O documento discute o senso comum, definido como crenças e proposições que parecem óbvias sem investigação detalhada. Argumenta-se que o senso comum não envolve análise profunda e sim tradições passadas de geração em geração. Também aborda como as crenças influenciam nossas ações e como a dúvida leva ao pensamento crítico. Defende que a ciência parte do senso comum mas requer uma abordagem crítica diferente da mera opinião.