O documento discute o conceito de etnocentrismo, que é o julgamento de outras culturas segundo os padrões e valores da própria cultura. O etnocentrismo leva a ver o próprio grupo como referência absoluta ("eu") e os outros como estranhos ou primitivos ("outro"). Isso afeta a representação dos diferentes grupos, como dos índios nos livros didáticos brasileiros, que os retratavam de forma estereotipada. Uma alternativa é a relativização cultural, entendendo cada um segundo seus próprios valores.