O texto
argumentativo
1- Como iniciar um texto.
Com declaração;
 Com uma pergunta ou sequência de
perguntas;
 Com uma expressão nominal;
 Com uma definição
 Com uma oposição
 Com alusão a um filme, livro etc;
 Com uma divisão, (primeiramente, em
segundo lugar, por fim);

Com uma citação direta ou indireta;
 Com a retomada de um provérbio;
 Com uma ilustração;
 Com uma comparação;
 Com adjetivação.

2- Recomendações para o
processo de escrita.
Evite sequência de palavras iniciadas ou
terminadas pela mesma vogal, consoante,
ou pelo mesmo som.
Ex.: Primeiramente um paciente é socorrido
por um atendente, que geralmente chama
um médico....

Não inicie o parágrafo com “pois” .
 Não use onde indiscriminadamente. Essa
palavra deve ser usada apenas quando se faz
referência a lugar.
 Jamais empregue aspas, travessões,
parênteses, exclamações, reticências sem
critério e abundantemente.
 Não apresente generalizações que evidenciam
a falta de reflexão:
Ex.: Todo menor de rua é um futuro ladrão.
Políticos são corruptos. (Difícil essa, hein?)

3- Armadilhas do raciocínio
discursivo: Falácias







Falácia: afirmação errônea ou argumento falso
que por sua aparente veracidade parece
sustentar a tese, mas mediante análise mais
acurada não o faz.
Ex.: Não compre nada no Paraguai, porque lá
só tem produto falsificado.
Todo mundo é desonesto de vez em quando.
Se emprestar um livro a você, vou ter que
emprestar a todo mundo.
Se deixar você ir ao banheiro, terei que deixar
todos os alunos.
4- A lógica e os erros de raciocínio.






Existe três modos de errar na perspectiva da
lógica.
Erramos quando raciocinamos mal com dados
verdadeiros – erro na forma de raciocinar.
Erramos quando raciocinamos bem com dados
falsos – erro de avaliação dos dados, do
conteúdo.
Por fim, erramos quando raciocinamos mal com
dados falsos.
Se ao argumentarmos por escrito ou
oralmente nos prendemos a superstições
e crendices, aderimos a erros cuja origem
pode estar num tipo de raciocínio
falacioso.

Axioma


É um princípio ou verdade necessária tão
evidente que dispensa demonstração.
Ex.: Nós seres humanos que vivemos
neste planeta...
A água nos pode molhar...
Falso axioma


Quando atribuímos, "status" de axioma a muitas
sentenças ou máximas que são, na realidade,
verdades relativas, verdades aparentes ocorre o
falso axioma.
Ex.: Quem cedo madruga Deus ajuda.
Quem não cola não sai da escola.
Quem não arrisca não petisca.
Estereótipo


É um conceito formado. O estereótipo é
alimentado pela ignorância no assunto, dandose muito valor a supostas características de
indivíduos de um mesmo grupo, sem considerar
as diferenças entre os membros.
Ex.: Os portugueses são burros.
Os brasileiros têm samba no pé.
Dilema


É o tipo de raciocínio pelo qual se
apresentam duas proposições opostas
para que delas seja extraída apenas uma
opção lógica.
Ex.: Quem cai em alto mar e não sabe
nadar, ou aceita o salva-vidas ou o
afogamento.
Falso dilema


Consiste em apresentar apenas duas opções,
quando, na verdade, existem mais.

Ex.: *Brasil: ame-o ou deixe-o.
*Você prefere uma mulher cheirando a alho,
cebola e frituras ou uma mulher sempre
arrumadinha?
*Você não suporta seu marido? Separe-se!
*Quem não está a favor de mim está contra
mim.
Generalização não-qualificada


É uma afirmação ou proposição de
caráter geral, radical e que, por isso,
encerra um juízo falso em face da
experiência.
Ex.: Tomar leite é essencial à saúde.
A prática de exercícios emagrece.
Petição de princípio ou círculo
vicioso
A petição de princípio é uma falácia que
se caracteriza pela repetição, com outras
palavras, do que já foi dito ou pressuposto
na declaração anterior. Pode ser
considerada um vício de linguagem.
Ex.: Ele está desempregado porque foi obrigado


a deixar o emprego.
Comer gordura animal é nocivo à saúde
porque faz mal ao organismo.
Apelo ao medo


O uso de coerção pela ameaça de resultados
indesejáveis. É um argumento falacioso que
utiliza predominantemente a emoção.
Ex.:Precisamos aceitar a concessão de novas
praças de pedágios para termos mais estradas
seguras, caso contrário a próxima vítima poder
ser algum de nós.
Apelo à piedade e à misericórdia


Consiste em apelar à piedade, à misericórdia,
ou ao fatalismo, ao azar e ás forças
sobrenaturais como estratégia de
convencimento.
Ex.:
Ele não pode ser condenado: é bom pai de
família, contribuiu com a escola, com a igreja,
etc.
( Leia apostila página 9)
Apelo ao público


Consiste em sustentar uma proposição por ser
defendida pela população ou parte dela. Sugere que
quanto mais pessoas defendem uma idéia mais
verdadeira ou correta ela é. Incluem-se aqui os boatos,
o "ouvi falar", o "dizem", o "sabe-se que".

Ex.: Dizem que um disco voador caiu em Minas Gerais, e
os corpos dos alienígenas estão com as Forças
Armadas.
Generalização apressada
Extrair uma conclusão apressada,
baseando-se em dados, evidências ou
amostras insuficientes.
Ex.: Encontrei uma laranja podre no cesto; por isso


joguei todas as laranjas no lixo.
Todos os universitários são usuários de drogas,
minha sobrinha e o namorado dela se drogaram na
faculdade.
Falsa analogia


Consiste em comparar objetos ou situações que não
são comparáveis entre si, ou transferir um resultado de
uma situação para outra.

Ex.: *Minhas provas são sempre com consulta a todo tipo
de material. Os advogados não consultam os códigos?
Os médicos não consultam seus colegas e livros? Não
levam as radiografias para as cirurgias? Os
engenheiros, os pedreiros não consultam as plantas?
Então?
*Os empregados são como pregos: temos que martelar
a cabeça para que cumpram suas funções.
*Tomei mata-cura e fiquei bom. Tome você também.
Falácia da ignorância


Consiste em concluir que algo é verdadeiro por
não ter sido provado que é falso, ou que algo é
falso por não ter sido provado que é verdadeiro.

Ex.:*Ninguém provou que Deus existe. Logo, Deus
não existe.
*Não há evidências de que os discos voadores
não estejam visitando a Terra; portanto, eles
existem.
Apelo à autoridade


Consiste em citar uma autoridade (muitas
vezes não - qualificada) para sustentar
uma opinião.

Ex.: Segundo o cientista brasileiro Carlos
Nobre, a Floresta Amazônica pode resistir
ao aquecimento global, graças à
profundidade de suas raízes. A Amazônia,
portanto, está salva. (Viva!!)
Apelo à autoridade anônima


É a referência a uma autoridade anônima, que
mergulha a argumentação na incerteza, uma
vez que não dá ao oponente o benefício de
comprovar se se trata ou não de um
especialista.

Ex.: Os especialistas dizem que aplicar creme
natural de tomate e pepino é bom para
combater a calvície.
Falácia da falsa causa (Depois Disso, logo por
Causa Disso)


É o erro de acreditar que em dois eventos em
sequência um seja a causa do outro. No
extremo, é uma forma de superstição: eu estava
com gravata azul e meu time ganhou; portanto,
vou usá-la de novo.



Ex.: O prefeito morreu logo depois de submeterse á radioterapia. Por isso, se estiver com
câncer, não faça radioterapia, porque esse
tratamento mata.


Outro aspecto importante: a falácia da
falsa causa ocorre quando o que se
considera como causa de um evento na
verdade não é, ou é apenas parcialmente.
Ex.: A imoralidade presente no mundo
atual é resultado dos programas de TV e
do cinema.
Hipótese contrária ao fato


Consiste em um erro de interpretação do
evento. Parte-se de uma hipótese
insustentável e chega-se a uma
conclusão errada do ponto de vista lógico.



Ex.: Se uma maçã não tivesse caído
sobre Isaac Newton, o mundo não teria
conhecido a lei da gravidade.
Redução ao absurdo/bola de neve


Consiste em tirar de uma proposição uma série
de fatos ou conseqüências que podem ou não
ocorrer. É um raciocínio levado indevidamente
ao extremo, às últimas conseqüências.

Ex.: Mãe, cuidado com o Joãozinho. Hoje, na
escolinha, ele deu um beijo na testa de
Mariazinha. Amanhã, estará beijando o rosto.
Depois.... Quando crescer, vai estar agarrando
todas as meninas.
Apelo à antiguidade e à tradição
É o erro de afirmar que algo é bom,
correto apenas porque é antigo, mais
tradicional.
Ex.: *A melhor comida é feita à moda
antiga, em fogão a lenha.
*Essas práticas remontam aos
princípios da Era Cristã. Como podem ser
questionadas?

Apelo à novidade


Consiste no erro de afirmar que algo é melhor
ou mais correto porque é novo, ou mais novo.

Ex.: *Saiu a nova geladeira Pólo Sul. Com design
moderno, arrojado, ela é perfeita para sua
família, sintonizada com o futuro.
*Vou comprar um violino da Yamaha. É o
mais novo lançamento do segmento dos
instrumentos musicais.
Falácia do “homem de palha” ou do
espantalho


Ataca-se a o argumento mais frágil do seu oponente,
não se ataca o melhor argumento e sim o mais fraco.
Criando assim, uma posição discursiva que seja fácil de
ser refutada, para em seguida, atribuí-la ao adversário.
Luta-se, desse modo, não com o seu adversário, mas
com seu espantalho.
Ex.: O meu opositor defende a descriminalização da
maconha. Se ele for eleito, nosso Estado vai abrir as
portas para os traficantes!
Ataque à pessoa
Consiste em atacar, em desmoralizar a
pessoa e não seus argumentos. Pensa-se
que, ao se atacar a pessoa, pode-se
enfraquecer ou anular sua argumentação.
Ex.:
Não dêem ouvidos ao que ele diz: ele é
um beberrão, bate na mulher e tem
amantes

Bibliografia
Apostila Sistema Interativo de Ensino
 http://www.pucrs.br/gpt/falacias.php


O texto argumentativo falácias

  • 1.
  • 2.
    1- Como iniciarum texto. Com declaração;  Com uma pergunta ou sequência de perguntas;  Com uma expressão nominal;  Com uma definição  Com uma oposição  Com alusão a um filme, livro etc;  Com uma divisão, (primeiramente, em segundo lugar, por fim); 
  • 3.
    Com uma citaçãodireta ou indireta;  Com a retomada de um provérbio;  Com uma ilustração;  Com uma comparação;  Com adjetivação. 
  • 4.
    2- Recomendações parao processo de escrita. Evite sequência de palavras iniciadas ou terminadas pela mesma vogal, consoante, ou pelo mesmo som. Ex.: Primeiramente um paciente é socorrido por um atendente, que geralmente chama um médico.... 
  • 5.
    Não inicie oparágrafo com “pois” .  Não use onde indiscriminadamente. Essa palavra deve ser usada apenas quando se faz referência a lugar.  Jamais empregue aspas, travessões, parênteses, exclamações, reticências sem critério e abundantemente.  Não apresente generalizações que evidenciam a falta de reflexão: Ex.: Todo menor de rua é um futuro ladrão. Políticos são corruptos. (Difícil essa, hein?) 
  • 6.
    3- Armadilhas doraciocínio discursivo: Falácias      Falácia: afirmação errônea ou argumento falso que por sua aparente veracidade parece sustentar a tese, mas mediante análise mais acurada não o faz. Ex.: Não compre nada no Paraguai, porque lá só tem produto falsificado. Todo mundo é desonesto de vez em quando. Se emprestar um livro a você, vou ter que emprestar a todo mundo. Se deixar você ir ao banheiro, terei que deixar todos os alunos.
  • 7.
    4- A lógicae os erros de raciocínio.     Existe três modos de errar na perspectiva da lógica. Erramos quando raciocinamos mal com dados verdadeiros – erro na forma de raciocinar. Erramos quando raciocinamos bem com dados falsos – erro de avaliação dos dados, do conteúdo. Por fim, erramos quando raciocinamos mal com dados falsos.
  • 8.
    Se ao argumentarmospor escrito ou oralmente nos prendemos a superstições e crendices, aderimos a erros cuja origem pode estar num tipo de raciocínio falacioso. 
  • 9.
    Axioma  É um princípioou verdade necessária tão evidente que dispensa demonstração. Ex.: Nós seres humanos que vivemos neste planeta... A água nos pode molhar...
  • 10.
    Falso axioma  Quando atribuímos,"status" de axioma a muitas sentenças ou máximas que são, na realidade, verdades relativas, verdades aparentes ocorre o falso axioma. Ex.: Quem cedo madruga Deus ajuda. Quem não cola não sai da escola. Quem não arrisca não petisca.
  • 11.
    Estereótipo  É um conceitoformado. O estereótipo é alimentado pela ignorância no assunto, dandose muito valor a supostas características de indivíduos de um mesmo grupo, sem considerar as diferenças entre os membros. Ex.: Os portugueses são burros. Os brasileiros têm samba no pé.
  • 12.
    Dilema  É o tipode raciocínio pelo qual se apresentam duas proposições opostas para que delas seja extraída apenas uma opção lógica. Ex.: Quem cai em alto mar e não sabe nadar, ou aceita o salva-vidas ou o afogamento.
  • 13.
    Falso dilema  Consiste emapresentar apenas duas opções, quando, na verdade, existem mais. Ex.: *Brasil: ame-o ou deixe-o. *Você prefere uma mulher cheirando a alho, cebola e frituras ou uma mulher sempre arrumadinha? *Você não suporta seu marido? Separe-se! *Quem não está a favor de mim está contra mim.
  • 14.
    Generalização não-qualificada  É umaafirmação ou proposição de caráter geral, radical e que, por isso, encerra um juízo falso em face da experiência. Ex.: Tomar leite é essencial à saúde. A prática de exercícios emagrece.
  • 15.
    Petição de princípioou círculo vicioso A petição de princípio é uma falácia que se caracteriza pela repetição, com outras palavras, do que já foi dito ou pressuposto na declaração anterior. Pode ser considerada um vício de linguagem. Ex.: Ele está desempregado porque foi obrigado  a deixar o emprego. Comer gordura animal é nocivo à saúde porque faz mal ao organismo.
  • 16.
    Apelo ao medo  Ouso de coerção pela ameaça de resultados indesejáveis. É um argumento falacioso que utiliza predominantemente a emoção. Ex.:Precisamos aceitar a concessão de novas praças de pedágios para termos mais estradas seguras, caso contrário a próxima vítima poder ser algum de nós.
  • 17.
    Apelo à piedadee à misericórdia  Consiste em apelar à piedade, à misericórdia, ou ao fatalismo, ao azar e ás forças sobrenaturais como estratégia de convencimento. Ex.: Ele não pode ser condenado: é bom pai de família, contribuiu com a escola, com a igreja, etc. ( Leia apostila página 9)
  • 18.
    Apelo ao público  Consisteem sustentar uma proposição por ser defendida pela população ou parte dela. Sugere que quanto mais pessoas defendem uma idéia mais verdadeira ou correta ela é. Incluem-se aqui os boatos, o "ouvi falar", o "dizem", o "sabe-se que". Ex.: Dizem que um disco voador caiu em Minas Gerais, e os corpos dos alienígenas estão com as Forças Armadas.
  • 19.
    Generalização apressada Extrair umaconclusão apressada, baseando-se em dados, evidências ou amostras insuficientes. Ex.: Encontrei uma laranja podre no cesto; por isso  joguei todas as laranjas no lixo. Todos os universitários são usuários de drogas, minha sobrinha e o namorado dela se drogaram na faculdade.
  • 20.
    Falsa analogia  Consiste emcomparar objetos ou situações que não são comparáveis entre si, ou transferir um resultado de uma situação para outra. Ex.: *Minhas provas são sempre com consulta a todo tipo de material. Os advogados não consultam os códigos? Os médicos não consultam seus colegas e livros? Não levam as radiografias para as cirurgias? Os engenheiros, os pedreiros não consultam as plantas? Então? *Os empregados são como pregos: temos que martelar a cabeça para que cumpram suas funções. *Tomei mata-cura e fiquei bom. Tome você também.
  • 21.
    Falácia da ignorância  Consisteem concluir que algo é verdadeiro por não ter sido provado que é falso, ou que algo é falso por não ter sido provado que é verdadeiro. Ex.:*Ninguém provou que Deus existe. Logo, Deus não existe. *Não há evidências de que os discos voadores não estejam visitando a Terra; portanto, eles existem.
  • 22.
    Apelo à autoridade  Consisteem citar uma autoridade (muitas vezes não - qualificada) para sustentar uma opinião. Ex.: Segundo o cientista brasileiro Carlos Nobre, a Floresta Amazônica pode resistir ao aquecimento global, graças à profundidade de suas raízes. A Amazônia, portanto, está salva. (Viva!!)
  • 23.
    Apelo à autoridadeanônima  É a referência a uma autoridade anônima, que mergulha a argumentação na incerteza, uma vez que não dá ao oponente o benefício de comprovar se se trata ou não de um especialista. Ex.: Os especialistas dizem que aplicar creme natural de tomate e pepino é bom para combater a calvície.
  • 24.
    Falácia da falsacausa (Depois Disso, logo por Causa Disso)  É o erro de acreditar que em dois eventos em sequência um seja a causa do outro. No extremo, é uma forma de superstição: eu estava com gravata azul e meu time ganhou; portanto, vou usá-la de novo.  Ex.: O prefeito morreu logo depois de submeterse á radioterapia. Por isso, se estiver com câncer, não faça radioterapia, porque esse tratamento mata.
  • 25.
     Outro aspecto importante:a falácia da falsa causa ocorre quando o que se considera como causa de um evento na verdade não é, ou é apenas parcialmente. Ex.: A imoralidade presente no mundo atual é resultado dos programas de TV e do cinema.
  • 26.
    Hipótese contrária aofato  Consiste em um erro de interpretação do evento. Parte-se de uma hipótese insustentável e chega-se a uma conclusão errada do ponto de vista lógico.  Ex.: Se uma maçã não tivesse caído sobre Isaac Newton, o mundo não teria conhecido a lei da gravidade.
  • 27.
    Redução ao absurdo/bolade neve  Consiste em tirar de uma proposição uma série de fatos ou conseqüências que podem ou não ocorrer. É um raciocínio levado indevidamente ao extremo, às últimas conseqüências. Ex.: Mãe, cuidado com o Joãozinho. Hoje, na escolinha, ele deu um beijo na testa de Mariazinha. Amanhã, estará beijando o rosto. Depois.... Quando crescer, vai estar agarrando todas as meninas.
  • 28.
    Apelo à antiguidadee à tradição É o erro de afirmar que algo é bom, correto apenas porque é antigo, mais tradicional. Ex.: *A melhor comida é feita à moda antiga, em fogão a lenha. *Essas práticas remontam aos princípios da Era Cristã. Como podem ser questionadas? 
  • 29.
    Apelo à novidade  Consisteno erro de afirmar que algo é melhor ou mais correto porque é novo, ou mais novo. Ex.: *Saiu a nova geladeira Pólo Sul. Com design moderno, arrojado, ela é perfeita para sua família, sintonizada com o futuro. *Vou comprar um violino da Yamaha. É o mais novo lançamento do segmento dos instrumentos musicais.
  • 30.
    Falácia do “homemde palha” ou do espantalho  Ataca-se a o argumento mais frágil do seu oponente, não se ataca o melhor argumento e sim o mais fraco. Criando assim, uma posição discursiva que seja fácil de ser refutada, para em seguida, atribuí-la ao adversário. Luta-se, desse modo, não com o seu adversário, mas com seu espantalho. Ex.: O meu opositor defende a descriminalização da maconha. Se ele for eleito, nosso Estado vai abrir as portas para os traficantes!
  • 31.
    Ataque à pessoa Consisteem atacar, em desmoralizar a pessoa e não seus argumentos. Pensa-se que, ao se atacar a pessoa, pode-se enfraquecer ou anular sua argumentação. Ex.: Não dêem ouvidos ao que ele diz: ele é um beberrão, bate na mulher e tem amantes 
  • 32.
    Bibliografia Apostila Sistema Interativode Ensino  http://www.pucrs.br/gpt/falacias.php 