O neorrealismo em Portugal surge na década de 30 como uma reação ao presencismo, focando na observação objetiva da realidade e na concepção social da arte. Revistas e jornais, como 'Sol Nascente' e 'O Diabo', oferecem espaço para discussões teóricas e produções ficcionais que exemplificam a nova tendência, destacando autores como Alves Redol e Joaquim Namorado. O movimento busca uma arte humanizada e engajada, refletindo sobre as pressões sociais, políticas e econômicas da época.