do tempo, que o trabalho bem
distribuído entre seus membros permitia esforços menores e facilitava
o alcance de seus objetivos. Perceberam também que os recursos
eram escassos e precisavam ser bem utilizados, evitando-se o
desperdício.
CONCEITO DE ORGANIZAÇÃO INFORMAL E FORMAL.
Organização Informal.
A Organização Informal é fruto da interação social de seus membros,
desenvolvendo-se naturalmente quando as pessoas reúnem-se entre si com o
propósito de atender suas necessidades.
Existem em todos os níveis da comunidade, principalmente nas empresas, e sua
liderança é muito mais centrada nas qualidades pessoais dos indivíduos do que
em sua posição (status) dentro das instituições.
A autoridade na organização informal é mais uma concessão do grupo do que um
direito, é mais instável do que a autoridade formal, porque está sujeita aos
sentimentos pessoais dos seus membros. Como exemplo de uma organização
informal, dentro de uma empresa, há o caso de grupos que promovem, dentro e
fora dela, eventos sociais que visam mantê-los informados do que acontece na
organização formal em que trabalha.
Organização Formal
Também conhecida como Estrutura Organizacional, esse tipo
de organização difere da anterior, porque estabelece
formalmente as áreas de decisão com a definição das
respectivas responsabilidades e autoridades, os canais de
comunicação, bem como os comandos e as coordenações
necessárias aos trabalhos que deverão ser executados pelas
partes envolvidas.
ESCOLA CLÁSSICA
Os pesquisadores da Ciência da Administração desenvolveram várias
teorias sobre Estrutura Organizacional, tem origem nos estudos feitos,
no início do século XX,por FREDERICK W. TAYLOR e HENRI FAYOL,
seus principais precursores, sua doutrina era a eficiência e a economia
como os objetivos básicos da Administração.
Os objetivos das organizações, suas tarefas individuais devem ser
especificadas e distribuídas, de maneira clara e formal, de acordo com
a especialização de cada um.Um exemplo o jogo de futebol, para
ilustrar a especificação e a distribuição de tarefas individuais para se
conseguir o objetivo vitória.
Os grupos perceberam, ao longo do tempo, que o trabalho bem
distribuído entre seus membros permitia esforços menores e facilitava
o alcance de seus objetivos. Perceberam também que os recursos
eram escassos e precisavam ser bem utilizados, evitando-se o
desperdício.
Especificação de responsabilidade e de
delegação de autoridade
Saber como delegar autoridade em uma empresa é muito
importante para que haja uma distribuiçao de tarefas e
responsabilidades fazendo com que cada vez mais funcionarios
tenham embasamento para tomar decisões e definir estrategias
sua funçao.
Quanto maior a quantidade de niveis hierarquicos, maior a
necessidade de delegar autoridades. Porém muitas empresas
nos dias de hoje, procuram enxugar seus niveis hierarquicos
eliminando burocracias e perda de tempo nas tomadas de
decisões. E a delegação de autoridades pode ajudar muito neste
processo. Além de ser inportante aliado na gestão e liderança de
equipes de trabalho.
Escola das relações humanas
Tem origem na ciência do comportamento humano. São desenvolvidos
no estudo do comportamento humana especificamente no trabalho e
para as técnicas de motivação e cooperação.
Douglas McGregor, F. Heizberg, A. H. Maslow desenvolveram estudos
voltados especificamente para o comportamento humano no trabalho e
para as técnicas de motivação e cooperação espontânea, a fim de
alcançar objetivos da organização. Os estudos foram voltados para os
seguintes fatores:
a)Necessidades básicas do ser humano e o
trabalho
 O ser humano tem necessidades e desejos básicos que
precisam ser atendidos. Segundo estudos o atendimento
dessas necessidades e desejos e principal para o
comportamento humano e o desenvolvimento profissional.
 Potencial mental das pessoas não pode ser afetado por
nenhum fator, cada pessoa tem um potencial diário de
aprendizado. Aprendemos todos os dias, não existe um dia
se quer que não possamos aprender algo novo.
 A insatisfação é um estado natural do ser humano, que pode
ficar satisfeito em situações momentâneas, retornando em
seguida ao seu estado de insatisfação,
b) Interação do indivíduo com os grupos de
trabalho e o relacionamento intergrupais
“As organizações são compostas de pessoas que trazem para o
ambiente de trabalho todo o seu jeito de ser, sentir e viver. São
motivações diferentes, habilidades e aptidões diversas, competências
distintas que precisam conviver e produzir. Desconsiderar essas
questões impede a visão acurada da organização e impossibilita
qualquer ação para a melhora dos modelos de gestão de pessoas.”
(CASADO, 2002);
Uma grande produtividade pode ser alcançada no trabalho por meio da
motivação dos empregados. Segundo os estudos da Escola das relações
humanas, existem dois fatores para a concretização dos objetivos da
organização: a coordenação e a cooperação. Esses dois fatores
quando são bem conduzidos, minimizam os conflitos que normalmente
aparecem entre os grupos de trabalho.
c) Unidade de comando
A unidade de comando como o nome já diz tem relação com o
estilo de comandar e a liderança do corpo gerencial e com o
processo decisório. Estudos relevam que um gerenciamento
competente, que exerce liderança mais democrática e liberal
permite manter a unidade de comando conseguindo assim
manter a qualidade e a produtividade de seus comandados.
Objetivos
Os objetivos são as necessidades que deverão ser satisfeitas.
As necessidades humanas provocam o trabalho em grupo,
organizado em função da satisfação dessas necessidades.
A determinação dos objetivos organizacionais de longo prazo
(estratégicos), de médio prazo (tático) e de curto prazo
(operacionais) é essencial para o processo de tomada de
decisões de uma empresa.
“Os objetivos organizacionais é o fim desejado que a
organização pretenda atingir e que orientam o seu
comportamento em relação ao futuro e ao ambiente
interno e externo. Neste sentido os objetivos
organizacionais são a razão de ser das organizações,
que necessitam se um fim objetivo”. A motivação é o
desejo de exercer altos níveis e esforço em direção a
determinados objetivos organizacionais, condicionados
pela capacidade de satisfazer algumas necessidades
individuais. Neste sentido defende o autor que o
alinhamento entre os objetivos individuais e os objetivos
organizacionais predispõe os sujeitos a exercer
elevados níveis de esforços para atender ao seu próprio
interesse. ( Chiavenato para o jornal de negócios).
C- Áreas de decisões e respectivo agrupamento
As áreas de decisões são em ultima análise, os órgãos que formam uma
organização. A identificação dessas áreas, pela sistematização da estrutura
organizacional, faz-se necessária para se evitar o rompimento do fluxo de
informações e a consequência quebra do ciclo de decisões, que provocam danos
à empresa. Um exemplo que ilustra bem a importância das áreas de decisões: ao
postar uma correspondência no correio, alguém estará transmitindo uma
informação à outra pessoa; esta, por sua vez, tomará uma decisão e enviará outra
informação a uma terceira pessoa, continuando dessa maneira o ciclo de tomada
de decisões (que existe em função do fluxo de informações) na empresa caso a
correspondência deixa de ser colocada (em tempo hábil) a decisão subsequente e
dependente das informações contidas na correspondência poderá não ser tomada
a tempo, causando o rompimento da cadeia de informações.
Sistemas de Informações e canais de comunicação
As informações como já foi dito, são necessárias para o
processo (ou ciclo) decisório. Elas fluem nas organizações
pelos canais de comunicação existentes na empresa. Os
canais de comunicação são os meios pelos quais passam as
informações. Sem um bom sistema de comunicação, projetada
de acordo com os fluxos dos sistemas de informações e em
consonância com a estrutura organizacional, a empresa,
certamente, terá seu processo decisório prejudicado.
“O que diferencia as organizações bem-sucedidas das
malsucedidas é um saudável fluxo de informações”.
Nesse sentido, podemos concluir que os sistemas de
informações devem ter:
- um fluxo planejado, organizado e estruturado que atenda as
necessidades de informações da organização.
-canais de comunicação que possibilitam rapidez e segurança
aos sistemas de informações.
O proposito dos sistemas e dos canais de comunicação, dentro
do complexo organizacional, é o de apresentar as informações
de forma certa, segura e no momento certo.
Sistemas
Um sistema é um conjunto ordenado de elementos que se encontram interligados
e que interagem entre si. O conceito é utilizado tanto para definir um conjunto de
conceitos como objetos reais dotados de organização.
Portanto ele pode ser definido como “um conjunto organizado e complexo, uma
reunião ou combinação de coisas ou partes, inter-relacionadas e
interdependentes , que formam uma unidade ,visando uma realização de um
objetivo ou um conjunto deles.
Também se pode mencionar a noção de sistema informático, bastante comum nas
sociedades modernas. Este tipo de sistemas diz respeito ao conjunto de hardware,
software e suporte humano que pertencem a uma empresa ou organização
Conceituação
Conceitualmente, sistema é um conjunto de partes
interdependentes que, juntas, formam um todo unitário. Um
sistema administrativo não é apenas um conjunto de
algumas partes: é um conjunto animado de elementos,
voltado para a ação, em busca de um resultado para toda
Organização.
Para entendermos melhor vamos analisar uma vida na natureza:A
arvore
Observando o fenômeno árvore, que é um ser vivo da natureza, verificamos que
suas partes (raiz, caule, folhas, flores e frutos) dependem uma das outras e
interagem para manter a vida.O caule leva o alimento, que a raiz tira da terra,
para os galhos, que, por sua vez, levam esse alimento para as folhas, flores e
frutos.O conjunto árvore depende de outros conjuntos que formam a
biodiversidade,como a terra, o ar, os micro-organismos etc.
O sistema é um conjunto de unidades reciprocamente relacionadas. Decorrem dois
conceitos: o de propósito (ou objetivo) e o de globalismo (ou totalidade). Esses
dois conceitos retratam duas características básicas do sistema.
a) Propósito ou Objeto – as unidades ou elementos, definem um arranjo que visa
sempre um objetivo a ser alcançado.
b) Globalismo ou Totalidade – todo sistema tem uma natureza orgânica, pela qual
uma ação que produza mudança em uma das unidades do sistema, deverá produzir
mudanças em todas as suas outras unidades.
A organização é um sistema criado pelo homem e matém uma dinâmica interação
com o meio ambiente, sejam clientes, fornecedores, concorrentes, entidades
sindicais, órgãos governamentais e outros agentes externos. É um sistema
integrado por diversas partes ou unidades relacionadas entre si, que trabalham em
harmonia umas com as outras, com a finalidade de influenciar o meio externo e
por ele ser influenciado.
Sistemas de informação é o processo de transformação de dados em informações.
E quando esse processo está voltado para a empresa, diz-se que esse é um sistema de
informações gerenciais.
Seus componentes:
 Os dados;
 O processamento dos dados;
 As informações;
 Os padrões;
 O controle e avaliação;
 Os objetivos do sistema de informação.
Sistemas da Informação
Trabalham com software, hardware, banco de dados,
sistemas especialistas, sistemas de apoio à gestão etc. Ou
seja, estão inclusos todos os processos informatizados, que
podem disponibilizar a informação correta e fazer a empresa
funcionar de maneira adequada.
São fundamentais para as pequenas e médias empresas
pois serve como um para a tomada de decisões. E para as
grandes empresas pois ajuda a organizar os dados, reunir as
informações e organizar as tomadas de decisões, que
passam a ser mais estratégicas.
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) – INFORMÁTICA.
CONCEITUAÇÃO.
Com o termo processamento de dados, os técnicos pretendiam
sintetizar e definir o trabalho de mecanização ou automação dos
sistemas de informação. No entanto, ficou uma lacuna
conceitual, pois o processamento de dados não significa,
obrigatoriamente, que os sistemas de informação estejam
automatizados. Ou seja, uma coisa é processar dados, outra é
automatizar os sistemas de informação.
O termo informática expressa, mais adequadamente, o
tratamento automatizado dos sistemas de informação em
computadores, passando a ser, praticamente, seu sinônimo.
A expressão tecnologia da informação envolve a utilização de várias tecnologias
além da informática, tais como:
 Telefonia;
 Teleprocessamento;
 Redes de informação (internet e intranet);
 Multimídia etc.
Antes do microcomputador, as informações eram tratadas somente no Centro de
Processamento de Dados das organizações e chegavam à mesa dos executivos já
prontos sem que eles pudessem fazer mais nada. Para realizar qualquer alteração que
se fizesse necessária, era preciso chamar um técnico especializado, que levava dias
para atender às necessidades dos executivos.
Tecnologia da Informação é um termo que surgiu para agregar todas as demais
tecnologias, especificadas anteriormente, que permitem o tratamento das informações e
sua comunicação entre os usuários nos mais diferentes e distantes lugares do mundo.
Atualmente, a sociedade como um todo precisa de TI. Ao declarar imposto
de renda, seus dados são processados por computadores do governo; ao fazer
compras no mercado, passa pelo caixa, que dá baixa dos produtos no sistema
da empresa; para usar o telefone, uma complexa rede de comunicação
controlada por computadores é utilizada.
A Tecnologia da Informação, portanto, não é apenas sinônimo de
modernidade. É, acima de tudo, uma necessidade dos novos tempos.
O ESTADO-DA-ARTE NAS ORGANIZAÇÕES.
Toda tecnologia está disponível para ser utilizada pelas
organizações e por seus executivos e funcionários, com várias
opções que o mercado oferece.
A telefonia dispõe da opção de telefone móvel, ou celular, que
dispensa a utilização de cabos convencionais, que opera por
cabos. Tanto uma quanto a outra pode ser analógica ou digital.
A internet que é rede de computadores Mundial, utiliza-se
dos recursos tecnológicos do teleprocessamento, da
informática e da chamada tecnologia web, oferecendo as
seguintes opções:
• A comunicação via correios eletrônico (e-mail);
• A transferência de arquivos (FATO);
• Consulta aos mais variados tipos de informações pela
tecnologia WWW (World Wide Web);
• Os navegadores ou browser que permitem o acesso aos
recursos da tecnologia WWW OU WEB etc.
Workflow
Na tradução fluxo de trabalho ou processo de negócios.
É um software, ou conjunto de softwares que permite organizar,
automatizar e gerenciar o fluxo de processos.
Ele garante a comunicação e troca de informações entre diferentes
departamentos envolvidos em um mesmo processo de negócios, garante
que toda e qualquer tarefa seja exercida pelo colaborador
De maneira geral a tecnologia workflow não somente garante a
comunicação e a troca de informações entre diferentes departamentos
envolvidos em um mesmo processo de negócio, como garante que toda
e qualquer tarefa seja executada pelo colaborador para o qual ela for
destinada.
TIPOS de Workflow:
Ad Hoc – Neste processo os padrões ou normas podem ser
alterados ou modificados durante a execução das tarefas ou
atividades;
De Produção – Neste processo todas as regras já são
estabelecidas e definidas inicialmente sem a opção de
alterá-las.
Administrativo – Trata-se de uma junção do workflow ad hoc
e o de produção onde as ações a serem desenvolvidas são
simples e previstas.
Métodos
Conceituação
“Método fica o caminho para se chegar a um ponto além do caminho”
Métodos de trabalho
Método de trabalho é a maneira pela qual uma ou mais operações de um
processo devem ser feitas para se alcançar o resultado esperado.
Todo processo produtivo ou administrativo tem um método de trabalho que
permita maior rendimento da capacidade produtiva, como menor esforço
operacional, menores custos, menores riscos e menor tempo na operação
e melhor qualidade.
CONCLUSÃO
Método de trabalho é a maneira pela qual uma ou mais operações de um
processo devem ser feitas para se alcançar o resultado esperado.
Todo processo produtivo ou administrativo tem um método de trabalho que
permita maior rendimento da capacidade produtiva, como menor esforço
operacional, menores custos, menores riscos e menor tempo na operação e
melhor qualidade.
Os conceitos vistos ao longo deste capítulo permeiam todas as atividades da
organização moderna, devendo, portanto, ser constantemente observados,
analisados e atualizados, visando a sua correta aplicação

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula 3 teoria do desenvolvimento organizacional
Aula 3   teoria do desenvolvimento organizacionalAula 3   teoria do desenvolvimento organizacional
Aula 3 teoria do desenvolvimento organizacional
Niloar Bissani
 
Artigo de estágio de desenvolvimento moral (1) (1)
Artigo de estágio de desenvolvimento moral (1) (1)Artigo de estágio de desenvolvimento moral (1) (1)
Artigo de estágio de desenvolvimento moral (1) (1)
edimilsones2013
 
Imagens Da Organizacao De Gareth Morgan
Imagens Da Organizacao De Gareth MorganImagens Da Organizacao De Gareth Morgan
Imagens Da Organizacao De Gareth Morgan
Future Press, E-Press, Presentations,
 
Indivíduos e organizações rh - aula 5-11
Indivíduos e organizações   rh - aula 5-11Indivíduos e organizações   rh - aula 5-11
Indivíduos e organizações rh - aula 5-11
UNICEP
 
Administração na sociedade atual
Administração na sociedade atualAdministração na sociedade atual
Administração na sociedade atual
Samuel Torres de Freitas Lima
 
Cultura Organizacional
Cultura OrganizacionalCultura Organizacional
Cultura Organizacional
Alex Vieira, MBA
 
Modelos de Gestão
Modelos de GestãoModelos de Gestão
Modelos de Gestão
Érica Rangel
 
Cultura Organizacional 1
Cultura Organizacional 1Cultura Organizacional 1
Cultura Organizacional 1
Future Press, E-Press, Presentations,
 
Trabalho de TGA I - Modelos de Organização
Trabalho de TGA I - Modelos de OrganizaçãoTrabalho de TGA I - Modelos de Organização
Trabalho de TGA I - Modelos de Organização
Josester Teixeira de Souza
 
Apostila introdução a administração de empresas 2012.1
Apostila introdução a administração de empresas 2012.1Apostila introdução a administração de empresas 2012.1
Apostila introdução a administração de empresas 2012.1
Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS
 
Aula Teoria Organizacional
Aula Teoria OrganizacionalAula Teoria Organizacional
Aula Teoria Organizacional
Antonio Pinto Pereira
 
Texto cultura e poder nas organizações - case bradesco
Texto   cultura e poder nas organizações - case bradescoTexto   cultura e poder nas organizações - case bradesco
Texto cultura e poder nas organizações - case bradesco
Psicologia_2015
 
Aula introdução a administração ea d processos gerenciais
Aula introdução a administração ea d processos gerenciaisAula introdução a administração ea d processos gerenciais
Aula introdução a administração ea d processos gerenciais
Niloar Bissani
 
Cultura Organizacional 4
Cultura Organizacional 4Cultura Organizacional 4
Cultura Organizacional 4
Future Press, E-Press, Presentations,
 
Cultura Organizacional
Cultura OrganizacionalCultura Organizacional
Cultura Organizacional
Marcela Montalvão Teti
 
Comprometimento e turnover
Comprometimento e turnoverComprometimento e turnover
Comprometimento e turnover
Psicologia_2015
 
Aula engmet - parte 1
Aula   engmet - parte 1Aula   engmet - parte 1
Aula engmet - parte 1
Marina Ribeiro
 
Cultura Organizacional -Antonio Augusto do Canto Mamede
Cultura Organizacional -Antonio Augusto do Canto MamedeCultura Organizacional -Antonio Augusto do Canto Mamede
Cultura Organizacional -Antonio Augusto do Canto Mamede
Luiz Aquino
 
Case Cultura Organizacional
Case   Cultura OrganizacionalCase   Cultura Organizacional
Case Cultura Organizacional
Holos Treinamentos
 

Mais procurados (19)

Aula 3 teoria do desenvolvimento organizacional
Aula 3   teoria do desenvolvimento organizacionalAula 3   teoria do desenvolvimento organizacional
Aula 3 teoria do desenvolvimento organizacional
 
Artigo de estágio de desenvolvimento moral (1) (1)
Artigo de estágio de desenvolvimento moral (1) (1)Artigo de estágio de desenvolvimento moral (1) (1)
Artigo de estágio de desenvolvimento moral (1) (1)
 
Imagens Da Organizacao De Gareth Morgan
Imagens Da Organizacao De Gareth MorganImagens Da Organizacao De Gareth Morgan
Imagens Da Organizacao De Gareth Morgan
 
Indivíduos e organizações rh - aula 5-11
Indivíduos e organizações   rh - aula 5-11Indivíduos e organizações   rh - aula 5-11
Indivíduos e organizações rh - aula 5-11
 
Administração na sociedade atual
Administração na sociedade atualAdministração na sociedade atual
Administração na sociedade atual
 
Cultura Organizacional
Cultura OrganizacionalCultura Organizacional
Cultura Organizacional
 
Modelos de Gestão
Modelos de GestãoModelos de Gestão
Modelos de Gestão
 
Cultura Organizacional 1
Cultura Organizacional 1Cultura Organizacional 1
Cultura Organizacional 1
 
Trabalho de TGA I - Modelos de Organização
Trabalho de TGA I - Modelos de OrganizaçãoTrabalho de TGA I - Modelos de Organização
Trabalho de TGA I - Modelos de Organização
 
Apostila introdução a administração de empresas 2012.1
Apostila introdução a administração de empresas 2012.1Apostila introdução a administração de empresas 2012.1
Apostila introdução a administração de empresas 2012.1
 
Aula Teoria Organizacional
Aula Teoria OrganizacionalAula Teoria Organizacional
Aula Teoria Organizacional
 
Texto cultura e poder nas organizações - case bradesco
Texto   cultura e poder nas organizações - case bradescoTexto   cultura e poder nas organizações - case bradesco
Texto cultura e poder nas organizações - case bradesco
 
Aula introdução a administração ea d processos gerenciais
Aula introdução a administração ea d processos gerenciaisAula introdução a administração ea d processos gerenciais
Aula introdução a administração ea d processos gerenciais
 
Cultura Organizacional 4
Cultura Organizacional 4Cultura Organizacional 4
Cultura Organizacional 4
 
Cultura Organizacional
Cultura OrganizacionalCultura Organizacional
Cultura Organizacional
 
Comprometimento e turnover
Comprometimento e turnoverComprometimento e turnover
Comprometimento e turnover
 
Aula engmet - parte 1
Aula   engmet - parte 1Aula   engmet - parte 1
Aula engmet - parte 1
 
Cultura Organizacional -Antonio Augusto do Canto Mamede
Cultura Organizacional -Antonio Augusto do Canto MamedeCultura Organizacional -Antonio Augusto do Canto Mamede
Cultura Organizacional -Antonio Augusto do Canto Mamede
 
Case Cultura Organizacional
Case   Cultura OrganizacionalCase   Cultura Organizacional
Case Cultura Organizacional
 

Semelhante a Organização Sistemas e Métodos

Atps comportamento organizacional
Atps comportamento organizacionalAtps comportamento organizacional
Atps comportamento organizacional
SIMONE GOUVEA
 
Conceitos Centrais de Gestão Organizacional
Conceitos Centrais de Gestão OrganizacionalConceitos Centrais de Gestão Organizacional
Conceitos Centrais de Gestão Organizacional
Gustavo Pereira
 
Atps tecnologias de gestão
Atps tecnologias de gestãoAtps tecnologias de gestão
Atps tecnologias de gestão
55556681
 
Características básicas das organizações formais modernas apostila
Características básicas das organizações formais modernas   apostilaCaracterísticas básicas das organizações formais modernas   apostila
Características básicas das organizações formais modernas apostila
Débora Soares Teodoro
 
Aula 2 adminis
Aula 2 adminisAula 2 adminis
Aula 2 adminis
Marluce Filipe
 
Xv simpep um modelo estruturado para implantação de gestão do conhecimento
Xv simpep um modelo estruturado para implantação de gestão do conhecimentoXv simpep um modelo estruturado para implantação de gestão do conhecimento
Xv simpep um modelo estruturado para implantação de gestão do conhecimento
Fernando Luiz Goldman
 
Adm Geral Parte 1
Adm Geral Parte 1Adm Geral Parte 1
Adm Geral Parte 1
kilma lima
 
UFCD 0594 Administração das organizações
UFCD 0594 Administração das organizaçõesUFCD 0594 Administração das organizações
UFCD 0594 Administração das organizações
Alexandra Roldão
 
organizaciones.pptx
organizaciones.pptxorganizaciones.pptx
organizaciones.pptx
MultscanTecnologiaEl
 
Aula 2 - Organizações e Organização
Aula 2 - Organizações e OrganizaçãoAula 2 - Organizações e Organização
Aula 2 - Organizações e Organização
Prof. Leonardo Rocha
 
02 estudo do comportamento individual na organização
02  estudo do comportamento individual na organização02  estudo do comportamento individual na organização
02 estudo do comportamento individual na organização
airtonrbr
 
Adm 01 -o que é administração -
Adm   01 -o que é administração -Adm   01 -o que é administração -
Adm 01 -o que é administração -
EvelyneBorges
 
Cultura e clima_organizacional_apostila
Cultura e clima_organizacional_apostilaCultura e clima_organizacional_apostila
Cultura e clima_organizacional_apostila
Fagner Neri
 
Cadernode rh capitalhumanorddi
Cadernode rh capitalhumanorddiCadernode rh capitalhumanorddi
Cadernode rh capitalhumanorddi
Joydd Mateus
 
CULTURA_E_CLIMA_ORGANIZACIONAL_APOSTILA.pdf
CULTURA_E_CLIMA_ORGANIZACIONAL_APOSTILA.pdfCULTURA_E_CLIMA_ORGANIZACIONAL_APOSTILA.pdf
CULTURA_E_CLIMA_ORGANIZACIONAL_APOSTILA.pdf
joaoantunes110
 
Artigoexemplo
ArtigoexemploArtigoexemplo
Artigoexemplo
Gabriel Molan Chenale
 
Gestão de recursos humanos no desporto
Gestão de recursos humanos no desportoGestão de recursos humanos no desporto
Gestão de recursos humanos no desporto
CatarinaNeivas
 
Aula 01 recursos humano
Aula 01 recursos humanoAula 01 recursos humano
Aula 01 recursos humano
Homero Alves de Lima
 
O que e administracao
O que e administracaoO que e administracao
O que e administracao
Rosemeire Camacho
 
Gestão de pessoas
Gestão de pessoasGestão de pessoas
Gestão de pessoas
Helio Oliveira Oliveira
 

Semelhante a Organização Sistemas e Métodos (20)

Atps comportamento organizacional
Atps comportamento organizacionalAtps comportamento organizacional
Atps comportamento organizacional
 
Conceitos Centrais de Gestão Organizacional
Conceitos Centrais de Gestão OrganizacionalConceitos Centrais de Gestão Organizacional
Conceitos Centrais de Gestão Organizacional
 
Atps tecnologias de gestão
Atps tecnologias de gestãoAtps tecnologias de gestão
Atps tecnologias de gestão
 
Características básicas das organizações formais modernas apostila
Características básicas das organizações formais modernas   apostilaCaracterísticas básicas das organizações formais modernas   apostila
Características básicas das organizações formais modernas apostila
 
Aula 2 adminis
Aula 2 adminisAula 2 adminis
Aula 2 adminis
 
Xv simpep um modelo estruturado para implantação de gestão do conhecimento
Xv simpep um modelo estruturado para implantação de gestão do conhecimentoXv simpep um modelo estruturado para implantação de gestão do conhecimento
Xv simpep um modelo estruturado para implantação de gestão do conhecimento
 
Adm Geral Parte 1
Adm Geral Parte 1Adm Geral Parte 1
Adm Geral Parte 1
 
UFCD 0594 Administração das organizações
UFCD 0594 Administração das organizaçõesUFCD 0594 Administração das organizações
UFCD 0594 Administração das organizações
 
organizaciones.pptx
organizaciones.pptxorganizaciones.pptx
organizaciones.pptx
 
Aula 2 - Organizações e Organização
Aula 2 - Organizações e OrganizaçãoAula 2 - Organizações e Organização
Aula 2 - Organizações e Organização
 
02 estudo do comportamento individual na organização
02  estudo do comportamento individual na organização02  estudo do comportamento individual na organização
02 estudo do comportamento individual na organização
 
Adm 01 -o que é administração -
Adm   01 -o que é administração -Adm   01 -o que é administração -
Adm 01 -o que é administração -
 
Cultura e clima_organizacional_apostila
Cultura e clima_organizacional_apostilaCultura e clima_organizacional_apostila
Cultura e clima_organizacional_apostila
 
Cadernode rh capitalhumanorddi
Cadernode rh capitalhumanorddiCadernode rh capitalhumanorddi
Cadernode rh capitalhumanorddi
 
CULTURA_E_CLIMA_ORGANIZACIONAL_APOSTILA.pdf
CULTURA_E_CLIMA_ORGANIZACIONAL_APOSTILA.pdfCULTURA_E_CLIMA_ORGANIZACIONAL_APOSTILA.pdf
CULTURA_E_CLIMA_ORGANIZACIONAL_APOSTILA.pdf
 
Artigoexemplo
ArtigoexemploArtigoexemplo
Artigoexemplo
 
Gestão de recursos humanos no desporto
Gestão de recursos humanos no desportoGestão de recursos humanos no desporto
Gestão de recursos humanos no desporto
 
Aula 01 recursos humano
Aula 01 recursos humanoAula 01 recursos humano
Aula 01 recursos humano
 
O que e administracao
O que e administracaoO que e administracao
O que e administracao
 
Gestão de pessoas
Gestão de pessoasGestão de pessoas
Gestão de pessoas
 

Último

Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
livrosjovert
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
TomasSousa7
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
YeniferGarcia36
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
CarinaSantos916505
 
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
PatriciaZanoli
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
PatriciaZanoli
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
Marlene Cunhada
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
Fernão Lopes. pptx
Fernão Lopes.                       pptxFernão Lopes.                       pptx
Fernão Lopes. pptx
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
 
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 

Organização Sistemas e Métodos

  • 2. Neste trabalho são apresentados alguns conceitos básicos que visam dar ao leitor uma base referencial teórica sobre vários temas abordados, por que na grande maioria, são conceitos que se referem a tecnologias que sofrem mudanças constante, tanto no aspecto técnico quanto no conceitual. Ao termino da leitura deste trabalho, você terá um referencial de conceitos que o ajudará a responder algumas perguntas, tais como:  Quais os conceitos que prevalecem hoje sobre a Organização, Sistemas, Métodos e Processos, workflow e Tecnologia de Informação;  Qual a importância desses conhecimentos, desses conceitos básicos para o analista de sistemas e o analista de O&M (Analista de Processos);  Por que alguns desses conceitos passaram a prevalecer sobre outros, usados no passado recente.
  • 3. CONCEITO DO PONTO DE VISTA A história da civilização revela-nos que a humanidade, na busca constante de atender suas necessidades, sempre procurou formar grupos de pessoas, com interesses semelhantes, para atingir um ou mais objetivos. O ser humano percebeu, desde os primórdios dos tempos, que sozinho tudo era muito difícil, mais em grupos as necessidades eram mais fáceis de serem atendidas.
  • 4. Temos então a formação de agrupamentos humanos que uniam esforços e recursos para atender suas necessidades. Essa união, por meio de um processo evolutivo, levou os grupos à busca constantes de melhores condições que permitissem menores esforços, menor utilização de recursos e mais resultados alcançados. O nome que se deu à busca do atendimento das necessidades humanas foi TRABALHO. Os grupos perceberam, ao longo do tempo, que o trabalho bem distribuído entre seus membros permitia esforços menores e facilitava o alcance de seus objetivos. Perceberam também que os recursos eram escassos e precisavam ser bem utilizados, evitando-se o desperdício.
  • 5. CONCEITO DE ORGANIZAÇÃO INFORMAL E FORMAL. Organização Informal. A Organização Informal é fruto da interação social de seus membros, desenvolvendo-se naturalmente quando as pessoas reúnem-se entre si com o propósito de atender suas necessidades. Existem em todos os níveis da comunidade, principalmente nas empresas, e sua liderança é muito mais centrada nas qualidades pessoais dos indivíduos do que em sua posição (status) dentro das instituições. A autoridade na organização informal é mais uma concessão do grupo do que um direito, é mais instável do que a autoridade formal, porque está sujeita aos sentimentos pessoais dos seus membros. Como exemplo de uma organização informal, dentro de uma empresa, há o caso de grupos que promovem, dentro e fora dela, eventos sociais que visam mantê-los informados do que acontece na organização formal em que trabalha.
  • 6. Organização Formal Também conhecida como Estrutura Organizacional, esse tipo de organização difere da anterior, porque estabelece formalmente as áreas de decisão com a definição das respectivas responsabilidades e autoridades, os canais de comunicação, bem como os comandos e as coordenações necessárias aos trabalhos que deverão ser executados pelas partes envolvidas.
  • 7. ESCOLA CLÁSSICA Os pesquisadores da Ciência da Administração desenvolveram várias teorias sobre Estrutura Organizacional, tem origem nos estudos feitos, no início do século XX,por FREDERICK W. TAYLOR e HENRI FAYOL, seus principais precursores, sua doutrina era a eficiência e a economia como os objetivos básicos da Administração. Os objetivos das organizações, suas tarefas individuais devem ser especificadas e distribuídas, de maneira clara e formal, de acordo com a especialização de cada um.Um exemplo o jogo de futebol, para ilustrar a especificação e a distribuição de tarefas individuais para se conseguir o objetivo vitória. Os grupos perceberam, ao longo do tempo, que o trabalho bem distribuído entre seus membros permitia esforços menores e facilitava o alcance de seus objetivos. Perceberam também que os recursos eram escassos e precisavam ser bem utilizados, evitando-se o desperdício.
  • 8. Especificação de responsabilidade e de delegação de autoridade Saber como delegar autoridade em uma empresa é muito importante para que haja uma distribuiçao de tarefas e responsabilidades fazendo com que cada vez mais funcionarios tenham embasamento para tomar decisões e definir estrategias sua funçao. Quanto maior a quantidade de niveis hierarquicos, maior a necessidade de delegar autoridades. Porém muitas empresas nos dias de hoje, procuram enxugar seus niveis hierarquicos eliminando burocracias e perda de tempo nas tomadas de decisões. E a delegação de autoridades pode ajudar muito neste processo. Além de ser inportante aliado na gestão e liderança de equipes de trabalho.
  • 9. Escola das relações humanas Tem origem na ciência do comportamento humano. São desenvolvidos no estudo do comportamento humana especificamente no trabalho e para as técnicas de motivação e cooperação. Douglas McGregor, F. Heizberg, A. H. Maslow desenvolveram estudos voltados especificamente para o comportamento humano no trabalho e para as técnicas de motivação e cooperação espontânea, a fim de alcançar objetivos da organização. Os estudos foram voltados para os seguintes fatores:
  • 10. a)Necessidades básicas do ser humano e o trabalho  O ser humano tem necessidades e desejos básicos que precisam ser atendidos. Segundo estudos o atendimento dessas necessidades e desejos e principal para o comportamento humano e o desenvolvimento profissional.  Potencial mental das pessoas não pode ser afetado por nenhum fator, cada pessoa tem um potencial diário de aprendizado. Aprendemos todos os dias, não existe um dia se quer que não possamos aprender algo novo.  A insatisfação é um estado natural do ser humano, que pode ficar satisfeito em situações momentâneas, retornando em seguida ao seu estado de insatisfação,
  • 11. b) Interação do indivíduo com os grupos de trabalho e o relacionamento intergrupais “As organizações são compostas de pessoas que trazem para o ambiente de trabalho todo o seu jeito de ser, sentir e viver. São motivações diferentes, habilidades e aptidões diversas, competências distintas que precisam conviver e produzir. Desconsiderar essas questões impede a visão acurada da organização e impossibilita qualquer ação para a melhora dos modelos de gestão de pessoas.” (CASADO, 2002); Uma grande produtividade pode ser alcançada no trabalho por meio da motivação dos empregados. Segundo os estudos da Escola das relações humanas, existem dois fatores para a concretização dos objetivos da organização: a coordenação e a cooperação. Esses dois fatores quando são bem conduzidos, minimizam os conflitos que normalmente aparecem entre os grupos de trabalho.
  • 12. c) Unidade de comando A unidade de comando como o nome já diz tem relação com o estilo de comandar e a liderança do corpo gerencial e com o processo decisório. Estudos relevam que um gerenciamento competente, que exerce liderança mais democrática e liberal permite manter a unidade de comando conseguindo assim manter a qualidade e a produtividade de seus comandados.
  • 13. Objetivos Os objetivos são as necessidades que deverão ser satisfeitas. As necessidades humanas provocam o trabalho em grupo, organizado em função da satisfação dessas necessidades. A determinação dos objetivos organizacionais de longo prazo (estratégicos), de médio prazo (tático) e de curto prazo (operacionais) é essencial para o processo de tomada de decisões de uma empresa.
  • 14. “Os objetivos organizacionais é o fim desejado que a organização pretenda atingir e que orientam o seu comportamento em relação ao futuro e ao ambiente interno e externo. Neste sentido os objetivos organizacionais são a razão de ser das organizações, que necessitam se um fim objetivo”. A motivação é o desejo de exercer altos níveis e esforço em direção a determinados objetivos organizacionais, condicionados pela capacidade de satisfazer algumas necessidades individuais. Neste sentido defende o autor que o alinhamento entre os objetivos individuais e os objetivos organizacionais predispõe os sujeitos a exercer elevados níveis de esforços para atender ao seu próprio interesse. ( Chiavenato para o jornal de negócios).
  • 15. C- Áreas de decisões e respectivo agrupamento As áreas de decisões são em ultima análise, os órgãos que formam uma organização. A identificação dessas áreas, pela sistematização da estrutura organizacional, faz-se necessária para se evitar o rompimento do fluxo de informações e a consequência quebra do ciclo de decisões, que provocam danos à empresa. Um exemplo que ilustra bem a importância das áreas de decisões: ao postar uma correspondência no correio, alguém estará transmitindo uma informação à outra pessoa; esta, por sua vez, tomará uma decisão e enviará outra informação a uma terceira pessoa, continuando dessa maneira o ciclo de tomada de decisões (que existe em função do fluxo de informações) na empresa caso a correspondência deixa de ser colocada (em tempo hábil) a decisão subsequente e dependente das informações contidas na correspondência poderá não ser tomada a tempo, causando o rompimento da cadeia de informações.
  • 16. Sistemas de Informações e canais de comunicação As informações como já foi dito, são necessárias para o processo (ou ciclo) decisório. Elas fluem nas organizações pelos canais de comunicação existentes na empresa. Os canais de comunicação são os meios pelos quais passam as informações. Sem um bom sistema de comunicação, projetada de acordo com os fluxos dos sistemas de informações e em consonância com a estrutura organizacional, a empresa, certamente, terá seu processo decisório prejudicado. “O que diferencia as organizações bem-sucedidas das malsucedidas é um saudável fluxo de informações”.
  • 17. Nesse sentido, podemos concluir que os sistemas de informações devem ter: - um fluxo planejado, organizado e estruturado que atenda as necessidades de informações da organização. -canais de comunicação que possibilitam rapidez e segurança aos sistemas de informações. O proposito dos sistemas e dos canais de comunicação, dentro do complexo organizacional, é o de apresentar as informações de forma certa, segura e no momento certo.
  • 18.
  • 19. Sistemas Um sistema é um conjunto ordenado de elementos que se encontram interligados e que interagem entre si. O conceito é utilizado tanto para definir um conjunto de conceitos como objetos reais dotados de organização. Portanto ele pode ser definido como “um conjunto organizado e complexo, uma reunião ou combinação de coisas ou partes, inter-relacionadas e interdependentes , que formam uma unidade ,visando uma realização de um objetivo ou um conjunto deles. Também se pode mencionar a noção de sistema informático, bastante comum nas sociedades modernas. Este tipo de sistemas diz respeito ao conjunto de hardware, software e suporte humano que pertencem a uma empresa ou organização
  • 20. Conceituação Conceitualmente, sistema é um conjunto de partes interdependentes que, juntas, formam um todo unitário. Um sistema administrativo não é apenas um conjunto de algumas partes: é um conjunto animado de elementos, voltado para a ação, em busca de um resultado para toda Organização.
  • 21. Para entendermos melhor vamos analisar uma vida na natureza:A arvore Observando o fenômeno árvore, que é um ser vivo da natureza, verificamos que suas partes (raiz, caule, folhas, flores e frutos) dependem uma das outras e interagem para manter a vida.O caule leva o alimento, que a raiz tira da terra, para os galhos, que, por sua vez, levam esse alimento para as folhas, flores e frutos.O conjunto árvore depende de outros conjuntos que formam a biodiversidade,como a terra, o ar, os micro-organismos etc.
  • 22. O sistema é um conjunto de unidades reciprocamente relacionadas. Decorrem dois conceitos: o de propósito (ou objetivo) e o de globalismo (ou totalidade). Esses dois conceitos retratam duas características básicas do sistema. a) Propósito ou Objeto – as unidades ou elementos, definem um arranjo que visa sempre um objetivo a ser alcançado. b) Globalismo ou Totalidade – todo sistema tem uma natureza orgânica, pela qual uma ação que produza mudança em uma das unidades do sistema, deverá produzir mudanças em todas as suas outras unidades. A organização é um sistema criado pelo homem e matém uma dinâmica interação com o meio ambiente, sejam clientes, fornecedores, concorrentes, entidades sindicais, órgãos governamentais e outros agentes externos. É um sistema integrado por diversas partes ou unidades relacionadas entre si, que trabalham em harmonia umas com as outras, com a finalidade de influenciar o meio externo e por ele ser influenciado.
  • 23. Sistemas de informação é o processo de transformação de dados em informações. E quando esse processo está voltado para a empresa, diz-se que esse é um sistema de informações gerenciais. Seus componentes:  Os dados;  O processamento dos dados;  As informações;  Os padrões;  O controle e avaliação;  Os objetivos do sistema de informação. Sistemas da Informação
  • 24. Trabalham com software, hardware, banco de dados, sistemas especialistas, sistemas de apoio à gestão etc. Ou seja, estão inclusos todos os processos informatizados, que podem disponibilizar a informação correta e fazer a empresa funcionar de maneira adequada. São fundamentais para as pequenas e médias empresas pois serve como um para a tomada de decisões. E para as grandes empresas pois ajuda a organizar os dados, reunir as informações e organizar as tomadas de decisões, que passam a ser mais estratégicas.
  • 25. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) – INFORMÁTICA. CONCEITUAÇÃO. Com o termo processamento de dados, os técnicos pretendiam sintetizar e definir o trabalho de mecanização ou automação dos sistemas de informação. No entanto, ficou uma lacuna conceitual, pois o processamento de dados não significa, obrigatoriamente, que os sistemas de informação estejam automatizados. Ou seja, uma coisa é processar dados, outra é automatizar os sistemas de informação. O termo informática expressa, mais adequadamente, o tratamento automatizado dos sistemas de informação em computadores, passando a ser, praticamente, seu sinônimo.
  • 26. A expressão tecnologia da informação envolve a utilização de várias tecnologias além da informática, tais como:  Telefonia;  Teleprocessamento;  Redes de informação (internet e intranet);  Multimídia etc. Antes do microcomputador, as informações eram tratadas somente no Centro de Processamento de Dados das organizações e chegavam à mesa dos executivos já prontos sem que eles pudessem fazer mais nada. Para realizar qualquer alteração que se fizesse necessária, era preciso chamar um técnico especializado, que levava dias para atender às necessidades dos executivos. Tecnologia da Informação é um termo que surgiu para agregar todas as demais tecnologias, especificadas anteriormente, que permitem o tratamento das informações e sua comunicação entre os usuários nos mais diferentes e distantes lugares do mundo.
  • 27. Atualmente, a sociedade como um todo precisa de TI. Ao declarar imposto de renda, seus dados são processados por computadores do governo; ao fazer compras no mercado, passa pelo caixa, que dá baixa dos produtos no sistema da empresa; para usar o telefone, uma complexa rede de comunicação controlada por computadores é utilizada. A Tecnologia da Informação, portanto, não é apenas sinônimo de modernidade. É, acima de tudo, uma necessidade dos novos tempos.
  • 28. O ESTADO-DA-ARTE NAS ORGANIZAÇÕES. Toda tecnologia está disponível para ser utilizada pelas organizações e por seus executivos e funcionários, com várias opções que o mercado oferece. A telefonia dispõe da opção de telefone móvel, ou celular, que dispensa a utilização de cabos convencionais, que opera por cabos. Tanto uma quanto a outra pode ser analógica ou digital.
  • 29. A internet que é rede de computadores Mundial, utiliza-se dos recursos tecnológicos do teleprocessamento, da informática e da chamada tecnologia web, oferecendo as seguintes opções: • A comunicação via correios eletrônico (e-mail); • A transferência de arquivos (FATO); • Consulta aos mais variados tipos de informações pela tecnologia WWW (World Wide Web); • Os navegadores ou browser que permitem o acesso aos recursos da tecnologia WWW OU WEB etc.
  • 30. Workflow Na tradução fluxo de trabalho ou processo de negócios. É um software, ou conjunto de softwares que permite organizar, automatizar e gerenciar o fluxo de processos. Ele garante a comunicação e troca de informações entre diferentes departamentos envolvidos em um mesmo processo de negócios, garante que toda e qualquer tarefa seja exercida pelo colaborador De maneira geral a tecnologia workflow não somente garante a comunicação e a troca de informações entre diferentes departamentos envolvidos em um mesmo processo de negócio, como garante que toda e qualquer tarefa seja executada pelo colaborador para o qual ela for destinada.
  • 31. TIPOS de Workflow: Ad Hoc – Neste processo os padrões ou normas podem ser alterados ou modificados durante a execução das tarefas ou atividades; De Produção – Neste processo todas as regras já são estabelecidas e definidas inicialmente sem a opção de alterá-las. Administrativo – Trata-se de uma junção do workflow ad hoc e o de produção onde as ações a serem desenvolvidas são simples e previstas.
  • 32. Métodos Conceituação “Método fica o caminho para se chegar a um ponto além do caminho” Métodos de trabalho Método de trabalho é a maneira pela qual uma ou mais operações de um processo devem ser feitas para se alcançar o resultado esperado. Todo processo produtivo ou administrativo tem um método de trabalho que permita maior rendimento da capacidade produtiva, como menor esforço operacional, menores custos, menores riscos e menor tempo na operação e melhor qualidade.
  • 33. CONCLUSÃO Método de trabalho é a maneira pela qual uma ou mais operações de um processo devem ser feitas para se alcançar o resultado esperado. Todo processo produtivo ou administrativo tem um método de trabalho que permita maior rendimento da capacidade produtiva, como menor esforço operacional, menores custos, menores riscos e menor tempo na operação e melhor qualidade. Os conceitos vistos ao longo deste capítulo permeiam todas as atividades da organização moderna, devendo, portanto, ser constantemente observados, analisados e atualizados, visando a sua correta aplicação