Este poema de Cesário Verde retrata uma figura feminina frágil e inocente chamada "A Débil" que se destaca no meio citadino corrupto, não pela sua excentricidade, mas pela sua simplicidade e pureza. O sujeito poético contrasta o ambiente degradante da cidade com a influência positiva que a "Débil" tem sobre ele, despertando sentimentos de proteção e amor.