O documento aborda as leishmanioses, incluindo suas formas cutânea e visceral, suas manifestações clínicas e a importância dos vetores flebotomíneos. Discute ainda a evolução da doença no Brasil, seu diagnóstico, opções terapêuticas e medidas de controle. Destaca que o único medicamento atualmente liberado no Brasil é a miltefosina, além de mencionar o controle de animais e a educação em saúde como formas de prevenção.