O documento discute a morte segundo a doutrina espírita, abordando que ela é uma transformação natural e necessária para o progresso espiritual, não sendo dolorosa para a alma. A separação do espírito do corpo pode ser mais ou menos perturbadora dependendo do grau de evolução e afinidade com a matéria. Após a morte, o espírito passa por um período de adaptação antes de retomar a consciência.