SlideShare uma empresa Scribd logo
MÓDULO I
A VIDA NO MUNDO ESPIRITUAL
OBJETIVO GERAL
Propiciar conhecimentos da vida no Mundo Espiritual
ESDE
Programa Complementar
ROTEIRO 1
O fenômeno da morte.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
● Dizer o que sucede com a alma no instante da morte do corpo físico;
● Explicar o processo de separação da alma do corpo.
O Livro dos Espíritos
Capítulo III – Da volta do Espírito, extinta a vida corpórea, à vida espiritual.
A ALMA APÓS A MORTE
149. Que sucede à alma no instante da
morte?
“Volta a ser Espírito, isto é, volve ao mundo
dos Espíritos, donde se apartara
momentaneamente.”
150. A alma, após a morte, conserva
a sua individualidade?
“Sim; jamais a perde. Que seria ela, se não a
conservasse?”
a) — Como comprova a alma a sua individualidade,
uma vez que não tem mais corpo material?
“Continua a ter um fluido que lhe é próprio,
haurido na atmosfera do seu planeta, e que
guarda a aparência de sua última encarnação:
seu perispírito.”
b) — A alma nada leva consigo deste mundo?
“Nada, a não ser a lembrança e o desejo de ir para
um mundo melhor, lembrança cheia de doçura ou
de amargor, conforme o uso que ela fez da vida.
Quanto mais pura for, melhor compreenderá a
futilidade do que deixa na Terra.”
151. Que pensar da opinião dos que dizem que
após a morte a alma retorna ao todo universal?
“O conjunto dos Espíritos não forma um todo? Não
constitui um mundo completo? Quando estás numa
assembleia, és parte integrante dela; mas, não
obstante, conservas sempre a tua individualidade.”
152. Que prova podemos ter da individualidade
da alma depois da morte?
“Não tendes essa prova nas comunicações que recebeis? Se
não fôsseis cegos, veríeis; se não fôsseis surdos, ouviríeis;
pois que muito amiúde uma voz vos fala, reveladora da
existência de um ser que está fora de vós.”
COMENTÁRIO
Os que pensam que, pela morte, a alma reingressa no todo universal
estão em erro, se supõem que, semelhante à gota dágua que cai no
Oceano, ela perde ali a sua individualidade. Estão certos, se por todo
universal entendem o conjunto dos seres incorpóreos, conjunto de
que cada alma ou Espírito é um elemento. (Continua)
Se as almas se confundissem num amálgama só teriam as qualidades do
conjunto, nada as distinguiria umas das outras. Careceriam de
inteligência e de qualidades pessoais quando, ao contrário, em todas as
comunicações, denotam ter consciência do seu eu e vontade própria. A
diversidade infinita que apresentam, sob todos os aspectos, é a
conseqüência mesma de constituírem individualidades diversas. (Continua)
Se, após a morte, só houvesse o que se chama o grande Todo, a absorver todas as
individualidades, esse Todo seria uniforme e, então, as comunicações que se
recebessem do mundo invisível seriam idênticas. Desde que, porém, lá se nos
deparam seres bons e maus, sábios e ignorantes, felizes e desgraçados; que lá os há
de todos os caracteres: alegres e tristes, levianos e ponderados, etc., patente se faz
que eles são seres distintos. A individualidade ainda mais evidente se torna, quando
esses seres provam a sua identidade por indicações incontestáveis, particularidades
individuais verificáveis, referentes às suas vidas terrestres. Também não pode ser
posta em dúvida, quando se fazem visíveis nas aparições. A individualidade da alma
nos era ensinada em teoria, como artigo de fé. O Espiritismo a torna manifesta e, de
certo modo, material.
154. É dolorosa a separação da alma e do corpo?
“Não; o corpo quase sempre sofre mais durante a vida
do que no momento da morte; a alma nenhuma parte
toma nisso. Os sofrimentos que algumas vezes se
experimentam no instante da morte são um gozo para
o Espírito, que vê chegar o termo do seu exílio.”
COMENTÁRIO:
● Na morte natural, a que sobrevém pelo esgotamento dos órgãos, em
conseqüência da idade, o homem deixa a vida sem o perceber: é uma
lâmpada que se apaga por falta de óleo.
155. Como se opera a separação da alma e do corpo?
“Rotos os laços que a retinham, ela se desprende.”
a) — A separação se dá instantaneamente por brusca
transição? Haverá alguma linha de demarcação
nitidamente traçada entre a vida e a morte?
“Não; a alma se desprende gradualmente, não se escapa
como um pássaro cativo a que se restitua subitamente a
liberdade. Aqueles dois estados se tocam e confundem, de
sorte que o Espírito se solta pouco a pouco dos laços que o
prendiam. Estes laços se desatam, não se quebram.”
Durante a vida, o Espírito se acha preso ao corpo pelo seu envoltório semimaterial ou
perispírito. A morte é a destruição do corpo somente, não a desse outro invólucro, que do
corpo se separa quando cessa neste a vida orgânica. A observação demonstra que, no
instante da morte, o desprendimento do perispírito não se completa subitamente; que, ao
contrário, se opera gradualmente e com uma lentidão muito variável conforme os
indivíduos. Em uns é bastante rápido, podendo dizer-se que o momento da morte é mais
ou menos o da libertação. Em outros, naqueles sobretudo cuja vida foi toda material e
sensual, o desprendimento é muito menos rápido, durando algumas vezes dias, semanas e
até meses, o que não implica existir, no corpo, a menor vitalidade, nem a possibilidade de
volver à vida, mas uma simples afinidade com o Espírito, afinidade que guarda sempre
proporção com a preponderância que, durante a vida, o Espírito deu à matéria. (Continua)
COMENTÁRIO
É, com efeito, racional conceber-se que, quanto mais o Espírito se haja
identificado com a matéria, tanto mais penoso lhe seja separar-se dela; ao passo
que a atividade intelectual e moral, a elevação dos pensamentos operam um
começo de desprendimento, mesmo durante a vida do corpo, de modo que, em
chegando a morte, ele é quase instantâneo. Tal o resultado dos estudos feitos em
todos os indivíduos que se têm podido observar por ocasião da morte. Essas
observações ainda provam que a afinidade, persistente entre a alma e o corpo, em
certos indivíduos, é, às vezes, muito penosa, porquanto o Espírito pode
experimentar o horror da decomposição. Este caso, porém, é excepcional e
peculiar a certos gêneros de vida e a certos gêneros de morte. Verifica-se com
alguns, suicidas.
156. A separação definitiva da alma e do corpo pode ocorrer
antes da cessação completa da vida orgânica?
“Na agonia, a alma, algumas vezes, já tem deixado o corpo; nada
mais há que a vida orgânica. O homem já não tem consciência de
si mesmo; entretanto, ainda lhe resta um sopro de vida orgânica.
O corpo é a máquina que o coração põe em movimento. Existe,
enquanto o coração faz circular nas veias o sangue, para o que
não necessita da alma.”
157. No momento da morte, a alma sente, alguma
vez, qualquer aspiração ou êxtase que lhe faça
entrever o mundo onde vai de novo entrar?
“Muitas vezes a alma sente que se desfazem os laços que a
prendem ao corpo. Emprega então todos os esforços para
desfazê-los inteiramente. Já em parte desprendida da
matéria, vê o futuro desdobrar-se diante de si e goza, por
antecipação, do estado de Espírito.”
A Gênese
Capítulo XI – Gênese Espiritual
União do Princípio Espiritual à matéria.
13. Por ser exclusivamente material, o corpo sofre as vicissitudes da
matéria. Depois de funcionar por algum tempo, ele se desorganiza e
decompõe. O princípio vital, não mais encontrando elemento para sua
atividade, se extingue e o corpo morre. O Espírito, para quem, este,
carente de vida, se torna inútil, deixa-o, como se deixa uma casa em
ruínas, ou uma roupa imprestável.
Encarnação dos espíritos.
18. Quando o Espírito tem de encarnar num corpo huma- no em vias de formação,
um laço fluídico, que mais não é do que uma expansão do seu perispírito, o liga ao
gérmen que o atrai por uma força irresistível, desde o momento da concepção. À
medida que o gérmen se desenvolve, o laço se encurta. Sob a influência do princípio
vito-material do gérmen, o perispírito, que possui certas propriedades da matéria, se
une, molécula a molécula, ao corpo em formação, donde o poder dizer-se que o
Espírito, por intermédio do seu perispírito, se enraíza, de certa maneira, nesse
gérmen, como uma planta na terra. Quando o gérmen chega ao seu pleno
desenvolvimento, completa é a união; nasce então o ser para a vida exterior.
(Continua)
Por um efeito contrário, a união do perispírito e da matéria carnal, que
se efetuara sob a influência do princípio vital do gérmen, cessa, desde
que esse princípio deixa de atuar, em consequência da desorganização
do corpo. Mantida que era por uma força atuante, tal união se desfaz,
logo que essa força deixa de atuar. Então, o perispírito se desprende,
molécula a molécula, conforme se unira, e ao Espírito é restituída a
liberdade. Assim, não é a partida do Espírito que causa a morte do
corpo; esta é que determina a partida do Espírito. (Continua)
Dado que, um instante após a morte, completa é a integração do
Espírito; que suas faculdades adquirem até maior poder de penetração,
ao passo que o princípio de vida se acha extinto no corpo, provado
evidentemente fica que são distintos o princípio vital e o princípio
espiritual.
O Céu e o Inferno
Segunda parte, capítulo 1 – O passamento
7. O último alento quase nunca é doloroso, uma vez que ordinaria mente ocorre em
momento de inconsciência, mas a alma sofre antes dele a desagregação da matéria, nos
estertores da agonia, e, depois, as angústias da perturbação. Demo-nos pressa em
afirmar que esse estado não é geral, porquanto a intensidade e duração do sofrimento
estão na razão direta da afinidade existente entre corpo e perispírito. Assim, quanto
maior for essa afinidade, tanto mais penosos e prolongados serão os esforços da alma
para des- prender-se. Há pessoas nas quais a coesão é tão fraca que o desprendimento
se opera por si mesmo, como que natural- mente; é como se um fruto maduro se
desprendesse do seu caule, e é o caso das mortes calmas, de pacífico despertar.
8. A causa principal da maior ou menor facilidade de desprendimento é o
estado moral da alma. A afinidade entre o corpo e o perispírito é
proporcional ao apego à matéria, que atinge o seu máximo no homem cujas
preocupações dizem respeito exclusiva e unicamente à vida e gozos
materiais. Ao contrário, nas almas puras, que antecipadamente se identificam
com a vida espiritual, o apego é quase nulo. E desde que a lentidão e a
dificuldade do desprendimento estão na razão do grau de pureza e
desmaterialização da alma, de nós somente depende o tornar fácil ou penoso,
agradável ou doloroso, esse desprendimento. (Continua)
Posto isto, quer como teoria, quer como resultado de observações,
resta-nos examinar a influência do gênero de morte sobre as sensações
da alma nos últimos transes.
9. Em se tratando de morte natural resultante da extinção das forças vitais por
velhice ou doença, o desprendimento opera-se gradualmente; para o homem cuja
alma se desmaterializou e cujos pensamentos se destacam das coisas terrenas, o
desprendimento quase se completa antes da morte real, isto é, ao passo que o corpo
ainda tem vida orgânica, já o Espírito penetra a vida espiritual, apenas ligado por elo
tão frágil que se rompe com a última pancada do coração. Nesta contingência o
Espírito pode ter já recuperado a sua lucidez, de molde a tornar-se testemunha
consciente da extinção da vida do corpo, considerando-se feliz por tê-lo deixado.
Para esse a perturbação é quase nula, ou antes, não passa de ligeiro sono calmo, do
qual desperta com indizível impressão de esperança e ventura. (Continua)
No homem materializado e sensual, que mais viveu do corpo que do Espírito, e
para o qual a vida espiritual nada significa, nem sequer lhe toca o pensamento,
tudo contribui para estreitar os laços materiais, e, quando a morte se aproxima, o
desprendimento, conquanto se opere gradualmente também, demanda contínuos
esforços. As convulsões da agonia são indícios da luta do Espírito, que às vezes
procura romper os elos resistentes, e outras se agarra ao corpo do qual uma força
irresistível o arrebata com violência, molécula por molécula.
12. Na morte violenta as sensações não são precisamente as mesmas.
Nenhuma desagregação inicial há começado previamente a separação do
perispírito; a vida orgânica em plena exuberância de força é subitamente
aniquilada. Nestas condições, o desprendimento só começa depois da
morte e não pode completar-se rapidamente. O Espírito, colhido de
improviso, fica como que aturdido e sente, e pensa, e acredita-se vivo,
prolongando-se esta ilusão até que compreenda o seu estado. (Continua)
Este estado intermediário entre a vida corporal e a espiritual é dos mais interessantes para ser
estudado, porque apresenta o espetáculo singular de um Espírito que julga material o seu
corpo fluídico, experimentando ao mesmo tempo todas as sensações da vida orgânica. Há,
além disso, dentro desse caso, uma série infinita de modalidades que variam segundo os
conhecimentos e progressos morais do Espírito. Para aqueles cuja alma está purificada, a
situação pouco dura, porque já possuem em si como que um desprendimento antecipado,
cujo termo a morte mais súbita não faz senão apressar. Outros há, para os quais a situação se
prolonga por anos inteiros. É uma situação essa muito frequente até nos casos de morte
comum, que nada tendo de penosa para Espíritos adianta- dos, se torna horrível para os
atrasados. No suicida, principalmente, excede a toda expectativa. Preso ao corpo por todas as
suas fibras, o perispírito faz repercutir na alma todas as sensações daquele, com sofrimentos
cruciantes.
13. O estado do Espírito por ocasião da morte pode ser assim
resumido: Tanto maior é o sofrimento, quanto mais lento for o
desprendimento do perispírito; a presteza deste desprendimento está
na razão direta do adiantamento moral do Espírito; para o Espírito
desmaterializado, de consciência pura, a morte é qual um sono breve,
isento de agonia, e cujo despertar é suavíssimo.
14. Para que cada qual trabalhe na sua purificação, reprima as más tendências
e domine as paixões, preciso se faz que abdique das vantagens imediatas em
prol do futuro, visto como, para identificar-se com a vida espiritual,
encaminhando para ela todas as aspirações e preferindo-a à vida terrena, não
basta crer, mas compreender. Devemos considerar essa vida debaixo de um
ponto de vista que satisfaça ao mesmo tempo à razão, à lógica, ao bom-senso
e ao conceito em que temos a grandeza, a bondade e a justiça de Deus.
Considerado deste ponto de vista, o Espiritismo, pela fé inabalável que
proporciona, é, de quantas doutrinas filosóficas que conhecemos, a que
exerce mais poderosa influência. (Continua)
O espírita sério não se limita a crer, porque compreende, e compreende, porque
raciocina; a vida futura é uma realidade que se desenrola incessantemente a seus olhos;
uma realidade que ele toca e vê, por assim dizer, a cada passo e de modo que a dúvida
não pode empolgá-lo, ou ter guarida em sua alma. A vida corporal, tão limitada,
amesquinha-se diante da vida espiritual, da verdadeira vida. Que lhe importam os
incidentes da jornada se ele compreende a causa e utilidade das vicissitudes humanas,
quando suportadas com resignação? A alma eleva-se-lhe nas relações com o mundo
visível; os laços fluídicos que o ligam à matéria enfraquecem-se, operando-se por
antecipação um desprendimento parcial que facilita a passagem para a outra vida. A
perturbação consequente à transição pouco perdura, porque, uma vez franqueado o passo,
para logo se reconhece, nada estranhando, antes compreendendo, a sua nova situação.
A Desencarnação de Dimas

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

LIMITES DA REENCARNAÇÃO
LIMITES DA REENCARNAÇÃOLIMITES DA REENCARNAÇÃO
LIMITES DA REENCARNAÇÃO
Francisco de Assis Alencar
 
Palestra Espírita - Ocupações e missões dos espíritos
Palestra Espírita - Ocupações e missões dos espíritosPalestra Espírita - Ocupações e missões dos espíritos
Palestra Espírita - Ocupações e missões dos espíritos
Divulgador do Espiritismo
 
Capítulo 4 ese ninguém pode ver o reino de deus
Capítulo 4 ese ninguém pode ver o reino de deusCapítulo 4 ese ninguém pode ver o reino de deus
Capítulo 4 ese ninguém pode ver o reino de deus
Eduardo Ottonelli Pithan
 
INFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDAS
INFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDASINFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDAS
INFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDAS
Rodrigo Leite
 
A felicidade não é deste mundo
A felicidade não é deste mundoA felicidade não é deste mundo
A felicidade não é deste mundo
Izabel Cristina Fonseca
 
Das ocupações e missões dos espíritos
Das ocupações e missões dos espíritosDas ocupações e missões dos espíritos
Das ocupações e missões dos espíritos
Izabel Cristina Fonseca
 
Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.
Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.
Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.
Denise Aguiar
 
O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"
O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"
O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"
Jorge Luiz dos Santos
 
Capitulo III Retorno da vida corporea a vida espiritual
Capitulo III Retorno da vida corporea a vida espiritualCapitulo III Retorno da vida corporea a vida espiritual
Capitulo III Retorno da vida corporea a vida espiritual
Marta Gomes
 
Origem e natureza do Espirito parte 1
Origem e natureza do Espirito parte 1Origem e natureza do Espirito parte 1
Origem e natureza do Espirito parte 1
Denise Aguiar
 
A desencarnação
A desencarnaçãoA desencarnação
A desencarnação
Ponte de Luz ASEC
 
Desencarne na visão espírita
Desencarne na visão espíritaDesencarne na visão espírita
Desencarne na visão espírita
Eduardo Ottonelli Pithan
 
Separação da alma e do corpo
Separação da alma e do corpoSeparação da alma e do corpo
Separação da alma e do corpo
Izabel Cristina Fonseca
 
Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)
Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)
Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)
Marcos Antônio Alves
 
11ª aula – perigos e inconvenientes da mediunidade coem
11ª aula – perigos e inconvenientes da mediunidade   coem11ª aula – perigos e inconvenientes da mediunidade   coem
11ª aula – perigos e inconvenientes da mediunidade coem
Wagner Quadros
 
VISÃO ESPÍRITA DA MORTE
VISÃO ESPÍRITA DA MORTEVISÃO ESPÍRITA DA MORTE
VISÃO ESPÍRITA DA MORTE
Jorge Luiz dos Santos
 
2.1.4 perispirito
2.1.4   perispirito2.1.4   perispirito
2.1.4 perispirito
Marta Gomes
 
Aborto
Aborto Aborto
Aborto
Victor Passos
 
Capitulo XX - OS Obreiros do Senhor
Capitulo XX - OS  Obreiros do SenhorCapitulo XX - OS  Obreiros do Senhor
Capitulo XX - OS Obreiros do Senhor
Jean Dias
 
AMAI OS VOSSOS INIMIGOS
AMAI OS VOSSOS INIMIGOSAMAI OS VOSSOS INIMIGOS
AMAI OS VOSSOS INIMIGOS
Jorge Luiz dos Santos
 

Mais procurados (20)

LIMITES DA REENCARNAÇÃO
LIMITES DA REENCARNAÇÃOLIMITES DA REENCARNAÇÃO
LIMITES DA REENCARNAÇÃO
 
Palestra Espírita - Ocupações e missões dos espíritos
Palestra Espírita - Ocupações e missões dos espíritosPalestra Espírita - Ocupações e missões dos espíritos
Palestra Espírita - Ocupações e missões dos espíritos
 
Capítulo 4 ese ninguém pode ver o reino de deus
Capítulo 4 ese ninguém pode ver o reino de deusCapítulo 4 ese ninguém pode ver o reino de deus
Capítulo 4 ese ninguém pode ver o reino de deus
 
INFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDAS
INFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDASINFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDAS
INFLUENCIA DOS ESPIRITOS EM NOSSAS VIDAS
 
A felicidade não é deste mundo
A felicidade não é deste mundoA felicidade não é deste mundo
A felicidade não é deste mundo
 
Das ocupações e missões dos espíritos
Das ocupações e missões dos espíritosDas ocupações e missões dos espíritos
Das ocupações e missões dos espíritos
 
Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.
Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.
Ensaio teórico das sensações e percepções dos Espíritos.
 
O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"
O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"
O CÉU E O INFERNO "Visão Espírita"
 
Capitulo III Retorno da vida corporea a vida espiritual
Capitulo III Retorno da vida corporea a vida espiritualCapitulo III Retorno da vida corporea a vida espiritual
Capitulo III Retorno da vida corporea a vida espiritual
 
Origem e natureza do Espirito parte 1
Origem e natureza do Espirito parte 1Origem e natureza do Espirito parte 1
Origem e natureza do Espirito parte 1
 
A desencarnação
A desencarnaçãoA desencarnação
A desencarnação
 
Desencarne na visão espírita
Desencarne na visão espíritaDesencarne na visão espírita
Desencarne na visão espírita
 
Separação da alma e do corpo
Separação da alma e do corpoSeparação da alma e do corpo
Separação da alma e do corpo
 
Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)
Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)
Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)
 
11ª aula – perigos e inconvenientes da mediunidade coem
11ª aula – perigos e inconvenientes da mediunidade   coem11ª aula – perigos e inconvenientes da mediunidade   coem
11ª aula – perigos e inconvenientes da mediunidade coem
 
VISÃO ESPÍRITA DA MORTE
VISÃO ESPÍRITA DA MORTEVISÃO ESPÍRITA DA MORTE
VISÃO ESPÍRITA DA MORTE
 
2.1.4 perispirito
2.1.4   perispirito2.1.4   perispirito
2.1.4 perispirito
 
Aborto
Aborto Aborto
Aborto
 
Capitulo XX - OS Obreiros do Senhor
Capitulo XX - OS  Obreiros do SenhorCapitulo XX - OS  Obreiros do Senhor
Capitulo XX - OS Obreiros do Senhor
 
AMAI OS VOSSOS INIMIGOS
AMAI OS VOSSOS INIMIGOSAMAI OS VOSSOS INIMIGOS
AMAI OS VOSSOS INIMIGOS
 

Destaque

Vida no mundo espiritual - O fenômeno da morte
Vida no mundo espiritual   - O fenômeno da morteVida no mundo espiritual   - O fenômeno da morte
Vida no mundo espiritual - O fenômeno da morte
Denise Aguiar
 
Perturbação espiritual. Vida no mundo espiritual
Perturbação espiritual. Vida no mundo espiritualPerturbação espiritual. Vida no mundo espiritual
Perturbação espiritual. Vida no mundo espiritual
Denise Aguiar
 
Os espíritas diante da morte
Os espíritas diante da morteOs espíritas diante da morte
Os espíritas diante da morte
home
 
PerturbaçãO EspíRita
PerturbaçãO EspíRitaPerturbaçãO EspíRita
PerturbaçãO EspíRita
guestb30c415
 
Desencarnação
DesencarnaçãoDesencarnação
Desencarnação
Izabel Cristina Fonseca
 
Temor da Morte
Temor da MorteTemor da Morte
Temor da Morte
igmateus
 
Por que a Morte ainda nos traz tanto medo?
Por que a Morte ainda nos traz tanto medo?Por que a Morte ainda nos traz tanto medo?
Por que a Morte ainda nos traz tanto medo?
igmateus
 
Esde 1
Esde 1Esde 1
Esde 1
amenset
 
ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...
ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...
ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
Da Vida Espírita
Da Vida EspíritaDa Vida Espírita
Da Vida Espírita
Sergio Menezes
 
Resumo dos Pontos Principais Doutrina Espírita
Resumo dos Pontos Principais Doutrina EspíritaResumo dos Pontos Principais Doutrina Espírita
Resumo dos Pontos Principais Doutrina Espírita
Graça Maciel
 
Introdução ao estudo do espiritismo - cientistas
Introdução ao estudo do espiritismo - cientistasIntrodução ao estudo do espiritismo - cientistas
Introdução ao estudo do espiritismo - cientistas
Denise Aguiar
 
Explicação da morte... a melhor que já vi !!!
Explicação da morte... a melhor que já vi !!!Explicação da morte... a melhor que já vi !!!
Explicação da morte... a melhor que já vi !!!
Marcelo Paiva
 
Introdução ao estudo do espiritismo: conceito e objeto
Introdução ao estudo do espiritismo: conceito e objetoIntrodução ao estudo do espiritismo: conceito e objeto
Introdução ao estudo do espiritismo: conceito e objeto
Denise Aguiar
 
Esde recomendado pela mais alta espiritualidade
Esde   recomendado pela mais alta espiritualidadeEsde   recomendado pela mais alta espiritualidade
Crianças após a morte
Crianças após a morteCrianças após a morte
Crianças após a morte
Arlete Laenzlinger
 
Fundamental i modulo i - roteiro 4
Fundamental i   modulo i - roteiro 4Fundamental i   modulo i - roteiro 4
Fundamental i modulo i - roteiro 4
Shantappa Jewur
 
Fundamental i modulo i - roteiro 2
Fundamental i   modulo i - roteiro 2 Fundamental i   modulo i - roteiro 2
Fundamental i modulo i - roteiro 2
Shantappa Jewur
 
SeparaçãO Da Alma E Do Corpo
SeparaçãO Da Alma E Do CorpoSeparaçãO Da Alma E Do Corpo
SeparaçãO Da Alma E Do Corpo
Grupo Espírita Cristão
 
090429 percepções, sensações e sofrimentos dos espíritos–livro ii, cap-6
090429 percepções, sensações e sofrimentos dos espíritos–livro ii, cap-6090429 percepções, sensações e sofrimentos dos espíritos–livro ii, cap-6
090429 percepções, sensações e sofrimentos dos espíritos–livro ii, cap-6
Carlos Alberto Freire De Souza
 

Destaque (20)

Vida no mundo espiritual - O fenômeno da morte
Vida no mundo espiritual   - O fenômeno da morteVida no mundo espiritual   - O fenômeno da morte
Vida no mundo espiritual - O fenômeno da morte
 
Perturbação espiritual. Vida no mundo espiritual
Perturbação espiritual. Vida no mundo espiritualPerturbação espiritual. Vida no mundo espiritual
Perturbação espiritual. Vida no mundo espiritual
 
Os espíritas diante da morte
Os espíritas diante da morteOs espíritas diante da morte
Os espíritas diante da morte
 
PerturbaçãO EspíRita
PerturbaçãO EspíRitaPerturbaçãO EspíRita
PerturbaçãO EspíRita
 
Desencarnação
DesencarnaçãoDesencarnação
Desencarnação
 
Temor da Morte
Temor da MorteTemor da Morte
Temor da Morte
 
Por que a Morte ainda nos traz tanto medo?
Por que a Morte ainda nos traz tanto medo?Por que a Morte ainda nos traz tanto medo?
Por que a Morte ainda nos traz tanto medo?
 
Esde 1
Esde 1Esde 1
Esde 1
 
ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...
ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...
ESDE - Roteiro complementar. Módulo I, roteiro 5: sorte das crianças depois d...
 
Da Vida Espírita
Da Vida EspíritaDa Vida Espírita
Da Vida Espírita
 
Resumo dos Pontos Principais Doutrina Espírita
Resumo dos Pontos Principais Doutrina EspíritaResumo dos Pontos Principais Doutrina Espírita
Resumo dos Pontos Principais Doutrina Espírita
 
Introdução ao estudo do espiritismo - cientistas
Introdução ao estudo do espiritismo - cientistasIntrodução ao estudo do espiritismo - cientistas
Introdução ao estudo do espiritismo - cientistas
 
Explicação da morte... a melhor que já vi !!!
Explicação da morte... a melhor que já vi !!!Explicação da morte... a melhor que já vi !!!
Explicação da morte... a melhor que já vi !!!
 
Introdução ao estudo do espiritismo: conceito e objeto
Introdução ao estudo do espiritismo: conceito e objetoIntrodução ao estudo do espiritismo: conceito e objeto
Introdução ao estudo do espiritismo: conceito e objeto
 
Esde recomendado pela mais alta espiritualidade
Esde   recomendado pela mais alta espiritualidadeEsde   recomendado pela mais alta espiritualidade
Esde recomendado pela mais alta espiritualidade
 
Crianças após a morte
Crianças após a morteCrianças após a morte
Crianças após a morte
 
Fundamental i modulo i - roteiro 4
Fundamental i   modulo i - roteiro 4Fundamental i   modulo i - roteiro 4
Fundamental i modulo i - roteiro 4
 
Fundamental i modulo i - roteiro 2
Fundamental i   modulo i - roteiro 2 Fundamental i   modulo i - roteiro 2
Fundamental i modulo i - roteiro 2
 
SeparaçãO Da Alma E Do Corpo
SeparaçãO Da Alma E Do CorpoSeparaçãO Da Alma E Do Corpo
SeparaçãO Da Alma E Do Corpo
 
090429 percepções, sensações e sofrimentos dos espíritos–livro ii, cap-6
090429 percepções, sensações e sofrimentos dos espíritos–livro ii, cap-6090429 percepções, sensações e sofrimentos dos espíritos–livro ii, cap-6
090429 percepções, sensações e sofrimentos dos espíritos–livro ii, cap-6
 

Semelhante a O fenômeno da Morte - ESDE: programa complementar, módulo 1, roteiro I.

Vida depois da vida
Vida depois da vidaVida depois da vida
Vida depois da vida
Fabio Almeida Barbosa
 
2.3.2 separacao da alma e do corpo
2.3.2   separacao da alma e do corpo2.3.2   separacao da alma e do corpo
2.3.2 separacao da alma e do corpo
Marta Gomes
 
Estudo Sistematizado da Mediunidade
Estudo Sistematizado da Mediunidade Estudo Sistematizado da Mediunidade
Estudo Sistematizado da Mediunidade
Leonardo Pereira
 
D 6 Desencarnação
D 6 DesencarnaçãoD 6 Desencarnação
D 6 Desencarnação
JPS Junior
 
Palestra de 22 agosto 2014 - A MORTE DÓI?
Palestra de 22 agosto 2014  - A MORTE DÓI?Palestra de 22 agosto 2014  - A MORTE DÓI?
Palestra de 22 agosto 2014 - A MORTE DÓI?
Lar Irmã Zarabatana
 
081015 le–livro ii-cap.3–separação da alma e do corpo-pertubação espiritual
081015 le–livro ii-cap.3–separação da alma e do corpo-pertubação espiritual081015 le–livro ii-cap.3–separação da alma e do corpo-pertubação espiritual
081015 le–livro ii-cap.3–separação da alma e do corpo-pertubação espiritual
Carlos Alberto Freire De Souza
 
1 5. sono, sonambulismo, êxtase e dupla vista claudio c. conti
1 5. sono, sonambulismo, êxtase e dupla vista claudio c. conti1 5. sono, sonambulismo, êxtase e dupla vista claudio c. conti
1 5. sono, sonambulismo, êxtase e dupla vista claudio c. conti
Silvio Figueirôa
 
090708 a alma após a morte–separação da alma e do corpo-livro ii, cap.3
090708 a alma após a morte–separação da alma e do corpo-livro ii, cap.3090708 a alma após a morte–separação da alma e do corpo-livro ii, cap.3
090708 a alma após a morte–separação da alma e do corpo-livro ii, cap.3
Carlos Alberto Freire De Souza
 
Primeiro Módulo - Aulas 10 e 11 - Retorno da vida corporal e pluralidade das ...
Primeiro Módulo - Aulas 10 e 11 - Retorno da vida corporal e pluralidade das ...Primeiro Módulo - Aulas 10 e 11 - Retorno da vida corporal e pluralidade das ...
Primeiro Módulo - Aulas 10 e 11 - Retorno da vida corporal e pluralidade das ...
CeiClarencio
 
63 doação de orgãos (um ato de amor ao próximo)
63 doação de orgãos (um ato de amor ao próximo)63 doação de orgãos (um ato de amor ao próximo)
63 doação de orgãos (um ato de amor ao próximo)
Antonio SSantos
 
Doação de orgãos
Doação de orgãosDoação de orgãos
Doação de orgãos
batepapoespirita
 
PDF 01 O_fenô‚meno_da_morte_e_perturbação_espiritual_.pdf
PDF 01 O_fenô‚meno_da_morte_e_perturbação_espiritual_.pdfPDF 01 O_fenô‚meno_da_morte_e_perturbação_espiritual_.pdf
PDF 01 O_fenô‚meno_da_morte_e_perturbação_espiritual_.pdf
Pensadores - criação & designer
 
Narrações do infinito (camille flammarion)
Narrações do infinito (camille flammarion)Narrações do infinito (camille flammarion)
Narrações do infinito (camille flammarion)
Bruno Bartholomei
 
2.3.1 - A alma depois da morte
2.3.1 - A alma depois da morte2.3.1 - A alma depois da morte
2.3.1 - A alma depois da morte
Marta Gomes
 
Narrações do infinito (camille flammarion)
Narrações do infinito (camille flammarion)Narrações do infinito (camille flammarion)
Narrações do infinito (camille flammarion)
Bruno Bartholomei
 
Desencarnação
DesencarnaçãoDesencarnação
A morte: transição para a vida espiritual
A morte: transição para a vida espiritualA morte: transição para a vida espiritual
A morte: transição para a vida espiritual
Felipe Guedes
 
Desencarne processo de[1]
Desencarne processo de[1]Desencarne processo de[1]
Desencarne processo de[1]
Jeanne Geyer
 
Desencarne processo de[1]
Desencarne processo de[1]Desencarne processo de[1]
Desencarne processo de[1]
Jeanne Geyer
 
2.2 da encarnacao dos espiritos
2.2   da encarnacao dos espiritos2.2   da encarnacao dos espiritos
2.2 da encarnacao dos espiritos
Marta Gomes
 

Semelhante a O fenômeno da Morte - ESDE: programa complementar, módulo 1, roteiro I. (20)

Vida depois da vida
Vida depois da vidaVida depois da vida
Vida depois da vida
 
2.3.2 separacao da alma e do corpo
2.3.2   separacao da alma e do corpo2.3.2   separacao da alma e do corpo
2.3.2 separacao da alma e do corpo
 
Estudo Sistematizado da Mediunidade
Estudo Sistematizado da Mediunidade Estudo Sistematizado da Mediunidade
Estudo Sistematizado da Mediunidade
 
D 6 Desencarnação
D 6 DesencarnaçãoD 6 Desencarnação
D 6 Desencarnação
 
Palestra de 22 agosto 2014 - A MORTE DÓI?
Palestra de 22 agosto 2014  - A MORTE DÓI?Palestra de 22 agosto 2014  - A MORTE DÓI?
Palestra de 22 agosto 2014 - A MORTE DÓI?
 
081015 le–livro ii-cap.3–separação da alma e do corpo-pertubação espiritual
081015 le–livro ii-cap.3–separação da alma e do corpo-pertubação espiritual081015 le–livro ii-cap.3–separação da alma e do corpo-pertubação espiritual
081015 le–livro ii-cap.3–separação da alma e do corpo-pertubação espiritual
 
1 5. sono, sonambulismo, êxtase e dupla vista claudio c. conti
1 5. sono, sonambulismo, êxtase e dupla vista claudio c. conti1 5. sono, sonambulismo, êxtase e dupla vista claudio c. conti
1 5. sono, sonambulismo, êxtase e dupla vista claudio c. conti
 
090708 a alma após a morte–separação da alma e do corpo-livro ii, cap.3
090708 a alma após a morte–separação da alma e do corpo-livro ii, cap.3090708 a alma após a morte–separação da alma e do corpo-livro ii, cap.3
090708 a alma após a morte–separação da alma e do corpo-livro ii, cap.3
 
Primeiro Módulo - Aulas 10 e 11 - Retorno da vida corporal e pluralidade das ...
Primeiro Módulo - Aulas 10 e 11 - Retorno da vida corporal e pluralidade das ...Primeiro Módulo - Aulas 10 e 11 - Retorno da vida corporal e pluralidade das ...
Primeiro Módulo - Aulas 10 e 11 - Retorno da vida corporal e pluralidade das ...
 
63 doação de orgãos (um ato de amor ao próximo)
63 doação de orgãos (um ato de amor ao próximo)63 doação de orgãos (um ato de amor ao próximo)
63 doação de orgãos (um ato de amor ao próximo)
 
Doação de orgãos
Doação de orgãosDoação de orgãos
Doação de orgãos
 
PDF 01 O_fenô‚meno_da_morte_e_perturbação_espiritual_.pdf
PDF 01 O_fenô‚meno_da_morte_e_perturbação_espiritual_.pdfPDF 01 O_fenô‚meno_da_morte_e_perturbação_espiritual_.pdf
PDF 01 O_fenô‚meno_da_morte_e_perturbação_espiritual_.pdf
 
Narrações do infinito (camille flammarion)
Narrações do infinito (camille flammarion)Narrações do infinito (camille flammarion)
Narrações do infinito (camille flammarion)
 
2.3.1 - A alma depois da morte
2.3.1 - A alma depois da morte2.3.1 - A alma depois da morte
2.3.1 - A alma depois da morte
 
Narrações do infinito (camille flammarion)
Narrações do infinito (camille flammarion)Narrações do infinito (camille flammarion)
Narrações do infinito (camille flammarion)
 
Desencarnação
DesencarnaçãoDesencarnação
Desencarnação
 
A morte: transição para a vida espiritual
A morte: transição para a vida espiritualA morte: transição para a vida espiritual
A morte: transição para a vida espiritual
 
Desencarne processo de[1]
Desencarne processo de[1]Desencarne processo de[1]
Desencarne processo de[1]
 
Desencarne processo de[1]
Desencarne processo de[1]Desencarne processo de[1]
Desencarne processo de[1]
 
2.2 da encarnacao dos espiritos
2.2   da encarnacao dos espiritos2.2   da encarnacao dos espiritos
2.2 da encarnacao dos espiritos
 

Mais de Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz

EADE - As epístolas de Paulo (1)
EADE - As epístolas de Paulo (1)EADE - As epístolas de Paulo (1)
EADE - As epístolas de Paulo (1)
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
Estêvão - O primeiro mártir do Cristianismo - EADE
Estêvão - O primeiro mártir do Cristianismo - EADEEstêvão - O primeiro mártir do Cristianismo - EADE
Estêvão - O primeiro mártir do Cristianismo - EADE
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
EADE - O Calvário, a Crucificação e a Ressureição de Jesus
EADE - O Calvário, a Crucificação e a Ressureição de JesusEADE - O Calvário, a Crucificação e a Ressureição de Jesus
EADE - O Calvário, a Crucificação e a Ressureição de Jesus
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
EADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e Budismo
EADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e BudismoEADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e Budismo
EADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e Budismo
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
(19) Corrigir - Religião dos Espíritos
(19) Corrigir - Religião dos Espíritos (19) Corrigir - Religião dos Espíritos
(19) Corrigir - Religião dos Espíritos
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 2)
(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 2)(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 2)
(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 2)
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 1)
(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 1)(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 1)
(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 1)
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
Religião dos Espíritos - Introdução
Religião dos Espíritos - IntroduçãoReligião dos Espíritos - Introdução
Religião dos Espíritos - Introdução
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
O Centro Espírita - ESDE
O Centro Espírita - ESDEO Centro Espírita - ESDE
Magnetismo: conceito e aplicação
Magnetismo: conceito e aplicaçãoMagnetismo: conceito e aplicação
Magnetismo: conceito e aplicação
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
Perispirito: formação, propriedades e funções.
Perispirito: formação, propriedades e funções.Perispirito: formação, propriedades e funções.
Perispirito: formação, propriedades e funções.
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
Natureza, propriedades e qualidades dos fluidos: ESDE, programa complementar,...
Natureza, propriedades e qualidades dos fluidos: ESDE, programa complementar,...Natureza, propriedades e qualidades dos fluidos: ESDE, programa complementar,...
Natureza, propriedades e qualidades dos fluidos: ESDE, programa complementar,...
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
Tomo complementar, Módulo 1, roteiro 4: os espíritos errantes
Tomo complementar, Módulo 1, roteiro 4: os espíritos errantesTomo complementar, Módulo 1, roteiro 4: os espíritos errantes
Tomo complementar, Módulo 1, roteiro 4: os espíritos errantes
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
Estudo de Sábado - Livro "Paulo e Estevão": Paulo prisioneiro do Cristo.
Estudo de Sábado - Livro "Paulo e Estevão": Paulo prisioneiro do Cristo.Estudo de Sábado - Livro "Paulo e Estevão": Paulo prisioneiro do Cristo.
Estudo de Sábado - Livro "Paulo e Estevão": Paulo prisioneiro do Cristo.
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 2: penas e gozos futuros.
ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 2: penas e gozos futuros.ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 2: penas e gozos futuros.
ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 2: penas e gozos futuros.
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 1: penas e gozos terrestres.
ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 1: penas e gozos terrestres.ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 1: penas e gozos terrestres.
ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 1: penas e gozos terrestres.
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 3: a perfeição moral.
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 3: a perfeição moral.ESDE - Módulo XVII - Roteiro 3: a perfeição moral.
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 3: a perfeição moral.
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
Estudo terça-feira 27/05/2014
Estudo terça-feira 27/05/2014Estudo terça-feira 27/05/2014
Estudo terça-feira 27/05/2014
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 2: conhecimento de si mesmo.
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 2: conhecimento de si mesmo.ESDE - Módulo XVII - Roteiro 2: conhecimento de si mesmo.
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 2: conhecimento de si mesmo.
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 1: a perfeiçao moral.
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 1: a perfeiçao moral.ESDE - Módulo XVII - Roteiro 1: a perfeiçao moral.
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 1: a perfeiçao moral.
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 

Mais de Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz (20)

EADE - As epístolas de Paulo (1)
EADE - As epístolas de Paulo (1)EADE - As epístolas de Paulo (1)
EADE - As epístolas de Paulo (1)
 
Estêvão - O primeiro mártir do Cristianismo - EADE
Estêvão - O primeiro mártir do Cristianismo - EADEEstêvão - O primeiro mártir do Cristianismo - EADE
Estêvão - O primeiro mártir do Cristianismo - EADE
 
EADE - O Calvário, a Crucificação e a Ressureição de Jesus
EADE - O Calvário, a Crucificação e a Ressureição de JesusEADE - O Calvário, a Crucificação e a Ressureição de Jesus
EADE - O Calvário, a Crucificação e a Ressureição de Jesus
 
EADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e Budismo
EADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e BudismoEADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e Budismo
EADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e Budismo
 
(19) Corrigir - Religião dos Espíritos
(19) Corrigir - Religião dos Espíritos (19) Corrigir - Religião dos Espíritos
(19) Corrigir - Religião dos Espíritos
 
(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 2)
(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 2)(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 2)
(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 2)
 
(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 1)
(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 1)(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 1)
(2) Aborto Delituoso - Religião dos Espíritos (Parte 1)
 
Religião dos Espíritos - Introdução
Religião dos Espíritos - IntroduçãoReligião dos Espíritos - Introdução
Religião dos Espíritos - Introdução
 
O Centro Espírita - ESDE
O Centro Espírita - ESDEO Centro Espírita - ESDE
O Centro Espírita - ESDE
 
Magnetismo: conceito e aplicação
Magnetismo: conceito e aplicaçãoMagnetismo: conceito e aplicação
Magnetismo: conceito e aplicação
 
Perispirito: formação, propriedades e funções.
Perispirito: formação, propriedades e funções.Perispirito: formação, propriedades e funções.
Perispirito: formação, propriedades e funções.
 
Natureza, propriedades e qualidades dos fluidos: ESDE, programa complementar,...
Natureza, propriedades e qualidades dos fluidos: ESDE, programa complementar,...Natureza, propriedades e qualidades dos fluidos: ESDE, programa complementar,...
Natureza, propriedades e qualidades dos fluidos: ESDE, programa complementar,...
 
Tomo complementar, Módulo 1, roteiro 4: os espíritos errantes
Tomo complementar, Módulo 1, roteiro 4: os espíritos errantesTomo complementar, Módulo 1, roteiro 4: os espíritos errantes
Tomo complementar, Módulo 1, roteiro 4: os espíritos errantes
 
Estudo de Sábado - Livro "Paulo e Estevão": Paulo prisioneiro do Cristo.
Estudo de Sábado - Livro "Paulo e Estevão": Paulo prisioneiro do Cristo.Estudo de Sábado - Livro "Paulo e Estevão": Paulo prisioneiro do Cristo.
Estudo de Sábado - Livro "Paulo e Estevão": Paulo prisioneiro do Cristo.
 
ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 2: penas e gozos futuros.
ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 2: penas e gozos futuros.ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 2: penas e gozos futuros.
ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 2: penas e gozos futuros.
 
ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 1: penas e gozos terrestres.
ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 1: penas e gozos terrestres.ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 1: penas e gozos terrestres.
ESDE - Módulo XVIII - Roteiro 1: penas e gozos terrestres.
 
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 3: a perfeição moral.
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 3: a perfeição moral.ESDE - Módulo XVII - Roteiro 3: a perfeição moral.
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 3: a perfeição moral.
 
Estudo terça-feira 27/05/2014
Estudo terça-feira 27/05/2014Estudo terça-feira 27/05/2014
Estudo terça-feira 27/05/2014
 
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 2: conhecimento de si mesmo.
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 2: conhecimento de si mesmo.ESDE - Módulo XVII - Roteiro 2: conhecimento de si mesmo.
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 2: conhecimento de si mesmo.
 
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 1: a perfeiçao moral.
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 1: a perfeiçao moral.ESDE - Módulo XVII - Roteiro 1: a perfeiçao moral.
ESDE - Módulo XVII - Roteiro 1: a perfeiçao moral.
 

Último

Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptxLição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
Celso Napoleon
 
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptxBíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
Igreja Jesus é o Verbo
 
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
Nilson Almeida
 
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptxLição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
JaquelineSantosBasto
 
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxasMalleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Lourhana
 
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Nilson Almeida
 
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdfPROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
Nelson Pereira
 
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptxLição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
Celso Napoleon
 
Aula do ESDE 2 - Penas e Gozos Futuros 2024
Aula do ESDE 2 - Penas e Gozos Futuros 2024Aula do ESDE 2 - Penas e Gozos Futuros 2024
Aula do ESDE 2 - Penas e Gozos Futuros 2024
HerverthRibeiro1
 
Enfermos - Unção para consagração dosa enfermos
Enfermos - Unção para consagração dosa enfermosEnfermos - Unção para consagração dosa enfermos
Enfermos - Unção para consagração dosa enfermos
FernandoCavalcante48
 

Último (10)

Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptxLição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
Lição 12 - A Bendita Esperança: A Marca do Cristão.pptx
 
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptxBíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
Bíblia Sagrada - Jonas - slides testamento3 (1).pptx
 
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (3)
 
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptxLição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
Lição 13 Estudo Biblico para alimento da alma.pptx
 
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxasMalleus Maleficarum: o martelo das bruxas
Malleus Maleficarum: o martelo das bruxas
 
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
Oração Ao Sagrado Coração De Jesus E Maria (2)
 
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdfPROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
PROFECIAS DE NOSTRADAMUS SÃO BÍBLICAS_.pdf
 
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptxLição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
Lição 13 – A Cidade Celestial - CPAD.pptx
 
Aula do ESDE 2 - Penas e Gozos Futuros 2024
Aula do ESDE 2 - Penas e Gozos Futuros 2024Aula do ESDE 2 - Penas e Gozos Futuros 2024
Aula do ESDE 2 - Penas e Gozos Futuros 2024
 
Enfermos - Unção para consagração dosa enfermos
Enfermos - Unção para consagração dosa enfermosEnfermos - Unção para consagração dosa enfermos
Enfermos - Unção para consagração dosa enfermos
 

O fenômeno da Morte - ESDE: programa complementar, módulo 1, roteiro I.

  • 1. MÓDULO I A VIDA NO MUNDO ESPIRITUAL OBJETIVO GERAL Propiciar conhecimentos da vida no Mundo Espiritual ESDE Programa Complementar
  • 2. ROTEIRO 1 O fenômeno da morte. OBJETIVOS ESPECÍFICOS ● Dizer o que sucede com a alma no instante da morte do corpo físico; ● Explicar o processo de separação da alma do corpo.
  • 3. O Livro dos Espíritos Capítulo III – Da volta do Espírito, extinta a vida corpórea, à vida espiritual. A ALMA APÓS A MORTE 149. Que sucede à alma no instante da morte?
  • 4. “Volta a ser Espírito, isto é, volve ao mundo dos Espíritos, donde se apartara momentaneamente.”
  • 5. 150. A alma, após a morte, conserva a sua individualidade?
  • 6. “Sim; jamais a perde. Que seria ela, se não a conservasse?”
  • 7. a) — Como comprova a alma a sua individualidade, uma vez que não tem mais corpo material?
  • 8. “Continua a ter um fluido que lhe é próprio, haurido na atmosfera do seu planeta, e que guarda a aparência de sua última encarnação: seu perispírito.”
  • 9. b) — A alma nada leva consigo deste mundo?
  • 10. “Nada, a não ser a lembrança e o desejo de ir para um mundo melhor, lembrança cheia de doçura ou de amargor, conforme o uso que ela fez da vida. Quanto mais pura for, melhor compreenderá a futilidade do que deixa na Terra.”
  • 11. 151. Que pensar da opinião dos que dizem que após a morte a alma retorna ao todo universal?
  • 12. “O conjunto dos Espíritos não forma um todo? Não constitui um mundo completo? Quando estás numa assembleia, és parte integrante dela; mas, não obstante, conservas sempre a tua individualidade.”
  • 13. 152. Que prova podemos ter da individualidade da alma depois da morte?
  • 14. “Não tendes essa prova nas comunicações que recebeis? Se não fôsseis cegos, veríeis; se não fôsseis surdos, ouviríeis; pois que muito amiúde uma voz vos fala, reveladora da existência de um ser que está fora de vós.”
  • 15. COMENTÁRIO Os que pensam que, pela morte, a alma reingressa no todo universal estão em erro, se supõem que, semelhante à gota dágua que cai no Oceano, ela perde ali a sua individualidade. Estão certos, se por todo universal entendem o conjunto dos seres incorpóreos, conjunto de que cada alma ou Espírito é um elemento. (Continua)
  • 16. Se as almas se confundissem num amálgama só teriam as qualidades do conjunto, nada as distinguiria umas das outras. Careceriam de inteligência e de qualidades pessoais quando, ao contrário, em todas as comunicações, denotam ter consciência do seu eu e vontade própria. A diversidade infinita que apresentam, sob todos os aspectos, é a conseqüência mesma de constituírem individualidades diversas. (Continua)
  • 17. Se, após a morte, só houvesse o que se chama o grande Todo, a absorver todas as individualidades, esse Todo seria uniforme e, então, as comunicações que se recebessem do mundo invisível seriam idênticas. Desde que, porém, lá se nos deparam seres bons e maus, sábios e ignorantes, felizes e desgraçados; que lá os há de todos os caracteres: alegres e tristes, levianos e ponderados, etc., patente se faz que eles são seres distintos. A individualidade ainda mais evidente se torna, quando esses seres provam a sua identidade por indicações incontestáveis, particularidades individuais verificáveis, referentes às suas vidas terrestres. Também não pode ser posta em dúvida, quando se fazem visíveis nas aparições. A individualidade da alma nos era ensinada em teoria, como artigo de fé. O Espiritismo a torna manifesta e, de certo modo, material.
  • 18. 154. É dolorosa a separação da alma e do corpo?
  • 19. “Não; o corpo quase sempre sofre mais durante a vida do que no momento da morte; a alma nenhuma parte toma nisso. Os sofrimentos que algumas vezes se experimentam no instante da morte são um gozo para o Espírito, que vê chegar o termo do seu exílio.”
  • 20. COMENTÁRIO: ● Na morte natural, a que sobrevém pelo esgotamento dos órgãos, em conseqüência da idade, o homem deixa a vida sem o perceber: é uma lâmpada que se apaga por falta de óleo.
  • 21. 155. Como se opera a separação da alma e do corpo?
  • 22. “Rotos os laços que a retinham, ela se desprende.”
  • 23. a) — A separação se dá instantaneamente por brusca transição? Haverá alguma linha de demarcação nitidamente traçada entre a vida e a morte?
  • 24. “Não; a alma se desprende gradualmente, não se escapa como um pássaro cativo a que se restitua subitamente a liberdade. Aqueles dois estados se tocam e confundem, de sorte que o Espírito se solta pouco a pouco dos laços que o prendiam. Estes laços se desatam, não se quebram.”
  • 25. Durante a vida, o Espírito se acha preso ao corpo pelo seu envoltório semimaterial ou perispírito. A morte é a destruição do corpo somente, não a desse outro invólucro, que do corpo se separa quando cessa neste a vida orgânica. A observação demonstra que, no instante da morte, o desprendimento do perispírito não se completa subitamente; que, ao contrário, se opera gradualmente e com uma lentidão muito variável conforme os indivíduos. Em uns é bastante rápido, podendo dizer-se que o momento da morte é mais ou menos o da libertação. Em outros, naqueles sobretudo cuja vida foi toda material e sensual, o desprendimento é muito menos rápido, durando algumas vezes dias, semanas e até meses, o que não implica existir, no corpo, a menor vitalidade, nem a possibilidade de volver à vida, mas uma simples afinidade com o Espírito, afinidade que guarda sempre proporção com a preponderância que, durante a vida, o Espírito deu à matéria. (Continua) COMENTÁRIO
  • 26. É, com efeito, racional conceber-se que, quanto mais o Espírito se haja identificado com a matéria, tanto mais penoso lhe seja separar-se dela; ao passo que a atividade intelectual e moral, a elevação dos pensamentos operam um começo de desprendimento, mesmo durante a vida do corpo, de modo que, em chegando a morte, ele é quase instantâneo. Tal o resultado dos estudos feitos em todos os indivíduos que se têm podido observar por ocasião da morte. Essas observações ainda provam que a afinidade, persistente entre a alma e o corpo, em certos indivíduos, é, às vezes, muito penosa, porquanto o Espírito pode experimentar o horror da decomposição. Este caso, porém, é excepcional e peculiar a certos gêneros de vida e a certos gêneros de morte. Verifica-se com alguns, suicidas.
  • 27. 156. A separação definitiva da alma e do corpo pode ocorrer antes da cessação completa da vida orgânica?
  • 28. “Na agonia, a alma, algumas vezes, já tem deixado o corpo; nada mais há que a vida orgânica. O homem já não tem consciência de si mesmo; entretanto, ainda lhe resta um sopro de vida orgânica. O corpo é a máquina que o coração põe em movimento. Existe, enquanto o coração faz circular nas veias o sangue, para o que não necessita da alma.”
  • 29. 157. No momento da morte, a alma sente, alguma vez, qualquer aspiração ou êxtase que lhe faça entrever o mundo onde vai de novo entrar?
  • 30. “Muitas vezes a alma sente que se desfazem os laços que a prendem ao corpo. Emprega então todos os esforços para desfazê-los inteiramente. Já em parte desprendida da matéria, vê o futuro desdobrar-se diante de si e goza, por antecipação, do estado de Espírito.”
  • 31. A Gênese Capítulo XI – Gênese Espiritual União do Princípio Espiritual à matéria. 13. Por ser exclusivamente material, o corpo sofre as vicissitudes da matéria. Depois de funcionar por algum tempo, ele se desorganiza e decompõe. O princípio vital, não mais encontrando elemento para sua atividade, se extingue e o corpo morre. O Espírito, para quem, este, carente de vida, se torna inútil, deixa-o, como se deixa uma casa em ruínas, ou uma roupa imprestável.
  • 32. Encarnação dos espíritos. 18. Quando o Espírito tem de encarnar num corpo huma- no em vias de formação, um laço fluídico, que mais não é do que uma expansão do seu perispírito, o liga ao gérmen que o atrai por uma força irresistível, desde o momento da concepção. À medida que o gérmen se desenvolve, o laço se encurta. Sob a influência do princípio vito-material do gérmen, o perispírito, que possui certas propriedades da matéria, se une, molécula a molécula, ao corpo em formação, donde o poder dizer-se que o Espírito, por intermédio do seu perispírito, se enraíza, de certa maneira, nesse gérmen, como uma planta na terra. Quando o gérmen chega ao seu pleno desenvolvimento, completa é a união; nasce então o ser para a vida exterior. (Continua)
  • 33. Por um efeito contrário, a união do perispírito e da matéria carnal, que se efetuara sob a influência do princípio vital do gérmen, cessa, desde que esse princípio deixa de atuar, em consequência da desorganização do corpo. Mantida que era por uma força atuante, tal união se desfaz, logo que essa força deixa de atuar. Então, o perispírito se desprende, molécula a molécula, conforme se unira, e ao Espírito é restituída a liberdade. Assim, não é a partida do Espírito que causa a morte do corpo; esta é que determina a partida do Espírito. (Continua)
  • 34. Dado que, um instante após a morte, completa é a integração do Espírito; que suas faculdades adquirem até maior poder de penetração, ao passo que o princípio de vida se acha extinto no corpo, provado evidentemente fica que são distintos o princípio vital e o princípio espiritual.
  • 35. O Céu e o Inferno Segunda parte, capítulo 1 – O passamento 7. O último alento quase nunca é doloroso, uma vez que ordinaria mente ocorre em momento de inconsciência, mas a alma sofre antes dele a desagregação da matéria, nos estertores da agonia, e, depois, as angústias da perturbação. Demo-nos pressa em afirmar que esse estado não é geral, porquanto a intensidade e duração do sofrimento estão na razão direta da afinidade existente entre corpo e perispírito. Assim, quanto maior for essa afinidade, tanto mais penosos e prolongados serão os esforços da alma para des- prender-se. Há pessoas nas quais a coesão é tão fraca que o desprendimento se opera por si mesmo, como que natural- mente; é como se um fruto maduro se desprendesse do seu caule, e é o caso das mortes calmas, de pacífico despertar.
  • 36. 8. A causa principal da maior ou menor facilidade de desprendimento é o estado moral da alma. A afinidade entre o corpo e o perispírito é proporcional ao apego à matéria, que atinge o seu máximo no homem cujas preocupações dizem respeito exclusiva e unicamente à vida e gozos materiais. Ao contrário, nas almas puras, que antecipadamente se identificam com a vida espiritual, o apego é quase nulo. E desde que a lentidão e a dificuldade do desprendimento estão na razão do grau de pureza e desmaterialização da alma, de nós somente depende o tornar fácil ou penoso, agradável ou doloroso, esse desprendimento. (Continua)
  • 37. Posto isto, quer como teoria, quer como resultado de observações, resta-nos examinar a influência do gênero de morte sobre as sensações da alma nos últimos transes.
  • 38. 9. Em se tratando de morte natural resultante da extinção das forças vitais por velhice ou doença, o desprendimento opera-se gradualmente; para o homem cuja alma se desmaterializou e cujos pensamentos se destacam das coisas terrenas, o desprendimento quase se completa antes da morte real, isto é, ao passo que o corpo ainda tem vida orgânica, já o Espírito penetra a vida espiritual, apenas ligado por elo tão frágil que se rompe com a última pancada do coração. Nesta contingência o Espírito pode ter já recuperado a sua lucidez, de molde a tornar-se testemunha consciente da extinção da vida do corpo, considerando-se feliz por tê-lo deixado. Para esse a perturbação é quase nula, ou antes, não passa de ligeiro sono calmo, do qual desperta com indizível impressão de esperança e ventura. (Continua)
  • 39. No homem materializado e sensual, que mais viveu do corpo que do Espírito, e para o qual a vida espiritual nada significa, nem sequer lhe toca o pensamento, tudo contribui para estreitar os laços materiais, e, quando a morte se aproxima, o desprendimento, conquanto se opere gradualmente também, demanda contínuos esforços. As convulsões da agonia são indícios da luta do Espírito, que às vezes procura romper os elos resistentes, e outras se agarra ao corpo do qual uma força irresistível o arrebata com violência, molécula por molécula.
  • 40. 12. Na morte violenta as sensações não são precisamente as mesmas. Nenhuma desagregação inicial há começado previamente a separação do perispírito; a vida orgânica em plena exuberância de força é subitamente aniquilada. Nestas condições, o desprendimento só começa depois da morte e não pode completar-se rapidamente. O Espírito, colhido de improviso, fica como que aturdido e sente, e pensa, e acredita-se vivo, prolongando-se esta ilusão até que compreenda o seu estado. (Continua)
  • 41. Este estado intermediário entre a vida corporal e a espiritual é dos mais interessantes para ser estudado, porque apresenta o espetáculo singular de um Espírito que julga material o seu corpo fluídico, experimentando ao mesmo tempo todas as sensações da vida orgânica. Há, além disso, dentro desse caso, uma série infinita de modalidades que variam segundo os conhecimentos e progressos morais do Espírito. Para aqueles cuja alma está purificada, a situação pouco dura, porque já possuem em si como que um desprendimento antecipado, cujo termo a morte mais súbita não faz senão apressar. Outros há, para os quais a situação se prolonga por anos inteiros. É uma situação essa muito frequente até nos casos de morte comum, que nada tendo de penosa para Espíritos adianta- dos, se torna horrível para os atrasados. No suicida, principalmente, excede a toda expectativa. Preso ao corpo por todas as suas fibras, o perispírito faz repercutir na alma todas as sensações daquele, com sofrimentos cruciantes.
  • 42. 13. O estado do Espírito por ocasião da morte pode ser assim resumido: Tanto maior é o sofrimento, quanto mais lento for o desprendimento do perispírito; a presteza deste desprendimento está na razão direta do adiantamento moral do Espírito; para o Espírito desmaterializado, de consciência pura, a morte é qual um sono breve, isento de agonia, e cujo despertar é suavíssimo.
  • 43. 14. Para que cada qual trabalhe na sua purificação, reprima as más tendências e domine as paixões, preciso se faz que abdique das vantagens imediatas em prol do futuro, visto como, para identificar-se com a vida espiritual, encaminhando para ela todas as aspirações e preferindo-a à vida terrena, não basta crer, mas compreender. Devemos considerar essa vida debaixo de um ponto de vista que satisfaça ao mesmo tempo à razão, à lógica, ao bom-senso e ao conceito em que temos a grandeza, a bondade e a justiça de Deus. Considerado deste ponto de vista, o Espiritismo, pela fé inabalável que proporciona, é, de quantas doutrinas filosóficas que conhecemos, a que exerce mais poderosa influência. (Continua)
  • 44. O espírita sério não se limita a crer, porque compreende, e compreende, porque raciocina; a vida futura é uma realidade que se desenrola incessantemente a seus olhos; uma realidade que ele toca e vê, por assim dizer, a cada passo e de modo que a dúvida não pode empolgá-lo, ou ter guarida em sua alma. A vida corporal, tão limitada, amesquinha-se diante da vida espiritual, da verdadeira vida. Que lhe importam os incidentes da jornada se ele compreende a causa e utilidade das vicissitudes humanas, quando suportadas com resignação? A alma eleva-se-lhe nas relações com o mundo visível; os laços fluídicos que o ligam à matéria enfraquecem-se, operando-se por antecipação um desprendimento parcial que facilita a passagem para a outra vida. A perturbação consequente à transição pouco perdura, porque, uma vez franqueado o passo, para logo se reconhece, nada estranhando, antes compreendendo, a sua nova situação.